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Categoria:

Segurança

Segurança

De empresas de fachada a ‘fintechs’, como policiais lavam dinheiro do PCC

por Redação 24 de dezembro de 2024

Em julho de 2020, Cyllas Salerno Elia Júnior fundou a fintech 2GO. No início, o agente da lei se dividia entre a rotina no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), órgão da Polícia Civil paulista responsável por atuar em ações estratégicas contra o crime organizado, e a nova empreitada — na qual prometia “soluções financeiras e tecnológicas para empresas e clubes de futebol”. O crescimento vertiginoso do negócio levou Elia a pedir, em dezembro de 2022, afastamento não remunerado da corporação para cuidar exclusivamente da carreira corporativa. Em seu perfil no LinkedIn, o policial define o atual ganha-pão: “Desenvolvimento de grandes projetos tecnológicos utilizando sistemas bancários nacionais e internacionais”.

A operação Dólar Tai-pan, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em novembro passado, revelou uma outra face da história de sucesso de Elia. Em três anos, a 2GO atraiu 20 mil correntistas e movimentou R$ 4 bilhões. Uma única empresa chegou a abrir 180 contas na fintech. No entanto, segundo a investigação, uma parcela considerável dos clientes do policial busca seus serviços para fazer movimentações financeiras anônimas, de difícil rastreabilidade, e encobrir a origem criminosa do dinheiro.

Para a PF, parte desse montante suspeito irriga diretamente os cofres do Primeiro Comando da Capital (PCC). No último capítulo da série “Parceria com o crime”, que destrinchou os vínculos entre as forças de segurança e a maior facção do país, o GLOBO mostra que investigações em andamento vêm descortinando a atuação de policiais até mesmo na lavagem de dinheiro da quadrilha.

‘Sócios ocultos’
Um dos 16 presos pela PF no último dia 28, Cyllas Elia acabou solto na semana passada beneficiado por um habeas corpus. Em julho, no entanto, as transações nebulosas de sua fintech já haviam sido expostas ao Ministério Público de São Paulo (MPSP) por Antônio Vinicius Gritzbach, empresário acusado de lavar dinheiro para o PCC que fechou um acordo de colaboração premiada e entregou policiais e membros da facção dias antes de ser executado no Aeroporto de Guarulhos, em novembro passado.

Gritzbach contou que a 2GO era usada por chefes da organização para movimentar o dinheiro usado em compras de imóveis de luxo. Como os valores não podiam ser pagos em espécie, os criminosos passaram a recorrer à fintech para intermediar as transações. “A partir do momento em que foram comercializadas as unidades, era preciso que o valor da escritura fosse pago em conta e havia essa dificuldade para quem lida com dinheiro em espécie. Aí, eles transacionavam a partir dessa fintech, a 2GO Bank”, narrou Gritzbach na delação, documento ao qual o GLOBO teve acesso.

O delator também afirmou aos promotores que Elia tinha dois integrantes do PCC como “sócios ocultos”: Rafael Maeda, o Japa, apontado como um dos chefes do “tribunal do crime” da facção; e Anselmo Santa Fausta, o Cara Preta, que segundo a polícia gerenciava o tráfico internacional no Porto de Santos — ambos foram mortos em meio a uma guerra interna da organização. No fim do relato, Gritzbach ainda revelou que participou de reuniões na sede da 2GO com Maeda e disse que, no papel, a empresa tinha um policial civil como dono. Um promotor que investiga o PCC afirma que a falta de normativas fez das fintechs uma das formas mais atrativas para movimentar dinheiro ilegal.

— Elas são escudos no processo de lavagem. O crime organizado aproveita um vácuo na regulamentação. Hoje, um integrante do PCC cria uma conta numa fintech e não precisa fornecer nenhum tipo de documentação. Nada sai em nome do titular da conta. Quando a Justiça determina a quebra do sigilo bancário, todas as movimentações ficam no nome da fintech, e não do titular, que acaba protegido — descreve o investigador, não identificado por questões de segurança.

Outro policial investigado por integrar esquemas de lavagem de dinheiro do PCC é o ex-sargento Farani Salvador Freitas da Rocha Júnior. Os indícios da relação de Rocha com a facção vieram à tona durante a investigação do homicídio de outro PM, o cabo Wanderley Oliveira de Almeida Júnior, executado a tiros na Zona Leste de São Paulo em 2020.

Farani virou alvo do inquérito porque a vítima, pouco antes de morrer, teria descoberto seu envolvimento com o PCC, informando colegas de farda de que iria denunciá-lo aos superiores. A quebra de sigilo do sargento revelou uma movimentação financeira incompatível com seu salário de cerca de R$ 4 mil na PM: de 2015 a 2020, Farani fez transações que somam R$ 1,5 milhão.

Para a polícia, a discrepância é fruto de seus laços com a facção. Testemunhas contaram que Farani fazia “segurança VIP” para Rafael Maeda, o Japa. A investigação também revelou indícios de envolvimento do sargento em outros crimes associados à organização: em 2018, por exemplo, ele teria solicitado o levantamento da placa de um carro que, poucos dias depois, foi alvo dos disparos que culminaram na morte de Cláudio Roberto Ferreira, o Galo, assaltante de bancos ligado à cúpula do PCC. Farani acabou absolvido pela Justiça da acusação de homicídio do cabo Almeida, mas, diante das provas que surgiram ao longo da apuração, foi expulso da PM no ano passado e é alvo de uma nova investigação, desta vez por lavagem de dinheiro.

Transações milionárias
Já os policiais civis Valdenir Paulo de Almeida e Valmir Pinheiro são acusados de montar um complexo esquema para ocultar a origem de valores que teriam recebido do PCC. Ao todo, foram identificados pelo MPSP 21 laranjas e 13 empresas dos mais variados setores — de locação de veículos à agência de turismo — suspeitas de compor uma rede usada pelos agentes para lavar dinheiro.

Algumas das firmas só existiam no papel: não tinham sede nem funcionários. O emaranhado foi revelado durante uma investigação que apurava o pagamento de R$ 800 mil em propina aos dois policiais por traficantes do PCC responsáveis pelo envio de toneladas de cocaína à Europa.

A quebra do sigilo bancário dos agentes trouxe à tona um fluxo milionário: Almeida, que tinha salário de pouco mais de R$ 5 mil na Polícia Civil, fez transações que totalizavam mais de R$ 16 milhões em suas seis contas entre 2017 e 2023; já Pinheiro ganhava R$ 7 mil e movimentou mais de R$ 13 milhões no mesmo período. Segundo a decisão que decretou a prisão dos agentes, assinada pelo juiz Paulo Fernando Deroma De Mello, existem “fortes indícios de que os investigados, policiais civis, desviam e comercializam drogas que apreendem na atividade policial, bem como praticam, de forma reiterada e habitual, crime de corrupção passiva, solicitando dinheiro a narcotraficantes que investigam”. Desde setembro, Almeida e Pinheiro são réus pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Procurada, a defesa do ex-sargento Farani Rocha Júnior alegou que a investigação que apura a prática de lavagem de dinheiro pelo ex-PM “não foi concluída, uma vez que não foram arrecadados elementos que pudessem apontar para a existência de crimes”. Os demais citados não foram localizados pelo GLOBO.

Fonte: OGLOBO

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BrasilSegurança

Datafolha: 51% dos brasileiros dizem ter mais medo da polícia do que confiança nela

por Redação 23 de dezembro de 2024

A polícia causa mais medo do que confiança em 51% dos brasileiros com 16 anos ou mais, segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada neste domingo (21). Os que disseram confiar na polícia mais do que temê-la somam 46%.

O Datafolha entrevistou, em 12 e 13 de dezembro, 2.002 pessoas de 16 anos ou mais em 113 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O resultado é parecido com o da pesquisa anterior, realizada em 2019, quando Jair Bolsonaro (PL) era presidente. Na ocasião, os que diziam temer mais do que confiar eram 51%, enquanto os que confiavam mais do que temiam eram 47%.

Entre homens, o que temem a polícia são 56%, ante 45% entre mulheres. No âmbito racial, o temor a polícia é de 59% entre pretos e 45% entre brancos.

Nesses segmentos, as margens de erro variam de 3 a 5 pontos percentuais, segundo o Datafolha.

Violência policial em São Paulo
Nos últimos quatro meses, casos de violência policial no estado de São Paulo levaram a gestão do governador Tarcísio de Freitas à uma crise na segurança pública.

O instituto também apurou se os entrevistados tinham tomado conhecimento sobre os casos de violência policial em São Paulo.

Tomou conhecimento: 63%
Está bem informado: 34%
Está mais ou menos bem informado: 25%
Está mal informado: 4%
Não tomou conhecimento: 37%

Entre os que disseram ter tomado conhecimento sobre os casos em São Paulo, a maioria diz ter mais medo do que confiança na polícia. São 52%, ante a 42% que confia.

Já entre os que não tomaram conhecimento, a maioria diz confiar na polícia mais do que temê-la. São 52%, ante 43% que temem a policia dentro desse segmento.

Fonte: G1

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BrasilSegurança

Policiais brasileiros matam mais do que os de 15 países do G20 somados

por Redação 18 de dezembro de 2024

Os policiais militares e civis do Brasil matam quase o triplo do que os agentes de segurança de 15 países do G20 somados, segundo levantamento feito pelo UOL.

O que aconteceu
Foram 6.393 mortos por policiais em 2023, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em julho. Ao todo, 15 países do G20 somam 2.267 vítimas fatais de policiais.

Arábia Saudita, China e Rússia não entraram no levantamento por falta de dados confiáveis. Criado em 1999, o G20 reúne as maiores economias do mundo. O Brasil ocupa a 10ª posição. O grupo reúne 19 países, além de União Europeia e União Africana, que também não foram considerados.

Quando considerados os tamanhos das populações, a diferença é ainda maior. O Brasil tem 7% do número de pessoas da soma dos outros 15 países.

Proporcionalmente, os policiais brasileiros matam 36 vezes mais do que a média dos agentes das outras nações. A taxa é 7,5 vezes a da África do Sul, cuja polícia é a segunda que mais mata por habitantes entre os considerados.

O sociólogo Daniel Hirata, um dos coordenadores do Geni (Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense), lista fatores que levam ao cenário no Brasil. Para o estudioso, órgãos de controle interno e externo, como as corregedorias e o Ministério Público, além do discurso político, incentivam a letalidade policial.

“Muitas vezes, as corregedorias são caracterizadas por ‘coleguismo'”, diz o professor. “E, pela Constituição, o controle externo deve ser feito pelo Ministério Público estadual. Uma pesquisa já mostrou que mais de 90% dos casos são arquivados a pedido do próprio MP”, acrescenta. Uma pesquisa publicada pelo UOL em 2021 mostrou que os MPs do RJ e de SP pediram, só em 2016, o arquivamento de nove em cada dez casos de mortes provocadas por policiais.

Morte pela polícia x homicídios
Apesar de também ser o país da lista com mais homicídios registrados (39.492), a letalidade policial no Brasil é desproporcionalmente maior do que nos colegas de G20. “A polícia brasileira entende a morte como parte do trabalho. Acho que isso fica mais acentuado a partir da ditadura, onde a violência policial era um instrumento. Outro fator, mais longevo, é nossa herança escravocrata”, avalia o pesquisador Renato Alves, do NEV/USP (Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo).

Os policiais do Brasil matam uma pessoa a cada seis homicídios registrados no país. Os mortos pela polícia nem sempre estão incluídos no total de homicídios.

O Canadá, com uma morte pela polícia a cada sete homicídios registrados, é quem tem a segunda pior taxa. O país da América do Norte, no entanto, tem um número de homicídios considerado baixo, com 778 registrados em 2023.

Com uma morte por policial a cada 16 homicídios, EUA ficam em 3ª. Na sequência, vem a Argentina, com uma a cada 20.

Hirata critica a falta de normas claras para evitar a letalidade policial. “É preciso que tenhamos os princípios básicos sobre uso da força definidos, alinhados com parâmetros internacionais. Isso deve passar pela formação dos policiais e pela formação daqueles que vão fazer a sua supervisão, como os órgãos de controle”, avalia.

“A gente atua de forma muito repressiva no Brasil, isso produz a letalidade policial”, avalia Hirata. “O enfrentamento ao crime organizado só acontecerá quando tivermos investimento em investigação. Não dá para imaginar que os mais de 80 mortos nas operações Verão e Escudo [no litoral de SP] produzem algum efeito negativo para o PCC. Óbvio que não”, completa.

A Bahia registra o pior índice do levantamento, com apenas 15% dos casos esclarecidos. O instituto define como esclarecido o homicídio doloso em que pelo menos um autor foi denunciado pelo MP (Ministério Público) até o ano seguinte à ocorrência.

5,5 vezes a taxa dos EUA

No total, as polícias do Brasil matam 5,5 vezes mais do que os agentes de segurança do país norte-americano. A violência policial é vista como um grande problema pelos norte-americanos, especialmente por integrantes de minorias étnicas e raciais que vivem nas grandes metrópoles. O movimento Black Lives Matter, que ganhou notoriedade após a morte de George Floyd, tem como principal bandeira o fim da violência policial contra cidadãos negros.

Negros também são os maiores alvos no Brasil. Em 2023, representaram 82.7% dos mortos por policiais, segundo o Anuário de Segurança Pública.

O número de mortes no país norte-americano é o triplo do registrado pelo terceiro colocado do levantamento feito pelo UOL. O México aparece na terceira posição com 386 registros.

Renato Alves diz que a postura do governo de São Paulo, comandado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), é um exemplo de incentivo à violência por meio do discurso. “Ele joga para o público um tipo de discurso, mas afaga a instituição quando mantém o secretário [Guilherme Derrite], que já tem um histórico de práticas questionáveis na instituição”.

Na sexta-feira (13), Derrite disse que os policiais são os “únicos e verdadeiros promotores de direitos humanos”. Já Tarcísio, que adotou um discurso mais ponderado em meio à escalada da violência policial no estado, pediu para que os agentes não se afastem do que foi ensinado.

Bahia mata mais do que os EUA
As polícias da Bahia sozinhas matam mais do que os agentes dos EUA. Segundo o Anuário de Segurança Pública, 1.699 pessoas foram mortas por policiais no estado, enquanto os EUA registram 1.164 mortes.

Comandado pelo PT desde 2007, o estado mostra, segundo Daniel Hirata, que a violência policial também é incentivada em governos que se dizem progressistas. “Figuras de esquerda também adotam essa postura em meio à ausência de políticas efetivas para o enfrentamento do crime organizado. Quando temos uma grande chacina, mesmo que os mortos sejam criminosos – o que não justifica a morte -, não vai impactar a organização criminosa”.

Em números absolutos, a Bahia lidera a lista de mortes por policiais entre os estados brasileiros. Houve uma variação de 15,8% em comparação com as ocorrências de 2022, quando 1.467 mortes foram contabilizadas.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Bahia, Eustácio Lopes, estimou ao UOL, no início deste mês, um déficit de cerca de 40% no quadro da corporação. “Quando você não tem elucidação, não tem a certeza da punição, é um território para a impunidade”, disse.

Proporcionalmente, a polícia do Amapá é a mais letal do Brasil. Considerando a população do estado, o Amapá lidera o ranking com 233,6 mortos por 1 milhão de habitantes. A taxa é 661% superior à média nacional, que foi de 33,1 mortes.

Divisão contra genocídio na ONU em alerta
A violência policial coloca o Brasil entre os lugares de maior preocupação da ONU em relação às violações aos direitos humanos e chegou a soar um alerta no departamento do órgão internacional que trabalha pela prevenção do genocídio.

A conselheira especial da ONU para Prevenção de Genocídio, Alice Wairimu Nderitu, veio ao Brasil em maio de 2023 para examinar a situação dos povos indígenas. Mas sua missão acabou sendo ampliada para também avaliar o racismo estrutural e, claro, a violência policial contra os negros no país.

Em um documento obtido pelo colunista do UOL Jamil Chade, a conselheira fala sobre a situação da violência policial e do racismo. “Ficou claro que os povos indígenas não são o único grupo vulnerável”, escreveu.

Fonte: UOL

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BrasilSegurança

Assalto com tiros a shopping de Manaus: o que já se sabe e o que falta esclarecer

por Redação 16 de dezembro de 2024

A Polícia Civil investiga um assalto ocorrido no Manauara Shopping, Zona Centro-Sul de Manaus, na manhã de sábado (14). Durante a ação criminosa, houve troca de tiros entre os assaltantes e policiais militares. Uma funcionária do shopping foi usada como escudo humano e liberada após alguns minutos.

Confira, abaixo, o que já se sabe e o que falta esclarecer sobre o crime.

O que aconteceu?
Quantas pessoas foram presas?
Quantas pessoas participaram do crime?
O que foi roubado?
O que dizem testemunhas?
O que diz o shopping?
O que aconteceu?

Criminosos armados invadiram o Manauara Shopping e assaltaram uma joalheria na manhã do sábado. Os tiros começaram por volta das 11h10 e gerou pânico. Lojas fecharam as portas com os consumidores ainda dentro. Alguns, inclusive, foram trancados dentro dos estoques por segurança.

Os disparos teriam iniciados pelos criminosos em retaliação a chegada dos policiais ao centro comercial, informou o secretário adjunto de Segurança Pública (SSP-AM), Anézio Paiva.

Imagens gravadas por pessoas que estavam no local mostram o momento em que dois criminosos deixam a joalheria no piso superior do centro de compras. Em outro trecho, policiais militares correm atrás dos suspeitos procurando-os na área de mata dentro do shopping. Veja acima.

Um dos tiros atingiu a fachada da loja. O local foi isolado e liberado apenas às 15h.

Quantas pessoas foram presas?
Um homem, identificado como Clenilton Lima, de 34 anos, foi preso por participar do assalto. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento da prisão. Veja abaixo.

O suspeito preso foi encontrado tentando se esconder em uma área de vegetação nativa que fica na praça de alimentação do shopping. Com ele, foram encontrados quatro relógios e dezenas de anéis que teriam sido roubados de uma loja.

Clenilton possuía dois mandados de prisão em aberto por roubos majorados cometidos no Pará e estaria no Amazonas há 20 dias. A moto utilizada por ele no dia do crime foi apreendida.

Os outros criminosos conseguiram fugir em um carro modelo Gol de cor branca. O suspeito foi levado à Delegacia Especializada de Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD) e ficará à disposição da Justiça.

Quantas pessoas participaram do crime?
Inicialmente, o coordenador de policiamento da Rocam, capitão Faustino, informou à Rede Amazônica que ao menos três criminosos teriam participado diretamente da ação. A informação foi rebatida horas depois por Anézio Paiva, que informou, em coletiva de imprensa, não ser possível afirmar o número de suspeitos envolvidos na ação criminosa.

O que foi roubado?
A polícia não estimou o total de itens roubados durante a ação criminosa. Além do material encontrado com o suspeito preso, uma arma de fogo, quatro munições, um notebook cor cinza, seis relógios, quatro celulares e R$ 2.340,00 em espécie levados pelos criminosos foram recuperados pela Polícia Militar do Amazonas (PMAM) horas após o crime em uma kitnet na Zona Norte de Manaus. A informação foi confirmada pela PM neste domingo (15).

O que dizem as testemunhas
Pessoas que estavam presentes no momento do assalto relataram a tensão vivida durante o episódio de violência. “A gente começou a entrar em desespero”, disse a funcionária de uma loja de acessórios de moda, Mariana Silva.

Ainda no momento de tensão, Kelen Cristina, funcionária de outra loja do shopping, também se escondeu no estabelecimento onde trabalha. Ela lembrou que, no desespero para proteger a si e as outras funcionárias, não teve tempo de fechar a porta principal da loja.

Fonte: G1

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Segurança

Dezesseis detentos fogem de presídio na Bahia após grupo armado invadir e trocar tiros com agentes de segurança

por Redação 13 de dezembro de 2024

Dezesseis detentos do Conjunto Penal de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, fugiram na noite de quinta-feira (12), após um grupo de homens armados invadir o local e trocar tiros com os seguranças. Até a manhã desta sexta-feira (13), nenhum dos presos havia sido recapturado.

Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária da Bahia (Seap), o caso aconteceu por volta das 23h. Os internos estavam em duas celas, abertas pelos suspeitos.

De acordo com o coronel Luís Alberto Paraíso, comandante regional da PM na cidade, os internos perfuraram o teto de uma cela ao mesmo tempo em que um grupo armado invadiu o presídio, atirando nos agentes de plantão.

A TV Bahia apurou que os invasores dispararam contra as muralhas e torres de vigilância, cortaram parte da cerca metálica com um alicate e acessaram uma das torres próximas ao canil e à horta. No pavilhão B, os detentos usaram uma corda artesanal, conhecida como “teresa”, para descer e fugir pela lateral do alambrado.

Objetivo era libertar chefe de facção
Fontes da TV Bahia informaram que a invasão foi realizada por oito homens. O objetivo era resgatar Edinaldo Pereira Souza, conhecido como “Dada”, apontado como chefe da facção criminosa Primeiro Comando de Eunápolis (PCE), e mais 15 detentos, todos membros da mesma organização. [Veja a lista e as fotos dos presos mais abaixo].

Os presos cumpriam penas por tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas e homicídios qualificados.

Na manhã desta sexta, um homem foi preso suspeito de participar da invasão. Ele confessou que receberia R$ 5 mil pelo envolvimento no crime.

Veja abaixo os nomes dos internos que fugiram do presídio:

  • Ednaldo Pereira Souza, conhecido como Dada (chefe da facção criminosa Primeiro Comando de Eunápolis);
  • Sirlon Risério Dias Silva, conhecido como Saguin (sub líder da facção criminosa Primeiro Comando de Eunápolis);
  • Rubens Lourenço dos Santos, conhecido como Binho Zoião (da facção criminosa Primeiro Comando de Eunápolis);
  • Altieri Amaral de Araújo, conhecido como Leleu (sub líder da facção criminosa Primeiro Comando de Eunápolis);
  • Mateus de Amaral Oliveira;
  • Geifson de Jesus Souza;
  • Anderson de Oliveira Lima;
  • Anailton Souza Santos;
  • Fernandes Pereira Queiroz;
  • Giliard da Silva Moura;
  • Valtinei dos Santos Lima;
  • Romildo Pereira dos Santos;
  • Thiago Almeida Ribeiro;
  • Idário Silva Dias;
  • Isaac Silva Ferreira;
  • William Ferreira Miranda.

Após a fuga, equipes da CIPE-Mata Atlântica iniciaram buscas na vegetação ao redor do presídio, mas não encontraram os suspeitos, nem os foragidos. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar perícias no local.

Nesta sexta, equipes da Polícia Civil e Militar seguem nas buscas para recapturar os fugitivos.

‘Sem tempo hábil para intervenção’
Em nota, a Seap informou que a Reviver, empresa que atua na cogestão da unidade e também responsável pela segurança do acesso ao local, acionou a polícia, mas não houve tempo hábil para intervenção.

A secretaria afirmou que trabalha com a Polícia Civil para fornecer informações que ajudem nas investigações e apurar as circunstâncias da fuga.

Também por nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA) confirmou que as forças policiais atuam de forma integrada com a Seap, compartilhando informações para recapturar os internos.

O Conjunto Penal de Eunápolis é uma unidade de segurança média destinada a presos do sexo masculino, provisórios e condenados, em regimes fechado e semiaberto. A unidade atende as comarcas de Belmonte, Eunápolis, Guaratinga, Itabela, Itagimirim, Itapebi, Itarantim, Potiraguá, Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, além de outras localidades, quando necessário por questões de segurança.

Atualmente, o presídio possui 554 internos, excedendo sua capacidade de 457 vagas. Antes da fuga, a população carcerária era composta por:

  • 269 presos provisórios;
  • 237 no regime fechado;
  • 58 em regime semiaberto interno;
  • Seis em regime semiaberto com trabalho externo.

Fonte: G1

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BrasilSegurança

Pacote da ‘segurança’ de Lira tem jabuti que até anistia arma ilegal: ‘desmonte do Estatuto do Desarmamento’

por Redação 11 de dezembro de 2024

A Câmara aprovou o regime de urgência para a votação de uma série de projetos que, em tese, nas palavras do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), representam uma resposta à crise da segurança pública no país.

Mas especialistas no tema identificaram, no meio desse pacote, uma proposta, patrocinada pela bancada da bala, que, nas palavras deles “desmonta o estatuto do desarmamento” e “concede anistia para quem desde 2008 tem arma ilegal”.

O pacote de Lira inclui a versão feita pela Comissão de Segurança da Câmara, integrada majoritariamente pela bancada da bala, do projeto de lei 9.433/2017. A proposição prevê, entre outros uma espécie de anistia para portadores de armas ilegais.

O Estatuto do Desarmamento previa a regularização de armas até 2008. Portanto, hoje, quem ainda ostenta armamento não regularizado está com porte ou posse ilegal. O projeto bancado por Lira muda essa determinação.

Portadores de armas ilegais há mais de dez anos, por exemplo, poderiam, segundo o texto, regularizar o armamento “a qualquer tempo”. Para especialistas ouvidos pelo blog, trata-se de uma anistia que pode beneficiar principalmente o crime organizado.

A proposta prevê ainda a ampliação da validade do registro de armas 3 para 10 anos, dilatando portando os prazos para revisão dos dados do portador.

Não bastasse, o texto ainda acaba com a restrição a posse de armas para quem responde a inquéritos — limitando a vedação a condenados não por qualquer crime, mas por dispositivos específicos, como crime hediondo.

Em um momento em que governadores do país, inclusive da direita, pedem políticas para restringir a circulação de armas, o projeto 9433 da bancada da bala vai no sentido oposto. Ele chega a ampliar o entendimento do direito de legítima defesa, legalizando reação armada a ameaça “contra si ou outrem”.

Fonte: G1

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BrasilSegurança

Pai de aluna reprovada agride professor e confusão acaba em falsa denúncia de sequestro e tiroteio entre PM e traficantes

por Redação 11 de dezembro de 2024

Um professor foi agredido pelo pai de uma aluna que havia sido reprovada em uma escola no Jardim Catarina, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O caso aconteceu na manhã de terça-feira (10) e terminou em uma troca de tiros entre traficantes e a Polícia Militar.

Uma adolescente foi reprovada e, durante uma festa para celebrar o fim do ano letivo no Colégio Municipal Irene Barbosa Ornelas, o pai da aluna invadiu a celebração e agrediu um dos professores.

Os pais dos outros estudantes partiram para cima do agressor e o levaram para fora da unidade de ensino.

No meio da confusão, a Polícia Militar recebeu uma falsa denúncia de que o diretor do colégio e um professor foram sequestrados para uma localidade conhecida como Campo do Chico.

Os policiais se mobilizaram e foram até o local. Os traficantes perceberam a mobilização dos agentes e houve troca de tiros até os PMs receberem a informação de que não havia sequestro, mas uma confusão envolvendo a agressão de um professor.

Assim, os policiais levaram para a delegacia o professor, o diretor e pai da aluna.

A Secretaria Municipal de Educação de São Gonçalo esclarece que não houve sequestro.

O caso foi registrado na 74ª DP (Alcântara).

Fonte: G1

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Segurança

Jovens são agredidos com chutes e socos por PMs durante abordagem

por Redação 11 de dezembro de 2024

Um vídeo feito por moradores mostra o momento em que dois jovens são agredidos com chutes e socos por policiais militares, em Quirinópolis, no sudoeste de Goiás. De acordo com o relato da PM no boletim de ocorrência, os homens fugiram de uma abordagem policial.

O caso aconteceu no sábado (7). As imagens mostram os jovens sendo agredidos com tapas, socos, chutes, puxões e empurrões. Um deles, de 18 anos, foi imobilizado por um policial no chão. O PM mantém as pernas sobre ele, que está de bruços, no asfalto. O outro jovem, de 25 anos, está deitado na calçada, em frente a uma loja.

O vídeo mostra ainda quando uma terceira pessoa tenta se aproximar na tentativa de acalmar os policiais, mas recebe ordem de se afastar.

Em nota, a PM informou que os jovens desobedeceram à ordem policial de parar o carro e fugiram em alta velocidade. A viatura precisou perseguir o carro dos suspeitos, até conseguir pará-los próximo ao local onde o vídeo foi feito, afirmou a polícia.

A PM relatou ainda que foram encontradas porções de maconha no carro e que o motorista não tinha CNH. A polícia diz ainda que deu voz de prisão ao mais jovem dos suspeitos por posse de entorpecentes, direção perigosa, falta de CNH, resistência e desobediência. O outro jovem foi detido por posse de entorpecentes e resistência.

A polícia disse que irá apurar o caso: “Diante das circunstâncias e das imagens apresentadas, a Polícia Militar instaurará um procedimento apuratório para análise detalhada dos fatos, reafirmando seu compromisso com a transparência e a legalidade de suas ações”.

Os jovens passaram por exame médico e foram conduzidos à delegacia. A assessoria da Polícia Civil disse que não fornece informações sobre o caso por envolver a ação de outra força policial. O g1 não conseguiu confirmar se eles seguem presos.

NOTA À IMPRENSA – PMGO

A Polícia Militar do Estado de Goiás informa que, durante patrulhamento em Quirinópolis, uma equipe tentou abordar um veículo cujo condutor desobedeceu à ordem de parada e empreendeu fuga em alta velocidade, colocando em risco a segurança de terceiros. Após acompanhamento, o veículo foi interceptado, e com os ocupantes foram encontradas substâncias com características de maconha.

O condutor, que não possuía CNH, e o passageiro, ambos com antecedentes criminais, foram detidos e apresentados à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis.

Diante das circunstâncias e das imagens apresentadas, a Polícia Militar instaurará um procedimento apuratório para análise detalhada dos fatos, reafirmando seu compromisso com a transparência e a legalidade de suas ações.

Assessoria de Comunicação / 5ª Seção do Estado-Maior Estratégico da PMGO

Fonte: G1

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Segurança

Falso atropelamento: como se proteger de armadilha para furtar motoristas

por Redação 10 de dezembro de 2024

Nos últimos dias, um vídeo que viralizou nas redes sociais chamou atenção para uma situação de risco cada vez mais comum. Nele, um homem simula um atropelamento, aparentemente com a intenção de enganar o motorista e realizar um roubo. Quando percebe a chegada da polícia, o suspeito desiste e se afasta rapidamente.

Nos comentários, muitos internautas relatam já ter passado por situações semelhantes, levantando a preocupação sobre como se proteger deste tipo de golpe.

De acordo com o policial federal e instrutor de defesa pessoal Fábio Henriques, simular um atropelamento é uma prática recorrente, especialmente nos Estados Unidos, onde o condutor tem uma responsabilidade maior.

“No Brasil, a probabilidade de o motorista ser coagido a pagar um valor imediato é menor, mas o golpe é adaptado para a nossa realidade, em vez da extorsão, entra o furto”, explica Henriques. Ele alerta para a seleção de vítimas feita pelos golpistas: “Pessoas vulneráveis, como idosos ou mulheres jovens e inexperientes, são mais propensas a serem alvo desses golpes”, diz.

O especialista recomenda que, ao notar um pedestre se aproximando rapidamente do veículo, o motorista adote uma postura defensiva. “Manter a atenção no trânsito e evitar a direção automática é fundamental”, ressalta.

Para ele, a principal estratégia de defesa é ainda dentro do carro, antes do suposto acidente, sempre com os olhos atentos ao comportamento dos pedestres. “Se o motorista estiver em uma velocidade mais baixa, a probabilidade de alguém tentar simular o atropelamento aumenta. Por isso, atenção redobrada”, afirma.

Henriques também orienta que, ao perceber a tentativa de fraude, o motorista não deve sair do carro. “O golpista geralmente tenta aproveitar o nervosismo do motorista para intimidá-lo e até roubar seus pertences”, afirma.

A primeira ação indicada é pegar o celular e começar a gravar a cena, documentando tudo, incluindo a posição do carro, do suposto ferido e possíveis testemunhas. “Registrar tudo é essencial”, recomenda.

Se a situação começar a escalar para uma tentativa de extorsão, o policial aconselha chamar a polícia imediatamente e, se necessário, se deslocar para um posto de gasolina ou para uma delegacia próxima.

A Lei e a omissão de socorro
O CTB (Código de Trânsito Brasileiro) obriga o motorista a prestar socorro a vítimas de atropelamento. Advogado especialista em direito de trânsito e conselheiro do Contran, Marco Vieira destaca que, em caso de acidente com vítima, o condutor tem a obrigação de prestar socorro direto se possível, ou então, providenciar o socorro, o que significa acionar os órgãos competentes como polícia, bombeiros ou SAMU.

“Se o motorista não pode prestar socorro diretamente, ele deve comunicar imediatamente o fato às autoridades”, explica Vieira.

Entretanto, Vieira também reconhece que em situações de simulação de atropelamento, a ação do motorista pode ser mais cautelosa.

“Se o motorista perceber que se trata de um golpe, ele não é obrigado a sair do veículo, principalmente se houver risco para a sua integridade física”, afirma o advogado. Isso inclui o risco de linchamento ou violência por parte de terceiros que possam estar envolvidos no golpe. Nesse caso, a recomendação é chamar a polícia.

Fonte: UOL

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Segurança

Médica da Marinha é atingida por bala perdida dentro do Hospital Marcílio Dias

por Redação 10 de dezembro de 2024

Uma capitão de Mar e Guerra foi baleada na cabeça dentro do Hospital Naval Marcílio Dias, no Lins de Vasconcelos, na Zona Norte do Rio, na manhã desta terça-feira (10).

Gisele Mendes de Souza e Mello é uma médica geriatra e superintendente de Saúde do hospital. Ela participava de uma cerimônia no auditório da Escola de Saúde da Marinha quando foi atingida.

A médica foi socorrida por colegas e levada para o centro cirúrgico. De acordo com as primeiras informações apuradas pelo g1, o quadro de saúde da militar é grave.

Uma operação da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Lins de Vasconcelos acontecia na região no momento que ela foi atingida. Há relatos de confronto nas redes sociais. A Polícia Militar informou que agentes foram atacados por criminosos na comunidade do Gambá. A operação tem como objetivo prender criminosos envolvidos em roubos de veículos na região do Grande Méier.

Procurada pelo g1, a Marinha do Brasil disse que a médica foi baleada durante a operação policial.

A Polícia Civil informou que a investigação está a cargo da Marinha do Brasil e que “se colocou à disposição para dar qualquer apoio necessário no curso da apuração”.

O g1 apurou que Gisele está prestes a virar almirante médica. Ela também já foi diretora do Hospital Naval de Brasília (HNBra).

O que dizem as autoridades
Nota da PM

“A Assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Polícia Militar informa que a UPP Lins realiza na manhã desta terça-feira (10/12) uma operação nas Comunidades do Complexo do Lins. Quando na Comunidade do Gambá, os policiais foram atacados por criminosos. Posteriormente o comando da unidade recebeu informações sobre uma vítima ferida dentro do Hospital Marcílio Dias. O policiamento segue reforçado no local.”

Nota da Marinha

“A Marinha do Brasil (MB) informa que, durante uma Operação do Comando da Coordenadoria da Polícia Pacificadora no Complexo do Lins, nesta terça-feira (10), um projétil de arma de fogo alcançou o interior de um dos prédios do complexo do Hospital Naval Marcílio Dias atingindo uma militar da MB.

A militar está passando por procedimento cirúrgico e seu estado de saúde é grave. A Marinha lamenta o ocorrido e se solidariza com os amigos e familiares da militar e informa que está prestando todo o apoio necessário para garantir a sua pronta recuperação.”

Fonte: G1

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