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Categoria:

Tecnologia

Tecnologia

ANPD acata proposta da Meta e libera uso de dados de brasileiros para treinar IA; usuário poderá negar acesso

por Redação 30 de agosto de 2024

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), autarquia vinculada ao Ministério da Justiça, liberou nesta sexta-feira (30) que a Meta volte a usar dados de usuários brasileiros para treinar inteligência artificial.

A liberação é condicionada ao cumprimento integral de um “plano de conformidade” apresentado pela big tech e aprovado pela ANPD. A Meta é responsável por redes sociais como Facebook, Instagram e WhatsApp.

Em nota, a Meta anunciou novas medidas para cumprir as “recomendações” da ANPD (veja abaixo).

No início de junho, a autarquia mandou a Meta suspender o uso de dados dos brasileiros por entender que havia uma violação de direitos dos usuários das plataformas.

Naquele momento, a Meta tinha anunciado seus novos termos de uso de redes – que permitem o uso de dados de publicações abertas de usuários, como fotos e textos, para treinar sistemas de inteligência artificial generativa

A nova decisão da ANPD, publicada no “Diário Oficial da União” desta sexta-feira (30), define:

que a Meta tem cinco dias úteis para apresentar um cronograma de implementação do “plano de conformidade”;
que a empresa deve dar atenção especial ao prazo mínimo de 30 dias entre o envio da notificação aos usuários e o início do uso dos dados;
que a Meta deve garantir o “direito de oposição” dos usuários – ou seja, garantir que o usuário da rede tenha o direito de não fornecer seus dados para o treinamento dos sistemas.

Meta anuncia novas medidas
Em nota, a Meta informou que, em resposta às recomendações da ANPD, está “oferecendo transparência adicional para ajudar os usuários do Facebook e do Instagram no Brasil a entenderem como treinamos os modelos que alimentam nossas experiências de Inteligência Artificial generativa”.

Segundo a empresa, as medidas incluem:

notificações no Facebook e no Instagram, e e-mails “para que os usuários no Brasil saibam como planejamos expandir nossas experiências de IA na Meta”;
inclusão, nas notificações e e-mails, de um link para o “formulário de oposição” – onde os usuários poderão expressar que não querem contribuir com seus dados para o treinamento da inteligência artificial.
atualização da Política de Privacidade e o Aviso de Privacidade do Brasil;
possibilidade de o usuário se opor ao uso de seus dados a qualquer tempo;
banners na Central de Privacidade da Meta, bem como na Política de Privacidade, “para conscientizar os usuários que estão no Brasil sobre como tratamos os dados dos usuários e com links direcionando para o formulário de oposição”;
uso de informações públicas de contas de usuários nas plataformas

“Estamos trabalhando arduamente para construir a próxima geração de recursos de IA em nossos serviços, garantindo que isso seja feito de maneira segura, responsável e consciente, e que atenda às expectativas de privacidade das pessoas. Nosso objetivo sempre foi que todos os usuários tenham o mesmo nível de experiência com o assistente de IA gratuito mais inteligente disponível hoje”, termina o comunicado.

Fonte: G1

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Tecnologia

Barroso defende regulamentação da IA e alerta sobre ameaça das deep fakes

por Redação 19 de agosto de 2024

Durante a abertura do evento “Os impactos da inteligência artificial no constitucionalismo contemporâneo”, realizada nesta segunda-feira (19) no STF (Supremo Tribunal Federal), o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, ressaltou os desafios e perigos relacionados à inteligência artificial (IA), com destaque para a ameaça representada pelas deep fakes, que são vídeos manipulados digitalmente.

Barroso afirmou que essas tecnologias comprometem gravemente a liberdade de expressão ao permitirem a criação de vídeos nos quais pessoas aparecem falando ou fazendo coisas que nunca fizeram, sem que seja possível detectar a manipulação a olho nu. “Agora temos o deep fake, que tem a capacidade de me colocar aqui falando coisas que eu nunca falei sem que seja possível detectar a olho nu e isso é gravíssimo porque compromete a liberdade de expressão”, disse.

O ministro também alertou para outros impactos negativos da IA, como a desinformação em massa, o uso bélico, a maldade nas redes e, particularmente, no ambiente eleitoral. Ele observou que, apesar dos riscos evidentes, a regulação da IA é uma tarefa complexa, dado que muitas das implicações futuras dessa tecnologia ainda são desconhecidas.

“A IA oferece sim riscos, mas é muito difícil regular algo que nós não sabemos direito o que está ainda por vir, mas existem valores que não podemos perder de vista, sendo eles: os direitos fundamentais, como a privacidade, liberdade de expressão, tem a proteção à democracia, com os riscos da desinformação e ataques”, pontuou.

Barroso ainda comentou que a mudança mais significativa trazida pela IA até o momento foi o advento da inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, que é capaz de criar conteúdos autonomamente.

“Essa é uma transformação muito profunda”, afirmou. Ele enfatizou que a IA não possui discernimento moral ou ético, não distinguindo entre certo e errado ou bom e ruim, sendo inteiramente dependente dos dados e instruções fornecidos por seres humanos.

“A partir do momento que as decisões mais importantes das nossas vidas forem tomadas fora da gente, rompeu-se um dos pilares que nós fomos educados.”

Fonte: r7

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Tecnologia

Fundador do Orkut planeja retorno de rede social com executivos de SP e relembra comunidades: ‘As mídias sociais são tão tóxicas agora’

por Redação 14 de agosto de 2024

O Orkut, famosa rede social do Google nos anos 2000, esteve entre os assuntos mais comentados no X na última segunda-feira (12) depois que usuários brasileiros passaram a relembrar sobre como as comunidades dentro no site, tradicionais fóruns de discussão, conseguiam unir pessoas.

Na época, algumas delas tinham apenas uma boa piada de duplo sentido enquanto outras movimentavam milhões de usuários. Uma das mais famosas era “Eu Odeio Acordar Cedo” com 6.106.958 membros e “Eu amo minha MÃE!”, com 4.571.629 integrantes.

“No Orkut as pessoas eram unidas por ideais comuns se eu fizesse uma comunidade ‘Eu odeio calça saruel’ não ia vir um usuário de calça saruel encher o saco porque ele estaria ocupado na comunidade ‘Eu amo calça saruel’. A gente poderia amar e odiar coisas em paz”, escreveu uma pessoa no X. A publicação alcançou 2 milhões de visualizações e centenas de comentários.

E o fundador da rede social, o engenheiro turco Orkut Buyukkokten, acompanhou justamente do Brasil o momento em que seu antigo site voltou a ser mencionado pelos brasileiros. Ele está no país para participar do “Rio Innovation Week” nesta quarta-feira (14).

Ao g1, o engenheiro ressaltou que pretende retornar com o Orkut em breve e que, além de profissionais do Vale do Silício, deve recrutar executivos de São Paulo, cidade que diz ter um carinho especial.

“Acho que todos nós queremos algo como o Orkut de volta. As pessoas se lembram das comunidades que construíram e se lembram do espírito autêntico. Acho que nunca houve um momento melhor para trazer essa experiência autêntica de volta ao mundo porque as redes sociais se transformaram em mídia social. Em vez de conectar pessoas, criar comunidades, é sobre profissionais de marketing, corporações e influenciadores. E como todo mundo, eu adoraria que o Orkut voltasse em breve”.

O fundador não quis falar a data exata para esse retorno, apenas que está sendo estudado para ser breve. O site oficial do Orkut, extinto em 2014, está reativado desde 2022 com uma mensagem em inglês e português avisando que algo novo estava sendo construindo (veja abaixo).

O anúncio, na época, foi feito dois dias depois que Elon Musk fechou um acordo para comprar o antigo Twitter por US$ 44 bilhões. A compra dividiu a opinião dos internautas e muito deles passaram a pedir a volta do Orkut.

“Se você pensar no ‘orkut.com’, era tudo sobre unir as pessoas e eu sei que o que nos une é o que temos em comum. Então, no Orkut, todos tiveram conversas maravilhosas sobre coisas que amavam e compartilharam, riram e se divertiram muito”, diz.

Ainda conforme o engenheiro, a criação da extinta rede social foi com o objetivo de posicionar comunidades e unir as pessoas. Na época, o site conquistou 300 milhões de usuários ao redor do mundo.

“E é por isso que todos se lembram do Orkut como um lugar onde encontraram seu melhor amigo, conseguiram o emprego dos sonhos, se apaixonaram, se casaram e criaram filhos juntos. E eu acho que podemos trazer esse engajamento autêntico e genuíno de volta. E a chave é usar a tecnologia para usar ferramentas como IA e aprendizado de máquina. Podemos trazer essa autenticidade e conexão de volta à sociedade por meio das mídias sociais se otimizarmos os algoritmos”, afirmou.

“Estou pegando toda a experiência que tive com Orkut, Hello, para lançar uma nova rede social onde vou trazer toda a positividade e todas as experiências que tive com todos esses. Se você pensar sobre o conteúdo que é criado hoje, ele realmente não agrega valor. Você tem adolescentes, geralmente passando de três a sete horas no TikTok. E o que eles realizam no final? Eles não realizam nada. Eles não estão fazendo novos amigos, não estão criando novas conexões, mas estão deprimidos e solitários”.

São Paulo e sua diversidade

O engenheiro também afirmou, durante entrevista ao g1, que sua cidade preferida no Brasil é a capital paulista, onde pretende recrutar executivos para quando sua nova rede social ser lançada. Para ele, o que mais chama a atenção é a diversidade de São Paulo.

“São Paulo tem uma diversidade cultural incrível. Há tantos museus de arte incríveis e você também pode ver a diversidade refletida na gastronomia. São Paulo tem uma culinária brasileira local incrível, tem uma culinária de todas as partes do Brasil. Mas, ao mesmo tempo, tem uma culinária que é incrivelmente internacional. Você pode ir a um restaurante japonês, mexicano ou brasileiro”, disse.

“A outra coisa que eu realmente gosto é a vida noturna. Eles [paulistanos] adoram se reunir para as refeições, de se divertir. Eles adoram sair para dançar e eu realmente amo e acho vibrante. E quando você vai a lugares comuns, como pontos de encontro como cafés, bares ou clubes, é incrivelmente amigável e acolhedor. E é tão fácil fazer amigos”, afirmou.

Fonte: G1

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Tecnologia

Apagão cibernético atrasa voos e prejudica serviços bancários e de comunicação ao redor do mundo

por Redação 19 de julho de 2024

Um apagão cibernético está provocando atrasos em voos, além de prejudicar serviços bancários e de comunicação ao redor do mundo, nesta sexta-feira (19). O problema estaria relacionado a sistemas que utilizam Windows na empresa CrowdStrike, uma fornecedora de serviços de segurança digital.

A Microsoft afirma que a falha já foi resolvida, mas que problemas residuais ainda podem ocorrer. Não há indícios de que o apagão esteja relacionado a um ataque hacker.

As companhias aéreas American Airlines, United e Delta — as principais dos Estados Unidos –paralisaram todos os voos. A JetBlue, que opera majoritariamente voos domésticos nos EUA, segue com as operações normais.

No Brasil, usuários reclamam que apps de bancos estão fora do ar. Bolsas de valores em todo o mundo tiveram intercorrências nas operações.

O governo da Austrália disse que o incidente está aparentemente relacionado a um problema global na empresa de segurança cibernética CrowdStrike.

Em um comunicado, a CrowdStrike confirmou que está ciente de falhas no sistema operacional Windows relacionada ao sensor “Falcon”.

A CrowdStrike é uma empresa que fornece serviços de cibersegurança para algumas das maiores empresas do mundo para encontrar falhas em sistemas digitais evitar ataques de hackers. Informações iniciais dão conta de que o apagão se originou em sistemas da CrowdStrike que utilizam o sistema operacional Windows, da Microsoft.

Até a última atualização desta reportagem, nenhum problema havia sido reportado no Brasil.

Segundo a rede de TV norte-americana ABC, nenhum voo da American Airlines, United e Delta deve decolar nas próximas horas. As viagens que já estão em andamento continuarão normalmente.

A Eurowings, subsidiária da companhia aérea alemã Lufthansa para voos na Europa, disse que todos os voos domésticos e entre Alemanha e Reino Unido foram cancelados até as 15h no horário local (10h no Brasil).

Problemas técnicos foram reportados nos maiores aeroportos da Europa e na Índia, com atrasos de voos. Em Berlim, na Alemanha, todas as decolagens ficaram suspensas por algumas horas. No aeroporto de Singapura, um dos maiores do mundo, diversas companhias aéreas estão fazendo o check-in de forma manual.

A Autoridade Aeroportuária de Hong Kong disse que as companhias aéreas também mudaram o procedimento de check-in para manual e que voos não foram afetados.

Redes de TV e outros serviços

Na Austrália, a rede estatal ABC está com a programação totalmente paralisada, e a Sky News Australia está parcialmente fora do ar.

Outros problemas de tecnologia foram reportados ao redor do mundo. Nos Estados Unidos, o serviço de emergência 911 ficou fora do ar no Alasca.

Serviços bancários e de mídia da Austrália foram afetados, sendo que algumas lojas fecharam temporariamente. Alguns bancos da Nova Zelândia também ficaram fora do ar.

No Reino Unido, o serviço de trem disse que foi afetado e pode enfrentar cancelamentos. Sistemas de computadores do serviço público de saúde caíram, como o de agendamento de consultas e o de farmácias.

Na Alemanha, cirurgias eletivas foram canceladas em dois hospitais.

No continente africano, um dos maiores bancos da África do Sul anunciou que enfrenta problemas, com todos os serviços afetados nacionalmente.

Jogos Olímpicos
Na França, o comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Paris informou que enfrenta alguns problemas de TI, a uma semana do início das competições.

A venda de ingressos, no entanto, não estaria sendo afetada.

Fonte: G1

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Tecnologia

CrowdStrike e Microsoft: entenda a interrupção cibernética que afetou o mundo nesta sexta

por Redação 19 de julho de 2024

O mundo ainda enfrenta uma interrupção cibernética global na manhã desta sexta-feira (19) causada por uma falha em um dos sistemas de segurança da empresa norte-americana CrowdStrike. A companhia informou que a ferramenta chamada Falcon, usada para detectar e monitorar possíveis invasões (ações hackers), teve uma falha na atualização.

O CEO da companhia, George Kurtz, disse no X que a empresa sofreu uma interrupção nos serviços por conta de uma atualização no sistema e também negou que tenha sido um ataque cibernético.

Um dos clientes afetados pela companhia foi a Microsoft, que emitiu um comunicado nesta manhã informando que todos seus serviços foram afetados após uma falha no sistema da Azure, plataforma de computação em nuvem, que usa o sistema da Falcon.

Os aplicativos Teams, PowerBI e Fabric apresentavam instabilidade até a última atualização desta reportagem. O site Downdetector, que acusa problemas em canais digitais, apontou que reclamações foram registradas em aplicativos da Microsoft principalmente na noite de quinta-feira (18).

Até a última atualização desta reportagem, a empresa informou que seguintes serviços já voltaram a operar foram:

Microsoft Defender;
Microsoft Defender para Endpoint;
Microsoft Intune;
Microsoft OneNote;
OneDrive;
SharePoint Online;
Windows 365;
Viva Engage

Porém, segundo a agência de notícias Reuters, qualquer cliente que ligar para a companhia ouvirá a seguinte mensagem: “obrigado por entrar em contato com o suporte da Crowdstrike. Estamos cientes dos relatos de falhas”.

Apagão no mundo
O Escritório Federal Suíço de Segurança Cibernética (BACS) disse que uma atualização ou configuração incorreta da empresa de segurança cibernética levou a interrupções tecnológicas internacionais nesta manhã.

A CrowdStrike, no entanto, não confirmou se o apagão global desta manhã está relacionado com a falha no sistema da empresa de segurança.

que afetou companhias aéreas

. No Brasil, usuários reclamam que apps de bancos estão fora do ar. Bolsas de valores em todo o mundo também tiveram intercorrências nas operações.

Fonte: G1

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SegurançaTecnologia

Android: bloqueio de celular roubado será liberado no Brasil; confira

por Redação 11 de junho de 2024

O Google anunciou, nesta terça-feira (11) que o Brasil será o primeiro país a testar uma nova função do Android que bloqueia celulares roubados com ajuda da inteligência artificial (IA). O recurso, apresentada inicialmente na conferência Google I/O, e será liberada em julho, em fase beta. O recurso identifica quando um celular é furtado, levando ao bloqueio automático da tela, evitando o acesso indevido a arquivos e aplicativos sensíveis. A novidade foi compartilhada durante o evento anual Google for Brasil, realizado em São Paulo. A seguir, confira mais detalhes.

Ainda no quesito segurança, a empresa também anunciou durante o evento que celulares Android no Brasil serão incluídos em um novo programa piloto do Google Play Protect. A ferramenta de segurança, que verifica apps em busca de vulnerabilidades e ameaças, bloqueará a instalação de aplicativos baixados de fontes alternativas e que exijam acesso a dados sensíveis.

O novo bloqueio por detecção de roubo poderá ser habilitado pelos usuários de celulares Android versão 10 ou superior no Brasil. O acesso em outros países será liberado gradualmente ainda neste ano. Além disso, o Google também oferece novidades para o bloqueio remoto do celular usando o Entro meu Dispositivo e um novo bloqueio do aparelho offline, sem conexão com a internet.

O Encontre meu Dispositivo já permite que o usuário bloqueie ou apague todos os dados de um celular perdido remotamente. A empresa percebeu, porém, que muitas pessoas não lembravam da senha da Conta Google para acessar o recurso após ficar sem o aparelho. Agora, por meio de uma página dedicada ao novo recurso “Bloqueio remoto” ( android.com/lock ), o Android vai permitir que o usuário faça o bloqueio da tela do dispositivo inserindo apenas o número do telefone e concluindo um rápido desafio de segurança por meio de qualquer dispositivo. A medida visa dar mais tempo para o usuário recuperar as informações da sua conta e acessar mais funções do recurso, como a localização do aparelho ou a exclusão de todo seu conteúdo.

Já o Bloqueio de dispositivo offline bloqueará automaticamente a tela do celular Android caso ele fique um longo período sem acesso à internet. Essa é uma forma de driblar o fato de que é comum que ladrões de celulares desconectem o aparelho da internet assim que cometem o crime.

O Google também lançou um site dedicado ( goo.gle/android-seguro ) que inclui um formulário para quem quiser ser notificado por e-mail quando os novos recursos de segurança estiverem disponíveis para o seu dispositivo.

Mais proteção contra apps suspeitos
O Google anunciou também a expansão de um programa piloto de proteção contra tentativas de fraudes ou golpes em celulares Android, com uma versão “aprimorada” do Google Play Protect, ferramenta que varre o aparelho em busca de ameaças de segurança e vulnerabilidades. A nova versão vai além e impede que sejam instalados nos dispositivos aplicativos que tenham sido baixados por meio de navegadores, apps de mensagens ou gerenciadores de arquivo. A ferramenta também cria uma barreira contra apps incluam permissões de acesso consideradas sensíveis, como de leitura de mensagens SMS, notificações e de acessibilidade (RECEIVE_SMS, READ_SMS, BIND_Notifications e Accessibility), usualmente exploradas indevidamente por fraudadores.

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STFTecnologia

STF discutirá nesta segunda-feira regulamentação de softwares espiões

por Redação 10 de junho de 2024

O STF (Supremo Tribunal Federal) vai realizar, na segunda (10) e terça-feira (11), audiências públicas para tratar da regulamentação de ferramentas de monitoramento secreto (softwares espiões) de aparelhos de comunicação pessoal, como celulares e tablets, por órgãos e agentes públicos. A discussão é dentro de uma ação apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República).

Haverá 33 participantes, entre representantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública, da Agência Nacional de Telecomunicações, do Comando do Exército, do Conselho Federal da OAB, da Defensoria Pública da União, do Comando da Aeronáutica., além de instituições privadas.

A ideia é que haja uma contribuição com conhecimentos técnicos e jurídicos quanto a eventual regulamentação do uso, por órgãos e agentes públicos, de programas de intrusão virtual remota e de ferramentas de monitoramento secreto e invasivo de aparelhos digitais de comunicação pessoal.

Ação da PGR
Na ação, a PGR afirma que, apesar de avanços na legislação para proteger a intimidade, a vida privada e a inviolabilidade do sigilo das comunicações pessoais, como o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), ainda não há uma regulamentação sobre programas de infiltração virtual remota.

O órgão alega que essas tecnologias vêm sendo utilizadas por serviços de inteligência e órgãos de repressão estatais para vigilância remota e invasiva de dispositivos móveis, sob o pretexto de combate ao terrorismo e ao crime organizado.

Na semana passada, o ministro Cristiano Zanin, relator da ação, abriu prazo de dez dias para que o Congresso Nacional preste informações sobre a regulamentação do uso de ferramentas de monitoramento secreto.

Fonte: r7

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Tecnologia

Invasores que acessaram sistema do governo transferiram dinheiro que seria usado para pagar servidores

por Redação 23 de abril de 2024

Os invasores que conseguiram acessar um sistema financeiro do governo conseguiram transferir recursos que seriam usados para o pagamento da folha de servidores. Parte do dinheiro transferido foi bloqueado a tempo após a identificação da fraude. Os valores não foram informados.

O caso foi revelado pelo jornal “Folha de S.Paulo” e confirmado pela TV Globo, nesta segunda-feira (22). Segundo a Polícia Federal (PF), os invasores acessaram o Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), responsável pelos pagamentos do governo federal.

O primeiro acesso foi feito no dia 5 de abril. À época, a PF instaurou um inquérito para investigar o caso. Outros dois acessos foram identificados nos dias seguintes.

Fontes da PF confirmaram ao g1 que o acesso foi feito por meio da credencial de servidores. Há a suspeita de fraude ou clonagem de chaves de acesso.

Funcionários públicos responsáveis pelas credenciais serão ouvidos. No entanto, a polícia acredita que os servidores são vítimas e não estão envolvidos na fraude.

Além disso, após a invasão, a PF entrou em contato com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e com a equipe do Tesouro Nacional. Os agentes sugeriram medidas para evitar novos problemas, como autenticação em duas etapas.

Em nota, o Ministério da Gestão e da Inovação informou que o episódio não configura falha de segurança, mas sim uso indevido de credenciais obtidas de forma irregular.

Fonte: G1

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Tecnologia

Ninguém está seguro! Seu celular pode ter um app espião e você nem faz ideia

por Redação 3 de abril de 2024

O uso de aplicativo espião para monitorar celulares sem o conhecimento dos usuários está crescendo significativamente, gerando preocupações crescentes entre as autoridades de segurança digital em todo o mundo.

Isso porque, entre setembro de 2020 e maio de 2021, o número de dispositivos infectados com esse tipo de software aumentou em até 93% no Reino Unido e 63% nos Estados Unidos, segundo dados recentes.

Como atua o aplicativo espião?
Mas o que exatamente é um aplicativo espião e como ele funciona? Um aplicativo espião é um software projetado para coletar secretamente uma variedade de informações do dispositivo alvo, incluindo localização, chamadas, mensagens de texto, áudio e vídeo.

Geralmente, esses aplicativos afetam usuários de Android e são instalados manualmente ou por meio de técnicas de phishing.

Prática é ilegal no Brasil: entenda
A utilização desses aplicativos é altamente controversa e pode violar a privacidade e os direitos individuais. No Brasil, a prática pode ser enquadrada como crime conforme o Artigo 10 da Lei 9.296, o Artigo 154-A do Código Penal e o Artigo 147-A do Código Penal, este último criado pela Lei do Stalking n° 14.132/2021.

Aplicativo espião: sinais de alerta
Detectar a presença de um aplicativo espião no celular nem sempre é fácil, já que eles são projetados para operar de forma discreta. No entanto, há sinais de alerta que os usuários podem observar, como uma rápida diminuição na duração da bateria, superaquecimento do dispositivo, aumento repentino no uso de dados móveis, desligamentos aleatórios e atividade suspeita da câmera ou microfone.

Medidas de proteção
Por fim, para se proteger contra aplicativos espiões, os usuários são aconselhados a revisar cuidadosamente as permissões concedidas aos aplicativos, manter seus sistemas e aplicativos atualizados, ativar senhas nos dispositivos e não compartilhá-las com terceiros, evitar salvar senhas de aplicativos no dispositivo, não clicar em links suspeitos e usar autenticação de dois fatores sempre que possível.

Portanto, diante do aumento dessas ameaças digitais, especialistas em segurança recomendam que os usuários estejam cada vez mais vigilantes e adotem medidas proativas para proteger suas informações pessoais e privacidade online.

Fonte: editalconcursosbrasil

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Tecnologia

Casos recentes relembram que empresas de tecnologia não são nossas amigas

por Redação 27 de março de 2024

Neste mês, muitos dos 80 milhões de proprietários de um dispositivo Roku – aparelhos de streaming, decodificadores e TVs conectadas à internet que executam o software de streaming da empresa – se depararam com um bloco de texto ao ligá-lo. Como proprietário de uma TV Roku barata, que fica no meu quarto, também me vi diante dessa tela.

A mensagem apresentava termos de serviço atualizados, que dificultavam uma ação judicial dos clientes contra a empresa. A menos que concordassem, os usuários eram impedidos de acessar o menu e os aplicativos do Roku, essencialmente bloqueando seus dispositivos. A única forma de cancelar o serviço era enviando uma carta à empresa.

Para Isaac Phillips, engenheiro de software de Tampa, na Flórida, essa situação parecia injusta. Assim, desenvolveu uma solução alternativa: desconectar sua TV Roku da internet e usá-la como uma TV convencional, sem os aplicativos da Roku, que incluem Netflix, Hulu e outros serviços de streaming. “O dispositivo deveria ser propriedade de quem o comprou. Bloquear completamente o acesso de um usuário não parece correto. É inaceitável”, disse Phillips.

Também neste mês, a Roku anunciou uma violação de segurança que afetou cerca de 15 mil contas de usuários. Segundo a companhia, os dados de acesso das vítimas foram obtidos ilegalmente por meio de uma violação nos servidores de outra empresa e foram usados para acessar as contas da Roku e fazer compras de assinaturas de streaming. “A Roku, como muitas corporações, atualiza periodicamente seus termos de serviço”, declarou em um comunicado, esclarecendo que a alteração não estava vinculada à referida invasão.

O mês desfavorável da Roku levantou discussões em fóruns on-line sobre o poder que uma empresa tem de desativar o dispositivo pelo qual o usuário pagou. Isso lembra a prática de empresas como a Apple, o Google e a Microsoft, que podem optar por interromper as atualizações de software para dispositivos mais antigos, o que vai gradualmente reduzindo seu desempenho.

É um lembrete constante que precisamos internalizar: mesmo as empresas que prometem nos surpreender e melhorar nossa vida priorizam os próprios interesses. Na prática, os produtos de tecnologia que adquirimos podem evoluir para proteger esses interesses – enquanto os obstáculos que enfrentamos para exercer algum controle muitas vezes são difíceis de superar. Essa é uma lição importante que não deve ser esquecida.

Não somos realmente proprietários de nossos produtos tecnológicos
Há mais de uma década, quando comprávamos uma TV, ela era apenas isso: uma tela grande que podia ser conectada ao que você quisesse. Hoje em dia, a grande maioria das TVs se conecta à internet e executa o sistema operacional e os aplicativos do fabricante. Embora você tenha adquirido a TV, o componente de software, parte fundamental do funcionamento do produto, é controlado pela empresa.

Alterações na interface do software do produto e nas políticas de coleta de dados podem ser efetuadas a qualquer momento, e, em casos extremos, um dispositivo pode deixar de funcionar. Em 2020, por exemplo, a Amazon descontinuou o Echo Look, câmera projetada para ajudar as pessoas a organizar o guarda-roupa. Para compensar, a empresa ofereceu créditos promocionais para que os usuários adquirissem outro dispositivo da Amazon que não tinha funcionalidades semelhantes.

Uma situação comum, porém menos drástica, é quando as empresas deixam de oferecer suporte a produtos mais antigos, visando impulsionar a venda de novos equipamentos. Por exemplo, o primeiro Apple Watch da Apple, lançado em 2015, não recebe mais atualizações de software e agora praticamente não funciona.

Essa problemática não é nova, mas ganhou mais relevância à medida que nossos dispositivos passaram a depender cada vez mais de aplicativos e conexões com a internet, conforme apontado por Nathan Proctor, diretor do Grupo de Pesquisa de Interesse Público dos EUA, organização de defesa do consumidor. Anteriormente, o comprador podia modificar seu computador instalando um sistema operacional diferente.

No entanto, com muitos outros eletrônicos, como dispositivos de streaming e leitores de e-books, cujo sistema de software é bloqueado, essas modificações geralmente não são viáveis. “Se a parte mais essencial do produto não lhe pertence, será que ele é mesmo seu?”, questionou ele.

Falta proteção aos consumidores
Em resumo, os termos de serviço da Roku há muito tempo exigem que o cliente concorde em resolver quaisquer disputas legais por meio de um fórum privado, processo conhecido como arbitragem obrigatória, que pode impedir que consumidores que compartilham as mesmas reclamações se unam para entrar com ações judiciais. Os termos atualizados incluem um trecho que protege a empresa contra as chamadas arbitragens em massa, em que os advogados poderiam apresentar centenas de milhares de reivindicações individuais de arbitragem, tática para contornar as cláusulas de arbitragem.

As cláusulas de arbitragem obrigatórias passaram a ser um padrão do setor. Os termos de serviço de empresas como Sony PlayStation, Vizio e Hulu apresentam redação semelhante a respeito da arbitragem, e essas corporações também requerem que o consumidor envie uma carta para rejeitá-los.

O cliente da Roku tem a opção de não aceitar os termos revisados e continuar a usar seus produtos, mas esse processo não é nada simples. Primeiro, é preciso clicar no botão “concordo” na tela de termos de serviço. Em seguida, dentro de 30 dias, o usuário deve enviar uma carta solicitando a exclusão dos termos, bem como uma cópia do recibo de seu produto Roku, para o conselho geral da empresa, no seguinte endereço: 1701 Junction Court, Suite 100, San Jose, CA 95112.

Um porta-voz da Roku também ofereceu uma lista de passos para quem deseja usar suas TVs como TVs convencionais, sem conexão com a internet. Isso inclui pressionar um botão ou um orifício na parte traseira da TV para redefinir o software e pular a etapa de configuração da conexão com a internet.

Por que é mais difícil optar pela exclusão do que pela adesão? Porque as empresas têm permissão legal para fazer isso.

Recomendo que os clientes da Roku sigam essas etapas para rejeitar os novos termos e manter o pouco poder que têm. Eu, por exemplo, aproveitei a oportunidade para desconectar minha TV Roku da internet e conectar um dispositivo de streaming diferente com termos menos onerosos, uma Apple TV antiga. Quanto à necessidade de enviar uma carta para rejeitar os termos de serviço, planejo usar o ChatGPT para redigir um bilhete bem irritado.

Nas letrinhas miúdas: as empresas de tecnologia não são nossas amigas
Assim como muitas empresas de tecnologia, a Roku tem se promovido como uma defensora dos interesses do consumidor. Seu site, adornado com imagens de famílias vendo TV, convida o usuário a se juntar aos milhões de pessoas que economizam dinheiro ao deixar de usar serviços de TV a cabo. Além disso, seus dispositivos de streaming, desde o modelo de US$ 20 até a TV de 55 polegadas, de US$ 290, são considerados relativamente acessíveis.

No entanto, toda empresa bem-sucedida existe para ganhar dinheiro, não para fazer amigos, e as medidas agressivas adotadas pela Roku neste mês devem deixar isso bem claro.

c. 2024 The New York Times Company

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