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Categoria:

Curiosidade

Mega-Sena

Apostador de Caraguatatuba que faturou R$ 51,5 milhões na Mega-Sena ainda não retirou o prêmio, diz Caixa

por Redação 23 de maio de 2025

Dois dias após o sorteio do concurso 2.865 da Mega-Sena, o apostador de Caraguatatuba (SP), que faturou o prêmio principal de R$ 51,5 milhões, ainda não retirou o dinheiro. A informação foi confirmada ao g1 pela Caixa Econômica Federal, na tarde desta quinta-feira (22).

Segundo a Caixa, até o fim da tarde desta quinta-feira (22), o apostador ainda não havia comparecido em alguma agência para retirar a bolada. O valor total do prêmio foi de R$ 51.507.067,95.

O apostador tem o prazo de 90 dias após o sorteio para se apresentar no banco e receber o dinheiro. Se perder o prazo, o prêmio é direcionado ao Tesouro Nacional, que repassa o valor para o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

O sorteio ocorreu na última terça-feira (20). O prêmio principal estava acumulado em R$ 103 milhões. Uma aposta de Caraguatatuba (SP) e um bolão de Goiânia (GO) acertaram os seis números e dividiram o prêmio, com cada aposta levando a bolada de R$ 51,5 milhões.

Segundo a Caixa, a aposta premiada de Caraguatatuba foi feita na Lotérica Lara, que fica na Avenida Presidente Campos Salles, 297, no bairro Jaraguazinho, na região central. O jogo feito em Caraguá foi simples, com seis dezenas apostadas, e custou R$ 5.

Veja os números sorteados: 02 – 25 – 30 – 39 – 47 – 51
A quina teve 94 apostas ganhadoras; cada uma vai embolsar R$ 68.396,43. Já a quadra teve 7.319 vendedores; cada um vai levar R$ 1.254,90.

O próximo sorteio da Mega será nesta quinta-feira (22), com prêmio estimado de R$ 3,5 milhões.

Fonte: G1

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Curiosidade

Aranha-violinista: saiba como identificar uma das espécies mais perigosas para os humanos

por Redação 20 de maio de 2025

A aranha-violinista (Loxosceles reclusa) é uma espécie de aracnídeo que vive em áreas urbanas e rurais da América, e cuja picada pode representar um sério perigo à saúde humana.

Embora não seja agressiva por natureza, essa aranha pode atacar caso se sinta ameaçada, especialmente quando presa em roupas, roupas de cama ou toalhas. Seu veneno altamente potente pode causar danos graves aos tecidos, necrose e até mesmo a morte em casos extremos.

Como identificar a aranha-violinista
Segundo o Ministério da Saúde do México, essa espécie se distingue por uma marcação em forma de violino em sua superfície dorsal, característica que lhe dá o nome comum.

Ela tem entre um e três centímetros de tamanho, corpo marrom claro ou bege e uma peculiaridade anatômica: possui apenas seis olhos dispostos em três pares, diferentemente das oito unidades que a maioria das aranhas possui.

Onde se esconde e como evitá-la
Esta aranha é noturna e geralmente se esconde durante o dia em locais escuros, empoeirados ou pouco frequentados. Seus esconderijos favoritos incluem:

Rachaduras em paredes e tetos
Armários com roupas guardadas
Livrarias
Atrás de pinturas
Embaixo de tanques de gás ou saliências
Sua atividade aumenta durante as noites quentes, especialmente no verão. Por isso, é essencial tomar precauções extremas nessas épocas do ano.

Recomendações para prevenir sua presença
Especialistas sugerem uma série de medidas preventivas para reduzir o risco de encontros com esta espécie:

Agite roupas, sapatos e lençóis antes de usar
Não acumule objetos sem uso
Limpe e ventile espaços escuros regularmente
Vede rachaduras e frestas na estrutura da casa
Use luvas ao manusear itens armazenados ou limpar áreas de pouco tráfego
O que fazer em caso de mordida
Em caso de possível picada de aranha marrom reclusa, os especialistas recomendam:

Aplique gelo na área afetada
Aplique uma bandagem compressiva fria
Lave o ferimento com água e sabão
Dirija-se imediatamente ao posto de saúde mais próximo
Por que seu veneno é tão perigoso?
O veneno da Loxosceles reclusa contém enzimas que destroem proteínas, o que pode levar à necrose do tecido. Em poucas horas, a área afetada pode escurecer, formar bolhas e, se não for tratada, evoluir para uma lesão grave com danos profundos aos tecidos. Em casos extremos, a toxina pode afetar órgãos internos e ser fatal.

A adaptabilidade desta aranha a diferentes ambientes, desde áreas rurais até moradias urbanas, a torna uma ameaça latente. A identificação precoce e a ação rápida são essenciais para evitar consequências graves.

Fonte: OGLOBO

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Curiosidade

Por que letra de médico é ruim? A neurociência por trás da caligrafia

por Redação 19 de maio de 2025

As décadas de receitas escritas à mão no consultório criaram uma fama que virou até expressão popular: letra de médico.

Os garranchos de muitos profissionais de saúde são tão indecifráveis que até motivaram a criação de leis em diversos Estados do Brasil para exigir receitas digitadas no computador — ou, pelo menos, numa caligrafia legível e sem abreviações.

✏️Mas o que explica o formato de nossa letra? E por que algumas pessoas têm uma caligrafia tão perfeita, enquanto outras parecem ser incapazes de escrever de uma maneira minimamente legível para os outros?

A antropóloga Monika Saini, professora do Departamento de Ciências Sociais do Instituto Nacional de Saúde e Bem-Estar da Família da Índia, lembra que escrever à mão exige muita coordenação entre os olhos e nossas habilidades motoras.

O principal interesse acadêmico de Saini é entender os diferentes fatores que tornam a letra de cada um de nós única.

“A escrita depende de utensílios e de nossas mãos. E, quando pensamos nas mãos, falamos de algo muito delicado, composto de 27 ossos, que são controlados por mais de 40 músculos, a maioria deles localizados no braço e conectados com os dedos através de uma intrincada rede de tendões”, detalha ela.

Isso significa que a nossa caligrafia é influenciada em parte pela anatomia e pelas características genéticas que herdamos de nossos progenitores.

Ou seja: a altura, a forma como você se senta, o ângulo do caderno ou do papel, a firmeza da sua mão, ser destro ou canhoto… Tudo isso influencia no formato das letras e das palavras que você produz.

Mas há também uma influência cultural que não pode ser ignorada aqui. Afinal, aprendemos a segurar lápis e canetas em casa, na primeira infância, com o auxílio dos mais velhos.

A forma que eles costumam usar esses utensílios é passada adiante, quando a criança faz os seus primeiros traços.

Logo depois vem a escola — e uma nova leva de influências dos professores e dos colegas de sala de aula.

Com o passar dos anos, a tendência é que nossa letra continue a mudar. Até porque, após os anos de formação e aprendizado, muitos de nós passamos a escrever menos no dia a dia.

E a falta de hábito, somada à pressa do cotidiano, pode nos deixar menos cuidadosos com a forma que traçamos letras, sílabas, palavras, frases, parágrafos…

Também não dá pra ignorar aqui o papel das novas tecnologias, que nos fazem digitar mais do que escrever à mão.

Em uma de suas pesquisas, Saini quis entender melhor quais eram os fatores mais importantes por trás da caligrafia de um indivíduo.

Para isso, ela elaborou um texto simples, sobre mudanças climáticas, e pediu que um grupo de voluntários copiasse as frases, usando o estilo de escrita manual ao qual estavam acostumados.

Ao receber os manuscritos, a antropóloga pode avaliar elementos como o tamanho da letra, o formato de cada símbolo, o espaço entre as palavras ou o quanto a pessoa conseguia seguir linhas retas nos parágrafos.

“Com auxílio de programas de reconhecimento de imagens, foi possível comparar as escritas com o padrão que eu havia compartilhado anteriormente”, informa ela.

“Mas a letra de uma pessoa também é influenciada pelo tempo de escola ou pelo estilo de um professor em particular”, pontua a pesquisadora.

?O cérebro durante a escrita
A neurocientista Marieke Longcamp, da Universidade de Aix-Marselha, na França, estuda como somos capazes de escrever.

Para isso, ela usa aparelhos de ressonância magnética, que permitem visualizar em tempo real o cérebro de pessoas enquanto elas realizam certas atividades.

Numa dessas pesquisas, voluntários receberam um tablet capaz de gravar os movimentos da escrita à mão enquanto eram examinados.

Longcamp relata que foi possível observar a ativação de diversas partes do cérebro, que trabalham juntas para possibilitar o complexo ato de escrever.

“Há também influências de estruturas da base do cérebro, como o giro frontal, que está envolvido em aspectos da linguagem, e o giro fusiforme, que processa a linguagem escrita.”

“Uma outra estrutura fundamental aqui é o cerebelo, que coordena os movimentos e corrige nossos gestos”, complementa ela.

A neurocientista lembra que a caligrafia depende basicamente de dois sentidos: a visão e a propriocepção.

“A propriocepção leva em conta as informações que vêm dos músculos, da pele e do corpo todo. Isso tudo é codificado enquanto nós escrevemos”, explica ela.

?Como a escrita influencia no aprendizado?
Nesse contexto, é curioso notar como a evolução da tecnologia pode influenciar a forma como compreendemos as informações.

Durante muitos séculos, a velha e boa escrita à mão era a única forma de tomar notas, estudar, memorizar e aprender diferentes coisas.

Mas essa realidade mudou radicalmente nos últimos anos, com a chegada de computadores, tablets e smartphones.

Hoje em dia, muitas pessoas mais novas aprendem a escrever com teclas e telas, e não mais com lápis, caneta e papel.

Será que essa transição tem algum impacto no aprendizado?

A professora de Psicologia e Neurociências Karin Harman James, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, busca respostas para essa pergunta.

Ela estuda como as nossas mãos, e a forma como seguramos e manipulamos objetos, influenciam no desenvolvimento do cérebro e no jeito que aprendemos.

Segundo a especialista, há uma diferença em termos de funcionamento cerebral no ato de olhar uma letra, ou palavras, ou usar os sistemas motores do corpo para interagir com esses pedaços de informação escrita.

“Me interessei em entender como a interação de objetos com as nossas mãos permite ativar sistemas motores cerebrais”, explica ela, ao CrowdScience.

Num experimento, James recrutou crianças com quatro anos, que ainda não sabiam escrever.

Em laboratório, esses voluntários mirins aprenderam uma entre três coisas: a completar traços para formar uma letra, a digitar uma letra e a escrever uma letra.

Quando todas haviam cumprido a primeira parte da atividade, elas foram submetidas a uma ressonância magnética.

“Nós mostramos às crianças diferentes letras, enquanto o cérebro delas era escaneado. Nesse momento, elas só precisavam olhar as letras que aprenderam a fazer no laboratório”, descreve a neurocientista.

“Observamos que as crianças que aprenderam as letras por meio da escrita à mão tiveram uma ativação cerebral em áreas relacionadas a essas habilidades. Isso não aconteceu nos outros dois grupos, que completaram os traços ou digitaram”, compara ela.

Mas a relação entre a caligrafia e o aprendizado não para por aí.

Numa outra pesquisa, James avaliou estudantes universitários.

A tarefa deles era participar de uma aula sobre um assunto do qual eles não sabiam nada. Na sequência, eles preencheram um questionário sobre como tomaram nota do que o professor ensinou.

No dia seguinte, todos os voluntários fizeram uma prova, baseada no conteúdo que foi passado anteriormente.

“Nós comparamos os resultados dos estudantes que tomaram nota à mão, no computador ou escreveram num tablet”, diz a pesquisadora.

A neurocientista explica que, nas universidades americanas, é comum que professores compartilhem os slides com os alunos.

E uma parte dos estudantes adotou o hábito de abrir esse arquivo em tablets e fazer anotações à mão, com ajuda de canetas digitais, nos próprios slides.

“No nosso trabalho, estudantes que usaram o tablet e escreveram na tela se saíram melhor nos testes”, diz ela.

“Isso aconteceu provavelmente porque os alunos tinham não apenas o material original, nos slides, como podiam colocar suas próprias anotações diretamente ali, à mão.”

“Mas a escrita com caneta e papel também se mostrou benéfica. Os voluntários que usaram esse método se saíram melhor do que aqueles que digitaram as anotações no computador”, acrescenta a especialista.

Em outras palavras, segundo as evidências mais recentes, se você quer realmente aprender algo, a melhor coisa a fazer é escrever à mão — seja no papel ou num tablet.

?É possível melhorar sua letra?
Mas esse debate todo nos leva à discussão do início da reportagem: será que autores de garranchos podem ter uma letra melhor, para melhorar a legibilidade e aprender melhor?

No programa CrowdScience, a instrutora de caligrafia Cherrell Avery, de Londres, no Reino Unido, compartilhou algumas dicas que podem ajudar.

A primeira orientação dela é “ir devagar”. Muitas vezes, escrevemos com muita pressa — e deixamos de prestar atenção no formato adequado das letras e das palavras.

Avery também pontua que é preciso entender o estilo de cada pessoa, até para saber qual o melhor utensílio de escrita, a forma de segurar a caneta/lápis, a postura adequada, o tipo de papel, entre outros fatores.

Segundo ela, é possível, sim, melhorar a caligrafia por meio de exercícios.

“É claro que uma única sessão de treinamento não é suficiente para obter mudanças significativas”, pondera ela.

Mas com um pouco de insistência, é possível criar uma “memória muscular” que propicia um novo estilo de escrita.

“No início, isso é um esforço consciente. Mas, aos poucos, se torna um hábito e você nem pensa mais sobre essa nova forma de escrever”, garante ela.

Por fim, Avery destaca que a escrita à mão ainda é importante para nós porque ela representa uma “extensão de nossa personalidade”.

“É como se deixássemos um pouco de nós mesmos naquela página.”

Fonte: G1

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Curiosidade

Brasil tem apenas dois nomes na lista de atletas mais bem pagos do mundo; veja quem são e quanto ganham

por Redação 16 de maio de 2025

O ranking de atletas mais bem pagos do mundo da revista Forbes tem apenas dois brasileiros — ambos jogadores de futebol — e nenhuma mulher.

Neymar, hoje no Santos, é o melhor colocado: com ganhos estimados em US$ 76 milhões (R$ 428 milhões) ao longo de 2025, ele ocupa a 25ª posição em uma lista com 50 nomes.

O segundo brasileiro do ranking é Vini Jr., atacante do Real Madrid. No 46º lugar, o jogador deverá receber um total de US$ 55 milhões (R$ 310 milhões) neste ano, entre ganhos dentro e fora de campo.

Vini deve subir bastante na lista do ano que vem, já que acabou de renovar seu contrato com o clube espanhol até 2030, segundo o jornal “AS”. O atacante se tornará o atleta mais bem remunerado do elenco merengue, com rendimento estimado em R$ 126 milhões por ano.

? Qual a origem dos recursos?

Neymar: dos US$ 76 milhões, US$ 46 milhões se referem à atuação do atleta dentro dos gramados, o que inclui salários e bônus. Fora de campo, com patrocínios e empreendimentos comerciais, Neymar deve embolsar US$ 30 milhões neste ano.
Vini Jr.: dos US$ 55 milhões estimados para o craque do Real Madrid, US$ 40 milhões são por sua atuação dentro de campo. Fora, o atleta irá receber US$ 15 milhões.
Queda de Neymar
Uma sequência de lesões tem afastado o camisa 10 da seleção brasileira dos gramados. Ao longo de 2024, Neymar atuou muito pouco pelo Al-Hilal, da Arábia Saudita. Ainda assim, foi o 7º atleta mais bem pago do planeta, conforme a edição anterior do ranking.

Na temporada passada, o craque faturou US$ 108 milhões, garantindo a ótima posição na lista. Destes, US$ 80 milhões foram adquiridos por meio de salários e bônus, enquanto US$ 28 milhões foram fora de campo.

Além das lesões, a frustração na passagem pelo clube saudita e o ímpeto de retomar um bom futebol fizeram Neymar costurar seu retorno ao Brasil. Desde janeiro, ele atua pelo Santos, onde também coleciona lesões.

A queda de rendimento dentro dos gramados e a mudança de clube significaram, na prática, menos dinheiro para o astro — piorando sua posição no ranking.

Elite tem poucas modalidades e nenhuma mulher
O ranking da Forbes também mostra que poucas modalidades figuram na elite financeira do esporte. Entre os atletas que mais ganham no planeta, estão apenas jogadores de basquete, boxe, golfe, beisebol e pilotos de Fórmula 1. Além disso, todos são homens.

O topo da lista ficou, mais uma vez, com Cristiano Ronaldo. O atacante de 40 anos, que atua pela equipe saudita Al Nassr, deverá ganhar nada menos do que US$ 275 milhões (R$ 1,54 bilhão) ao longo deste ano. Destes, US$ 225 milhões se referem a dentro de campo e US$ 50 milhões, fora.

Veja abaixo quem são os 10 atletas mais bem pagos do mundo e quanto devem ganhar em 2025.

  1. Cristiano Ronaldo (futebol) – US$ 275 milhões
  2. Stephen Curry (basquete) – US$ 156 milhões
  3. Tyson Fury (boxe) – US$ 146 milhões
  4. Dak Prescott (futebol americano) – US$ 137 milhões
  5. Lionel Messi (futebol) – US$ 135 milhões
  6. LeBron James (basquete) – US$ 133,8 milhões
  7. Juan Soto (beisebol) – US$ 114 milhões
  8. Karim Benzema (futebol) – US$ 104 milhões
  9. Shohei Ohtani (beisebol) – US$ 102,5 milhões
  10. Kevin Durant (basquete) – US$ 101,4 milhões

Fonte: G1 

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Curiosidade

Com 10 horas de diferença, casal morre no mesmo dia após 74 anos de união: ‘Almas gêmeas’, diz genro

por Redação 15 de maio de 2025

Um casal morreu no mesmo dia após sete décadas de união, em Votuporanga, no interior de São Paulo. Odileta Pansani de Haro e Paschoal de Haro partiram com dez horas de diferença, no dia 17 de abril, a dois dias de completar 74 anos de matrimônio.

Odileta nasceu em Mirassol, enquanto Paschoal era de Bálsamo, cidade vizinha a cerca de 14 quilômetros de distância. Mas, a história de amor, que atravessou décadas, começou na praça da Matriz em Votuporanga, quando ela tinha 15 anos e ele, 18, como conta o genro Luciano Leal.

Ainda conforme Luciano, o que eles não esperavam é que uma correntinha seria o cupido do relacionamento.

Na época, Paschoal se entretia rodando a corrente, quando, por um descuido, ela se desprendeu e caiu no braço de Odileta. Com a troca de olhares e risadas, nascia a paixão do casal. Desde então, conversas por cartas se tornaram testemunhas do namoro.

Na primeira carta, datada de 3 de dezembro de 1947, Paschoal escreveu: “Desejaria viver ao teu lado, adivinhar os teus desejos, fazer-te feliz porque só assim eu seria feliz também. Acredito que jamais pensarei em outra mulher. Mesmo que viva mil anos me lembrarei de ti e dos momentos felizes que passei ao teu lado.”

Em outra, datada de 12 de julho de 1949, Odileta escreve para Paschoal e o chama de “meu anjo”: “No domingo saí, eram sete horas, e voltei às oito. E quinta, estava tão chato sem você. De você não me esqueci e nem hei de esquecer”.

‘Almas gêmeas’
O casamento ocorreu na fazenda dos pais de Odileta, em Votuporanga, no dia 15 de abril de 1951, dia em que Paschoal completou 20 anos. Da união, nasceu um legado de seis filhos, netos e bisnetos. Depois da troca de alianças, Odileta cuidava da família e Paschoal trabalhava em uma loja de tecidos.

Além disso, juntos, se uniram na criação de uma entidade que ajudava pessoas em situação de vulnerabilidade de Votuporanga, entregando enxovais às mães solteiras ou comida aos carentes. Conforme o genro, o amor era tamanho que extrapolava as barreiras.

“O casal sempre receptivo, sempre amoroso, sempre disposto a ajudar o próximo, seja lá quem for, sem distinção alguma de raça, cura o privilégio social. Sempre primaram pelo amor próprio e pelo amor de ambos. E dedicaram esse amor, que ambos tinham um pelo outro, a ajudar o próximo”, reflete o genro.

Ao g1, o genro compartilhou as memórias que entrelaçam as vidas do casal. Para ele, Odileta e Paschoal são a prova de que almas gêmeas existem.

A coincidência das datas não acaba por aqui. Além do aniversário de casamento, o dia 15 de abril nunca mais foi o mesmo depois do nascimento da primeira neta, Camila, e da primeira bisneta Athena, neste dia.

Depois de uma vida juntas, celebrando aniversários, viagens e encontros, Odileta desenvolveu Alzheimer e passou a ser cuidada pelo marido. Contudo, ele descobriu um câncer no intestino, em 2023. O tratamento, conforme os médicos, seria paliativo. Diante disso, o genro revelou que Paschoal pedia a Deus para que os levassem no mesmo dia.

Odileta morreu aos 92 anos, às 7h do dia 17 de abril. Paschoal morreu aos 94 anos, às 17h do mesmo dia. No dia 15, dois dias antes da partida, celebraram os 74 anos de casados, entre afetos, assim como fizeram desde o primeiro dia em que se conheceram.

Fonte: G1 

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Curiosidade

Embalagem ‘mágica’ muda de cor para avisar se peixe está estragado

por Redação 15 de maio de 2025

Imagine não precisar cheirar ou tocar no peixe para saber se ele estragou. Uma embalagem inteligente desenvolvida por cientistas brasileiros pode tornar isso possível. Ela muda de cor conforme o alimento se deteriora.

Essa inovação foi criada por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com parceria com a Universidade de Illinois, nos Estados Unidos.

Como funciona?
A “mágica” acontece graças a pigmentos naturais chamados antocianinas. Essas substâncias são encontradas em plantas, frutas e vegetais de cores fortes. É o caso do repolho roxo, que foi a fonte das antocianinas usadas na pesquisa.

Esses pigmentos têm uma característica especial: mudam de cor conforme o nível de acidez do ambiente ao redor.

Os cientistas tiveram a ideia de usar esses pigmentos naturais em mantas de nanofibras inteligentes. Elas são estruturas muito finas, que formam um material parecido com um tecido.

Essa manta pode ser produzida a partir de restos de alimentos, o que ajuda a reduzir o desperdício.

Além de monitorar as mudanças na acidez do alimento, as nanofibras conseguem identificar outros compostos liberados e o crescimento de bactérias. Esses indicadores são fundamentais para mostrar a deterioração de peixes e frutos do mar.

A partir disso, acontece a mudança de cor na embalagem, que mostra que o alimento está estragado.

Testes com peixe
Os testes em laboratório foram feitos com filés de merluza.

?No início, quando o peixe estava fresco e próprio para consumo, a embalagem apresentava cor roxa.

?Depois de 24 horas, a cor ficou menos intensa.

?Com 48 horas, surgiram tons azuis-acinzentados.

?Passadas 72 horas, a coloração ficou azul, indicando claramente que o filé de peixe armazenado havia se deteriorado.

Essa mudança visível na cor permite monitorar a qualidade do alimento em tempo real, sem precisar abrir a embalagem.

Produção mais fácil e barata
Para criar essas mantas de nanofibras, os pesquisadores usaram uma técnica chamada fiação por sopro em solução (do inglês Solution Blow Spinning).

Nela, um gás comprimido é usado para soprar as fibras finíssimas, que se depositam em um coletor formando a manta. O resultado final se parece com fibras de algodão.

Essa técnica é uma forma muito rápida para produzir as nanofibras. Ela também permite a produção em grande quantidade, tem custos mais baixos, rende mais e usa menos energia.

Quando vai chegar ao mercado?
Ainda não há um prazo para a embalagem chegar aos consumidores.

Os pesquisadores da Embrapa destacam que, embora os testes com filés de merluza tenham sido ótimos, ainda é preciso ampliar os estudos para ter certeza que a tecnologia funciona bem com outras espécies de peixe e frutos do mar.

Fonte: G1 

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Curiosidade

‘Profecia’ de fim dos tempos do Apocalipse 13 vem à tona após nomeação de papa americano; entenda o que diz passagem bíblica

por Redação 9 de maio de 2025

Após o anúncio nesta quinta-feira (8) do nome do americano Robert Francis Prevost como o novo papa, começaram a pipocar nas redes sociais menções ao Apocalipse 13, último livro da Bíblia, conhecido como o “livro da revelação”.

“Profecia de Apocalipse 13 se cumprindo”, publicou um usuário do X.

Afinal, o que é o Apocalipse 13?
O capítulo 13 do Apocalipse faz parte do Novo Testamento e foi escrito por João no século 1. Ele menciona duas bestas: uma que emerge do mar e outra que emerge da terra.

?“ E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a boca de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio”.

É neste livro que é citado o número 666, conhecido como “o número da besta”: “Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é 666”.

Kenner Terra, pastor, doutor em ciências da religião pela Universidade Metodista de São Paulo, professor na Faculdade Instituto Rio de Janeiro (Fiurj) e autor de “O Apocalipse de João: caos, cosmos e o contradiscurso apocalíptico”, explica por que o texto ficou conhecido como fonte para o conceito do “anticristo”.

“É porque no capítulo 13 fala de uma figura que sai do mar com características de poder político e com uma relação com outra figura, que sai da terra, que tem poder religioso, que é o falso profeta”.

E o que isso tem a ver com os Estados Unidos e com o papa?
Desde a Reforma Protestante, em alguns momentos da história, o papa é tratado como o “anticristo” ou como o falso profeta, explica Kenner. Além disso, há uma interpretação de que a besta que sai do mar é um líder político que dominará o mundo durante um período.

“Os Estados Unidos entram nessa equação nas narrativas triunfalistas de filmes e obras como ‘Deixados Para Trás’”. Este é um livro que virou filme e conta a história de um grupo de pessoas tentando sobreviver ao fim do mundo.

? Na visão conspiracionista, quando essas duas figuras se unem, acontece o fim dos tempos.

? Nas redes sociais, os conspiracionistas também fazem referência ao trecho que diz que a besta tem “boca de leão”. Prevost escolheu o nome de Leão XIV. E ele sucede Leão 13, número do capítulo do apocalipse.

E o que o trecho quer dizer na verdade?
Kenner Terra explica que, na verdade, o texto de João sobre as bestas é uma crítica contra o imperador romano Nero Cesar.

Kenner explica que, assim, João usou as mesmas alegorias de Daniel para fazer uma crítica a uma figura horrenda.

Conhecido como o “livro da revelação”, o Apocalipse também já foi usado ao longo da história para tentar explicar desastres que vão da peste ao aquecimento global, passando pelo acidente nuclear de Chernobyl.

Fonte: G1 

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Curiosidade

Chocolate sem cacau? USP desenvolve alternativa sustentável com origem na cerveja

por Redação 2 de maio de 2025

Já imaginou saborear um chocolate delícia que não leva um grão sequer de cacau? Pois é exatamente isso que uma equipe da USP está propondo: um novo tipo de chocolate feito com ingredientes alternativos e usando o mesmo malte de cevada que dá origem à sua cervejinha gelada!

A ideia pode parecer estranha à primeira mordida, mas o resultado é surpreendente garantem os pesquisadores: uma formulação em pó 100% vegetal, criada a partir de resíduos da agroindústria, que imita com louvor o sabor e a textura do chocolate tradicional.

O malte de cevada torrado, aquele mesmo que dá aquele gostinho tostado nas cervejas escuras. Ele traz notas que lembram café, caramelo e, claro, chocolate amargo! Quando moído, misturado a ingredientes como manteiga de cacau, leite em pó ou adoçantes, ele se transforma em um “chocolate alternativo” com personalidade própria.

E o melhor: além de gostoso, esse chocolate é sustentável, mais nutritivo e mais barato de produzir!

Notas terrosas e tostadas que lembram cerveja escura;
Potencial amargor equilibrado;
Produzido com bagaço de malte — um subproduto da indústria cervejeira que normalmente iria pro lixo.
Quem lidera a pesquisa é a professora Suzana Lannes, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP. Segundo ela, o produto tem mais fibras, prebióticos e é uma alternativa mais barata

“ Nossa solução é simples, sustentável, saudável, inovadora, de baixo custo”, revelou a este blog.

“São ingredientes obtidos do reaproveitamento de subprodutos da indústria alimentícia que juntos e em combinações variadas formam misturas que impõem nas formulações de produtos como “chocolate” características do chocolate ao leite. Também podem ser utilizadas em outras formulações substituindo o liquor de cacau ou cacau em pó”, completa.

? Por que repensar o cacau

O Brasil já foi um dos maiores produtores de cacau do mundo, com destaque para a Bahia. No entanto, a produção enfrentou desafios, como a praga conhecida como “vassoura-de-bruxa”, que reduziu drasticamente a produtividade. Em 2022, o Brasil produziu 270 mil toneladas de cacau, sendo o sétimo maior produtor mundial.

Mas os desafios não são somente nacionais. O relatório trimestral da Organização Internacional do Cacau, estimou um déficit na produção global de cacau para 2025 – queda agravada por fatores climáticos e crise na produção do fruto na Costa do Marfim, Gama, Camarões e Nigéria. Com o impacto na indústria, fica evidente a necessidade de recorrer a alternativas mais sustentáveis e baratas.

? Alternativas ao cacau: inovação e sustentabilidade

Além do chocolate cervejeiro da USP, algumas alternativas ao cacau têm ganhado destaque. O “cupulate”, por exemplo, é um doce semelhante ao chocolate, feito a partir do cupuaçu, fruta típica da Amazônia. Ele possui sabor e textura parecidos com o chocolate tradicional, mas sem cafeína e teobromina, além de ser produzido de forma orgânica e com menor custo.

Com essas iniciativas, o futuro do chocolate pode ser mais diversificado, sustentável e saboroso. E aí, você toparia experimentar um chocolate feito com cevada?

Fonte: r7

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Curiosidade

Cientistas descobrem o motivo para um tubarão nos morder, e a culpa é nossa

por Redação 28 de abril de 2025

Os tubarões podem morder por uma infinidade de razões, que vão da competição e defesa de seu território à predação. Agora, uma equipe de pesquisadores descobriu que pode haver um motivador adicional, pouco discutido, que leva os tubarões a morderem: a autodefesa.

“Mostramos que mordidas defensivas de tubarões em humanos – uma reação à agressão humana inicial – são uma realidade e que o animal não deve ser considerado responsável ou culpado quando ocorrem. Essas mordidas são simplesmente uma manifestação do instinto de sobrevivência, e a responsabilidade pelo incidente precisa ser revertida”, ”, diz Eric Clua, especialista em tubarões e pesquisador da Université PSL, na França. Ele é um dos autores do estudo, que foi publicado na revista científica Frontiers in Conservation Science.

Reação desproporcional
Na Polinésia Francesa, mordidas de tubarão são registradas desde o início da década de 1940. Registros com informações confiáveis ​​sobre a motivação das mordidas, no entanto, datam de períodos posteriores. Entre 2009 e 2023, 74 mordidas foram documentadas, quatro delas provavelmente motivadas por autodefesa, o que pode desencadear de 3 a 5% de todas as mordidas de tubarão.

Mordidas de autodefesa ocorrem em resposta a ações humanas que são, ou são percebidas como, agressivas. Tais atividades incluem pesca submarina ou tentativas de agarrar o tubarão. Normalmente, não há sinais de alerta. Essas mordidas podem ser repetidas e geralmente deixam feridas superficiais e não letais. Esse padrão de baixa letalidade também é comum em mordidas motivadas por defesa, infligidas por predadores terrestres, como ursos, e aves de grande porte.

“Algumas espécies de tubarão costeiro, como o tubarão-cinzento-de-recife, são particularmente territoriais e ousadas o suficiente para entrar em contato com humanos”, diz Clua. A simples invasão de um humano em seu espaço pode ser suficiente.

Quando os tubarões atacam em legítima defesa, podem usar força desproporcional e causar danos maiores do que a ameaça.

“Precisamos considerar a ideia pouco intuitiva de que os tubarões são muito cautelosos com os humanos e geralmente têm medo deles”, disse Clua.

“A reação desproporcional dos tubarões provavelmente é a mobilização imediata de seu instinto de sobrevivência. É altamente improvável que eles integrem a vingança ao seu comportamento e permaneçam, acima de tudo, pragmáticos quanto à sua sobrevivência”, acrescenta.

A desproporcionalidade entre a agressão inicial e a ação de legítima defesa também é comum em humanos.

Como o estudo foi feito
Embora a coleta desses dados em escala global continue difícil, os pesquisadores começaram comparando mordidas de tubarão em um banco de dados que as categoriza como “provocadas” ou “não provocadas” – uma classificação que pode ser crucial para determinar a motivação. Para isso, eles extraíram dados dos Arquivos Globais de Ataques de Tubarão, onde quase 7.000 mordidas foram documentadas desde 1863.

Os pesquisadores se concentraram em mordidas relacionadas a atividades que poderiam colocar pessoas em proximidade com tubarões e foram classificadas como “provocadas”. Isso mostrou que 322 mordidas podem ter sido motivadas por autodefesa, um número próximo à porcentagem (cerca de 5%) de mordidas de autodefesa registradas na Polinésia Francesa. Isso indica que as observações feitas lá podem ser transferíveis para o resto do mundo.

Como evitar uma mordida
A melhor atitude para evitar ser mordido é evitar qualquer atividade que possa ser considerada uma agressão. Isso também inclui tentar ajudar tubarões encalhados, pois tentativas de ajuda não serão necessariamente percebidas como tal.

“Não interaja fisicamente com um tubarão, mesmo que ele pareça inofensivo ou esteja em perigo. Ele pode, a qualquer momento, considerar isso uma agressão e reagir de acordo”, alertou Clua.

“Esses são animais potencialmente perigosos, e não tocá-los não é apenas sensato, mas também um sinal do respeito que lhes devemos.”

Fonte: r7

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Curiosidade

Buraco negro 600 mil vezes maior que o Sol está se aproximando da Via Láctea, mostra pesquisa

por Redação 22 de abril de 2025

Uma nova pesquisa publicada no The Astrophysical Journal no início de abril revelou a possível existência de um buraco negro supermassivo escondido nas Nuvens de Magalhães, que são duas galáxias satélites que orbitam a Via Láctea. O objeto tem uma massa estimada em 600 mil vezes a do Sol e está se aproximando gradualmente da nossa galáxia.

A descoberta foi feita por uma equipe do Centro de Astrofísica Harvard & Smithsonian, que identificou o buraco negro por meio do rastreamento de estrelas hipervelozes, corpos celestes que se movem a velocidades extremamente altas, sugerindo que foram ejetados por fortes interações gravitacionais, como as provocadas por buracos negros.

As Nuvens de Magalhães, localizadas a cerca de 160 mil anos-luz da Terra, estão em processo de aproximação da Via Láctea e devem colidir com ela em aproximadamente dois bilhões de anos. Os pesquisadores acreditam que, caso se confirme a presença desse buraco negro, ele poderá se fundir com Sagitário A*, o buraco negro no centro da nossa galáxia, formando uma estrutura ainda mais massiva.

A pesquisa foi liderada pelo astrofísico Jiwon Jesse Han, que utilizou dados do telescópio europeu Gaia para medir o movimento de 21 estrelas hipervelozes. Destas, nove pareciam ter sido lançadas das Nuvens de Magalhães, um padrão que sugere a presença de um buraco negro supermassivo nessas galáxias.

O modelo que explica esse fenômeno é conhecido como “mecanismo de Hills”, no qual um buraco negro interage com um par de estrelas e ejeta uma delas a altíssima velocidade. Esse tipo de análise foi usado anteriormente para comprovar a existência de Sagitário A*, em 1974.

Fusão galáctica
Embora a colisão entre a Via Láctea e as Nuvens de Magalhães esteja distante no tempo, os cientistas acompanham com atenção os efeitos que esse encontro pode gerar.

A fusão entre os buracos negros centrais dessas galáxias é uma das possibilidades consideradas, com impactos significativos sobre a estrutura da nossa galáxia.

A presença de um buraco negro supermassivo em uma galáxia satélite como as Nuvens de Magalhães também traz novas implicações sobre a formação e a evolução dessas estruturas no universo. Tradicionalmente, acredita-se que buracos negros dessa escala habitam apenas o centro de galáxias maiores.

Fonte: r7

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