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Eleições

Eleições

Filha de Fernandinho Beira-Mar, Fernanda Costa é eleita vereadora em Duque de Caxias

por Redação 7 de outubro de 2024

Filha do traficante Fernandinho Beira-Mar, Fernanda Costa foi a décima vereadora mais votada em Duque de Caxias, na Baixada fluminense, e foi eleita. Ela, que é do MDB, teve 7355 votos.

A vereadora responde em liberdade uma condenação na “Operação epístolas” de abril do ano passado, por organização criminosa. Segundo a investigação, Fernanda ajudava a transmitir recados do pai por meio de códigos em cartas. “Os recados eram feitos com linguagem codificada para estabelecer comunicação com os integrantes do grupo criminoso e dificultar ações policiais e dificultar sua identificação”, diz a denúncia do Ministério Público Federal, que serviu como base para condenação.

Fernanda negou todas as acusações, mas segundo a decisão judicial, o MPF conseguiu provas de sua relação com o esquema montado por Fernandinho Beira-Mar, o que levou à condenação de 4 anos e 10 meses de reclusão em regime semiaberto.

Fernandinho Beira-Mar, um dos chefes do Comando Vermelho, está na Penitenciária federal de Catanduvas, no Paraná. Ele foi transferido para lá em março deste ano, após dois presos terem fugido da unidade de segurança máxima do Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. O traficante foi condenado a mais de 300 anos de prisão por tráfico de drogas, homicídios, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Fonte: EXTRA

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Eleições

Eleições 2024: mais de 570 mil urnas já estão sendo distribuídas pelo país para o 1º turno

por Redação 4 de outubro de 2024

A Justiça Eleitoral começou a distribuir, nesta semana, as mais de 570 mil urnas eletrônicas que serão usadas em todo o país neste domingo (6), no primeiro turno das eleições municipais.

Os equipamentos ficam sob escolta até o dia da votação. No primeiro turno, eleitores de 5.568 municípios brasileiros vão às urnas eleger prefeitos e vereadores. É o primeiro turno da votação.

Ao todo, serão 571.024 urnas eletrônicas em funcionamento em todo o país. Em 103 cidades com mais de 200 mil eleitores, os equipamentos ainda poderão ser usados no fim do mês se houver segundo turno.

Veja outros números da eleição deste ano:

Eleitores: 155.912.680
Seções eleitorais: 500.341
Municípios: 5.569
Candidatos a prefeito: 15.574
Candidatos a vereador: 431.997

Novo modelo estreia esse ano
A Justiça Eleitoral vai estrear um novo modelo de urna eletrônica neste ano. A chamada UE 2022 começou a ser fabricada em maio do ano passado e tem processadores mais potentes — 18 vezes mais rápidos que o modelo de 2015, por exemplo.

Foram produzidos mais de 219,9 mil equipamentos novos. As UE 2022 vão substituir os modelos de 2009, 2010 e 2011, que já encerraram o ciclo de vida útil e serão ecologicamente descartados. A maior parte das peças é reciclada e dá origem a novos produtos.

A eleição municipal deste ano, no entanto, também contará com urnas de outros anos — os modelos de 2013, 2015 e 2020. No total, a Justiça Eleitoral conta com pouco mais de 571 mil equipamentos aptos a serem usados.

Fonte: G1

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Eleições

e-Título: acaba amanhã prazo para baixar e usar título de eleitor digital no 1º turno; saiba mais

por Redação 4 de outubro de 2024

Se você está pensando em usar o seu e-Título (título de eleitor digital) para votar no primeiro turno das eleições de 2024, para prefeitos e vereadores, marcado para domingo (6), atenção: o prazo para baixar ou atualizar o e-Título acaba neste sábado (5).

Para votar no segundo turno, nas cidades em que ele acontecer, será preciso ter o app atualizado até 26 de outubro. O documento eletrônico não é emitido no dia da votação.

O e-Título pode substituir o título de eleitor impresso e o documento com foto nas eleições se você já tiver feito o cadastramento biométrico e, portanto, tiver a foto cadastrada no perfil do app.

Se você não tiver foto no e-Título, ou não conseguir baixá-lo a tempo, ainda poderá votar apresentando RG, identidade social, CNH (Carteira Nacional de Habilitação), passaporte, certificado de reservista ou carteira de trabalho ou de categoria profissional reconhecida por lei.

O título de eleitor impresso não tem foto e, por isso, não serve para permitir a votação.

O aplicativo também serve para consultar o local de votação, justificar a ausência nas eleições e emitir outros documentos junto à Justiça Eleitoral.

No final de setembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que mais de 46 milhões de eleitores têm contas cadastradas no e-Título. Veja abaixo mais informações sobre o aplicativo:

Como usar o e-Título
O e-Título está disponível gratuitamente e pode ser baixado em celulares Android (neste link) e iPhones (neste link).

Para começar a usar, é preciso clicar em “Começar no e-Título”, selecionar o quadrado ao lado de “Li e concordo com o Termo de Uso e Política de Privacidade” e, então, clicar em “Continuar”.

O aplicativo também perguntará se você permite o envio de notificações. Se este for o seu caso, clique em “Habilitar” e, depois, selecione a opção no seu celular para permitir notificações.

Em seguida, é preciso informar alguns dados para habilitar o e-Título:

Informe nome, data de nascimento, número do CPF e nome da mãe e do pai;
Clique em “Entrar no e-Título”;
Confirme outros dados que forem apresentados, como local de votação, telefone, profissão – as informações são baseadas no cadastro feito ao emitir o título de eleitor impresso – e clique em “Finalizar”;
Digite sua senha e clique em “Confirmar” – o e-Título pode informar que sua senha está desatualizada e pedir para você criar uma nova.
O e-Título pode pedir para fazer uma verificação por selfie. Se a opção aparecer para você, leia o termo de ciência sobre a identificação e clique em “Sim”. Depois, clique em “Prosseguir” e siga as instruções para tirar a foto.

O aplicativo também pode oferecer a opção para você habilitar o acesso com a digital. Se você desejar essa alternativa, clique em “Ativar”.

Como justificar ausência
Selecione a aba “Mais opções”;
Clique em “Justificativa de ausência”;
Informe a eleição que deseja justificar e insira sua justificativa e seu e-mail;
Clique em “Próximo”;
Anexe documentos que comprovem a necessidade de ausência;
Clique em “Concluir”.
Quem não comparecer ao local de votação precisa justificar a ausência em cada um dos turnos em, no máximo, 60 dias depois. Eleitores que não votaram no primeiro turno poderão votar no segundo.

Como saber o local de votação
Para habilitar o e-Título, já é preciso informar alguns dados, como o local de votação. Mas a aba “Onde votar” permite lembrar o endereço da zona eleitoral, bem como o número da sua seção.

O aplicativo também permite emitir guia para pagamento de eventuais taxas por débitos eleitorais e emitir certidões de quitação eleitoral e de “nada consta” para crimes eleitorais. Esses recursos estão disponíveis na aba “Mais opções”.

Fonte: G1

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Eleições

e-Título: tudo o que você precisa saber sobre o título de eleitor digital

por Redação 2 de outubro de 2024

Termina neste sábado (5) o prazo para baixar ou atualizar o e-Título para usá-lo no primeiro turno das eleições de 2024. Para votar no segundo turno, nas cidades em que ele acontecer, será preciso ter o app atualizado até 26 de outubro. O documento eletrônico não é emitido no dia da votação.

O e-Título pode substituir o título de eleitor impresso e o documento com foto nas eleições se você já tiver feito o cadastramento biométrico e, portanto, tiver a foto cadastrada no perfil do app.

Se você não tiver foto no e-Título, ainda poderá votar apresentando RG, identidade social, CNH (Carteira Nacional de Habilitação), passaporte, certificado de reservista ou carteira de trabalho ou de categoria profissional reconhecida por lei.

O título de eleitor impresso não tem foto e, por isso, não serve para permitir a votação.

O aplicativo também serve para consultar o local de votação, justificar a ausência nas eleições e emitir outros documentos junto à Justiça Eleitoral.

No final de setembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que mais de 46 milhões de eleitores têm contas cadastradas no e-Título. Veja abaixo mais informações sobre o aplicativo:

Como usar o e-Título
O e-Título está disponível gratuitamente e pode ser baixado em celulares Android (neste link) e iPhones (neste link).

Para começar a usar, é preciso clicar em “Começar no e-Título”, selecionar o quadrado ao lado de “Li e concordo com o Termo de Uso e Política de Privacidade” e, então, clicar em “Continuar”.

O aplicativo também perguntará se você permite o envio de notificações. Se este for o seu caso, clique em “Habilitar” e, depois, selecione a opção no seu celular para permitir notificações.

Em seguida, é preciso informar alguns dados para habilitar o e-Título:

Informe nome, data de nascimento, número do CPF e nome da mãe e do pai;
Clique em “Entrar no e-Título”;
Confirme outros dados que forem apresentados, como local de votação, telefone, profissão – as informações são baseadas no cadastro feito ao emitir o título de eleitor impresso – e clique em “Finalizar”;
Digite sua senha e clique em “Confirmar” – o e-Título pode informar que sua senha está desatualizada e pedir para você criar uma nova.

O e-Título pode pedir para fazer uma verificação por selfie. Se a opção aparecer para você, leia o termo de ciência sobre a identificação e clique em “Sim”. Depois, clique em “Prosseguir” e siga as instruções para tirar a foto.

O aplicativo também pode oferecer a opção para você habilitar o acesso com a digital. Se você desejar essa alternativa, clique em “Ativar”.

Fonte: G1

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Eleições

Como os eleitores que se informam pelas redes sociais dizem que vão votar em SP, Rio, BH, Fortaleza e Recife, segundo a Quaest

por Redação 13 de setembro de 2024

As redes sociais são, junto com a TV, o principal meio de informação sobre política dos eleitores de Belo Horizonte, Recife e São Paulo, segundo a última rodada de pesquisas Quaest nessas capitais, divulgada na quarta (11). Em Fortaleza, são a principal e, no Rio de Janeiro, a 2ª maior (atrás da TV).

Veja, abaixo, os desempenhos dos candidatos entre os eleitores que se informam principalmente sobre as redes sociais. Atenção: as margens de erro nesses segmentos são maiores que na pesquisa geral.

São Paulo
Na pesquisa geral, há um empate técnico triplo na primeira posição, segundo a Quaest: Ricardo Nunes (MDB) tem 24%, Pablo Marçal (PRTB), 23%, e Guilherme Boulos (PSOL), 21% (a margem de erro é de 3 pontos) .

Entre os eleitores que se informam mais pelas redes sociais, Marçal (que tem 11% entre os eleitores que se informam pela TV) lidera com 46% das intenções de voto. Boulos tem 18%, e Nunes, 17%, em empate técnico. A margem de erro é de 5 pontos percentuais no segmento.

Já entre os eleitores que se informam principalmente pela TV, Nunes, que tem maior tempo de propaganda eleitoral gratuita (65% do total, ou 6 minutos e 30 segundos), lidera com 34% das intenções de voto. Na pesquisa anterior, feita antes do início da propaganda eleitoral gratuita, ele estava com 24%, empatado tecnicamente com Boulos e Datena no segmento (a margem de erro é de 5 pontos).

Rio de Janeiro
Na pesquisa geral, Eduardo Paes (PSD) lidera com 64% das intenções de voto, seguido de Alexandre Ramagem (PL), com 13%.

Entre os eleitores que se informam pelas redes sociais, a vantagem de Paes sobre Ramagem é de 41 pontos: 59% a 18%.

Entre os eleitores que se informam principalmente pela televisão, a vantagem de Paes sobre Ramagem é de 64 pontos (72% contra 8%) – os dois candidatos têm praticamente o mesmo tempo de propaganda eleitoral gratuita.

Belo Horizonte
Mauro Tramonte (Republicanos) lidera na pesquisa geral da capital mineira com 27%. Na sequência, empatados tecnicamente, estão Fuad Noman (PSD), 20%, e Bruno Engler (PL), 16%.

Entre os que se informam principalmente pelas redes sociais, Engler tem 26% e Tramonte, 25%, em empate técnico. Noman tem 13%, empatado tecnicamente no limite da margem de erro (que é de 6 pontos) com Tramonte (mas não com Engler) e com Duda Salabert, que tem 14% (na pesquisa geral ela tem 11%).

Na TV, Engler, que tem o maior tempo de propaganda eleitoral (2 minutos e 43 segundos), tem 7% das intenções de voto, abaixo de Tramonte, que tem 50 segundos e registrou 34% (uma queda ante os 47% da pesquisa anterior ao início da propaganda eleitoral) e que os 28% de Noman, que tem o 2º maior tempo. A margem de erro é de 5 pontos.

Fortaleza
A pesquisa desta quarta-feira (11) mostrou que Capitão Wagner (União Brasil) caiu para 24% nas intenções de voto, empatando tecnicamente com Evandro Leitão (PT) e com André Fernandes (PL), que cresceram de 14% para 21%, e com José Sarto (PDT), que oscilou negativamente, de 22% para 18%.

Entre os eleitores que se informam pelas redes sociais, Fernandes (PL) oscilou 10 pontos para cima, no limite da margem de erro (que é de 5 pontos), para 30%, ainda em empate técnico mas agora numericamente à frente de Wagner (União Brasil), que oscilou para baixo, de 29% para 24%.

Evandro (PT) oscilou positivamente no segmento, de 13% para 16%, e passou a também empatar tecnicamente com Wagner e também com Sarto, que oscilou para baixo de 22% para 19% no segmento.

Já entre os eleitores que se informam pela TV, Evandro (PT) tem 30%, empatado tecnicamente com Wagner, que tem 25% no segmento (a margem de erro é de 5 pontos). O petista tem metade de todo o tempo de propaganda destinado aos candidatos (5 minutos e 1 segundo) e o candidato do União Brasil tem pouco mais de 1/5 disso (1 minuto e 14 segundos). Sarto (PDT) tem 17% e Fernandes (PL) 12% no segmento.

Recife
Na pesquisa geral, João Campos (PSB) lidera com 76% das intenções de voto. Daniel Coelho (PSD) e Gilson Machado (PL) têm 6%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Entre os eleitores que se informam mais pelas redes sociais, Campos (PSB) segue à frente, com 75%, Machado (PL) tem 10%, e Coelho, 6%, empatados tecnicamente. A margem de erro é de 6 pontos.

Entre os eleitores que se informam pela TV, Campos tem 81% e Coelho, 6%. Machado e Portela não atingiram 5% no segmento. A margem de erro é de 5 pontos.

Metodologias
São Paulo – A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-09089/2024. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre 8 e 10 de setembro. O nível de confiança é de 95%.

Rio de Janeiro – A pesquisa entrevistou presencialmente 1.140 eleitores de 16 anos ou mais no Rio, entre 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral e protocolada com o número: RJ-05862/2024. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou menos.

Belo Horizonte – A pesquisa, contratada pela TV Globo, ouviu 1.002 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 8 a 10 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado junto ao TSE sob o número MG-08280/2024.

Fortaleza – A pesquisa Quaest foi encomendada pela TV Verdes Mares. Para esta pesquisa, o instituto ouviu 900 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. O nível de confiança é de 95%, o que significa que se forem realizadas 100 pesquisas nas mesmas condições, 95 delas trarão o mesmo resultado considerando a margem de erro.

Recife – A pesquisa Quaest ouviu 900 eleitores na capital pernambucana, entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi encomendado pela TV Globo e registrado na Justiça Eleitoral sob o nº PE-06977/2024.

Fonte: G1

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Eleições

TSE começa a lacrar programas que serão utilizados nas urnas eletrônicas; entenda

por Redação 9 de setembro de 2024

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começa na próxima terça-feira (10) a lacrar todos os sistemas do processo eleitoral. É um evento público no qual o TSE assina digitalmente todos os sistemas que serão usados nas eleições. A cerimônia certifica a integridade e a autenticidade dos programas que serão usados nas urnas eletrônicas e nos demais sistemas eleitorais das Eleições Municipais de 2024. Na ocasião, os sistemas serão apresentados às entidades fiscalizadoras na forma de programas-fonte executáveis e, após a conferência, serão assinados digitalmente e lacrados.

O foco do TSE é na confiabilidade do processo, para garantir ao eleitor que, no momento em que o voto é registrado na urna, seja computado de forma totalmente segura.

Nessa fase, são assinados e lacrados os programas relacionados ao Sistema Transportador – que transmite os dados registrados nas urnas eletrônicas ao mecanismo de totalização de votos dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) – e ao conjunto de softwares da urna eletrônica que serão utilizados nas eleições de outubro.

O evento de assinatura e lacração dos sistemas envolve três aspectos: representa a conclusão simbólica do desenvolvimento dos sistemas; a fixação prática destes; e, finalmente, se revela como um referencial a partir do qual a maioria das demais verificações passará a ser comparada.

Os sistemas serão assinados pela presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia. Em seguida, serão lacrados digitalmente e fisicamente e, logo após, serão armazenados na sala-cofre do Tribunal.

Ao fim da Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas, o TSE disponibiliza na internet a relação com os resumos digitais de todos os sistemas lacrados.

Por meio dos resumos digitais publicados, qualquer interessado é capaz de verificar se o sistema que está sendo executado na urna eletrônica, no dia da votação, é igual ao lacrado e armazenado no TSE. Qualquer suspeita de fraude pode ser investigada a partir da cópia do código-fonte armazenada em sala-cofre do TSE.

Fonte: r7

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Eleições

Eleições 2024: propaganda eleitoral no rádio e na TV começa nesta sexta; saiba dias e horários

por Redação 30 de agosto de 2024

A propaganda eleitoral no rádio e na televisão começa nesta sexta-feira (30). Até o dia 3 de outubro, a programação dos veículos terá horários reservados para que candidatos a prefeito e vereador nas eleições apresentem suas propostas de campanha.

O horário eleitoral vai veicular informações de postulantes aos cargos de prefeito e vereador no primeiro turno, que ocorrerá no dia 6 de outubro.

?Nos municípios em que houver o segundo turno para as vagas de prefeito, a propaganda vai acontecer entre os dias 11 e 25 de outubro. Já a votação será no dia 27.

Nesta quinta-feira (29), a ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ressaltou a importância da divulgação das informações para o exercício da democracia.

“Será mais um espaço de exercício democrático de informação, que é livre, ressalvas feitas exclusivamente àquelas que não podem ser dadas. A propaganda eleitoral e o horário eleitoral gratuito são próprios do processo”, seguiu.

Saiba os dias e horários dos programas
O horário eleitoral gratuito — a propaganda em blocos de 10 minutos, de segunda a sábado — vai tratar dos cargos de prefeito.

⏰No rádio, ele será das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10.
⏰Na TV, das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40.
A publicidade dos vereadores será feita por meio de inserções, ou seja, aquele tempo no intervalo da programação dos veículos.

O tempo de 70 minutos diários de divulgação vai ser dividido entre os candidatos às Câmaras Municipais (terão direito a 40% do tempo) e os prefeitos (vão ficar com os outros 60%).

⏰As inserções serão veiculadas entre 5h e meia-noite.
Outros tipos de propaganda
A campanha eleitoral começou no dia 16 de agosto, com a liberação da campanha nas ruas, na internet e nas redes sociais. Desde este dia, candidatos foram liberados a pedir votos e apresentar as propostas de governo.

Fonte: G1

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Eleições

Apenas 17,5% dos candidatos à prefeitura das sete maiores cidades da Grande SP são mulheres

por Redação 20 de agosto de 2024

As mulheres representam apenas 17,5% dos candidatos que irão concorrer à prefeitura das sete maiores cidades da Grande São Paulo — Diadema, Guarulhos, Mauá, Osasco, Santo André, São Bernardo e capital — nas eleições deste ano, segundo dados preenchidos pelas próprias campanhas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Ao todo, esses municípios têm 40 chapas na disputa, sendo 7 lideradas por mulheres. Em geral, o perfil dos candidatos é de homens brancos casados (52,5%).

Duas cidades da região não possuem nenhuma chapa com liderança feminina, Diadema e Guarulhos, que contam somente com homens na disputa pelo Executivo municipal.

Perfil dos candidatos

  • 82,5% deles se identificam como pessoas brancas. Há também cinco candidatos pardos, um negro e um amarelo;
  • Deputado e empresário são as ocupações com mais representantes na disputa, enquanto professor tem somente uma representante;
  • Os idosos representam 30% dos cabeças de chapa na Grande SP;
  • Candidatos com ensino superior completo correspondem a 80% dos registrados nos sete municípios;
  • 75% dos candidatos optaram por não divulgar suas identidades de gênero. Dos que deixaram a informação pública, todos são cisgênero;
  • 72,5% não divulgaram suas orientações sexuais. Dentre os que fizeram, todos são heterossexuais;
  • 65% dos candidatos são casados;
  • Nenhum quilombola está na disputa pelas prefeituras da região.

Fonte: G1

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Eleições

Eleições 2024: candidaturas negras sobem para 52%, mas podem ter financiamento reduzido com aprovação de PEC

por Redação 19 de agosto de 2024

Neste ano, o percentual de candidatos negros (soma de pretos e pardos) registrados nas eleições para prefeitos, vice-prefeitos e vereadores é o maior das últimas três campanhas. Segundo o painel de perfil dos candidatos na plataforma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE):

  • em 2016, 47,75% dos candidatos se declararam negros;
  • em 2020, os autodeclarados negros eram 50,02%;
  • e, em 2024, eles somam 52,73%.

Esta é a segunda disputa municipal em que o percentual de candidaturas negras é superior ao de candidaturas brancas, que vem caindo a cada eleição:

  • em 2016, 51,45% dos candidatos se declararam brancos;
  • em 2020, eles eram 48,04%;
  • e, em 2024, somam 45,65%.

Entre indígenas, o percentual teve um pequeno crescimento:

  • em 2016, eram 0,35%;
  • em 2020, 0,4%;
  • e, em 2024, são 0,55%.


Já as candidaturas dos autodeclarados amarelos voltaram a subir, após discreta queda entre 2016 e 2020:

  • em 2016, eram 0,44%;
  • em 2020, 0,35%;
  • e, em 2024, são 0,39%.


Na atual disputa, mais de 3 mil candidaturas (0,69% do total) não fizeram declaração racial.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o perfil racial da população brasileira, tomada no conjunto, divide-se da seguinte forma:

  • pardos são 92,1 milhões (45,3% do total);
  • brancos são 88,2 milhões (43,5%);
  • pretos saltaram para 20,7 milhões (10,2% da população);
  • indígenas* agora são 1,7 milhão (0,8%);
  • e amarelos são 850 mil (0,4%).


Nesta quinta-feira (15), o Senado aprovou a PEC da Anistia, como ficou conhecida a Proposta de Emenda à Constituição que deve livrar os partidos de multas por descumprimento de repasses mínimos para candidaturas negras. (O dispositivo também perdoa outras irregularidades em prestações de contas eleitorais.)

▶️ Como era? Até as últimas eleições, os partidos tinham obrigatoriamente de repassar recursos a negros e pardos de forma proporcional – ou seja, de acordo com o número de candidatos com esse perfil. Em 2022, por exemplo, eles somaram mais da metade das candidaturas.

▶️ Como fica agora? A PEC propõe inserir na Constituição a obrigatoriedade de os partidos repassarem 30% dos recursos para financiar campanhas de negros e pardos independentemente da proporção de candidaturas. A regra passa a valer já na eleição de 2024.

▶️ O que isso pode representar? Para entidades que defendem maior participação de negros na política, o percentual definido na PEC pode representar uma diminuição dos repasses feitos a essas candidaturas — atualmente, próximo a 50%.

Como o texto aprovado no Senado já havia passado pela Câmara, a PEC seguirá para promulgação (ato que torna o texto parte da Constituição). Isso porque emendas constitucionais não estão sujeitas a sanção ou veto presidencial.

Pretos e pardos
O percentual de candidatos que se declaram pretos tem subido desde 2016, quando eram 8,6%. Em 2020, o número passou para 10,5%, chegando a 11,3% em 2024.

Já os pardos tiveram um aumento percentual menos expressivo entre 2016 e 2020, passando de 39,1% para 39,5%. Agora, são 41,3%.

Em 2020, o perfil médio dos prefeitos eleitos no 1º turno era homem, branco, casado, com ensino superior completo e 49 anos, e tinham “prefeito” como profissão declarada.

Ele avalia que candidatos a prefeitos podem ter mais investimento dos partidos: “É um cargo muito mais relevante para os partidos. Logo, faz sentido investirem mais em eleger para esses cargos. O partido, ao identificar que uma candidatura é competitiva, por ser uma liderança comunitária com uma base de simpatizantes e seguidores grandes, por exemplo – isso se torna um investimento estratégico”.

Perfil racial por partido
Na disputa pelas prefeituras em 2024, 65,5% dos partidos políticos apresentam mais candidatos brancos do que negros. Há 19 siglas nas quais prevalecem as candidaturas de pessoas brancas.

O PCB (Partido Comunista Brasileiro) tem o maior percentual de candidatos negros na disputa para prefeituras, com 62,5%. No entanto, esse número é relativo, uma vez que a legenda apresenta o menor número total de candidatos a prefeito: oito.

Já o PL (Partido Liberal) tem o menor percentual de candidatos negros, com apenas 26,1% entre seus 1.483 candidatos registrados para disputar as prefeituras.

O MDB (Movimento Democrático Brasileiro), que tem o maior número de candidatos registrados, com 1.923 no total, apresenta somente 34,1% de candidatos negros.

Fonte: G1

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Eleições

Eleições 2024: PT e PL estão no mesmo palanque de candidatos a prefeito em 85 cidades no país

por Redação 16 de agosto de 2024

Adversários nacionalmente, o PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, são aliados em 85 cidades do país para apoiar o mesmo candidato a prefeito.

Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), conforme divulgados na manhã desta sexta-feira (16). No entanto, como os partidos podem pedir substituição de candidatos até 16 de setembro, as informações podem mudar.

Como o PT, PCdoB e PV estão juntos na federação partidária Federação Brasil da Esperança desde 2022, esses partidos, por tabela, também estão na aliança com o PL nessas cidades.

? A federação partidária consiste na união de dois ou mais partidos para atuarem nacionalmente como se fossem um só por pelo menos quatro anos. Nesta modalidade de aliança, as siglas funcionam como um único partido no Congresso, dividindo Fundo Partidário, tempo de televisão e unificando o conteúdo programático.

? Há uma outra modalidade de aliança, chamada de coligação, mas a diferença é que ela vale só para cargos majoritários (como prefeito) e pode ter vigência apenas no período eleitoral e abrangência regional.

O Maranhão é o estado com mais candidaturas apoiadas pelas duas legendas. São 22 cidades com candidatos que têm o endosso do PT e do PL. O estado é base eleitoral do atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que foi ministro no governo Lula.

São Paulo, governado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), ex-ministro do governo Bolsonaro, é o segundo estado, com 12 candidatos com aval de PT e PL.

Das 85 candidaturas em que PT e PL estão juntos no mesmo palanque, 12 têm como partido do candidato a prefeito o PL. Já o oposto acontece em três cidades.

Para o coordenador do mestrado em Gestão e Políticas Públicas da FGV EAESP, Marco Antônio Carvalho Teixeira, as questões de rivalidade entre os partidos pouco interessam em eleições locais.

Segundo Teixeira, o mesmo acontece com os partidos: “O que importa é a viabilidade de ganhar a eleição. Maximizar o investimento feito naquela candidatura para, se eleito, obter retorno.”

O que dizem os partidos
➡️ Uma resolução administrativa da presidência nacional do PL veda a formação de coligações regionais com a Federação Brasil da Esperança, da qual faz parte o PT, e a federação PSOL-Rede, além de “demais agremiações partidárias de espectro político à esquerda”.

Segundo o documento, a participação nessas coligações estaria sujeita a “medidas disciplinares previstas no Código de Ética partidário”.

Procurado pelo g1, o partido confirmou a validade da resolução, mas não respondeu o que fará com as candidaturas em que o PT aparece na aliança com o PL.

Em uma rede social no início de agosto, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que “não existe nenhuma hipótese de coligação com o PT” para as eleições municipais de 2024.

➡️ Já o PT, questionado pela reportagem, afirmou que o único veto, decidido pelo diretório nacional petista, é para candidatos identificados com o bolsonarismo, independentemente de pertencerem ao partido de Bolsonaro.

A única exceção a esta regra, segundo o PT, é para as cidades com mais de 100 mil habitantes, em que o veto não será aplicado.

Fonte: G1

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