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Emprego

Emprego

Escalado para trabalhar no Natal ou Réveillon? Entenda seus direitos, folgas e o que diz a lei

por Redação 22 de dezembro de 2025

O Natal, celebrado em 25 de dezembro, e o Dia da Confraternização Universal, em 1º de janeiro, são os últimos feriados nacionais do calendário e costumam gerar dúvidas entre trabalhadores e empregadores. Em 2025, o Natal cai em uma quinta-feira, enquanto o Ano Novo será comemorado uma semana depois, também em dia útil, abrindo possibilidade de folgas prolongadas para quem não trabalha nas vésperas.

De acordo com o governo federal, os dias 24 e 31 de dezembro não são feriados nacionais. Nessas datas, há ponto facultativo após as 13h, o que impacta principalmente o serviço público. Já no setor privado, a liberação ou não do funcionário depende de decisão da empresa ou de acordos coletivos.

O calendário oficial funciona da seguinte forma: 24 de dezembro, véspera de Natal, com ponto facultativo após as 13h; 25 de dezembro, Natal, feriado nacional; 31 de dezembro, véspera de Ano Novo, com ponto facultativo após as 13h; e 1º de janeiro, Confraternização Universal, feriado nacional.

Mesmo com dois feriados oficiais, muitos profissionais acabam sendo escalados para trabalhar. A legislação trabalhista permite o funcionamento de atividades consideradas essenciais, como comércio, indústria, transporte, segurança e comunicação. Nesses casos, o trabalhador tem direitos garantidos.

Especialistas em direito do trabalho explicam que, no ponto facultativo, apenas servidores públicos têm direito automático à dispensa sem prejuízo do salário. Na iniciativa privada, o empregador não é obrigado a conceder folga nem pagar em dobro nesses dias.

Já nos feriados nacionais, como Natal e Ano Novo, o cenário muda. Caso o empregado trabalhe nessas datas, a regra geral prevê pagamento em dobro ou concessão de folga compensatória. A Súmula 146 do Tribunal Superior do Trabalho determina que o trabalho em feriado deve ser remunerado de forma diferenciada, sem prejuízo do descanso semanal.

A definição entre pagamento em dobro ou folga costuma estar prevista em convenção ou acordo coletivo de cada categoria. Na ausência desse tipo de norma, a compensação deve ser negociada entre empregado e empregador, sem imposição unilateral.

Se o trabalhador faltar ao serviço mesmo tendo sido escalado, a ausência pode ser considerada falta injustificada ou ato de insubordinação. No entanto, a demissão por justa causa geralmente exige reincidência e análise do contexto, como histórico do empregado e impacto da falta para a empresa.

As regras valem tanto para empregados fixos quanto temporários, embora contratos temporários possam trazer condições específicas. No caso do trabalho intermitente, o valor pago pelo feriado já deve estar previsto no contrato, incluindo adicionais.

Entender essas regras é fundamental para evitar prejuízos e garantir que os direitos trabalhistas sejam respeitados durante o fim de ano.

Fonte: G1

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Emprego

Segunda parcela do 13º salário: veja o que fazer se o pagamento não cair na conta

por Redação 19 de dezembro de 2025

Termina nesta sexta-feira (19) o prazo para o pagamento da segunda parcela do 13º salário aos trabalhadores com carteira assinada. O benefício, também conhecido como gratificação natalina, é garantido por lei e pode ser pago em até duas parcelas ao longo do ano.

A primeira parcela deveria ter sido depositada até novembro. Já a segunda precisa ser paga até o dia 20 de dezembro. Como o prazo legal cai em um sábado neste ano, o limite foi antecipado para esta sexta-feira. O pagamento integral em parcela única apenas em dezembro é considerado ilegal.

Caso o trabalhador não receba o valor dentro do prazo, a orientação inicial é procurar o setor de recursos humanos ou financeiro da empresa para comunicar o problema e cobrar o depósito. Se não houver solução, é possível registrar denúncia na Secretaria de Inspeção do Trabalho, por meio do sistema gov.br, utilizando CPF e senha para acesso ao formulário de denúncia trabalhista.

Outra alternativa é buscar o sindicato da categoria para formalizar a reclamação ou encaminhar denúncia ao Ministério Público do Trabalho (MPT). Em último caso, o trabalhador pode recorrer à Justiça do Trabalho para cobrar os valores devidos.

O empregador que não cumprir o prazo ou pagar valor inferior ao devido pode ser autuado durante fiscalização do Ministério do Trabalho. A multa prevista é de R$ 170,25 por empregado, dobrada em caso de reincidência. Além disso, convenções coletivas podem prever correção monetária sobre o 13º pago em atraso.

Advogados trabalhistas esclarecem que dificuldades financeiras ou crise econômica não justificam o não pagamento do 13º salário, já que não há previsão legal para essa exceção.

O cálculo do 13º tem como base o salário de dezembro. Para trabalhadores que recebem comissões ou remuneração variável, o valor é calculado pela média anual. Os descontos de Imposto de Renda e INSS incidem apenas na segunda parcela, enquanto o FGTS deve ser recolhido nas duas etapas do pagamento.

Têm direito ao 13º salário trabalhadores regidos pela CLT que atuaram por pelo menos 15 dias no ano e não foram demitidos por justa causa. Também recebem o benefício servidores públicos, aposentados e pensionistas do INSS, trabalhadores rurais, avulsos e empregados domésticos. Estagiários não têm direito ao 13º, conforme a legislação específica da categoria.

Fonte: G1

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Emprego

Desemprego cai para 5,4% em outubro e atinge menor nível da série histórica do IBGE

por Redação 28 de novembro de 2025

A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,4% no trimestre encerrado em outubro, atingindo o menor nível da série histórica da Pnad Contínua, iniciada em 2012. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e vieram melhores que as expectativas do mercado, que projetavam 5,5%.

O índice apresentou queda tanto na comparação trimestral — de 5,6% para 5,4% — quanto frente ao mesmo período do ano anterior, quando estava em 6,2%. Com isso, a população desocupada, estimada em 5,9 milhões de pessoas, atingiu o menor patamar já registrado pela pesquisa.

Segundo Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, o resultado reforça a melhora contínua do mercado de trabalho: “Essa taxa é a menor já registrada para os trimestres móveis encerrados em outubro. Também observamos que a população desocupada segue abaixo dos níveis anteriores.”

A população ocupada manteve estabilidade, somando 102,6 milhões de trabalhadores — um crescimento de 926 mil pessoas na comparação anual. O nível da ocupação ficou em 58,8%, também estável nas duas comparações.

Formalização segue em altas históricas
O setor privado registrou 52,7 milhões de empregados, o maior número da série histórica. Os trabalhadores com carteira assinada chegaram a 39,2 milhões, novo recorde, enquanto os empregados sem carteira se mantiveram estáveis em 13,6 milhões.

No setor público, o contingente foi de 12,9 milhões. Já os trabalhadores por conta própria somaram 25,9 milhões, avanço de 3,1% em um ano.

A taxa de informalidade permaneceu em 37,8%, o equivalente a 38,8 milhões de pessoas.

Desempenho por setores
A comparação trimestral mostrou expansão em construção (+2,6%) e administração pública (+1,3%), enquanto “outros serviços” recuaram 2,8%.

Na comparação anual, destaque para transporte (+3,9%) e serviços ligados ao setor público (+3,8%). Já serviços domésticos registraram queda de 5,7%.

Rendimento mantém força mesmo com juros altos
O rendimento real habitual atingiu R$ 3.528 e manteve estabilidade trimestral, enquanto a massa de rendimentos bateu recorde de R$ 357,3 bilhões. Em um ano, houve aumento de 5%.

Segundo o IBGE, a renda firme permanece sustentando o consumo, mesmo com crédito mais caro: “O rendimento elevado ajuda a manter a demanda aquecida, mesmo em um cenário de aperto financeiro”, afirma Beringuy.

Setores com maior crescimento anual na renda:

Agricultura, pecuária, pesca e aquicultura: +6,2%

Construção: +5,4%

Alojamento e alimentação: +5,7%

Informação, comunicação e atividades financeiras: +5,2%

Administração pública e serviços sociais: +3,5%

Serviços domésticos: +5,0%

Fonte: G1

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Emprego

Mercado Livre anuncia 20 mil contratações no Brasil até o fim do ano

por Redação 30 de outubro de 2025

O Mercado Livre, empresa de comércio eletrônico e serviços financeiros, anunciou nesta quinta-feira (30) que vai contratar 20 mil pessoas no Brasil até o final de 2025. A maior parte das oportunidades será na área de Logística, para reforçar as operações durante o período de maior demanda no comércio, como a Black Friday e o Natal.

Cerca de 25% das vagas serão temporárias, mas a companhia também prevê contratações efetivas. As inscrições já estão abertas, e os interessados devem ter ensino médio completo e disponibilidade para trabalho presencial.

Distribuição das vagas

As oportunidades estão espalhadas por todo o país, com maior concentração nas cidades de Cajamar e Araçariguama (SP), Extrema (MG) e Governador Celso Ramos (SC) — polos logísticos da empresa.

Segundo o Mercado Livre, as contratações visam garantir a eficiência das entregas na alta temporada.

“A atração de profissionais em logística para o fim do ano é uma prioridade que sustenta nossa perspectiva de negócios. Revisamos constantemente nossa estratégia de expansão de forma responsável e de longo prazo”, afirmou Patricia Monteiro de Araujo, diretora de People do Mercado Livre no Brasil.

Crescimento da operação

Com o novo ciclo de contratações, o Mercado Livre deve chegar a 55,5 mil funcionários no Brasil até o fim do ano, um aumento de 50% em relação ao total de 36,5 mil colaboradores registrados no fim de 2024.

Em abril, a empresa havia anunciado a meta de atingir 50,4 mil empregados — agora revisada diante da expansão acelerada do setor de logística.

Os interessados podem se candidatar no site oficial da companhia e conhecer mais sobre a rotina e as oportunidades por meio das redes sociais do Mercado Livre, como LinkedIn, Instagram e Facebook.

Fonte: EXTRA

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Emprego

Plataformas digitais empregam 1,7 milhão de brasileiros em 2024, com renda média acima da dos demais trabalhadores

por Redação 17 de outubro de 2025

No terceiro trimestre de 2024, cerca de 1,7 milhão de brasileiros tiveram aplicativos como principal fonte de renda, trabalhando por meio de plataformas digitais, de acordo com dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (17). O número representa 1,9% do total de trabalhadores do setor privado e indica crescimento em relação a 2022, quando 1,3 milhão de pessoas (1,5%) estavam envolvidas nesse tipo de atividade.

A pesquisa integra a Pnad Contínua, realizada pelo IBGE em parceria com a Unicamp e o Ministério Público do Trabalho, e analisou quatro categorias de plataformas digitais: transporte por aplicativo, aplicativos de entrega, serviços gerais ou profissionais e aplicativos de táxi.

Aplicativos de transporte lideram

Entre os trabalhadores plataformizados, 53,1% (878 mil) utilizam aplicativos de transporte particular, 29,3% (485 mil) trabalham com entrega de produtos ou comida, 17,8% (294 mil) prestam serviços gerais ou profissionais e 13,8% (228 mil) atuam via aplicativos de táxi. Ao somar todos os condutores de passageiros (incluindo táxi), o total chega a 964 mil pessoas (58,3%).

Entre 2022 e 2024, todas as categorias apresentaram crescimento, com destaque para serviços gerais ou profissionais (+52,1%) e transporte particular (+29,2%). Já os aplicativos de entrega tiveram avanço mais modesto (+8,9%).

Perfil e condições de trabalho

A maioria dos trabalhadores por aplicativos são homens (83,9%), com idade entre 25 e 39 anos (47,3%). Quanto à escolaridade, 59,3% têm ensino médio completo ou superior incompleto, 16,6% nível superior completo e 9,3% sem instrução ou com fundamental incompleto. Em relação à cor ou raça, 45,1% se declaram brancos, 41,1% pardos e 12,7% pretos.

O rendimento médio por hora é de R$ 15,40, inferior ao dos trabalhadores não plataformizados (R$ 16,80), mas a jornada semanal é maior, com 44,8 horas, contra 39,3 horas da média do setor privado. Com isso, a renda mensal média é de R$ 2.996, 4,2% acima do dos demais trabalhadores do setor privado.

No entanto, trabalhadores com nível superior completo ganham, em média, 29,8% menos do que colegas não plataformizados, devido à atuação em funções abaixo da sua qualificação. Já os trabalhadores com menor escolaridade recebem mais de 40% acima da média do setor.

Informalidade e previdência

A pesquisa mostra que 71,1% dos trabalhadores por aplicativos estão em situação informal, contra 43,8% dos não plataformizados. Apenas 35,9% contribuem para a previdência, abaixo da média do setor privado (61,9%). A informalidade é mais alta no Nordeste (87,7%) e Norte (84,9%) e menor no Centro-Oeste (61%).

Autonomia e controle

Grande parte dos trabalhadores por plataformas digitais não define preços, clientes ou prazos de forma independente. Entre motoristas de transporte particular, 91,2% têm o valor pago definido pela plataforma; entre entregadores, 81,3%; e entre profissionais de serviços gerais, 37,2%.

Regionalização

O Sudeste concentra 53,7% dos trabalhadores plataformizados, totalizando 888 mil pessoas. Entre 2022 e 2024, o maior crescimento proporcional ocorreu no Centro-Oeste (+58,8%) e Norte (+56%).

Fonte: G1

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Emprego

Itaú oferece até 10 salários adicionais a demitidos no home office, diz sindicato

por Redação 7 de outubro de 2025

O Itaú Unibanco apresentou, em negociação mediada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), uma proposta de indenização aos cerca de mil funcionários desligados em setembro sob alegação de baixa produtividade no home office, segundo informou o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

A proposta, formalizada nesta segunda-feira (6), prevê o pagamento de uma parcela fixa de R$ 9 mil, o 13º da cesta-alimentação e um valor variável: quatro pisos salariais para quem trabalhou até 23 meses no banco; seis pisos salariais mais meio salário por ano de casa, até o limite de dez salários, para quem tem mais de dois anos de vínculo.

A decisão sobre o acordo será tomada em assembleia híbrida nesta quinta-feira (9). Caso aprovada, a adesão deverá ser individual, com prazo de até seis meses.

Segundo a presidente do sindicato, Neiva Ribeiro, a proposta é considerada positiva, mas não elimina a indignação da categoria com a demissão em massa e com a forma como o processo foi conduzido. A reintegração dos funcionários, pleiteada inicialmente, não foi aceita pelo banco.

Em nota, o Itaú negou que tenha ocorrido demissão em massa, afirmando tratar-se de “desligamentos plúrimos” baseados em monitoramento da jornada de trabalho via softwares corporativos.

O episódio abriu debate sobre privacidade, produtividade e direitos trabalhistas no teletrabalho.

Fonte: valor

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Emprego

Fábricas de golpes digitais: veja como escapar de falsas ofertas de emprego

por Redação 3 de julho de 2025

Um relatório da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), divulgado nesta semana, alertou para a expansão das fábricas de golpes cibernéticos que exploram vítimas de tráfico humano.

Essas pessoas são atraídas por falsas ofertas de emprego e acabam sendo coagidas a participar de esquemas criminosos online.

Inicialmente concentradas no Sudeste Asiático, essas operações agora atingem vítimas de, ao menos 66 países, incluindo o Brasil, segundo a organização. A Interpol classifica a situação como uma “crise global”.

As armadilhas costumam ser aplicadas em plataformas populares, como o LinkedIn e o WhatsApp.

Com o aumento desses crimes, proteger-se contra falsas ofertas de trabalho se tornou essencial. Veja a seguir dicas para evitar cair nesse tipo de golpe.

?​ Como se proteger de golpes de falsas vagas de emprego
Desconfie de propostas ‘boas demais’
Segundo o LinkedIn, promessas de bônus antecipados ou benefícios fora do padrão são sinais de alerta. Golpes costumam usar esse tipo de isca para despertar interesse rápido e driblar o senso crítico.

Sempre confirme a vaga no site oficial da empresa
Vale a pena verificar diretamente no site oficial da companhia se a vaga realmente está aberta. A dica é de Marco De Mello, diretor-executivo da empresa de segurança digital PSafe, e foi dada em uma reportagem do Fantástico.

Evite responder a números desconhecidos no WhatsApp
O WhatsApp é um dos meios preferidos por golpistas, justamente por ser amplamente usado. Ao iniciar uma conversa, criminosos tentam coletar o máximo de informações pessoais com perguntas sutis.

Ative a verificação em duas etapas
Trata-se de um mecanismo que exige mais de um fator de verificação de identidade, como a senha e um código enviado por e-mail. Essa camada extra funciona como uma proteção adicional contra acessos não autorizados.

Por isso, seja no WhatsApp, no LinkedIn ou no e-mail, vale a pena ativar a verificação em duas etapas.

Fique atento a erros gramaticais
Segundo o LinkedIn, ofertas de vagas com muitos erros ortográficos ou gramáticas são sinal de que o recrutador pode ser falso.

Desconfie se pedirem pagamento ou compra de equipamento
Golpistas podem pedir dinheiro com justificativas como “taxas de contratação” ou exigir que o candidato compre equipamentos — como computadores, celulares ou tablets. Cuidado: esse tipo de pedido é um forte indício de golpe.

Fonte: G1

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Emprego

Ex-vendedor fatura até R$ 2,5 milhões por ano com poda de árvores, limpeza de prédios e mais

por Redação 24 de junho de 2025

Raul Quintiliano transformou o gosto por escalar montanhas em um negócio de sucesso. O empreendedor de Varginha (MG) fatura até R$ 2,5 milhões por ano oferecendo serviços em altura, como limpeza de fachadas, poda de árvores e manutenção de usinas eólicas e hidrelétricas.

O negócio começou em 2005, com apenas R$ 5 mil investidos em equipamentos de escalada.

A ideia de trabalhar nas alturas surgiu de um amigo que o incentivou a transformar o hobby em profissão. Antes disso, Raul trabalhava como vendedor, mas decidiu apostar no que realmente amava.

Hoje, a empresa realiza em média nove trabalhos por semana, envolvendo sete profissionais em cada operação. O faturamento vem crescendo ano a ano, com clientes no setor público e privado.

A trajetória de Raul também inclui trabalhos no exterior. Ele já atuou na construção de usinas na África e em serviços técnicos complexos no Brasil. Com o crescimento do negócio, ele buscou certificações nacionais e internacionais para garantir segurança e qualidade.

⚠️ Desde 2012, o trabalho em altura é regulamentado no Brasil pela NR-35. Todos os profissionais da equipe de Raul passam por treinamentos específicos.

Além de crescer como empresário, Raul também ajuda outras pessoas a se profissionalizarem. Um exemplo é Washington Espedito, que trabalhava como jardineiro e hoje atua como alpinista industrial.

“Dá frio na barriga, mas vale a pena. Estou crescendo na vida”, afirma.

A empresa de Raul atende síndicos e administradoras de condomínios, como a de Daniel Tavares, que cuida de mais de 50 prédios no sul de Minas. “É impossível realizar esses serviços sem uma empresa especializada, por questão de segurança e legislação”, afirma o cliente.

Raul ainda quer mais. Seu sonho é expandir a empresa para outros países e ensinar novos profissionais.

“O mercado é enorme. Quero viajar o mundo fazendo o que gosto e dando oportunidade pra muita gente.”

Fonte: G1

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Emprego

Amazon avisa funcionários que vai empregar menos gente graças à inteligência artificial

por Redação 18 de junho de 2025

O CEO da Amazon, Andy Jassy, enviou uma mensagem aos funcionários afirmando que a empresa empregará menos pessoas, no futuro, à medida em que aumenta o uso de inteligência artificial.

“Precisaremos de menos pessoas realizando algumas das tarefas que são realizadas hojem, e de mais pessoas realizando outros tipos de trabalho”, disse Jassy na mensagem, de acordo com a agência Associated Press.

“É difícil saber exatamente onde isso se refletirá ao longo do tempo, mas, nos próximos anos, esperamos que isso reduza nossa força de trabalho corporativa total, à medida que obtivermos ganhos de eficiência com o uso extensivo da IA em toda a empresa”, acrescentou.

Segundo o executivo, a Amazon possui mais de 1.000 serviços e aplicativos de IA generativa em andamento ou em desenvolvimento, e esse número representa apenas uma “pequena fração” do que planeja construir.

Por esse motivo, o CEO pediu aos funcionários que comecem a se familiarizar com esse tipo de tecnologia.

“À medida que passamos por essa transformação juntos, sejam curiosos sobre IA, eduquem-se, participem de workshops e treinamentos, usem e experimentem IA sempre que puderem”, escreveu Jassy.

Investimentos em IA
No início deste mês, a Amazon anunciou que planejava investir US$ 10 bilhões na construção de um campus na Carolina do Norte para expandir sua infraestrutura de computação em nuvem e inteligência artificial.

Desde o início de 2024, a empresa prometeu investir cerca de US$ 10 bilhões para cada projeto de data centers no Mississippi, Indiana, Ohio e Carolina do Norte, além de dois complexos na Pensilvânia, buscando ampliar sua infraestrutura para competir com outras gigantes da tecnologia.

Entre outras novidades envolvendo inteligência artificial, a Amazon está testando dublagem auxiliada por IA, para filmes e programas em seu serviço de streaming Prime, e lançou a assistente virtual Alexa com IA generativa.

A empresa também está investindo mais US$ 4 bilhões na startup de inteligência artificial Anthropic.

Fonte: G1

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Emprego

Nissan vai demitir mais de 10 mil funcionários, diz imprensa japonesa

por Redação 12 de maio de 2025

A Nissan Motor vai demitir mais de 10 mil pessoas em todo o mundo, elevando o número de cortes em massa para cerca de 20 mil ou 15% de sua força de trabalho, informou a emissora pública japonesa NHK nesta segunda-feira (12).

A Nissan não comentou o assunto ao ser procurada pela Reuters.

A empresa deve anunciar na terça-feira (13) resultados do ano comercial que terminou em março. No mês passado, a empresa alertou que provavelmente registraria um prejuízo líquido recorde de 700 bilhões a 750 bilhões de ienes (US$ 4,74 bilhões a US$ 5,08 bilhões), devido a encargos.

O presidente-executivo da Nissan, Ivan Espinosa, que assumiu no lugar de Makoto Uchida como no mês passado, está reestruturando as operações da Nissan e disse anteriormente que a empresa estava considerando medidas adicionais.

A Nissan, que tinha mais de 133 mil funcionários em março do ano passado, anunciou planos em novembro passado para cortar 9 mil empregos e reduzir a capacidade global em 20%.

A empresa também disse que fecharia uma fábrica na Tailândia até junho e fecharia mais duas fábricas que não foram identificadas.

Na sexta-feira (9), a empresa disse que havia decidido desistir de um plano para construir uma fábrica de US$ 1,1 bilhão, para a qual receberia subsídios do governo, para baterias de veículos elétricos na ilha de Kyushu, no sudoeste do Japão.

Fonte: G1 

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