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Eleições

Eleições

Zema descarta vice de Flávio Bolsonaro e promete manter candidatura até o fim

por Redação 16 de abril de 2026

O pré-candidato à Presidência pelo Partido Novo, Romeu Zema, afirmou nesta quinta-feira (16), em São Paulo, que não pretende abrir mão da cabeça de chapa para compor como vice em uma eventual candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL). Segundo ele, a decisão é levar sua candidatura até o final da disputa eleitoral.

A declaração ocorreu durante o evento “O Brasil sem intocáveis”, onde Zema apresentou diretrizes do seu plano de governo. No discurso, o ex-governador de Minas Gerais defendeu propostas que, segundo ele, enfrentam resistência da classe política. “Vou manter a pré-candidatura até o final. Porque nós temos propostas que a maioria da classe política tem pavor”, disse, ao destacar sua gestão em Minas como credencial.

Durante o evento, Zema também defendeu a presença de múltiplos candidatos da direita no primeiro turno, como estratégia para forçar uma segunda etapa da eleição e evitar uma vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já no primeiro turno. Ele afirmou ainda que, em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, candidatos desse campo político estariam unidos em apoio.

Entre as propostas apresentadas por sua equipe estão a privatização ampla de ativos públicos, a redução da maioridade penal para 16 anos, a criação de uma legislação trabalhista paralela à CLT e a integração entre políticas agrícolas e ambientais. O coordenador do plano econômico, Carlos da Costa, chegou a afirmar que um eventual governo Zema “vai privatizar tudo”.

Zema também reiterou a defesa de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, indicando que essa medida estaria entre as primeiras ações de um eventual governo.

Questionado sobre o reajuste de cerca de 300% em seu salário como governador de Minas Gerais em 2023, Zema afirmou que não há impacto pessoal, já que doa integralmente os vencimentos para instituições de caridade. Segundo ele, os valores são destinados principalmente às Apaes, e comparou a remuneração atual com gestões anteriores para defender maior transparência.

Fonte: G1

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Eleições

PT aposta em nomes conhecidos e ex-BBBs para fortalecer bancada de deputados federais em 2026

por Redação 9 de abril de 2026

O PT e a federação com PV e PCdoB planejam recorrer a nomes conhecidos do público, ex-BBBs e vereadores bem votados na última eleição municipal para ampliar a bancada de deputados federais em 2026. Atualmente, a federação conta com 86 deputados na Câmara: 79 do PT, 9 do PCdoB e 4 do PV, enquanto o PL alcançou 113 parlamentares na última janela partidária.

Entre os nomes cotados estão ex-deputados como Jean Wyllys, José Dirceu e João Paulo Cunha, além de Edinho Silva, presidente nacional do PT, e vereadores de São Paulo como Roberto Trípoli (PV) e Nabil Bonduki (PT). Luna Zarattini, vereadora por São Paulo com mais de 100 mil votos em 2024, também está entre as apostas.

A federação ainda conta com outros quatro vereadores eleitos em 2024 como potenciais puxadores de votos em regiões específicas do estado: Guida Calixto (Campinas), Professor Naldo (Carapicuíba), Rai de Almeida (Piracicaba) e Raquel Auxiliadora (São Carlos). Lucas Penteado, ex-BBB da edição 21, é outro nome jovem cotado para a disputa.

Entre os pré-candidatos, 18 tentaram eleição em 2022 e voltarão às urnas em 2026. Alexandre Padilha, eleito em 2022, seguirá no cargo de ministro da Saúde e coordenará a campanha de reeleição do presidente Lula em regiões do Sudeste e Norte.

O prazo para desincompatibilização encerrou-se em 4 de abril, levando 18 ministros, 11 governadores e 11 prefeitos de capitais a deixarem seus cargos para disputar as eleições de outubro.

Fonte: G1

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Eleições

Eleições 2026: quem são os pré-candidatos à Presidência da República

por Redação 31 de março de 2026

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, foi anunciado nesta segunda-feira (30) como pré-candidato à Presidência da República pelo PSD. Ele deve renunciar ao cargo até o fim da semana para cumprir a desincompatibilização exigida pela legislação eleitoral. Caiado superou a disputa interna com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, após a desistência do governador do Paraná, Ratinho Junior, de concorrer.

O cenário da disputa presidencial já conta com nomes consolidados: o presidente Lula (PT) busca a reeleição e o senador Flávio Bolsonaro (PL) se destaca como principal adversário, segundo as pesquisas mais recentes.

Lula, que tentará seu quarto mandato e será o candidato mais velho da história do país aos 81 anos, lidera as intenções de voto no primeiro turno e aparece empatado com Flávio Bolsonaro no segundo. O senador Flávio, escolhido pelo pai Jair Bolsonaro como candidato do PL, defende a anistia ao ex-presidente e outros condenados pela tentativa de golpe em 2022.

Além deles, o PSD apresenta Ronaldo Caiado como alternativa à polarização, com 4% das intenções de voto. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, renunciou ao mandato para concorrer pelo Novo, registrando 2% a 3% nas pesquisas. Novos nomes surgem na disputa: Renan Santos, do Missão, e Aldo Rebelo, pelo Democracia Cristã, ambos com 1% a 2% de intenção de votos.

As convenções partidárias definem oficialmente os candidatos, mas os pré-candidatos já consolidam estratégias de campanha em meio a um cenário marcado pela polarização política e pela disputa histórica entre Lula e a família Bolsonaro.

Fonte: G1

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Eleições

Lula confirma Geraldo Alckmin como candidato a vice em chapa de reeleição

por Redação 31 de março de 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou nesta terça-feira (31) que Geraldo Alckmin (PSB) será candidato a vice-presidente na chapa que disputará a reeleição em outubro. A declaração foi feita durante reunião ministerial no Palácio do Planalto, que também marcou a saída de pelo menos 14 ministros para concorrer a cargos eletivos.

Pela legislação eleitoral, ocupantes de cargos no Executivo precisam deixar suas funções até 4 de abril, com exceção do presidente e do vice, para evitar o uso da máquina pública em benefício próprio e garantir igualdade entre candidatos. Alckmin, atual vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), deixará o cargo para concorrer novamente. “O companheiro Alckmin vai ter que deixar o MDIC. Ele vai ter que deixar porque será candidato a vice-presidente da República outra vez”, afirmou Lula.

Para minimizar os impactos das trocas na Esplanada, secretários-executivos devem assumir temporariamente alguns ministérios, garantindo a continuidade das políticas. Um exemplo é o Ministério da Fazenda, onde Fernando Haddad deixa o cargo para disputar o governo de São Paulo e é substituído por Dario Durigan, secretário-executivo desde o início do governo.

Outros ministros que devem deixar suas pastas incluem Renan Filho (Transportes), Rui Costa (Casa Civil), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Simone Tebet (Planejamento), Marina Silva (Meio Ambiente), André Fufuca (Esporte), Carlos Fávaro (Agricultura), Waldez Góes (Integração Nacional), Sílvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), Anielle Franco (Igualdade Racial), Sônia Guajajara (Povos Indígenas) e Macaé Evaristo (Direitos Humanos).

Alguns ministros, como Márcio França (Empreendedorismo), Wolney Queiroz (Previdência), Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Luciana Santos (Ciência e Tecnologia), ainda têm indefinição sobre se disputarão cargos ou permanecerão no governo. Sidônio Palmeira (Comunicação Social) deve ser exonerado no meio do ano para atuar como marqueteiro da campanha de Lula.

Fonte: G1

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Eleições

PSD escolhe Caiado para o Planalto e ignora pressão por Eduardo Leite

por Redação 30 de março de 2026

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, será lançado como pré-candidato à Presidência da República pelo PSD nesta segunda-feira (30). A decisão foi confirmada pelo presidente da legenda, Gilberto Kassab, e será anunciada oficialmente em São Paulo.

Caiado foi escolhido após disputa interna que também envolveu o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e, anteriormente, o governador do Paraná, Ratinho Júnior. Este último chegou a ser considerado favorito, mas desistiu da candidatura na semana passada ao avaliar riscos ao seu futuro político, especialmente em relação à sucessão estadual.

Dentro do partido, a avaliação é que Caiado conseguiu se consolidar nacionalmente e já ocupava a segunda posição na preferência interna, atrás apenas de Ratinho. Mesmo com pressão externa — incluindo manifestações públicas de economistas como Armínio Fraga e Pérsio Arida em favor de Eduardo Leite —, a cúpula do PSD manteve a decisão.

Pesaram a favor de Caiado seu melhor desempenho em pesquisas, postura mais firme no cenário político e maior disposição para a pré-campanha. Além disso, sua situação política em Goiás é considerada estável: o vice-governador Daniel Vilela (MDB), que assumirá o governo após a saída de Caiado nesta terça-feira (31), lidera as pesquisas locais, enquanto a primeira-dama Gracinha Caiado aparece como favorita ao Senado.

O cenário estadual, no entanto, terá disputa com o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, que deve lançar o senador Wilder Morais ao governo de Goiás. Apesar disso, Caiado mantém relação próxima com figuras do bolsonarismo, como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que já declarou apoio à escolha do nome do governador pelo PSD.

Do outro lado, Eduardo Leite descartou disputar qualquer cargo que não seja a Presidência. Após não ser escolhido, afirmou que permanecerá no comando do Rio Grande do Sul até o fim do mandato e também rejeitou a possibilidade de compor chapa como vice.

Fonte: OGLOBO

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Eleições

Datafolha mostra Tarcísio disparado e favorito na corrida pelo governo de SP em 2026

por Redação 9 de março de 2026

Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (8) pela Folha de S.Paulo indica que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera com folga todos os cenários testados para o governo de São Paulo nas eleições de 2026, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

Nos cenários simulados pelo instituto, o atual governador aparece sempre com mais de 40% das intenções de voto no primeiro turno, mantendo vantagem sobre possíveis adversários.

Em uma disputa contra o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), Tarcísio registra 44% das intenções de voto, enquanto Haddad aparece com 31%. Na sequência estão Kim Kataguiri (Missão), com 5%, Paulo Serra (PSDB), também com 5%, e Felipe D’Avila (Novo), com 3%. Outros 11% declararam voto branco, nulo ou nenhum, e 1% não soube responder.

Quando o cenário simulado coloca o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) como adversário, Tarcísio amplia a vantagem e chega a 46%. Alckmin aparece com 26%, seguido por Paulo Serra (6%), Kim Kataguiri (5%) e Felipe D’Avila (3%). Nesse caso, 13% disseram votar em branco, nulo ou nenhum, e 2% não souberam responder.

O maior índice do governador aparece no cenário contra a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB). Nessa simulação, Tarcísio atinge 49% das intenções de voto, enquanto Tebet aparece com 19%. Paulo Serra registra 7%, Kim Kataguiri 4% e Felipe D’Avila 3%. Brancos, nulos ou nenhum somam 15%, e 2% não souberam responder.

O Datafolha também simulou uma disputa com três nomes do campo da esquerda. Mesmo com a divisão de votos, Tarcísio segue na liderança com 44%. Fernando Haddad aparece com 28%, Márcio França (PSB) com 5%, Kim Kataguiri com 4%, Paulo Serra com 4% e Felipe D’Avila com 2%. Brancos e nulos somam 11%, e 1% não soube responder.

Nos cenários de segundo turno, o atual governador também vence todos os adversários testados. Contra Fernando Haddad, Tarcísio teria 52% das intenções de voto, enquanto o petista aparece com 37%. Outros 10% votariam em branco, nulo ou nenhum, e 1% não soube responder.

Em um eventual confronto com Geraldo Alckmin, o governador teria 50% das intenções de voto contra 39% do vice-presidente. Brancos e nulos somam 10%, e 1% não soube responder.

Já contra Simone Tebet, a vantagem é ainda maior: Tarcísio aparece com 58%, enquanto a ministra registra 28%. Nesse cenário, 12% disseram votar em branco, nulo ou nenhum, e 2% não souberam responder.

A pesquisa também mediu o índice de rejeição dos possíveis candidatos. Fernando Haddad lidera nesse quesito, com 38% dos entrevistados afirmando que não votariam nele. Em seguida aparecem Geraldo Alckmin, com 29%, e Simone Tebet, com 27%.

Kim Kataguiri tem rejeição de 25%, enquanto Tarcísio registra 24%. Márcio França aparece com 20%, Paulo Serra com 19% e Felipe D’Avila com 18%.

O levantamento ouviu 1.608 eleitores com 16 anos ou mais em 71 municípios entre os dias 3 e 5 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Fonte: G1

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Eleições

Eduardo Leite lança pré-candidatura ao Planalto pelo PSD e critica polarização: “O Brasil tem um problema de direção”

por Redação 6 de março de 2026

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), oficializou sua pré-candidatura à Presidência da República por meio de uma publicação nas redes sociais acompanhada de um “manifesto ao Brasil”, no qual apresenta propostas e críticas ao cenário político atual.

No texto, Leite defende a construção de uma alternativa política fora da polarização nacional. Segundo ele, o país permanece preso a disputas ideológicas que impedem avanços estruturais.

“Nada na história econômica moderna se compara ao impacto que estamos prestes, muito em breve, a experimentar. O Brasil, porém, permanece dividido, fragmentado, excessivamente concentrado em disputas ideológicas e paroquiais que não produzem solução”, afirma o manifesto.

Ao final da publicação, o governador declara que coloca seu nome à disposição do país. “É com esta convicção, com fé e independência, que coloco meu nome à disposição do país”, escreveu.

Dentro do PSD, Leite disputa espaço com outros dois governadores que também são apontados como presidenciáveis: Ratinho Júnior, do Paraná, e Ronaldo Caiado, de Goiás. O trio busca a preferência do presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, responsável por conduzir o processo de escolha do candidato do partido ao Palácio do Planalto.

A movimentação política inclui uma série de eventos organizados pelo partido. Nesta sexta-feira (6), no sábado (7) e na segunda-feira (9), os três governadores estarão em São Paulo para acompanhar filiações de deputados estaduais paulistas ao PSD.

Em entrevista ao g1 após participar do programa Jornal do Almoço, da RBS TV, na última segunda-feira (2), Leite afirmou que sua trajetória pode ser um diferencial dentro da disputa interna do partido.

“O que considero me dar um diferencial em relação aos meus colegas, pelos quais tenho muito respeito, é justamente a possibilidade de liderar uma candidatura independente, porque não abracei nas eleições de 2022 nem Lula (PT) nem (Jair) Bolsonaro (PL)”, declarou.

O governador também afirmou ser crítico dos dois principais campos políticos que dominam as eleições no país e disse defender um caminho alternativo.

“Me sinto pronto para liderar um projeto nacional de despolarização do país. O Brasil precisa sair dessa polarização radicalizada que coloca brasileiros contra brasileiros”, disse.

Leite ingressou no PSD em maio de 2025, após deixar o PSDB. Quando chegou à legenda comandada por Kassab, Ratinho Júnior já era citado como possível candidato à Presidência. Em janeiro deste ano, Ronaldo Caiado também migrou para o partido, vindo do União Brasil.

Com três nomes colocados na disputa, o PSD deve escolher apenas um candidato para concorrer ao Planalto nas eleições de outubro. Kassab já afirmou anteriormente que não pretende realizar prévias internas para definir o representante do partido.

Apesar disso, Leite ressaltou que a decisão não depende apenas do presidente da sigla.

“É isso que a gente vai intensificar ao longo dessas próximas semanas. Encontros, conversas, diálogos que permitam entender, dentro do contexto político e da percepção do eleitor, qual é o nome que melhor poderá aglutinar um grupo da sociedade brasileira substancial o suficiente para levar essa candidatura ao segundo turno e vencer as eleições”, afirmou.

A expectativa dentro do PSD é definir o nome que representará o partido na disputa presidencial até abril.

Fonte: G1

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Eleições

Lula oficializa Haddad como candidato ao Governo de São Paulo

por Redação 27 de fevereiro de 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou a ministros e aliados que definiu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), como candidato ao Governo de São Paulo nas eleições de 2026.

Nos últimos dias, Haddad acompanhou Lula em viagem à Índia e à Coreia do Sul, movimento que aliados interpretaram como uma tentativa do presidente de reduzir a resistência do ex-prefeito de São Paulo em disputar novamente o Palácio dos Bandeirantes. Haddad havia se mostrado reticente em enfrentar o pleito, especialmente após ter sido derrotado no segundo turno em 2022 pelo atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontado como favorito nas pesquisas.

Além de Haddad na cabeça de chapa, o PT articula um acordo para lançar as ministras Simone Tebet (MDB) e Marina Silva (Rede) como candidatas ao Senado, podendo ambas trocar de partido, com o PSB como possível destino.

Tebet, natural de Mato Grosso do Sul, precisaria alterar seu domicílio eleitoral caso confirme a disputa em São Paulo, conforme a legislação vigente. A ministra já declarou que deixará o cargo até pelo menos 30 de março, mas ainda terá mais uma conversa com Lula para tratar das eleições de 2026.

Fonte: METRÓPOLES

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Eleições

Flávio Bolsonaro se reúne com empresários em São Paulo e busca apoio do mercado para 2026

por Redação 18 de dezembro de 2025

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se reuniu nesta quarta-feira (17) com empresários e investidores em São Paulo para reafirmar sua intenção de disputar a Presidência da República em 2026 e tentar uma reaproximação com o mercado financeiro. Pré-candidato ao Planalto, ele afirmou que pretende apresentar uma versão mais “moderada, equilibrada e centrada” do bolsonarismo.

Ao final do encontro, Flávio avaliou a conversa como positiva e disse ter buscado tranquilizar os participantes sobre eventuais tensões políticas envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e partidos aliados. Segundo o senador, essa postura mais moderada sempre fez parte de seu perfil político.

Durante o encontro, Flávio afirmou que adotaria uma postura “radical na segurança pública” caso seja eleito, mas destacou que pretende dar autonomia à equipe econômica para promover reformas, recuperar o equilíbrio fiscal e atrair investimentos. A estratégia busca sinalizar previsibilidade e diálogo ao setor produtivo.

A movimentação ocorre em meio a negociações com o Centrão. Pesquisa Quaest divulgada na terça-feira (16) apontou Flávio Bolsonaro como competitivo na disputa presidencial, aparecendo em segundo lugar em todos os cenários de primeiro turno, atrás do presidente Lula (PT). O levantamento também influenciou as conversas políticas, já que parte do Centrão prefere nomes mais próximos do centro, como o governador Tarcísio de Freitas.

Sobre a aprovação do projeto de lei da dosimetria, Flávio afirmou que o Congresso fez “o que deu para fazer”, ressaltando que o objetivo inicial era a anistia, mas que não houve votos suficientes para avançar nessa direção.

Este foi o segundo encontro do senador com empresários em dezembro. Ambos foram articulados por Filipe Sabará, ex-secretário de Desenvolvimento Social de São Paulo e um dos coordenadores da campanha de Pablo Marçal à Prefeitura da capital.

O almoço ocorreu na residência do empresário Gabriel Rocha Kenner, no Jardim Paulista, Zona Oeste de São Paulo. Marcado para o início da tarde, o encontro começou com atraso, o que levou parte dos convidados a deixar o local antes da chegada do senador. Segundo Flávio, a demora foi causada por compromissos no Senado e por problemas climáticos que afetaram o voo.

Fonte: G1

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Eleições

Maioria reprova escolha de Flávio Bolsonaro para 2026 e rejeição ao senador passa de 60%, aponta Quaest

por Redação 16 de dezembro de 2025

A maioria dos brasileiros considera equivocada a decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de indicar o filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como candidato à Presidência da República em 2026. É o que revela a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (16).

Segundo o levantamento, 54% dos entrevistados afirmam que Bolsonaro errou ao fazer a indicação. Outros 36% avaliam que ele acertou, enquanto 10% não souberam ou preferiram não responder.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas, em entrevistas presenciais realizadas entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Antes de avaliar a escolha, os entrevistados foram questionados se tinham conhecimento do apoio de Jair Bolsonaro à candidatura do filho. Do total, 61% disseram que já sabiam da indicação, enquanto 39% afirmaram não ter conhecimento.

A reprovação à escolha de Flávio Bolsonaro é ainda mais expressiva entre eleitores independentes e de esquerda. Entre os eleitores sem alinhamento político definido, 56% dizem que Bolsonaro errou. Já entre lulistas, esse índice sobe para 78%, e entre eleitores da esquerda não lulista chega a 71%.

Entre bolsonaristas, o cenário se inverte: 78% afirmam que Jair Bolsonaro acertou ao indicar o filho. Já na direita que não se identifica com o bolsonarismo, 55% consideram a escolha correta, contra 38% que a avaliam como um erro.

A rejeição eleitoral de Flávio Bolsonaro também chama atenção. Questionados sobre a possibilidade de voto, 62% afirmam que não votariam no senador “de jeito nenhum”. Outros 23% dizem que poderiam votar, 13% afirmam que votariam, e 2% não souberam ou não responderam.

Entre eleitores independentes, 70% rejeitam totalmente a candidatura de Flávio. Na direita não bolsonarista, 29% dizem que não votariam de forma alguma, enquanto 51% afirmam que poderiam votar. Já entre bolsonaristas, 55% dizem que votariam no senador.

A pesquisa também investigou quem deveria ter sido o nome escolhido por Bolsonaro, entre aqueles que consideram a indicação de Flávio um erro. Para 21%, nenhum dos nomes apresentados seria a melhor opção. Michelle Bolsonaro aparece em seguida, com 19%, seguida por Tarcísio de Freitas, com 16%, e Ratinho Júnior, com 11%.

O levantamento avaliou ainda a repercussão do apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. O resultado mostra divisão: 42% dizem que Tarcísio acertou ao apoiar o senador, enquanto outros 42% avaliam que ele errou. Já 16% não souberam ou não responderam.

Por fim, a pesquisa analisou a decisão dos governadores Ronaldo Caiado (União Brasil) e Romeu Zema (Novo) de manterem suas pré-candidaturas à Presidência, mesmo após o anúncio de Flávio Bolsonaro como candidato apoiado por Jair Bolsonaro. Para 55% dos entrevistados, ambos fizeram certo ao manter seus projetos políticos, enquanto 27% avaliam que erraram.

Fonte: G1

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