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Eleições

Eleições

Como os eleitores que se informam pelas redes sociais dizem que vão votar em SP, Rio, BH, Fortaleza e Recife, segundo a Quaest

por Redação 13 de setembro de 2024

As redes sociais são, junto com a TV, o principal meio de informação sobre política dos eleitores de Belo Horizonte, Recife e São Paulo, segundo a última rodada de pesquisas Quaest nessas capitais, divulgada na quarta (11). Em Fortaleza, são a principal e, no Rio de Janeiro, a 2ª maior (atrás da TV).

Veja, abaixo, os desempenhos dos candidatos entre os eleitores que se informam principalmente sobre as redes sociais. Atenção: as margens de erro nesses segmentos são maiores que na pesquisa geral.

São Paulo
Na pesquisa geral, há um empate técnico triplo na primeira posição, segundo a Quaest: Ricardo Nunes (MDB) tem 24%, Pablo Marçal (PRTB), 23%, e Guilherme Boulos (PSOL), 21% (a margem de erro é de 3 pontos) .

Entre os eleitores que se informam mais pelas redes sociais, Marçal (que tem 11% entre os eleitores que se informam pela TV) lidera com 46% das intenções de voto. Boulos tem 18%, e Nunes, 17%, em empate técnico. A margem de erro é de 5 pontos percentuais no segmento.

Já entre os eleitores que se informam principalmente pela TV, Nunes, que tem maior tempo de propaganda eleitoral gratuita (65% do total, ou 6 minutos e 30 segundos), lidera com 34% das intenções de voto. Na pesquisa anterior, feita antes do início da propaganda eleitoral gratuita, ele estava com 24%, empatado tecnicamente com Boulos e Datena no segmento (a margem de erro é de 5 pontos).

Rio de Janeiro
Na pesquisa geral, Eduardo Paes (PSD) lidera com 64% das intenções de voto, seguido de Alexandre Ramagem (PL), com 13%.

Entre os eleitores que se informam pelas redes sociais, a vantagem de Paes sobre Ramagem é de 41 pontos: 59% a 18%.

Entre os eleitores que se informam principalmente pela televisão, a vantagem de Paes sobre Ramagem é de 64 pontos (72% contra 8%) – os dois candidatos têm praticamente o mesmo tempo de propaganda eleitoral gratuita.

Belo Horizonte
Mauro Tramonte (Republicanos) lidera na pesquisa geral da capital mineira com 27%. Na sequência, empatados tecnicamente, estão Fuad Noman (PSD), 20%, e Bruno Engler (PL), 16%.

Entre os que se informam principalmente pelas redes sociais, Engler tem 26% e Tramonte, 25%, em empate técnico. Noman tem 13%, empatado tecnicamente no limite da margem de erro (que é de 6 pontos) com Tramonte (mas não com Engler) e com Duda Salabert, que tem 14% (na pesquisa geral ela tem 11%).

Na TV, Engler, que tem o maior tempo de propaganda eleitoral (2 minutos e 43 segundos), tem 7% das intenções de voto, abaixo de Tramonte, que tem 50 segundos e registrou 34% (uma queda ante os 47% da pesquisa anterior ao início da propaganda eleitoral) e que os 28% de Noman, que tem o 2º maior tempo. A margem de erro é de 5 pontos.

Fortaleza
A pesquisa desta quarta-feira (11) mostrou que Capitão Wagner (União Brasil) caiu para 24% nas intenções de voto, empatando tecnicamente com Evandro Leitão (PT) e com André Fernandes (PL), que cresceram de 14% para 21%, e com José Sarto (PDT), que oscilou negativamente, de 22% para 18%.

Entre os eleitores que se informam pelas redes sociais, Fernandes (PL) oscilou 10 pontos para cima, no limite da margem de erro (que é de 5 pontos), para 30%, ainda em empate técnico mas agora numericamente à frente de Wagner (União Brasil), que oscilou para baixo, de 29% para 24%.

Evandro (PT) oscilou positivamente no segmento, de 13% para 16%, e passou a também empatar tecnicamente com Wagner e também com Sarto, que oscilou para baixo de 22% para 19% no segmento.

Já entre os eleitores que se informam pela TV, Evandro (PT) tem 30%, empatado tecnicamente com Wagner, que tem 25% no segmento (a margem de erro é de 5 pontos). O petista tem metade de todo o tempo de propaganda destinado aos candidatos (5 minutos e 1 segundo) e o candidato do União Brasil tem pouco mais de 1/5 disso (1 minuto e 14 segundos). Sarto (PDT) tem 17% e Fernandes (PL) 12% no segmento.

Recife
Na pesquisa geral, João Campos (PSB) lidera com 76% das intenções de voto. Daniel Coelho (PSD) e Gilson Machado (PL) têm 6%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Entre os eleitores que se informam mais pelas redes sociais, Campos (PSB) segue à frente, com 75%, Machado (PL) tem 10%, e Coelho, 6%, empatados tecnicamente. A margem de erro é de 6 pontos.

Entre os eleitores que se informam pela TV, Campos tem 81% e Coelho, 6%. Machado e Portela não atingiram 5% no segmento. A margem de erro é de 5 pontos.

Metodologias
São Paulo – A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-09089/2024. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre 8 e 10 de setembro. O nível de confiança é de 95%.

Rio de Janeiro – A pesquisa entrevistou presencialmente 1.140 eleitores de 16 anos ou mais no Rio, entre 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral e protocolada com o número: RJ-05862/2024. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou menos.

Belo Horizonte – A pesquisa, contratada pela TV Globo, ouviu 1.002 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 8 a 10 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado junto ao TSE sob o número MG-08280/2024.

Fortaleza – A pesquisa Quaest foi encomendada pela TV Verdes Mares. Para esta pesquisa, o instituto ouviu 900 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. O nível de confiança é de 95%, o que significa que se forem realizadas 100 pesquisas nas mesmas condições, 95 delas trarão o mesmo resultado considerando a margem de erro.

Recife – A pesquisa Quaest ouviu 900 eleitores na capital pernambucana, entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi encomendado pela TV Globo e registrado na Justiça Eleitoral sob o nº PE-06977/2024.

Fonte: G1

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Eleições

TSE começa a lacrar programas que serão utilizados nas urnas eletrônicas; entenda

por Redação 9 de setembro de 2024

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começa na próxima terça-feira (10) a lacrar todos os sistemas do processo eleitoral. É um evento público no qual o TSE assina digitalmente todos os sistemas que serão usados nas eleições. A cerimônia certifica a integridade e a autenticidade dos programas que serão usados nas urnas eletrônicas e nos demais sistemas eleitorais das Eleições Municipais de 2024. Na ocasião, os sistemas serão apresentados às entidades fiscalizadoras na forma de programas-fonte executáveis e, após a conferência, serão assinados digitalmente e lacrados.

O foco do TSE é na confiabilidade do processo, para garantir ao eleitor que, no momento em que o voto é registrado na urna, seja computado de forma totalmente segura.

Nessa fase, são assinados e lacrados os programas relacionados ao Sistema Transportador – que transmite os dados registrados nas urnas eletrônicas ao mecanismo de totalização de votos dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) – e ao conjunto de softwares da urna eletrônica que serão utilizados nas eleições de outubro.

O evento de assinatura e lacração dos sistemas envolve três aspectos: representa a conclusão simbólica do desenvolvimento dos sistemas; a fixação prática destes; e, finalmente, se revela como um referencial a partir do qual a maioria das demais verificações passará a ser comparada.

Os sistemas serão assinados pela presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia. Em seguida, serão lacrados digitalmente e fisicamente e, logo após, serão armazenados na sala-cofre do Tribunal.

Ao fim da Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas, o TSE disponibiliza na internet a relação com os resumos digitais de todos os sistemas lacrados.

Por meio dos resumos digitais publicados, qualquer interessado é capaz de verificar se o sistema que está sendo executado na urna eletrônica, no dia da votação, é igual ao lacrado e armazenado no TSE. Qualquer suspeita de fraude pode ser investigada a partir da cópia do código-fonte armazenada em sala-cofre do TSE.

Fonte: r7

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Eleições

Eleições 2024: propaganda eleitoral no rádio e na TV começa nesta sexta; saiba dias e horários

por Redação 30 de agosto de 2024

A propaganda eleitoral no rádio e na televisão começa nesta sexta-feira (30). Até o dia 3 de outubro, a programação dos veículos terá horários reservados para que candidatos a prefeito e vereador nas eleições apresentem suas propostas de campanha.

O horário eleitoral vai veicular informações de postulantes aos cargos de prefeito e vereador no primeiro turno, que ocorrerá no dia 6 de outubro.

?Nos municípios em que houver o segundo turno para as vagas de prefeito, a propaganda vai acontecer entre os dias 11 e 25 de outubro. Já a votação será no dia 27.

Nesta quinta-feira (29), a ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ressaltou a importância da divulgação das informações para o exercício da democracia.

“Será mais um espaço de exercício democrático de informação, que é livre, ressalvas feitas exclusivamente àquelas que não podem ser dadas. A propaganda eleitoral e o horário eleitoral gratuito são próprios do processo”, seguiu.

Saiba os dias e horários dos programas
O horário eleitoral gratuito — a propaganda em blocos de 10 minutos, de segunda a sábado — vai tratar dos cargos de prefeito.

⏰No rádio, ele será das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10.
⏰Na TV, das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40.
A publicidade dos vereadores será feita por meio de inserções, ou seja, aquele tempo no intervalo da programação dos veículos.

O tempo de 70 minutos diários de divulgação vai ser dividido entre os candidatos às Câmaras Municipais (terão direito a 40% do tempo) e os prefeitos (vão ficar com os outros 60%).

⏰As inserções serão veiculadas entre 5h e meia-noite.
Outros tipos de propaganda
A campanha eleitoral começou no dia 16 de agosto, com a liberação da campanha nas ruas, na internet e nas redes sociais. Desde este dia, candidatos foram liberados a pedir votos e apresentar as propostas de governo.

Fonte: G1

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Eleições

Apenas 17,5% dos candidatos à prefeitura das sete maiores cidades da Grande SP são mulheres

por Redação 20 de agosto de 2024

As mulheres representam apenas 17,5% dos candidatos que irão concorrer à prefeitura das sete maiores cidades da Grande São Paulo — Diadema, Guarulhos, Mauá, Osasco, Santo André, São Bernardo e capital — nas eleições deste ano, segundo dados preenchidos pelas próprias campanhas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Ao todo, esses municípios têm 40 chapas na disputa, sendo 7 lideradas por mulheres. Em geral, o perfil dos candidatos é de homens brancos casados (52,5%).

Duas cidades da região não possuem nenhuma chapa com liderança feminina, Diadema e Guarulhos, que contam somente com homens na disputa pelo Executivo municipal.

Perfil dos candidatos

  • 82,5% deles se identificam como pessoas brancas. Há também cinco candidatos pardos, um negro e um amarelo;
  • Deputado e empresário são as ocupações com mais representantes na disputa, enquanto professor tem somente uma representante;
  • Os idosos representam 30% dos cabeças de chapa na Grande SP;
  • Candidatos com ensino superior completo correspondem a 80% dos registrados nos sete municípios;
  • 75% dos candidatos optaram por não divulgar suas identidades de gênero. Dos que deixaram a informação pública, todos são cisgênero;
  • 72,5% não divulgaram suas orientações sexuais. Dentre os que fizeram, todos são heterossexuais;
  • 65% dos candidatos são casados;
  • Nenhum quilombola está na disputa pelas prefeituras da região.

Fonte: G1

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Eleições

Eleições 2024: candidaturas negras sobem para 52%, mas podem ter financiamento reduzido com aprovação de PEC

por Redação 19 de agosto de 2024

Neste ano, o percentual de candidatos negros (soma de pretos e pardos) registrados nas eleições para prefeitos, vice-prefeitos e vereadores é o maior das últimas três campanhas. Segundo o painel de perfil dos candidatos na plataforma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE):

  • em 2016, 47,75% dos candidatos se declararam negros;
  • em 2020, os autodeclarados negros eram 50,02%;
  • e, em 2024, eles somam 52,73%.

Esta é a segunda disputa municipal em que o percentual de candidaturas negras é superior ao de candidaturas brancas, que vem caindo a cada eleição:

  • em 2016, 51,45% dos candidatos se declararam brancos;
  • em 2020, eles eram 48,04%;
  • e, em 2024, somam 45,65%.

Entre indígenas, o percentual teve um pequeno crescimento:

  • em 2016, eram 0,35%;
  • em 2020, 0,4%;
  • e, em 2024, são 0,55%.


Já as candidaturas dos autodeclarados amarelos voltaram a subir, após discreta queda entre 2016 e 2020:

  • em 2016, eram 0,44%;
  • em 2020, 0,35%;
  • e, em 2024, são 0,39%.


Na atual disputa, mais de 3 mil candidaturas (0,69% do total) não fizeram declaração racial.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o perfil racial da população brasileira, tomada no conjunto, divide-se da seguinte forma:

  • pardos são 92,1 milhões (45,3% do total);
  • brancos são 88,2 milhões (43,5%);
  • pretos saltaram para 20,7 milhões (10,2% da população);
  • indígenas* agora são 1,7 milhão (0,8%);
  • e amarelos são 850 mil (0,4%).


Nesta quinta-feira (15), o Senado aprovou a PEC da Anistia, como ficou conhecida a Proposta de Emenda à Constituição que deve livrar os partidos de multas por descumprimento de repasses mínimos para candidaturas negras. (O dispositivo também perdoa outras irregularidades em prestações de contas eleitorais.)

▶️ Como era? Até as últimas eleições, os partidos tinham obrigatoriamente de repassar recursos a negros e pardos de forma proporcional – ou seja, de acordo com o número de candidatos com esse perfil. Em 2022, por exemplo, eles somaram mais da metade das candidaturas.

▶️ Como fica agora? A PEC propõe inserir na Constituição a obrigatoriedade de os partidos repassarem 30% dos recursos para financiar campanhas de negros e pardos independentemente da proporção de candidaturas. A regra passa a valer já na eleição de 2024.

▶️ O que isso pode representar? Para entidades que defendem maior participação de negros na política, o percentual definido na PEC pode representar uma diminuição dos repasses feitos a essas candidaturas — atualmente, próximo a 50%.

Como o texto aprovado no Senado já havia passado pela Câmara, a PEC seguirá para promulgação (ato que torna o texto parte da Constituição). Isso porque emendas constitucionais não estão sujeitas a sanção ou veto presidencial.

Pretos e pardos
O percentual de candidatos que se declaram pretos tem subido desde 2016, quando eram 8,6%. Em 2020, o número passou para 10,5%, chegando a 11,3% em 2024.

Já os pardos tiveram um aumento percentual menos expressivo entre 2016 e 2020, passando de 39,1% para 39,5%. Agora, são 41,3%.

Em 2020, o perfil médio dos prefeitos eleitos no 1º turno era homem, branco, casado, com ensino superior completo e 49 anos, e tinham “prefeito” como profissão declarada.

Ele avalia que candidatos a prefeitos podem ter mais investimento dos partidos: “É um cargo muito mais relevante para os partidos. Logo, faz sentido investirem mais em eleger para esses cargos. O partido, ao identificar que uma candidatura é competitiva, por ser uma liderança comunitária com uma base de simpatizantes e seguidores grandes, por exemplo – isso se torna um investimento estratégico”.

Perfil racial por partido
Na disputa pelas prefeituras em 2024, 65,5% dos partidos políticos apresentam mais candidatos brancos do que negros. Há 19 siglas nas quais prevalecem as candidaturas de pessoas brancas.

O PCB (Partido Comunista Brasileiro) tem o maior percentual de candidatos negros na disputa para prefeituras, com 62,5%. No entanto, esse número é relativo, uma vez que a legenda apresenta o menor número total de candidatos a prefeito: oito.

Já o PL (Partido Liberal) tem o menor percentual de candidatos negros, com apenas 26,1% entre seus 1.483 candidatos registrados para disputar as prefeituras.

O MDB (Movimento Democrático Brasileiro), que tem o maior número de candidatos registrados, com 1.923 no total, apresenta somente 34,1% de candidatos negros.

Fonte: G1

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Eleições

Eleições 2024: PT e PL estão no mesmo palanque de candidatos a prefeito em 85 cidades no país

por Redação 16 de agosto de 2024

Adversários nacionalmente, o PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, são aliados em 85 cidades do país para apoiar o mesmo candidato a prefeito.

Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), conforme divulgados na manhã desta sexta-feira (16). No entanto, como os partidos podem pedir substituição de candidatos até 16 de setembro, as informações podem mudar.

Como o PT, PCdoB e PV estão juntos na federação partidária Federação Brasil da Esperança desde 2022, esses partidos, por tabela, também estão na aliança com o PL nessas cidades.

? A federação partidária consiste na união de dois ou mais partidos para atuarem nacionalmente como se fossem um só por pelo menos quatro anos. Nesta modalidade de aliança, as siglas funcionam como um único partido no Congresso, dividindo Fundo Partidário, tempo de televisão e unificando o conteúdo programático.

? Há uma outra modalidade de aliança, chamada de coligação, mas a diferença é que ela vale só para cargos majoritários (como prefeito) e pode ter vigência apenas no período eleitoral e abrangência regional.

O Maranhão é o estado com mais candidaturas apoiadas pelas duas legendas. São 22 cidades com candidatos que têm o endosso do PT e do PL. O estado é base eleitoral do atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que foi ministro no governo Lula.

São Paulo, governado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), ex-ministro do governo Bolsonaro, é o segundo estado, com 12 candidatos com aval de PT e PL.

Das 85 candidaturas em que PT e PL estão juntos no mesmo palanque, 12 têm como partido do candidato a prefeito o PL. Já o oposto acontece em três cidades.

Para o coordenador do mestrado em Gestão e Políticas Públicas da FGV EAESP, Marco Antônio Carvalho Teixeira, as questões de rivalidade entre os partidos pouco interessam em eleições locais.

Segundo Teixeira, o mesmo acontece com os partidos: “O que importa é a viabilidade de ganhar a eleição. Maximizar o investimento feito naquela candidatura para, se eleito, obter retorno.”

O que dizem os partidos
➡️ Uma resolução administrativa da presidência nacional do PL veda a formação de coligações regionais com a Federação Brasil da Esperança, da qual faz parte o PT, e a federação PSOL-Rede, além de “demais agremiações partidárias de espectro político à esquerda”.

Segundo o documento, a participação nessas coligações estaria sujeita a “medidas disciplinares previstas no Código de Ética partidário”.

Procurado pelo g1, o partido confirmou a validade da resolução, mas não respondeu o que fará com as candidaturas em que o PT aparece na aliança com o PL.

Em uma rede social no início de agosto, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que “não existe nenhuma hipótese de coligação com o PT” para as eleições municipais de 2024.

➡️ Já o PT, questionado pela reportagem, afirmou que o único veto, decidido pelo diretório nacional petista, é para candidatos identificados com o bolsonarismo, independentemente de pertencerem ao partido de Bolsonaro.

A única exceção a esta regra, segundo o PT, é para as cidades com mais de 100 mil habitantes, em que o veto não será aplicado.

Fonte: G1

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Eleições

Eleições 2024: Campanha eleitoral começa nesta sexta-feira; saiba o que pode e o que não pode no período

por Redação 16 de agosto de 2024

A campanha eleitoral começa oficialmente nesta sexta-feira (16), quando candidatos a prefeito e vereador nas eleições de outubro podem fazer propaganda eleitoral nas ruas e na internet.

A publicidade no rádio e na TV, no entanto, só começa no dia 30 de agosto.

A propaganda eleitoral nas ruas é feita com o uso de bandeiras, adesivos, santinhos, carreatas e comícios. Com estas ações, os candidatos transmitem suas propostas políticas diretamente aos eleitores.

Estas ações devem ocorrer dentro do que prevê a legislação eleitoral. Se desrespeitarem as normas, candidatos, partidos, coligações e federações estão sujeitos a penalidades como multas, de R$ 5 a 25 mil reais.

Os atos de propaganda eleitoral, em locais abertos ou fechados, não precisam de autorização da polícia para ocorrer.

Mas é preciso comunicar os eventos à Polícia Militar (PM) com pelo menos 24h de antecedência, para evitar coincidências com ações de outros concorrentes no mesmo local.

Nas eleições de outubro, eleitores de mais de 5,5 mil municípios vão escolher os novos prefeitos e vereadores. O g1 explica as regras, o que pode e o que não pode neste período.

❌O que não pode
▶️ propaganda fixada em bens públicos ou de uso comum (postes de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos urbanos).

Nestes locais, não pode ter pichação, inscrição a tinta e exposição de placas, estandartes, faixas, cavaletes e bonecos que sirvam para publicidade eleitoral.

▶️ material de propaganda em árvores e jardins de áreas públicas, muros, cercas e tapumes divisórios.

▶️ a distribuição, por comitê de campanha, de materiais que possam ser entendidos como um benefício ao eleitor: camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas.

▶️showmícios e eventos semelhantes para a promoção de candidatos. Isso não impede, no entanto, que artistas manifestem seu posicionamentos políticos em seus shows ou em suas apresentações.

▶️uso, na propaganda eleitoral, de símbolos, frases ou imagens associadas ou semelhantes às de órgão de governo ou estatal.

✅O que pode
▶️distribuição de folhetos, adesivos, volantes e outros impressos. A edição do material é de responsabilidade do partido político, da federação, da coligação, da candidata ou do candidato.

▶️uso de carro de som ou minitrio elétrico apenas em carreatas, caminhadas e passeatas ou durante reuniões e comícios, e desde que observado um limite para o som.

▶️distribuição de materiais gráficos, caminhada, carreata ou passeata, acompanhadas ou não por carro de som ou minitrio. Isso poderá ocorrer até às 22h do dia que antecede o da eleição;

▶️uso de bandeiras, broches, dísticos, adesivos, camisetas e outros adornos semelhantes pela eleitora e pelo eleitor, como forma de manifestação individual de suas preferências por partido político, federação, coligação, candidata ou candidato.

▶️entrega de camisas a pessoas que exercem a função de cabos eleitorais para utilização durante o trabalho na campanha, desde que não tenham os elementos explícitos de propaganda eleitoral, limitando-se à logomarca do partido, da federação ou da coligação, ou ainda ao nome da candidata ou do candidato;

▶️as sedes do comitê central de campanha podem ter placas com o nome e o número da candidata ou do candidato;

▶️colocação de mesas para distribuição de material de campanha e a utilização de bandeiras ao longo das vias públicas, desde que sejam móveis e que não dificultem o trânsito de pessoas e veículos;

Propaganda na internet
A propaganda na internet também está liberada a partir desta sexta-feira (16). A legislação eleitoral traz regras específicas para a publicidade neste ambiente.

?Na internet, os candidatos podem fazer propaganda:

em site do candidato, com endereço eletrônico comunicado à Justiça Eleitoral e hospedado, direta ou indiretamente, em provedor de serviço de internet estabelecido no país;
em página do partido ou da coligação, com endereço eletrônico comunicado à Justiça Eleitoral e hospedado, direta ou indiretamente, em provedor de serviço de internet estabelecido no país;
por meio de mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato, partido ou coligação;
por meio de blogs, redes sociais, sítios de mensagens instantâneas e aplicações de internet assemelhadas com conteúdo gerado ou editado por candidatos, partidos ou coligações;
o impulsionamento de conteúdo em provedor de aplicação de internet pode ser feito somente para promover ou beneficiar candidatura, partido ou federação que o contrate.
A propaganda negativa é proibida tanto no impulsionamento quanto na priorização paga de conteúdos em aplicações de busca. A norma proíbe o uso, como palavra-chave, de nome, sigla ou apelido de partido, federação, coligação ou candidatura adversária, mesmo que a finalidade seja promover propaganda positiva.
lives realizadas por candidatos são permitidas, mas não podem ser transmitidas ou retransmitidas em site, perfil ou canal de pessoa jurídica e por emissora de rádio e de televisão;
?Na rede de computadores, é proibido:

o uso de qualquer conteúdo fabricado ou manipulado para espalhar desinformação que comprometa o equilíbrio do pleito ou a integridade do processo eleitoral;
a utilização de deepfakes e de conteúdos sintéticos em áudio ou vídeo, mesmo com autorização, para criar, substituir ou alterar imagens ou vozes de pessoas vivas, falecidas ou fictícias;
a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet, no período entre 48 horas antes até 24 horas depois da eleição.

Fonte: G1

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Eleições

Eleições 2024: PT de Lula e PL de Bolsonaro são adversários em 25 capitais e aliados em uma

por Redação 15 de agosto de 2024

A oposição entre o PL de Jair Bolsonaro e o PT de Lula no nível nacional vai se repetir na maioria das disputas pelas prefeituras das capitais na eleição de 2024.

As duas legendas, donas das maiores fatias do Fundo Eleitoral de 2024 (R$ 887 milhões para o PL e R$ 620 milhões para o PT), vão ser adversárias em 25 das 26 capitais. Os dois partidos serão aliados em apenas uma – São Luís.

A 27ª capital, Brasília, não tem eleição em 2024. A previsão é que aconteça em 2026, junto a dos governadores.

Os dados constam das atas das convenções partidárias, eventos que tinham de ser realizados até 5 de agosto, pelos partidos para definir como vão se posicionar nas disputas de cada cidade do país.

Nesses documentos, as legendas informam se vão lançar candidatos, não vão, ou se vão integrar coligações.

Segundo esses documentos:

O PL vai lançar candidaturas próprias em 14 capitais;
Em outras 12, o PL vai apoiar candidatos de outros partidos (MDB, PSD, União Brasil, PRD ou PSB);
O PT, por sua vez, terá candidaturas próprias em 13 capitais;
E, em outras 13, o PT vai apoiar candidaturas de outros partidos (PSOL, PV, PSB, MDB, PSDB, PDT ou PSD).
Em 2020, PL e PT não conseguiram eleger prefeitos em nenhuma das capitais. Naquele ano, o partido – que ainda não tinha o então presidente Bolsonaro como integrante – venceu as disputas em 345 cidades, 16% a mais que em 2016. Já o PT elegeu 183 prefeitos, uma queda de 28%.

(colocar vídeo: ID 12808520)

? Em São Luís, candidato conta com apoio de PL e PT
Em São Luís, PL e PT integram a coligação – ambos estão apoiando Duarte Jr., do PSB, partido do vice-presidente Geraldo Alckmin e que comanda o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte.

O candidato afirma que espera receber apoio explícito de Lula (PT), por meio de vídeos de campanha e da participação do presidente em um comício em setembro, e rejeita o de Bolsonaro.

Na capital do Maranhão, Bolsonaro deve apoiar Yglésio Moyses, PRTB, partido que está aliado ao PL também em Porto Velho e Salvador.

Francimar Melo, presidente estadual do PT no Maranhão, afirmou que as normas do partido não vedam a união com nenhuma legenda, e que a coligação com o PL e mais 10 partidos (PSB, União, Avante, Podemos, PP, PRD e as federações PT-PV-PCdoB e PSDB-Cidadania) foi criada para derrotar um adversário comum.

O PL do Maranhão e o Diretório Nacional do partido foram procurados, mas não se manifestaram até a publicação desta reportagem.

Fonte: G1

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