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@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Brasil

Segurança

Foragido, Oruam aparece de tornozeleira em clipe e fala em “guerra do pai”

por Redação 25 de fevereiro de 2026

O rapper Oruam lançou um novo videoclipe nas plataformas digitais e utilizou a música para comentar a própria situação judicial. Foragido há cerca de 20 dias, ele apresentou a faixa Freestyle De Um Foragido, na qual aborda o período que afirma estar enfrentando.

No vídeo, o artista aparece usando tornozeleira eletrônica e canta sobre a rotina de quem está foragido. Em trechos da letra, declara que no morro o “bandido não é o vilão”, se define como “gângster” e “sujeito homem” e relembra sua trajetória na música.

Os desabafos seguem ao longo da faixa. “Acho que o culpado sou eu. Esperar algo em troca de alguém que só quer me matar”, diz em um dos versos. Em outro momento, menciona supostas represálias que afirma estar sofrendo no Rio de Janeiro: “Acho que eu estou lutando a guerra do meu pai. Acho que estou pagando um pecado que nem é meu”.

Oruam é acusado de tentativa de homicídio após arremessar pedras contra policiais durante uma operação em sua mansão, no Rio de Janeiro. Ele também responde por resistência, desacato, ameaça e dano qualificado.

O artista é considerado foragido da Justiça após a revogação de um habeas corpus e o restabelecimento da prisão preventiva. A audiência para julgamento do caso no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) está marcada para o dia 30 de março, às 11h.

Fonte: METRÓPOLES

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Brasil

Desembargador que absolveu réu por estupro de vulnerável vira alvo de investigação no CNJ por denúncia de abuso

por Redação 25 de fevereiro de 2026

O desembargador Magid Nauef Láuar, relator do processo que resultou na absolvição de um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12, é investigado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por denúncia de abuso sexual. A informação foi confirmada ao J10, da GloboNews, pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, nesta segunda-feira (24).

De acordo com Campbell, ao menos duas pessoas que afirmam ter sido vítimas do magistrado serão ouvidas pelo CNJ. As denúncias surgiram após a decisão da 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que, por maioria, absolveu o acusado de manter relações sexuais com a adolescente.

O corregedor classificou a sentença como um “retrocesso civilizatório”, por contrariar entendimento consolidado há cerca de 20 anos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a proteção integral de menores de 14 anos. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) também tem jurisprudência firmada no sentido de que o consentimento da vítima ou eventual relacionamento amoroso não afastam o crime de estupro de vulnerável.

Além do CNJ, a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais ingressou no caso. A deputada estadual Bella Gonçalves (PSOL) apresentou representação ao TJMG pedindo o afastamento do relator. No documento, ela afirma ter recebido em seu gabinete um “fato novo e de extrema gravidade” e cita dispositivo legal que prevê a suspeição de magistrado que responda a processo por fato análogo ao que está em julgamento.

Láuar não responde a processo judicial, mas passou a ser alvo de investigação administrativa no CNJ. Em nota, o TJMG confirmou ter recebido denúncia de abuso sexual contra o desembargador e informou que foi notificado na segunda-feira (23), quando instaurou procedimento administrativo para apuração. O magistrado ainda não se manifestou.

O caso que motivou a controvérsia teve início em abril de 2024, quando o Ministério Público de Minas Gerais denunciou o suspeito por estupro de vulnerável, apontando prática de conjunção carnal e atos libidinosos contra a adolescente. A mãe da menina também foi denunciada por omissão.

Segundo as investigações, a jovem morava com o homem, com autorização da mãe, e havia deixado de frequentar a escola. O acusado foi preso em flagrante em 8 de abril de 2024 e admitiu, na delegacia, que mantinha relações sexuais com a vítima. A mãe declarou que permitiu que ele “namorasse” a filha.

Em novembro de 2025, ambos foram condenados pela 1ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Araguari. Após recurso, a 9ª Câmara Criminal do TJMG, por maioria, decidiu pela absolvição.

No voto vencedor, Magid Nauef Láuar entendeu que havia “relação análoga ao matrimônio”, com conhecimento da família, e que não se configuraram violência, coação ou constrangimento, mas vínculo afetivo consensual. O desembargador Walner Barbosa Milward de Azevedo acompanhou o relator. A desembargadora Kárin Emmerich votou pela manutenção da condenação.

O Código Penal estabelece que manter conjunção carnal ou praticar ato libidinoso com menor de 14 anos configura estupro de vulnerável. O STJ já consolidou entendimento de que consentimento, experiência sexual anterior ou relacionamento amoroso não afastam o crime.

Fonte: G1

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Segurança

Condenada por matar dois namorados é presa após dar à luz em hospital de MT

por Redação 25 de fevereiro de 2026

Uma mulher de 34 anos foi presa nesta terça-feira (24), logo após dar à luz no Pronto-Socorro de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Silvana Ferreira da Silva havia sido condenada por matar dois namorados entre 2019 e 2024 e era considerada foragida.

As vítimas foram identificadas como Dirceu de Lima Raimundo, de 58 anos, e Crizuandhel Fialho Egueis Arruda, de 43. Somadas, as penas pelos dois homicídios chegam a 41 anos de prisão, em regime inicialmente fechado. A defesa da condenada não foi localizada.

Segundo a Polícia Civil, em agosto de 2019, Silvana conheceu Crizuandhel e iniciou um relacionamento descrito como conturbado. À época, ela também mantinha relação com Dirceu.

Em novembro daquele ano, três meses após conhecer Crizuandhel, Dirceu desapareceu no bairro Jardim Marajoara II, em Várzea Grande. Dias depois, o corpo foi encontrado enterrado em cova rasa no quintal da própria casa, em avançado estado de decomposição. Manchas de sangue foram identificadas em vários pontos da residência. A polícia concluiu que o crime ocorreu no interior do imóvel e que o corpo foi enterrado nos fundos, junto a uma rede de dormir.

Após o desaparecimento, conforme a investigação, Silvana passou a utilizar a motocicleta de Dirceu e dizia a conhecidos que ele havia viajado a trabalho. Ela foi apontada como autora do homicídio e presa.

Mesmo detida, iniciou relacionamento com Crizuandhel, que se casou com ela para poder visitá-la na prisão.

Em fevereiro de 2023, já casado com a suspeita, Crizuandhel tentou entrar na unidade prisional com um rolo de barbante que continha drogas, a pedido da esposa. Ele foi preso por tráfico e passou a usar tornozeleira eletrônica.

Em dezembro de 2023, Silvana fugiu do presídio.

Em 21 de fevereiro de 2024, dois meses após a fuga, Crizuandhel foi morto no bairro Despraiado, em Cuiabá. Ele foi encontrado na guarita de um condomínio com diversas perfurações de arma branca. Imagens de câmeras de segurança mostram dois homens e a esposa perseguindo a vítima até o local. Um dos suspeitos desferiu as facadas, enquanto a mulher o agrediu com pedradas e chutes. Em seguida, ela fugiu com a motocicleta da vítima.

Em 2026, Silvana foi indiciada, denunciada e condenada também pelo segundo homicídio, mas permanecia foragida.

Nesta terça-feira (24), a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) localizou a condenada no Pronto-Socorro de Várzea Grande, logo após o parto. A prisão foi cumprida assim que ela recebeu alta médica. O recém-nascido ficou sob os cuidados de um familiar.

Fonte: G1

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Brasil

Primo denuncia tentativa de abuso por desembargador investigado após absolvição polêmica em MG

por Redação 25 de fevereiro de 2026

O desembargador Magid Nauéf Láuar, cujo voto pela inocência de um réu por estupro de vulnerável prevaleceu no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), passou a ser investigado pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) após denúncias de abuso. Nesta terça-feira, duas pessoas foram ouvidas por representantes do órgão no interior do estado.

Um dos relatos é do servidor público Saulo Láuar, de 42 anos, primo em segundo grau do magistrado. Ele afirma que sofreu tentativa de abuso sexual na adolescência, quando tinha 14 anos e trabalhava com o parente. Em entrevista, declarou que decidiu tornar o caso público após a repercussão da decisão judicial conduzida por Magid Láuar.

— Estava levando a minha vida com esse trauma da maneira que dava. Mas me vi na obrigação de não deixar isso passar e resolvi denunciar — afirmou Saulo. — Nunca tinha falado sobre o que passei. Minha mãe só soube depois de anos, e mais ninguém. Era um segredo meu.

Em publicação nas redes sociais, que ganhou ampla repercussão, Saulo relatou que o abuso não se consumou porque conseguiu fugir.

— O que ele fez comigo causou muita tristeza. Uma tristeza latente. Ela fica ali. Se mistura com outras dores, alimenta outras dores. E também uma vontade de estar sempre fugindo, necessidade de se esconder o tempo todo — escreveu.

Na mesma postagem, uma mulher afirmou ter sido “vítima dessa mesma pessoa”. Ela também foi ouvida pela Corregedoria do CNJ. O TJMG informou que recebeu “uma representação noticiando os fatos em questão” e instaurou procedimento administrativo para apurar eventual falta funcional.

A mulher relatou que, à época, ela e a irmã trabalhavam para a família do desembargador. Disse que era jovem, confiava no ambiente e manteve silêncio por anos. “A gente tenta seguir a vida, fingir que esqueceu, mas não esquece. Fica guardado na memória, no corpo e na alma. Seu desabafo trouxe à tona lembranças difíceis, mas também me fez perceber que o silêncio só protege quem errou. Hoje me recuso a continuar calada”, escreveu.

Saulo classificou a publicação como um “desabafo” motivado pela comoção gerada pelo caso da menina de 12 anos julgado pelo magistrado. Ele trabalhava como office boy do primo e disse que o admirava na época.

— O meu relato ganhou uma proporção que é resultado de um desconforto social causado pela absolvição no caso que ele julgou — declarou.

A reportagem procurou Magid Láuar, por meio do TJMG, para comentar as denúncias e a investigação do CNJ. O tribunal informou que entrou em contato com o magistrado e aguarda retorno sobre eventual manifestação. Até o momento, não houve resposta.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Câmara aprova PL Antifacção, mas exclui taxação de bets e trava debate sobre financiamento da segurança

por Redação 25 de fevereiro de 2026

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (24) o projeto que endurece a legislação contra organizações criminosas, conhecido como “PL Antifacção”. O texto segue agora para sanção presidencial.

A proposta já havia sido aprovada anteriormente pelos deputados, mas retornou à Casa após alterações feitas pelo Senado. O relator, deputado Guilherme Derrite (PL-SP), retomou a versão original da Câmara, mantendo apenas parte das mudanças promovidas pelos senadores.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu manter Derrite na relatoria, mesmo diante de críticas da bancada governista. Derrite foi secretário de Segurança Pública de São Paulo na gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL).

Os trechos mais controversos foram restabelecidos no parecer. Segundo Motta, as alterações foram negociadas com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, apesar da resistência da base do governo.

Entre os pontos retomados estão a retirada de verba da Polícia Federal e o repasse de parte da arrecadação a estados e municípios. O governo federal criticou a medida, argumentando que ela compromete a autonomia da PF.

O projeto tramitou em regime de urgência constitucional, determinado pelo governo, o que trancou a pauta da Câmara nesta semana e impediu a votação de outras propostas até a análise do texto.

No parecer inicial, Derrite chegou a incorporar uma mudança do Senado que criava uma contribuição sobre apostas esportivas, a chamada Cide-Bets. No entanto, em plenário, acolheu uma emenda que retirou o dispositivo do projeto.

De acordo com o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da matéria no Senado, a tributação das apostas poderia gerar uma arrecadação estimada em R$ 30 bilhões por ano. Os recursos seriam destinados ao financiamento de ações de segurança pública e ao sistema prisional.

Apesar da estimativa, o centrão pressionou pela exclusão da taxação das casas de apostas e solicitou votação em separado desse trecho, o que provocou reação da base governista. “Estamos caminhando para um erro histórico. Durante a tarde se falou em um acordo. [Mas] o destaque para retirar a tributação das bets está aí”, afirmou o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ).

Fonte: G1

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STF

STF julga ‘penduricalhos’ enquanto projetos contra supersalários seguem travados no Congresso

por Redação 25 de fevereiro de 2026

O Supremo Tribunal Federal (STF) analisa nesta quarta-feira (25) a decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu o pagamento de “penduricalhos” a servidores públicos dos três Poderes. O julgamento pode avançar na regulamentação de um tema que se arrasta há anos no Congresso Nacional sem solução definitiva.

Pelo teto constitucional, nenhum servidor pode receber remuneração superior à de um ministro do STF, atualmente fixada em R$ 46.366. Na prática, porém, foram criadas verbas classificadas como indenizatórias — os chamados “penduricalhos” — que não se submetem ao limite remuneratório. É essa brecha que permite os chamados supersalários, com vencimentos acima do teto.

O tema já foi alvo de diversos projetos no Congresso, mas nenhum avançou até a sanção. O próprio governo incluiu a limitação dos supersalários entre as prioridades apresentadas ao Legislativo no início do Ano Legislativo de 2025.

Em 2024, Câmara e Senado aprovaram e promulgaram uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com o objetivo de restringir os supersalários. A emenda previa que verbas indenizatórias fossem incluídas no cálculo do teto. Após protestos de servidores, no entanto, os parlamentares ajustaram o texto para permitir a continuidade dos pagamentos até que uma lei específica seja sancionada com as exceções.

O texto mais avançado sobre o tema foi apresentado em 2016 pela Comissão Especial do Extra Teto, no Senado. A proposta foi aprovada pelos senadores no mesmo ano e pela Câmara em julho de 2021, retornando ao Senado para nova análise. Desde 2023, está parada na Comissão de Constituição e Justiça, sob relatoria do senador Eduardo Gomes (PL-TO).

Além desse projeto, ao menos três propostas de lei — duas de 2025 e uma de 2024 — aguardam análise na Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara. Uma nova PEC, apresentada em agosto de 2025, ainda não foi encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça, etapa inicial de tramitação.

A reforma administrativa apresentada em 2025 pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) também enfrenta resistência e não deve avançar neste ano, considerado eleitoral. O texto não extingue os “penduricalhos”, mas estabelece que só poderão ser concedidos se tiverem natureza reparatória, para compensar despesas, e caráter episódico, sem se tornarem permanentes. A proposta ainda limita os gastos ao total do ano anterior acrescido da inflação.

Os “penduricalhos” estão distribuídos em diferentes rubricas. Entre as verbas indenizatórias estão auxílio-alimentação, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, auxílio saúde, auxílio natalidade, auxílio moradia e ajuda de custo. Em setembro de 2025, essa categoria rendeu a um magistrado do Tribunal de Justiça de São Paulo R$ 5.750 mil.

Há ainda as vantagens eventuais, como serviço extraordinário, substituição e pagamentos retroativos. O mesmo magistrado recebeu R$ 81 mil nessa rubrica. Já as vantagens pessoais — que incluem adicional por tempo de serviço, quintos, décimos, vantagens decorrentes de sentença judicial ou extensão administrativa e abono de permanência — somaram R$ 25.115.

Com remuneração base de R$ 41.845, o vencimento líquido do magistrado em setembro atingiu R$ 153.711. O desconto referente ao abate-teto foi de R$ 13.435, o que indica que a maior parte das verbas foi paga fora do limite constitucional, resultando em salário líquido de R$ 121.852 no mês.

Fonte: G1

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BBB

BBB 26 terá participante obrigado a viver na área externa após nova dinâmica

por Redação 25 de fevereiro de 2026

Tadeu Schmidt anunciou, nesta terça-feira (24), uma dinâmica especial que promete impactar diretamente o jogo no BBB 26. Segundo o apresentador, na próxima sexta-feira (27), uma pessoa será obrigada a viver na parte externa da casa como consequência da atividade.

A novidade está ligada à informação privilegiada recebida por Alberto Cowboy durante o Ganha-Ganha desta semana.

“Eles não podem saber mais detalhes ainda, mas eu já adianto para vocês. Na sexta, vai ter uma dinâmica e, como consequência, uma pessoa vai ser obrigada a viver na parte externa da casa. No domingo, essa mesma pessoa vai emparedar alguém”, afirmou Tadeu.

Antes do anúncio, durante a dinâmica do Ganha-Ganha, Alberto precisou escolher entre duas opções: receber uma informação privilegiada junto com R$ 10 mil ou dobrar o valor e ficar com R$ 20 mil. O participante optou pela primeira alternativa e teve acesso à informação exclusiva.

O mineiro foi avisado de que, nesta semana, deverá trabalhar suas alianças, já que, na sexta-feira, quem ficar por último sofrerá consequências — justamente a dinâmica que poderá levar um dos confinados a viver fora da casa e ainda ganhar o poder de indicar alguém ao Paredão no domingo.

Fonte: GSHOW

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BBB

BBB 26: Alberto Cowboy troca R$ 20 mil por informação privilegiada e decisão agita o jogo

por Redação 25 de fevereiro de 2026

Alberto Cowboy voltou a abrir mão de dinheiro em troca de vantagem estratégica no BBB 26. Na noite desta terça-feira (24), o empresário optou por receber uma informação privilegiada e R$ 10 mil, recusando a possibilidade de dobrar o valor para R$ 20 mil durante a dinâmica do Ganha-Ganha.

Mais cedo, Alberto, Babu Santana e Marciele foram sorteados para participar da dinâmica. Ao escolherem os cartões, Alberto e Babu leram que haviam conquistado R$ 10 mil e uma informação privilegiada. Marciele, por sua vez, recebeu o poder de vetar um dos dois e decidiu retirar o ator da disputa, deixando o empresário como beneficiado.

Restou a Alberto a decisão final: manter os R$ 10 mil com a informação estratégica ou dobrar o valor em dinheiro e sair com R$ 20 mil. Pela segunda vez no programa, ele priorizou o jogo e ficou com a informação privilegiada.

O conteúdo revelado indica que, nesta semana, o brother deverá trabalhar suas alianças, já que na sexta-feira quem ficar por último sofrerá consequências.

Na sequência, Tadeu Schmidt explicou ao público a dinâmica relacionada à informação privilegiada, detalhando como a vantagem poderá impactar os rumos da semana no reality.

Fonte: GSHOW

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BBB

BBB 26: Maxiane deixa o reality com 63,21% e paredão escancara rejeição

por Redação 25 de fevereiro de 2026

Maxiane é a sexta eliminada do BBB 26. A participante deixou o reality com 63,21% da média dos votos para sair, no sexto Paredão da temporada. Ela disputava a permanência com Chaiany e Milena, que receberam 0,68% e 36,11% da média, respectivamente.

Os percentuais detalhados mostram a diferença expressiva na votação. Maxiane registrou 66,20% no Voto Único e 56,20% no Voto Torcida. Milena teve 32,98% no Voto Único e 43,43% no Voto Torcida. Já Chaiany apareceu com 0,82% no Voto Único e 0,37% no Voto Torcida, consolidando-se como coadjuvante na disputa.

Maxiane entrou no programa após ser escolhida pelo público na Casa de Vidro, com 60,15% dos votos. Pernambucana de Nazaré da Mata, tem 32 anos e foi criada em uma casa simples, onde viviam os avós, os pais e o irmão. Só teve um quarto próprio aos 20 anos. Filha de pais sem escolaridade completa e neta de uma cortadora de cana, cresceu em meio a limitações materiais, mas com presença afetiva.

A formação do sexto Paredão começou na sexta-feira (20), durante a prévia do Duelo de Risco, quando os participantes apontaram quem consideravam o Paredão perfeito.

No sábado (21), Chaiany atendeu ao Big Fone e precisou escolher, entre três nomes indicados na sexta, quem enfrentaria o Duelo com ela. Jordana foi a escolhida. Cada uma pegou uma caixa: Jordana garantiu imunidade e Chaiany foi direto para o Paredão.

No domingo (22), Chaiany exerceu o direito ao contragolpe e indicou Maxiane. O Líder Jonas Sulzbach colocou Milena na berlinda e justificou: “Porque ela já deixou declarado também que eu sou prioridade para ela”.

No Confessionário, Alberto Cowboy foi o mais votado da casa. Por ter adquirido um privilégio na Máquina do Poder, ele vetou Chaiany da Prova Bate e Volta. O veterano disputou a dinâmica com Maxiane, venceu a prova e escapou do Paredão, deixando o embate final entre as três sisters.

Fonte: GSHOW

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Brasil

Amores secretos e herança de R$ 2 bilhões: disputa expõe guerra judicial nas Casas Pernambucanas

por Redação 24 de fevereiro de 2026

Duas mulheres protagonizam uma disputa judicial bilionária envolvendo Anita Harley, herdeira das Casas Pernambucanas, um dos maiores impérios do varejo brasileiro. Com fortuna estimada em R$ 2 bilhões, a empresária está em coma há quase dez anos, desde que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC), em novembro de 2016.

A batalha judicial, que envolve tanto o controle do grupo quanto a vida pessoal de Anita, é tema da série documental “O Testamento – O Segredo de Anita Harley”, lançada nesta segunda-feira (23) no Globoplay.

Atualmente internada em um leito de UTI, Anita vive o que a diretora do documentário, Camila Appel, descreve como um “grande pesadelo”. “A Anita se encontra num estado que é um grande pesadelo para todos nós, que é um estado em que você é considerado vivo. Clinicamente vivo, né. Mas não pode responder nem tomar decisões”, afirmou.

No centro da disputa estão Sônia Soares, conhecida como Suzuki, e Cristine Rodrigues. Um ano após a internação de Anita, Sônia ingressou na Justiça alegando que manteve união estável com a empresária por 36 anos. A decisão judicial reconheceu a relação.

“Eu estou aqui porque eu preciso da minha história e não da história que contam”, declarou Sônia no documentário. As duas viveram juntas em uma mansão de 96 cômodos e 37 banheiros, na Aclimação, em São Paulo — imóvel avaliado em R$ 50 milhões e doado por Anita a Sônia.

No filme, ao ser questionada sobre o tempo de convivência, Sônia respondeu: “36 anos. Até o AVC.” Ao ser perguntada se amava Anita, foi direta: “Muito.”

Cristine Rodrigues, que trabalhou com Anita, contesta a versão e também reivindica na Justiça o reconhecimento como companheira da empresária. “Ela é minha companheira de vida”, afirmou. Sobre a alegação de Sônia, rebateu: “Olha. Não preciso nem enxergar. Ninguém pode estar em dois lugares. Será que não dá pra entender? Não vale a pena.”

Outro ponto central da disputa envolve Artur Miceli, filho biológico de Sônia. A Justiça reconheceu Artur como filho socioafetivo de Anita Harley, garantindo-lhe a condição de herdeiro.

Artur afirma que a disputa o obrigou a comprovar seus laços familiares. “Eu acho que a única forma que eu tenho de tirar essa narrativa da mão dos outros é que eu possa contar a minha história. É muito ruim você ter que provar que você existe. E que eu tive uma família, e que eu fui amado, e que eu tive estrutura e tal, é muito chato. Porque parece que eu só vim, que eu sou um produto criado pra ir atrás de uma herança.”

Cristine contesta essa versão e sustenta que Anita era generosa com funcionários e pessoas próximas, mas nunca reconheceu Artur como filho. “Anita tratava ele bem, como você trata uma criança que mora na sua casa. O fato de você tratar bem uma criança, de você pagar os estudos dessa criança… é normal. Não é só dele que ela pagava. Faculdade, colégio. Pagava convênio de muita gente. Já deu casas pra funcionários, carros. Ela era uma pessoa muito, muito generosa. O fato de tratar bem, gostar do menino, não quer dizer que seja filho. Ela nunca se referiu a ele como filho. Se ele disser isso, ele está mentindo.”

A série é resultado de cinco anos de investigação jornalística e optou por uma linguagem estética próxima à ficção, com reconstrução de cenários em estúdio. “A gente optou pela ideia de reconstruir os cenários todos num estúdio e escancara isso. A gente não finge que aquele cenário é a casa. A gente mostra o estúdio. Tinha essa intenção de transformar aquela narrativa numa narrativa com mais cara de ficção mesmo”, explicou Monica Almeida, diretora de gênero da Globo.

Para Camila Appel, o documentário também provoca reflexão sobre vulnerabilidade. “É uma série que fala sobre o que pode acontecer com aqueles que não podem falar por si mesmos. Isso gera uma identificação de todo mundo, de pensar: puxa, e se acontecesse comigo?”

A diretora afirma que, ao longo da investigação, abriu mão da busca por uma única verdade. “Eu até estava em busca de uma verdade. Mas no meio do caminho eu percebi que eu não ia conseguir alcançá-la. (…) Talvez todo mundo ali enxergue a sua verdade.”

O desfecho da série promete uma revelação que pode alterar novamente os rumos do caso. Enquanto isso, o futuro das Casas Pernambucanas permanece indefinido em meio a uma disputa descrita pelos envolvidos como uma batalha por dinheiro, poder e influência.

Fonte: FANTÁSTICO

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