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Categoria:

Brasil

STF

Moraes vê dúvidas sobre envolvimento e vota por absolver general acusado de apoiar tentativa de golpe

por Redação 18 de novembro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (18) pela absolvição do general Estevam Theophilo, ex-chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército, denunciado por suposto envolvimento na tentativa de golpe. Segundo o ministro, há dúvidas que impedem uma condenação.

A Primeira Turma do STF julga as acusações relativas ao chamado núcleo 3 da investigação — grupo apontado como responsável por planejar as ações mais severas e violentas da trama golpista. Caso os demais ministros sigam o voto de Moraes, Theophilo será o primeiro réu desses núcleos absolvido pelo Supremo.

Além de propor a absolvição de Theophilo, Moraes votou pela condenação de outros nove réus do mesmo núcleo. Após sua manifestação, o julgamento foi suspenso e deve ser retomado ainda nesta tarde. Restam votar Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.

Na denúncia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) acusa o general de usar sua posição para apoiar o plano golpista, inclusive incentivando Jair Bolsonaro (PL) a assinar um decreto que viabilizaria a ruptura institucional. A defesa nega envolvimento, afirma que ele nunca recebeu qualquer proposta de golpe e sustenta não haver relação entre o general e os atos de 8 de janeiro.

Em seu voto, Moraes destacou que, apesar de existirem indícios contra Theophilo, o material probatório é insuficiente. Segundo ele, as únicas evidências são a delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, e uma mensagem apresentada pelo próprio colaborador.

“Em que pesem os fortes indícios da participação do réu Estevam Theophilo, não é possível condená-lo com base em duas provas diretamente produzidas pelo colaborador premiado, sem comprovação adicional”, afirmou o ministro. Ele reforçou que as provas remanescentes “estão ligadas exclusivamente à colaboração premiada”.

Fonte: G1

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Brasil

PF encontra R$ 1,6 milhão na casa de diretor do Banco Master durante operação sobre títulos falsos

por Redação 18 de novembro de 2025

A Polícia Federal encontrou R$ 1,6 milhão em espécie na residência de Augusto Ferreira Lima, diretor do Banco Master e ex-CEO da instituição, durante operação realizada nesta terça-feira (18). Lima é um dos alvos de mandados de prisão relacionados às investigações sobre a venda de títulos de crédito falsos pelo banco.

Além dele, outros três diretores e o controlador do Master, Daniel Vorcaro, também foram presos. Vorcaro foi detido na segunda-feira (17), no aeroporto de Guarulhos, quando se preparava para embarcar em um avião particular com destino inicial a Malta. Sua defesa nega tentativa de fuga e afirma que o destino final seria Dubai, onde teria reuniões com possíveis compradores.

As prisões ocorreram poucas horas após o anúncio da compra do Banco Master por um consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira. A negociação foi divulgada pouco mais de um mês depois de o Banco Central rejeitar a aquisição da instituição pelo Banco de Brasília (BRB).

De acordo com informações apuradas pela TV Globo, sete mandados de prisão foram expedidos, dos quais seis já foram cumpridos.

As investigações tiveram início em 2025, a partir de um relatório enviado pelo Banco Central indicando suspeitas sobre a atuação do Master. Ainda nesta terça-feira, o BC decretou a liquidação extrajudicial da instituição financeira e determinou a indisponibilidade dos bens de seus controladores e ex-administradores. Com a decisão, o processo de compra em andamento é automaticamente suspenso.

A liquidação extrajudicial é adotada quando um banco não reúne mais condições de operar. Nesse procedimento, um liquidante assume o controle da instituição, encerra suas atividades, vende os ativos e paga os credores até a extinção da empresa.

O negócio entre o Master e o grupo Fictor previa aporte imediato de R$ 3 bilhões, incluindo participação de investidores dos Emirados Árabes Unidos. A operação, no entanto, dependia da aprovação do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Fonte: G1

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Brasil

PF prende Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, acusado de tentar deixar o país após operação sobre títulos falsos

por Redação 18 de novembro de 2025

A Polícia Federal prendeu nesta segunda-feira (17) o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, no aeroporto de Guarulhos (SP). De acordo com investigadores, ele embarcaria em um voo particular com destino a Malta, na Europa, quando foi detido.

A ação faz parte da operação Compliance Zero, que investiga a emissão e comercialização de títulos de crédito falsos. Segundo a PF, o banco ofertava CDBs com promessa de retorno até 40% acima da taxa básica do mercado, índice considerado inviável. As autoridades estimam que o esquema possa ter movimentado cerca de R$ 12 bilhões.

Foram cumpridos seis dos sete mandados de prisão expedidos, incluindo outros quatro diretores da instituição. A operação também realizou 25 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e no Distrito Federal.

Após a prisão, Vorcaro foi levado à Superintendência da PF em São Paulo. Em nota, a defesa afirmou que o empresário “não estava fugindo do país” e que o destino final seria Dubai, onde ele teria encontro marcado com parte dos compradores do banco.

A detenção ocorreu horas após o anúncio da compra do Banco Master por um consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira — negociação divulgada pouco mais de um mês depois de o Banco Central rejeitar a aquisição pelo BRB (Banco de Brasília). Na manhã desta terça-feira, o BC decretou a liquidação extrajudicial do Master e tornou indisponíveis os bens de controladores e ex-administradores, o que suspende automaticamente qualquer negociação de venda em andamento.

O acordo com a Fictor previa aporte imediato de R$ 3 bilhões e incluía investidores dos Emirados Árabes Unidos, mas ainda dependia da aprovação do Banco Central e do Cade.

Segundo investigadores, Vorcaro esteve no banco na tarde de segunda-feira e, logo após a divulgação do comunicado de venda, deslocou-se de helicóptero ao aeroporto. A PF antecipou a prisão ao detectar possível tentativa de deixar o país.

As investigações começaram em 2024, a pedido do Ministério Público Federal, para apurar suposta criação de carteiras de crédito fictícias por instituições do Sistema Financeiro Nacional. Após fiscalização do Banco Central, alguns desses títulos teriam sido substituídos por ativos sem avaliação técnica adequada. Entre os crimes investigados estão gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa.

Tentativa anterior de venda ao BRB
Em março, o Banco de Brasília chegou a anunciar um acordo para adquirir o Master, prevendo a compra de 49% das ações ordinárias, 100% das preferenciais e 58% do capital total. A operação, no entanto, foi rejeitada em setembro pela diretoria colegiada do Banco Central, sob argumento de falta de documentos que comprovassem a viabilidade econômico-financeira do negócio. O Cade já havia dado aval, e a Câmara Legislativa do DF havia aprovado, em regime acelerado, a autorização para a aquisição.

Fonte: G1

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Brasil

Mensagens revelam que suspeita de mandar matar jovem em Sepetiba planejava o crime mais de um mês antes, aponta investigação

por Redação 18 de novembro de 2025

Interceptações feitas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro revelam que Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, de 21 anos, presa por suspeita de ordenar o assassinato de Laís de Oliveira Gomes Pereira, já demonstrava intenção de cometer o crime semanas antes da execução, ocorrida em 4 de novembro, em Sepetiba. Em conversas registradas no dia 29 de setembro, Gabrielle afirmou ao marido, Lucas: “Queria matar demais a Laís. Deus me livre”, ao que ele respondeu que “não valia a pena”. Ela encerrou dizendo: “Vms ve”.

Laís foi morta com um tiro na nuca enquanto empurrava o carrinho do filho de 1 ano e 8 meses. Segundo a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), o crime foi motivado por uma disputa pela guarda da filha mais velha da vítima, Alice, de 4 anos. O Ministério Público aponta que Gabrielle tinha “obsessão” pela criança, custeava despesas e até festas de aniversário, além de apresentar histórico de mentiras e suspeitas de envolvimento em estelionato.

Para a promotora Laíla Antonia Olinda, as mensagens e a execução — com tiros em via pública, sem subtração de bens e com a placa da moto coberta — reforçam o caráter premeditado e o mando do crime. O delegado Robinson Gomes afirma que as provas coletadas, incluindo celulares, depoimentos e registros de conversas, fecham o cerco sobre a suspeita. Ele disse que o caso está “encerrado” no que diz respeito à autoria intelectual e que pedirá a prisão preventiva de Gabrielle.

A Polícia Civil também vai desmembrar o inquérito para apurar se Gabrielle integraria um esquema de estelionato. Documentos apresentados ao Ministério Público apontam que a jovem teria falsificado a certidão de óbito de uma suposta filha, que, segundo ela, teria morrido de meningite — história considerada inventada por familiares e amigos.

Gabrielle estava foragida e teve dois cartazes de procurada divulgados pelo Disque Denúncia, um deles com aparência modificada. Ela se entregou à DHC nesta segunda-feira (17), acompanhada do advogado, Diogo Macruz, que nega que ela seja a mandante e afirma que há “outra pessoa acima dela” no crime. Ele também diz não ter tido acesso à investigação sobre estelionatos.

Além de Gabrielle, outras três pessoas foram presas: Ingrid Luiza da Silva Marques, apontada como intermediária, e os executores Erick Santos Maria e Davi de Souza Malto, que confessaram participação. Investigações mostram que a suspeita monitorou Laís por mensagens minutos antes do assassinato, indicando sua possível localização aos criminosos.

Depoimentos de familiares e amigos reforçam que Gabrielle possuía comportamento controlador e exigia que a enteada a chamasse de “mãe”. A polícia aponta que a motivação do crime foi passional e voltada à disputa pela criança.

Fonte: G1

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Política

Governo admite minoria na Câmara na pauta da Segurança e agora avalia área fora da meta fiscal

por Redação 18 de novembro de 2025

Diante das modificações que alteraram profundamente o projeto Antifacção enviado ao Congresso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a discutir alternativas para reforçar a atuação do governo na Segurança Pública — setor considerado estratégico tanto por aliados quanto pela oposição, especialmente devido ao impacto junto ao eleitorado. Nesta segunda-feira, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, reconheceu que o governo tem minoria nas discussões da área e criticou trechos dos relatórios apresentados pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), secretário licenciado do governo paulista de Tarcísio de Freitas.

Lewandowski confirmou que Lula avalia retirar parte das despesas de Segurança Pública do arcabouço fiscal, mecanismo criado pelo próprio governo em 2023 para limitar o crescimento de gastos. A proposta segue movimento semelhante ao aprovado pelo Congresso no mês passado, que excluiu R$ 5 bilhões anuais da Defesa do limite de despesas. O Ministério da Fazenda, porém, ainda não detalhou qual fatia da Segurança poderá ser tratada da mesma forma.

Segundo o ministro, a área demanda investimentos excepcionais:
“É preciso investir como se fez com a Defesa. O presidente está convencido de que talvez seja necessário fixar um valor para a segurança pública que fique fora do teto de gastos”, afirmou.

Lewandowski também admitiu que, no Legislativo, o governo enfrenta desvantagem numérica:
“Não somos majoritários na Câmara, muito menos no Senado. As chances de um projeto alternativo avançar são pequenas”, declarou. Para o ministro, o governo terá de decidir entre tentar rejeitar o parecer de Derrite integralmente ou negociar modificações pontuais — tarefa dificultada pela correlação de forças.

Enquanto isso, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, esteve reunida com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com Derrite para tratar das divergências. Gleisi afirmou que o governo manifestou preocupação com o texto, mas está preparado para o debate mesmo diante da decisão de Motta de pautar a votação.

Divergências centrais
Após seis dias de sucessivas versões, o quarto relatório de Derrite é alvo de críticas do governo em temas como a tipificação de facções criminosas, o financiamento da Polícia Federal e mecanismos de confisco de bens. A nova redação introduz o termo “organização criminosa ultraviolenta”, com o objetivo de evitar sobreposição com legislação vigente. Para o Executivo, porém, o dispositivo não soluciona a confusão criada nas versões anteriores e ainda adiciona uma nova lei desnecessária.

Lewandowski afirmou que persistem pontos incompatíveis com a Constituição e criticou a falta de técnica legislativa no parecer. Ainda nesta segunda, Hugo Motta reiterou que levará o texto ao plenário e defendeu a necessidade de maior rigor no combate ao crime organizado.

Tramitação marcada por impasses
O projeto, originalmente enviado pelo governo Lula, é relatado por um aliado do governador Tarcísio de Freitas, potencial adversário presidencial em 2026. A matéria será o único item da pauta desta terça-feira. A votação já havia sido tentada duas vezes na semana passada, ambas sem consenso.

Na oposição, parlamentares bolsonaristas seguem defendendo que facções sejam classificadas como organizações terroristas — ponto rejeitado pela base governista e ausente da versão atual. Governadores de direita solicitaram mais 30 dias de discussão, enquanto o PL busca estender o debate para pressionar o governo e ampliar protagonismo no tema.

Fonte: OGLOBO

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COP30

Êxito da COP30 dependerá de sinalização para abandono dos combustíveis fósseis

por Redação 17 de novembro de 2025

O principal resultado que a COP30 pode oferecer ao mundo está além da pauta oficial de Belém: avançar na construção de um caminho que leve à redução e, futuramente, ao abandono dos combustíveis fósseis. À medida que a conferência entra em sua semana decisiva, temas fora da agenda formal tendem a influenciar mais diretamente o combate à emergência climática do que as negociações estruturadas.

As conclusões da conferência ainda são incertas, e não há expectativa de anúncios surpreendentes. Entretanto, qualquer passo que indique a disposição global de caminhar para o fim do uso de carvão, petróleo e gás seria considerado um marco.

As decisões da COP30 se distribuem em três eixos. O primeiro envolve articulações políticas; o segundo, os temas oficialmente em negociação; e o terceiro, a busca por um plano concreto que sinalize o distanciamento da produção e do consumo de combustíveis fósseis. Este último deriva dos compromissos estabelecidos na COP28, em Dubai, quando os países concordaram em triplicar a capacidade de energias renováveis, duplicar a eficiência energética e iniciar uma transição “justa, ordenada e equitativa” para longe dos fósseis.

Apesar de ter sido negligenciado na COP29, o tema voltou a ganhar relevância em Belém. O presidente Lula mencionou a necessidade de definir uma rota global de transição em seus discursos, e manifestações sociais, incluindo a marcha pelo clima, reforçam essa demanda. Delegações de diferentes países também pressionam para que o tema avance nas salas de negociação, apesar da resistência de grandes produtores de petróleo.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, tem atuado em articulações paralelas para construir consenso. Em um encontro recente com chefes de delegação, representantes como Jochen Flasbarth, da Alemanha, expressaram apoio à elaboração de um mapa de transição. A ministra do Meio Ambiente da Colômbia, Irene Veléz-Torres, defende que a COP30 explicite pela primeira vez a necessidade de eliminação dos combustíveis fósseis, destacando que reduzir emissões não é suficiente sem mudanças estruturais na matriz energética global.

No campo formal da negociação, quatro temas centrais continuam a gerar impasses: financiamento climático, medidas comerciais unilaterais, ambição de corte de emissões e transparência nos compromissos nacionais. As duas primeiras questões são prioridades para o Sul Global, enquanto as outras são demandas dos países desenvolvidos. Comércio e clima estão cada vez mais interligados, especialmente diante de iniciativas como o imposto de carbono europeu, contestado por China, Índia, Arábia Saudita e outras nações emergentes.

Esses temas — apelidados nos corredores da COP30 de “os quatro tópicos do apocalipse” — podem resultar em um pacote de decisões equilibradas, mas ainda não há clareza sobre como a presidência brasileira irá conduzir o processo. Especialistas apontam que a incorporação de elementos de política comercial à Convenção do Clima pode ser um avanço, ainda que tímido.

O financiamento climático também enfrenta entraves. Com a ausência dos Estados Unidos e a União Europeia direcionando recursos para a guerra na Ucrânia, é improvável que compromissos robustos de novos aportes públicos sejam anunciados em Belém.

Na pauta oficial, um dos temas mais relevantes é a definição de indicadores para orientar políticas de adaptação climática. No entanto, as discussões encontram resistência de países africanos, que pedem um adiamento de dois anos por considerarem que não estão prontos para adotar as métricas propostas.

Para organizações da sociedade civil, adiar não é uma opção. “Precisamos começar de algum lugar e começar agora, com garantia de uma meta clara para o financiamento”, afirma Thaynah Gutierrez, assessora internacional de Clima do Geledés – Instituto da Mulher Negra.

Fonte: VALOR

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Brasil

Uber e iFood iniciam integração entre aplicativos em meio à disputa crescente no mercado de delivery

por Redação 17 de novembro de 2025

A concorrência no setor de delivery no Brasil ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (17), com o início da integração operacional entre Uber e iFood. Na primeira etapa, usuários do iFood passam a visualizar e solicitar corridas da Uber diretamente pelo aplicativo. A partir de dezembro, o app da Uber também exibirá entregas feitas pelo iFood, incluindo refeições, compras em mercados e outros itens.

O recurso estreia em Belo Horizonte e será expandido gradualmente até janeiro de 2026. A parceria marca, de certa forma, o retorno da Uber ao segmento de entregas de refeição, do qual se afastou há mais de três anos.

Mercado aquecido e novos concorrentes

O movimento ocorre em um ambiente de crescente competição. A Keeta, plataforma da chinesa Meituan, iniciou operação no Brasil no fim de outubro com um piloto na Baixada Santista, prometendo investir US$ 1 bilhão nos próximos cinco anos. Já a 99Food, controlada pela Didi Chuxing, retornou após quatro anos fora, agora como serviço dentro do app da 99 — e com previsão de investir R$ 2 bilhões até 2026. A Rappi também anunciou aportes de R$ 1,4 bilhão para ampliar a base de restaurantes e levar sua operação de 50 para 300 cidades.

Apesar do cenário competitivo, as duas empresas negam que a parceria seja uma reação direta à chegada de novos players. Segundo o CEO do iFood, Diego Barreto, as conversas começaram em setembro de 2023, antes da movimentação dos concorrentes. De acordo com ele, a integração atende à estratégia comum de reunir múltiplos serviços em um único ambiente digital. Silvia Penna, diretora-geral da Uber no Brasil, reforça que o objetivo é “facilitar a vida dos consumidores e aumentar o engajamento”.

Impacto para os usuários

A integração permitirá que ambos os aplicativos recebam novas abas dedicadas ao serviço da outra empresa, sem necessidade de atualização manual por parte do usuário. Além disso, será lançada uma assinatura conjunta por R$ 21,90 ao mês — alternativa mais barata que as duas assinaturas separadas (Clube iFood por R$ 12,90 e Uber One por R$ 19,90). O plano integrado promete mais descontos e vantagens combinadas, como fretes e corridas com valores reduzidos.

Cronograma da integração

Novembro de 2025

  • Belo Horizonte passa a ter corrida da Uber disponível no iFood.

Dezembro de 2025

  • São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Campinas, Goiânia, Recife, Porto Alegre e Salvador recebem o recurso.
  • Usuários de Belo Horizonte passam a acessar o iFood pelo app da Uber, seguido pelas demais capitais.

Janeiro de 2026

  • Expansão total para todas as cidades atendidas pelas duas empresas.

Fonte: G1

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Segurança

Marketing do crime: redes sociais viram vitrine para facções e porta de entrada para jovens

por Redação 17 de novembro de 2025

Até pouco mais de um ano atrás, o adolescente X., de 14 anos, jamais havia estado na Penha, Zona Norte do Rio. Seu contato com o território dominado pelo Comando Vermelho (CV) começou pelo celular, ao interagir com publicações da Tropa do Urso — grupo ligado ao traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, líder da facção nos complexos da Penha e do Alemão. A partir dessas conexões virtuais, X. passou a frequentar comunidades da região e, segundo parentes, chegou a sair de casa na garupa de homens que iam buscá-lo.

X. foi um dos 117 mortos na megaoperação das polícias fluminenses. A Polícia Civil apontou, com base em postagens nas redes, que ele e outros oito mortos tinham vínculos com o CV. Conteúdos publicados por facções têm alcançado milhares de jovens, exibindo armas, drogas, ameaças e uma estética que mistura ostentação e violência.

Para o subsecretário de Inteligência da Secretaria de Segurança, Pablo Sartori, essa estratégia se consolidou nos últimos cinco anos. Segundo ele, o CV adota uma comunicação orientada para conquistar simpatizantes fora dos limites das favelas que controla. O objetivo é projetar uma imagem de liberdade, status e ascensão, muitas vezes associada a veículos roubados, dinheiro fácil e homenagens póstumas que reforçam a narrativa de pertencimento.

As polícias Civil e Militar monitoram perfis usados por criminosos, especialmente pelo CV. Quando identificam apologia ao crime, relatórios são encaminhados para que sejam instaurados inquéritos. Entre os conteúdos mais comuns, estão as contas “bebel”, administradas por menores que exibem joias, armas e bens furtados. Em muitos casos, nomes de usuários fazem referência aos artigos de furto e roubo do Código Penal.

Investigações já resultaram em prisões. Em um caso, três suspeitos que furtavam celulares na Barra da Tijuca apareciam nas redes se vangloriando dos crimes. Um deles, Kevyn Natham Domingos, 18 anos, admitiu que buscava “mais seguidores” ao publicar vídeos com o grupo.

Levantamento do GLOBO identificou perfis no Instagram e no TikTok com dezenas de milhares de seguidores e vídeos que acumulam centenas de milhares de visualizações, mesmo quando criminosos tentam driblar a moderação borrando armas ou usando figurinhas sobre elas. Hashtags como “tropa do urso” são recorrentes e remetem diretamente a lideranças do CV.

As postagens também têm sido usadas para incitar violência entre facções rivais, com símbolos e emojis que aludem a chefes do Terceiro Comando Puro (TCP), como Lacoste e Coelhão.

Especialistas afirmam que as facções ampliaram seu alcance com o apoio das plataformas digitais, criando narrativas sedutoras para adolescentes. O procurador Márcio Mothé destaca que o crime se vale do apelo de dinheiro, poder e status para recrutar jovens. Já o analista Alessandro Visacro, autor de A guerra na era da informação, afirma que o ambiente digital tornou-se terreno fértil para a difusão da cultura criminal.

Famílias relatam dificuldade em impedir a aproximação de jovens com o tráfico pela internet. O pai de X., morador da Baixada Fluminense, conta que se assustou ao ver uma foto do filho armado no celular. A mãe de outro jovem, preso e condenado por roubo, afirma que tenta alertar outras famílias sobre o risco de deixar crianças navegarem sem supervisão.

As plataformas afirmam que combatem contas e conteúdos ligados ao crime. O TikTok removeu perfis identificados pela reportagem por violação às diretrizes da comunidade. A Meta, proprietária do Instagram, disse que não permite conteúdos que promovam atividades criminosas ou glorifiquem indivíduos perigosos e que retirou do ar os perfis enviados ao setor de checagem.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Operação Rastreio cumpre 132 mandados em 11 estados e mira rede ligada a desbloqueio de celulares roubados

por Redação 17 de novembro de 2025

A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta segunda-feira (17) uma nova fase da Operação Rastreio, ação permanente de combate ao roubo, furto e receptação de celulares. Nesta etapa, a Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) cumpre 132 mandados de busca e apreensão em 11 estados, com foco em grupos que ofereciam “cursos de desbloqueio de celulares on-line”.

A investigação teve início em maio, após a prisão de Alan Gonçalves, apontado como especialista no desbloqueio de aparelhos e responsável por realizar o serviço remotamente. Segundo a polícia, o investigado mantinha uma rede de “alunos” e clientes espalhados pelo país, ensinando como destravar dispositivos e afirmando saber remover IMEIs do Cadastro Nacional de Celulares com Restrição (CNCR), banco de dados utilizado pela Anatel e pelas operadoras para bloquear aparelhos roubados.

O IMEI, número único de identificação de cada celular, é fundamental para rastreamento e bloqueio de aparelhos em casos de roubo ou perda e impede o uso do dispositivo em outras redes. Ao tentar alterá-lo ou removê-lo, criminosos buscam reinserir telefones furtados no mercado com aparência de legalidade.

As diligências são realizadas no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Alagoas, Pernambuco, Maranhão, Piauí, Pará e Rondônia. Os alvos são pessoas suspeitas de fornecer aparelhos roubados para desbloqueio e de atuar na revenda dos dispositivos. Parte dos investigados também teria tentado acessar dados bancários das vítimas para realizar empréstimos e transações fraudulentas.

Segundo a Polícia Civil, diversos locais alvo das buscas funcionam como lojas, boxes e quiosques de celulares. A Operação Rastreio já recuperou mais de 10 mil aparelhos desde seu início, com 2.800 devolvidos aos donos. Mais de 700 pessoas foram presas por envolvimento na cadeia criminosa.

Fonte: G1

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Brasil

Mãe de 82 anos busca filho doado há 58 anos para pedir perdão; família tenta reencontro no Vale do Ribeira

por Redação 17 de novembro de 2025

Moradora de Registro, no interior de São Paulo, Amélia de Freitas Ribeiro, de 82 anos, manifesta o desejo de reencontrar o filho que doou há 58 anos. A filha, Jardete de Freitas, relatou ao g1 que a mãe, atualmente debilitada, sem conseguir falar ou andar, começou a pedir pelo reencontro após o agravamento de seu estado de saúde.

O filho procurado é Adauto Lemos Ribeiro, entregue à adoção em 1967 a um casal que vivia na mesma rua da família, em Jacupiranga. À época, Amélia enfrentava dificuldades após a separação do primeiro companheiro, com quem teve três filhos — Leonel, Josine e Adauto. Sem condições de criar o bebê, decidiu entregá-lo ao casal vizinho. A adoção, no entanto, nunca foi formalizada.

Segundo Jardete, essa lembrança acompanhou a mãe por toda a vida. Ao adoecer, Amélia pediu à filha que tentasse localizar o filho para “pedir perdão”. Há três anos, Jardete busca informações sobre o paradeiro do irmão. Ela afirma que já percorreu delegacias, hospitais e escolas em Cajati — cidade onde a família adotiva viveu —, mas não tem acesso a documentos por falta de autorização judicial. Os pais adotivos de Adauto já morreram, e ninguém da família sabe como ele se parece hoje.

A única pista concreta surgiu há décadas: Leonel, irmão biológico de Adauto, chegou a encontrá-lo cerca de dez anos após a adoção, mas a mãe adotiva teria impedido que ele soubesse da origem biológica. Depois desse episódio, o contato nunca mais ocorreu.

Jardete mantém consigo apenas a certidão de nascimento do irmão e segue em busca de qualquer informação que permita localizar Adauto. Ela afirma acreditar que o reencontro possa trazer paz à mãe neste momento delicado.

O advogado e ex-secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Ariel de Castro Alves, explica que adoções informais eram comuns antes de 1990, período anterior à criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A prática, conhecida como “adoção à brasileira”, permitia a entrega direta de crianças a outras famílias, sem a participação da Justiça. Atualmente, esse tipo de adoção é irregular e pode gerar sanções legais.

Fonte: G1

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