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Categoria:

Brasil

BrasilSegurança

Após prisão, babá confessa que namorado estuprou criança de 5 anos no PR

por Redação 1 de março de 2023

Foi preso em flagrante nesta quarta-feira (1º), por corrupção de menores e estupro de vulnerável, o namorado da babá que já havia sido detida por armazenamento de imagens pornográficas de crianças e adolescentes. O caso aconteceu em Imbituva, nos Campos Gerais do Paraná.

De acordo com a Polícia Civil do Paraná, a babá foi denunciada pelos pais da vítima. Durante a análise do celular da suspeita, no entanto, a equipe encontrou trocas de mensagens que evidenciavam que a mulher – que cuidava da criança de 5 anos na própria casa – levava o namorado, de 41 anos, para o local. Segundo a polícia, os abusos aconteciam na casa da babá.

Nas mensagens, a babá dizia que a criança de apenas 5 anos “já entendia” o que estava acontecendo, que “era espertinha” e chamava o namorado para cometer os abusos. Em outra conversa, o homem de 41 anos dizia que estava com saudades da criança de 5 anos, ao que a babá respondia que ela viria no dia seguinte.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Thiago Andrade, ao ser questionada em depoimento, a babá atribuiu toda a responsabilidade para o namorado, dizendo que ele realizava os abusos contra a criança, e ela não via, mas que o namorado encostava o órgão genital na criança e também tocava na genitália da menina.

Em conversa com o delegado, segundo informações da polícia, a babá disse que o homem realizou penetração na criança. Segundo Andrade, o caso é estarrecedor: “um dos piores que já acompanhei em minha trajetória
policial. A imoralidade sexual e a libertinagem que o casal tratava a criança é desprezível”, comentou.

Sobre as fotos da criança nua, a babá disse que a criança pedia para ela tirar as fotos. O celular da suspeita foi analisado por ordem judicial, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva contra a babá. As investigações continuam para buscar novos crimes e outras possíveis vítimas.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSem categoria

Polícia apreende caixas de dinheiro em operação sobre ‘verdurão’ que movimentou R$ 17 milhões

por Redação 1 de março de 2023

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apreendeu duas caixas de dinheiro com quase R$ 70 mil durante operação que investiga uma empresa de alimentos, do tipo “verdurão”, suspeita de movimentar R$ 17,7 milhões em quatro anos. A investigação, iniciada em 2017, apura lavagem de dinheiro a partir de um comércio de fachada.

A operação, da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Ordem Tributária, cumpriu 16 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, em Minas Gerais e em Goiás. Os policiais estiveram em empresas, escritórios de contabilidade e residências dos envolvidos. Também foi feito o sequestro de bens dos investigados.

De acordo com a investigação, o padrão de vida declarado por alguns dos investigados era diferente da quantia de dinheiro movimentada na conta-corrente vinculada à empresa de alimentos, que não tinha sede para a comercialização de produtos.

Em um primeiro momento, a polícia realizou a quebra dos sigilos fiscais e bancários de uma família de empresários que possui atividades em diversos ramos, entre elas no setor de alimentos, assessoria imobiliária, importação e exportação de produtos nutricionais e clínica de emagrecimento.

Durante a investigação, segundo a polícia, chamou atenção a “inconsistência na origem de recursos que foram movimentados em altíssimos volumes por uma empresa pequena, sem ter havido nenhuma declaração prestada às autoridades fazendárias de comercializações”.

Os suspeitos estão sendo investigados pela possível prática de crimes de associação criminosa, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de bens. Se condenados, podem pegar até 23 anos de prisão.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Batida que pulverizou dois trens na Grécia deixa 36 mortos e 85 feridos

por Redação 1 de março de 2023

Ao menos 36 pessoas morreram e 85 ficaram feridas na colisão de um trem de passageiros, que viajava entre Atenas e Tessalônica, com um comboio de carga, informou o Corpo de Bombeiros da Grécia ao atualizar o balanço da tragédia nesta quarta-feira (1). O acidente aconteceu na altura da cidade de Lárissa, na região central do país. Um trem com 350 passageiros bateu em um comboio de mercadorias pouco antes da meia-noite de terça-feira (19h de Brasília).

“O número de mortos aumentou para 36”, afirmou o porta-voz dos bombeiros, Vassilis Vathrakogiannis, em uma entrevista coletiva. Ele também disse que os trabalhos para resgatar passageiros prosseguem. Além disso, “66 pessoas foram hospitalizadas, seis delas na UTI”, acrescentou.

“É uma tragédia sem precedentes”, declarou o porta-voz do governo, Yiannis Oikonomou.

O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, expressou condolências em uma mensagem no Twitter. “Chocado com as notícias e as imagens da colisão dos dois trens”, escreveu, em grego.

As possíveis causas da colisão não foram divulgadas. A imprensa grega afirma que este é o pior acidente ferroviário da história do país.

A violência do choque foi tão intensa que as locomotivas e os vagões dianteiros foram pulverizados.

As imagens mostram vagões de trem carbonizados em um emaranhado de metal e janelas quebradas. Outros vagões menos danificados tombaram e as equipes de emergência usavam escadas para tentar resgatar os sobreviventes.

COMO UM TERREMOTO
Quase 150 bombeiros, com 40 ambulâncias, foram enviados ao local da tragédia.

“Nunca vi algo assim na minha vida. É trágico. Cinco horas depois ainda estamos encontrando corpos”, afirmou um bombeiro, exausto, ao sair de uma área de onde ele e sua equipe retiravam os corpos das vítimas.

“Sentimos a colisão como um grande terremoto”, declarou à AFP Angelos, um passageiro de 22 anos. “Foi um pesadelo”, completou.

Mecânicos e guindastes também foram enviados ao local para tentar retirar os escombros e levantar os vagões. “A maioria dos passageiros foi resgatada”, disse o porta-voz do Corpo de Bombeiros. “A operação para liberar as pessoas presas está em curso e acontece em condições difíceis, devido à gravidade da colisão entre os dois trens”, explicou.

De acordo com as equipes de emergência, 194 passageiros foram retirados do trem.

O ministro da Saúde da Grécia, Thanos Plevris, disse que “a maioria dos passageiros era de estudantes” que retornavam para Tessalônica após um fim de semana prolongado por um feriado.

No canal de televisão Skai, o governador da região, Kostas Agorastros, afirmou que “infelizmente,o número de feridos e mortos corre o risco de ser elevado”.

Uma reunião de crise foi organizada após o acidente e o primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis seguia para o local da tragédia.

O governo decretou luto nacional de três dias.

“GRANDE BARULHO”
Uma jovem, chorando, explicou ao jornal local Onlarissa que “o trem estava atrasado e parou por alguns minutos quando um grande barulho foi ouvido”.

“Passamos por algo muito chocante. Não estou ferido, mas estou manchado com o sangue de outras pessoas que foram feridas ao meu lado”, disse Lazos, um passageiro entrevistado pelo jornal Protothema.

“No momento do acidente, nós ficamos assustados porque as janelas quebraram. As pessoas gritavam e estavam assustadas”, disse outro passageiro ao canal Skai.

Os dois hospitais da região de Lárissa receberam os feridos, segundo o jornal Onlarissa. Além disso, os hospitais militares de Tessalônica e Atenas estão de sobreaviso em caso de necessidade.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Policial militar dá soco no rosto de jovem em academia

por Redação 1 de março de 2023

Uma jovem de 18 anos foi agredida por um policial militar dentro de uma academia em Goiânia, na tarde desta terça-feira (28). A violência teria sido motivada porque a vítima usava o celular no aparelho de exercício e a esposa do agente esperava para revezar.

As câmeras de vigilância da academia flagraram o momento da agressão. No registro é possível ver que o agressor, identificado como Luiz Pereira da Silva Neto Moura de Macena Mendonça, passa a mão na barriga da jovem, e, quando ela reage, ele a empurra e dá um soco em seu rosto.

As pessoas que estão junto com a jovem tentam ajudá-la, mas o militar impede e avança em uma das testemunhas. Todos foram encaminhados para a delegacia.

Motivação
Conforme a Polícia Militar (PM), a mulher estava treinando em uma máquina quando a esposa do agressor perguntou o quanto faltava para ela liberar a máquina. Enquanto ela terminava seu exercício, o casal teria se incomodado porque ela estava usando o celular.

Depois que a mulher deixou a máquina, Luiz foi atrás da vítima para provocá-la e a discussão, seguida de agressões, começou.

De acordo com informações apuradas pelo Metrópoles, o PM não faz mais parte do quadro de alunos da academia.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilCidade

Turista de SP aluga apartamento no Rio por causa da vista para o mar, se dá mal e viraliza nas redes

por Redação 1 de março de 2023

A modelo Gabi Camargo, que saiu de São Paulo para viajar para Copacabana, no Rio de Janeiro, durante os quatro dias de Carnaval, se surpreendeu após chegar ao apartamento alugado e a vista para o mar que tinha no anúncio ser falsa. “Era só um adesivo”, contou.

A jovem havia alugado o apartamento para passar o feriado prolongado com os amigos. Segundo ela, é muito comum que alguns locais na cidade tenha vista para o mar, já que toda a região é de praia.

“Alugamos um apartamento e pelo anúncio achamos que tinha vista para o mar”, escreveu em vídeo publicado nas redes sociais que viralizou, com mais de 289 mil curtidas.

Quando Gabi tocou na janela, percebeu que se tratava de um adesivo e, ao abrir, deparou com a vista de outros apartamentos.

Mal-entendido

Apesar de ter compartilhado a situação inusitada, Gabi conta que a culpa desse “mal-entendido” foi dela e dos amigos, já que, só depois, abrindo novamente o anúncio eles perceberam que constava a informação de que era um adesivo na janela. “No final, foi até engraçado.”

Mesmo assim, segundo ela, o apartamento tem uma qualidade ótima. “O imóvel é novo e maravilhoso. Fica muito bem localizado e perto da praia. A questão é que nunca fiquei hospedada em nenhum apartamento com adesivo antes, a criatividade foi de milhões”, brincou a modelo.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Saiba como funcionam sirenes que ajudam a reduzir mortes por chuva

por Redação 28 de fevereiro de 2023

O prefeito Felipe Augusto (PSDB), de São Sebastião, cidade mais castigada pelo aguaceiro despencado sobre o litoral norte do estado de São Paulo entre sábado (19) e domingo (20), defende a tese acima no início dos socorros. Por ela, chegou a bater boca com jornalistas de uma rádio paulista que cobraram o equipamento e desligaram o microfone, enquanto o prefeito empilhava frases aos berros.

Em meio ao impacto, integrantes das brigadas de socorro adotaram, equivocadamente, a ideia de que o som de sirenes, no caso do litoral norte, poderia deixar as pessoas nervosas e aumentar o problema.

Com o passar dos primeiros dias, após o governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos), revelar sua decisão de colocar sirenes em comunidades instaladas em pontos de risco em todo o estado, o tucano recuou. “Neste momento devemos adotar tudo o que puder ajudar”, contemporizou.

Formado em infraestrutura e conhecedor do sistema implantado na capital fluminense e em outros municípios do estado do Rio de Janeiro, o carioca Tarcísio de Freitas estava mais perto da razão do que o prefeito. Sirenes, do outro lado da via Dutra, estão muito longe de ser meramente sirenes. Representam a ponta final, mais visível e, por motivos óbvios, mais ouvida de um detalhado sistema de prevenção e ação de defesa civil.

Ele inclui etapas, treinamentos, orientações de ação para o momento de deixar os imóveis, definição de rotas de fuga, criação de pontos de apoio seguros, parceria com líderes comunitários, entre outras ferramentas. Um conjunto com início, meio e fim.

Os módulos de sirene começaram a ser implantados na cidade do Rio de Janeiro em 2011. Hoje, há 163 em 105 comunidades do município. Se forem incluídos os pontos instalados em outras cidades fluminenses, entre elas Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, na região serrana, e Niterói e São Gonçalo, na metropolitana, o total se aproxima de 250.

No caso do município do Rio, as sirenes são ligadas ao Centro de Operações da Defesa Civil. Emitem, basicamente, três alertas sonoros. O primeiro é disparado horas antes, a partir de previsões, nos locais em que há ameaça ou formação de chuva com média mínima de 50 litros de água por metro quadrado de chão — em pontos de São Sebastião e Bertioga chegaram a desabar 680 litros.

E também nos locais em que nuvens pesadas começam a cobrir o céu. Nos dois casos, o som das sirenes é disparado, seguido por uma gravação de alerta e aviso preventivo sobre a chuva em formação. Se a ameaça de temporal cresce, logo depois vem o segundo toque de sirene, com mensagem orientando moradores a deixar as casas por rotas de fuga predefinidas, à procura de locais seguros e pontos de apoio. As pessoas são aconselhadas a fechar a válvula de gás e a desligar a chave de luz, tudo rapidamente, antes de deixar os imóveis.

Depois que o toró chega e passa, quando não há efeitos que demandem atendimentos especiais, o terceiro toque de sirene é acionado, acompanhado de uma mensagem de aconselhamento à desmobilização e ao retorno para casa.

“As sirenes são parte de um sistema que inclui ação, treinamento, definições e simulações. Além disso, pedimos às pessoas que busquem abrigo em locais seguros. Muitos têm medo de deixar as casas, mas, na hora da tempestade, a vida deve estar em primeiro lugar”, resume o coronel Rodrigo Gonçalves, da Defesa Civil fluminense.

O protocolo e os procedimentos são precedidos por treinamentos dados pela Defesa Civil a líderes comunitários, definição das melhores rotas de fuga e pontos de abrigo e apoio e, em dias de tempo firme, simulação da retirada de moradores após o som das sirenes. Em casos reais, os líderes comunitários recebem mensagens do Centro de Controle, pelo celular, e começam a agir.

Sirenes, evidentemente, não resolvem todo o problema — mas efetivamente ajudam a diminuir o número de vítimas e, consequentemente, a dimensão das tragédias. De acordo com um levantamento do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, o IPT, atualizado até quinta-feira (23), mas ainda sem a inclusão das vítimas do litoral norte, ao menos 4.219 pessoas morreram em deslizamentos no Brasil desde 1988.

O ano com maior número de mortes foi o de 2011, com 969, quase todas nos temporais que tiraram a vida de 428 pessoas em Nova Friburgo e 387 em Teresópolis. O segundo foi o de 2022, com 455, total inflado com a tragédia de 15 de fevereiro daquele ano, que deixou 230 pessoas mortas em Petrópolis, também na região serrana do estado.

Nos três casos, além da força rara e devastadora das chuvas, os programas e sistemas de sirene ainda não estavam aplicados e equipados como agora. Em 20 de março de 2022, um domingo, apenas 33 dias depois da tragédia dos 230, Petrópolis enfrentou novo temporal pesado. Nove pessoas morreram, mas os técnicos da Defesa Civil do estado foram unânimes em afirmar que o número de vítimas dessa segunda chuva seria certamente maior sem o programa de sirenes.

No dia 12 de março de 2016, um sábado, dois homens morreram na comunidade de Chácara do Céu, no bairro de Santa Teresa, centro do Rio de Janeiro. Foram as primeiras mortes por deslizamento na cidade desde a instalação das primeiras sirenes, em 2011.

Para uma cidade com a topografia do Rio de Janeiro, com seus frequentes temporais e milhões de pessoas que vivem em habitações precárias de comunidades espalhadas por morros e pela floresta da Tijuca, a maior em trecho urbano do mundo, ficar cinco anos sem vítimas é sintoma claro da utilidade do sistema.

Há um detalhe adicional. De acordo com a Defesa Civil, os dois homens mortos em 2016 ouviram o som das sirenes, foram alertados com veemência por técnicos e líderes comunitários sobre o risco de permanecer em casa, mas, ainda assim, se recusaram a deixar o local.

Muitos dos 65 mortos nos temporais do litoral norte de São Paulo (ainda havia um desaparecido na noite de segunda-feira, 27) foram encontrados sobre ou próximo a camas e colchões. E também no corredor principal da Vila Sahy, a mais atingida pela chuva, soterrados pela lama.

No primeiro caso, o som dos alarmes, entre a noite e a madrugada, poderia ter levado ao menos parte deles a deixar as casas a tempo. No segundo, a existência de uma rota de fuga, treinada com moradores e exercícios em simulações, talvez reduzisse o problema.

A tragédia teria sido menor — ainda que se salvasse a vida de assustados com sirenes.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Ministro sobre trabalho análogo à escravidão em Bento Gonçalves: ‘Não é um caso isolado’

por Redação 27 de fevereiro de 2023

O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, afirmou que o recente caso de trabalhadores resgatados em condições análogas à escravidão em Bento Gonçalves (RS) não é um episódio único. “Não se trata de um caso isolado, sabendo como se dão as relações de trabalho no nosso país”, disse o ministro, na noite deste domingo (26), em Genebra, na Suíça, onde participa da 52ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).

Almeida detalhou as ações tomadas pela pasta após o resgate de mais de 200 vítimas, na última quarta-feira (22), que atuavam na colheita de uva e no abate de frangos, na Serra Gaúcha. Segundo o ministro, elas receberão apoio e proteção dos órgãos competentes.

Ele declarou, ainda, que o caso será apurado também na esfera administrativa. Participaram da força tarefa que resgatou os trabalhadores o Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul (MPT-RS) a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho.

“Solicitei a imediata convocação de uma reunião extraordinária da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae) para que nós articulemos as ações que deverão ser tomadas no caso, como exigir apuração nas esferas criminal e trabalhista, mas principlamente dar suporte às pessoas que foram resgatadas, a fim de que possam ter a melhor assistência possível”, afirmou Almeida.

“Também determinei à Coordenação-Geral de Combate ao Trabalho Escravo do ministério a instauração de procedimentos administrativos, a fim de que tomar as providências necessárias para a proteção desses trabalhadores, bem como fazer as interlocuções necessárias com os órgãos envolvidos, para incrementar a fiscalização e saber também qual é o estado dessa questão na região”, disse.

Por fim, o ministro pediu à secretária Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (SNPDDH), Isadora Brandão, um diagnóstico do estado da política de erradicação do trabalho escravo no Brasil.

Operação
A denúncia que levou ao resgate dos trabalhadores em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, chegou às autoridades após um grupo escapar do local e relatar as condições das vítimas à PRF.

Elas eram submetidas a jornadas exaustivas de trabalho, recebiam comida imprópria para consumo — por vezes, estragada —, viviam em alojamentos insalubres e eram mantidas no local por supostas dívidas alegadas pelo empregador.

Além disso, os trabalhadores só podiam comprar produtos para consumo próprio em um único estabelecimento, em que os preços eram elevados e descontados dos salários.

Feito o resgate, agentes do MPT-RS (Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul) estiveram no local para colher depoimentos das vítimas, colaborar com as negociações entre os trabalhadores e o empregador e garantir o retorno deles às cidades de origem — a maioria, na Bahia.

Suíça
Silvio Almeida está em Genebra desde sábado (25) para evento da ONU sobre direitos humanos. Os trabalhos devem ocorrer entre esta segunda-feira (27) e a próxima sexta (3). O encontro reúne o chamado segmento de alto nível, com a participação de chefes de Estado e de governo e de ministros de pastas afetas à temática dos direitos humanos.

O ministro discursa no evento nesta segunda-feira (27), a partir das 15h (horário de Genebra) no Segmento de Alto Nível. Ele vai se reunir, ainda, durante o encontro, com chefes de delegação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e com a chanceler do Chile, Antonia Urrejola Noguera.

Saiba como identificar e denunciar o trabalho escravo
O trabalho análogo ao da escravidão moderna pode ser identificado por qualquer pessoa e tem as seguintes características:

• Trabalho forçado (indivíduo submetido a exploração, sem poder deixar o local por conta de dívidas ou ameaças);
• Jornada exaustiva (horas diárias ou dias por semana desgastantes, que põem em risco a saúde do trabalhador ou trabalhadora);
• Servidão por dívida (trabalho para pagar dívidas ilegais que “prendem” o trabalhador à atividade);
• Condições degradantes (elementos que indicam a precariedade do trabalho: alojamento insalubre, alimentação de baixa qualidade, maus-tratos, ausência de assistência médica, saneamento básico e água potável).

A denúncia de um caso de trabalho escravo pode ser realizada pelo Disque 100. A notificação do Ministério Público do Trabalho pode ser feita pelo MPT Pardal, aplicativo disponível nos sistemas Android e iOS.

A Detrae, divisão do governo federal, recebe denúncias por meio deste link.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Menino de sete anos morre após cair do 4º andar de prédio no Rio

por Redação 27 de fevereiro de 2023

Um menino de sete anos morreu depois de cair do quarto andar de um prédio no Andaraí, zona norte do Rio de Janeiro. Hallan Luís Silva Ramos Ventura estava sozinho em casa com o irmão de oito anos quando o acidente aconteceu.

De acordo com os vizinhos, o menino tentou passar de uma janela para outra e acabou caindo do prédio. O corpo foi encontrado pelo porteiro.

As crianças estavam sozinhas porque a mãe saiu e não disse para onde. Os moradores do prédio disseram que, quando viram Hallan pendurado na janela, tentaram fazer contato com ela, mas a mãe não atendeu às ligações.

Os pais do menino são separados e quando o pai de Hallan chegou, a criança já estava sem vida. O corpo foi levado para o IML (Instituto Médico Legal).

Segundo informações, vizinhos relataram à polícia que a mãe costumava deixar as crianças sozinhas em casa e que o apartamento estava em estado de insalubridade.

O caso é investigado pela 20ª DP (Vila Isabel).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

TJ-RJ registrou 21 casos de violência contra a mulher na Sapucaí

por Redação 24 de fevereiro de 2023

Uma iniciativa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro possibilitou a criação de um protocolo de atendimento em casos de violência contra a mulher durante os desfiles no Sambódromo, em espaço próprio para as denúncias. Ao todo, o posto do Sambódromo fez 21 atendimentos. Em quatro dias de desfile no Sambódromo, sendo que 19 pessoas foram levadas a audiências.

Os crimes variaram de lesão corporal grave, lesão corporal leve e crime contra a economia popular, além do caso de injúria racial. O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo Cardozo, afirmou que o funcionamento do posto “mostrou que o Poder Judiciário está atento e vigilante” diante das ocorrências registradas em grandes eventos como o desfile das escolas de samba.

O posto voltará a funcionar neste sábado (25) durante o desfile das Campeãs, no Sambódromo. Uma juíza ficará responsável pelo atendimento as mulheres.

Racismo

O posto de atendimento do Juizado do Torcedor e dos Grandes Eventos, instalado no Setor 11 do Sambódromo durante os quatro dias de desfiles, foi fundamental para solução de um possível caso de injúria racial registrado por uma funcionária da segurança. Ela proibiu a entrada de duas pessoas sem credencial no acesso às tribunas.

A vítima foi atendida pela juíza Renata Guarino, coordenadora dos plantões, depois que um servidor da Empresa de Turismo do Rio (Riotur) acabou acusado de agredir e ofender a funcionária da segurança. Além de receber um soco, a mulher disse ter sido chamada de “macaca”. Através de uma medida cautelar, o acusado teve a entrada na Avenida Marquês de Sapucaí proibida e a credencial retida para o restante do Carnaval.

Violência no feriado

O Instituto Fogo Cruzado fez um levantamento mapeado durante o período do Carnaval, indicando que na região metropolitana do Rio foram registrados 22 tiroteios entre 18h de sexta-feira (17) e meio-dia da quarta-feira de Cinzas (22). Ao todo, 33 pessoas foram baleadas nesse período, sendo que destas, nove morreram e 24 ficaram feridas.

A capital fluminense registrou o maior número de tiroteios, com 13 trocas de tiros e três mortos. As cidades de Magé, Nova Iguaçu, São João de Meriti e Queimados, na Baixada Fluminense, tiveram um total de seis pessoas mortas e 24 feridas durante o carnaval. O município de São Gonçalo, o segundo colégio eleitoral do Estado, na região metropolitana registrou dois tiroteios com um morto e dois feridos.

De acordo com o coordenador regional do Instituto Fogo Cruzado no Rio de Janeiro, Carlos Nhanga, as autoridades devem pensar em formas de diminuir a presença de armas das ruas do estado. “O carnaval é um período de lazer mas quem circula pelas ruas armado durante o ano todo, também vai circular armado durante o Carnaval. Esta deve ser uma preocupação constante das autoridades: como podemos reduzir a circulação de armas no estado?”.

Segundo ele, em feriados prolongados o problema aumenta. “As cidades estão mais movimentadas, há mais aglomeração e os danos podem ser maiores. O Carnaval é muito importante para Rio de Janeiro e sua população merece curtir em segurança”.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Garimpeiros atacam base do Ibama na Terra Yanomami, em Roraima

por Redação 24 de fevereiro de 2023

Garimpeiros atacaram a base federal do Ibama instalada há duas semanas na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, nesta quinta-feira (23). De acordo com o governo federal, criminosos armados furaram o bloqueio montado no rio Uraricoera e atiraram contra agentes do Ibama que haviam abordado uma das embarcações.

Na troca de tiros, um dos garimpeiros ficou ferido e foi detido pela Polícia Federal por atacar servidores públicos.

“Os criminosos desciam o rio em sete ‘voadeiras’ de 12 metros carregadas de cassiterita. O carregamento de minério roubado da terra indígena foi identificado por drones operados pelo Ibama. Após o ataque, os criminosos fugiram”, afirmou o governo.

De acordo com o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, o ataque criminoso foi programado. “Todos aqueles que tentarem furar o bloqueio serão presos. Acabar com o garimpo ilegal é uma determinação do presidente Lula”, afirmou.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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