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@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Brasil

Luto

Nana Caymmi morre aos 84 anos

por Redação 2 de maio de 2025

Morreu, aos 84 anos, a cantora Nana Caymmi. Ela estava internada no Rio de Janeiro desde agosto de 2024 para tratar de uma arritmia cardíaca.

O dom para música veio de sangue. Dinahir Tostes Caymmi nasceu e foi criada cercada por melodias. A mãe era a cantora Stella Maris. O pai, o cantor e compositor Dorival Caymmi, um dos mais importantes da música brasileira. No banco da escola, sabe o que Nana fazia? Cantava.

A primeira canção que Nana gravou foi um dueto com o pai para um disco dele. Dorival tinha escrito “Acalanto” quando ela ainda era um bebê. Uma canção de ninar.

Antes de se tornar cantora profissional, Nana Caymmi foi mãe. Se casou aos 18 anos com um médico venezuelano e foi morar na Venezuela. Não se adaptou e voltou sozinha para o Rio de Janeiro com duas filhas e o caçula já na barriga. E, assim que ele nasceu, encarou logo um desafio: o primeiro Festival Internacional da Canção, em 1966, com “Saveiros”, do irmão Dori. Foi vaiada, mas venceu.

Um ano depois, Nana foi morar com Gilberto Gil. Eles ficaram juntos até 1969, quando Gil foi viver na Inglaterra, exilado pelo regime militar.

Nana Caymmi nunca acompanhou modismos. Sempre apostou na beleza e na emoção. E cantou o que há de melhor. Obras de grandes compositores: Aldir Blanc, Braguinha, Tom e Vinícius, Milton Nascimento e Roberto Carlos. No repertório dos Caymmi, ela sobrava com o seu timbre único. E a dramaticidade nas interpretações das canções de amor.

Em 1991, um encontro que ficou para história. No Rio Show Festival, Nana, o irmão Danilo, o pai Dorival Caymmi e Tom Jobim se apresentaram juntos no palco pela primeira vez. Em 2004, ela e os irmãos cariocas receberam o título de cidadãos baianos.

E retribuíram a homenagem cantando uma música do pai.

A voz de Nana Caymmi fez parte da trilha sonora de muitas novelas e minisséries da Globo. E ela mesma fez participações especiais cantando. O último álbum foi lançado em 2020, durante a pandemia, só com canções escritas por Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Mas para quem gosta de boa música, essa voz não tem prazo de validade. Nana Caymmi vai ser eterna.

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Brasil

Trabalhador forçado a tatuar iniciais dos patrões em MG poderá ser indenizado em mais de R$ 1 milhão

por Redação 30 de abril de 2025

O trabalhador mantido em situação análoga à escravidão por três homens de 57, 40 e 24 anos, em Planura, no Triângulo Mineiro, pode ser indenizado em R$ 1,3 milhão. O valor foi solicitado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em ação civil pública na Justiça Trabalhista divulgada na segunda-feira (28).

O MPT pediu que os acusados paguem R$ 300 mil referentes às verbas salariais e rescisórias, além da anotação do contrato de trabalho na carteira do trabalhador entre 2016 a 2025. A ação também pede que eles indenizem a vítima por danos morais em R$ 1 milhão e paguem indenização por danos morais coletivos de R$ 2 milhões.

O g1 entrou em contato com o MPT para saber se a mulher de 29 anos resgatada na mesma operação que o homem também poderá ser indenizada, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

O homem, de 32 anos, é homossexual e foi forçado a tatuar as iniciais de dois dos patrões nas costelas, como “símbolo de posse”. Ele sofreu violência física, psicológica e sexual durante os anos em que trabalhou para os três.

Os suspeitos foram presos em flagrante pela Polícia Federal. O trio mirava pessoas LGBT+ em situação de vulnerabilidade socioeconômica e afetiva para estabelecer laços de confiança e, posteriormente, submetê-las às condições abusivas.

Escravizado por 9 anos

Ao todo, o homem trabalhou 9 anos como empregado doméstico, enquanto a mulher permaneceu 6 meses também em condições análogas à escravidão. Ela é transexual, uruguaia e tem 29 anos.

Os suspeitos, um contador, um administrador e um professor, formam um trisal. Eles aliciaram as vítimas em redes sociais com promessas de trabalho em troca de moradia e alimentação, além da oportunidade de terminar o ensino médio e fazer cursos profissionalizantes na instituição de ensino que mantinham na cidade.

No vídeo acima, os suspeitos aparecem mostrando o imóvel onde as vítimas ficariam.

Os três estão presos na Penitenciária Professor Aluízio Ignácio de Oliveira, em Uberaba, pelo crime de tráfico de pessoas para fim de exploração de trabalho em condição análoga a escravidão.

A investigação
O caso foi investigado a partir de uma denúncia recebida pelo Disque 100, que apontava graves violações de direitos humanos, incluindo trabalho forçado, cárcere privado, exploração sexual e violência física e psicológica.

Durante a inspeção, os auditores constataram que as vítimas foram aliciadas por meio de redes sociais.

Após a prisão dos suspeitos, as vítimas foram acolhidas pela Clínica de Enfrentamento ao Trabalho Escravo da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e pela Unipac, onde recebem assistência médica, psicológica e jurídica.

Fonte: G1

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Brasil

YouTube, Instagram, TikTok, Enjoei e Mercado Livre têm 48h para tirar do ar conteúdos sobre cigarros eletrônicos

por Redação 30 de abril de 2025

Os sites YouTube, Instagram, TikTok, Enjoei e Mercado Livre foram notificados, nessa terça-feira (29), a removerem imediatamente conteúdos que promovam ou comercializem cigarros eletrônicos e outros produtos derivados de tabaco com venda proibida no Brasil.

Os sites devem retirar o material do ar no prazo máximo de 48 horas e reforçar os mecanismos de controle para evitar novas publicações desse tipo.

O pedido é do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), que é vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

Um levantamento do CNCP identificou 1.822 páginas ou anúncios ilegais relacionados a cigarros eletrônicos nas plataformas notificadas. O Instagram lidera com 1.637 anúncios (88,5%), seguido pelo YouTube, com 123 anúncios (6,6%), e pelo Mercado Livre, com 44 anúncios (2,4%). O TikTok e o Enjoei também foram notificados, embora com menor volume de ocorrências. As contas dos vendedores e de influenciadores irregulares, juntas, somam quase 1,5 milhão de inscritos, que são alcançados com essas propagandas.

A comercialização desses dispositivos é proibida pelas resoluções RDC nº 46/2009 e RDC nº 855/2024 da Anvisa. Essas resoluções vetam a fabricação, a importação, a propaganda e a venda de cigarros eletrônicos no território nacional. A legislação brasileira também tipifica como crime o fornecimento de substâncias nocivas à saúde (Artigo 278 do Código Penal) e considera contrabando a importação ou comercialização de mercadorias proibidas (Artigo 334-A).

Para o secretário-executivo do CNCP, Andrey Correa, a medida demonstra a necessidade de constante alinhamento das plataformas digitais na luta contra o comércio ilegal.

Fonte: CBN

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8 de janeiro

Como é o novo PL da Anistia que Alcolumbre, Motta e ministros do STF estão negociando

por Redação 30 de abril de 2025

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) deve apresentar no próximo mês um projeto de lei alternativo ao PL da Anistia.

O projeto vem sendo articulado entre Alcolumbre, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A ideia do texto é reduzir a pena de réus de menor importância condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro e agravar a pena para quem lidera ou comanda uma tentativa de golpe. O STF já condenou 206 executores dos atos golpistas de 8 de janeiro, com penas que vão de 3 anos a 17 anos de prisão.

A iniciativa foi revelada pelo blog do Octavio Guedes da GloboNews e aponta que a proposta foi costurada também pelo antecessor de Alcolumbre, senador Rodrigo Pacheco (PSD).

Esvaziamento
A avaliação dos presidentes da Câmara e do Senado é a de que os crimes cometidos no dia 8 de janeiro devem ser punidos, mas que é preciso que as penas sejam proporcionais.

Além de diminuir de um sexto a um terço a pena de réus de menor importância, a nova proposta pode considerar que não se acumulam as penas de golpe de Estado com abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

O projeto de lei em estudo esvaziaria o PL da Anistia que está na Câmara dos Deputados e que enfrenta resistências na cúpula do Congresso, no STF e no governo. Um requerimento de urgência para o projeto foi apresentado pela oposição, mas ainda não foi pautado por Motta.

Críticas do PL
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), criticou nesta segunda-feira (28) a proposta alternativa. “Não acho normal o STF legislar junto com o Senado. Se é verdade o que está na mídia, estamos vivendo tempos sombrios na nossa democracia”, disse Sóstenes. “O papel de legislar é da Câmara e do Senado.”

Sóstenes apontou que o PL não considera esta alternativa viável para o grupo que defende a anistia aos presos, ainda que beneficie parte dos condenados.

Com o projeto que está na Câmara, além de conceder perdão a participantes dos atos de 8 de janeiro, a oposição quer assegurar uma anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caso ele seja condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe.

Bolsonaro e mais 13 aliados se tornaram réus após a Primeira Turma do STF ter aceitado denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR) por crimes como tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do estado democrático de direito, organização criminosa e dano ao patrimônio.

A atual lei de golpe de Estado não permite diferenciar financiadores, organizadores e líderes dos demais réus de menor importância. Caso, por exemplo, de Débora Rodrigues dos Santos, condenada a 14 anos por participar dos ataques antidemocráticos em Brasília e pichar a estátua da Justiça.

Caso o projeto seja aprovado, Débora estaria entre os beneficiados com a redução de pena.

Fonte: G1

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Brasil

Deputada federal que denunciou ex-marido por agressão relata que foi enforcada e jogada no chão

por Redação 30 de abril de 2025

A deputada federal Marussa Boldrin (MDB-GO) disse à TV Anhanguera que chegou a ser enforcada e jogada no chão pelo ex-marido, o advogado Sinomar Vaz de Oliveira Júnior. Segundo ela, as agressões ocorreram várias vezes.

Em nota, a defesa de Sinomar Vaz declarou que as questões do divórcio estão sendo tratadas pela Justiça e que ele acredita que as redes sociais não são o “meio adequado para tratar de questões familiares tão sensíveis”. A OAB afirmou que o caso não teve vínculo com o exercício da advocacia, mas que permanece à disposição para analisar os fatos.

A deputada tornou a denúncia pública ao postar uma carta aberta sobre o caso nas redes sociais, na segunda-feira (28). Na publicação, ela escreveu que decidiu denunciar o marido após ser agredida novamente, com ainda mais intensidade, quando resolveu dar fim ao relacionamento.

“Tive coragem de procurar a delegacia, de fazer o boletim de ocorrência e o corpo de delito e pedir uma medida protetiva. Porque não cabe amor onde existe violência”, escreveu na carta.

Marussa também disse que tinha medo até de dormir de costas para o ex-companheiro. Segundo ela, Sinomar chegou a ameaçá-la dizendo que pegaria uma arma que guardava no carro.

Sobre a motivação das agressões, Marussa contou que acredita se tratar de um “ciúme profissional”.

O g1 tentou contato com a Polícia Civil para mais informações sobre o andamento da investigação, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

Manifestações de apoio

Em uma sessão na Câmara dos Deputados na segunda-feira (28), colegas de tribuna falaram sobre a violência sofrida pela deputada (veja acima).

Nas redes sociais, políticos e colegas de partido de Marussa também manifestaram apoio à deputada. Em uma das publicações, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), afirmou que Marussa “não está sozinha”.

O MDB, partido ao qual a deputada faz parte, também publicou uma nota em que defendeu Marussa e elogiou a coragem em denunciar o caso.

“O MDB e o MDB Mulher apoiarão irrestritamente a deputada federal Marussa Boldrin, que, com coragem, tornou pública sua experiência de violência doméstica”, pontuou.

Nota da defesa de Sinomar Vaz de Oliveira Júnior

“Em respeito à verdade dos fatos, Sinomar Vaz de Oliveira Junior esclarece que todas as questões relativas ao processo de divórcio estão sendo devidamente tratadas na esfera judicial competente, sob segredo de justiça, conforme previsto em lei.

No processo, foi evidenciada a violação dos deveres conjugais de respeito e fidelidade por parte de sua ex-esposa, além de outros fatos relevantes que demonstram a responsabilidade pela dissolução da união. Tais aspectos estão formalmente apresentados na contestação e serão apreciados pela Justiça no momento oportuno.

Sinomar Vaz de Oliveira Júnior reforça que as redes sociais não são o meio adequado para tratar de questões familiares tão sensíveis, reafirmando seu compromisso com a ética, a responsabilidade e o devido respeito à intimidade das partes envolvidas.”

Nota da OAB Goiás

“A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) informa que tomou conhecimento do caso, por meio de informações divulgadas em canais de comunicação, nesta segunda-feira, 28 de abril, acerca da suposta acusação de violência doméstica envolvendo o advogado.

A Seccional esclarece que o processo tramita em segredo de justiça e, portanto, não possui acesso aos autos para eventual análise de conduta ética. Nessas situações, o acompanhamento pela Ordem depende de provocação voluntária das partes envolvidas no processo.

A OAB-GO reforça que, mesmo em casos não vinculados ao exercício da advocacia, permanece à disposição para, em caso de provocação, analisar os fatos com responsabilidade, observando rigorosamente o devido processo legal, a ampla defesa e o contraditório, conforme garantido pela Constituição Federal. Além disso, reitera que, nos termos do art. 72, § 2º, da Lei Federal nº 8.906/94, todos os processos disciplinares são sigilosos, não sendo permitida a divulgação das providências eventualmente adotadas, nem mesmo acerca de sua instauração.”

Nota do MDB Brasil e MDB Mulher

“Romper o silêncio exige coragem. Apoiar quem rompe esse silêncio é um dever de todos nós. Marussa Boldrin não está sozinha. Nenhuma mulher deve estar — e, no que depender de nós, não estarão.

O MDB e o MDB Mulher apoiarão irrestritamente a deputada federal Marussa Boldrin, que, com coragem, tornou pública sua experiência de violência doméstica, compartilhando, em carta aberta, a dor e a superação de um ciclo de abuso, representando milhares de mulheres que também enfrentam essa realidade.

Mesmo com a força de sua trajetória pública, como uma jovem liderança política, ela decidiu encarar o desafio que tantas mulheres enfrentam: romper o silêncio e buscar proteção.

Seguiremos firmes na defesa da dignidade, da segurança e da liberdade de todas as mulheres.”

Fonte: G1

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Brasil

Coordenador de UPA do RJ é suspeito de fazer Pix para a filha com celular de paciente morto

por Redação 29 de abril de 2025

O coordenador de uma unidade de saúde no Rio de Janeiro foi demitido após ser acusado de furtar um paciente falecido. Francisco Mendes Chaves, de 64 anos, teve seu celular usado para transferir R$ 767 via Pix dois dias após a morte.

As investigações apontam que o dinheiro foi enviado para a conta da filha do coordenador. A Polícia Civil está apurando o caso, e a Secretaria Municipal de Saúde instaurou uma sindicância.

Enquanto isso, a família de Francisco, com poucos parentes na cidade, ainda não conseguiu reaver o dinheiro.

Fonte: r7

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Brasil

Moraes dá 48 horas para Collor apresentar exames relacionados à doença de Parkinson

por Redação 29 de abril de 2025

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que a defesa do ex-presidente Fernando Collor, que está preso, apresente em 48 horas “a integra dos exames realizados, inclusive os exames de imagens, bem como esclareça a inexistência de exames realizados no período de 2019 a 2022, indicativos e relacionados à doença de Parkinson”.

Na segunda-feira, Moraes já havia determinado que a defesa de Collor apresentasse laudos médicos que comprovem os problemas de saúde do ex-presidente. Moraes aguarda os documentos para decidir se autoriza ou não a transferência do ex-presidente para o regime domiciliar. O ministro solicita documentos comprobatórios, “inclusive prontuário e histórico médico, bem como os exames anteriormente realizados”. Ele decretou sigilo nesses documentos.

O que alegou a defesa de Collor?
A defesa do ex-presidente pediu que o STF converta a prisão em regime fechado para o domiciliar. Os advogados argumentam que Collor, de 75 anos, enfrenta graves problemas de saúde, incluindo doença de Parkinson, apneia do sono grave e transtorno afetivo bipolar, o que demandaria cuidados contínuos e acompanhamento médico especializado.

Durante a sua audiência de custódia na sexta-feira, porém, Collor disse que não tem doenças e não faz uso de medicamentos.

STF decide manter prisão de Collor
Na última segunda-feira, o STF decidiu manter a prisão de Collor por seis votos a quatro, confirmando a determinação de Moraes, que ordenou a prisão na última quinta-feira. O ex-mandatário foi detido na madrugada do dia seguinte.

Quem votou contra e a favor?
No plenário virtual, Flávio Dino, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia e Dias Toffoli seguiram o relator. Já André Mendonça foi o primeiro a concordar com os argumentos da defesa, que contestou a pena imposta ao ex-presidente por meio dos chamados “embargos infringentes”.

Também foram contrários à prisão Luiz Fux, Gilmar Mendes e Kassio Nunes Marques. Já o ministro Cristiano Zanin declarou-se impedido por ter atuado, como advogado, em casos da Operação Lava-Jato, origem do processo que condenou Collor a 8 anos e 10 meses de prisão.

Fonte: OGLOBO

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STF

Ministros do STF são contra acordo sobre condenados por atos golpistas, mas lembram que é função do Congresso mudar leis

por Redação 29 de abril de 2025

Depois de interlocutores do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, divulgarem que está sendo fechado um acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF) para reduzir as penas dos condenados pelos atos golpistas de 2023, ministros disseram ao blog que o Supremo não irá participar de nenhum acordo. A informação, segundo eles, gerou mal-estar dentro do tribunal.

Esses ministros lembram, porém, que é função do Congresso mudar leis e cabe ao tribunal analisar sua aplicação nas ações dos atos golpistas. Ou seja, se o Legislativo mudar as penas para os crimes de tentativa de golpe e atentado violento contra o Estado Democrático de Direito, caberá ao STF analisar essa nova legislação.

Os magistrados reconhecem que há conversas sobre o tema, mas rejeitam a “mensagem de que está sendo fechado um grande acordo” entre os dois poderes.

Segundo um ministro, pode ter havido uma conversa com “um ou outro” magistrado do STF sobre o tema, mas não faz sentido o Legislativo propor um acordo ao tribunal para que as penas dos condenados pelos atos golpistas sejam reduzidas.

A divulgação de que estava sendo fechado um acordo entre Congresso e STF gerou mal-estar entre alguns ministros do tribunal. Segundo eles, esse tipo de informação pode passar a mensagem de que o tribunal toma uma decisão e depois faz um acordo para alterá-la.

Um outro ministro disse ao blog que os parlamentares, ao aprovarem as leis sobre crimes de tentativa de golpe e atentado violento ao Estado Democrático de Direito, não fizeram uma diferenciação entre os “líderes e os liderados” nos atos golpistas ocorridos em 8 de janeiro de 2023, logo após a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Agora, eles podem, destacam esse magistrado, corrigir essa lacuna e prever penas menores para os liderados e maiores para os líderes.

Sendo que as penas menores podem valer imediatamente, até para casos já julgados. Já as penas maiores só valeriam para futuros casos, não alterando a situação atual do ex-presidente Jair Bolsonaro e seus principais ex-assessores.

A saída por meio da aprovação de um projeto para reduzir penas está sendo construída para engavetar, de vez, o projeto bancado por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro de anistiar todos os golpistas, beneficiando inclusive o ex-presidente e seus assessores.

Fonte: G1

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Segurança

PCC e CV rompem trégua estabelecida em fevereiro

por Redação 29 de abril de 2025

As facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) romperam a aliança anunciada em fevereiro, que tinha o objetivo de cessar as mortes entre os grupos, reduzir os custos com a guerra e garantir a continuidade dos negócios ilegais. A informação foi confirmada pelo Ministério Público de São Paulo ao GLOBO, que também teve acesso a diversos comunicados do crime, os chamados salves.

Os informes das facções são datados de segunda-feira (28). Ao contrário de quando anunciaram a trégua – com um texto assinado de forma conjunta -, os novos salves são individuais.

O PCC afirma que, a partir desta data, chega ao fim a aliança, e informa que o armistício tinha o objetivo de diminuir homicídios, que atrapalhavam os negócios. O comunicado também expõe que o acordo foi rompido por “questões que ferem a ética do crime”.

O CV também comunicou sobre a ruptura e alertou seus integrantes sobre homicídios de inocentes, citando as recentes mortes de jovens que fizeram sinais atribuídos às facções com as mãos – de um ano para cá, foram muitos os casos de mortos ou torturados em diferentes estados do país por postarem fotos com gestos de três dedos, uma alusão ao PCC, e dois dedos (o V de vitória ou paz e amor), símbolo do CV.

A ruptura foi confirmada ao GLOBO pelo promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Presidente Prudente, no interior do estado. Decretado pelo PCC, Gakiya atua há quase duas décadas contra a facção.

— Acho que isso era até esperado. Não imaginava que [a trégua] fosse perdurar. A informação que tive conhecimento, já há algum tempo, é de que o Marcinho VP [principal líder do CV] não teria dado aval para essa trégua. E o aval dele seria indispensável. Isso pode ter levado a esse rompimento — destaca Gakiya.

Como mostrou o GLOBO, Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, havia negado “de forma veemente” a existência de uma trégua com o PCC, de acordo com relatório de inteligência da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen). O documento é do dia 22 de fevereiro.

Ao ser informado por sua defesa sobre as notícias veiculadas nas últimas semanas a respeito do suposto armistício, Marcinho VP classificou as informações como “fake news”, diz o relatório. Marcinho VP teria argumentado ainda que mantém “uma postura de respeito” frente ao PCC pelo fato de terem lideranças no mesmo sistema prisional. “Mas reiterou que as facções permanecem como inimigas”, segundo o documento.

Gakiya atribui o rompimento também à dificuldade de implementação da trégua em facções com perfis organizacionais tão diferentes. Enquanto o PCC tem uma direção única, com estados devendo satisfação à cúpula, o CV atua em esquema de franquias nos estados, com lideranças locais com mais autonomia.

— Em suma, interesses territoriais de disputa por tráfico é o que leva a esse rompimento. Porque ninguém quer abrir mão do seu espaço — afirma o promotor.

Sinais da trégua
No fim de fevereiro, nove estados brasileiros afirmaram ter identificado “sinais concretos” da suposta trégua entre as facções criminosas, segundo relatório de inteligência da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

Os dados foram coletados pelo governo paulista junto às inteligências das Polícias Militares de 26 estados e do Distrito Federal. Perguntados sobre a existência da suposta aliança entre as facções até então rivais, nove deles confirmaram a informação: Minas Gerais, Amazonas, Acre, Roraima, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe.

Além desses, outros nove estados afirmaram não ter dados suficientes para endossar a existência do armistício, diz o documento. Em três deles, ainda há indícios de que a organização criminosa paulista permanece em guerra com a fluminense. Cinco estados não retornaram.

Os estados com evidências da aliança estavam essencialmente nas regiões Norte (3) e Nordeste (5). Minas Gerais era o único de outra região do país que reportou a trégua.

Em apenas três estados do Nordeste não havia sinais concretos da conciliação. São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraíba sustentaram a manutenção da rivalidade entre os grupos.

Fonte: OGLOBO

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Famosos

Não é só Ronaldinho: como são os rolês aleatórios que pagam até R$ 800 mil a ex-craques da Seleção

por Redação 29 de abril de 2025

Faltavam 30 minutos para servir o café da manhã quando Ronaldinho, sem dormir, chegou ao saguão do hotel em Chennai, no sul da Índia. Estava cansado da viagem, sentindo o fuso pós-Londres, mas acima de tudo faminto. Então quando as portas se abriram, às 6h30 da manhã, o campeão mundial, sem hesitação, mandou uma macarronada direto no prato.

– Todo mundo falou: “Já está aqui? Batendo almoço logo de manhã” – conta o organizador do evento, Ricardo Ximenes, aos risos.

Ali, o cardápio inusitado marcava apenas o início de uma viagem de cinco dias, que levou uma dezena de campeões mundiais, em voos classe executiva, com cachês pagos, para um evento de três atos na Índia: encontro com crianças, jantar beneficente e um jogo para 23 mil pessoas no Estádio Jawaharlal Nehru. O Brasil venceu por 2 a 1.

Cruzaram o oceano, assim como Ronaldinho, sete campeões da Copa de 2002 e quatro de 1994. Entre eles, Rivaldo, Lúcio, Edmilson, Gilberto, Júnior, Amaral, Viola, Paulo Sérgio e até Dunga, que fez o papel de técnico do time. Também estiveram atletas como Giovanni, de 1998, e Ricardo Oliveira, que perdeu a Copa de 2006 por uma ruptura de ligamento.

– Muitas vezes só vamos nos encontrar nesses momentos, então terminava o almoço e a gente ficava conversando, cada um contando sua história – diz Paulo Sérgio, tetracampeão em 1994.

O trabalho de convencimento? Funciona na base da confiança e credibilidade, diz Ximenes, uma vez que os atletas não querem, como dizem, “entrar em uma barca”.

Mas o financeiro também ajuda, claro. São pagos cachês de cinco a 10 mil dólares em média para cada atleta, que por vezes levam familiares, acompanhantes, e têm logística de visto, hospedagem, alimentação e segurança mobilizados e custeados pela organização.

O cachê mais caro já pago pela organização foi de 150 mil dólares. Não pelo cacife do atleta em questão, mas pelo que o evento exigia. Na negociação, chegou-se a este valor. O dinheiro, por sua vez, vem do contratante internacional interessado, enquanto os repasses são feitos pelo empresário.

– Pago os atletas antes da viagem. Até porque tem jogadores que já deixaram de receber de outras organizações, empresas que não pagaram – justifica ele, explicando o próprio método e sem revelar quem foi o jogador “mais caro”.

É uma verdadeira indústria, especializada em eventos com selecionado brasileiro fora do país.

Investimento é milionário. Quem paga a conta?
A Brazil Soccer Academy, empresa gerenciada por Ximenes, está há 20 anos no ramo, levando atletas ao Vietnã, Burundi, Uganda, Quênia e Madagascar, por exemplo, com duas frentes de trabalho: a “business” e a humanitária.

Na humanitária, atua em centros de refugiados e cidades em situação de calamidade. Foi ao Iraque e Turquia, por terremotos em 2023, à Síria em 2019 e Mianmar, em 2008, para reconstruir uma cidade destruída pelo ciclone Nargis, que deixou mais de 31 mil mortos no país.

– Fizemos amistosos nos países em volta do Sudeste Asiático, vendendo ingressos e levando recursos para reconstruir escolas, creches. Tento servir de alguma maneira através do futebol. Na Síria, em 2019, acabei adotando minha filha, uma menina que perdeu o pai e a mãe – conta Ximenes.

No business, a história é diferente. A empresa é procurada pelas instituições interessadas e faz uma seleção, com visitação ao local, para decidir que eventos realizar. No avião voltando da Índia, por exemplo, Ximenes diz que conversava simultaneamente com outros cinco interessados no projeto.

A meta é trabalhar com dois jogos por ano, três no máximo. Isso porque cada evento precisa de três a quatro meses de organização, por uma questão de logística, valores altos e a agenda dos jogadores. O investimento? Cerca de um milhão de dólares para tirar do papel.

Os contratantes entram com todo o dinheiro. A empresa brasileira, por sua vez, cobra um valor fixo para organizar o time e acaba prestando consultoria sobre captação de recursos através de patrocínio, televisão e jantares.

As viagens incluem ex-jogadores profissionais brasileiros, mas principalmente nomes com passagem pela seleção brasileira. Nunca antes, contudo, houve tantos campeões reunidos em um mesmo evento como na Índia.

Os bastidores na Índia
A viagem começou com a inauguração de uma escolinha de futebol em Chennai, chamada Football Pro Soccer Academy, em que Rivaldo e Ronaldinho cortaram as faixas amarelas de abertura, rodeados de 100 crianças e familiares, escolhidas para terem acesso a fotos e autógrafos.

Uma delas, conta Ximenes, vestia uma camisa customizada com o nome “Dinho” nas costas, reproduzida pela criança dias após o lançamento da Nike em homenagem ao uniforme do primeiro time em que Ronaldinho jogou quando era mais novo.

Depois da escolinha, um jantar de gala, com a participação dos atletas – Ronaldinho desfrutando de alta culinária, dessa vez -, recebeu 150 participantes e cobrou ingressos a preço de R$ 2 mil. A meta era levantar fundos para uma organização indiana que trabalha com crianças em situação de vulnerabilidade.

Até que chegou o dia do jogo. Era o encontro de “Lendas do Brasil” contra o All Stars da Índia, na esperança de invocar nostalgia e reacender o interesse pelo futebol na cidade, marcada pelo consumo do cricket. Tanto que o estádio recebe até 80 mil pessoas em jogos do esporte mais famoso no país, mas é raro encher com futebol.

Ronaldinho chegou ao estádio em uma luxuosa BMW, sequestrou as atenções para si, e Ximenes conta que até o exército precisaram mobilizar para fazer a segurança dos atletas até o estádio.

É justificável pelo valor dos ingressos, que custavam 100 dólares no setor mais barato, podendo chegar a 200 dólares no mais caro. É o equivalente a um salário mínimo na Índia. Diante dos 23 mil que puderam pagar, portanto, o Brasil disputou dois tempos de 35 minutos, com aplausos sempre que Ronaldinho tocava na bola.

– Lógico que todo mundo está lá para se divertir, ninguém tem mais a mesma força, mas a pressão é pra ganhar – conta Paulo Sérgio.

E assim foi. Viola, campeão em 1994, abriu o placar, Bibiano Fernandes empatou pela Índia, e Oliveira garantiu a vitória do Brasil por 2 a 1. Encerrando, com bolas lançadas às arquibancadas, a visita inusitada em mais um projeto da indústria de campeões.

Fonte: GE

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  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
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  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

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