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Brasil

BrasilSegurança

Marcola, Colorido e mais 4: chefes que o PCC pretendia resgatar de presídios federais

por Redação 11 de agosto de 2022
chefes que o PCC pretendia resgatar

A facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) pretendia resgatar seis de suas lideranças de presídios federais, segundo investigação da PF (Polícia Federal) que culminou em operação na quarta-feira (10) com a prisão de 11 suspeitos de integrar a organização criminosa.

chefes que o PCC pretendia resgatar

O plano ambicioso e que envolvia até o sequestro de autoridades previa o resgate de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, chefe da facção e condenado a pena de 330 anos de prisão por diversos crimes. Marcola foi transferido do Distrito Federal para uma penitenciária de segurança máxima em Porto Velho (RO), em março deste ano.

chefes que o PCC pretendia resgatar

Além do resgate de seu principal chefe, o grupo queria também libertar o número 2 na hierarquia da facção, Valdeci Alves dos Santos, conhecido como Colorido. Ele foi preso em abril ao tentar apresentar uma CNH (Carteira Nacional de Habilitação) falsa, em uma estrada em Pernambuco. O criminoso era procurado desde agosto de 2014, quando foi beneficiado por uma saída temporária.

chefes que o PCC pretendia resgatar

Outro nome relevante na alta hierarquia da facção é o de Reinaldo Teixeira dos Santos, o Funchal. Ele foi condenado por matar em 2003 o então juiz-corregedor de Presidente Prudente, Antônio José Machado Dias.

chefes que o PCC pretendia resgatar

Cláudio Barbará da Silva, conhecido como Barbará, é outro criminoso que o grupo pretendia libertar. Além dele, estavam na lista Edmar dos Santos (conhecido como I30) e Esdras Augusto do Nascimento Júnior. A polícia investiga como os presidiários estariam se comunicando com os supostos integrantes presos nesta quarta. A PF sustenta que advogados passavam informações durante as visitas, ainda que as conversas fossem monitoradas e gravadas. Eles usariam código e abordariam assuntos sem relação com as condenações dos presos, no intuito de comunicar as mensagens enviadas pelos membros da facção que estão soltos. O caso segue sendo investigado.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Mulher de Marcola, alvo de ação da PF contra grupo suspeito de planejar fuga de chefes

por Redação 10 de agosto de 2022

A PF (Polícia Federal) realizou buscas na manhã desta quarta-feira (10) na casa de Cynthia Giglioli Camacho, a mulher de Marco Williams Herbas Camacho, conhecido como Marcola e apontado como líder da organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), em São Paulo. Ela é um dos alvos da Operação Anjos da Guarda contra líderes de facções criminosas presos em penitenciárias de Brasília (DF) e Porto Velho (RO).

A Polícia Federal prendeu 11 integrantes do PCC suspeitos de planejar o resgate de prisioneiros em penitenciárias federais. Os alvos do grupo eram líderes de facções criminosas que estão em presídios de Brasília (DF) e Porto Velho (RO). Cerca de 80 policiais cumpriram mandados de prisão preventiva e outros 13 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

A Operação Anjos da Guarda ocorreu no Distrito Federal (Brasília), Mato Grosso do Sul (Campo Grande e Três Lagoas) e São Paulo (São Paulo, Santos e Presidente Prudente). O nome da operação é uma homenagem aos servidores da Segurança Pública.

Além de planejarem resgates, os suspeitos pretendiam sequestrar autoridades para forçar a soltura de parte dos líderes. As ações eram combinadas com os presos em visitas às penitenciárias.

De acordo com as investigações, os encontros ocorriam nas cabines dos presídios, onde é possível falar com a pessoa privada de liberdade por meio de um vidro. O espaço é chamado de parlatório. Segundo a PF, os integrantes da organização conversavam com os suspeitos em código, utilizavam jargões e falavam de situações jurídicas que não existiam.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

PF prende suspeitos de planejar resgate de chefes de facções em presídios federais

por Redação 10 de agosto de 2022

A Polícia Federal (PF) prendeu 11 integrantes de uma organização criminosa suspeita de planejar o resgate de presos em presídios federais. Os alvos do grupo eram líderes de facções criminosas presos em penitenciárias de Brasília (DF) e Porto Velho (RO). Cerca de 80 policiais cumpriram os mandados de prisão preventiva e outros 13 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

A operação Anjos da Guarda ocorreu no Distrito Federal (Brasília), Mato Grosso do Sul (Campo Grande e Três Lagoas) e São Paulo (São Paulo, Santos e Presidente Prudente). O nome da operação é uma homenagem aos servidores da Segurança Pública.

Além dos resgates, os criminosos planejavam sequestrar autoridades para forçar a soltura de parte dos líderes. As ações eram combinadas com os presos em visitas aos presídios.

De acordo com as investigações, os encontros aconteciam nas cabines dos presídios, onde é possível falar com o interno por meio de um vidro. O espaço é chamado de parlatório. Lá, segundo a PF, os integrantes da organização conversavam com os criminosos em código, utilizavam jargões e falavam de situações jurídicas que não existiam.

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BrasilSegurança

Alunos de colégio em MG são atingidos por gás lacrimogêneo e spray de pimenta

por Redação 9 de agosto de 2022

Um grupo de aproximadamente 30 estudantes do Colégio Tiradentes, no bairro Prado, em Belo Horizonte (MG), foi atingido por gás lacrimogêneo e spray de pimenta na manhã desta terça-feira, 9, segundo informações do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais à TV Globo. O colégio pertence à Polícia Militar do estado.

Os alunos foram socorridos por equipes dos bombeiros, da Polícia Militar e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Algumas pessoas foram encaminhadas para o Hospital João XXIII, mas ninguém deu entrada em estado grave, de acordo com a emissora.

Até o momento, os bombeiros não sabiam como os estudantes foram atingidos pelo gás lacrimogêneo e spray de pimenta.

“Nós priorizamos o atendimento das vítimas e manutenção da segurança no local. Sobre os fatos, serão apurados posteriormente pelos órgãos competentes”, informou a corporação.

O Terra solicitou um posicionamento da Polícia Militar sobre o caso, mas até a última atualização desta reportagem não obteve retorno. O espaço segue aberto.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Após renderem guardas e pegarem armas, 35 presos ligados ao PCC fogem de penitenciária

por Redação 8 de agosto de 2022

Grande efetivo foi mobilizado para cerco aos fugitivos, mas apenas 15 foram recapturados, segundo o Ministério da Justiça

Ao menos 35 presos ligados à facção paulista PCC (Primeiro Comando da Capital) renderam os guardas e fugiram da Penitenciária Regional de Misiones, no Paraguai, no fim da tarde deste domingo (7). O centro prisional fica a 330 quilômetros de Foz do Iguaçu, no Paraná, e a 480 quilômetros de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, cidades da fronteira com o Paraguai. A Polícia Nacional do Paraguai comunicou a fuga às secretarias de Segurança Pública dos dois estados brasileiros.

Um grande efetivo foi mobilizado para um cerco aos fugitivos, mas até a manhã desta segunda-feira (8) apenas 15 tinham sido recapturados, segundo o Ministério da Justiça. Um deles foi baleado, mas sobreviveu. O comandante das forças de busca, comissário Baldomero Benitez, pediu apoio aéreo após informar que uma parte dos fugitivos havia deixado a região de Misiones. Segundo ele, os foragidos já podem ter chegado às fronteiras do Brasil e da Argentina.

Na manhã desta segunda-feira, o ministro da Justiça paraguaio, Édgar Olmedo, anunciou uma intervenção na penitenciária e o afastamento definitivo do diretor do centro de reclusão. Segundo ele, os presos foram recrutados como “soldados” pelo PCC. “Em sua maioria, são cidadãos paraguaios vinculados ao grupo criminoso brasileiro PCC, havendo entre eles alguns com função de hierarquia no braço paraguaio da facção”, afirmou.

Conforme relatório divulgado pela administração prisional, no fim da tarde de domingo os presos que estavam no pavilhão reservado a integrantes do PCC renderam os carcereiros, tomaram suas armas e os usaram como reféns para sair do pavilhão. Em seguida, eles pularam a muralha usando cordas feitas com lençóis.

De acordo com o ministro, não está descartada a possível cumplicidade dos guardas com os fugitivos. O diretor do presídio estava suspenso do cargo depois que uma operação do ministério encontrou grande quantidade de armas e drogas em poder dos presos. Ainda segundo Olmedo, a fuga expõe toda a sociedade pois entre os fugitivos estão detentos de alta periculosidade, acusados de homicídios, assaltos e tráfico internacional de drogas.

Para Olmedo, o episódio reforça a influência que o PCC está conseguindo no sistema carcerário paraguaio. Segundo ele, a facção brasileira está ganhando “corpo e espaço” na sociedade paraguaia. Desde que a facção brasileira passou a agir no Paraguai, há cerca de dez anos, disputando as rotas de tráfico de drogas e armas com a facção carioca CV (Comando Vermelho) e grupos locais, o PCC passou a recrutar “soldados”, sobretudo nos presídios.

Conforme dados oficiais, 1.060 integrantes do PCC estão espalhados por seis das dez penitenciárias paraguaias que, juntas, abrigam 16.200 presos. A penitenciária de Ciudad del Este, na fronteira com Foz do Iguaçu, tem o maior número de presos ligados à facção: 480. Já na penitenciária regional de Pedro Juan Caballero, vizinha à brasileira Ponta Porã, são 96 presos vinculados ao PCC.

Outra fuga

Em janeiro de 2020, ao menos 76 presos fugiram da penitenciária regional de Pedro Juan Caballero, por meio de um túnel cavado desde o interior das celas até o lado externo, passando sob a muralha do presídio. A maioria dos fugitivos era ligada ao PCC, o que pôs em alerta as forças de segurança pública brasileiras. A investigação concluiu que a fuga foi facilitada por carcereiros e funcionários do presídio.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Brasil tem ‘apagão’ de dados sobre raça das vítimas em casos de homicídios elucidados

por Redação 8 de agosto de 2022

Entre os casos de homicídios de 2019 solucionados no país, apenas três estados sabem informar dados sobre raça e cor das vítimas, segundo pesquisa do Instituto Sou da Paz, divulgada na terça-feira (2). São eles: Rio de Janeiro, Mato Grosso e Pernambuco.

Apesar disso, o estudo mostra que até mesmo os três estados fornecem essas informações de forma limitada. Os três estados divulgaram, respectivamente, informações sobre raça em 23%, 15% e 1% das denúncias em que houve a elucidação dos crimes.

Esse “apagão” de dados significa que as instituições não se atentam à possibilidade de que a atuação tenha vieses distintos a partir do perfil das vítimas, pondera Beatriz Graeff, pesquisadora do instituto.

“Assim, não se consegue planejar o aprimoramento da atuação dos órgãos, já que não há dados que façam enxergar o problema. Também não se consegue fornecer respostas adequadas de acordo com o perfil das vítimas”, afirma Graeff ao R7.

A diretora do Sou da Paz, Carolina Ricardo, vê com preocupação a ausência de dados sobre raça em 89% dos estados brasileiros: “O desenho de políticas não pode deixar de levar em consideração que há uma parcela da população afetada pela violência letal de forma desproporcional em razão do racismo, da discriminação e da desigualdade de renda.”

A quinta edição da pesquisa “Onde mora a impunidade?” revelou, ainda, que o país elucidou somente 37% dos homicídios ocorridos em 2019 até o fim do ano seguinte, o que representa uma queda em relação a 2018, com 44% dos casos solucionados. A baixa se deu por dois fatores principais, segundo Graeff.

O primeiro foi o acréscimo de três estados que fornecem esses dados de 2018 para 2019, e que, por não realizarem essa coleta de informações regularmente, podem oferecer os números de forma imprecisa.

“À medida que agregamos novos estados à pesquisa, existe uma flutuação relacionada a esses números. Estados menos estruturados eventualmente têm dados que puxam o indicador nacional para baixo”, explica ela.

O outro motivo tem a ver com os recursos destinados por cada federação a todo o processo de investigação dos homicídios. Esses resultados negativos, aponta ela, se relacionam a um baixo investimento na melhoria desses procedimentos, como protocolos mais bem desenhados, qualificação dos policiais e perícia técnica.

Por fim, a pesquisadora ressalta também a necessidade de articulação entre as diferentes instituições que formam a segurança pública e a justiça criminal.

“Desde a Polícia Militar, que é a primeira a chegar ao crime e preservar o local, a perícia técnica, os recursos tecnológicos que o estado disponibiliza à perícia, a formação das equipes de investigação, são todos fatores que influenciam [na qualidade dos dados]”, afirma.

Estados com maiores e menores taxas de esclarecimento de homicídios
Entre os 19 estados que forneceram dados sobre homicídios de forma completa em 2019, Rondônia foi o que mais solucionou casos, com percentual de 90%. Logo atrás estavam Mato Grosso do Sul (86%) e Santa Catarina (78%).

Os que menos esclareceram casos foram o Rio de Janeiro (16%), e, com 24% denúncias geradas cada, Bahia, Pará e Piauí.

Em oito estados, os ministérios públicos e tribunais de Justiça não conseguiram oferecer os dados necessários para o cálculo dos dados dentro dos critérios utilizados pelo Sou da Paz: Alagoas, Amazonas, Goiás, Maranhão, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins.

Apesar de ainda serem oito os estados com ausência desses números, Beatriz Graeff vê como um dado positivo o aumento — de 16 para 19 — na quantidade de federações que fornecem as informações em relação ao ano anterior.

“Significa que as instituições, ministérios públicos e tribunais de Justiça, estão melhorando seus sistemas e possibilitando a extração desses dados dos seus sistemas. Todo incremento é positivo, e sinaliza a importância de dar visibilidade a esse tema, e como isso reflete em planejamento e melhorias da atuação para investigar os homicídios”, afirma a pesquisadora.

Recomendações
Com base em questões apontadas pela pesquisa, o Instituto Sou da Paz oferece recomendações para a resolução dos problemas, bem como alternativas para aprimorar as investigações de homicídio no país e o esclarecimento dos crimes.

Três recomendações para resolução das principais dificuldades identificadas pelo estudo:

  • Priorizar a organização e disponibilização de informações sobre investigação e esclarecimento de homicídios a partir de um órgão federal que contribua para a fiscalização dos órgãos estaduais do sistema de Justiça e segurança, como o CNMP e o CNJ;
  • Desenvolver ou aperfeiçoar plataforma digital nacional capaz de sistematizar e cruzar dados sobre denúncias criminais referentes a ocorrências de homicídio doloso consumado;
  • Padronizar os sistemas de informação dos MPs estaduais e promover a integração com os sistemas utilizados pelos TJs e pelas SSPs estaduais.

Oito recomendações focadas no aprimoramento das investigações de homicídio e consequente aumento das chances de elucidação de autoria desses crimes:

  • Sistematizar e normatizar os processos de treinamento e capacitação contínua dos agentes responsáveis pelo primeiro atendimento a ocorrências de homicídio, em geral policiais militares ou guardas civis, de forma a assegurar a preservação adequada do local do crime;
  • Garantir a disponibilidade ininterrupta de equipes completas (delegado, investigadores e peritos) de atendimento de local de crime para chegada célere a todas as regiões dos estados;
  • Criar equipes especializadas focadas na investigação de homicídios, organizadas numa lógica que contemple o território;
  • Fortalecer as perícias criminais (equipamentos, concurso e formação), ofertando mais equipamentos e recursos materiais e humanos para que os laudos técnicos sejam realizados com mais agilidade e precisão, seguindo protocolos e melhores práticas;
  • Elaborar e disseminar doutrina de investigação de mortes violentas e intencionais com a fixação de protocolos comuns de ação entre as instituições de segurança e de justiça criminal;
  • Criar mecanismos e infraestrutura para viabilizar o rastreamento das armas de fogo e munições, bem como a confrontação balística, contribuindo para a consolidação do Banco Nacional de Perfis Balísticos;
  • Pactuar diretrizes de investigação de homicídios que possam nortear os procedimentos adotados pelos estados brasileiros.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Estados Unidos declaram emergência nacional de saúde por varíola do macaco

por Redação 4 de agosto de 2022

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (4) que irá declarar emergência sanitária nacional devido ao surto de varíola do macaco (monkeypox) no país, no qual já foram registradas milhares de infecções embora, até o momento, sem mortes.

“Estamos preparados para levar nossa resposta ao próximo nível”, afirmou hoje o secretário de Saúde dos EUA, Xavier Becerra, em uma conversa por telefone com jornalistas.

Segundo os CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos, haviam sido confirmados 6.616 casos até a tarde desta quinta-feira, tornando o país o local do mundo com maior número de infecções.

Em seguida, aparecem Espanha (4.577), Alemanha (2.781), Reino Unido (2.759), França (2.239) e o Brasil (1.721).

Globalmente, já são 26.208 em 87 países. Deste total, 25.864 foram registrados em 80 países onde a varíola do macaco não é uma doença endêmica.

Os demais ocorreram na República Democrática do Congo, República do Congo, República Centro-Africana, Camarões, Nigéria, Gana e Libéria.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) também elevou o seu nível de alerta, em 23 de julho, ao declarar que a monkeypox é uma ESPII (Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Afastamento por Covid-19 cai 90% e doença deixa de ser principal causa

por Redação 4 de agosto de 2022

A Covid-19, que foi o principal motivo de afastamento do trabalho em 2021, passou para o 29º lugar na lista de doenças que mais registraram benefícios por incapacidade, o antigo auxílio-doença, do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) neste ano.

Segundo levantamento do Ministério do Trabalho e Previdência, feito a pedido do R7, nos seis primeiros meses de 2022 foram 6.537 afastamentos por Covid-19 ante 64.561 registrados no mesmo período do ano passado, uma queda de 90%.

No ano inteiro de 2021, houve 98.787 casos de pessoas afastadas por infecção pelo coronavírus. Em 2020, esse número chegou a 37.045, de abril a dezembro.

O advogado trabalhista João Badari, do escritório Aith, Badari e Luchin, afirma que essa queda não surpreende, já que o Brasil conseguiu controlar a doença causada pelo coronavírus. “Era esperado que diminuísse o número de afastamentos, muito em razão da vacinação. Então, o que era uma regra (o afastamento) se tornou uma exceção. Hoje não se vê um grande número de pessoas que se afaste do trabalho por essa razão”, avalia Badari.

O Brasil já soma 679 mil mortes pela doença desde o começo da pandemia, em março de 2020. Desde o início da vacinação, em janeiro de 2021, foram aplicadas 462.563.664 doses, e 170.620.604 (79,98% da população) pessoas foram totalmente imunizadas.

O critério do governo é listar somente as doenças que geraram indenização do INSS, ou seja, aquelas que fazem o trabalhador ser afastado por mais de 15 dias.

Badari explica que o afastamento até o 15º dia é pago pela empresa, mas a partir do 16º quem paga é o INSS. “Se o médico disser que o afastamento é de até 15 dias, você se afasta para obter sua recuperação, e a empresa é quem paga o salário. A partir de 15 dias, você marca uma perícia, leva um documento médico, e o perito vai dizer quanto tempo você tem de afastamento. Nesse caso, quem deve pagar pelo afastamento é o INSS.”

A primeira causa de afastamento no ranking deste ano é o leiomioma do útero, um tumor benigno. Para Guilherme Macedo Silva, advogado trabalhista, do escritório Greco, Canedo e Costa Advogados, o resultado surpreende. “Normalmente, as doenças que mais costumam afastar são dores na coluna. Recentemente, também se observa o crescimento de patologias de ordem psicológica. Já temos até decisões judiciais acerca disso”, afirma Silva.

Confira abaixo as dez primeiras causas de afastamento de janeiro a junho de 2022:

Os problemas relacionados à coluna, muito comuns em toda a série histórica, podem ser causados por diversos fatores, entre eles a falta de condições adequadas de trabalho, como cadeiras não ergonômicas em escritórios. “As empresas devem investir mais na qualidade do espaço laboral, na ergonomia do funcionário, e isso traz para ela menor possibilidade de afastamento por esses motivos”, diz João Badari.

Além disso, o advogado explica que o afastamento é definido pelo médico, e não pela empresa, mas que não é o fato de o empregado portar a doença que o afasta, mas sim a própria incapacidade, ou seja, precisa estar intimamente relacionada à incapacidade para a profissão, de modo que impeça o trabalhador de exercê-la.

Então, se duas pessoas têm o mesmo problema na coluna, mas uma delas exerce profissão que exija levantar muito peso e a outra não, pode ocorrer de somente uma delas ser afastada.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Varíola do macaco: posso pegar na academia ou no ônibus? Veja risco de acordo com atividades e locais

por Redação 4 de agosto de 2022

Principal forma de contrair o vírus é por meio do contato de pele, especialmente se houver lesões características da infecção pelo vírus monkeypox.

Diante do aumento de casos de varíola do macaco (monkeypox) no Brasil, também cresce o temor das pessoas de pegarem a doença, transmitida principalmente pelo contato prolongado de pele.

Recentemente, a emissora de TV NBC Chicago entrevistou especialistas para estabelecer o grau de risco em atividades rotineiras como, por exemplo, ir a festas, provar roupas em lojas ou simplesmente usar o transporte público.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou, na semana passada, que o principal meio de transmissão do vírus monkeypox no surto atual é o contato sexual. A mesma constatação foi feita pelos CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos.

Com base nisso e em informações dos CDC, médicos e cientistas têm compartilhado nas últimas semanas uma espécie de escala de risco, para que as pessoas saibam como se proteger (veja a imagem abaixo).

O contato prolongado com pessoas que estejam com lesões na pele – características da varíola do macaco – é considerado de alto risco, assim como atividades sexuais.

Os CDC afirmaram nesta semana que, “até 15 de julho de 2022, a transmissão durante interações rápidas (como uma breve conversa) entre pessoas próximas e de longa duração (como passageiros sentados perto de uma pessoa com varíola do macaco em um avião) ou durante visita a serviços médicos não foi relatada por nenhuma pessoa com varíola do macaco”.

O risco é considerado baixo em atividades em que as pessoas estejam vestidas e não haja contato prolongado.

Recomendações
Para as pessoas que tenham diagnóstico confirmado ou suspeita de infecção pelo vírus monkeypox, as recomendações dos CDC incluem:

• Isolar-se em casa desde o início dos sintomas, especialmente após o surgimento de lesões na pele.
• Evitar contato próximo ou físico com pessoas e animais.
• Cobrir as lesões e utilizar máscara bem ajustada ao rosto sempre que precisar se deslocar para um serviço médico.
• Não compartilhar itens como talheres, roupas de cama e toalhas.
• Evitar contato íntimo, inclusive sexual, com outras pessoas.
• Lavar frequentemente as mãos com água e sabão, especialmente após tocar nas erupções cutâneas.

O período de isolamento só poderá ser suspenso quando todas as lesões tiverem secado e uma nova camada de pele nascido nas áreas afetadas. Em casos que transcorrem normalmente, esse período pode variar de 15 a 28 dias.

Cinco pontos que cientistas ainda desconhecem sobre a varíola do macaco

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Testemunha diz que criança que morreu em parque de SP foi atingida por brinquedo religado

por Redação 2 de agosto de 2022

O menino Murillo Ferreira dos Santos, de 10 anos, que morreu após cair de um brinquedo em um parque de diversões localizado no Sacomã, na zona leste de São Paulo, teria descido do equipamento desligado. Segundo o testemunho de uma vizinha, um profissional teria religado o equipamento antes que o garoto conseguisse sair. Nesse momento, já em solo, ele foi atingido pelo brinquedo giratório.

Inicialmente, foi revelado que ele teria caído de um brinquedo conhecido como “xícara”. Entretanto, testemunhas afirmaram que, na verdade, a morte ocorreu no equipamento chamado de “dance” que também é giratório, mas é maior e mais pesado do que a xícara.

O brinquedo não possuía cinto de segurança, apenas uma trava. A vizinha da família de Murillo, Joshua Camargo, estava com ele no momento do acidente. “Ele estava descendo, mas o moço religou o brinquedo. As pessoas começaram a gritar: ‘O menino vai cair’, nisso ele realmente caiu e começou a rodar com o brinquedo”, explicou à reportagem.

Joshua afirma, ainda, que tentou pular na frente para impedir que as partes dos brinquedos continuassem atingindo a criança. “Tentei puxar ele, mas não consegui, e aconteceu que o Murillo veio a falecer”, concluiu.

O menino chegou a ser levado ao hospital com vida, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com a família, não havia nenhum socorrista presente no parque no momento do acidente.

O dono do estabelecimento não quis gravar entrevista. Peritos estiveram no local e interditaram o brinquedo, mas os demais equipamentos do parque seguiram funcionando normalmente.

O caso foi registrado na 26ª DP (Sacomã) como morte suspeita e queda acidental.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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