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Polícia Federal

Polícia Federal

Agente da PF é denunciado por homofobia após sacar arma e intimidar clientes em bar no DF

por Redação 4 de março de 2026

O Ministério Público do Distrito Federal denunciou Diego de Abreu Souza Borges, de 40 anos, agente administrativo da Polícia Federal, por homofobia, constrangimento ilegal com uso de arma de fogo e usurpação de cargo público.

O caso ocorreu na noite de 13 de fevereiro, por volta das 21h, em um bar em Samambaia, no Distrito Federal. Imagens de câmera de segurança registraram o momento em que Diego se levantou da mesa, sacou uma arma e abordou dois corretores de imóveis que estavam em outra mesa.

Segundo a denúncia, ele tentou segurar um dos homens, apontou a pistola e ordenou que colocasse as mãos na cabeça. Em seguida, passou a exigir que a vítima se deitasse no chão.

De acordo com o Ministério Público, os dois corretores lanchavam no local quando o agente, que consumia bebida alcoólica, começou a se dirigir a eles de forma agressiva. Motivado por preconceito, perguntou diversas vezes se as vítimas eram um casal, com o objetivo de constrangê-las.

Ainda segundo o MP, Diego Borges se identificou falsamente como policial federal. Ele foi preso em flagrante no dia 13 de fevereiro, mas liberado após audiência de custódia no dia seguinte.

A reportagem procurou a Polícia Federal, que não se manifestou até o momento. A defesa de Diego de Abreu Souza Borges não foi localizada.

Fonte: G1

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Polícia Federal

PF faz operação contra desembargador do TJMG e CNJ determina afastamento após caso polêmico

por Redação 27 de fevereiro de 2026

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (27), uma operação contra o desembargador Magid Nauef Láuar, integrante da 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ele foi afastado do cargo.

O magistrado ganhou repercussão nacional após atuar no julgamento de um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos, em Indianópolis, no Triângulo Mineiro. No dia 11 de fevereiro, Magid votou pela absolvição do réu e da mãe da vítima, sob o argumento de que havia “vínculo afetivo consensual” entre o acusado e a menor, justificativa que contrariou entendimento consolidado na jurisprudência.

A decisão provocou reação de órgãos de controle, especialistas e da sociedade civil. Em 23 de fevereiro, após recurso do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o próprio desembargador reviu o posicionamento, restabeleceu a condenação de primeira instância e determinou a prisão do homem e da mãe da menina.

Em nota, a Corregedoria Nacional de Justiça informou que, no curso de investigação preliminar para apurar indícios de “teratologia” na decisão — termo jurídico utilizado para classificar ato considerado absurdo e contrário a princípios constitucionais —, foram identificados desdobramentos que apontam para a prática de delitos contra a dignidade sexual por parte do magistrado, no período em que atuou como juiz nas comarcas de Ouro Preto e Betim.

Segundo o CNJ, ao menos cinco vítimas já foram ouvidas, incluindo uma residente no exterior. Embora parte dos fatos relatados esteja alcançada pela prescrição na esfera criminal, foram identificados episódios mais recentes que ainda permitem a continuidade das apurações.

Diante da gravidade e da verossimilhança dos relatos, o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, determinou o afastamento cautelar do desembargador de todas as funções, para garantir que as investigações ocorram sem embaraços. O órgão ressaltou que procedimentos disciplinares não configuram juízo prévio de culpa, mas visam preservar a credibilidade da magistratura e a confiança da sociedade no Judiciário.

Nos últimos dias, Magid também passou a ser alvo de investigações administrativas no CNJ e no próprio TJMG, após denúncias de abuso sexual divulgadas por familiares e ex-funcionárias.

O caso que gerou a controvérsia teve início em abril de 2024, quando o MPMG denunciou o homem e a mãe da vítima por estupro de vulnerável. De acordo com as investigações, a menina morava com o acusado, com autorização da mãe, e havia deixado de frequentar a escola. O homem foi preso em flagrante em 8 de abril de 2024 e admitiu na delegacia que mantinha relações sexuais com a menor. A mãe declarou que permitiu que o homem “namorasse” a filha.

Em novembro de 2025, ambos foram condenados a nove anos e quatro meses de prisão pela 1ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Araguari. O homem foi responsabilizado por conjunção carnal e atos libidinosos contra a menina, e a mãe, por omissão diante dos fatos.

Após recurso da Defensoria Pública de Minas Gerais, a 9ª Câmara Criminal do TJMG absolveu os dois em 11 de fevereiro. O voto do relator, Magid Nauef Láuar, foi acompanhado pelo desembargador Walner Barbosa Milward de Azevedo, enquanto a desembargadora Kárin Emmerich divergiu.

O Código Penal estabelece que a prática de conjunção carnal ou ato libidinoso com menor de 14 anos configura estupro de vulnerável. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já firmou entendimento de que o consentimento da vítima, eventual experiência sexual anterior ou a existência de relacionamento amoroso não afastam a caracterização do crime.

Fonte: G1

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Polícia Federal

PF mira suposto esquema bilionário de desvio de emendas e atinge ex-senador e filhos

por Redação 25 de fevereiro de 2026

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (25) a Operação Vassalos para investigar uma organização criminosa suspeita de fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro com recursos de emendas parlamentares. Segundo a PF, o esquema pode ter movimentado bilhões de reais.

Entre os alvos estão o ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e os filhos Miguel Coelho, ex-prefeito de Petrolina, e o deputado federal Fernando Filho (União-PE). De acordo com o blog da Camila Bomfim, as apurações envolvem suspeitas de negócios irregulares custeados com verbas de emendas parlamentares destinadas à prefeitura de Petrolina (PE).

Ao todo, estão sendo cumpridos 42 mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em Pernambuco, Bahia, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal.

A defesa do ex-senador e do deputado informou que ainda não teve acesso à decisão do ministro Flávio Dino e que os mandados foram cumpridos sem que os motivos das medidas cautelares fossem apresentados. Segundo os advogados, após o acesso aos autos, haverá manifestação.

De acordo com a Polícia Federal, a investigação indica que a organização direcionava licitações para empresa vinculada ao grupo investigado. Em seguida, os recursos desviados seriam utilizados para pagamento de vantagens indevidas e ocultação de patrimônio, caracterizando também lavagem de dinheiro.

A operação amplia o cerco sobre o uso de emendas parlamentares e reacende o debate sobre mecanismos de controle e transparência na destinação de recursos públicos.

Fonte: G1

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Polícia Federal

Moraes manda PF intimar presidente da Unafisco após críticas a operação contra auditores

por Redação 20 de fevereiro de 2026

O presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral, foi intimado a prestar depoimento à Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (20), por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A intimação ocorre dois dias após Cabral conceder entrevista ao programa Estúdio i, da GloboNews, na quarta-feira (18), em que criticou a operação da PF contra auditores da Receita Federal suspeitos de vazamento de dados sigilosos de ministros do STF. A operação também foi determinada por Moraes no âmbito do inquérito das fake news, do qual é relator.

Até o momento, não há informações oficiais sobre o motivo da intimação nem se ela está diretamente relacionada às declarações feitas por Cabral. Também não foi esclarecido se ele será ouvido como testemunha ou investigado.

Na entrevista, Cabral afirmou que as medidas impostas aos auditores constrangem a categoria e impactam a atuação funcional. “Esse tipo de medida busca humilhar, constranger e amedrontar. Se você perguntar hoje quem está disposto a organizar um grupo de fiscalização para investigar autoridades, provavelmente não encontrará ninguém. Tornou-se menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades da República”, declarou.

A operação da PF foi deflagrada na terça-feira (17), com cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, Salvador, Guarujá e São José do Rio Preto. As medidas foram autorizadas por Moraes após representação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os quatro auditores alvos tiveram celulares apreendidos, foram afastados das funções públicas, passaram a usar tornozeleira eletrônica, tiveram passaportes cancelados e estão proibidos de deixar o país. Eles podem responder por violação de sigilo funcional, acesso indevido a sistemas de informação e vazamento de dados sigilosos.

Durante a entrevista, Cabral relatou que um dos auditores confirmou ter acessado dados de um parente do ministro Gilmar Mendes, mas negou ter consultado informações sigilosas de contas bancárias. Segundo ele, o servidor acessou, em novembro do ano passado, uma tela inicial de vínculo de parente ligada a uma declaração de 2008 para verificar se se tratava de uma conhecida com o mesmo sobrenome. “Pode fazer isso? Não pode”, afirmou.

Cabral acrescentou que o auditor não ultrapassou a tela inicial e que o caso “não tem absolutamente nada a ver com os fatos que estariam sendo investigados”.

O STF informou que a operação foi autorizada após a constatação de “diversos e múltiplos acessos ilícitos ao sistema da Receita Federal e o vazamento das informações sigilosas”.

Em nota, a Receita Federal afirmou que conduz auditoria interna, que irregularidades já identificadas foram comunicadas ao relator do caso no Supremo e que os sistemas são rastreáveis, o que permitiu identificar acessos considerados indevidos.

Fonte: G1

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Polícia Federal

Relatório da PF expõe fissuras entre Polícia Federal, PGR e STF no caso Master

por Redação 13 de fevereiro de 2026

A entrega de um relatório de cerca de 200 páginas pela Polícia Federal (PF) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, evidenciou um ambiente de desconfiança entre a corporação, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a própria Corte no inquérito que envolve o Banco Master. O documento trata de conexões entre o ministro Dias Toffoli e o banqueiro Daniel Vorcaro. Toffoli deixou a relatoria do caso na noite de quinta-feira (12), após pressão interna no tribunal.

Fachin recebeu o material diretamente do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, na segunda-feira (9), mas o fato só veio a público na quarta-feira (11). O relatório reúne informações extraídas do celular de Vorcaro, apreendido em novembro, incluindo diálogos, registros de ligações e evidências de pagamentos atribuídos ao grupo do banqueiro em favor de Toffoli.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, tomou conhecimento do conteúdo apenas na quinta-feira (12), quando o documento foi formalmente encaminhado por Fachin para manifestação — depois de Toffoli já ter divulgado nota pública classificando o relatório como baseado em “ilações” e afirmando que a PF não teria poder para pedir sua suspeição. A corporação não solicitou formalmente o afastamento, mas apontou possíveis conflitos de interesse e indícios de crimes a serem apurados.

Segundo fontes ouvidas, Andrei Rodrigues comunicou Gonet por telefone que entregaria a Fachin um relatório com “achados” relacionados a Toffoli, sem detalhar o teor. Embora não houvesse obrigação formal de compartilhar o conteúdo previamente com a PGR, a ausência de discussão mais aprofundada foi interpretada por integrantes do Ministério Público Federal (MPF) e do Supremo como sinal de desconfiança institucional.

Entre os elementos citados no relatório estão encontros marcados entre Toffoli e Vorcaro, convite para festa de aniversário do ministro e conversas sobre pagamentos que, segundo o documento, teriam ocorrido no fim de 2024 e somariam R$ 20 milhões. Após a divulgação dessas informações, Toffoli admitiu ter sido sócio de um hotel em Ribeirão Claro (PR), ao lado de dois irmãos e um primo.

Perícia refeita

O clima de tensão remonta a novembro, quando Toffoli assumiu o processo no Supremo após pedido da defesa de Vorcaro. O caso tramitava anteriormente na primeira instância.

Em janeiro, o ministro restringiu o acesso da PF ao material apreendido na Operação Compliance Zero, o que gerou críticas internas. Antes disso, havia acusado a corporação de “inércia” e “falta de empenho” ao autorizar diligências. Posteriormente, recuou e autorizou o acesso do MPF, e depois permitiu a perícia da PF, limitada a quatro agentes por ele indicados.

Nesse intervalo, a PF já havia extraído os dados do celular de Vorcaro. O aparelho foi encaminhado sem perícia à PGR, que iniciou a análise do zero e concluiu o trabalho apenas nesta semana, após a entrega do relatório a Fachin.

Pressão sobre a PGR

Com a divulgação do conteúdo, a pressão também se voltou contra a PGR, que já havia se manifestado duas vezes contra a suspeição de Toffoli após questionamentos de partidos políticos.

Nos bastidores, investigadores demonstram ceticismo quanto à disposição do procurador-geral para defender o afastamento do ministro, mesmo com integrantes do STF classificando as revelações do relatório como de alto potencial explosivo.

Gonet é próximo do decano Gilmar Mendes, que se posicionou publicamente em defesa de Toffoli. Sua indicação ao comando do MPF contou ainda com apoio do ministro Alexandre de Moraes, cuja esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, firmou contrato de R$ 129 milhões com o banco de Vorcaro.

Na quinta-feira, Toffoli determinou que a PF lhe enviasse os dados de todos os celulares apreendidos na investigação. No mesmo dia, Fachin reuniu os ministros a portas fechadas para discutir o relatório. Diante do isolamento entre os colegas, Toffoli deixou a relatoria, e o ministro André Mendonça foi sorteado como novo responsável pelo caso.

No entorno da PGR, há preocupação de que o órgão seja arrastado para o centro da crise institucional desencadeada pelo caso Master.

Fonte: OGLOBO

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Polícia Federal

PF nega porte de armas para Divisão de Elite da Guarda Municipal do Rio

por Redação 12 de fevereiro de 2026

A Polícia Federal negou o pedido da Prefeitura do Rio para que integrantes da Divisão de Elite da Guarda Municipal (Força Municipal) recebam porte de armas. A decisão baseia-se na lei que proíbe a cessão de armamento para profissionais de outras carreiras fora da corporação policial.

O parecer da PF, obtido pelo RJ2, afirma que a criação de uma “força de elite armada” com atuação ostensiva e perfil militarizado “extrapola a função constitucional, invadindo a esfera de atuação das polícias militares e, consequentemente, a competência legislativa da União”. O documento ainda lembra que as guardas municipais têm caráter civil e sua função é a proteção preventiva de bens, serviços, logradouros públicos e instalações municipais.

A lei que criou a Divisão de Elite da GM-Rio prevê a contratação de agentes por tempo determinado de um ano, prorrogável até cinco vezes. Desde setembro de 2025, os 600 guardas da Força Municipal realizam treinamento na academia inaugurada pela prefeitura, com investimentos superiores a R$ 60 milhões.

Mil e quinhentas pistolas já foram entregues em cerimônia na Superintendência Regional da Polícia Rodoviária Federal. Em fevereiro, o prefeito Eduardo Paes afirmou que agentes da PM liberados para atuar com a Guarda Municipal terão “missões claras, comandos específicos” no enfrentamento a roubos e furtos.

Fontes informam que a prefeitura solicitou revisão da decisão da PF, mas o pedido foi negado e o caso segue agora para análise em Brasília.

Nota da Prefeitura do Rio:
“Todos os agentes que realizaram o curso de formação para a Divisão de Elite da GM-Rio – Força Municipal, aplicado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), são guardas municipais selecionados em processo interno. A Prefeitura solicitou formalmente à Polícia Federal o porte de arma funcional e ressalta que o processo está em curso, cumprindo todos os trâmites legais. Todos os equipamentos estão comprados e homologados.”

Fonte: G1

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