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@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Brasil

BrasilPolítica

PGR pede abertura de inquérito para investigar dirigentes do Google e Telegram

por Redação 11 de maio de 2023

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação na qual pede a abertura de inquérito para investigar dirigentes do Google e do Telegram no Brasil que tenham participado da campanha de desinformação contra o chamado PL das Fake News.

O caso está sob sigilo no STF e a relatoria é do ministro Alexandre de Moraes.

O movimento ocorre após o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, encaminhar notícia-crime contra os responsáveis dos provedores que tenham participado ativamente contra o PL das Fake News.

“O cenário fático narrado aponta para a existência de elementos de informações mínimos da prática de conduta delituosa que fundamentam a possibilidade de instauração de procedimento de investigação sob a supervisão do Supremo Tribunal Federal, a exemplo do que ocorre em caso similar sob apuração desta Corte no Inquérito n. 4.874. Nesse cenário, é relevante esclarecer as circunstâncias das condutas noticiadas pela Câmara dos Deputados, representada por seu presidente”, disse a PGR.

Nesta quarta-feira (10), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que o Telegram apagasse a mensagem enviada aos usuários na terça-feira (9) com críticas ao projeto de lei das Fake News no prazo de uma hora. Caso a decisão fosse descumprida, Moraes decretou ainda que haja suspensão do aplicativo em todo o território nacional por 72 horas, além de multa de R$ 500 mil. O aplicativo cumpriu a ordem.

Na terça-feira (9), o Ministério Público Federal em São Paulo deu prazo de dez dias ao aplicativo para prestar informações detalhadas sobre a mensagem enviada a seus usuários. O MPF quer saber os motivos para que o texto tenha sido encaminhado, aparentemente, a todos os usuários da plataforma e o nome e endereço eletrônico dos responsáveis dentro da empresa que elaboraram a mensagem e decidiram seu impulsionamento.

No dia 2 de maio, Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal ouça o diretor do Google no Brasil sobre a publicidade contra o projeto de lei das fake news.

Fonte: r7

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BrasilSaúde

OMS encerra emergência de saúde global da mpox

por Redação 11 de maio de 2023

A OMS (Organização Mundial da Saúde) encerrou nesta quinta-feira (11) a ESPII (Emergência Sanitária de Importância Internacional) da mpox (anteriormente chamada de varíola do macaco).

O nível mais alto de alerta da agência estava em vigor desde 23 de julho de 2022, quando a doença já se espalhava em dezenas de países.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ressaltou que desde o primeiro caso, em maio do ano passado, mais de 87 mil pessoas tiveram mpox em 111 países. Deste total, 140 morreram.

“Agora, vemos um progresso constante no controle do surto com base nas lições do HIV e trabalhando de perto com as comunidades mais afetadas. Quase 90% menos casos foram relatados nos últimos três meses em comparação com os três meses anteriores”, afirmou.

O Brasil foi o segundo país do mundo mais afetado pela doença, com 10.920 infecções e 16 mortes. Os Estados Unidos lideram a lista.

Segundo o chefe da organização, assim como ocorreu com a Covid-19, na semana passada, que deixou de ser uma emergência, o vírus causador da mpox continua circulando.

“O vírus continua afetando comunidades em todas as regiões, inclusive na África, onde a transmissão ainda não é bem compreendida. Casos relacionados a viagens em todas as regiões destacam a ameaça contínua”, declarou.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

17 setores que empregam 8,9 milhões lançam manifesto em prol da desoneração da folha até 2027

por Redação 11 de maio de 2023

Entidades que representam 17 setores da economia lançaram nesta quinta-feira (11) um manifesto em favor da continuidade da desoneração da folha de pagamento até 2027. O grupo se chama Desonera Brasil. O documento defende a aprovação do projeto de lei 334/2023, do senador Efraim Filho (União Brasil-PB), que prorroga o benefício fiscal iniciado em 2011.

“A política de desoneração da folha de pagamentos trouxe resultados expressivos para a economia do país ao reduzir o custo laboral e proporcionar maior dinamismo às empresas”, diz o texto.

Os setores que assinam o documento empregam mais de 8,9 milhões de trabalhadores e incluem áreas como tecnologia da informação, construção civil, comunicação social, transporte público, têxteis, couro, calçados e call center. Acesse aqui a íntegra do manifesto.

“Estudos recentes comparam efeitos sobre o emprego formal e a competitividade entre o grupo de setores desonerados em relação ao grupo não contemplado pela política e demonstram que a manutenção da desoneração não somente aumentou o emprego formal como também resultou em incremento da competitividade desses setores na economia brasileira”, afirma o manifesto.

Para a presidente da Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (Feninfra), Vivien Mello Suruagy, sem a desoneração, o setor fica em estado de alerta e segura a abertura de vagas de emprego.

“Precisamos que seja votada essa lei. Precisamos de apoio do governo. Essa indefinição pela qual estamos passando agora envolve não contratar pessoal, ficar indefinido se vamos demitir ou não. Vamos ter que demitir em torno de 450 mil pessoas em nosso setor — um setor que é estratégico para o país, que é o setor de telecomunicações [se a desoneração não for prorrogada]”, afirma.

‘Baixa competitividade do custo laboral brasileiro’
O texto do manifesto critica ainda a “baixa competitividade do custo laboral brasileiro”, o que, segundo os representantes dos setores econômicos, “impõe ao Brasil uma tímida participação no comércio internacional de bens e serviços de alto valor agregado e baixíssima inserção em cadeias globais de produção — 105ª posição no Índice de Eficiência do Mercado Laboral”.

“Em momento histórico de desaceleração global do crescimento econômico, com um crescimento do número de desempregados, a mera cogitação de aumento do custo do trabalho, previsto para ocorrer em dezembro de 2023, deveria ser objeto de profunda atenção dos formuladores de políticas públicas”, dizem os representantes.

Em entrevista à Record TV, o senador Efraim Filho, que é presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), disse que o grupo tem defendido a aprovação da prorrogação da desoneração da folha em projeto de lei fora da reforma tributária.

“Para que dê segurança jurídica aos 17 setores que mais empregam no Brasil. A gente não pode atravessar o ano com dificuldade em garantir que empresas possam ampliar negócios, abrir filiais, preservar empregos, gerar oportunidades que são importantes para pais e mães de família colocarem o pão na mesa de casa”, afirmou o parlamentar.

Sobre a desoneração
Atualmente, 17 setores da economia têm direito à isenção da folha. Criada pela lei nº 12.546/2011 com o objetivo de estimular a geração e manutenção de empregos, além de aumentar a competitividade das empresas por meio da diminuição dos custos com funcionários, a desoneração consiste em um mecanismo que permite às empresas pagarem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre as folhas de pagamento.

Quando a medida entrou em vigor, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 2018, uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021 e foi prorrogada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL).

A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos.

São beneficiados os seguintes setores: calçados, call center, comunicação, confecção, construção civil, construção de obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, tecnologia da informação, tecnologia de comunicação, projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas.

Fonte: r7

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PolíticaBrasil

PF faz operação contra financiadores dos atos extremistas do 8 de Janeiro

por Redação 11 de maio de 2023

A Polícia Federal (PF) realiza, na manhã desta quinta-feira (11), a 11ª fase da Operação Lesa Pátria, com o objetivo de identificar pessoas que financiaram ou fomentaram os atos extremistas do 8 de Janeiro, que culminaram na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Os agentes cumprem 22 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná.

Foi determinado o bloqueio de bens, ativos e valores dos investigados até o limite de R$ 40 milhões para cobertura e ressarcimento dos danos causados ao patrimônio público.

Segundo a PF, os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

A ação está em curso, e a Operação Lesa Pátria se torna permanente, com atualizações periódicas acerca do número de mandados judiciais expedidos e de pessoas capturadas e foragidas.

Julgamento
Na última segunda-feira (8), o STF concluiu o julgamento e decidiu tornar réus mais 250 denunciados pela participação nos atos extremistas de 8 de janeiro, em Brasília. Prevaleceu o voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes.

Até o momento, o STF se decidiu pela abertura de ações penais contra 550 pessoas acusadas de participação nos atos extremistas.

Moraes foi seguido pelos ministros Dias Toffoli, Luiz Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes e pela presidente da Corte, Rosa Weber. Os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça tiveram entendimento diferente do do relator.

Fonte: r7

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SegurançaBrasil

EUA alertaram Brasil, em 2022, sobre ineficácia de ações do país para coibir o tráfico de pessoas

por Redação 11 de maio de 2023

Um relatório da embaixada dos Estados Unidos no Brasil, publicado em agosto de 2022, alertou sobre a falta de ações contundentes do Estado brasileiro para impedir o tráfico de pessoas em território nacional. “O governo brasileiro não cumpre os critérios mínimos para a erradicação do tráfico, mas está fazendo significativos esforços”, destacou o documento.

O texto abordou captação de pessoas para trabalho em condições análogas à escravidão, turismo sexual, tráfico de crianças e exploração de mulheres. O tema ganhou destaque na última semana com a história do menino Nicolas, de 2 anos, que desapareceu em Santa Catarina e foi encontrado em São Paulo, dias depois. O casal que estava com a criança alegou que havia adotado Nicolas. O caso é investigado como tráfico humano.

Entre as carências, o relatório dos EUA aponta frouxidão das medidas de combate e punição, falta de conhecimento das autoridades e inadequação dos sistemas de proteção às vítimas, como abrigos.

O governo não relatou quaisquer condenações definitivas. As autoridades continuam a punir a maioria dos traficantes de pessoas para trabalho escravo com penas administrativas em vez de encarceramento, o que não exerceu uma função dissuasora eficaz nem ofereceu justiça às vítimas. O governo relatou esforços limitados para combater o tráfico sexual ou para identificar as vítimas de tráfico sexual entre populações extremamente vulneráveis, como crianças e pessoas LGBTQI+. Algumas autoridades demonstraram ter conhecimento falho sobre o crime de tráfico de pessoas, deixando, assim, vítimas vulneráveis serem penalizadas por atos ilícitos que seus traficantes as obrigaram a cometer. Os mecanismos de proteção às vítimas, incluindo abrigos, permaneceram inadequados e variaram muito de estado para estado.

2022-2023 PLANO DE AÇÃO PARA O COMBATE AO TRÁFICO DE PESSOAS, DA EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS NO BRASIL

O documento americano também listou 16 sugestões para melhorar o combate ao tráfico de pessoas no Brasil. As recomendações incluem investigações contundentes, penas mais severas, capacitação de autoridades e aumento de coordenação entre os níveis federal, estadual e municipal, além de compilação de dados e alocação de recursos.

O texto reconhece que os esforços policiais do governo brasileiro para coibir os crimes foram ampliados, embora argumente que o tema é tratado no Código Penal do Brasil de “forma inconsistente com a lei internacional.”

O relatório chamou atenção, ainda, para a lentidão da Justiça brasileira. “O julgamento de casos pode demorar até 10 anos. Os traficantes, às vezes, cumprem penas em prisão domiciliar ou em regime semiaberto. Essas penas não são compatíveis com a natureza séria do crime de tráfico de pessoas e não têm efeito dissuasor”, destacou trecho do documento.

A falta de comunicação entre as autoridades foi outro ponto abordado pelo relatório dos EUA. O texto ainda levanta a hipótese de os casos de tráfico humano no Brasil serem subnotificados, dada a carência de treinamento e de capacidade dos agentes.

A coordenação entre agências e esforços para a coleta de dados foram inadequados. Os dados permaneceram espalhados por várias bases de dados a nível federal e estadual, dificultando a obtenção e análise de dados abrangentes. A Polícia Federal foi a principal autoridade policial responsável por lidar com os crimes de tráfico de pessoas. No entanto, a coordenação da PF com entidades estaduais e municipais variou consideravelmente. Em todos os níveis, as unidades policiais tinham recursos, expertise e efetivo insuficientes para investigar o tráfico. Os observadores relataram que a polícia ocasionalmente classificava casos de tráfico de forma incorreta, o que sugere a subnotificação de tais casos.

2022-2023 PLANO DE AÇÃO PARA O COMBATE AO TRÁFICO DE PESSOAS, DA EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS NO BRASIL

O que diz o governo
O R7 questionou o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e a pasta da Justiça e Segurança Pública sobre o recebimento do relatório, as ações que foram implementadas com base nas sugestões do documento e as políticas do governo federal para impedir o tráfico de pessoas.

O MDHC informou que tem meios para registro de denúncias e que a responsabilidade sobre as ações contra tráfico humano é do Ministério da Justiça e Segurança Pública. “O Disque 100 registra denúncias de violações de direitos humanos que foram direcionadas aos nossos canais de atendimento”, escreveu, em nota. O Ministério da Justiça e Segurança Pública não retornou até a última atualização do texto.

A reportagem também procurou a embaixada dos EUA no Brasil para saber quais critérios foram usados na elaboração do relatório e se o documento foi oficialmente entregue às autoridades brasileiras. Não houve resposta.

Caso Nicolas
O casal que estava com o menino Nicolas está preso por tempo indeterminado. O Tribunal de Justiça de SP (TJSP) decretou a prisão preventiva de Marcelo Valverde Valezi, 52 anos, e Roberta Porfirio de Sousa Santos, 41, nesta terça (9), durante audiência de custódia.

A dupla foi abordada no Tatuapé, zona leste de São Paulo, na tarde de segunda-feira (8), dentro de um carro com o bebê de 2 anos que havia desaparecido em Santa Catarina havia mais de uma semana.

Quando a Polícia Militar de SP encontrou Nicolas, Marcelo e Roberto foram presos em flagrante por tráfico de pessoas.

Fonte: r7

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BrasilEsporte

Mirando as primeiras posições, Cruzeiro e Fluminense se enfrentam pelo Brasileirão

por Redação 10 de maio de 2023

Em confronto que pode valer as primeiras posições do Campeonato Brasileiro, Cruzeiro e Fluminense se enfrentam nesta quarta-feira (10), às 21h30 (de Brasília), no Mineirão. A partida é válida pela quinta rodada da competição nacional.

O Cruzeiro joga em casa e vai a campo como um dos times em melhor fase no Brasileirão. Em seu retorno à Série A, a Raposa vem de três vitórias seguidas e começa a rodada na 3ª posição com nove pontos, atrás apenas do invicto Palmeiras (10) e do líder Botafogo, com 12 pontos e 100% de aproveitamento.

Do outro lado, o Fluminense também vive boa fase, mas derrapou nas duas últimas rodadas do Brasileirão. O Tricolor das Laranjeiras é o 6º colocado com sete pontos e não vence há duas partidas pelo Brasileirão. No entanto, entre elas está a goleada histórica contra o River Plate pela Libertadores da América.

Para a partida, Pepa vai escalar o Cruzeiro sem o volante Ramiro, que cumpre suspensão, e o atacante Rafael Bilu, que rompeu o tendão de Aquiles, terá de passar por cirurgia e pode ficar fora do restante da temporada.

Pelo Fluminense, Fernando Diniz pode rodar o elenco em algumas posições para aliviar a questão física em meio a uma maratona de jogos. O ataque tem dois desfalques certos, com Keno lesionado e John Kennedy suspenso.

FICHA TÉCNICA
Cruzeiro x Fluminense
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data e hora: quarta-feira (10), às 21h30
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (Fifa-SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (Fifa-SP) e Evandro Melo de Lima (SP)
Árbitro de vídeo: Daiane Muniz (VAR Fifa-SP)

CRUZEIRO: Rafael Cabral; William, Lucas Oliveira, Luciano Castán e Marlon; Richard, Filipe Machado e Mateus Vital; Wesley, Bruno Rodrigues e Gilberto. Técnico: Pepa

FLUMINENSE: Fábio; Samuel Xavier (Guga), Nino, Felipe Melo e Marcelo (Alexsander); André, Alexsander (Lima) e Ganso; Lima (Lelê), Jhon Arias e Cano. Técnico: Fernando Diniz

Fonte: r7

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EconomiaBrasil

Banco Mundial critica incentivos tributários à Zona Franca de Manaus

por Redação 10 de maio de 2023

Em seu primeiro relatório econômico sobre a Amazônia brasileira, o Banco Mundial criticou os benefícios tributários concedidos à Zona Franca de Manaus e, em meio a debates no governo para aprovar a reforma tributária, defendeu uma revisão desses incentivos, tratados como ineficientes.

No relatório publicado nesta terça-feira (9), a instituição multilateral que financia projetos de países em desenvolvimento ainda se posicionou favoravelmente à adoção de salvaguardas ambientais na assinatura do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.

As avaliações fazem parte do documento “Equilíbrio delicado para a Amazônia Legal Brasileira”, que também conclui que a floresta, mantida em pé, gera mais valor do que a renda privada de agricultura extensiva, mineração e extração de madeira na região. O Banco propõe mudanças no modelo econômico para conciliar desenvolvimento e preservação.

Segundo o relatório, cerca de 28 milhões de brasileiros vivem em Estados amazônicos, dos quais mais de um terço são pobres e residem, em sua maioria, em áreas urbanas. O Banco Mundial afirma que os benefícios fiscais a atividades industriais na Amazônia não ajudaram a estimular o crescimento da produtividade e devem ser reavaliados, ressaltando que oferecer mais incentivos tributários para as empresas não é a solução.

Com os benefícios fiscais aos fabricantes instalados na Zona Franca, o governo abre mão de arrecadar aproximadamente R$ 24 bilhões ao ano, segundo dados da Receita Federal. Segundo o documento, apesar do alto custo fiscal, o Amazonas vem perdendo competitividade e encontra cada vez mais dificuldade para atrair novas empresas, além de ver uma redução do número de empregos na indústria.

“Se conseguirmos reduzir o custo da logística para o estado do Amazonas, o ganho seria muito maior do que os incentivos e os subsídios oferecidos, há muito espaço para essa transformação estrutural”, disse Marek Hanusch, economista líder e coordenador do relatório do Banco Mundial.

No debate sobre a reforma tributária, membros do Ministério da Fazenda afirmam que não haverá mudança traumática na Zona Franca. Qualquer sinal de alteração nas regras da região, que conta com isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), costuma sofrer forte lobby contrário de empresários e parlamentares do Amazonas.

O documento também menciona a necessidade de abertura comercial do Brasil, uma das “economias mais fechadas do mundo”, o que atrairia investimentos estrangeiros e ampliaria a produtividade, reduzindo a pressão sobre as florestas.

“É possível combinar a elevação dos padrões de vida e a preservação das florestas em pé num modelo de desenvolvimento que promova, ao mesmo tempo, a produtividade urbana e rural, a proteção florestal e meios sustentáveis de subsistência para a população”, diz.

Em meio à tentativa do governo de concluir o acordo entre Mercosul e União Europeia, enquanto países europeus pressionam o Brasil a se comprometer com regras de preservação, o Banco Mundial defendeu as exigências ambientais.

“Várias salvaguardas ambientais destinam-se a reduzir os impactos desse acesso aprimorado ao mercado sobre o desmatamento. Os efeitos dessas salvaguardas variam conforme o caso: é importante que elas sejam implementadas e aplicadas adequadamente”, afirma o documento.

O relatório também sugere foco em infraestrutura e logística sustentáveis, além de reformas para remover distorções de mercado, como os subsídios. Defende ainda a efetiva implementação do Código Florestal e fiscalização para combater o desmatamento.

Para o Banco Mundial, também é preciso revisar os mecanismos de crédito rural, concentrando o apoio fiscal em agricultores menores e mais produtivos, além de estimular a bioeconomia e ampliar sistemas de proteção social.

O documento ainda destaca a importância de instrumentos de financiamento para conservação da região, citando os mercados de carbono e empréstimos vinculados a proteção ambiental. “É possível criar uma Amazônia Legal econômica, ambiental e culturalmente rica, mas o tempo já está se esgotando, e são necessárias ações urgentes para que isso se torne realidade”, diz.

Floresta em pé
O Banco Mundial calcula que a Floresta Amazônica brasileira, mantida em pé, gera anualmente um valor estimado de 317 bilhões de dólares, cifra até sete vezes maior do que a renda da exploração privada de recursos naturais na região.

A instituição enfatiza que a estimativa dos ganhos gerados pela proteção da floresta não é exata e, por isso, foi feita uma projeção “altamente conservadora”, o que significa que o valor efetivo da preservação pode ser muito maior.

Os ganhos indiretos globais com a proteção da floresta respondem pela maior fatia do valor, com 285 bilhões de dólares ao ano. Desse montante, US$ 210 bilhões dizem respeito ao armazenamento de dióxido de carbono pela floresta, US$ 65 bilhões com a disponibilização de biodiversidade e cobertura florestal a gerações futuras e US$ 10 bilhões com inovações farmacêuticas.

Em relação aos ganhos indiretos regionais, o Banco Mundial estima receitas de US$ 7,5 bilhões na agropecuária, como na polinização para a agricultura, e US$ 12,5 bilhões em redução de inundações, secas e queimadas. Há ainda o ganho privado direto, estimado em US$ 12 bilhões ao ano, como extração de madeira com técnicas de baixo impacto e produção de castanhas, borracha e outros produtos.

As cifras relacionadas à preservação se contrapõem à renda da exploração na região amazônica baseada na derrubada da floresta –ganhos estritamente privados. A receita anual varia de US$ 43 bilhões a US$ 98 bilhões, considerando atividades de agropecuária, extração de madeira e mineração, calcula o Banco Mundial.

“Temos que evitar que a Amazônia chegue a esse ponto de inflexão após o qual não seria mais possível recuperar o que foi perdido”, afirma Hanusch.

Copyright © Thomson Reuters.

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SegurançaBrasilSão Paulo

Mais de mil policiais cumprem 228 mandados prisão em operação contra o crime organizado

por Redação 10 de maio de 2023

Mais de mil policiais foram selecionados para dar cumprimento a 228 mandados de prisão e 223 de busca e apreensão durante uma operação contra o crime organizado em 13 estados. A ação teve início na manhã desta quarta-feira (10).

De acordo com informações do Ministério Público de São Paulo, o objetivo é desarticular as facções que agem nas ruas e no sistema prisional em todo o Brasil, coletando provas contra os seus integrantes. As Polícias Civil, Militar, Penal e Rodoviária Federal cumprem os mandados.

Além dos agentes, 43 promotores de Justiça e 40 servidores dos Gaecos (Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) das uniddes do Ministério Público nos Estados do Acre, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rondônia, Pará, Paraná, São Paulo, Sergipe e do Tocantins

O procurador-geral de Justiça, Mario Sarrubo, que dirige o GNCOC (Grupo Nacional de Combate ao Crime Organizado), está na frente desta operação, juntamente com os Gaecos. Mais detalhes serão passados após o fim da ação.

Fonte: r7

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EsporteBrasil

Senado aprova Lei Geral do Esporte com punição a torcidas organizadas

por Redação 10 de maio de 2023

O Senado aprovou nesta terça-feira (9) a Lei Geral do Esporte (LGE), que segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A lei determina punição às torcidas organizadas por condutas discriminatórias, racistas, xenófobas, homofóbicas ou transfóbicas. Além disso, os grupos de torcedores podem ficar impedidos de comparecer a eventos esportivos por até cinco anos.

A proposta tramitava desde 2017 e tinha sido aprovada pelo Senado, mas foi modificada pela Câmara dos Deputados, que acrescentou pontos polêmicos e sem consenso. O texto retornou ao Senado, no qual foi votado nesta terça.

A votação de termos como “o racismo, a xenofobia, a homofobia, o sexismo, […] especialmente de caráter racista, homofóbico, sexista ou xenófobo, […] racistas, xenófobas, homofóbicas ou transfóbicas” foi, inclusive, o ponto de maior divergência entre os senadores.

O senador Magno Malta (PL-ES), atendendo a um requerimento do líder do partido, Carlos Portinho (PL-RJ), solicitou a retirada dos termos do texto-base. No entanto, após a votação em plenário, os termos foram mantidos, com 43 votos contrários à retirada.

“Estamos garantindo direitos claros, transparência, responsabilidade dos recursos públicos e promoção da paz e da segurança, além da tolerância no ambiente esportivo”, afirmou a relatora do projeto, a senadora Leila Barros (PDT-DF).

A LGE reconhece ainda o esporte como uma atividade de alto interesse social. Sua exploração e sua gestão devem ser guiadas pelos princípios de transparência financeira e administrativa, pela moralidade na gestão esportiva e pela responsabilidade social de seus dirigentes. A LGE também trata do Sistema Nacional do Esporte (Sinesp), que deve ser balizado por planos decenais de esporte de estados, Distrito Federal e municípios, em consonância com o Plano Nacional do Esporte.

Entenda
O projeto original (PLS 68/2017) foi proposto para regulamentar a atividade desportiva e estabelecer normas para exploração e a gestão do setor no Brasil. Foi elaborado por uma comissão de juristas formada no Senado e aprovado em junho de 2022.

No mês seguinte, foi aprovado pela Câmara na forma de um substitutivo, que reuniu sugestões de várias proposições em tramitação nas duas Casas. O texto aprovado nesta terça (9) é o parecer da senadora Leila Barros (PDT-DF).

Fonte: r7

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SaúdeBrasilPolítica

Ministros articulam com senadores para reverter derrota na Câmara sobre o marco do saneamento

por Redação 10 de maio de 2023

Após a Câmara dos Deputados derrubar alterações feitas pelo governo federal no marco do saneamento básico, ministros devem se reunir com senadores para tentar reverter a decisão. A previsão do Senado é concluir a análise do texto em maio.

Para discutir os decretos sobre o tema, a base articula uma reunião entre líderes partidários e os ministros Jader Filho (Cidades), Walder Góes (Desenvolvimento Regional) e Rui Costa (Casa Civil). A expectativa é de que o Senado siga a decisão dos deputados.

A ideia é aproveitar a ida dos ministros das Cidades e do Desenvolvimento Regional à Comissão de Meio Ambiente (CMA) para intensificar a articulação. Eles levarão as possibilidades de alteração em que o governo tende a ceder. Já Rui Costa iria para dar peso ao grupo de ministros, com o líder da pasta de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

A articulação será feita pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). O principal argumento é de que não houve debate suficiente na Câmara, o que pode ser revertido no Senado. É o que acredita também o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder do governo no Congresso. “Os ministros virão para esclarecer o teor dos decretos. Temos mais espaço para debater, e o governo está à disposição para reorganizar e [para] eventuais mudanças”, disse Randolfe.

Na outra ponta, a oposição se organiza para derreter a tentativa do governo. Na CMA, Jader Filho terá que responder às acusações de que os decretos de Lula vão contra o Marco do Saneamento. O requerimento para ouvi-lo foi protocolado pelo líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN).

“Eu nunca entendi que um governo eleito não possa tentar implementar sua agenda, mas deve ser feito dentro do regramento institucional. Essa é nossa preocupação. Estaremos discutindo tanto a ilegalidade quanto o mérito”, justificou Marinho.

Na Câmara, o tema foi derrotado com o aval do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), e forte adesão de partidos que colaboravam com o governo, como o MDB, PSD e União Brasil. A tarefa de reverter o ambiente é difícil, sobretudo em um Congresso mais conservador.

O próprio presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já sinalizou essa tendência ao declarar não ser possível ficar rediscutindo a cada governo assuntos que já foram decididos no Legislativo.

“Todos esses projetos foram concebidos dentro de um senso de responsabilidade do Parlamento. Muitos dos personagens que votaram favoravelmente a esses projetos estão no Senado ainda hoje. É fundamental no Brasil que tenhamos respeito ao passado. Isso [a rediscussão de decisões do Congresso] gera algo nefasto para o Brasil, que é a insegurança jurídica”, afirmou Pacheco, durante encontro na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), nesta segunda (8).

O cenário pessimista já exige do governo pensar em estratégias para fazer valer as mudanças no Marco do Saneamento. Há a possibilidade de as alterações voltarem por meio de medida provisória ou por projeto de lei.

Marco do saneamento
Os decretos editados pelo presidente Lula atualizam o Marco Legal do Saneamento Básico, norma responsável por atrair investimentos para o setor com o objetivo de universalizar serviços de água e esgoto nas cidades do país até 2033, ao fornecer água a 99% da população e coleta e tratamento de esgoto a 90%.

A intenção do governo era garantir investimentos para ações de abastecimento de água e esgotamento sanitário, que seriam usados para projetos de limpeza urbana, manejo dos resíduos sólidos e drenagem e manejo das águas pluviais.

A estratégia, para isso, incluía dar uma nova chance às estatais para que comprovem ter capacidade financeira para cumprir a meta, além de retirar das empresas privadas a possibilidade de concorrer de forma igualitária nas licitações. Esses pontos foram rebatidos pelos parlamentares.

Fonte: r7

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