Voz de Guarulhos
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
sexta-feira, abril 24, 2026
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
Voz de Guarulhos
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal Impresso
@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Saúde

Saúde

Faustão passa por transplante de fígado e retransplante renal em SP

por Redação 8 de agosto de 2025

O apresentador Fausto Silva, de 75 anos, passou por um transplante de fígado e um retransplante renal nesta quarta (6) e quinta-feira (7), no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

De acordo com o boletim médico, os órgãos, provenientes de um único doador, foram considerados compatíveis pela Central de Transplantes do Estado de São Paulo, que acionou a instituição para a realização dos procedimentos.

Internado desde 21 de maio por causa de uma infecção bacteriana aguda com sepse, Faustão vinha sendo submetido a tratamento para controle da infecção e a reabilitação clínica e nutricional, com o objetivo de estabilizar seu quadro de saúde.

Ainda conforme o boletim, o retransplante renal já estava previsto havia um ano e pôde ser realizado em conjunto com o transplante de fígado.

Transplantes

Faustão passou por um transplante cardíaco no dia 27 de agosto de 2023. O apresentador ocupava o segundo lugar na fila de espera por um coração, segundo a Central de Transplantes do Estado.

Em fevereiro de 2024, Faustão voltou a ser internado, desta vez para um transplante de rim. De acordo com familiares, quando ele passou por um transplante de coração, no ano passado, seus rins já estavam comprometidos e ele estava fazendo hemodiálise. O apresentador ficou na fila por um transplante de rim por dois meses.

Em entrevista ao Fantástico em agosto de 2024 (assista acima), meses após o segundo transplante, o apresentador comentou sobre sua saúde e compartilhou como se sentia depois de vivenciar esses episódios.

“É curioso, eu nunca fumei na vida. Nunca bebi. Não bebo nem licor. Nem cerveja. Nada. Nunca usei droga. E eu caí na malha fina e tive que fazer transplante de coração. Eu estou agora, o que acontece? O coração de um atleta de 35 anos. E agora tem que cuidar da lanternagem, da funilaria, da parte física mesmo. Fazer fisioterapia, ginástica. Isso é fundamental”, relatou.

“Você recebe uma bênção dessas, você fala assim: ‘poxa, se eu mereci voltar?’. E estou me sentindo muito melhor do que antes, eu tenho uma responsabilidade, então tem que pensar no legado”, afirmou, na época.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Saúde

ExRNA: a molécula que pode antecipar o diagnóstico de câncer e transformar o tratamento da doença

por Redação 7 de agosto de 2025

Uma molécula minúscula que circula no sangue — chamada RNA extracelular (exRNA) — está no centro de uma revolução científica silenciosa que promete mudar a forma como o câncer é detectado, acompanhado e tratado. É o que revela uma nova revisão publicada na revista ExRNA por pesquisadores da Universiti Putra Malaysia, em colaboração com outras instituições asiáticas. O estudo compila os avanços mais recentes sobre essa ferramenta que ainda é desconhecida de grande parte da população.

Presente em fluidos como sangue, saliva e urina, o exRNA é um fragmento de material genético expelido pelas células — inclusive as cancerígenas — que circula envolto por estruturas chamadas exossomos. O que torna essas moléculas promissoras vai além da detecção precoce de tumores: elas têm potencial para guiar terapias personalizadas e menos invasivas.

Uma biópsia sem bisturi
Diferente da biópsia convencional, que exige retirada de tecido com agulhas ou cirurgia, os exRNAs podem ser detectados por meio de um simples exame de sangue. Isso viabiliza as chamadas biópsias líquidas, capazes de identificar o câncer ainda nos estágios iniciais e monitorar sua evolução ao longo do tratamento.

Fragmentos como microRNAs e RNAs circulares já estão sendo investigados como marcadores para diferentes tipos de câncer, como os de pulmão, próstata, cólon e pâncreas. Além da estabilidade no organismo, os exRNAs refletem mutações genéticas, agressividade do tumor e até a resistência a medicamentos — tudo isso sem necessidade de procedimentos invasivos.

Do diagnóstico ao tratamento
A inovação, porém, não para no diagnóstico. Cientistas agora estudam maneiras de usar os exRNAs como agentes terapêuticos. A proposta é aproveitar os próprios exossomos como veículos para entregar fragmentos de RNA terapêutico diretamente às células tumorais.

Em testes pré-clínicos, foi possível interromper o crescimento de tumores e até reverter resistência a quimioterápicos, utilizando exossomos carregados com RNAs supressores de tumor. A meta, no futuro, é tratar o câncer com maior precisão e causar menos efeitos colaterais.

Obstáculos e futuro promissor
Apesar do otimismo, o uso clínico dos exRNAs ainda enfrenta barreiras importantes: a padronização dos métodos de coleta e análise, a garantia de que os exossomos cheguem ao destino correto no corpo e a falta de regulamentação específica para esse tipo de abordagem.

A produção desses sistemas em larga escala e com segurança também representa um desafio para que possam ser usados em hospitais.

Ainda assim, os cientistas enxergam um futuro promissor. Avanços em bioengenharia, inteligência artificial e diagnóstico molecular podem acelerar o uso clínico dos exRNAs, inclusive em plataformas integradas com outros biomarcadores, pavimentando o caminho para uma oncologia verdadeiramente personalizada.

Uma nova era no combate ao câncer
Com o avanço das pesquisas, cresce a esperança de que os exRNAs deixem de ser apenas uma promessa de laboratório e passem a integrar o arsenal clínico contra o câncer. Esses “mensageiros invisíveis” oferecem uma janela inédita para entender e intervir na doença antes mesmo de seus sinais se tornarem visíveis.

O estudo completo, “ExRNA como agentes teranósticos no câncer: progresso atual e perspectivas futuras”, está disponível gratuitamente em acesso aberto na revista científica ExRNA.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
SUS

Pacientes do SUS poderão ser atendidos por planos de saúde a partir deste mês; quem tem direito? Tire todas as suas dúvidas

por Redação 1 de agosto de 2025

A partir deste mês, parte dos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão ser atendidos gratuitamente por planos de saúde privados no programa Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde. A medida, anunciada na última segunda-feira, permitirá que as operadoras troquem dívidas com o governo pela prestação de serviços aos usuários da rede pública.

De acordo com a pasta, o edital com as regras para adesão voluntária pelos planos ao programa será publicado na próxima segunda-feira, dia 4. Uma semana depois, no dia 11, o sistema para as operadoras se cadastrarem será aberto. Depois, o ministério avaliará se o plano segue os critérios necessários. Se aprovado, os serviços serão ofertados ao SUS.

— Os planos de saúde solicitam participação, o Ministério da Saúde cruza os serviços ofertados com as necessidades apontadas pelos estados e municípios e, depois que as adesões forem aprovadas, começam os atendimentos em áreas em que há carência de atendimento lá na ponta, como oncologia e ginecologia. Com esse reforço dos hospitais privados, menor será o tempo de espera no SUS — afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao GLOBO.

Abaixo, tire as principais dúvidas sobre o programa.

Por que pacientes do SUS serão atendidos por planos de saúde?
O atendimento pelos planos é parte do novo programa Agora Tem Especialistas, que busca utilizar a estrutura privada do país para ampliar o acesso à atenção especializada, como cirurgias, consultas e exames, e reduzir as longas filas enfrentadas por pacientes do SUS.

Numa primeira etapa do programa, os hospitais passaram a poder quitar suas dívidas realizando procedimentos da rede pública. Agora, o Ministério da Saúde passa a permitir que as operadoras também troquem suas dívidas pelo atendimento.

Isso porque a legislação brasileira obriga os planos a ressarcirem o poder público quando um de seus beneficiários utiliza um serviço especializado do SUS, o que não é cumprido na prática, explica Ligia Bahia, professora do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (Iesc) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ):

— Eu acho uma iniciativa positiva, porque essas dívidas nunca serão efetivamente pagas. Porque os planos judicializam os valores, que viram ativos financeiros, que é o pior dos mundos. Então trocá-las por serviços ao SUS é uma boa ideia.

De acordo com a pasta da Saúde, há uma dívida estimada em R$ 1,3 bilhão, dos quais espera-se que R$ 750 milhões sejam quitados com a oferta de serviços para o SUS em 2025. Reinaldo Guimarães, vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), também vê o projeto com bons olhos:

— No SUS, a atenção básica é bem sucedida, apesar de seus problemas, o principal nó é na chamada média e alta complexidade. Desatar esse nó, mesmo que não completamente, porque o passivo é muito grande, é algo positivo. O ideal seria que o SUS tivesse condições de solucionar as filas sozinho, mas é difícil pensar em quanto tempo levaria para conseguir isso, se é que conseguiríamos um dia.

A partir de quando o atendimento poderá ser feito pelo plano de saúde?
O acesso não será imediato. A partir do dia 11, as operadoras de saúde poderão se cadastrar voluntariamente para aderirem ao programa. Apenas depois, com a liberação pelo Ministério da Saúde, é que os serviços começarão a ser ofertados ao SUS. Espera-se que os primeiros atendimentos para pacientes da rede pública sejam realizados ainda em agosto.

Como é o processo para os planos aderirem?
Depois da publicação do edital e da abertura para cadastro, os planos deverão solicitar a adesão ao programa via plataforma InvestSUS. Para isso, haverá alguns critérios, como comprovação de capacidade técnica e operacional e disponibilização de uma matriz de oferta que atenda às necessidades do SUS.

As operadoras, por exemplo, precisarão realizar mais de 100 mil atendimentos por mês, para evitar a pulverização dos serviços. Em regiões que têm menos instituições e grande demanda, planos de saúde de menor porte, com um atendimento mínimo de 50 mil por mês, poderão aderir.

O Ministério da Saúde avaliará a regularidade do plano e se os serviços oferecidos atendem às demandas da rede pública. Caso o cadastro esteja de acordo com os critérios, a operadora será aceita, e o rol dos serviços ofertados será disponibilizado aos estados e municípios. A partir daí, unidades conveniadas ao plano poderão iniciar os atendimentos.

O paciente do SUS pode escolher ser atendido pelo plano?
Não. O paciente que utiliza a rede pública buscará uma unidade de saúde normalmente. O encaminhamento para um atendimento especializado por plano de saúde ou por um serviço público será feito pelo complexo regulatório que administra a fila do SUS na região, explica Padilha:

— O caminho continua o mesmo, mas agora vai andar mais rápido, porque, com o reforço dos hospitais dos planos de saúde, o SUS vai ofertar mais cirurgias, exames e consultas.

É possível escolher em qual hospital privado o paciente será atendido?
Não. Da mesma forma que o paciente não poderá escolher ser atendido ou não por um plano de saúde, não será possível selecionar para qual unidade ele será encaminhado.

Alguma região ou especialidade médica será priorizada?
Para garantir mais serviços nas localidades com maior demanda, o Ministério da Saúde definiu que a participação dos planos será dividida em 36,5% para a região Sudeste; 24% para o Nordeste; 11,5% para o Sul; 10% para o Centro-Oeste e 10% para a região Norte. Outros 10% serão reservados para contratação de serviços estratégicos em qualquer região do país.

Além disso, o programa Agora Tem Especialistas como um todo prioriza seis áreas em que há maior carência de serviços especializados: oncologia; oftalmologia; ortopedia; otorrinolaringologia; cardiologia e ginecologia. Mas a pasta da Saúde diz que também será considerada a demanda apresentada pelos estados e municípios.

Os planos poderão dar prioridade aos pacientes do SUS?
Não. Na coletiva de anúncio do programa, a diretora-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Carla de Figueiredo Soares, destacou que a iniciativa será acompanhada de mecanismos de fiscalização, com possibilidade de multas e penalidades, e que “não há qualquer espaço para que operadoras deixem de atender sua carteira de clientes para priorizar o SUS”.

Para Gustavo Ribeiro, presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), o programa representa “uma evolução significativa na integração entre os sistemas público e privado de saúde no Brasil” que poderá “beneficiar milhões de brasileiros que aguardam atendimento”.

Quais os desafios no programa?
A medida, embora vista com bons olhos por especialistas, não é isenta de desafios. Guimarães pontua, por exemplo, que será difícil precificar os serviços prestados pelos planos em relação à dívida e saber se os planos vão aderir ao programa, já que historicamente eles não querem pagar os ressarcimentos ao SUS.

Além disso, Ligia pontua que o sucesso da iniciativa também se apenas operadoras que têm uma baixa cobertura vão demonstrar interesse:

— Se elas devem ao SUS, significa que a cobertura já é restrita, porque seus beneficiários buscam muito a rede pública. E precisamos pensar na qualidade e dignidade desse serviço, sem um estigma para os pacientes que vêm do SUS.

Se bem sucedida, ela acredita que a medida poderia se transformar numa política de Estado permanente, o que resolveria a falta de pagamento das dívidas. Porém, isso demandaria um desenho maior do programa, com mais fiscalização e governança, defende, e não apenas uma iniciativa isolada do governo atual.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Saúde

Polícia Civil fecha laboratório clandestino de produção de remédios para emagrecer em Santo André

por Redação 31 de julho de 2025

A Polícia Civil fechou um laboratório clandestino usado para fabricar ilegalmente remédios para emagrecer em Santo André, na Grande São Paulo, na quarta-feira (30), após receber denúncias anônimas.

Segundo as informações recebidas pela polícia, os medicamentos eram importados e manipulados de forma ilegal, sem nota fiscal ou prescrição médica.

No local, os investigadores encontraram canetas de insulina previamente esvaziadas e preenchidas com a substância conhecida como tirzepatida, utilizada no Mounjaro. O medicamento foi aprovado para tratamento de obesidade pela Anvisa em junho.

Durante as buscas, também foram apreendidos frascos, seringas, ampolas, tubos e kits prontos para comercialização, além de cadernos com instruções de como manipular as substâncias e de documentos com nome de clientes.

Um dos responsáveis pela empresa foi encaminhado para delegacia, onde permaneceu preso por adulteração de produtos terapêuticos e medicinais. As investigações para identificar os demais envolvidos no esquema criminoso prosseguem.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Saúde

Banana: descubra 6 benefícios da fruta e um alerta

por Redação 14 de julho de 2025

? Rica em nutrientes, prática de carregar e versátil no preparo: a banana é um dos alimentos mais completos e acessíveis do nosso dia a dia. Conhecida como o “fast food da natureza” por já vir naturalmente embalada, ela é fonte de energia, faz bem para o intestino e até para o humor.

Segundo especialistas, ela é um alimento coringa para o dia a dia — desde um lanche para crianças, até o pré-treino de quem faz atividade física.

Abaixo, entenda como ela pode ser uma aliada na alimentação, os benefícios e um alerta.

Benefícios da banana
1)Contribui para o humor e qualidade do sono
A banana tem triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, neurotransmissor relacionado ao bem-estar, humor e regulação do sono. Consumir banana como parte de uma alimentação equilibrada pode colaborar com a estabilidade emocional, inclusive melhorando sintomas de TPM (tensão pré-menstrual) e ansiedade, segundo nutricionistas. Além disso, vitaminas do complexo B auxiliam na função neurológica.

2)Contribui com o funcionamento intestinal:
A fruta, especialmente quando ainda está um pouco verde, é excelente fonte de fibras solúveis e amido resistente, que servem de alimento para as boas bactérias intestinais. Isso favorece o equilíbrio da microbiota intestinal. Além disso, ela ameniza sintomas de gastrite e refluxo.

3)É fonte de vitaminas e antioxidantes:
A banana ainda oferece pequenas quantidades de vitamina C, vitamina B6 e compostos antioxidantes que contribuem para imunidade. A vitamina C da fruta ajuda ainda a proteger as células contra danos inflamatórios.

Além disso, por ser rica em potássio (uma unidade tem cerca de 350 a 400 mg do mineral), ela também :

4) ajuda a regular a pressão arterial;
5) ajuda a reduzir o risco de AVC;
6) previne cãibras musculares (por equilibrar eletrólitos)
Alerta: grau de maturação influencia no efeito metabólico
Apesar dos potenciais benefícios da fruta, a banana tem índice glicêmico moderado a alto quando está bem madura. Por isso, pessoas com quadros de diabetes ou resistência à insulina devem consumi-la com moderação e em estratégia pontual, destaca a nutricionista Eleonora Galvão.

Verde
Quando está mais verde, a banana contém mais amido resistente e fibras, o que reduz seu impacto glicêmico.

Um subproduto benéfico da fase verde é a biomassa de banana verde, um alimento funcional rico em amido resistente, que tem sido amplamente estudado por seus efeitos positivos na sensibilidade à insulina, na saciedade e no equilíbrio da microbiota intestinal, destaca Galvão.

Madura
À medida que amadurece, o amido se converte em açúcares simples, tornando a fruta mais doce e com índice glicêmico mais alto.

Dicas para o uso nas refeições
Na culinária, a banana funciona como um adoçante natural, reduzindo a necessidade de açúcar na receita e sendo excelente opção para doces infantis, sem qualquer adição de açúcares. Alguns exemplos são:

Panquecas
Bolos
Muffins caseiros
No café da manhã, a banana pode ser servida:

Em fatias
Sobre mingaus de aveia
Com canela e proteínas, que têm ação antioxidante e auxiliam no controle da glicose.
Em panqueca combinada com ovo e pasta de amendoim, oferecendo bom controle de proteínas, carboidratos e gorduras
Em iogurtes naturais
Em vitaminas batidas com leite e outras frutas
Ou até mesmo combinada com sementes, o que ajuda a modular a resposta glicêmica
Sorvete cremoso e 100% natural, após congelamento
Se for congelada, a banana pode ser batida sozinha ou com cacau e leite vegetal, formando um sorvete cremoso e 100% natural, uma forma prática e saudável de incluir a fruta em dias mais quentes, orienta Galvão.

Casca da banana também é comestível
A casca da banana também é comestível e tem até mais fibras do que a polpa. Ela também é rica em potássio, magnésio, luteína (importante para a saúde dos olhos), e compostos fenólicos com ação antioxidante. Cozida ou batida, pode ser usada em preparações que evitam o desperdício e aumentam o valor nutricional da refeição.

Na alimentação, a casca pode ser utilizada em:

Receitas veganas, ajudando na textura e substituindo a carne
Bolos
Farofas
Carne vegetal: a casca pode ser refogada ou cozida
Vitaminas: ao bater a banana com casca (devidamente higienizada), a quantidade de fibras e nutrientes é potencializada
É melhor ingeri-la antes ou depois do treino?
O melhor momento para ingerir a banana depende do tipo, duração do exercício e objetivo gerais para o organismo.

Antes do treino, a banana oferece energia de forma rápida, especialmente útil em treinos aeróbicos ou de intensidade e força muscular.
Depois do treino, ela ajuda na reposição de glicogênio muscular, a energia armazenada nos músculos, e contribui com a recuperação, especialmente se combinada com uma fonte de proteína.
Curiosidades
A banana cresce na bananeira – que não é uma árvore, mas planta herbácea gigante – e não tem sementes.

O Brasil é um dos maiores produtores de banana do mundo, com destaque para as bananas nanica, prata, maçã e ouro.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Saúde

‘Tive medo de perder a visão depois de uma mosca entrar no meu olho no banheiro de casa. Ardia e doía muito’

por Redação 10 de julho de 2025

A enfermeira Larissa de Jesus dos Santos, de 27 anos, entrou no banheiro quando uma mosca foi em direção ao seu olho. O mosquito causou uma quemose ocular, isto é, um inchaço intenso no local que a fez ter medo de perder a visão. Com o tratamento adequado, seu olho voltou ao normal em dois dias.

O episódio aconteceu em 31 de março deste ano. Santos tinha acabado de gravar um vídeo para o Instagram e entrou no banheiro para tomar banho quando a mosca voou em direção ao seu olho.

“Na hora, joguei água, mas começou a arder e inchar. A sensação era como se tivesse muita areia dentro do meu olho. Fiquei com muito medo, porque doía demais e eu mal conseguia abrir o olho. Coloquei gelo imediatamente”, lembra.

Ela ligou para o noivo, que estava trabalhando, e ele a levou até um hospital oftalmológico. Ao avaliarem a enfermeira, ela foi diagnosticada com uma grande quemose ocular.

“A quemose é um inchaço da conjuntiva, que é uma membrana fina e transparente que recobre todo o olho. E é esse acúmulo de líquido que vai dar esse aspecto inchado e gelatinoso à conjuntiva”, explica a oftalmologista Ione Alexim, da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Os principais sintomas associados à quemose são: sensação de olho pesado, lacrimejamento excessivo, vermelhidão ocular, ardência, dificuldade para fechar o olho e visão levemente embaçada.

“Eu fiquei em pânico, com medo de perder a visão porque ficou como se fosse uma gordura por cima do meu globo ocular. Por isso procurei um atendimento médico”, relata Santos.

Alexim também enumera as principais causas da quemose ocular, como alergias, infecções, traumas oculares, inflamações crônicas como conjuntivites, uso de lente de contato de forma incorreta e até problemas cardiológicos e doenças renais.

Após o diagnóstico
O oftalmologista que atendeu a enfermeira receitou um colírio antibiótico e uma pomada, o que fez seu olho melhorar em dois dias.

Essa foi a segunda experiência de uma mosca de banheiro quase levar Santos a perder a visão. “Na primeira vez, eu só coloquei gelo. Ficou inchadinho, mas por um dia só. Não fui ao médico”, conta.

A ida ao hospital oftalmológico na primeira vez não foi necessária porque o olho já estava desinchado no dia seguinte ao incidente, diferente dessa segunda vez.

Depois do susto, a enfermeira redobrou os cuidados de higiene do banheiro. Até inseticida em spray ela tem usado para espantar possíveis moscas. Inclusive, as dicas de como manter os insetos afastados também têm chegado pela internet, onde Santos compartilhou seu relato.

“Eu não sabia que ia viralizar tanto, mas quis alertar as pessoas que essa mosquinha parece inofensiva, mas me causou muito mal”, reflete.

Fonte: revistamarieclaire

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
SUS

Americano relata experiência no SUS e se surpreende com atendimento: ‘Custo zero’

por Redação 8 de julho de 2025

O jornalista americano Terrence McCoy, correspondente do Washington Post no Brasil, relatou a experiência que viveu ao ser atendido em um hospital público em Paraty, no Rio de Janeiro. O episódio ocorreu durante uma viagem com a família, quando o porta-malas do carro cedeu e feriu a cabeça do americano.

McCoy, que vive no Brasil há seis anos, contou que tentava arrumar as malas para voltar ao Rio de Janeiro devido à um episódio de febre alta do filho, quando a estrutura da porta quebrou e o atingiu. Sangrando e desorientado, McCoy foi socorrido por uma ambulância do Hospital Hugo Miranda, unidade pública de saúde da região.

“Afastei-me cambaleando e agarrei a cabeça, só me dando conta do quanto estava ferido quando puxei a mão e vi que estava coberta de sangue”, escreveu o jornalista.

O atendimento médico incluiu uma injeção para dor, anestesia local, seis pontos na cabeça, exames de raio-X e tomografia computadorizada. Em nenhum momento foi solicitado seguro saúde ou qualquer forma de pagamento. O custo total, segundo ele, foi zero.

“Mesmo depois de seis anos no Brasil, confesso que um dos meus primeiros pensamentos foi teimosamente americano. Da obscuridade, surgiu com uma clareza repentina: quanto isso vai me custar?”, relatou.

O texto, publicado no Washington Post, faz uma comparação entre os sistemas de saúde dos Estados Unidos e do Brasil. McCoy destaca que, mesmo acostumado à rede privada brasileira, ficou surpreso com o acesso universal e gratuito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante as seis horas em que permaneceu no hospital, o jornalista também observou a “diversidade dos pacientes”. Segundo o relato de McCoy, o hospital atendia desde moradores da região até turistas e trabalhadores que chegavam de áreas mais distantes, todos com acesso igualitário ao atendimento médico. “Sentei-me sem dizer uma palavra ao lado de um homem descalço com um olho só”, descreveu.

O filho do repórter, com febre de 40 graus, também precisou de cuidados médicos. Após uma hora de espera, o menino foi atendido, diagnosticado com amigdalite e medicado com antibióticos e antitérmicos, segundo o jornalista.

O custo também foi zero. “Dez minutos com um pediatra foram tudo o que precisamos para chegar ao diagnóstico”, afirmou.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
SUS

SUS oferecerá implante contraceptivo a partir do segundo semestre, diz Padilha

por Redação 3 de julho de 2025

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) aprovou na quarta-feira a inclusão do implante contraceptivo subdérmico, o Implanon, na rede pública. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a previsão é que o método esteja disponível no SUS a partir do segundo semestre deste ano.

O contraceptivo será destinado a mulheres em idade fértil, ou seja, até 49 anos. Hoje, o SUS conta com o Implanon para mulheres com HIV/AIDS, privadas de liberdade, trabalhadoras do sexo e em tratamento de tuberculose em uso de aminoglicosídeos, uma classe de antibióticos.

— Agora vamos orientar as equipes, fazer a compra e orientar as Unidades Básicas para já no segundo semestre deste ano começar a utilizar no SUS — afirmou Padilha.

O ministério estima distribuir, até 2026, 1,8 milhão de dispositivos, sendo 500 mil ainda neste ano, em um investimento de R$ 245 milhões. Na rede particular, o Implanon custa entre R$ 2 mil e R$ 4 mil.

A incorporação será oficializada em portaria publicada pelo Ministério da Saúde nos próximos dias. Após isso, a pasta terá 180 dias para efetivar a oferta, o que envolve etapas como a atualização de diretrizes clínicas, aquisição e distribuição do contraceptivo e capacitação dos profissionais.

O implante é um pequeno bastão de plástico, com 4 cm de comprimento e 2 mm de diâmetro, inserido sob a pele do braço. Ele contém 68 mg de etonogestrel, liberado continuamente na corrente sanguínea. A substância impede a liberação do óvulo e altera a secreção do colo do útero, dificultando a entrada dos espermatozoides.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Saúde

Mãe em crise emocional provocou asfixia que causou morte dela, de bebê e de avó em BH, diz polícia

por Redação 26 de junho de 2025

A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu que Daniela Teixeira Antonini, de 42 anos, provocou a morte dela, da filha Giovanna, de 1 ano e 11 meses, e da avó da criança, Cristina, de 68 anos, dentro de um apartamento no bairro Barro Preto, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, em maio deste ano.

O inquérito foi divulgado nesta quinta-feira (26). Segundo a delegada Iara França Camargos, da Delegacia de Homicídios, as vítimas morreram asfixiadas por monóxido de carbono, causadas por um carvão queimado no quarto. (relembre o caso abaixo)

Os corpos foram encontrados no dia 9 de maio em avançado estado de decomposição, e a polícia estima que as mortes tenham ocorrido por volta da noite de 6 de maio. Os quatro cachorros da família também estavam mortos na cama.

Crise emocional
A investigação apontou que Daniela apresentava sinais de exaustão física e emocional, agravados pela rotina intensa de cuidados com a filha, que tinha uma condição congênita grave.

O pai da criança, que mantinha visitas quinzenais e contribuía financeiramente com pensão e plano de saúde, relatou que os encontros eram intermediados por familiares, já que Daniela havia solicitado uma medida protetiva no passado, quando soube da gravidez, alegando que sofreu violência doméstica.

Giovanna Antonini Vasconcelos nasceu com uma má formação no sistema digestivo e passou por diversas cirurgias ao longo da vida. Ela se alimentava por sonda e exigia cuidados constantes e em tempo integral, o que causou forte sobrecarga emocional em Daniela, que já tinha histórico de transtornos depressivos.

A bebê passou por um procedimento cirúrgico dois meses antes da tragédia, mas ainda dependia de uma nova intervenção no futuro, prevista apenas para os próximos 10 anos. De acordo com a polícia, essa perspectiva contribuiu para o agravamento do estado emocional da mãe.

Relembre o caso
Na ocasião, a Polícia Militar foi acionada após a avó paterna da criança relatar que não conseguia contato com a família. A síndica do prédio foi até o apartamento e, ao sentir forte odor no corredor, chamou a polícia. Os militares arrombaram a porta e encontraram as três vítimas na cama.

O imóvel estava trancado, com todas as janelas fechadas. Havia três bandejas com carvão queimado no local. A polícia confirmou que não houve participação de terceiros.

A investigação apurou que a família tinha problemas financeiros, relatados em uma carta deixada por Daniela. Havia atraso em dois aluguéis e uma parcela do condomínio. Cristina, a avó, era aposentada e dona de uma imobiliária.

Daniela não trabalhava e recebia ajuda de familiares e amigos e doações — situação que também a deixava frustrada, segundo as investigações.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Saúde

Mulher que espera por cirurgia de reversão de colostomia há 9 anos estava em fila errada, diz Sesap

por Redação 12 de junho de 2025

A mulher de 44 anos que espera há 9 anos por uma cirurgia de reversão de colostomia no Rio Grande do Norte não estava na fila de regulação pelo procedimento e sim de outro, segundo confirmou a Secretaria de Saúde Pública do estado nesta quarta-feira (11).

Moradora do bairro Felipe Camarão, em Natal, Leila Tavares, de 44 anos, deveria ter realizado cirurgia apenas quatro meses após o procedimento, feito em 2016.

Nesse período, a dona de casa desenvolveu uma hérnia, o que piorou a situação, impedindo o uso de bolsas de colostomia tradicionais.

? ENTENDA: O objetivo da colostomia é estabelecer uma via alternativa para a eliminação de fezes e gases. Essa abertura, chamada de estoma, permite que as fezes sejam eliminadas diretamente para uma bolsa coletora externa, evitando a passagem pelo reto e pelo ânus. Saiba mais aqui.

Leila ainda usa sacolas de plástico para improvisar as bolsas de colostomia por falta de material na rede estadual. A demora para reverter o procedimento agravou o problema e uma hérnia apareceu no mesmo lugar.

Nesta quarta (11), o secretário de Saúde do RN, Alexandre Motta, disse que Leila não estava na fila de reversão da colostomia e sim para outro procedimento.

O secretário disse que, por causa da gravidade do caso, a Secretaria procurou Leila para incluir o nome dela na fila correta. Cinco pessoas estão na fila pelo mesmo procedimento no estado e o tempo de espera tem sido de aproximadamente um mês.

“A expectativa é que ela entrando no sistema isso seja o mais diligente possível. Lembrando que do ano passado para cá a gente fez procedimentos iguais ao que ela precisa 79 vezes, então é possível que isso seja diligenciado de forma muito rápida”, disse Motta.

Após contato da pasta, a paciente foi orientada a ir para um avaliação no Hospital Santa Catarina na manhã desta quinta-feira (12).

Sobre as bolsas de colostomia, que estão em falta no centro de reabilitação do estado, a Secretaria de Saúde informou que está finalizando o processo de compra para receber os materiais, mas não deu prazo para a chegada das bolsas.

Avaliação
Após passar por avaliação nesta quinta-feira (11), Leila disse que a médica solicitou realização de exames e que ela perdesse 10 kg para passar pela cirurgia. Segundo a paciente, a médica informou que a reversão da colostomia e a retirada da hérnia devem ocorrer no mesmo momento.

No entanto, a paciente reclamou do fato de ter que solicitar os novos exames no posto de saúde do bairro onde mora, o que, segundo ela, deverá atrasar ainda mais o procedimento.

A história começou em 2016, quando Leila Tavares precisou retirar um tumor na região abdominal. A colostomia foi indicada como medida temporária para permitir a cicatrização do local operado. O que era ter durado quatro meses completou nove anos.

Há cerca de três anos, a dona de casa ainda desenvolveu uma hérnia na região, o que impediu o uso de bolsas convencionais. Assim, passou a usar sacos plásticos, o que a fez temer um infecção.

A vida, segundo ela, ficou limitada desde que precisou realizar o procedimento.

“Eu me sinto excluída da sociedade, porque eu não tenho o convívio. A gente se sente envergonhado de estar no meio dos outros, aí suja, e a gente se sente desconfortável”, lamentou.

Mãe de quatro filhos e avó de nove netos, Leila relata que a condição limita até mesmo as tarefas mais simples do dia a dia. Cozinhar, caminhar ou lavar louça sem dor são coisas que viraram um desafio.

“Eu deixei de viver, porque numa situação dessa…Eu não vou dizer para você que eu vivo, porque eu não vivo. Eu me levanto porque tem que se levantar. A gente tem que correr atrás. Mas não é viver, meu filho, uma situação dessa, não”, disse.

Em busca da cirurgia
A dona de casa diz que busca não só a bolsa correta para reduzir riscos de infecção, mas fazer a cirurgia de reversão da colostomia para ter mais qualidade de vida e também se dedicar aos filhos e netos.

“O meu foco é a cirurgia, não é a bolsa. Meu foco é a cirurgia. Eu quero fazer minha cirurgia, eu vou ficar boa, tenho meus netos, tenho meus filhos”, disse.

Leila conta que o dia a dia vivendo dessa forma é desgastante.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Novas Notícias
Notícias Anteriores
Weather Data Source: Guarulhos weather

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

Informações

  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie Conosoco

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Telefones Úteis
  • Delegacia de Defesa da Mulher

Assine nossa Newsletter

* obrigatório
/* real people should not fill this in and expect good things - do not remove this or risk form bot signups */

referral badge

@2023 Voz de Guarulhos

Facebook Twitter Youtube Instagram Linkedin
Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar tudo”, você concorda com o uso de todos os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Cookie SettingsAccept All
Manage consent

Privacy Overview

This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR
Voz de Guarulhos
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign
Envie sua Denúncia ou Vídeo!