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Categoria:

Segurança

Segurança

Ônibus de cantora Brisa Star e banda cai em ribanceira em rodovia no Ceará

por Redação 26 de junho de 2023

O ônibus em que estavam a cantora de piseiro Brisa Star, de 15 anos, sua banda e seus pais caiu em uma ribanceira na cidade de Ipaumirim, no interior do Ceará, na noite deste domingo (25).

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu na BR-116, quando o veículo saiu da pista e desceu uma ribanceira. Ao todo, 15 pessoas ficaram feridas.

Em nota, a assessoria da cantora disse que ela retornava de uma agenda de shows quando o acidente aconteceu. A cantora está entre os feridos, mas segundo a equipe, ela está em observação e o estado de saúde é estável.

“No momento ela se encontra bem, em observação e seu estado de saúde é estável. Alguns integrantes da banda foram transferidos para melhor acompanhamento. Todos eles estão sendo acompanhados por equipe médica. Agradecemos todas as mensagens recebidas de carinho e solidariedade, pedimos orações pela recuperação de todos”, diz o comunicado.

Treze pessoas feridas foram levadas ao Hospital Municipal de Ipaumirim, onde ocorreu o acidente. Outras duas, com ferimentos mais graves, recebem atendimento na cidade de Icó.

Fonte: G1

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Segurança

Caso Rafaela: delegado e investigador de delegacia onde escrivã trabalhava são transferidos

por Redação 24 de junho de 2023

O delegado Itamar Claudio Netto e o investigador Celso Trindade de Andrade, superiores da escrivã Rafaela Drummond, que foi encontrada morta em casa no último dia 9 de junho, foram transferidos de unidade.

A informação foi publicada na edição desta sexta-feira (23) do Diário Oficial Eletrônico de Minas Gerais. Conforme consta no texto, o delegado foi removido das atribuições da delegacia de Carandaí, também na Central de Minas, a pedido próprio. Já o investigador foi transferido por iniciativa da administração pública. Eles foram para a unidade de Conselheiro Lafaiete, também na região central do Estado.

Questionada, a Polícia Civil não confirmou se as transferências têm relação com a investigação instaurada para apurar supostos casos de assédio à escrivã. Segundo a corporação, todas as transferências de servidores são realizadas seguindo princípios e critérios legais que regem a administração pública.

O caso

A escrivã da Polícia Civil de Minas Gerais Rafaela Drumond, de 32 anos, foi encontrada morta na casa dos pais, em Carandaí, no dia 9 de junho deste ano. Ela tirou a própria vida.

Após a morte, a família divulgou mensagens em que Rafaela relatava estar sobrecarregada e ter sofrido assédio de superiores na polícia. Rafaela chegou a gravar uma série de áudios em que relata os assédios no ambiente de trabalho.

Fonte: r7

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Segurança

‘Corretora do pó’ é presa depois de enviar brindes para clientes no DF

por Redação 24 de junho de 2023

Uma corretora de imóveis, de 34 anos, foi presa em flagrante sob a suspeita de vender diversas drogas, na cidade de Águas Claras, no Distrito Federal. A mulher e o marido eram conhecidos na internet por enviar brindes fofos aos clientes, como uma forma de tentar fidelizá-los.

O casal, que foi preso durante uma operação policial chamada Atena, entrava em contato com os fregueses pelas listas de aplicativos de mensagens. Eles divulgavam nas redes sociais um cardápio de drogas variadas, como maconha, skunk, cocaína, crack e outros ilícitos.

Após a negociação, os entorpecentes eram enviados, na maioria das vezes, por serviços de entrega por aplicativo, embrulhados em papéis de presente para não levantar suspeita.

Os dois responderão por tráfico de drogas e associação criminosa, segundo a 5ª Delegacia de Polícia da região.

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Segurança

Expostas e sexualizadas: mulheres são fotografadas e ranqueadas em aplicativos de mensagens

por Redação 23 de junho de 2023

Cantadas indesejadas, perseguição, xingamentos, beijos à força. As mulheres são alvo de diversos tipos de assédio. O R7 teve acesso a um novo esquema de um grupo de assediadores que se reúnem nas redes sociais.

As vítimas são fotografadas sem que elas percebam, e, posteriormente, as imagens são compartilhadas nos grupos. Além de divulgar as fotos, o espaço é usado para avaliar as mulheres e ranqueá-las.

As imagens que circulam nos grupos são de mulheres em tarefas cotidianas. Elas são alvo dos assediadores em diversos espaços, como a universidade, o trabalho, a rua e o transporte público.

É possível ver que as pessoas que compartilham o conteúdo nos grupos registram imagens da vítima de todos os ângulos. Muitas dessas fotos focam, principalmente, as nádegas da mulher.

A reportagem teve acesso a um grupo do Telegram chamado Flagras, com 90 membros. Um dos integrantes afirma que fez o registro de uma mulher com um aplicativo que permite usar a câmera com a tela desligada.

Os assediadores não se limitam a fotografá-las em tarefas cotidianas. Alguns chegam a fazer registros das vítimas em banheiros.

Recentemente, uma jovem foi filmada enquanto usava o banheiro na faculdade, na capital paulista.

A estudante estava em uma cabine quando percebeu que uma câmera de celular a gravava do boxe ao lado. O aluno responsável pelo registro da imagem foi denunciado e preso em flagrante. No aparelho dele, a polícia encontrou fotos das partes íntimas da vítima.

Mas tirar fotos é crime?
A advogada Mariana Tripode explica que as vítimas desse constrangimento têm vários direitos — entre eles, o da privacidade. “É garantido pela nossa Constituição Federal Brasileira. Então, fotografar ou filmar alguém sem o consentimento, especialmente em situações em que se espera privacidade, pode ser considerado uma violação desse direito”, afirma a especialista, que é fundadora da Escola Brasileira de Direitos das Mulheres.

Raquel Gallinati, delegada e diretora da Associação de Delegados do Brasil, conta que, se pego, seja por meio de investigação da polícia ou em flagrante, o assediador pode receber pena de um a cinco anos de reclusão caso a imagem mostre sexo explícito ou nudez, isso se o fato não constituir crime mais grave.

Caso seja somente a imagem de uma pessoa adulta, o fato não configura crime, mas o responsável pode ter de pagar uma indenização por danos morais e materiais.

“A Constituição Federal prevê como direito fundamental a imagem das pessoas”, afirma Gallinati ao recitar o artigo 5º sobre violações à intimidade, vida privada e honra das pessoas, em que é assegurado o direito da indenização pelo dano material ou moral decorrente da violação.

O Código Civil também veda a exposição ou utilização da imagem de alguém sem permissão.

O que fazer ao perceber que está sendo fotografada?
Mariana Tripode alerta as mulheres para que, caso notem que estão sendo fotografadas, “busquem ajuda imediatamente”, e cita algumas medidas que podem ajudar:

  • se possível, tentar gravar o rosto do assediador;
  • buscar o apoio de pessoas próximas, que também podem servir como testemunhas; e
  • relatar o incidente às autoridades competentes.

Segundo a advogada, a polícia pode prender o responsável pelo constrangimento e, a depender das circuntâncias, é possível que sejam aplicados alguns tipos penais, como violação de privacidade, importunação sexual e até mesmo divulgação não autorizada de imagens íntimas.

Exposição perigosa
Para a delegada Raquel Gallinati, o uso dos celulares nos dias de hoje pode causar uma “exposição perigosa” e facilita a criação de cenários para a divulgação não autorizada e/ou assédio virtual.

“Na maioria dos casos, a principal vítima da exposição é a mulher, justamente pela objetificação e sexualização erótica dos corpos femininos”, pondera.

A especialista ainda menciona as dores reais causadas à vítima dessa exposição. “Afeta a autoestima, a deixa em maior vulnerabilidade psicológica, pode causar depressão, crises de ansiedade, angústia e vergonha.”

A fundadora da Escola Brasileira de Direitos da Mulher afirma que esse comportamento, além de causar problemas à imagem das mulheres fotografadas, mostra quanto a sociedade persiste em atitudes de objetificação e desrespeito ao gênero feminino.

“Embora a gente tenha avançado muito em termos de luta por direitos da mulher, ainda sentimos uma decepção muito grande quando vemos casos assim. Parece que ninguém respeita nossos corpos, mostra que não estamos seguras na rua, na escola, no banco, em lugar nenhum”, diz.

A advogada conta ainda que, para piorar a situação, quando a mulher busca por justiça, geralmente é revitimizada, como se a culpada fosse ela por ter sofrido aquele crime ou violação.

“É necessário que a sociedade em geral e, principalmente, os operadores de Justiça e todo o sistema que trata de crimes contra mulheres tenham uma readaptação”, conclui.

A SSPSP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) foi acionada para comentar o caso, mas não deu retorno até a publicação desta reportagem.

Fonte: r7

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Segurança

CPMI do 8 de Janeiro ouve nesta quinta condenado por atentado a bomba no aeroporto de Brasília

por Redação 22 de junho de 2023

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga os atos extremistas de 8 de janeiro em Brasília ouve nesta quinta-feira (22) George Washington de Oliveira Sousa, condenado a nove anos e quatro meses de prisão por ter tentado detonar uma bomba e explodir um caminhão-tanque no aeroporto da capital do país na véspera de Natal do ano passado. O artefato chegou a ser acionado, mas não estourou devido a falhas técnicas.

A reunião do colegiado está marcada para as 9h. Washington, que está preso desde o dia do episódio, será ouvido depois do responsável por conduzir as investigações sobre o caso, o perito da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) Valdir Pires Dantas Filho.

Os pedidos de convocação dos dois partiram da relatora da CPMI, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA), e foram aprovados pelos demais integrantes da comissão. “Pretende-se que as nossas atividades se iniciem com a dissecação dos fatos que norteiam duas importantes datas [24 de dezembro de 2022 e 8 de janeiro de 2023], consubstanciadas em oitivas e requerimentos de informações, a partir das quais se espera, como natural desdobramento, a investigação dos demais fatos elencados no requerimento que embasou a instauração desta CPMI”, justificou a relatora.

Quem é George Washington
Morador do Pará, o condenado atua como empresário e dirigiu até Brasília após o segundo turno das eleições com armas de grosso calibre e bananas de dinamite no carro. Ele conseguiu os armamentos por meio de uma autorização de posse como caçador, atirador e colecionador (CAC).

Washington passou a frequentar o acampamento montado no quartel-general do Exército, em Brasília, depois que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito. Ele ficou hospedado em um apartamento no Sudoeste, área nobre da capital federal.

Após ser detido, ainda em 24 de dezembro, o criminoso afirmou estar descontente com o resultado das eleições e que pretendia detonar os explosivos para chamar atenção para o movimento a favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Investigação dos atos extremistas no Congresso
A última reunião da CPMI ocorreu na terça (20), quando o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques prestou depoimento — o primeiro a ser ouvido pelo grupo.

Vasques negou ter atrapalhado eleitores do Nordeste durante o segundo turno da eleição presidencial do ano passado e falou sobre a relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ele se manifestou ainda sobre supostas omissões, ao ter permitido bloqueios em rodovias federais em protesto pelo resultado do segundo turno. O depoimento foi marcado por bate-boca e gritaria.

Explosão nas proximidades do aeroporto de Brasília
Nas primeiras horas de 24 de dezembro de 2022, as forças de segurança de Brasília foram acionadas, por meio de uma denúncia anônima, após câmeras de segurança do aeroporto flagrarem o motorista de um caminhão deixando uma caixa perto de um caminhão-tanque e indo embora.

A via principal de acesso ao aeroporto foi então bloqueada, em uma operação conjunta do Corpo de Bombeiros do DF, das polícias Militar e Civil da capital do país e da Polícia Federal, com agentes do esquadrão antibombas. As autoridades fizeram uma explosão controlada para desativar o explosivo.

As investigações da 8ª Vara Criminal de Brasília apontaram o envolvimento de três pessoas no atentado. Além de Washington, foi condenado Alan Diego dos Santos, que recebeu uma pena de cinco anos e quatro meses de prisão. Wellington Macedo de Souza continua foragido.

Fonte: r7

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Segurança

Traficante FB é condenado a 225 anos por ataque que derrubou helicóptero e matou três policiais; juíza fala em ‘ato terrorista’

por Redação 21 de junho de 2023

Após quase 22 horas de julgamento, o traficante Fabiano Atanásio da Silva, o FB, foi condenado no início da manhã desta quarta-feira (21) a 225 anos de prisão no episódio da derrubada do helicóptero da PM na Zona Norte do Rio, quase 14 anos atrás.

Para o corpo de jurados do 3º Tribunal do Júri, FB, o último réu a ser julgado no caso, foi o responsável por ordenar e comandar a invasão ao Morro dos Macacos, em Vila Isabel, no ano de 2009, em que três policiais a bordo da aeronave morreram.

Às 6h, com 20 horas de sessão, a defesa encerrou sua manifestação, e a juíza Tula Mello mandou o Conselho de Sentença se reunir. A sentença foi lida às 7h30. FB está condenado por 3 homicídios, 6 tentativas de homicídio (3 sobreviventes do helicóptero e 3 agentes em terra) e associação para o tráfico.

“A cena da vítima saindo da aeronave como uma bola de fogo causa um impacto sem precedentes”, escreveu a magistrada, em relação a um vídeo inédito exibido na sessão.

FB participou do julgamento por videoconferência, de dentro do presídio federal de Catanduvas (PR). O advogado dele, Cláudio Dalledone, disse que vai recorrer. “Trata-se de um processo defeituoso. É tudo baseado em ‘ouvir dizer’. Manifestações contrárias ao que está nos autos.”

Naquela manhã de 17 de outubro, a polícia entrou na favela de Vila Isabel para intervir na guerra que havia começado naquela madrugada, quando traficantes do Comando Vermelho atacaram a área, controlada pela facção Amigos dos Amigos (ADA).

Em setembro do ano passado, outros dois traficantes foram condenados pelo mesmo crime: Magno Fernando Soeiro Tatagiba de Souza, o Magno da Mangueira, e Leandro Domingos Berçot, o Lacoste.

Condenados por três homicídios qualificados e seis tentativas de homicídio, eles tiveram suas sentenças estipuladas em 193 anos, um mês e dez dias.

Em 2019, outro réu do mesmo processo, Luiz Carlos Santino da Rocha, o Playboy, foi condenado a 225 anos. Um quinto acusado, Michel Carmo de Carvalho, morreu antes de seu julgamento.

Para a promotora Carmen Elisa, a pena de 225 anos a FB foi uma resposta à sociedade:

“Foi a resposta que o Código Penal permite. Esperamos que essa sentença alivie um pouco a dor das pessoas que tanto sofreram com esse crime. Foi um ato contra a sociedade do Rio de Janeiro”, disse.

Ela acrescentou que os jurados entenderam a participação de Fabiano Atanásio da Silva nos ataques ao Morro dos Macacos: “Acusação não é de ser apenas o mandante. Ele fez a organização do ataque, e previa a morte de quem estivesse no caminho deles, traficante rival ou policial. Naquele momento do abate à aeronave não havia confronto entre quadrilhas. Eles escolheram matar os policiais”.

Autor dos disparos jamais foi descoberto
O julgamento começou por volta das 10h de terça-feira. Oito testemunhas foram ouvidas em juízo, além do próprio FB.

O primeiro a depor foi Carlos Henrique Pereira Machado, delegado da 25ª DP (Engenho Novo). Por dezenas de vezes, ele respondeu que não se lembrava do que era perguntado.

O responsável pelas investigações do caso à época disse também que, passados 14 anos, jamais foi descoberto quem efetivamente fez os disparos que derrubaram a aeronave — e que a participação de FB nos ataques teria sido identificada por relatórios de inteligência e depoimentos.

“Não afirmei que eu lembro que ele participou. Estou me baseando no relatório que fiz à época. Faz 14 anos. Não me recordo de detalhes. Mas foram informações de inteligência e através de depoimentos de PMs”, disse o delegado.

Novo vídeo da queda foi exibido pelo MP
O segundo a depor foi o hoje tenente-coronel Marcelo Mendes, copiloto do helicóptero que foi atingido por um tiro de fuzil no pé.

Durante o depoimento, as promotoras Carmen Elisa e Fernanda Neves exibiram um vídeo inédito do exato momento da queda da aeronave.

Foi um dos momentos mais emocionantes do julgamento. As imagens mostraram o Fênix 3 em queda e uma dramática tentativa de resgate em seguida. Numa das cenas, o então capitão Mendes tenta apagar o fogo que tomava conta do corpo de um dos colegas.

Em seguida é possível ver que, mesmo após o abate, traficantes do Complexo do São João (dominado pelo CV) continuaram atirando nos policiais que tentavam sobreviver à queda da aeronave em chamas.

Informações de inteligência e da mídia
A imprensa também foi citada por outras quatro testemunhas como tendo sido as fontes de que Fabiano teria orquestrado o ataque ao Morro dos Macacos.

“A mídia falou que era o traficante responsável pela invasão apenas. Nenhuma outra fonte de informação que eu me lembre”, chegou a dizer o quinto depoente, o sargento André Luiz dos Santos Guedes, que integrava a equipe de terra do 6º BPM (Tijuca) e foi ferido na perna durante a operação.

Seu então chefe de operações na unidade, o coronel João Jacques Busnello – que também foi baleado na perna no dia do ataque – falou sobre os dados de inteligência recebidos e que, por isso, FB “deve ter participado”.

A defesa interveio: “Isso é uma dedução sua”, afirmou Renan Canto, um dos advogados de FB.

Outro momento de embate entre as promotoras e os advogados de defesa ocorreu durante o depoimento do subtenente da PM William de Souza Noronha, que no dia também incursionou por terra e acabou ferido por estilhaços no rosto e na mão.

“Soube por moradores que FB estava no morro. Um deles chegou perto e disse que, numa reunião na quadra do São João/Matinha, ele orientou os soldados”. Este foi o trecho de seu depoimento à polícia em 2009, lido pelo MP.

“Nesses lugares os moradores se aproximam, mas têm medo de passar informações. Não tenho como afirmar…”

Neste momento a bancada de defesa se levantou, alegando que o depoimento era inconsistente, já que ele não deu certeza de que um morador disse ter visto FB.

A promotora Carmen Elisa retomou a palavra e pediu para o policial responder se confirmava o depoimento que havia prestado no inquérito conduzido pela Polícia Civil.

“Confirmo o que falei em sede policial. Não tenho como lembrar com riqueza de detalhes. Morador falou em diversos traficantes. Foi um lapso de memória”, disse o subtenente Noronha.

FB diz que sofreu tentativas de extorsão
Preso em uma unidade federal desde 2012, Fabiano Atanásio da Silva começou a depor por volta das 23h. Exaltado, ele começou a atacar a polícia do Rio de Janeiro.

“Eu fazia parte do tráfico da Vila Cruzeiro, mas nunca fui líder de nada. Isso tudo veio de polícia mau-caráter, corrupto. Nunca dei dinheiro para não botarem processo em cima de mim. Hoje eu só respondo a tantos crimes porque nunca dei dinheiro para eles. Nunca dei arrego”, disparou.

FB citou nomes de policiais, mas confundiu acusações e operações que teriam resultado em algumas prisões desses agentes (vários dos citados acabaram sendo absolvidos ao longo desses processos). O traficante classificou a polícia como “raça da pior espécie”.

Debates acalorados e pane no sistema
Os debates entre defesa e Ministério Público entraram pela madrugada e começaram acalorados. Carmen Elisa e Fernanda Neves focaram suas explanações no histórico de crimes de FB, que tem uma extensa ficha criminal, que já somavam mais de 90 anos de cadeia antes da sentença desta quarta.

Por volta das 3h, quando Cláudio Dalledone fazia a defesa diante dos sete jurados, o julgamento foi interrompido. Em Catanduvas, onde FB estava, o sistema de videoconferência travou, e eles não conseguiam mais acompanhar a audiência.

O problema de conexão só foi reparado uma hora e meia mais tarde. E a juíza Tula Mello zerou o cronômetro da defesa, que voltou a falar por uma hora e 20 minutos.

Dalledone e Renan atacaram a falta de provas da participação nos autos, lembrando que dos 26 indicados inicialmente, só quatro foram a Júri Popular.

Fonte: G1

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Segurança

Assassino de colégio em Cambé é encontrado morto na prisão

por Redação 21 de junho de 2023

O assassino, de 21 anos, que matou dois estudantes no Colégio Estadual Professora Helena Kolody, em Cambé, norte do estado, foi encontrado morto na Casa de Custódia de Londrina na noite de terça-feira (20), segundo a Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp).

A causa da morte não havia sido divulgada até a última atualização desta reportagem.

O assassino entrou em uma escola em Cambé na segunda-feira (19). Na ação, ele matou a aluna Karoline Verri Alves, de 17 anos, que morreu baleada na cabeça. Outro aluno, Luan Augusto, de 16 anos, foi baleado na cabeça e morreu no hospital.

O criminoso estava preso desde segunda-feira (19) em Londrina. Segundo a Secretaria de Segurança, ele era esquizofrênico e que fazia tratamento para a doença.

Dor
Karoline e Luan namoravam há cerca de um ano. Os dois frequentavam a mesma igreja, onde eram envolvidos nas atividades religiosas.

O pai do estudante disse que o sonho do filho era ser perito criminal. A família disse que até tentou inscrever o adolescente em um curso na área.

Dilson Antonio Alves, pai de Karoline, detalhou o que a filha representava para ele e os familiares.

“A minha filha é uma menina de ouro, uma menina que não merecia o que aconteceu. Ela morreu inocente e eu quero que essa morte dela seja uma comoção geral mesmo. A morte dela vai salvar vidas”, disse nesta segunda na frente do Instituto Médico-Legal (IML), onde o corpo da estudante foi levado.

Investigação
Além do assassino, a Polícia Civil prendeu outro homem de 21 anos suspeito de ajudar a organizar o episódio que terminou na morte dos dois estudantes. Ele foi preso na noite de segunda.

De acordo com a polícia, um adolescente de 13 anos foi conduzido até a delegacia, ouvido e liberado.

Fonte: r7

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Segurança

Ataques a escolas no Brasil mataram 46 pessoas em 20 anos

por Redação 20 de junho de 2023

Ataques a escolas no Brasil mataram 46 pessoas em 20 anos. Segundo levantamento do Instituto Sou da Paz, desde outubro de 2002 foram registrados 25 casos com 139 vítimas, sendo 46 mortos e 93 feridos.

Na manhã desta segunda-feira (19), a estudante Karoline Verri Alves, de 15 anos, entrou para as estatísticas. Ela foi morta a tiros por um ex-aluno, de 20 anos, no Colégio Estadual Professora Helena Kolody, no município de Cambé, a cerca de 400 km de Curitiba.

No ataque, o namorado da vítima, Luan Augusto, também foi baleado e socorrido em estado gravíssimo de saúde. Mas o jovem não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada desta terça-feira (20).

Após os disparos, funcionários da escola conseguiram imobilizar o atirador e retiraram a arma de suas mãos. Ele foi preso em flagrante pela polícia.

De acordo com o Instituto Sou da Paz, as armas de fogo — como no caso de Cambé — causaram 35 mortes em escolas ao longo dos últimos 20 anos, enquanto as armas brancas foram responsáveis por 11 assassinatos. Isto é, os ataques a tiros geraram três vezes mais mortes do que as ocorrências com armas cortantes ou perfurantes.

“O estudo mostra que a disponibilidade de armas em residências favorece esse tipo de crime e aumenta a letalidade, pondo em evidência quão crucial é o controle do acesso e do armazenamento dessas armas para redução da letalidade desses eventos, já que ferimentos com armas brancas e de pressão são menos graves e têm mais chances de defesa, socorro e recuperação da vítima”, diz Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz.

Perfil de agressores
O grupo de agressores, segundo o estudo, é formado exclusivamente por meninos e homens. A maior parcela é de alunos (57%) e ex-alunos (36%). Em pelo menos dois casos, o agressor estava havia meses sem ir às aulas e nenhuma providência de busca ativa foi feita por parte da escola, o que contribui para o isolamento e a radicalização desses estudantes, ao ficarem longe do ambiente escolar.

Com relação à idade dos agressores, a média é de 16 anos, sendo os mais velhos de 25 anos e o mais novo um menino de 10 anos — um estudante da 4ª série da Escola Municipal Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, que atirou contra a professora em 2011.

Uma pesquisa da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) sobre ataques a escolas, divulgada em março, também revela que eles são predominantemente brancos e com comportamento misógino, um sentimento de aversão às mulheres.

Outros traços marcantes da personalidade desse grupo são o gosto pela violência e o culto às armas, bem como uma espécie de isolamento social, com relações sociais em grupos restritos, além da tendência a evasão escolar.

Policiais e câmeras não evitam ataques
Após ataques a escolas, é comum governos e prefeituras anunciarem medidas para reforçar a segurança, como o aumento de rondas escolares pela Polícia Militar, a presença de agentes nas unidades e a instalação de câmeras de segurança.

Psicólogos afirmam que esses mecanismos oferecem sensação de segurança à comunidade escolar em um primeiro momento, porém não evitam os ataques.

Os especialistas dizem que essa onda de violência entre os jovens é uma questão complexa e é reflexo de uma gama de fatores, como o bullying, os efeitos pós-pandemia e os grupos extremistas que incentivam o ódio nas redes sociais. Por isso, é fundamental o trabalho integrado das áreas de educação, saúde, assistência social e segurança.

Para o Instituto Sou da Paz, é essencial a criação de programas para os alunos com o intuito de estimulá-los a entender e lidar com suas emoções, frustrações, respeitar a diversidade e desenvolver uma boa convivência.

O treinamento com professores e funcionários também é importante para a identificação de mudanças de comportamento como uso de mídia violenta, fixação e manuseio de armas de fogo, agressões físicas, sintomas de transtorno mental, agressividade e uso de expressões pejorativas ao falar com mulheres e meninas.

Fonte: r7

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