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Brasil

Brasil

Deputados do Rio incluem o Maracanã e a Aldeia Maracanã em projeto que autoriza venda de imóveis do estado

por Redação 23 de outubro de 2025

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, nesta quarta-feira (22), o novo texto do Projeto de Lei Complementar (PLC) 40/2025, que autoriza o Governo do Estado a vender 62 imóveis públicos. A proposta original, enviada pelo Executivo, previa a alienação de 48 bens, mas o número aumentou após a inclusão de novas propriedades sugeridas por parlamentares.

Entre os acréscimos, estão o Complexo do Maracanã — que inclui o estádio e a área da Aldeia Maracanã — e 28 imóveis pertencentes à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). A estimativa do presidente da CCJ, deputado Rodrigo Amorim (União), é de que o conjunto Maracanã–Aldeia possa render cerca de R$ 2 bilhões ao Estado. O projeto ainda precisa ser votado pelo plenário da Alerj e pode receber novas emendas.

“O mercado é que vai determinar o valor final. No caso do Complexo do Maracanã, calculamos algo em torno de R$ 2 bilhões. Mas o mais importante não é apenas o dinheiro que entra — é o que deixa de sair. Dar uso produtivo a esses espaços tem impacto enorme na economia fluminense”, afirmou Amorim.

O parecer aprovado teve como base o relatório de um grupo de trabalho coordenado pelo deputado Alexandre Knoploch (PL), que vistoriou parte dos imóveis indicados. O grupo recomendou a exclusão de 12 propriedades com uso público ativo, entre elas a Escola de Música Villa-Lobos e sedes de projetos sociais como a Casa Nem, a Escolinha de Artes do Brasil, a Casa Almerinda Gama e o Grupo Arco-Íris.

Outras quatro propriedades foram retiradas da lista a pedido de parlamentares que não integram a CCJ: o complexo esportivo Caio Martins, a sede da Faferj e dois imóveis em Niterói — um do Iaserj e o prédio onde funciona o Ciep Municipal Esther Botelho.

Crítico do projeto, o deputado Flávio Serafini (PSOL) argumenta que muitas das áreas listadas têm valor estratégico e poderiam ser valorizadas de forma pública:

“O projeto é ruim porque inclui imóveis de alto valor sem resolver questões urbanísticas. No caso do terreno do Leblon, por exemplo, a legislação atual proíbe construção. Se o governo vende e depois há mudança na lei, o imóvel pode valer cinquenta vezes mais — o que mostraria o erro da venda”, disse.

Sobre a Aldeia Maracanã, Serafini defende que o espaço permaneça sob controle estatal, com novos investimentos:

“A Aldeia é um espaço simbólico de valorização da cultura indígena. Em vez de ser vendida, deveria receber apoio para se tornar uma referência cultural no centro do Rio”, afirmou.

Já Rodrigo Amorim defende outra destinação para o local:

“A área da Aldeia Maracanã está degradada. Há uma ocupação residual, e o Estado já tem sentença favorável para retomá-la. O espaço pode ser melhor aproveitado, gerando renda e desenvolvimento, como ocorre em Wembley, na Inglaterra, onde o entorno do estádio foi transformado em área de lazer, comércio e cultura”, argumentou.

O projeto ainda não tem data definida para ser apreciado pelo plenário da Alerj.

Fonte: OGLOBO

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Bolsonaro

Aliados já trabalham com cenário de prisão de Jair Bolsonaro em novembro

por Redação 23 de outubro de 2025

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) já consideram possível que ele seja preso em novembro, após o trânsito em julgado do processo que o condenou por tentativa de golpe de Estado.

A preocupação aumentou depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) publicou, nesta quarta-feira (22), o acórdão — documento final do julgamento que confirmou a condenação de Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão.

Com a publicação, passam a correr os prazos para a defesa apresentar embargos de declaração, último tipo de recurso admitido antes do trânsito em julgado, quando não há mais possibilidade de novas apelações.

Segundo fontes próximas ao ex-presidente, a avaliação é que, após a análise desses embargos, o STF deve determinar o início do cumprimento da pena, como ocorreu no caso do ex-presidente Fernando Collor de Mello, também condenado pela Corte.

No caso de Collor, a execução da pena teve início logo após o julgamento dos embargos. A defesa do ex-presidente conseguiu posteriormente converter a prisão em domiciliar, por motivos de saúde.

Interlocutores de Bolsonaro acreditam que o desfecho será semelhante, mas com maior rigor. Ao contrário do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ficou na carceragem da Polícia Federal em Curitiba após condenação na Lava Jato — em um processo que ainda cabia recurso —, Bolsonaro, segundo essa avaliação, poderia cumprir pena em presídio comum, possivelmente no Complexo da Papuda, em Brasília.

A defesa ainda estuda apresentar embargos infringentes, mas integrantes do STF avaliam que esse tipo de recurso não se aplica neste caso, já que a condenação se deu por 4 votos a 1.

Assim, mesmo que novos recursos sejam apresentados, o entendimento predominante é de que a prisão pode ser decretada com o processo já transitado em julgado, possivelmente no mês de novembro.

Fonte: G1

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Brasil

Filha é presa por agredir e manter mãe idosa em cárcere privado no norte do Paraná

por Redação 23 de outubro de 2025

Uma mulher foi presa em Mandaguari, no norte do Paraná, suspeita de agredir e manter a própria mãe, de 79 anos, em cárcere privado. O caso foi descoberto após uma vizinha ouvir pedidos de socorro vindos da casa e acionar a Polícia Militar (PM-PR).

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a idosa com hematomas nas mãos e nos braços, além de um dente quebrado. A vítima também relatou dores na coluna e informou que os ferimentos haviam sido causados pelas agressões da filha.

A idosa foi encaminhada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação médica.

De acordo com a PM, a filha da vítima se recusou a abrir o portão da residência e passou a ofender os policiais. Durante a abordagem, ela ainda desferiu socos, chutes e mordidas contra os agentes. A mulher foi contida e encaminhada à Delegacia de Mandaguari, onde permanece à disposição da Justiça.

Fonte: G1

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Brasil

Governo envia ao Planalto projeto que endurece penas para organizações criminosas

por Redação 22 de outubro de 2025

O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, enviará nesta quarta-feira (22) à Casa Civil um projeto de lei que endurece as penas para integrantes de organizações criminosas. Batizado de Projeto de Lei Antifacção, o texto prevê mudanças significativas na legislação, incluindo a criação da modalidade qualificada de organização criminosa, com penas mais rigorosas para grupos que dominam territórios ou atividades econômicas por meio de violência ou ameaça.

Atualmente, quem integra, promove ou financia uma organização criminosa está sujeito a pena de 3 a 8 anos de prisão. O projeto eleva esse intervalo para 5 a 10 anos e prevê que a pena seja somada à de outros crimes praticados pelo grupo, como homicídio, tráfico ou corrupção.

A modalidade qualificada terá pena de 8 a 15 anos e será considerada hedionda, inafiançável e insuscetível a indulto ou anistia. Em caso de homicídio a mando de uma organização criminosa qualificada, a pena poderá chegar a 12 a 30 anos, uma das mais altas da legislação brasileira.

O texto também prevê aumento da punição em situações específicas, como:

uso de armas de fogo ou explosivos;

morte ou lesão de agentes de segurança;

participação de crianças ou adolescentes;

envolvimento de servidores públicos ou infiltrados no setor público;

atuação transnacional ou remessa de dinheiro para o exterior.

Além de endurecer penas, o projeto facilita a investigação das organizações criminosas, permitindo a infiltração de policiais e delatores, a criação de empresas fictícias para desbaratar esquemas e regras de sigilo para essas operações. No sistema prisional, o projeto regula a gravação de conversas entre presos e advogados mediante ordem judicial quando houver indícios de uso criminoso.

O projeto ainda prevê intervenção judicial em empresas usadas por organizações criminosas, com nomeação de gestores externos e suspensão cautelar de contratos com o poder público.

A iniciativa foi motivada principalmente pela atuação de facções como o PCC, que têm usado empresas para lavar dinheiro e participar de licitações públicas. A proposta precisa ser aprovada pelo Congresso para entrar em vigor, sem data definida para votação.

O texto final não incluiu a criação de uma agência nacional contra o crime organizado, nem alterações nas penas para crimes eleitorais vinculados a organizações criminosas, pontos que constavam em versões anteriores do projeto.

Fonte: G1

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Segurança

Governo anuncia investimento de R$ 170 milhões para fortalecer guardas municipais até 2027

por Redação 22 de outubro de 2025

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciou nesta quarta-feira (22) um programa voltado ao fortalecimento das Guardas Municipais em todo o país. A iniciativa prevê investimento de R$ 170 milhões até 2027 em ações de estruturação, capacitação e modernização das corporações.

O programa contempla a doação de equipamentos — como armas não letais e coletes de proteção —, cursos de qualificação para agentes e o lançamento de editais destinados a aprimorar a gestão da segurança pública pelos municípios.

Durante o anúncio, Lewandowski destacou a importância do investimento na categoria, que, segundo ele, muitas vezes atua “sem recursos materiais e humanos suficientes”.

“Queremos formar com esse programa uma polícia municipal cidadã. Combater o crime, sim, com toda a sofisticação, mas é preciso que a gente desenvolva uma polícia municipal cidadã”, afirmou o ministro.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que o objetivo é fortalecer a capacidade das prefeituras no planejamento e na gestão da segurança pública, além de valorizar os profissionais das guardas municipais.

De acordo com o secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, esta é a primeira etapa de uma política voltada à descentralização das ações de segurança.

“Estamos falando de capacitação para gestão da segurança pública nos municípios, de capacitação das guardas municipais para exercer a guarda comunitária e para atuar na segurança das escolas”, disse Sarrubbo.

Entre os principais objetivos do programa estão:

apoiar ações de prevenção e enfrentamento da violência, especialmente em áreas vulneráveis;

promover a integração das guardas municipais com outras forças do sistema de segurança pública;

assegurar que a atuação das guardas siga protocolos e procedimentos sobre o uso da força.

Fonte: G1

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Brasil

Youtuber Capitão Hunter, do universo ‘Pokémon’, é preso em SP suspeito de exploração sexual de crianças e estupro de vulnerável

por Redação 22 de outubro de 2025

João Paulo Manoel, de 45 anos, foi detido em Santo André após investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro e de São Paulo. Influenciador é acusado de enviar imagens íntimas e coagir menores pela internet.

Policiais civis do Rio de Janeiro e de São Paulo prenderam nesta quarta-feira (22), em Santo André, na Grande São Paulo, o youtuber João Paulo Manoel, de 45 anos, conhecido como Capitão Hunter.

O influenciador digital, que produz conteúdo sobre o universo “Pokémon” — incluindo vídeos sobre personagens, cards colecionáveis e produtos temáticos —, possui mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais. Ele é investigado por exploração sexual de crianças, estupro de vulnerável e produção de pornografia envolvendo adolescentes.

O inquérito foi aberto pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav), no Rio de Janeiro, e a prisão temporária foi decretada por um juiz da Vara especializada em crimes contra a criança e o adolescente.

Investigação e apreensões

De acordo com a Polícia Civil, João Paulo teria usado redes sociais e aplicativos de mensagens para exibir partes íntimas a menores de idade e exigir imagens dos corpos das vítimas.

Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, foram encontrados seis celulares, três pendrives e uma CPU de computador em endereços ligados ao youtuber. Todo o material será encaminhado para perícia.

A Justiça também determinou a quebra de sigilo dos dispositivos eletrônicos apreendidos. Até o momento, a defesa de João Paulo não se manifestou.

Denúncia de menina de 13 anos

As investigações começaram após denúncia feita pela família de uma menina de 13 anos, que mantinha contato com o youtuber desde os 11, por meio de aplicativos como Discord e WhatsApp.

Segundo o depoimento da vítima, João Paulo teria feito videochamadas nas quais mostrava o pênis e pedia que ela enviasse imagens íntimas.

A família da adolescente interceptou uma mensagem enviada pelo influenciador que dizia:

“Amigos fazem isso, mostram a bunda um para o outro, isso são coisas de amigos e você é minha melhor amiga.”

A adolescente relatou ainda que o youtuber oferecia cartas e bichos de pelúcia de personagens Pokémon em troca de conteúdo sexual. Segundo a investigação, ele teria enviado fotos explícitas em quatro ocasiões — duas pelo WhatsApp e duas pelo Discord.

No inquérito ao qual a TV Globo e o g1 tiveram acesso, a polícia descreve João Paulo como “um abusador com elevado grau de periculosidade”, que se aproveitava da popularidade entre o público infantil para atrair, manipular e coagir vítimas.

Contato começou em evento de Pokémon

A adolescente conheceu o influenciador em 2023, quando tinha 11 anos, durante um evento sobre Pokémon realizado no Norte Shopping, no Rio de Janeiro.

Após o encontro, João Paulo teria mantido contato com os pais da menina e se oferecido para “orientar” a carreira dela em jogos online, segundo a investigação.

A polícia agora analisa o material apreendido para identificar outras possíveis vítimas.

Fonte: G1

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Bolsonaro

STF publica decisão que condenou Bolsonaro por trama golpista e abre prazo para recursos

por Redação 22 de outubro de 2025

O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta quarta-feira (22) a decisão da Primeira Turma que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete aliados por tentativa de golpe de Estado. A partir da publicação, começa a contar o prazo para que as defesas apresentem recursos.

A decisão foi disponibilizada no Diário da Justiça e tem cerca de 2 mil páginas. O grupo, chamado de “núcleo crucial” da trama, foi condenado em setembro, por 4 votos a 1.

As defesas têm agora cinco dias corridos para apresentar os embargos de declaração, recurso usado para apontar contradições, omissões ou trechos pouco claros da decisão. Embora raramente mudem o resultado, esses recursos podem ajustar detalhes das penas ou dos fundamentos da condenação.

Após o prazo, o relator Alexandre de Moraes poderá decidir sozinho sobre os pedidos ou levá-los novamente ao colegiado. A Procuradoria-Geral da República (PGR) também pode ser consultada antes da nova análise.

⚖️ Sem prisão imediata
A publicação não implica prisão automática de Bolsonaro ou dos demais condenados. O cumprimento das penas só ocorre quando não há mais possibilidade de recurso — ou seja, quando o processo estiver definitivamente encerrado.

A defesa de Bolsonaro deve questionar o papel de liderança atribuído ao ex-presidente, o que resultou na pena mais alta, de 27 anos e três meses de prisão. Os advogados também afirmam que não ficou comprovado que a organização agiu de forma armada, o que agravou a condenação.

As defesas ainda podem recorrer com embargos infringentes, recurso que pode alterar o resultado, mas que só é aceito quando há pelo menos dois votos pela absolvição. No caso, apenas o ministro Luiz Fux votou por absolver seis dos oito acusados, inclusive Bolsonaro. Mesmo assim, os advogados devem apresentar o pedido.

O ex-presidente está em prisão domiciliar desde 4 de agosto, em outro processo, que investiga tentativa de interferência nas apurações sobre o golpe. O ministro Alexandre de Moraes apontou risco de fuga.

A PGR já informou que não recorrerá da pena de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, que cumpre dois anos de prisão conforme acordo de delação premiada.

Relembre a condenação

Por 4 votos a 1, a Primeira Turma entendeu que o grupo agiu para manter Bolsonaro no poder, e que:

tentou minar a confiança nas urnas eletrônicas;

pressionou militares para aderirem à ruptura institucional;

usou a máquina pública contra adversários, com espionagem e disseminação de dados falsos;

planejou prisões e mortes de autoridades.

Esses atos, segundo o STF e a PGR, culminaram nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023 às sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Foram condenados, além de Bolsonaro:

Alexandre Ramagem (deputado e ex-diretor da Abin)

Almir Garnier (ex-comandante da Marinha)

Anderson Torres (ex-ministro da Justiça e Segurança Pública)

Augusto Heleno (ex-ministro do GSI)

Mauro Cid (ex-ajudante de ordens)

Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa)

Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil)

Fonte: G1

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Brasil

Absolvição no caso Ninho do Urubu provoca revolta nas redes sociais: “Justiça é o que menos temos no Brasil”; relembre o caso

por Redação 22 de outubro de 2025

A decisão da Justiça do Rio de Janeiro de absolver os sete réus restantes no processo sobre o incêndio no Ninho do Urubu, que matou dez jovens jogadores da base do Flamengo em 2019, gerou forte repercussão e críticas nas redes sociais nesta terça-feira (21).

A sentença, assinada pelo juiz Tiago Fernandes de Barros, da 36ª Vara Criminal da Comarca da Capital, destacou a “ausência de demonstração de culpa penalmente relevante” e a “impossibilidade de estabelecer um nexo causal seguro entre as condutas individuais e a ignição”.

Nas redes, usuários lamentaram a decisão e questionaram a responsabilização pelo caso. “Em qual lugar do mundo NINGUÉM seria responsabilizado por uma tragédia como aquela?”, escreveu um internauta. Outro lembrou: “O ano era 2019. Dez crianças perderam suas vidas, sete réus foram julgados. Em 2025, todos foram absolvidos. Justiça é o que menos temos no Brasil.”

Muitos comentários também relembraram que os jovens estavam alojados em contêineres metálicos usados de forma provisória, sem alvará de funcionamento, no centro de treinamento do clube, em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio.

Além das críticas à Justiça, houve manifestações contra o Flamengo e homenagens aos dez adolescentes mortos no incêndio.

⚖️ Quem são os réus absolvidos

Márcio Garotti – Diretor financeiro do Flamengo entre 2017 e 2020

Marcelo Maia de Sá – Diretor adjunto de patrimônio do Flamengo

Danilo Duarte – Engenheiro responsável técnico da NHJ, empresa dos contêineres

Fabio Hilário da Silva – Engenheiro da NHJ

Weslley Gimenes – Engenheiro da NHJ

Claudia Pereira Rodrigues – Responsável pela assinatura dos contratos da NHJ

Edson Colman – Sócio da Colman Refrigeração, responsável pela manutenção dos aparelhos de ar-condicionado

Eles respondiam pelos crimes de incêndio culposo qualificado com resultado de morte de dez pessoas e lesão corporal grave em outras três.

? Relembre o caso

O incêndio ocorreu em 8 de fevereiro de 2019, no centro de treinamento do Flamengo, conhecido como Ninho do Urubu. As vítimas foram os jogadores da base Athila Paixão (14), Arthur Vinícius (14), Bernardo Pisetta (14), Christian Esmério (15), Gedson Santos (14), Jorge Eduardo Santos (15), Pablo Henrique (14), Rykelmo de Souza (16), Samuel Thomas Rosa (15) e Vitor Isaías (15).

Segundo as investigações, o fogo começou após um curto-circuito em um ar-condicionado que permanecia ligado continuamente. O material dos contêineres facilitou a propagação das chamas. À época, o local não possuía alvará de funcionamento, conforme informou a Prefeitura do Rio.

Fonte: OGLOBO

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STF

Para ministros, relação de Fux com colegas da 1ª Turma do STF estava insustentável

por Redação 22 de outubro de 2025

A decisão do ministro Luiz Fux de deixar a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e pedir transferência para a 2ª Turma não é vista apenas como uma movimentação administrativa após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. Segundo ministros e interlocutores ouvidos nos bastidores da Corte, a relação de Fux com os colegas da 1ª Turma se tornou “praticamente insustentável”.

O clima de tensão cresceu após o voto divergente de Fux no julgamento do núcleo principal da trama golpista, que levou à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por 4 votos a 1. O ministro foi o único a votar contra a condenação, o que, segundo fontes, gerou forte desconforto entre os demais integrantes da turma.

Desde então, o ambiente teria se deteriorado, tornando difícil a convivência e o andamento de julgamentos futuros relacionados ao caso. Com a saída de Fux, ele ficará de fora dos próximos julgamentos sobre o golpe.

Pedido formal de transferência

No documento enviado nesta terça-feira (21) ao presidente do STF, Edson Fachin, Fux invocou o artigo 19 do Regimento Interno da Corte, manifestando interesse em integrar a 2ª Turma “considerando a vaga aberta pela aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso”.

Atualmente, a 1ª Turma é composta por Alexandre de Moraes (presidente), Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Fux.

Já a 2ª Turma, para a qual o ministro pretende migrar, conta com Gilmar Mendes (presidente), Dias Toffoli, André Mendonça e Nunes Marques.

Caso o pedido seja aceito, Fux passará a integrar o grupo responsável por julgamentos de grande repercussão envolvendo temas políticos, econômicos e administrativos — um ambiente de perfil e alinhamentos bastante distintos da atual composição da 1ª Turma.

Contexto político e jurídico

A decisão de Fux ocorre pouco mais de um mês após a condenação de Bolsonaro e outros sete réus pela tentativa de ruptura institucional. A votação, conduzida por Alexandre de Moraes, consolidou a maioria pela condenação, com apenas Fux divergindo.

Nos bastidores, ministros consideram que o afastamento de Fux da 1ª Turma pode evitar novos embates internos e preservar a imagem de colegialidade da Corte em julgamentos sensíveis.

Fonte: G1

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Brasil

“Falsa morte”: promotores querem transferir para prisão de SP ex-auditor que pagou R$ 45 mil por atestado de óbito

por Redação 22 de outubro de 2025

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) vai pedir a transferência do ex-auditor fiscal Arnaldo Augusto Pereira para uma unidade prisional do estado. Ele foi preso na Bahia, na última quarta-feira (15), acusado de pagar R$ 45 mil por uma certidão de óbito falsa para escapar da prisão por corrupção.

Arnaldo, que era considerado foragido, vivia em Mucuri (BA) desde 2021 e foi localizado durante uma operação conjunta entre o MP e a polícia baiana. Segundo as investigações, ele elaborou um plano para forjar a própria morte e assim se livrar de condenações que somam 43 anos de prisão.

Plano de fuga e documento falso

De acordo com os promotores, o ex-auditor viajou mais de 900 km, de Mucuri até Salvador, para obter uma certidão de óbito verdadeira, mas com informações falsas, emitida em um cartório da capital baiana.
Ele confessou ter pago R$ 45 mil em dinheiro por meio de um intermediário. O documento, que tinha até QR Code, foi enviado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), levando à extinção de uma das condenações — decisão que agora deve ser revista.

O médico que assinou o atestado, Sérgio Ricardo da Costa, trabalhava no IML de Salvador e admitiu ter assinado o documento à distância, com base em vídeos e relatórios enviados por celular, o que é ilegal.
A certidão indicava que Arnaldo havia morrido em uma casa simples em Salvador e sido enterrado em Cachoeira (BA) — cidade onde ele não tinha qualquer vínculo.

Histórico de corrupção

Arnaldo foi subsecretário de Arrecadação da Prefeitura de São Paulo entre 2007 e 2009 e é apontado como um dos principais articuladores da chamada “Máfia do ISS”, que teria movimentado cerca de R$ 1 bilhão em propinas cobradas de construtoras.
Ele também é acusado de receber R$ 1 milhão em propinas quando atuava na Prefeitura de Santo André, em 2012.

As condenações somam 43 anos de prisão, divididos entre:

23 anos (Máfia do ISS);

13 anos (caso de propina em Santo André);

7 anos (lavagem de dinheiro).

Investigações e próximos passos

O Grupo Especial de Delitos Econômicos (Gedec) do MP-SP agora apura o envolvimento de outras pessoas no esquema, incluindo a esposa de Arnaldo e o médico responsável pelo documento.
Promotores afirmam que o ex-auditor também usou a falsa certidão em processos de sequestro de bens, para tentar liberar patrimônios bloqueados pela Justiça.

O STJ deve reverter a decisão que extinguiu uma das condenações. A defesa anterior de Arnaldo renunciou ao caso, afirmando ter sido enganada pelo cliente.

“Quando você está no desespero, não pensa racionalmente”, disse Arnaldo ao ser preso.

Atualmente, ele permanece sob custódia na Bahia, mas o MP de São Paulo já formalizou o pedido para que seja transferido para o sistema prisional paulista.

Fonte: G1

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