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Brasil

Segurança

PF recusou participação em megaoperação no Rio por considerá-la “não razoável”, diz diretor Andrei Rodrigues

por Redação 29 de outubro de 2025

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta quarta-feira (29) que as forças de segurança do Rio de Janeiro — especialmente a Polícia Militar — chegaram a procurar a PF antes da megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, mas que a corporação decidiu não participar por entender que a ação “não era razoável”.

“Houve contato anterior, do pessoal da inteligência da PM com nosso pessoal no Rio, para ver se haveria alguma possibilidade de atuarmos em algum ponto nesse contexto. A partir da análise do planejamento operacional, a nossa equipe entendeu que não era uma operação razoável para que a gente participasse”, afirmou Rodrigues.

A declaração foi dada um dia após a operação mais letal da história do estado, que deixou mais de 130 mortos, segundo o último balanço do governo do Rio.

O diretor destacou que os contatos ocorreram apenas em nível operacional e que não houve comunicação formal ao governo federal sobre a deflagração da operação.

“Identificamos que nossa equipe do RJ, a partir da análise geral, entendeu que não era o modo que fazemos operação. Não teríamos nenhuma autorização legal para participarmos”, completou.

Rodrigues deu as declarações após uma reunião no Palácio da Alvorada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública), Rui Costa (Casa Civil), Anielle Franco (Igualdade Racial) e Macaé Evaristo (Direitos Humanos).

Após o encontro, Lewandowski afirmou que o presidente ficou “estarrecido” com a quantidade de mortes e classificou a operação como “extremamente violenta”. O ministro também disse que não foi discutida a decretação de uma GLO (Garantia da Lei e da Ordem) no estado.

“Foi uma operação extremamente violenta, com número de mortes que causa perplexidade. O presidente pediu apuração rigorosa e respeito absoluto aos direitos humanos”, declarou Lewandowski.

A megaoperação — considerada a mais letal da história do Rio — foi defendida pelo governador Cláudio Castro (PL), que a classificou como “um sucesso” e afirmou que as vítimas eram criminosos. A fala gerou reações no STF, no governo federal e entre organizações de direitos humanos.

Fonte: G1

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Brasil

Após mais de 120 mortes, Cláudio Castro classifica megaoperação no Rio como “sucesso”: “De vítimas lá, só tivemos os policiais”

por Redação 29 de outubro de 2025

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), afirmou nesta quarta-feira (29) que considera a megaoperação policial realizada nos complexos da Penha e do Alemão um “sucesso”. A ação, que terminou com pelo menos 121 mortos, é a mais letal da história do estado.

“Temos muita tranquilidade de defendermos tudo que fizemos ontem. Queria me solidarizar com a família dos quatro guerreiros que deram a vida para salvar a população. De vítima ontem lá, só tivemos esses policiais”, disse o governador.

De acordo com o governo estadual, o número de mortos subiu de 64 para 121 em menos de 24 horas. O secretário da Polícia Civil, Felipe Curi, informou que, após a contagem inicial de 58 mortos — incluindo quatro policiais —, mais 63 corpos foram encontrados em área de mata na manhã desta quarta-feira.

Moradores da região afirmam ter localizado 74 corpos na Vacaria, área de mata na Serra da Misericórdia, onde ocorreram intensos confrontos entre policiais e traficantes. Durante a madrugada, voluntários transportaram os cadáveres para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no Complexo da Penha.

Na terça-feira (28), Castro havia afirmado que todas as pessoas encontradas mortas eram criminosas.

“Não acredito que havia alguém passeando em área de mata em um dia de operação”, declarou.

O governador, no entanto, não explicou a divergência nos números divulgados pela Secretaria de Segurança e não comentou o relato dos moradores sobre os corpos deixados na praça. Ele afirmou que o balanço oficial só será feito após a entrada dos corpos no Instituto Médico Legal (IML).

“Daqui a pouco vira uma guerra de número. Nós não vamos trabalhar assim”, disse.

Embate com o governo federal

Castro também voltou a criticar o governo federal, afirmando que o Rio precisa de mais apoio e integração no combate ao crime organizado.

“Ou soma no combate à criminalidade ou suma!”, afirmou, em resposta a críticas de autoridades.

Segundo o governador, a operação teve o apoio de outros governadores e representaria “o início de um novo processo de enfrentamento ao crime no Brasil”.

“Ontem pode ser o início de um grande processo no país. Temos a convicção de que podemos vencer batalhas, mas sozinhos não venceremos a guerra contra o estado paralelo”, disse.

Castro encerrou a coletiva afirmando que a segurança pública “é o maior problema do Brasil hoje” e que o Rio de Janeiro “não vai se furtar a fazer a sua parte”.

Fonte: G1

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Brasil

Mãe de jovem que teve reação grave após cheirar pimenta desabafa após mil dias do acidente: “Os mais doloridos da minha vida”

por Redação 29 de outubro de 2025

A mãe de Thaís Medeiros, jovem que sofreu uma lesão cerebral grave após cheirar um frasco de pimenta, fez um desabafo emocionante nas redes sociais, marcando 1.000 dias desde o acidente, ocorrido em Anápolis (GO).

Em vídeo publicado na conta de Thaís, Adriana Medeiros aparece ao lado da filha, fazendo carinho e relatando a dor que sente desde o episódio.

“Esses são os 1.000 dias mais doloridos da minha vida. Já não sei mais o que fazer, a não ser esperar em Deus. Vivo sem saber o que fazer…”, escreveu.

O caso aconteceu em fevereiro de 2023, quando Thaís, então com 27 anos, teve uma reação alérgica severa após cheirar um vidro de pimenta na casa do namorado. A jovem sofreu falta de oxigenação no cérebro, o que resultou em lesão permanente, comprometendo seus movimentos e fala.

Segundo Adriana, o grau de recuperação é mínimo, mas a família segue com fé e esperança. “Eu só queria duas coisas: ou ter ficado no lugar dela, ou que nada disso tivesse acontecido”, desabafou.

Thaís é mãe de duas meninas, de 9 e 8 anos. A mãe afirma que luta para que as netas “cresçam sabendo que fizeram tudo pela mãe delas”.

Reabilitação e rotina de cuidados

Thaís necessita de cuidados 24 horas por dia e realiza fisioterapia, fonoaudiologia, alimentação especial e medicação contínua. O custo mensal, segundo a família, chega a R$ 16 mil.

Em agosto deste ano, após dois anos de batalha judicial, a Justiça determinou que Thaís recebesse auxílio para tratamento domiciliar (home care) por seis meses, prazo após o qual será necessária nova liberação.

De acordo com o padrasto, Sérgio Alves, Thaís apresenta alguma consciência: “Ela sorri, expressa medo, faz carinho com o olhar. Não sabemos o quanto enxerga, mas percebemos reações”, contou.

Entenda o caso

O episódio aconteceu em 17 de fevereiro de 2023. Thaís estava com o namorado e os sogros na cozinha quando decidiu sentir o cheiro de um vidro de pimenta. Minutos depois, passou mal, sentiu coceira na garganta e perdeu as forças.

Ela foi internada na UTI da Santa Casa de Anápolis por mais de 250 dias. Segundo o médico Ruben Dias, o quadro foi causado pela falta de oxigenação no cérebro após uma parada cardíaca.

“O cérebro ficou um tempo sem receber oxigênio suficiente, o que causou uma lesão irreversível e de alta gravidade”, explicou o profissional.

Fonte: G1

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STF

STF vê dificuldade de Cláudio Castro para lidar com operação mais letal da história do Rio

por Redação 29 de outubro de 2025

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliaram que o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), tem enfrentado dificuldades para lidar politicamente com a megaoperação policial realizada nesta terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, que resultou em 64 mortes, incluindo quatro policiais. A ação foi considerada a mais letal da história do estado.

Em conversas reservadas, integrantes da Corte criticaram a tentativa de Castro de atribuir ao Judiciário — especialmente ao STF — a responsabilidade por eventuais falhas na execução da operação.

Na terça, o governador voltou a criticar a ADPF 635 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental), conhecida como “ADPF das Favelas”, chamando-a de “maldita”. Ele afirmou que a decisão — ajuizada pelo PSB em 2020 e que impôs limites a operações policiais em comunidades do Rio durante a pandemia — teria dificultado o trabalho das forças de segurança.

“Ainda são o que nós chamamos de filhotes dessa ADPF maldita. Infelizmente um partido político ingressou (com a ação) e prejudicou demais o Rio de Janeiro”, disse o governador.

Castro comparou as restrições impostas aos policiais com o uso de drones com explosivos por criminosos, alegando que a legislação impede ações de resposta proporcionais.

“Não pode o policial bem treinado atirar da plataforma, mas pode o criminoso usar um drone com bomba. São essas idiossincrasias que a gente vê e, infelizmente, a tentativa de politização da segurança pública arrebenta sempre no lado do policial”, declarou.

A operação, batizada de “Contenção”, mobilizou 2.500 agentes e tinha como alvo lideranças do Comando Vermelho, incluindo criminosos de outros estados que se refugiaram em comunidades fluminenses.

Após a ação, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) pediu explicações formais ao governo do Rio sobre o cumprimento das diretrizes da ADPF 635, como a utilização de câmeras corporais, a presença de ambulâncias nas áreas de atuação e o respeito aos horários escolares.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Moradores relatam “filme de terror” durante resgate de corpos em área de mata após operação que deixou mais de 120 mortos no Rio

por Redação 29 de outubro de 2025

Após a megaoperação policial realizada nesta terça-feira (28) nos Complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, moradores se mobilizaram para retirar corpos de pessoas mortas durante a ação. Segundo relatos, os corpos estavam em uma região de mata conhecida como Vacaria, área que faz divisa entre os dois conjuntos de favelas.

O resgate, que já durava mais de 12 horas na madrugada desta quarta (29), foi feito por voluntários e familiares das vítimas, que transportaram os corpos em kombis e veículos 4×4 até a chamada Praça do Inter, na Vila Cruzeiro.

Um dos voluntários, motoboy de 31 anos e morador da Penha, contou que a operação de resgate começou por volta das 21h — três horas depois do previsto — devido à continuidade dos disparos na região. “Foi um filme de terror. Para onde olhava, as trilhas tinham cinco corpos cada. O cheiro de gás lacrimogênio incomodava, e havia rastros de sangue”, relatou o morador.

Os primeiros corpos foram levados ao Hospital Getúlio Vargas, o mais próximo. No entanto, o grupo teria sido abordado por policiais durante o transporte. “Eles disseram que nos levariam para a delegacia. Depois disso, resolvemos deixar os outros corpos em frente à creche do Parque Proletário, para nossa segurança”, contou o motoboy.

Ele afirmou ainda que um dos corpos estava com uma granada na mão e outra sem pino, o que impediu o resgate completo. “Conhecia muitos dali de infância. Mudaram de vida, mas ver o que aconteceu é uma tristeza. Parecia execução: tinha gente amarrada e com tiro na testa.”

Durante a manhã, moradores realizaram protestos e exibiram faixas contra o governador Cláudio Castro (PL), cobrando explicações sobre a condução da operação, considerada uma das mais letais da história recente do estado.

Fonte: OGLOBO

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Segurança

Drones-bomba no Rio: investigação aponta que Comando Vermelho contou com apoio de militar da Marinha para adaptar tecnologia

por Redação 29 de outubro de 2025

Durante a megaoperação realizada nesta terça-feira (28) nos Complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, criminosos do Comando Vermelho usaram drones para lançar bombas contra policiais. As imagens, divulgadas pela Polícia Civil, mostram os equipamentos sobrevoando as forças de segurança e liberando granadas. Não há registro de feridos após os ataques.

O governador Cláudio Castro (PL) afirmou que “é assim que a polícia do Rio de Janeiro é recebida por criminosos: com bombas lançadas por drones”.

O uso dessa tecnologia por facções criminosas já vinha sendo monitorado pela polícia. Em 2023, o programa Fantástico, da TV Globo, revelou que um militar da Marinha ajudou o Comando Vermelho a adaptar drones para lançar explosivos. Segundo a reportagem, o cabo Rian Maurício Tavares Mota foi preso dentro de um quartel da Marinha, em Niterói, e apontado como responsável por desenvolver dispositivos que permitiam acoplar granadas aos drones, além de treinar traficantes para utilizá-los em confrontos.

As investigações da Polícia Federal indicam que Rian também usava os equipamentos para monitorar o deslocamento de viaturas e repassar informações estratégicas à facção. Em sua casa, os agentes encontraram um bunker subterrâneo preparado para esconderijo e sobrevivência por vários dias.

Em interceptações telefônicas, Rian aparece negociando com Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, um dos chefes do Comando Vermelho, sobre a compra de um “dispensador” — dispositivo que libera granadas presas ao drone.

Os investigadores acreditam que o caso não é isolado. Outras operações da PF já haviam identificado facções do Rio utilizando drones adaptados para lançar explosivos, prática inspirada em táticas de guerra vistas em conflitos como o da Ucrânia.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Chefes do Comando Vermelho usavam grupos de aplicativo para determinar torturas e escalas de segurança no Rio

por Redação 29 de outubro de 2025

As investigações que motivaram a megaoperação desta terça-feira (28) — considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro — revelam que chefes da facção Comando Vermelho (CV) utilizavam grupos em aplicativos de mensagem para coordenar atividades criminosas nos complexos do Alemão e da Penha.

Segundo a Polícia Civil, os líderes definiam nesses grupos desde escalas de seguranças armados até punições violentas a moradores e rivais. Entre os principais nomes identificados estão Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso, Juan Breno Ramos, o BMW, e Carlos Costa Neves, o Gadernal — todos denunciados pelo Ministério Público pelos assassinatos de três médicos na Barra da Tijuca, em 2023.

As mensagens interceptadas indicam que BMW era o responsável por aplicar punições determinadas pela facção. As “sanções” incluíam agressões, torturas e homicídios. Em uma das conversas, criminosos descrevem práticas de castigo a mulheres, como colocá-las em galões de gelo para “dar exemplo” após brigas em bailes funk.

Em outro caso, um morador identificado como Aldenir Martins do Monte Junior foi arrastado por sete minutos pelas ruas da comunidade, algemado e amordaçado, enquanto era forçado a delatar membros de um grupo rival. Durante a sessão de tortura, BMW chegou a fazer uma chamada de vídeo com Gadernal, debochando da vítima. Aldenir está desaparecido, e a polícia acredita que tenha sido executado.

Os mesmos grupos de mensagens também eram usados para definir escalas de segurança de Doca, que, em determinado momento, foi informado que teria seis traficantes armados em sua proteção.

Apontado como um dos principais chefes do Comando Vermelho, Doca acumula 269 anotações criminais e 26 mandados de prisão. Ele é considerado o principal articulador da expansão da facção em bairros da capital fluminense. O criminoso conseguiu fugir do cerco policial na operação desta terça-feira e segue foragido.

Fonte: G1

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Brasil

Câmara aprova projeto que proíbe cobrança por bagagem de mão e restabelece gratuidade para malas despachadas

por Redação 29 de outubro de 2025

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28) um projeto de lei que proíbe as companhias aéreas de cobrar taxas adicionais pelo transporte de bagagens de mão e restabelece a gratuidade para malas despachadas de até 23 kg. As novas regras valerão tanto para voos domésticos quanto internacionais, e o texto segue agora para análise do Senado.

A proposta altera o Código Brasileiro de Aeronáutica e garante ao passageiro o direito de levar gratuitamente um volume de até 10 kg no bagageiro da cabine e outro menor, como bolsa ou mochila, sob o assento. O relator ampliou o peso máximo da bagagem de cabine para até 12 kg, observadas as limitações de segurança e capacidade das aeronaves.

Os deputados também aprovaram a proibição do cancelamento automático do trecho de volta quando o passageiro perde o voo de ida, além de vetar a cobrança pela marcação antecipada de assentos.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu a proposta, classificando a cobrança por bagagem de mão como “abusiva”. “Um recado às companhias aéreas: a Câmara não vai aceitar esse abuso”, afirmou nas redes sociais.

O texto determina ainda que, quando não houver espaço suficiente no compartimento superior, a bagagem deverá ser despachada gratuitamente.

A medida retoma regras semelhantes às que vigoravam antes de 2017, quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou as companhias a cobrarem pelo despacho de malas em troca da promessa de passagens mais baratas — promessa que, segundo parlamentares, nunca se concretizou.

Fonte: G1

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Segurança

Mãe afirma que filho morto e enterrado por namorada em Bebedouro vivia relacionamento abusivo

por Redação 29 de outubro de 2025

A mãe de Alex Sandro da Silva Rocha, de 21 anos, morto a tesouradas e enterrado pela namorada no quintal da casa dela em Bebedouro (SP), afirmou que o filho vivia um relacionamento abusivo marcado por ciúmes, possessividade e agressões. A autora do crime, identificada como Jussara Luzia Fernandes, de 62 anos, professora de estética, está presa preventivamente por homicídio e ocultação de cadáver.

Em entrevista, Ivonete Ribeiro da Silva relatou que a namorada controlava todos os passos de Alex Sandro. “Até quando ele ia ao banheiro era de portas abertas. Ela bloqueou toda a família dele e se passava por ele no celular, brigando com todo mundo”, contou a mãe.

O corpo do jovem foi sepultado na terça-feira (28), em Canindé de São Francisco (SE), sua cidade natal. Inconformada, Ivonete acredita que o filho foi dopado antes de ser assassinado. “Meu filho era forte, tinha 1,80m. Ela não teria condições de lutar com ele. Não houve legítima defesa”, afirmou.

Jussara confessou o crime à Polícia Civil e alegou ter agido em legítima defesa, versão contestada pela família da vítima. A mãe relatou ainda que tentou contato com o filho nos dias seguintes ao assassinato e acredita que a suspeita tenha se passado por ele em mensagens.

Segundo Ivonete, Alex Sandro pretendia terminar o relacionamento. Ela contou que, em um dos episódios de violência, a mulher chegou a passar com o carro sobre o pé dele, mas o rapaz não quis registrar boletim de ocorrência.

Com o crime, a Polícia Civil também passou a investigar a morte do ex-marido de Jussara, Walter Gilmar de Pádua Carneiro, de 65 anos, encontrado morto dentro da piscina da mesma casa em janeiro deste ano. Na época, o caso foi registrado como afogamento. A filha de Walter, Bruna Carneiro, disse acreditar que o pai tenha sido assassinado pela madrasta, com quem mantinha um relacionamento conturbado.

Fonte: G1

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Brasil

Homem é preso em Minas Gerais por usar filho em falso tratamento de câncer para arrecadar dinheiro em igrejas

por Redação 29 de outubro de 2025

Um homem de 50 anos foi preso na segunda-feira (27) na BR-365, em Buritizeiro, no Norte de Minas, após usar o próprio filho de 12 anos em um golpe que arrecadou cerca de R$ 100 mil com fiéis de ao menos três igrejas em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. O filho mais velho do suspeito, de 22 anos, também foi detido.

Segundo a Polícia Militar, o homem se apresentava em igrejas dizendo que o filho mais novo tinha um tumor cerebral e precisava de recursos para uma cirurgia em São Paulo. Ele usava microfone e panfletos com dados de PIX para receber as doações, enquanto o filho simulava a doença.

Durante a abordagem, os policiais encontraram no carro panfletos, R$ 5.975 em dinheiro, uma cadeira de rodas e laudos médicos falsificados. O adolescente, que aparentava estar saudável, confessou que fingia não conseguir andar por orientação do pai.

Ainda conforme a PM, o homem admitiu aplicar golpes semelhantes em outras cidades e havia tirado os filhos da escola dez dias antes. Ele já possuía antecedentes por estelionato em outro estado, onde usou outro filho, hoje com 17 anos, em crimes parecidos.

O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar as crianças. O pai e o filho mais velho foram presos em flagrante por estelionato, corrupção de menores e uso de documentos falsos. A Polícia Civil informou que o homem também responderá por abandono intelectual e corrupção de menores. O filho de 22 anos foi ouvido e liberado.

Fonte: G1

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