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Categoria:

Polícia Federal

Polícia Federal

Justiça mantém prisões de MC Ryan SP e outros alvos de operação da PF que investiga lavagem de R$ 1,6 bilhão

por Redação 17 de abril de 2026

A Justiça Federal manteve as prisões do cantor MC Ryan SP e de outros investigados alvos da megaoperação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal na última quarta-feira (15). O caso apura um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas estimado em R$ 1,6 bilhão.

Parte dos 33 presos passou por audiência de custódia nesta quinta-feira (16), sob responsabilidade da 5ª Vara Federal de Santos. Segundo a PF, nenhum dos detidos foi liberado até o momento. As audiências seguem de forma virtual e têm como objetivo avaliar a legalidade das prisões e eventuais abusos na abordagem policial.

Ao todo, foram expedidos 39 mandados de prisão, sendo que seis investigados continuam foragidos. As prisões ocorreram em diferentes estados, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Santa Catarina.

Entre os detidos estão MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, o influenciador Chrys Dias, sua esposa Débora Paixão e Raphael Sousa, responsável pela página Choquei. Os investigados são apontados pela Polícia Federal como parte de uma organização criminosa que teria utilizado o setor do entretenimento para ocultar recursos ilícitos.

De acordo com a investigação, o esquema envolvia tráfico internacional de drogas, apostas ilegais, rifas digitais e uso de empresas de fachada, além da conversão de valores em criptoativos para dificultar o rastreamento. A PF também aponta a utilização de eventos musicais e redes sociais como canais de movimentação financeira.

Segundo decisão judicial, MC Ryan SP é apontado como líder e principal beneficiário do grupo, utilizando estruturas ligadas à produção musical para integrar receitas lícitas e ilícitas.

Durante a operação, foram apreendidos 55 carros de luxo e motocicletas, 120 armas, joias, eletrônicos, celulares e cerca de R$ 300 mil em espécie, além de valores em dólar. Apenas os veículos estão avaliados em mais de R$ 20 milhões.

As defesas dos investigados negam irregularidades e afirmam que os valores têm origem lícita ou que os clientes irão se manifestar nos autos. Em alguns casos, advogados ainda não tiveram acesso completo ao processo.

Fonte: G1

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Polícia Federal

Operação da PF apreende 55 carros de luxo, armas e R$ 300 mil em ação contra esquema de lavagem ligado a MCs e influenciadores

por Redação 17 de abril de 2026

A Polícia Federal deflagrou na quarta-feira (15) a Operação Narco Fluxo, que investiga uma organização criminosa suspeita de lavar mais de R$ 1,6 bilhão oriundos do crime organizado. A ação resultou em prisões e na apreensão de um grande volume de bens de alto valor.

Entre os alvos estão os funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além dos influenciadores Chrys Dias e Raphael Sousa, ligado à página Choquei. Segundo a PF, o grupo utilizava o setor do entretenimento digital como fachada para movimentação de recursos ilícitos.

O balanço da operação aponta a apreensão de 55 carros de luxo e motocicletas, avaliados em mais de R$ 20 milhões, além de 120 armas e munições, 56 joias e relógios, 53 celulares, 56 mídias eletrônicas e cerca de R$ 300 mil em espécie. Também foram encontrados US$ 7,3 mil, documentos e registros financeiros.

Entre os itens de maior destaque estão uma Mercedes-Benz G63 rosa avaliada em R$ 2 milhões e uma réplica de um carro de Fórmula 1 da McLaren, localizados na residência de investigados. Em outra apreensão, foi encontrado um colar de ouro com a imagem de Pablo Escobar na casa de MC Ryan SP.

A operação mobilizou 200 policiais federais para o cumprimento de 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão em oito estados e no Distrito Federal. As ordens foram expedidas pela 5ª Vara Federal de Santos, que também determinou o bloqueio de ativos e o sequestro de bens.

De acordo com a investigação, o esquema envolvia tráfico internacional de drogas, apostas ilegais e rifas clandestinas, além de mecanismos como fracionamento de transferências, uso de empresas de fachada e conversão em criptoativos para ocultação dos valores.

Após a operação, perfis de investigados com milhões de seguidores foram retirados do ar. A Meta informou que não comentará o caso.

As defesas dos citados negam irregularidades e afirmam que os valores e atividades possuem origem lícita ou vínculos apenas profissionais, além de que irão se manifestar nos autos do processo.

Fonte: G1

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Polícia Federal

PF procura empresário por suspeita de vazamento de dados ligados à família de Moraes

por Redação 2 de abril de 2026

A Polícia Federal realiza, desde a manhã desta quarta-feira (1º), buscas pelo empresário carioca Marcelo Paes Fernendez Conde, de 65 anos, suspeito de envolvimento na compra e no vazamento de dados sigilosos de Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A ação faz parte de uma nova fase da Operação Exfil, que investiga um esquema de obtenção ilegal de informações fiscais protegidas de autoridades públicas e seus familiares por meio de acessos indevidos aos sistemas da Receita Federal. Moraes autorizou um mandado de prisão preventiva e seis de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em São Paulo, todos relacionados ao empresário.

Segundo as investigações, dados de ao menos 1.819 contribuintes teriam sido acessados ilegalmente, incluindo pessoas ligadas a ministros do STF, ao Procurador-Geral da República, ao Tribunal de Contas da União, parlamentares e empresários. A Procuradoria-Geral da República aponta a existência de múltiplos acessos indevidos, seguidos de vazamentos das informações.

A PF apura que Marcelo Conde teria encomendado dados fiscais por meio do contador Washington Travassos de Azevedo, já preso em fase anterior da operação. Depoimentos indicam que o empresário fornecia listas de CPFs e realizava pagamentos em dinheiro — cerca de R$ 4.500 — para obter as declarações de forma ilícita.

As investigações também identificaram uma estrutura organizada de intermediação, com participação de servidores públicos, terceirizados e intermediários, além de suspeitas envolvendo funcionários com acesso a sistemas da Receita Federal e do Serpro.

De acordo com decisão de Moraes, as buscas são essenciais para rastrear a cadeia de atuação e identificar outros envolvidos. A apreensão de dispositivos eletrônicos deve ajudar a esclarecer a extensão do esquema.

Fonte: G1

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Polícia Federal

PF realiza operação nacional para combater preços abusivos em postos de combustíveis

por Redação 27 de março de 2026

Nesta sexta-feira (27), a Polícia Federal (PF) deflagrou a operação “Vem Diesel”, fiscalizando postos de combustíveis em 11 estados e no Distrito Federal. A ação, realizada em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), tem como objetivo identificar reajustes indevidos, fixação de preços entre concorrentes e outras práticas abusivas que prejudiquem o consumidor.

Os estados envolvidos são São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Sul, Ceará, Tocantins e Goiás. As equipes contam com agentes da PF, da ANP e dos Procons estaduais. Irregularidades detectadas serão encaminhadas para investigação e responsabilização dos responsáveis.

O Código de Defesa do Consumidor classifica como abusivo qualquer aumento de preços sem justa causa, seja por elevação sem justificativa técnica, contexto de emergência ou uso de métodos que violem o equilíbrio contratual. A livre concorrência também deve ser garantida, para que reduções de custos em refinarias e distribuidoras sejam repassadas ao consumidor final.

Apesar das medidas do governo, como a isenção de PIS e Cofins sobre o diesel, o aumento do imposto de exportação sobre o petróleo e incentivos financeiros, levantamento do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps) aponta que as margens de lucro de postos e distribuidoras subiram, em média, mais de 30% desde o início da guerra no Irã, afetando diesel S-10, diesel S-500 e gasolina comum.

O governo federal se reúne ainda nesta sexta-feira, chefiado pelo Ministério da Fazenda, para discutir propostas de compensação aos consumidores, enquanto alguns estados resistem à redução do ICMS sobre os combustíveis.

Fonte: G1

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Polícia Federal

Deputada vira alvo da PF por suspeita de articular fraudes bilionárias no INSS

por Redação 17 de março de 2026

A deputada federal Maria Gorete Pereira (MDB-CE) foi apontada pela Polícia Federal (PF) como “articuladora política” de um esquema de fraudes envolvendo descontos irregulares em aposentadorias e pensões do INSS. A operação foi autorizada pelo ministro André Mendonça e cumpriu medidas cautelares nesta terça-feira (17), incluindo o monitoramento da parlamentar por tornozeleira eletrônica.

As investigações conduzidas pela PF e pela Controladoria-Geral da União (CGU) indicam que o esquema criminoso ocorreu entre 2019 e 2024 e pode ter causado prejuízo de até R$ 6,3 bilhões. Segundo os investigadores, a deputada teria utilizado influência política para viabilizar acordos com o INSS, manter contato direto com autoridades administrativas e pressionar servidores para acelerar processos ligados ao credenciamento de entidades associativas.

Relatórios citados na decisão judicial apontam que a parlamentar teria recebido valores por meio de empresas de fachada e interpostas pessoas. O nome de Maria Gorete aparece, conforme a PF, em tabela de pagamento de propina enviada por mensagem entre investigados, com indicação de repasse no valor de R$ 780.433,50.

A operação também resultou na prisão preventiva do empresário Natjo de Lima Pinheiro e da advogada Cecília Rodrigues Mota, ex-presidente de associações de aposentados e pensionistas no Ceará. Mensagens identificadas no celular de Cecília indicariam pagamento de propina a servidores do INSS, com recursos enviados por empresas ligadas a Natjo, sob a identificação “COMISSÃO BRASÍLIA BSB”.

Os investigadores também apontam possíveis repasses ao ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto, preso em novembro do ano passado. Análises bancárias indicam transferências de cerca de R$ 4 milhões entre abril de 2024 e janeiro de 2025 a partir de contas vinculadas a Cecília.

A PF ainda transcreve conversas que indicariam pagamentos indevidos a André Paulo Fidelis, ex-diretor de benefícios do INSS, e a Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral da Procuradoria Federal Especializada junto ao instituto. Ambos foram presos em fases anteriores da Operação Sem Desconto.

Segundo o relatório, há indícios de que a deputada controlava entidades associativas por meio de procurações com amplos poderes e teria recebido quantias consideradas vultosas em sua conta bancária. As investigações também apontam a aquisição de um apartamento avaliado em mais de R$ 4 milhões, formalmente em nome de empresa administrada por uma sobrinha, mas que, segundo a PF, pertenceria de fato à parlamentar.

Maria Gorete Pereira, de 74 anos, é natural de Juazeiro do Norte (CE) e atualmente exerce mandato como deputada suplente. Ela assumiu, no fim de 2025, o cargo de titular da Secretaria da Mulher na Câmara dos Deputados. Antes da carreira política, atuou na área da saúde e teve passagens como vereadora em Fortaleza e deputada estadual.

Em nota, a defesa da parlamentar afirmou que ela “não praticou qualquer ato ilícito” e que as informações divulgadas “não refletem a realidade dos fatos”. O advogado Waldir Xavier informou que irá se manifestar após análise detalhada da decisão e reiterou confiança no devido processo legal.

Já o advogado de Natjo Pinheiro classificou a prisão preventiva como “desnecessária e desproporcional”, alegando que medidas anteriores, como busca e apreensão e bloqueio de bens, já seriam suficientes. A defesa informou que ingressará com os recursos cabíveis para tentar revogar a prisão.

Fonte: G1

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Polícia Federal

PF flagra suplente de Alcolumbre sacando R$ 350 mil e investiga esquema em licitações do DNIT

por Redação 12 de março de 2026

A Polícia Federal flagrou o empresário Breno Chaves Pinto, segundo suplente do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), deixando uma agência bancária com R$ 350 mil em dinheiro vivo durante uma investigação que apura fraudes em licitações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) no Amapá.

O episódio foi registrado em relatório de monitoramento da PF após alerta do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que apontou movimentações consideradas atípicas envolvendo saques elevados em espécie. Segundo os investigadores, as retiradas ocorriam pouco tempo após pagamentos relacionados a contratos públicos, o que levantou suspeitas de lavagem de dinheiro.

De acordo com o inquérito, Chaves Pinto é apontado como um dos líderes de uma organização criminosa suspeita de manipular licitações do DNIT no estado. A PF afirma que ele exercia “forte ingerência institucional” no órgão e utilizava a posição de suplente de senador para, em tese, praticar tráfico de influência.

As investigações identificaram saques sucessivos que ultrapassam R$ 3 milhões, realizados a partir das contas de empresas ligadas ao empresário em datas próximas aos repasses de contratos públicos.

Um dos episódios monitorados ocorreu em 7 de novembro de 2024, em uma agência bancária no município de Santana, a cerca de 20 quilômetros de Macapá. Informados de que o empresário havia solicitado previamente a retirada de R$ 350 mil em espécie, agentes federais passaram a monitorar a movimentação.

Segundo o relatório, Chaves Pinto chegou ao local às 13h14 em uma SUV branca, entrou na agência carregando uma mochila azul e permaneceu no interior do banco por cerca de 30 minutos. Ao sair, retornou ao mesmo veículo, que o aguardava do lado de fora, e seguiu em direção à sede de uma de suas empresas.

A PF identificou que o carro utilizado estava registrado em nome da empresa Lojas 2A Ltda., que tem como sócios Alberto Brasil Alcolumbre e André Luiz Brasil Alcolumbre, primos de primeiro grau de Davi Alcolumbre.

Documentos obtidos indicam que o veículo só foi transferido oficialmente para o empresário em julho de 2025, cerca de nove meses após o episódio monitorado. A comunicação da transferência ocorreu dois dias depois de Chaves Pinto ser alvo de buscas e apreensões da Polícia Federal na Operação Route-156.

Procurado, André Alcolumbre afirmou que o carro havia sido vendido ao empresário em 2022 e que a transferência não foi realizada na época devido a um “erro material”.

Pelo Código de Trânsito Brasileiro, o comprador tem até 30 dias para formalizar a transferência de propriedade do veículo junto ao órgão de trânsito.

Suspeitas em obras da BR-156

A investigação aponta um suposto esquema para fraudar o caráter competitivo de licitações do DNIT no Amapá, envolvendo obras de manutenção e recuperação da BR-156, principal rodovia do estado.

Conversas interceptadas pela PF indicam troca de documentos e informações sigilosas entre o superintendente regional do órgão e representantes de empresas antes mesmo da publicação de editais.

Em um dos diálogos registrados em outubro de 2023, o então chefe do DNIT local agradece a Chaves Pinto pelo aumento de recursos destinados ao órgão, atribuindo o envio das verbas a “tratativas do nosso senador”, referência que, segundo a investigação, seria ao presidente do Senado.

Em outro trecho, o superintendente pede que o empresário solicite a Alcolumbre pressão junto ao governo federal para acelerar a liberação de pagamentos.

As apurações começaram após denúncias de favorecimento em quatro licitações do DNIT. Auditorias da Controladoria-Geral da União apontaram lentidão nas obras e possíveis desvios de recursos.

Os contratos investigados somam R$ 60,2 milhões e envolvem serviços na BR-156, rodovia de 823 quilômetros que liga Laranjal do Jari a Oiapoque. Problemas na manutenção da estrada afetam diretamente o acesso da população a serviços básicos no estado.

Histórico de investigações

Breno Chaves Pinto já havia sido alvo de uma operação da Polícia Federal em dezembro de 2022. Na ocasião, agentes apreenderam cerca de R$ 800 mil em dinheiro vivo na sede de uma empresa ligada ao empresário.

A investigação analisava suspeitas de superfaturamento de R$ 6,1 milhões em obras rodoviárias e também um esquema de inserção de dados falsos no sistema do Ibama para movimentação irregular de créditos florestais, que poderia ter sido usado para “esquentar” madeira de origem ilegal.

O empresário é investigado por crimes como organização criminosa, peculato, corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

Procurado, Chaves Pinto afirmou que os saques em espécie seriam utilizados para pagar funcionários e prestadores de serviços de suas empresas. Ele ressaltou que o processo tramita sob segredo de Justiça e que a defesa se manifesta apenas nos autos.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, declarou que não possui qualquer relação com as atividades empresariais de seu segundo suplente.

O DNIT informou, em manifestação anterior, que colabora com as investigações e que suas instâncias internas de integridade também apuram os fatos. A autarquia afirmou ainda repudiar qualquer prática fraudulenta ou ato de corrupção.

Fonte: OGLOBO

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Polícia Federal

Agente da PF é denunciado por homofobia após sacar arma e intimidar clientes em bar no DF

por Redação 4 de março de 2026

O Ministério Público do Distrito Federal denunciou Diego de Abreu Souza Borges, de 40 anos, agente administrativo da Polícia Federal, por homofobia, constrangimento ilegal com uso de arma de fogo e usurpação de cargo público.

O caso ocorreu na noite de 13 de fevereiro, por volta das 21h, em um bar em Samambaia, no Distrito Federal. Imagens de câmera de segurança registraram o momento em que Diego se levantou da mesa, sacou uma arma e abordou dois corretores de imóveis que estavam em outra mesa.

Segundo a denúncia, ele tentou segurar um dos homens, apontou a pistola e ordenou que colocasse as mãos na cabeça. Em seguida, passou a exigir que a vítima se deitasse no chão.

De acordo com o Ministério Público, os dois corretores lanchavam no local quando o agente, que consumia bebida alcoólica, começou a se dirigir a eles de forma agressiva. Motivado por preconceito, perguntou diversas vezes se as vítimas eram um casal, com o objetivo de constrangê-las.

Ainda segundo o MP, Diego Borges se identificou falsamente como policial federal. Ele foi preso em flagrante no dia 13 de fevereiro, mas liberado após audiência de custódia no dia seguinte.

A reportagem procurou a Polícia Federal, que não se manifestou até o momento. A defesa de Diego de Abreu Souza Borges não foi localizada.

Fonte: G1

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Polícia Federal

PF faz operação contra desembargador do TJMG e CNJ determina afastamento após caso polêmico

por Redação 27 de fevereiro de 2026

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (27), uma operação contra o desembargador Magid Nauef Láuar, integrante da 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ele foi afastado do cargo.

O magistrado ganhou repercussão nacional após atuar no julgamento de um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos, em Indianópolis, no Triângulo Mineiro. No dia 11 de fevereiro, Magid votou pela absolvição do réu e da mãe da vítima, sob o argumento de que havia “vínculo afetivo consensual” entre o acusado e a menor, justificativa que contrariou entendimento consolidado na jurisprudência.

A decisão provocou reação de órgãos de controle, especialistas e da sociedade civil. Em 23 de fevereiro, após recurso do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o próprio desembargador reviu o posicionamento, restabeleceu a condenação de primeira instância e determinou a prisão do homem e da mãe da menina.

Em nota, a Corregedoria Nacional de Justiça informou que, no curso de investigação preliminar para apurar indícios de “teratologia” na decisão — termo jurídico utilizado para classificar ato considerado absurdo e contrário a princípios constitucionais —, foram identificados desdobramentos que apontam para a prática de delitos contra a dignidade sexual por parte do magistrado, no período em que atuou como juiz nas comarcas de Ouro Preto e Betim.

Segundo o CNJ, ao menos cinco vítimas já foram ouvidas, incluindo uma residente no exterior. Embora parte dos fatos relatados esteja alcançada pela prescrição na esfera criminal, foram identificados episódios mais recentes que ainda permitem a continuidade das apurações.

Diante da gravidade e da verossimilhança dos relatos, o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, determinou o afastamento cautelar do desembargador de todas as funções, para garantir que as investigações ocorram sem embaraços. O órgão ressaltou que procedimentos disciplinares não configuram juízo prévio de culpa, mas visam preservar a credibilidade da magistratura e a confiança da sociedade no Judiciário.

Nos últimos dias, Magid também passou a ser alvo de investigações administrativas no CNJ e no próprio TJMG, após denúncias de abuso sexual divulgadas por familiares e ex-funcionárias.

O caso que gerou a controvérsia teve início em abril de 2024, quando o MPMG denunciou o homem e a mãe da vítima por estupro de vulnerável. De acordo com as investigações, a menina morava com o acusado, com autorização da mãe, e havia deixado de frequentar a escola. O homem foi preso em flagrante em 8 de abril de 2024 e admitiu na delegacia que mantinha relações sexuais com a menor. A mãe declarou que permitiu que o homem “namorasse” a filha.

Em novembro de 2025, ambos foram condenados a nove anos e quatro meses de prisão pela 1ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Araguari. O homem foi responsabilizado por conjunção carnal e atos libidinosos contra a menina, e a mãe, por omissão diante dos fatos.

Após recurso da Defensoria Pública de Minas Gerais, a 9ª Câmara Criminal do TJMG absolveu os dois em 11 de fevereiro. O voto do relator, Magid Nauef Láuar, foi acompanhado pelo desembargador Walner Barbosa Milward de Azevedo, enquanto a desembargadora Kárin Emmerich divergiu.

O Código Penal estabelece que a prática de conjunção carnal ou ato libidinoso com menor de 14 anos configura estupro de vulnerável. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já firmou entendimento de que o consentimento da vítima, eventual experiência sexual anterior ou a existência de relacionamento amoroso não afastam a caracterização do crime.

Fonte: G1

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Polícia Federal

PF mira suposto esquema bilionário de desvio de emendas e atinge ex-senador e filhos

por Redação 25 de fevereiro de 2026

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (25) a Operação Vassalos para investigar uma organização criminosa suspeita de fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro com recursos de emendas parlamentares. Segundo a PF, o esquema pode ter movimentado bilhões de reais.

Entre os alvos estão o ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e os filhos Miguel Coelho, ex-prefeito de Petrolina, e o deputado federal Fernando Filho (União-PE). De acordo com o blog da Camila Bomfim, as apurações envolvem suspeitas de negócios irregulares custeados com verbas de emendas parlamentares destinadas à prefeitura de Petrolina (PE).

Ao todo, estão sendo cumpridos 42 mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em Pernambuco, Bahia, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal.

A defesa do ex-senador e do deputado informou que ainda não teve acesso à decisão do ministro Flávio Dino e que os mandados foram cumpridos sem que os motivos das medidas cautelares fossem apresentados. Segundo os advogados, após o acesso aos autos, haverá manifestação.

De acordo com a Polícia Federal, a investigação indica que a organização direcionava licitações para empresa vinculada ao grupo investigado. Em seguida, os recursos desviados seriam utilizados para pagamento de vantagens indevidas e ocultação de patrimônio, caracterizando também lavagem de dinheiro.

A operação amplia o cerco sobre o uso de emendas parlamentares e reacende o debate sobre mecanismos de controle e transparência na destinação de recursos públicos.

Fonte: G1

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Polícia Federal

Moraes manda PF intimar presidente da Unafisco após críticas a operação contra auditores

por Redação 20 de fevereiro de 2026

O presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral, foi intimado a prestar depoimento à Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (20), por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A intimação ocorre dois dias após Cabral conceder entrevista ao programa Estúdio i, da GloboNews, na quarta-feira (18), em que criticou a operação da PF contra auditores da Receita Federal suspeitos de vazamento de dados sigilosos de ministros do STF. A operação também foi determinada por Moraes no âmbito do inquérito das fake news, do qual é relator.

Até o momento, não há informações oficiais sobre o motivo da intimação nem se ela está diretamente relacionada às declarações feitas por Cabral. Também não foi esclarecido se ele será ouvido como testemunha ou investigado.

Na entrevista, Cabral afirmou que as medidas impostas aos auditores constrangem a categoria e impactam a atuação funcional. “Esse tipo de medida busca humilhar, constranger e amedrontar. Se você perguntar hoje quem está disposto a organizar um grupo de fiscalização para investigar autoridades, provavelmente não encontrará ninguém. Tornou-se menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades da República”, declarou.

A operação da PF foi deflagrada na terça-feira (17), com cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, Salvador, Guarujá e São José do Rio Preto. As medidas foram autorizadas por Moraes após representação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os quatro auditores alvos tiveram celulares apreendidos, foram afastados das funções públicas, passaram a usar tornozeleira eletrônica, tiveram passaportes cancelados e estão proibidos de deixar o país. Eles podem responder por violação de sigilo funcional, acesso indevido a sistemas de informação e vazamento de dados sigilosos.

Durante a entrevista, Cabral relatou que um dos auditores confirmou ter acessado dados de um parente do ministro Gilmar Mendes, mas negou ter consultado informações sigilosas de contas bancárias. Segundo ele, o servidor acessou, em novembro do ano passado, uma tela inicial de vínculo de parente ligada a uma declaração de 2008 para verificar se se tratava de uma conhecida com o mesmo sobrenome. “Pode fazer isso? Não pode”, afirmou.

Cabral acrescentou que o auditor não ultrapassou a tela inicial e que o caso “não tem absolutamente nada a ver com os fatos que estariam sendo investigados”.

O STF informou que a operação foi autorizada após a constatação de “diversos e múltiplos acessos ilícitos ao sistema da Receita Federal e o vazamento das informações sigilosas”.

Em nota, a Receita Federal afirmou que conduz auditoria interna, que irregularidades já identificadas foram comunicadas ao relator do caso no Supremo e que os sistemas são rastreáveis, o que permitiu identificar acessos considerados indevidos.

Fonte: G1

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