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Categoria:

Brasil

Brasil

Dono de moto roubada há 8 anos e achada intacta quer voltar a usar o veículo: ‘É um milagre’

por Redação 29 de julho de 2025

Valter Diniz de Oliveira, de 55 anos, viveu uma surpresa que chamou de “milagre”. O motivo: ele reencontrou a moto que havia sido roubada à mão armada há oito anos. O veículo foi achado em perfeito estado em uma área de mata fechada na zona rural São Sebastião do Oeste, a cerca de 40 km do local do crime.

Era dezembro de 2016 quando ele seguia para o trabalho por uma estrada na comunidade rural de Amadeu Lacerda, em Divinópolis, e foi abordado por dois homens de moto.

Sem seguro, a moto era o principal instrumento de trabalho dele.

“Paguei R$ 8 mil nela. E depois de tudo, ainda tive que me virar sem transporte. Mas Deus é tão bom comigo que, três meses depois do roubo, ganhei outra moto num sorteio de uma distribuidora de eletrônicos da qual sou cliente”, contou.

Reencontro inesperado
O reencontro aconteceu depois que um trabalhador rural, de 52 anos, encontrou a moto abandonada em uma área de mata em São Sebastião do Oeste e acionou a Polícia Militar (PM). Os militares conseguiram acessar o local, de difícil acesso, e confirmaram que se tratava da mesma motocicleta roubada em 2016.

A maior surpresa dos militares foi o estado de conservação do veículo. Mesmo após tanto tempo desaparecida, a moto estava praticamente intacta. A partir da identificação da moto, a PM localizou o dono.

A moto foi levada para um pátio credenciado da Polícia Civil e deverá ser devolvida para o dono após os trâmites legais.

Ele já faz planos: quer levar o veículo ao mecânico para uma revisão, atualizar a documentação de 2025 e voltar a usá-lo. Segundo Valter, o modelo pode valer cerca de R$ 13 mil atualmente.

Fonte: G1

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Voa Brasil

Em um ano, Voa Brasil tem baixa adesão e vende 1,5% dos três milhões de passagens ofertadas

por Redação 29 de julho de 2025

O programa Voa Brasil vendeu apenas 1,5% do total de passagens ofertadas em seu primeiro ano de vigência. Cerca de 45 mil reservas de passagens de um total de três milhões de bilhetes disponíveis foram compradas pelo Voa Brasil de julho de 2024 até julho deste ano.

O objetivo do programa é estimular a inclusão no mercado doméstico de pessoas que não costumam viajar de avião com passagens de até R$ 200. A ideia é utilizar assentos ociosos em voos com baixa ocupação para vender a preços mais baratos.

Estão elegíveis aposentados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e que não tenham viajado de avião nos últimos 12 meses. Não há restrição de renda.

Segundo o ministério, os três destinos mais procurados pelos aposentados foram:

São Paulo (SP) – 12.771 emissões;
Rio de Janeiro (RJ) – 3.673; e
Recife (RJ) – 3.509.

Os dados foram compilados até a última quinta-feira (24) e abrangem todo o primeiro ano do programa.

Outros destinos visitados pelos beneficiários do programa foram Fortaleza (CE), Salvador (BA), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Belo Horizonte (MG) e Natal (RN).

Em relação às regiões do país, Sudeste e Nordeste concentram a maior parte das reservas efetuadas, com 43% e 40% respectivamente. Ao todo, os aposentados usaram 510 trechos diferentes.

Os mais movimentados foram entre a capital paulista e as capitais nordestinas, como Recife, Salvador, Maceió, Fortaleza e João Pessoa.

Há também trechos de longa distância, como Porto Alegre/Recife ou São Paulo/Fernando de Noronha, e trechos curtos, como a Ponte Aérea Rio/São Paulo ou dentro do mesmo estado, como Salvador/Porto Seguro.

O lançamento do Voa Brasil
O Voa Brasil foi anunciado em março de 2023 pelo então ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França (PSB). Mas o político deixou a pasta sem lançar o programa.

Seu substituto na pasta, o deputado Silvio Costa Filho (Republicanos), assumiu o ministério em setembro do mesmo ano e, três meses depois, disse que a iniciativa só sairia do papel em 2024.

O programa não gera gastos para o orçamento federal. O Executivo costurou com as companhias áreas um acordo para que ofereçam os bilhetes a esse preço para quem não viajou nos últimos 12 meses. O argumento do governo é que essas pessoas vão ocupar vagas ociosas nos aviões.

Fonte: G1

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CNH

Governo quer acabar com a obrigatoriedade de aulas em autoescolas para tirar a CNH

por Redação 29 de julho de 2025

O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou nesta terça-feira (29) que o governo pretende eliminar a exigência de aulas em autoescolas para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Em entrevista à GloboNews, ele destacou que o custo elevado — entre R$ 3 mil e R$ 4 mil — tem levado milhões de brasileiros a dirigir sem habilitação.

“Quando o custo de um documento é impeditivo, o que que acontece? A informalização. As pessoas dirigem sem carteira. E esse é o pior dos mundos porque o nível da qualificação. (…) Isso aumenta o risco para ela, aumenta o risco de acidentes.”

Segundo o ministro, o governo estuda formas de reduzir ao máximo o custo da CNH, permitindo que mais pessoas possam se qualificar e obter o documento.

Renan Filho afirmou que cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem habilitação atualmente, e outros 60 milhões têm idade para obter a CNH, mas ainda não possuem o documento. “A pesquisa que fizemos apontou o custo como o principal motivo”, disse.

Como fica o risco de acidentes?

Ao ser questionado sobre o risco de acidentes com a flexibilização da exigência, o ministro afirmou que os cursos continuarão disponíveis, ministrados por instrutores qualificados e supervisionados pela Senatran e pelos Detrans.

“Se as pessoas dirigem sem curso algum, a gente está propondo garantir cursos para que as pessoas melhorem, tenham mais qualificação na hora de dirigir.”

Renan Filho também destacou as desigualdades sociais no acesso à CNH, afirmando que, em muitos casos, as mulheres são excluídas do processo de habilitação.

“Se a família tem dinheiro para tirar só uma carteira, muitas vezes escolhe tirar a do homem. A mulher fica inabilitada justamente por essa condição.”

Máfias das autoescolas
Renan Filho também criticou o modelo atual, que, segundo ele, favorece a atuação de máfias em autoescolas e nos exames. “É tão caro que não basta a pessoa pagar uma vez o preço alto. Quem pode pagar, muitas vezes, é levado a ser reprovado para ter que pagar de novo”, afirmou.

Segundo o ministro, o Brasil emite entre 3 e 4 milhões de CNHs por ano. Com os preços atuais, isso representa um gasto anual entre R$ 9 bilhões e R$ 16 bilhões para a população.

“Se isso for barateado, esse dinheiro vai para outros setores da economia, (…) que geram empregos competindo internacionalmente. Isso ajuda a economia brasileira a se dinamizar.”

Como colocar em vigor?

Questionado sobre a necessidade de aprovação legislativa, o ministro afirmou que a proposta pode ser colocada em prática por meio de regulamentação, sem passar pelo Congresso.

Para Renan Filho, a proposta configura apenas uma mudança regulatória. “A gente acredita que a gente pode, por meio da regulamentação das normas, facilitar, desburocratizar para o cidadão, que o que certamente facilita o debate político.”

O ministro também afirmou que a medida deve incentivar a formação de trabalhadores, permitindo o acesso antecipado a vagas que exigem carteiras de habilitação profissional.

“Condutores de ônibus, de caminhões, de vans de transporte, essas pessoas precisam ter uma carteira que não é essa que a gente está discutindo. A gente está discutindo a carteira A e B. (…) E, se as pessoas tiverem mais cedo, elas vão ter condição de acessar com mais facilidade o mercado de trabalho, é, de garantir melhoria na sua própria vida.”

Fonte: G1

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STF

É #FAKE vídeo de Moraes dizendo que errou com Bolsonaro e vai apoiá-lo na eleição de 2026; cena foi criada com inteligência artificial

por Redação 29 de julho de 2025

Circula nas redes sociais um vídeo no qual o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aparece dizendo que “errou” com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e que vai apoiá-lo nas eleições de 2026. É #FAKE.

? O que diz o vídeo falso?
O vídeo falso viralizou nas redes sociais desde este domingo (27) e mostra Alexandre de Moraes sentado em frente a um microfone. As legendas alegam que se trata de novo “pronunciamento”.
O áudio manipulado atribuído ao ministro diz: “Errei com Jair Bolsonaro e errei com muitos de vocês. O Brasil precisa de paz, precisa de união e eu sei que Bolsonaro é a pessoa que pode conduzir o país em 2026. […]. Eu declaro o meu apoio a Jair Bolsonaro para 2026”.
O registro aparece no Instagram e no TikTok, onde um post alcançou mais de 1,6 milhão de visualizações.
Nove dias antes de a cena fake se disseminar, Moraes determinou medidas cautelares contra Bolsonaro, como a proibição do uso de redes sociais e o uso de tornozeleira eletrônica (leia o contexto ao final desta reportagem).
⚠️ Por que isso é mentiroso?

O Fato ou Fake usou o InVid para fragmentar o vídeo em diversos frames (imagens estáticas). Depois, fez uma busca reversa com uma dessas “fotos” para encontrar a origem do material.

A busca não apontou qual vídeo foi especificamente utilizado para criar o conteúdo enganoso, mas encontrou similaridades com imagens de Moraes durante o interrogatório de Bolsonaro no STF realizado em 10 de junho de 2025. Na ocasião, o ministro também estava sentado em uma cadeira vermelha e vestia uma gravata amarela.

? Qual o contexto da fake?
Em 18 de julho, Bolsonaro foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF), por determinação do STF. Além de passar a usar tornozeleira eletrônica, ele ficou proibido de sair de casa durante a noite, entre outras medidas.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) considerou que a “concreta possibilidade de fuga” de Bolsonaro foi um fator determinante para a adoção das medidas cautelares.
Em 21 de julho, o ex-presidente foi à Câmara e teve suas declarações divulgadas por apoiadores nas redes sociais.
Depois disso, Moraes entendeu que o caso violaria a determinação e pediu esclarecimentos à defesa de Bolsonaro. O ministro ressaltou que, em caso de descumprimento, poderia ser decretada prisão imediata do ex-presidente.
No entanto, em 24 de julho, Moraes avaliou que o Bolsonaro havia cometido uma “irregularidade isolada” ao ter declarações divulgadas nas redes sociais – e, por isso, não caberia decretar prisão preventiva.

Fonte: G1

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Brasil

A brava posição do Brasil contra Trump

por Redação 29 de julho de 2025

Por décadas, os Estados Unidos foram o campeão da democracia, do Estado de Direito e dos diretos humanos. Sem dúvida, entre a retórica e a realidade, houve discrepâncias gritantes: durante a Guerra Fria, em nome do combate ao comunismo, os EUA derrubaram governos eleitos democraticamente na Grécia, Irã, Chile e em outros países. Em casa, os EUA estiveram em uma batalha para garantir os direitos civis dos negros, um século após o fim da escravidão. Mais recentemente, a Suprema Corte dos EUA tem atuado de forma contundente para restringir os esforços voltados a reparar os legados negativos do longo histórico de discriminação racial.

Ainda assim, embora os EUA muitas vezes não praticassem o que pregavam, agora não fazem nem uma coisa nem outra. O presidente Donald Trump e o Partido Republicano trataram de garantir isso.

Em seu primeiro mandato, o desprezo de Trump pelo Estado de Direito culminou em sua tentativa de subverter o princípio mais fundamental da democracia: a transição pacífica de poder. Ele sustentou – e ainda insiste em sustentar – que venceu a eleição de 2020, apesar de Joe Biden ter recebido cerca de 7 milhões de votos a mais e de dezenas de tribunais terem determinado que não houve irregularidades significativas no processo eleitoral.

Para qualquer um que conheça Trump, isso não deve ter sido surpresa; a grande surpresa foi cerca de 70% dos republicanos terem acreditado que a eleição foi manipulada. Muitos americanos – incluindo a maioria de um dos dois principais partidos – entraram na toca do coelho da desinformação e das teorias da conspiração absurdas. Para muitos apoiadores de Trump, a democracia e o Estado de Direito são menos importantes do que preservar o “modo de vida americano”, o que na prática significa assegurar a dominação pelos homens brancos, à custa de todos os demais.

Para o bem e para o mal, os EUA há muito tempo servem de modelo a ser seguido pelos demais. E, infelizmente, há demagogos em várias partes do mundo mais do que dispostos a adaptar a fórmula de Trump de pisotear as instituições democráticas e repudiar os valores que as sustentam.

Um exemplo notório é o do ex-presidente do Brasil Jair Bolsonaro, que chegou a tentar imitar o ataque de 6 de janeiro de 2021 ao Congresso dos EUA, com o objetivo de impedir a posse de Biden. A tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023, em Brasília, foi maior do que a invasão do Congresso, mas as instituições brasileiras se mantiveram firmes – e agora exigem que Bolsonaro seja responsabilizado.

Por sua vez, os EUA têm seguido a direção oposta desde o retorno de Trump à Casa Branca em janeiro. Mais uma vez, Trump deixou claro que adora tarifas alfandegárias e abomina o Estado de Direito – chegando até a violar o acordo comercial assinado com México e Canadá em seu primeiro mandato. Agora, ignorando a Constituição dos EUA, que atribui exclusivamente ao Congresso o poder de impor tributos (e tarifas não são nada mais do que uma forma particular de imposto sobre bens e serviços importados), ele ameaçou impor uma tarifa de 50% ao Brasil, a menos que o país interrompa o processo judicial contra Bolsonaro.

Eis aqui, portanto, Trump infringindo o Estado de Direito ao exigir que o Brasil, que tem cumprido todos os limites do devido processo legal no julgamento de Bolsonaro, também o infrinja. O Congresso dos EUA jamais aprovou tarifas como instrumento para forçar países a obedecer a ordens políticas de um presidente, e Trump não conseguiu citar nenhuma lei que lhe desse sequer uma mínima fachada para suas ações inconstitucionais.

O que o Brasil faz contrasta de forma gritante com o que ocorreu nos EUA. Nos EUA, o processo legal avançava de forma lenta, mas criteriosa, para responsabilizar os envolvidos na insurreição de 6 de janeiro, mas Trump, imediatamente após sua segunda posse, usou o poder de indulto presidencial para perdoar todos os que haviam sido devidamente condenados – até os mais violentos. A cumplicidade em um ataque que deixou cinco mortos e mais de cem policiais feridos deixou de ser crime.

Assim como a China, o Brasil se recusa a ceder à intimidação americana. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a ameaça de Trump como uma “chantagem inaceitável” e acrescentou que “não é um gringo que vai dar ordens a este presidente”.

Lula está defendendo a soberania de seu país, não apenas no domínio do comércio exterior, mas também ao regular as plataformas tecnológicas controladas pelos EUA. Os oligarcas da tecnologia americana usam seu dinheiro e influência mundial para tentar forçar países a dar-lhes rédea livre em busca de lucros, o que inevitavelmente causa enormes danos, inclusive ao servir como canal de desinformação, seja intencional ou não intencional.

Assim como ocorreu nas recentes eleições no Canadá e na Austrália, Lula ganhou um “impulso graças a Trump” no apoio nacional, uma vez que os brasileiros reagiram contra o governo americano e se arregimentaram em torno a ele. No entanto, essa não foi a motivação de Lula para adotar tal postura. A motivação foi a crença genuína no direito do Brasil de definir suas próprias políticas, sem interferência externa.

Sob a liderança de Lula, o Brasil optou por reafirmar seu compromisso com o Estado de Direito e a democracia, mesmo enquanto os EUA parecem estar renunciando à própria Constituição. Devemos ter a esperança de que outros líderes, de países grandes e pequenos, demonstrem bravura semelhante diante da intimidação do país mais poderoso do mundo. Trump minou a democracia e o Estado de Direito nos EUA – talvez de forma irreversível. Não se pode permitir que faça o mesmo em outros lugares. (Tradução de Sabino Ahumada)

Fonte: VALOR

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Luto

Dona Jacira, mãe de Emicida e Fióti, morre aos 60 anos em SP

por Redação 29 de julho de 2025

Jacira Roque Oliveira, mãe do rapper Emicida e do produtor musical Evandro Fióti, morreu nesta segunda-feira (28), em São Paulo, aos 60 anos. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa de Fióti. A causa da morte não foi revelada.

Em nota, a família informou que o legado de Dona Jacira “será levado adiante por sua família e todas as pessoas que tiveram suas vidas impactadas e transformadas por sua presença de cuidado, amor, luz e fé neste plano”.

Veja a íntegra abaixo:

“É com profunda tristeza que informamos o falecimento de Jacira Roque Oliveira, a Dona Jacira, aos 60 anos de idade.

Mãe, avó, escritora, compositora, poeta, artesã e formada em desenvolvimento humano, como gostava de ser reconhecida. Dona Jacira foi uma mulher detentora de tecnologias ancestrais de sobrevivência e resistência que construíram um legado enorme para as artes e para a cultura afrobrasileira.

Esse legado será levado adiante por sua família e todas as pessoas que tiveram suas vidas impactadas e transformadas por sua presença de cuidado, amor, luz e fé neste plano.

A família agradece por todo amor e carinho e pede que respeitem a sua privacidade nesse momento tão difícil.”

Quem foi Dona Jacira
Ex-enfermeira, artista plástica e escritora, Dona Jacira enfrentava complicações de saúde relacionadas ao lúpus e fazia hemodiálise havia mais de 25 anos. Apesar da doença, ela seguiu ativa como escritora, artista plástica e figura importante na valorização da cultura periférica.

Nascida e criada no Jardim Ataliba Leonel e no Jardim Cachoeira, periferias da Zona Norte de São Paulo, ela viveu uma infância difícil. Foi internada em um convento ainda menina e se casou aos 13 anos.

Teve quatro filhos, o rapper Emicida, o produtor Fióti, Katia e Katiane, que foram criados por ela sozinha, após a separação do marido.

Os irmãos Emicida e Fióti, sócios na Laboratório Fantasma, romperam em abril com troca de acusações e processo judicial. À época, Dona Jacira chegou a se manifestar em defesa de Fióti, mas o filho afirmou em seguida que a mãe “não tinha como escolher um lado” e que confiava nos dois.

Em 2019, Dona Jacira lançou sua autobiografia, “Café”, publicada pela editora periférica LiteraRUA, em que compartilha relatos de vida, dor, superação e arte. A obra se tornou referência na literatura periférica e consolidou sua voz como autora.

No livro, ela relata como enfrentou episódios de violência doméstica, alcoolismo do ex-companheiro e diversas limitações impostas pela condição de saúde.

Além disso, Dona Jacira conta em primeira pessoa como foi o processo de se livrar dos desafios para retomar os estudos na fase adulta, se formar em técnica em enfermagem e entrar para movimentos sociais. Ela foi colunista do portal UOL entre 2021 e 2023.

A mãe dos rappers era reconhecida por seu compromisso com a educação e com o fortalecimento das raízes negras e populares. Na música “Mãe”, Emicida faz uma homenagem a ela.

“Nossas mãos ainda encaixam certo
Peço um anjo que me acompanhe
Em tudo eu via a voz de minha mãe
Em tudo eu via nós”

Dona Jacira aparece também no clipe dessa música, que é um tributo direto e íntimo à relação de Emicida com sua mãe, valorizando sua trajetória e presença na vida do artista.

Fonte: G1

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Brasil

Lula está disposto a ligar para Trump, desde que seja atendido, dizem interlocutores

por Redação 29 de julho de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está disposto a conversar diretamente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o tarifaço anunciado contra produtos brasileiros. Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, Lula não se opõe ao diálogo, mas avalia que a conversa só ocorrerá se Trump atender pessoalmente a ligação.

A disposição de Lula ocorre após uma proposta feita por senadores brasileiros para que os dois líderes conversem. No entanto, o clima no Planalto é de pessimismo. A avaliação é de que a Casa Branca só pretende abrir uma negociação após a entrada em vigor das tarifas, marcada para 1º de agosto, como forma de aumentar seu poder de barganha.

Fontes do governo afirmam que os canais com a Casa Branca estão fechados. Apesar das tentativas de contato com o Departamento de Comércio, o Tesouro e outras áreas da administração norte-americana, o Planalto relata dificuldade de estabelecer uma ponte direta com o núcleo político do governo Trump.

Um interlocutor direto de Lula afirmou que o Brasil seguirá aberto ao diálogo, mas frisou que há limites: “A soberania não é negociável”, disse. Segundo essa fonte, o governo brasileiro rejeita qualquer tentativa de interferência em decisões do Supremo Tribunal Federal ou em sistemas como o Pix.

Ainda de acordo com integrantes do Planalto, há no governo norte-americano um desconforto com o Pix por supostamente afetar a rentabilidade de empresas americanas, incluindo operadoras.

Tarifaço dos EUA
No dia 9 de julho, Trump publicou uma carta endereçada ao presidente Lula (PT) anunciando a aplicação de tarifas de 50% sobre todos os produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos. Ele justificou a medida com argumentos políticos e comerciais.
No dia 23, o presidente dos EUA disse que aplicou tarifas de 50% a países com os quais o relacionamento “não tem sido bom”.
Embora não tenha sido citado diretamente, o Brasil está entre eles. Segundo ele, o objetivo é pressionar outros países a abrirem seus mercados.
Neste domingo (27), o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou que as tarifas impostas pelo país entrarão em vigor no dia 1º de agosto, “sem prorrogações”.
Chanceler brasileiro nos EUA
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, desembarcou neste domingo nos EUA e poderá seguir para Washington, caso o governo americano demonstre interesse em discutir alternativas ao tarifaço.

Oficialmente, Vieira cumpre agenda na Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, com foco na questão palestina.

Impacto
De acordo com a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), o aumento das tarifas de importação dos EUA sobre produtos brasileiros pode impactar cerca de 10 mil empresas brasileiras que exportam para o mercado norte-americano.

Essas empresas empregam, juntas, aproximadamente 3,2 milhões de pessoas no Brasil.

Neste mês, Geraldo Alckmin destacou que empresas norte-americanas com operações no Brasil — como General Motors, Johnson & Johnson e Caterpillar — também seriam prejudicadas pela tarifa anunciada por Trump.

“Nós queremos todo mundo unido para resolver essa questão. E as empresas têm um papel importante, tanto as brasileiras, que, aliás tem empresa brasileira que tem indústria nos Estados Unidos, quanto as empresas americanas. A General Motors comemorou esse ano, participei do seu centenário no Brasil. A Johnson & Johnson tem 90 anos, a Caterpillar tem 70 anos, muitas delas exportam para os Estados Unidos”, disse Alckmin na ocasião.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que a equipe econômica já está elaborando um plano de contingência para apoiar os setores que forem impactados pelo tarifaço.

“Não vamos deixar ao desalento os trabalhadores brasileiros, vamos tomar medidas necessárias”, declarou o ministro Haddad.

Fonte: G1

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Bolsonaro

‘Quer que eu vá para cadeia amanhã?’, diz Bolsonaro ao evitar entrevistas na saída do PL

por Redação 29 de julho de 2025

Com medida cautelares determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente Jair Bolsonaro evitou responder perguntas quando foi abordado pela imprensa nesta segunda-feira. Uma semana após ter criticado a Corte ao sair de uma reunião na Câmara e ter sido cobrado a dar explicações pelo ministro do Supremo Alexandre de Moraes, o ex-presidente tem adotado nos últimos dias uma postura cautelosa em relação a declarações públicas.

— Quer que eu vá para cadeia amanhã? Se o editor de vocês conseguir autorização do Supremo para eu poder falar, falo com o maior prazer com vocês — disse após sair da sede do PL.

Bolsonaro está está proibido de usar as redes sociais e sair de casa entre 19h e 6h, por suspeita de participar de uma articulação junto aos Estados Unidos para pressionar o Judiciário e o governo brasileiro em troca de perdão na trama golpista.

A decisão do STF não o proíbe de dar entrevistas, mas veda que ele use terceiros para poder se manifestar nas redes sociais.

O ex-presidente disse que vai participar amanhã de um evento promovido em Brasília para reunir motociclistas. Ele, no entanto, afirmou que não estará na motociata que faz parte das programações do evento.

— Eu vou participar do evento, sou motociclista, mas não vou participar de motociata, não.

Fonte: OGLOBO

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Petrobras

Petrobras reduz preço do gás natural em 14% para distribuidoras a partir de agosto

por Redação 28 de julho de 2025

A Petrobras vai reduzir o preço do gás natural para distribuidoras em 14%, em média, a partir de agosto, na comparação com o trimestre anterior, segundo comunicado publicado no site da companhia nesta segunda-feira (28).

Em comunicado, a estatal observou que os contratos de gás preveem atualizações trimestrais da parcela do preço relacionada à molécula do gás, vinculando a variação às oscilações do petróleo Brent e da taxa de câmbio contra o dólar.

Para o trimestre que começa em agosto, a referência do petróleo Brent caiu 11,0%, enquanto o câmbio teve apreciação de 3,2%, apontou a Petrobras.

A companhia afirmou ainda que, desde dezembro de 2022, o preço médio da molécula vendido às distribuidoras acumula uma redução da ordem de  32%, incluindo o efeito da redução de agosto.

A Petrobras ressaltou que o preço final do gás ao consumidor é composto também pelo custo de transporte até a distribuidora, pelo portfólio de suprimento e margens de cada concessionária, além de tributos federais e estaduais.

Veja a nota da Petrobras na íntegra
“A Petrobras informa que em 01/08/25, conforme os contratos acordados pela Companhia com as distribuidoras, os preços de venda da molécula de gás serão atualizados, com redução média de cerca de 14% em relação ao trimestre anterior.

Os contratos com as distribuidoras preveem atualizações trimestrais da parcela do preço relacionada à molécula do gás e vinculam esta variação, para cima ou para baixo, às oscilações do petróleo Brent e da taxa de câmbio R$/US$. Para o trimestre que inicia em agosto de 2025 a referência do petróleo Brent caiu 11,0% e o câmbio teve apreciação de 3,2% (isto é, a quantia em reais para se converter em um dólar reduziu 3,2%).

Importante destacar que as variações por distribuidora dependem dos produtos contratados com a Petrobras, e que considerando os mecanismos criados pela empresa, em 2024, dos prêmios por performance e de incentivo à demanda é possível ampliar a redução no preço da molécula.

Desde dezembro de 2022, o preço médio da molécula vendido às distribuidoras acumula uma redução da ordem de 32%, incluindo o efeito da redução de agosto. Considerando a aplicação integral dos prêmios, a redução acumulada média poderia atingir mais de 33%.

A Petrobras ressalta que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda da molécula pela companhia, mas também pelo custo do transporte até a distribuidora, pelo portfólio de suprimento de cada distribuidora, assim como por suas margens (e, no caso do GNV – Gás Natural Veicular, dos postos de revenda) e pelos tributos federais e estaduais.”

Fonte: G1

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Brasil

Praticante de highline que morreu após cair de cerca de 50 metros de altura na Chapada dos Veadeiros não estava preso ao equipamento, diz associação

por Redação 28 de julho de 2025

O praticante de highline Gustavo Guimarães, de 29 anos, que morreu após cair de uma altura de 50 metros na Cachoeira da Usina, localizada na Chapada dos Veadeiros, usava o colete de segurança no momento da queda, mas o equipamento não estava preso, segundo a Associação Internacional de Slackline (ISA, na sigla em inglês). Ao g1, o delegado Rafael Rossi explicou que a polícia acredita que o equipamento tenha se soltado ou que o praticante tenha esquecido de conectar a corda de segurança.

O highline é uma modalidade do slackline, que consiste em atravessar fitas esticadas. No caso do highline, isso é feito em grandes alturas. De acordo com amigos da vítima, Gustavo sempre utilizava os equipamentos de segurança.

O acidente aconteceu na sexta-feira (25), em Alto Paraíso de Goiás, no entorno do Distrito Federal. O delegado afirmou que esteve no local e, como não houve indícios de crime, o caso não será investigado pela Polícia Civil. Após a queda, a Polícia Científica foi acionada, e as circunstâncias do acidente só poderão ser comprovadas por meio da perícia.

Ainda de acordo com a associação, Gustavo havia atravessado o caminho na corda, mas enquanto voltava, acabou caindo e não conseguiu se segurar no equipamento.

A associação destacou que esquecer de prender o equipamento de segurança é o maior causador de mortes no esporte.

Comoção
Segundo a associação, Gustavo era um praticante amado pela comunidade brasileira do slackline, tendo trabalhado em grandes projetos. A nota destacou que o praticante trabalhou em muitos eventos do esporte como monitor e montador, sendo um membro ativo que promovia acesso e incentivava muitas pessoas a praticarem o highline.

Gustavo praticava o highline desde 2020. Nas redes sociais, internautas e praticantes do esporte lamentaram a morte de Gusta, como era conhecido.

Pedro Paulo de Oliveira contou ao g1 que o amigo era uma pessoa querida e muito gentil.

De acordo com a nota de despedida publicada nas redes sociais da vítima, o velório aconteceu na manhã de domingo (27), e o sepultamento foi realizado às 17h do mesmo dia, em Ouro Branco (MG).

Fonte: G1

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  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
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