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Brasil

Brasil

Interrogatório de réus por plano golpista terá Bolsonaro sentado ao lado de Cid em sala com adaptações; veja detalhes

por Redação 6 de junho de 2025

Os primeiros interrogatórios no Supremo Tribunal Federal (STF) de réus por tentativa de golpe vão colocar na mesma sala antigos aliados, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o tenente-coronel Mauro Cid.

Eles estarão frente a frente com o relator do processo penal, o ministro Alexandre de Moraes.

As audiências para ouvir os réus do chamado “núcleo crucial” da tentativa de golpe de Estado vão começar na tarde de segunda-feira (9) e podem se estender até sexta-feira (13).

Os interrogatórios levaram o Supremo não só a reforçar a segurança do prédio, mas também a fazer adaptações na sala da Primeira Turma.

O plenário do colegiado ficará semelhante ao de um tribunal do júri, órgão responsável por julgar crimes dolosos contra a vida, como homicídios.

Na tribuna principal ficarão Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, que elaborou a denúncia contra os réus, e assessores. Ministros da Primeira Turma também poderão acompanhar presencialmente. O colegiado é composto por cinco integrantes.

Os réus ficarão sentados lado a lado em ordem alfabética. O formato fará com que Bolsonaro fique sentado ao lado do delator Mauro Cid, seu ex-ajudante de ordens, e do general Augusto Heleno, antigo chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Uma das restrições impostas pelo Supremo durante as apurações foi a de que os investigados estavam proibidos de se comunicar.

Ordem dos depoimentos

O primeiro réu a ser interrogado será Mauro Cid, que fechou uma delação premiada com a Polícia Federal (PF).

Essa medida assegura que os outros acusados saibam tudo que foi dito pelo delator, garantindo o amplo direito de defesa.

A partir das informações passadas pelo tenente-coronel, os investigadores buscaram outras provas para apurar a informação de que Bolsonaro estaria no centro da trama golpista.

A PF reuniu outros elementos que, segundo a PGR, indicam a participação do ex-presidente na tentativa de ruptura institucional, como os depoimentos dos ex-comandantes do Exército e da Aeronáutica. Eles confirmaram, por exemplo, que Bolsonaro tratou da chamada minuta golpista.

Depois do interrogatório do delator, os réus serão ouvidos em ordem alfabética. Bolsonaro será o sexto, podendo falar entre terça e quarta da semana que vem. Veja a ordem:

Mauro Cid, delator e ex-ajudante de ordens da Presidência;
Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);
Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha;
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;
General Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;
Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e
Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil.
Braga Netto não estará presente, porque está preso no Rio de Janeiro e será o único interrogado por videoconferência. Sua fala será exibida em um telão.

Após falarem, os réus poderão pedir para serem dispensados de acompanhar outros depoimentos, mas terão que acompanhar todas as audiências enquanto não forem ouvidos.

Direito ao silêncio
Os réus têm o direito Constitucional de não se autoincriminar — ou seja, podem permanecer em silêncio. Eles não precisam produzir provas contra si mesmos.

Há expectativa de que parte dos réus responda às perguntas, entre eles, Bolsonaro, Mauro Cid e Anderson Torres.

A audiência será conduzida por Moraes, relator da ação penal, que fará as perguntas. A PGR e as defesas também podem apresentar questionamentos.

Durante o interrogatórios, os réus responderão a uma lista de questionamentos, fundamentais para o julgamento, como:

se é verdadeira a acusação apresentada pela PGR e que deu início ao processo;
se conhece a pessoa ou pessoas a quem deva ser imputada a prática dos crimes;
onde estava ao tempo em que foi cometida a infração;
se conhece as testemunhas e se tem o que alegar contra elas;
se conhece o instrumento com que foi praticada a infração, ou qualquer objeto que com esta se relacione e tenha sido apreendido;
se tem algo mais a alegar em sua defesa.

Fonte: G1

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Brasil

Interpol inclui Zambelli em lista de procurados em 196 países

por Redação 5 de junho de 2025

A Interpol incluiu nesta quinta-feira (5) o nome da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) na lista de difusão vermelha, a pedido da Polícia Federal. A medida foi adotada após a parlamentar descumprir ordens judiciais e ser considerada foragida. Condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão, Zambelli anunciou na terça-feira que deixou o Brasil.

Na quarta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que a PF realizasse os “procedimentos necessários” para a inclusão da deputada na lista. O pedido ainda precisou ser aprovado por um conselho sediado em Lyon, na França. De acordo com o artigo 3 da Constituição da Interpol, a inclusão só pode ocorrer se a solicitação não tiver motivação “política, religiosa, racial ou militar”.

Ao determinar a prisão, Moraes disse que, no caso de Carla Zambelli, a saída do Brasil “teria claro objetivo de se furtar à aplicação da lei penal, em razão da proximidade do julgamento dos embargos de declaração opostos contra o acórdão condenatório proferido nestes autos e a iminente decretação da perda do mandato parlamentar”.

Pedido feito pela PGR

Moraes atendeu a um pedido feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) após o anúncio da parlamentar de que saiu do país. Agora, a Câmara dos Deputados será notificada. Caso ela seja presa, a Constituição prevê que o plenário decida se mantém ou não a medida.

O ministro do STF observou na decisão que, após a sua condenação, Zambelli declarou que “pretende insistir nas condutas criminosas, para tentar descredibilizar as instituições brasileiras e atacar o próprio Estado Democrático de Direito, o que justifica, plenamente, a decretação de sua prisão preventiva”.

Na decisão, Moraes afirmou que o “intuito criminoso” da parlamentar “permanece ativo e reiterado” e apontou que Zambelli insiste, “mesmo que de modo atabalhoado e confuso”, em divulgar notícias falsas e atacar o Poder Judiciário.

“Lamentavelmente, o intuito criminoso de Carla Zambelli permanece ativo e reiterado, insistindo a condenada — mesmo que de modo atabalhoado e confuso — na divulgação de notícias fraudulentas, no ataque à lisura das eleições e nas agressões ao Poder Judiciário”, escreve Moraes.

Além de decretar a prisão preventiva da deputada, que é aliada do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Moraes determinou o bloqueio de bens, ativos e contas bancárias no nome dela, repasses da Câmara a todo o gabinete dela e redes sociais.

Entenda o caso

Em maio, a deputada foi condenada por unanimidade pela Primeira Turma do STF a 10 anos de prisão por seu envolvimento em invasões ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela chegou a ter o seu passaporte retido em 2023, mas o documento já havia sido devolvido a ela — que não tinha restrições para deixar o país.

A condenação diz respeito à acusação de falsidade ideológica e à invasão do sistema eletrônico do CNJ. Por determinação da Corte, ela também foi condenada à perda do mandato na Câmara e deverá se tornar inelegível, como consequência da Lei da Ficha Limpa.

Durante o julgamento do caso pela Primeira Turma do Supremo, o relator, o ministro Alexandre de Moraes, apontou que o hacker Walter Delgatti, a mando de Zambelli, inseriu pelo menos 16 documentos falsos no CNJ. De acordo com o magistrado, uma das provas consistia em um arquivo acessado pela deputada segundos depois de ter sido criado por Delgatti em seu computador

Moraes decidiu, então, pela condenação dela a dez de prisão e teve a decisão referendada por outros integrantes do colegiado na apreciação do caso em plenário virtual. Ao receber a sentença, a deputada afirmou, em entrevista coletiva a jornalistas, que “não sobreviveria na cadeia”.

Além dessas acusações, Zambelli também responde na Corte por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. Na eleição passada, a deputada sacou uma pistola contra um jornalista, militante petista, depois de um bate-boca na rua, na véspera do segundo turno. Em março, o STF formou maioria para a condenação da parlamentar, mas a análise do caso foi paralisada após o pedido de vista do ministro Nunes Marques.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Brasileiro teme mais volta de Bolsonaro do que reeleição de Lula, aponta Genial/Quaest

por Redação 5 de junho de 2025

A pesquisa presidencial Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (5) aponta que o eleitor brasileiro teme mais o retorno do ex-presidente Jair Bolsonaro ao poder do que a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2026. Inelegível até 2030 por condenação da Justiça Eleitoral, Bolsonaro é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) e está ameaçado de prisão pela trama golpista para impedir a posse do petista, que por sua vez amarga os piores índices de aprovação desde seu primeiro mandato.

De acordo com o levantamento, 45% têm mais medo da volta de Bolsonaro do que da permanência do petista no Palácio do Planalto. Outros 40% responderam temer mais a reeleição de Lula do que o retorno do bolsonarismo ao comando do país. Os números chamam ainda mais atenção levando em conta que, segundo a mesma pesquisa, 66% dos entrevistados responderam que o petista não deve concorrer a um novo mandato em 2026.

O levantamento da Genial/Quaest entrevistou pessoalmente 2.004 eleitores a partir de 16 anos entre 29 de maio e 1º de junho.

O estrato traz uma das poucas boas notícias dessa leva de projeções da Genial/Quaest, que não só apontaram a cristalização da rejeição de Lula em um patamar próximo dos 60% como a piora do desempenho do petista contra candidatos da direita em cenários de segundo turno.

O presidente da República não tem economizado nas críticas ao antecessor em ocasiões públicas, ainda que nem sempre se refira a Bolsonaro nominalmente. Na entrevista coletiva da última terça-feira (3), ele centrou fogo no deputado federal licenciado Eduardo (PL-SP), que na semana passada admitiu em entrevista à revista Veja que pode disputar a presidência caso o pai se mantenha inelegível.

Em baixa nas pesquisas, Lula tem dobrado a aposta na polarização contra o bolsonarismo para se manter como um player viável ao longo de 2026.

Os números da Quaest tendem a reforçar essa estratégia.

Por outro lado, o recorte da pesquisa Genial/Quaest contrasta com a tônica “se está tudo caro, volta Bolsonaro” adotada pelo PL em protestos bolsonaristas e em inserções na TV e no rádio.

O levantamento também aponta que a parcela de brasileiros que identifica uma melhoria no cenário econômico cresceu dois pontos percentuais e uma queda de oito pontos entre os que creem em uma piora dos índices da economia.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Mateus Supermercados e funcionários são condenados por tortura em cliente acusada de roubar produtos, em São Luís

por Redação 5 de junho de 2025

O Mateus Supermercados e três funcionários foram condenados pela Justiça no caso envolvendo a Jacqueline Debora Costa de Oliveira, que afirma ter sido torturada dentro de uma sala no Mix Mateus do Araçagy, em São Luís.

O caso aconteceu na manhã do dia 20 de julho de 2021, quando Jacqueline entrou como cliente no estabelecimento e foi acusada de roubar produtos. Ela nega o furto e diz que sofreu agressões verbais e físicas, com pedaços de ripa, por parte de um vigilante, um gerente, e outra funcionária do supermercado.

Sobre a sentença

A empresa e os funcionários foram julgados em processos distintos. O g1 teve acesso às sentenças, proferidas em fevereiro e abril deste ano pela 1ª Vara Criminal e a 5ª Vara Cível de São Luís.

Na esfera cível, o Mateus Supermercados foi condenado a pagar uma indenização de R$ 3 mil por ser responsável pelos danos causados pelos funcionários no exercício de suas funções. Já no âmbito criminal, os três funcionários acusados de participar das agressões foram condenados a três anos de prisão, em regime aberto. São eles:

Diego Costa Diniz – Gerente do setor de prevenção de perdas. Acusado de participar da coação contra Jacqueline para confessar o suposto roubo, de proferir agressões verbais contra a vítima e não chamar a polícia para intervir no suposto crime.
Edmara Efigênia da Silva e Silva – Funcionária do setor de prevenção de perdas. Segundo as investigações, ela participou da abordagem da vítima, ajudou a conduzi-la à sala onde ocorreram as torturas, e também agrediu Jacqueline nas mãos com um pedaço de madeira.
Edmilson Santos Pereira Júnior – Membro da equipe de segurança do supermercado e tido como um ‘vigilante’ pela vítima. Ele foi acusado de abordar a vítima e levá-la à ‘sala de tortura’, além de ter agredido Jacqueline com ‘ripadas’, nos braços e nas pernas.

No entanto, Jacqueline afirma que irá recorrer da sentença, pois considera baixos e injustos os valores e a penas impostas aos réus.

O g1 não conseguiu contato com as defesas de Diego, Edmara e Edmilson. Para a polícia, durante os interrogatórios, todos os réus negaram as violências contra Jacqueline, afirmando que a abordagem foi feita de forma correta e com intenção de esclarecimento.

As defesas de Edmara, Edmilson e Diego também mencionam um suposto histórico de furtos da vítima como justificativa para a abordagem e a condução à sala de segurança.

Questionado pelo g1 sobre a sentença e se os três ainda funcionários ainda fazem parte da empresa, o Mateus Supermercados declarou apenas que não irá se pronunciar sobre o assunto.

Jacqueline afirma tudo começou quando ela foi ao supermercado para comprar comida, mas acabou saindo sem nada porque tinha esquecido o cartão de crédito. Foi então que o segurança do Mateus Supermercados a agarrou pelo braço, já na região do estacionamento, e a levou para dentro de uma “Sala de Prevenção de Perdas”, onde iniciaram as agressões.

“A vítima permaneceu sob guarda dos denunciados na sala de prevenção por cerca de uma hora, mesmo não tendo sido encontrado com ela nada ilícito, tempo em que foi agredida com um objeto de madeira, apanhando ripadas nos braços e pernas, além de palmatória”, aponta o inquérito policial.

Dentro da sala, os funcionários também disseram que ela era membro de uma quadrilha que rouba produtos de supermercados. No local, tiraram fotos dela, enviaram para diversas pessoas, e tentavam fazê-la destravar o celular para entregar outras supostas comparsas.

A mulher disse ainda que a tortura só terminou quando um policial à paisana chegou ao local, após uma hora e meia, e começou a dizer aos funcionários do supermercado que tudo ali estava errado.

“Um policial entrou e me viu na sala. Depois o vigilante me levou para a parada de ônibus tentando me convencer a não denunciar porque eles já estavam me liberando. Eu sou mãe de família, tenho meus filhos, e fui muito humilhada. Falei com meu advogado e decidi denunciar”, declarou.

Na época, o Grupo Mateus afirmou que foi montada uma sindicância para apurar o caso e que a conduta relatada não condiz os procedimentos e valores da empresa.

Fonte: G1

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Brasil

Bruninho Samudio viaja para a Europa pela 1ª vez para torneio com o sub15 do Botafogo: ‘Valeu todo o esforço’

por Redação 5 de junho de 2025

Nos sonhos recorrentes da infância de Bruninho Samudio, jogar na Europa sempre esteve nos planos para o futuro. Hoje, aos 15 anos, ele vai viver parte desse desejo de menino. Ainda não com um contrato debaixo do braço, mas para participar de um torneio na Alemanha com o Sub-15 do Botafogo, do qual faz parte e é titular como goleiro.

“A expectativa é sempre boa, sabemos da qualidade do nosso time e da importância que é conquistar um título internacional. Já tive a oportunidade de no começo do ano de ir para o Uruguai, e agora estou tento outra oportunidade de ir para fora e isso faz muito bem para nosso desenvolvimento, tanto como atleta quanto como pessoa, pois é sempre bom visitar e conhecer novas culturas”, reflete o jovem atleta.

Com 1m92 de altura e 92kg, Bruninho chama atenção dentro e fora de campo. Para os torcedores do Botafogo ele já vem sendo chamado de “a nossa futura muralha”. Com os companheiros de time, uma liderança focada no resultado. Não só no dele.

“Nós, que somos atletas, sempre pensamos em ir para fora. E ter essa oportunidade cedo é algo muito importante, ainda mais vestindo uma camisa gigante como a do Botafogo”, avalia ele, que se lembra do passado não tão distante, quando começou a frequentar uma escolinha em Campo Grande, no MS, onde morava: “O pensamento que vem à mente é de quando eu era mais novo e comecei a treinar e a me dedicar somente ao futebol. Com um momento como esse chegando posso ter a certeza que todo aquele esforço meu, e que minha avó fez por mim, valeram a pena”.

Também será inédita para Bruninho a distância de Sônia Moura, a avó que o criou e com quem mora no Rio. A despedida, claro, foi emocionada, conta a mãe de Eliza Samudio:

“Eu consegui me despedir dele no estádio, mas aqui em casa eu chorei, né? Porque, além de abençoá-lo e dizer o quanto estou orgulhosa, por toda a sua trajetória e história, vejo o ele está construindo por ser um menino bom, sabe”.

Fonte: EXTRA

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STF

Mendonça defende cautela do STF e sinaliza divergência em julgamento sobre redes sociais

por Redação 5 de junho de 2025

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça sinalizou nesta quarta-feira (4) que vai divergir no julgamento sobre a responsabilização civil das plataformas e provedores por conteúdos publicados pelos usuários.

Ao iniciar a leitura de seu voto, que será concluído na quinta (5), o ministro defendeu a “autocontenção judicial” e afirmou que, em sua avaliação, o STF não deveria interferir na regulamentação das big techs.

“Dentro da lógica da separação de poderes, o Congresso Nacional é a instituição que detém a maior capacidade para captar, tratar e elaborar um arranjo normativo a fim de externar os anseios da sociedade em relação ao tema”, defendeu.

Mendonça disse ainda que Poder Judiciário contribui para a crise de sua própria legitimidade ao “assumir mais protagonismo em questões que deveriam ser objeto de deliberação por parte do Congresso Nacional”.

“O Poder Judiciário acaba contribuindo, ainda que não intencionalmente, para a agudização da desconfiança hoje verificada em parcela significativa da nossa sociedade”, advertiu o ministro.

O tema teve a repercussão geral reconhecida, ou seja, os ministros já definiram que o tema é relevante e que, a partir da análise de um processo, o STF precisa definir uma tese para ser aplicada nacionalmente.

A tendência é a de que Mendonça apresente um voto mais alinhado aos interesses das plataformas.

Ao introduzir o tema, o ministro defendeu a liberdade de expressão como um valor coletivo e afirmou que o controle das redes sociais é “a obsessão de nossa época”.

“É preciso ter cuidado para que essas preocupações legítimas não ofusquem os benefícios reais do maior acesso a arenas públicas”, alertou. “A depender do remédio e da dose administrada, a tentativa de combater o sintoma pode agravar ainda mais a doença”, completou.

Recado ao Congresso
Antes da retomada do julgamento, no início da sessão, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, fez um pronunciamento em que negou que o tribunal esteja invadindo competências do Congresso ao julgar o tema.

Barroso afirmou que o STF tem o dever de definir critérios claros para serem aplicados em casos concretos que chegarem ao Judiciário e que essas balizas “só prevalecerão” até que o Congresso aprove legislação sobre o assunto.

O julgamento gira em torno do artigo 19 do Marco Civil da Internet, que proíbe a responsabilização das plataformas por conteúdos publicados pelos usuários, exceto se houver descumprimento de decisões judiciais para remover publicações.

O STF vai decidir se se amplia a obrigação das plataformas de fiscalizarem os conteúdos que circulam nas redes — um dos maiores pontos de inquietação das big techs.

O STF também precisa definir se as empresas de tecnologia podem ser punidas por publicações mesmo quando não houver ordem judicial para tirá-las do ar, o que implicaria uma moderação de conteúdo mais rigorosa.

Quem já votou
Até o momento, votaram os ministros Dias Toffoli, Luiz Fux e o próprio Barroso.

Enquanto Toffoli e Fux defendem punições para as empresas de tecnologia que não removerem publicações criminosas imediatamente após a notificação dos usuários, Barroso sugere como alternativa o chamado “dever de cuidado”.

Segundo a proposta, as big techs devem criar mecanismos para melhorar a qualidade da informação, mas só podem ser punidas por falhas amplas, isto é, pela omissão na gestão global dos conteúdos ilícitos e não por casos individuais.

Fonte: r7

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Brasil

Após sete anos de busca, família descobre que jovem desaparecido em 2017 foi enterrado como indigente em SP

por Redação 5 de junho de 2025

Depois de mais de sete anos de buscas, a família de Samuel Gustavo de Andrade — desaparecido em dezembro de 2017 aos 19 anos — descobriu que o jovem foi enterrado poucos dias após sumir, sem que nenhum parente fosse comunicado. O irmão da vítima contou que a confirmação veio na terça-feira (3), após resultado de exame de DNA.

Samuel desapareceu em 9 de dezembro de 2017, após sair de casa para ir a uma festa com amigos, no bairro do Grajaú, na Zona Sul de São Paulo. Desde então, a família iniciou uma longa busca por respostas.

Sandro Júnior, irmão de Samuel, disse que o caso só voltou a avançar no final do ano passado, quando um novo investigador assumiu o inquérito. Foi esse movimento que permitiu a realização do exame de DNA.

Segundo a investigação, o corpo do jovem foi encontrado em 14 de dezembro de 2017, no Rio Pinheiros, nas proximidades da Avenida Guido Caloi. Na época, foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) Oeste e, posteriormente, enterrado como indigente no Cemitério Dom Bosco, em Perus, na Zona Norte da capital.

Nas redes sociais, os familiares divulgaram uma carta aberta informando o desfecho do caso e prestando homenagens ao jovem. “Você era alegria. Era carinho. Era presença. Tinha um jeito autêntico de viver, de soar, de acreditar nas pessoas, mesmo quando o mundo já parecia duro demais”, diz o texto.

Apesar da dor, os parentes afirmaram sentir alívio por finalmente saberem o que aconteceu. “Agora você tem nome, tem história, tem verdade. E terá, para sempre, o nosso amor!”, disse a família na nota.

O pai de Samuel, Sandro Andrade, de 58 anos, contou que o caso foi reaberto após anos de insistência por parte dos parentes.

A Prefeitura de São Paulo informou que o sepultamento de Samuel foi realizado a partir da liberação do corpo pelo Instituto Médico Legal (IML).

A TV Globo procurou a Secretaria da Segurança Pública (SSP) para saber por que o jovem foi enterrado sem aviso à família, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

Fonte: G1

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Brasil

Febre no Brasil, canetas emagrecedoras viram alvos de contrabando

por Redação 5 de junho de 2025

Um novo tipo de contrabando mudou a rotina da Receita Federal no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos: a importação ilegal de canetas emagrecedoras. O produto, que se popularizou nos últimos anos como alternativa para perda de peso, tem sido alvo de apreensões quase diárias, segundo autoridades que atuam no aeroporto.

A equipe do Profissão Repórter acompanhou de perto a operação de fiscalização durante a chegada de um voo internacional com cerca de 400 passageiros.

Em um dos casos observados, um casal foi liberado após apresentar notas fiscais e prescrições médicas para poucas unidades do medicamento, o que caracterizou uso pessoal. No entanto, a situação foi diferente com uma passageira que viajava sozinha.

Durante a inspeção, os agentes encontraram cerca de 30 canetas emagrecedoras na bagagem da mulher. Questionada, ela afirmou que os produtos pertenciam a um amigo do filho e seriam entregues à irmã dele. A passageira não possuía nota fiscal nem prescrição médica, e admitiu que não havia feito a própria mala.

Visivelmente abalada, a mulher alegou desconhecer a ilegalidade da ação.

A passageira foi presa pela Polícia Federal, mas responderá em liberdade a um processo por contrabando.

Fonte: G1

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Brasil

Quaest: 31% dizem que o governo Lula é o principal responsável pelo desvio de dinheiro do INSS; 8% apontam o governo Bolsonaro

por Redação 4 de junho de 2025

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (4) aponta que, para 31% dos entrevistados, o governo Lula (PT) é o principal responsável pelo escândalo do INSS. Para 8%, o responsável é o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O levantamento mostra que, quem declarou votou em Lula no 2º turno em 2022, está dividido entre os dois governos na responsabilidade do caso. Para quem votou em Bolsonaro, o atual governo é o responsável.

Veja os números:

O governo Lula: 31%;
O INSS: 14%;
As entidades que fraudaram a assinatura dos aposentados: 8%;
O governo Bolsonaro: 8%;
Os aposentados que não conferiram os descontos antes: 1%;
Outros: 12%;
Não sabe/Não respondeu: 26%.

A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos e realizada entre os dias 29 de maio a 1 de junho. Foram entrevistadas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o Brasil.

A pesquisa também mostrou os níveis de aprovação e reprovação do governo. A desaprovação de Lula, (PT) chegou a 51% entre entrevistados. Já a aprovação é de 40%.

Eleitores de Lula e Bolsonaro
Em pesquisa espontânea, ou seja, quando não é apresentada opções de resposta ao entrevistado, 13% dos eleitores de Lula disseram que o governo do petista é o responsável pelo desvio do dinheiro dos aposentados, enquanto 15% disseram que foi o governo Bolsonaro.

Veja os números (entre os eleitores de Lula em 2022):

O governo Lula: 13%;
O INSS: 18%;
As entidades que fraudaram a assinatura dos aposentados: 10%;
O governo Bolsonaro: 15%;
Os aposentados que não conferiram os descontos antes: 1%;
Outros: 13%;
Não sabe/Não respondeu: 30%.
Entre os eleitores que declararam voto no ex-presidente Jair Bolsonaro no segundo turno em 2022, 53% disseram que o governo Lula é o principal responsável.

Veja os números (entre os eleitores de Bolsonaro em 2022):

O governo Lula: 53%;
O INSS: 11%;
As entidades que fraudaram a assinatura dos aposentados: 6%;
O governo Bolsonaro: 1%;
Os aposentados que não conferiram os descontos antes: 0%;
Outros: 14%;
Não sabe/Não respondeu: 15%.
Já quem declarou ter votado em branco, nulo ou que não foi votar em 2022, 33% afirmaram que o responsável é o governo Lula.

Veja os números (entre os eleitores que disseram ter votado em branco/nulo ou não foram votar em 2022):

O governo Lula: 33%;
O INSS: 11%;
As entidades que fraudaram a assinatura dos aposentados: 6%;
O governo Bolsonaro: 4%;
Os aposentados que não conferiram os descontos antes: 1%;
Outros: 10%;
Não sabe/Não respondeu: 35%.

Devolução do dinheiro desviado
A Quaest também perguntou qual seria a prioridade do governo Lula para devolver o dinheiro desviado de aposentados e pensionistas do INSS.

52% disseram que a prioridade é devolver o dinheiro apenas com os recursos que forem bloqueados das entidades investigadas, enquanto 41% disseram que a prioridade é devolver o dinheiro desviado mesmo que tenha de usar recursos públicos. 7% não souberam ou não responderam.

Metade dos entrevistados (50%) disseram que é importante abrir uma CPI do INSS no Congresso Nacional, enquanto 43% disseram que uma investigação da Polícia Federal é suficiente e que a oposição só quer desgastar o governo.

Entenda o escândalo do INSS
Uma investigação da Polícia Federal (PF), realizada em abril, revelou um amplo esquema de fraudes e desvios de dinheiro de aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A PF afirma que associações que oferecem serviços a aposentados cadastravam pessoas sem autorização, com assinaturas falsas, para descontar mensalidades dos benefícios pagos pelo INSS.

O prejuízo pode chegar a R$ 6,3 bilhões entre 2019, durante o governo Bolsonaro, e 2024, já durante o governo Lula 3.

Fonte: G1

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Brasil

Governo suspende produção de fábrica de refrigerante no Ceará

por Redação 4 de junho de 2025

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse nessa quarta-feira (4) que o governo suspendeu temporariamente a produção de uma indústria de refrigerantes em Fortaleza, no Ceará.

Trata-se de uma indústria da Solar, segunda maior fabricante dos produtos da Coca-Cola no Brasil. A empresa tem outras unidades pelo país, mas apenas uma fábrica está paralisada.

O g1 procurou a companhia e aguarda posicionamento.

Segundo Fávaro, foram identificados componentes do refrigerante, como a cafeína, no líquido de resfriamento, composto por etanol alimentício.

Mas o Ministério ainda não sabe se o inverso ocorreu, ou seja, se há etanol dentro do refrigerante. E, por isso, decidiu paralisar a fabricação.

“Esta empresa usa o etanol alimentício e água no processo de resfriamento. Se tiver a presença, é etanol alimentício, portanto não pode comercializar. Mas, se por acaso alguém consumir, não vai morrer”, disse Fávaro.

“Se tiver etanol alimentício, aí virou uma Cuba-libre”, brincou o ministro.

Segundo Fávaro, a empresa começou o processo de verificação nesta manhã.

“A expectativa é de que ainda hoje esse processo finalize e todo ele corrigido. Se isso ocorrer ainda hoje, ainda hoje, o Mapa autoriza a voltar a produzir”, disse.

Segundo o Ministério, até o momento, não há confirmação de contaminação dos produtos, mas, por precaução, aproximadamente 9 milhões de litros aguardam análise laboratorial.

“A medida visa garantir que todos os itens estejam plenamente adequados para o consumo antes de serem comercializados”, disse o Ministério.

Fonte: G1

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