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Categoria:

Brasil

Brasil

Quem é Ricardo Magro, dono da Refit e alvo de megaoperação contra sonegação no setor de combustíveis

por Redação 28 de novembro de 2025

O empresário Ricardo Magro, proprietário da Refit e alvo de uma megaoperação focada em sonegação de impostos no setor de combustíveis, tornou-se uma figura emblemática do mercado energético brasileiro. Dono de um histórico de dívidas que somam R$ 26 bilhões com estados e União, Magro acumula múltiplas facetas: é advogado de formação, já atuou para nomes como o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e, longe dos negócios, se apresenta como DJ sob o nome artístico Orgam, versão invertida de seu sobrenome.

Apesar de estar frequentemente associado a suspeitas no Brasil — entre elas a operação mais recente e a investigação Carbono Oculto, que mirou lavagem de dinheiro ligada ao PCC — Magro vive em Miami, longe da refinaria localizada no bairro de Manguinhos, no Rio de Janeiro. Na Flórida, ostenta imóveis e bens de alto padrão, sempre negando a pecha de “maior sonegador de impostos do país”.

Quem convive com ele o descreve como alguém reservado e avesso a exposição pública, embora sua inserção na classe política seja conhecida, assim como os repetidos perdões e reduções de dívidas conquistados ao longo dos anos. O caso mais recente ocorreu em outubro, quando a Alerj aprovou descontos de até 95% e parcelamento em 180 meses, apesar da tentativa de setores da oposição de retirar a Refit do projeto.

A empresa é a segunda maior devedora do Rio, ficando atrás apenas da Petrobras, e lidera o ranking em São Paulo. Apenas em um ano, segundo a investigação, o grupo envolvido teria movimentado R$ 70 bilhões por meio de empresas, fundos e offshores para mascarar lucros.

Além das investigações criminais, a Refit foi alvo de interdição pela ANP em setembro devido a irregularidades identificadas na refinaria. Os serviços foram retomados parcialmente no mês seguinte. Paralelamente, Magro acionou judicialmente diretores da agência e mobilizou aliados políticos para pressionar o órgão regulador.

A relação com figuras influentes da política também se manifestou quando veio à tona que Magro — como DJ Orgam — teria preparado um set musical chamado “esquenta despedida flor e rueda” para Antonio Rueda, presidente do União Brasil, e sua esposa.

Ricardo Magro já esteve no centro de outras investigações. Em 2016, foi preso sob acusação de envolvimento em um esquema de desvio de recursos dos fundos de pensão da Petrobras e dos Correios, mas acabou absolvido.

Documentos do processo de separação do empresário, aos quais a Folha de S.Paulo teve acesso, revelam detalhes de seu patrimônio. Ele e a então esposa moravam em uma casa de mais de 9 mil m² em Miami, avaliada em cerca de R$ 18,7 milhões, além de outras propriedades em regiões nobres da Flórida, como Key Biscayne, e um barco de luxo. Após deixar o imóvel, passou a alugar uma propriedade pertencente à estrela da NBA LeBron James e a circular na região com um Maserati, modelo que pode superar R$ 1 milhão.

Fonte: G1

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8 de janeiro

STF inicia julgamento da ex-cúpula da PM do DF por omissão nos atos golpistas de 8 de janeiro

por Redação 28 de novembro de 2025

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa nesta sexta-feira (28) o julgamento dos sete ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal acusados de omissão durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas em Brasília. A análise será conduzida pela Primeira Turma da Corte e tem previsão de durar até 5 de dezembro, podendo ser interrompida caso algum ministro peça vista ou destaque.

Os sete réus estavam no comando operacional da PMDF no dia dos ataques e são acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de falharem deliberadamente no planejamento e na resposta às ações antidemocráticas. Entre os acusados estão:

Fábio Augusto Vieira, então comandante-geral da PMDF;

Klepter Rosa Gonçalves, subcomandante-geral à época;

Jorge Eduardo Barreto Naime, coronel;

Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra, coronel;

Marcelo Casimiro Vasconcelos, coronel;

Flávio Silvestre de Alencar, major;

Rafael Pereira Martins, tenente.

Todos respondem ao processo em liberdade provisória, mas seguem submetidos a restrições, como uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno e nos fins de semana, apresentação semanal à Justiça, suspensão do porte de arma e proibição de usar redes sociais e de manter contato com outros investigados. Em outubro, o ministro Alexandre de Moraes determinou que o Governo do Distrito Federal enviasse atualizações diárias sobre o monitoramento das tornozeleiras dos acusados.

A PGR afirma que a ex-cúpula da PMDF tinha informações prévias de risco e, mesmo assim, não reforçou o policiamento, não impediu a invasão e não atuou para contê-la, o que teria facilitado a ação dos grupos que destruíram as sedes do Executivo, Legislativo e Judiciário. Para a Procuradoria, a omissão deve ser punida porque os policiais ocupavam “posição de garante”, prevista na Constituição e na Lei Orgânica da corporação, que impõe aos militares a obrigação de preservar a ordem pública e assegurar o funcionamento dos poderes constituídos. Assim, podem responder pelos mesmos crimes cometidos pelos invasores, conforme previsão do Código Penal.

As defesas, por outro lado, negam irregularidades, apontam falta de provas e defendem a absolvição dos policiais. Sustentam que não houve omissão intencional nem participação nos atos golpistas.

Fonte: G1

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Política

Congresso derruba vetos de Lula e altera regras fiscais e ambientais; impacto atinge estados e órgãos de controle

por Redação 28 de novembro de 2025

O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (27), vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em duas pautas estratégicas: o programa de refinanciamento das dívidas estaduais (Propag) e o novo marco de licenciamento ambiental. A decisão aprofunda o desgaste entre o Palácio do Planalto e o Legislativo, que já viviam dias de tensão.

Na área fiscal, deputados e senadores restabeleceram trechos do Propag que permitem aos estados utilizar recursos de obras federais e verbas do Fundo de Desenvolvimento Regional para abater juros e dívidas com a União. As mudanças favorecem especialmente unidades federativas mais endividadas, como:

São Paulo — R$ 291,7 bilhões

Rio de Janeiro — R$ 178,5 bilhões

Minas Gerais — R$ 164,1 bilhões

Rio Grande do Sul — R$ 101,6 bilhões

Goiás — R$ 19 bilhões

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, afirmou que o Planalto precisou negociar com partidos da oposição para tentar reduzir perdas.

No campo ambiental, o Legislativo derrubou 63 vetos ao novo marco de licenciamento. Apenas um ponto foi retirado da votação — o que cria uma licença especial para projetos estratégicos, que será analisado posteriormente. A maioria dos dispositivos vetados foi restabelecida, incluindo:

criação da Licença por Adesão e Compromisso (LAC), modalidade de autodeclaração que permite início imediato de atividades sem análise técnica prévia;

ampliação da autonomia de estados e municípios para definir critérios de licenciamento, reduzindo o papel do Conama;

dispensa de licenciamento para duplicações e manutenções de rodovias e para atividades rurais em áreas sem CAR homologado;

eliminação da consulta prévia a povos indígenas e comunidades tradicionais;

retirada da necessidade de autorização específica do Ibama para remoção de vegetação nativa da Mata Atlântica.

A decisão provocou forte reação de ambientalistas e órgãos federais. A coordenadora do Observatório do Clima, Suely Araújo, classificou a mudança como um “enterro do licenciamento ambiental”. O presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, afirmou que cerca de 80% do licenciamento do país ficará sujeito a autorizações automáticas, comparando o modelo a “uma pessoa que se prescreve o próprio remédio”.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que o governo estuda contestar trechos da lei no Supremo Tribunal Federal por possível inconstitucionalidade. Segundo ela, a flexibilização abre caminho para insegurança jurídica: “Haverá uma guerra de judicializações”, declarou.

Fonte: G1

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Mounjaro

Médico com 750 mil seguidores é alvo da PF por suspeita de fabricar Mounjaro ilegalmente em São Paulo

por Redação 27 de novembro de 2025

O médico Gabriel Almeida, que reúne quase 750 mil seguidores nas redes sociais e atende em uma clínica de alto padrão no Jardim Europa, em São Paulo, foi alvo de uma operação da Polícia Federal nesta quinta-feira (27). Ele é investigado por supostamente integrar uma quadrilha especializada na produção e venda ilegal do medicamento Mounjaro (Tirzepatida), utilizado para emagrecimento.

Segundo a PF, Almeida seria o principal nome do grupo formado por profissionais da saúde, clínicas e laboratórios que produziam a substância sem autorização, manipulando o princípio ativo do medicamento sem pagamento de patente e em desacordo com normas sanitárias. As investigações indicam que o produto era comercializado nas redes sociais como se fosse regularizado, sem controle de qualidade, esterilidade ou rastreabilidade, o que aumentaria o risco sanitário aos consumidores.

A operação, chamada Slim, cumpre 24 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro. A investigação durou quase um ano e teve início após denúncia da fabricante detentora da patente.

O consultório principal de Almeida, o Núcleo GA, está localizado na Avenida Brasil, área nobre da capital paulista, e possui unidades também em Salvador, Petrolina e Feira de Santana. Além da atuação clínica, o médico é palestrante e autor de livros sobre emagrecimento.

A defesa do médico nega qualquer irregularidade. Em nota, afirma que Almeida é apenas prescritor, não manipula medicamentos e não faz comércio ilegal de substâncias. Os advogados classificam como “tecnicamente impossível” a acusação de que ele fabricaria fármacos e alegam que sua atuação se restringe à medicina clínica e docência.

A defesa sustenta ainda que a investigação não trata de falsificação de medicamentos, mas de uma disputa jurídica sobre patente da Tirzepatida, e que a manipulação da substância é permitida por normas da Anvisa e pela legislação vigente. Os representantes dizem que o médico colabora com a PF e entregou voluntariamente celulares e computadores para perícia.

Fonte: G1

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Bolsonaro

Jair Renan diz que Bolsonaro se sente injustiçado e mantém crises de soluços durante prisão na PF

por Redação 27 de novembro de 2025

O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta quinta-feira a visita do vereador de Balneário Camboriú Jair Renan (PL) e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Segundo o filho, Bolsonaro segue fragilizado, continua apresentando crises de soluços e afirma sentir-se injustiçado. Ele cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes.

Jair Renan relatou que o pai enfrentou crises de soluços ao longo da noite e que, durante os 30 minutos autorizados para a visita, seguia com o incômodo. O vereador afirmou ter levado livros de caça-palavras como forma de distração e disse que a conversa não abordou política.

O encontro ocorreu após visitas dos outros filhos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o vereador Carlos Bolsonaro (PL), autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Desde o início da prisão, a família segue protocolos rígidos impostos pela PF, como proibição de celulares e tempo limitado de permanência.

Bolsonaro foi preso preventivamente no sábado por decisão do ministro Alexandre de Moraes, que apontou risco de fuga e violação da tornozeleira eletrônica. Na terça-feira, Moraes determinou o trânsito em julgado da ação penal da trama golpista, convertendo a prisão preventiva em início de cumprimento de pena.

Após visita anterior, Carlos Bolsonaro afirmou que o pai está “devastado psicologicamente”, chorou, mostra inconformismo com a prisão e tem se alimentado pouco.

Recurso da defesa

Mesmo com o trânsito em julgado, a defesa do ex-presidente anunciou que vai ingressar com embargos infringentes. Moraes, porém, destacou que o recurso não é cabível no caso, já que a defesa perdeu o prazo para novos embargos de declaração e, segundo jurisprudência do STF, embargos infringentes só podem ser apresentados quando há ao menos dois votos divergentes. A condenação de Bolsonaro acabou em 4 a 1, com divergência apenas do ministro Luiz Fux.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Do porto aos postos: investigação revela esquema bilionário de sonegação envolvendo a Refit

por Redação 27 de novembro de 2025

A operação Poço de Lobato, deflagrada na manhã desta quinta-feira (27) por uma força-tarefa nacional, revelou um complexo esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro atribuído à Refit, antiga refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro. Segundo a Receita Federal, o grupo movimentou mais de R$ 70 bilhões em apenas um ano, ocultando lucros por meio de empresas próprias, fundos de investimentos e offshores instaladas em paraísos fiscais.

Os investigadores apontam que o esquema começava na importação de combustíveis pelos portos e se estendia até a venda final nos postos. A Refit, que tem sede no Rio e atuação em todo o país, é comandada pelo empresário Ricardo Magro e figura entre os maiores devedores de ICMS em São Paulo, no Rio de Janeiro e na União. A defesa do grupo não havia se manifestado até a publicação desta reportagem.

As ações desta quinta ocorreram no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal. O Ministério Público e a Receita identificaram uma organização dividida em núcleos — internacional, tecnológico, jurídico, além de fintechs, bancos, distribuidoras e postos de combustíveis — com o objetivo de beneficiar um núcleo familiar, segundo os promotores. Como o processo corre sob sigilo, os nomes das empresas investigadas não foram divulgados.

Como funcionava o esquema

De acordo com a Receita Federal, a fraude começava na importação de nafta, hidrocarbonetos e diesel. Entre 2020 e 2025, os investigados importaram mais de R$ 32 bilhões em combustíveis. Na operação Cadeia de Carbono, quatro navios da Refit foram retidos com 180 milhões de litros de combustível, o que levou a Agência Nacional do Petróleo (ANP) a interditar a refinaria ao constatar diversas irregularidades, incluindo declaração falsa de produtos, ausência de comprovação de refino e uso de aditivos não autorizados.

A Justiça do Rio chegou a reabrir a refinaria em outubro, mas dois dias depois o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou nova interdição.

Além da importação, a investigação encontrou indícios de sonegação nas etapas realizadas por formuladoras — responsáveis por misturar componentes para produzir gasolina e diesel —, distribuidoras e postos de combustíveis. Cada elo da cadeia, segundo o Fisco, contribuía para reduzir artificialmente os valores devidos em impostos.

O lucro obtido com as fraudes era destinado à aquisição de bens, empresas e fundos de investimento. A Receita identificou inicialmente 17 fundos ligados ao grupo, totalizando R$ 8 bilhões em patrimônio líquido. Posteriormente, foram identificados 50 fundos. Segundo o órgão, muitos eram fechados e tinham apenas um cotista, criando sucessivas camadas de ocultação.

A operação é conduzida pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo (Cira-SP) e envolve Receita Federal, Ministério Público de São Paulo, secretarias estadual e municipal da Fazenda, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, Procuradoria-Geral do Estado de SP e as polícias Civil e Militar.

Posicionamento da empresa

A Refit não respondeu aos contatos nesta quinta-feira (27). Em nota divulgada em setembro, a empresa afirmou ter recebido “com surpresa e indignação” a decisão de interdição e declarou manter histórico de atuação legítima e alinhada às normas da ANP. A companhia destacou possuir 2.500 funcionários, capacidade de produção auditada e certificação ISO 9001:2015.

Segundo a refinaria, suas operações atendem a todas as exigências e não têm relação com atividades ilegais. A empresa disse que irá se manifestar nos autos do processo administrativo e não medirá esforços para reverter a suspensão decretada pela ANP e pelo STJ.

Fonte: G1

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Eleições

A mosca azul e o “sacrifício”: Flávio Bolsonaro admite em reservado que pode disputar a Presidência em 2026

por Redação 27 de novembro de 2025

Flávio Bolsonaro tem repetido publicamente que não será candidato à Presidência em 2026, afirmando que “seu nome não está na mesa”. A declaração segue a orientação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que iniciou recentemente o cumprimento da pena de 27 anos e três meses imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso da tentativa de golpe.

Nos bastidores, porém, o discurso é diferente. Desde que o irmão Eduardo passou a se referir a ele como “presidenciável” em transmissões ao vivo na internet, o senador passou a admitir a possibilidade. A interlocutores próximos, afirmou que, “se o pai quiser”, aceita o “sacrifício” de disputar o Planalto.

Segundo aliados, Flávio considera a candidatura um sacrifício por três motivos principais:

teria de abrir mão de uma reeleição praticamente garantida ao Senado pelo Rio;

enfrentaria a reabertura do noticiário sobre rachadinha, negócios da loja de chocolates e a compra da mansão em Brasília;

revive a lembrança da desgastante campanha de 2016 à prefeitura do Rio, marcada por forte interferência do pai — incluindo o episódio em que Jair Bolsonaro impediu Jandira Feghali de atendê-lo quando passou mal durante um debate.

Ainda assim, Flávio passou a enxergar vantagens em disputar o Planalto. De acordo com sua equipe, ele acredita que assumir o espólio político do pai como líder da direita, mesmo após uma eventual derrota para Lula, pode ser mais estratégico do que buscar nova vaga no Senado. Além disso, avalia que derrubou na Justiça as investigações que o envolviam e que isso serviria como resposta antecipada a ataques do PT. Seus aliados afirmam que o senador amadureceu desde 2016, ampliou conexões com o Centrão e desenvolveu maior capacidade de comunicação — e, com o pai preso, haveria menos interferências na condução da campanha.

Sobre o tema da dosimetria das penas, Flávio mantém um discurso público favorável à anistia, mas, reservadamente, admite que o caminho mais viável para a direita é apoiar o projeto relatado por Paulinho da Força. O texto pode reduzir a condenação de Jair Bolsonaro para algo entre 7 e 11 anos, com cerca de dois anos de cumprimento em regime fechado.

Fonte: OGLOBO

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Bolsonaro

Bolsonaro cumpre pena na PF: entenda as diferenças entre prisão atual, domiciliar e Papuda

por Redação 27 de novembro de 2025

O ex-presidente Jair Bolsonaro iniciou, na última terça-feira (25), o cumprimento da pena de 27 anos e 3 meses à qual foi condenado por liderar organização criminosa que tentou dar um golpe de Estado. Ele está detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, mesma unidade onde estava em prisão preventiva desde sábado (22), após tentar violar a tornozeleira eletrônica.

Durante as semanas entre a sentença do STF e a ordem de prisão, diferentes locais foram considerados para o cumprimento da pena, incluindo o Complexo Penitenciário da Papuda, a “Papudinha” (unidade da Polícia Militar do DF dentro do complexo) e o Comando Militar do Planalto. Cada local possui regras e rotinas distintas.

Sala de Estado-Maior na PF: Bolsonaro ocupa uma sala individual de cerca de 12 m², equipada com cama de solteiro, banheiro privativo, ar-condicionado, TV, frigobar, mesa e cadeira.

Papuda e Papudinha: Na Papuda, os custodiados enfrentam superlotação, com celas coletivas e regime rígido. O ex-presidente ficaria no CDP, destinado a presos especiais, em uma cela coletiva de cerca de 30 m². Na Papudinha, é possível permanecer em cela individual, com direito a banho, cozinha, lavanderia e TV.

Comando Militar do Planalto: Os detentos militares têm salas individuais com cama, escrivaninha, TV, frigobar e ar-condicionado.

Visitas: Na PF, visitas da família e advogados são autorizadas pelo STF, sem periodicidade definida. Na Papuda, visitas ocorrem quinzenalmente, com regras rígidas de cadastro e vestimenta. Na Papudinha, os presos têm visitas duas vezes por semana.

Alimentação: Na Papuda, os internos recebem quatro refeições diárias; na PF, Bolsonaro recebe alimentação especial externa autorizada judicialmente. No Comando Militar do Planalto, a comida é a mesma servida aos militares.

Atendimento médico: A Papuda possui Unidades Básicas de Saúde Prisional em cada ala, enquanto na PF os médicos do ex-presidente têm entrada previamente autorizada. No Comando Militar, o Exército não detalhou como funciona o atendimento.

Fonte: G1

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FGTS

FGTS volta a ser usado para abater prestações de financiamento imobiliário

por Redação 26 de novembro de 2025

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou, nesta quarta-feira (26), uma mudança nas regras do financiamento habitacional que permitirá aos trabalhadores utilizar novamente parte do saldo da conta vinculada para abater o valor das prestações de contratos já existentes. A medida vale para imóveis financiados de até R$ 2,25 milhões.

A decisão corrige uma assimetria regulatória que se formou entre 2021 e 2025. Até junho de 2021, o uso do FGTS para amortizar parcelas era permitido; depois, a prática ficou suspensa até outubro deste ano, quando o governo lançou um novo modelo de crédito imobiliário. A lacuna gerou divergências nas regras e virou motivo de reclamações.

A medida aprovada é uma adequação ao sistema atualizado anunciado em outubro, que ampliou o limite do valor dos imóveis financiáveis com recursos do FGTS no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), elevando o teto de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões. O SFH combina recursos do FGTS e da poupança, com juros limitados a 12% ao ano.

De acordo com representantes do Conselho, a assimetria poderia gerar judicializações que afetariam tanto a União quanto o próprio fundo. O impacto da mudança na movimentação financeira do FGTS deve ser limitado a cerca de 1%

Fonte: VALOR

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Política

Em meio a tensão com governo, Motta e Alcolumbre faltam ao evento de sanção do IR no Planalto

por Redação 26 de novembro de 2025

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não compareceram à cerimônia de sanção da lei que amplia a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil mensais, realizada nesta quarta-feira (25) no Palácio do Planalto. O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de parlamentares como Arthur Lira (PP-AL) e Renan Calheiros (MDB-AL), relatores da proposta nas duas Casas.

A proposta foi enviada pelo governo em março e aprovada por unanimidade no Congresso no início de novembro. Apesar da ausência dos presidentes das duas Casas legislativas, Lula sancionou o projeto ao lado de ministros e parlamentares aliados.

De acordo com as assessorias de Hugo Motta e Davi Alcolumbre, eles não compareceriam por “agenda intensa” e por compromissos com senadores, respectivamente. Nos bastidores, porém, aliados dos dois confirmam que o real motivo foi a tensão crescente entre o governo e a cúpula do Congresso.

Durante a cerimônia, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que as ausências não diminuem o papel decisivo de Motta e Alcolumbre na aprovação da matéria. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também agradeceu o empenho dos presidentes das Casas e destacou sua “diligência” para que a lei passasse a valer em 2026.

Segundo apuração da GloboNews, o Planalto havia criado um grupo de conversas para organizar a participação dos dois, com oferta de espaço para discursos. Mesmo assim, ambos decidiram não comparecer.

A ausência ocorre em meio a atritos recentes entre governo e Congresso. Na Câmara, Motta rompeu com o líder do PT, Lindbergh Farias, após críticas relacionadas ao PL Antifacção. No Senado, Alcolumbre demonstrou insatisfação com a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), apoiada publicamente por Jaques Wagner antes da decisão final de Lula. O senador defendia Rodrigo Pacheco para a vaga.

Diante da escalada de tensões, o governo busca minimizar o desgaste. O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), afirmou que divergências não podem comprometer votações importantes e destacou que o diálogo seguirá aberto com todas as bancadas.

Fonte: G1

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