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Economia

EconomiaGuarulhos

ACE-Guarulhos estreia programa ‘Conexão Contábil’, apresentado por Silvana Araújo

por Redação 24 de agosto de 2022

Programa foi lançado durante um coquetel e é mais um da grade da ACE Web TV, estúdio de produção de conteúdo da entidade

A Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos estreou, na noite desta terça-feira, 23/08, o programa “Conexão Contábil”, produzido pelos estúdios ACE Web TV, na sede da entidade, e apresentado pela diretora de Relações Tributárias Silvana Araújo. O programa tem o objetivo de tratar de temas ligados à área da contabilidade, tão essencial para qualquer empresa.

O lançamento aconteceu durante um coquetel, que reuniu, além de empresários e membros da diretoria executiva da ACE-Guarulhos, contadores e representantes de entidades como a Associação das Empresas Contábeis de Guarulhos (AECG), o Sescon-SP e o CRC-SP.

Para Silvana Araújo, o programa é uma oportunidade de discussão de temas que têm penetração em qualquer segmento empresarial, além do contábil. “Traremos sempre convidados especiais, para tratar de temas do dia-a-dia contábil, bem como levar conhecimento aos empresários e pessoas do nosso e de outros segmentos”, afirmou.

O primeiro entrevistado foi o presidente do Sescon-SP, Carlos Alberto Baptistão. “É uma honra ter sido escolhido para falar no programa de estreia. O compartilhamento de conhecimento contábil é importantíssimo, já que todo empresário tem alguma dúvida a respeito de nossa atividade”, comentou.

No primeiro bloco do programa, Baptistão foi entrevistado por Silvana Araújo, o presidente da ACE, Silvio Alves, e o presidente da AECG, Mauro Inocêncio. No segundo, o delegado do CRC-SP em Guarulhos, Raphael Troiano, também fez perguntas ao presidente do Sescon-SP.

“Nós, empresários, não somos ninguém sem nossos contadores. A atividade contábil é essencial para qualquer negócio, independente do porte da empresa ou do seu segmento. Daí a importância da produção do ‘Conexão Contábil’, que será brilhantemente conduzido pela nossa diretora Silvana”, apontou o presidente Silvio.

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BrasilEconomia

Brasil tem a terceira maior taxa de juros no mundo

por Redação 17 de agosto de 2022

Apenas Argentina, com uma taxa de 60% ao ano, e Turquia, que aplica taxa de 14% ao ano, têm juros em nível superior aos do Brasil, mostra Infinity Asset.

O Brasil mantém a sua posição de terceiro país com a maior taxa de juros no mundo, segundo ranking global de juros nominais da Infinity Asset, em parceria com o MoneYou. Em primeiro lugar está a Argentina, com uma taxa de 60%, seguida da Turquia, que aplica taxa de 14%. O Brasil está na frente de Hungria, Chile e Colômbia.

No ranking de juros reais (taxa de juros atual, descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses), o Brasil ocupa a primeira posição, ganhando o pódio desde a penúltima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). México, Hungria, Colômbia e Indonésia ocupam, respectivamente, os próximos lugares na lista.

coleta do relatório Focus do Banco Central de 4,81%, e a taxa de juros DI a mercado dos próximos 12 meses no vencimento mais líquido (agosto de 2023).

Em qualquer cenário, seja de alta de juros de 25, 50 ou 75 pontos percentuais, o Brasil mantém a colocação em primeiro lugar. Mesmo com a queda do preço de commodities, há um aumento expressivo no número de bancos centrais que sinalizam preocupação com a inflação, aponta o documento.

“Os programas de aperto quantitativo continuam lentos, e o movimento global de políticas de aperto monetário continuou a ganhar força”, contextualizam Infinity Asset e MoneYou. Entre os 167 países analisados pelo levantamento, 45,51% mantiveram os juros, 50,90% os elevaram e 3,59% os cortaram.

Veja os dez países com as maiores taxas de juros nominais
1º) Argentina: 60%.

2º) Turquia: 14%.

3º) Brasil: 13,75%.

4º) Hungria: 10,75%.

5º) Chile: 9,75%.

6º) Colômbia: 9%.

7º) Rússia: 8%.

8º) México: 7,75%.

9º) República Checa: 7%.

10º) Polônia: 6,50%.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEconomia

Inflação faz consumidor abandonar mais produtos na boca do caixa dos supermercados

por Redação 15 de agosto de 2022

Cresceu nos últimos meses o número de brasileiros que não conseguem levar para casa toda a comida que escolhe e coloca no carrinho do supermercado. O corte na compra ocorre na boca do caixa, quando o valor da conta passa do previsto. A saída tem sido abandonar desde itens básicos, como óleo de soja, até supérfluos, como refrigerantes.

Impulsionado pela alta de preços dos alimentos, o carrinho que fica nos caixas dos supermercados está cada vez mais cheio. Entre janeiro e junho deste ano, 4,997 milhões de itens foram abandonados. É um volume quase 16,5% maior que o do primeiro semestre de 2021, ou 704,9 mil itens a mais, revela pesquisa inédita feita pela Nextop. A empresa atua há 25 anos com tecnologia de segurança do varejo.

Por meio de inteligência artificial e de um grande banco de dados, foram extraídas informações autorizadas do movimento de caixa de 982 supermercados de médio e pequeno porte do País, que atendem a todas as faixas de renda e que juntos vendem R$ 5 bilhões.

Para chegar ao volume de produtos abandonados, Juliano Camargo, CEO e fundador da empresa, reuniu itens cancelados e produtos que o consumidor consultou o preço e desistiu. “Um crescimento de 16,42% na quantidade de itens abandonados é altíssimo e reflete que muita gente deve estar tomando susto”, afirma Camargo. Apesar de não ter uma série longa de dados, ele acredita que as devoluções não teriam aumentado se a inflação de alimentos estivesse controlada.

Em julho, o IPCA teve deflação de 0,68%, por causa dos corte de impostos de combustíveis e eletricidade. Porém, os preços da comida se aceleraram e aumentaram 1,3%, ante avanço de 0,8% em junho. Em 12 meses, alimento subiu 14,72%, ante IPCA de 10,07%.

O economista Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos do Varejo (Ibevar), ressalta a clareza desse indicador. “O tamanho da pilha de produtos deixados no caixa é a medida concreta do tamanho da crise.” Ele diz que indicadores de inflação, renda e emprego têm dimensão abstrata.

Sem referência
Além da falta de dinheiro, Felisoni acrescenta que a perda de referência de preços, provocada pela aceleração da inflação, e a pouca clareza da loja para passar a informação aos clientes podem contribuir para desistência da compra.

A Associação Brasileira de Supermercados não tem dados sobre devoluções. Marcio Milan, vice-presidente, diz que o resultado do estudo é um alerta para empresas e que eventualmente isso pode estar acontecendo em maior ou menor escala, dependendo do tipo de loja e da região.

Um ranking dos dez produtos mais devolvidos pelos consumidores no caixa de supermercado no primeiro semestre deste ano indica que a alta de preços da comida é generalizada: atinge pobres e ricos, com itens básicos e supérfluos.

Quem lidera a lista é o refrigerante, aponta um estudo da Nextop, empresa especializada em tecnologia de segurança. Na sequência vem o leite, seguido pelo óleo de soja, cerveja e açúcar. Dos dez itens que mais sobraram na boca do caixa, quatro são básicos – leite, óleo de soja, açúcar e farinha de trigo — e seis não tão essenciais — refrigerante, cerveja, molhos, biscoitos, hambúrguer e bebida láctea.

Quatro produtos mais abandonados no caixa – leite, óleo, cerveja e biscoito – também constam entre os dez que registraram as maiores quedas nas quantidades vendidas no varejo de autosserviço no primeiro semestre deste ano em relação a igual período do ano passado, segundo um levantamento inédito feito, a pedido do Estadão, pela NielsenIQ, consultoria que monitora as vendas dos produtos nos supermercados.

A cerveja puxa a fila dos itens com maiores quedas de venda em volumes apurada pela consultoria, com -15,6%, seguida pelo leite (-13,7%), cortes de frango (-11,6%), café (8,5%), legumes (-8,2%), óleo (-7%), queijos (-6,5%), biscoitos (-5,1%), industrializados de carne (-2,8%) e cortes bovinos (-2,7%).

Não por acaso, vários desses produtos estão entre os que mais registram altas de preços nos últimos meses, como leite, café, óleo, carne, biscoito, por exemplo, segundo o IPCA, índice oficial de inflação.

A freada brusca do consumidor na reta final das compras provoca um efeito em cascata. O encalhe faz com que os supermercados comprem volumes menores da indústria e esfriem o ritmo de produção e atividade. “Hoje, o nível de estoques dos supermercados é o mais baixo dos últimos anos”, afirma Juliano Camargo, CEO da Nextop.

Na opinião de Marcio Milan, vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados, o setor está fazendo compras mais planejadas por conta dos níveis de inflação atingidos. “As negociações estão muito mais intensas, à procura sempre do menor preço.” Segundo ele, falta de algum produto é algo momentâneo e não há indicação de desestocagem.

Mais trabalho
O movimento de devolução nas prateleiras de itens deixados pelo consumidor no caixa cresceu desde o mês passado numa loja da capital paulista onde Marcos Paulo da Silva Moura é subgerente. “Antes, eram no máximo dois carrinhos por período e agora são de três para cima.” Entre os itens que mais retornam às prateleiras estão carne e os supérfluos, como biscoitos, frios e laticínios. Estes últimos voltam imediatamente para a geladeira para evitar perdas. O maior ritmo de devolução aumenta a carga de trabalho do pessoal de loja.

A aposentada Maria do Carmo Azevedo, de 63 anos, que ganha um salário mínimo e faz bico como diarista, por exemplo, já deixou produto no caixa várias vezes. Com um pacote de pão na mão e outro de mandioquinha e abóbora – ingredientes para preparar a sopa -, na última quarta-feira ela conferia o preço do biscoito, que, segundo ela, subiu de R$ 3 para 6,98, e fazia contas. “Se passar de R$ 30 vou ter de tirar alguma coisa, porque amanhã tem de comprar pão de novo.”

Maria do Carmo conta que ficou muito constrangida nas ocasiões em que teve de devolver produtos na boca do caixa. “Já aconteceu isso algumas vezes por eu ter feito conta errada e também por me surpreender com os preços: hoje é um e amanhã é outro.”

Já a consumidora Juliana Gomes Rosa, de 35 anos, casada e mãe de dois filhos, que trabalha no mercado financeiro, nunca teve de devolver produto no caixa. Mas a seleção é feita antes. “Tenho deixado de escolher coisas que gostaria de comprar”, conta.

De seis meses para cá, Juliana sentiu uma diferença muito grande nos preços e no gasto da compra do mês. Até pouco tempo desembolsava, em média, R$ 1.500. Hoje gasta um pouco mais de R$ 2.000, mesmo tendo reduzido a compra de itens não essenciais, como chocolates e laticínios, e cortado quantidades de básicos, como açúcar. “O nosso poder de compra não aumentou e os preços estão um absurdo.”

Ela explica que o aumento da inflação levou à perda de referência de preços de vários produtos, como leite, café, ovos, óleo, azeite, por exemplo. Juliana diz que ela, como todos os brasileiros, está tentando viver um dia após o outro para não ficar ansiosa e ter reflexos em outras áreas da vida. “Toda essa situação não impacta só as compras: é a viagem, a escola. Tudo isso a gente tira para poder se alimentar.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Chaves do Pix já superam o dobro do número da população brasileira

por Redação 14 de agosto de 2022

O número de chaves Pix registradas chegou a 478,3 milhões em julho de 2022, ultrapassando o dobro do número da população do Brasil (214,9 milhões), segundo dados do Banco Central. Impulsionado por essa forma de pagamento, o mobile banking, transações financeiras feitas remotamente usando um dispositivo móvel, como tablet e smartphone, vem ganhando cada vez mais espaço.

As transações com o Pix em maio de 2022 somaram R$ 889 bilhões e tiveram valor médio de R$ 461. As novas modalidades também vêm crescendo desde o fim do ano passado. Em julho, o número de transações de Pix Saque atingiu 268 milhões e do Pix Troco 3,1 milhões.

A maiorias das chaves Pix cadastradas é aleatória (190,3 milhões, 39,78%). Já 108,8 milhões (22,75%) usam o CPF; 100,3 milhões (22,75%), o celular; 70,3 milhões (14,71%) e 8,4 milhões (1,77%) o CNPJ.

A preferência pelo digital
Segundo dados da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2022, da Federação Brasileira de Bancos, sete em cada dez movimentações bancárias são realizadas por meio de canais digitais. Entre o total de movimentações, 56% são de celular, 14% de internet, 16% de pontos de venda no comércio, 6% autoatendimento, 3% correspondentes, 3% agências bancárias e 2% contact centers.

Houve um salto de 75% nas transações financeiras por mobile banking em 2021, o que corresponde a um aumento de 7 bilhões de operações efetuadas neste canal. A explicação para o crescimento é o aumento das transações com movimentação financeira, como crédito, pagamento de contas e Pix. As transações com movimentação financeira realizadas pelo internet banking apresentaram uma elavação de 5% no mesmo período.

Somente em 2021 mais de 4,5 bilhões de pagamentos instantâneos foram feitos. No mesmo período, as instituições da área registraram uma movimentação de R$ 119,5 bilhões, valor que representa um crescimento de 15% em relação ao período anterior. O mobile banking teve o volume de transações ampliado em 28%, saltando de 52,6 bilhões para 67,1 bilhões.

Já o número de usuários que realizam mais de 30 Pix por mês chegou, em março de 2022, a quase 3,9 milhões, aumento de 809% em relação aos 12 meses anteriores. No mesmo mês, foram contabilizados 29,6 milhões de usuários cadastrados no Pix, a expectativa é que em 2025 sejam 51 milhões, alta de 72%.

Queda do DOC/TED
Ao contrário do Pix, o DOC e o TED registraram queda de 26% no mobile banking e de 38% no internet banking. Também caíram os número de saques nas agências e postos de atendimento bancário. Mesmo assim, houve um aumento de 10% dessas operações, que pode ser atribuído à retomada na utilização de dinheiro em espécie após uma queda no primeiro ano da pandemia.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Auxílio Brasil de R$ 600 compra cesta básica em apenas três capitais

por Redação 5 de agosto de 2022

O Auxílio Brasil de R$ 600, que começa a ser pago na próxima terça-feira (9), é suficiente para comprar uma cesta básica em apenas três capitais: João Pessoa (R$ 586,73), Salvador (R$ 580,82) e Aracaju (R$ 549,91).

Há dois anos, quando o auxílio emergencial, no mesmo valor, começou a ser liberado para diminuir os impactos da pandemia de coronavírus, era possível comprar a cesta básica em todos os estados

Os dados são referentes aos valores de junho deste ano da última Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). E a comparação é feita com os dados de junho de 2020.

Segundo o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a inflação mensal em junho de 2020 era de 0,26% e, nos 12 meses imediatamente anteriores, o índice acumulava alta de 2,13%.

Desde então, o aumento de preços se acelerou de forma significativa. No mesmo mês de 2022, a inflação registrada foi de 0,67% e em um ano o percentual é de 11,89%. A próxima divulgação do IPCA, referente a julho, será na terça-feira (9).

Em junho de 2020, a cesta básica custava R$ 430,44 em João Pessoa, R$ 419,18 em Salvador e R$ 420,03 em Aracaju. No mesmo período, em São Paulo, local mais caro, a quantia a ser desembolsada era de R$ 547,03.

Preço em junho de 2020 e no mesmo mês de 2022
São Paulo – de R$ 547,03 para R$ 777,01.
Florianópolis – de R$ 516,97 para R$ 760,41.
Porto Alegre – de R$ 512,40 para R$ 754,19.
Rio de Janeiro – de R$ 512,84 para R$ 733,14.
Campo Grande – de R$ 475,01 para R$ 702,65.
Curitiba – de R$ 506,04 para R$ 701,26.
Brasília – de R$ 450,45 para R$ 698,36.
Vitória – de R$ 500,01 para R$ 692,84.
Goiânia – de R$ 480,78 para R$ 674,08.
Fortaleza – de R$ 464,31 para R$ 657,00.
Belo Horizonte – de R$ 475,19 para R$ 648,77.
Belém – de R$ 453,87 para R$ 632,26 .
Recife – de 435,30 para R$ 612,34.
Natal – de R$ 442,46 para R$ 611,79.
João Pessoa – de R$ 430,44 para R$ 586,73.
Salvador – de R$ 419,18 para R$ 580,82.
Aracaju – de R$ 420,03 para R$ 549,91.

Salário mínimo
O salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas era de R$ 4.595,60 em junho de 2020, enquanto o mínimo vigente era de R$ 1.045,00 na época em que o auxílio emergencial começou a ser distribuído, segundo o Dieese. Dois anos depois, essa quantia saltou para R$ 6.527,67 e o piso atual é de R$ 1.212,00.

Novo valor
Mais 2,2 milhões de famílias vão passar a receber o Auxílio Brasil de R$ 600 neste mês. Ao todo, o programa de transferência de renda passará a contemplar 20,2 milhões. A Caixa começa a pagar o benefício em 9 de agosto, no valor de R$ 600, além do Auxílio Gás, com aumento de 50%.

O crédito dos benefícios, previsto inicialmente para o dia 18, será antecipado para a partir do dia 9.

Os primeiros a receber são os beneficiários com NIS de final 1. Os valores já estão disponíveis para consulta nos aplicativos Auxílio Brasil e Caixa Tem.

O pagamento seguirá de forma escalonada, de acordo com o final do NIS do beneficiário, com término no dia 22 para as pessoas com NIS de final 0.

O aumento de beneficiários faz parte da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) dos Benefícios Sociais, promulgada em julho pelo Congresso Nacional. A medida autoriza o governo federal a gastar R$ 41,2 bilhões para conceder benefícios sociais apenas até o fim do ano, com início do pagamento a alguns meses das eleições.

Além de aumentar o valor de R$ 400 para R$ 600 até o fim do ano, a PEC concede um auxílio financeiro a caminhoneiros e taxistas e amplia o valor do Auxílio Gás.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEconomia

Nota de R$10 perde 25% do valor em cinco anos; veja o que ela compra no supermercado

por Redação 1 de agosto de 2022

Em cinco anos, a nota de R$ 10 perdeu um quarto do seu valor. Hoje, o que é possível comprar com essa cédula poderia ser adquirido por R$ 7,50 em 2017. A perda do valor da moeda pode ser diretamente sentida dentro dos supermercados. No período, a cesta básica teve uma variação de 74,28%, percentual superior ao registrado pelo IPCA (Índice de Preços Amplo ao Consumidor) de 33,60%.

Os cálculos feitos pelo matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho mostram uma aceleração da inflação nos últimos cinco anos. “O aumento foi desproporcional. Nesse tempo, os preços dos itens de alimentação subiram em proporção muito maior”, analisa.

“Os alimentos têm um peso grande na inflação, outros produtos também pesam, mas a cesta básica aumentou bastante, o que mostra como a inflação afetou a população de baixa renda. O detalhe importante a ser observado é que os produtos de alimentação subiram numa proporção muito maior que a inflação”, completa Dutra.

Já a queda do poder aquisitivo da cédula de R$ 10 em relação a julho de 1994 é de 86,70%. Isso significa que o que essa nota compra poderia ser adquirido por somente R$ 1,33 há 28 anos. Mas no período o IPCA acumula alta de 653,07%, percentual inferior à variação da cesta básica registrada desde 1994, 1.053%

Os preços antes e depois
Dados históricos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), na cidade de São Paulo, em comparação com preços apurados pelo R7 no supermercado, mostram a disparada nos valores dos produtos nos últimos anos.

O feijão carioquinha (1 kg), tipo mais barato, custa hoje no supermercado R$ 7,99. No mesmo mês em 1994 ele custava R$ 1,11 e, em 2017, R$ 6,17.

O preço do leite saltou para R$ 6,79 em 2022. Há cinco anos, esse produto podia ser levado pelo consumidor por R$ 3,82. Já há 28 anos, custava R$ 0,53.

A farinha de trigo, que hoje custa R$ 5,99, era comprada por R$ 3,13, em 2017, e por R$ 0,55, em 1994.

O pão francês é outro produto que subiu bastante desde o Plano Real. A unidade sai por cerca de R$ 1 em 2022, e cinco anos atrás, o preço era R$ 0,56. Já há 28 anos custava menos de 10 centavos.

O café (250g), que era comprado por R$ 1,88 em 1994, subiu para R$ 5,60 em 2017. Cinco anos depois, o valor do produto passou para R$ 10,49.

O preço do óleo de soja hoje é de R$ 9,99, mas o produto já pôde ser comprado por R$ 0,94 há 28 anos. Enquanto, cinco anos atrás, ele era adquirido nos supermercados por R$ 3,47.

O açúcar custava apenas R$ 0,74 em 1994 e R$ 2,87 em 2017. Hoje, o mesmo produto é vendido por R$ 4,19.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Petrobras reduz preço da gasolina em R$ 0,15

por Redação 29 de julho de 2022

Valor cobrado pelo litro do combustível nas distribuidoras cairá 3,88%, de R$ 3,86 para R$ 3,71.

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (28) que reduzirá em 3,88% o preço do litro da gasolina para as distribuidoras a partir de amanhã (29). Com a decisão, o valor cobrado pelo combustível passará de R$ 3,86 para R$ 3,71.

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela recebida pela estatal no preço ao consumidor passará de, em média, R$ 2,81 para R$ 2,70 a cada litro vendido na bomba.

Com a nova determinação, o valor cobrado pela gasolina nas distribuidoras vai apresentar um recuo de R$ 0,35 (8,26%) no período de dez dias. Na semana passada, a Petrobras comunicou uma redução de 4,9% no valor cobrado pelo litro do combustível, de R$ 4,06 para os atuais R$ 3,86.

De acordo com a estatal, a redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para a gasolina, e é coerente com a prática de preços da Petrobras.

A empresa afirma que “busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

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EconomiaEmpregoGuarulhos

Auxílio a taxistas poderá ser pago a motoristas que não são os proprietários do alvará

por Redação 28 de julho de 2022

O governo federal prevê iniciar os pagamentos do auxílio em 16 de agosto. Cada beneficiário deve receber até 6 parcelas de R$ 1 mil.

O auxílio mensal de R$ 1 mil para taxistas de todo o país poderá ser pago também a profissionais que atuem na profissão, mas não sejam os proprietários do alvará que autoriza a atividade.

A informação consta de uma portaria do Ministério do Trabalho e Previdência publicada no “Diário Oficial da União” na quarta-feira (27).

Terão direito ao benefício os motoristas de táxi com Carteira Nacional de Habilitação válida e alvará para prestação do serviço cadastrado nas prefeituras em vigor no dia 31 de maio de 2022.

A portaria publicada informa ainda que o benefício será devido aos taxistas detentores dessas concessões, permissões, licenças ou autorizações e que atuam na profissão e também àqueles que têm autorização para trabalhar e estejam vinculados a um desses alvarás.

  • os motoristas que tenham registro para exercer a profissão, emitido pelo órgão competente da localidade da prestação de serviço até 31 de maio de 2022; e
  • sejam motoristas de táxi titulares de concessão, permissão, licença ou autorização emitida pelo poder público municipal ou distrital em regular e efetivo exercício da atividade profissional; ou
  • sejam motoristas de táxi com autorização emitida pelo poder público municipal ou distrital, em regular e efetivo exercício da atividade, e vinculado ao cadastro do item anterior.

O benefício não será pago ao motorista de táxi beneficiário nas seguintes situações:

  • motorista que esteja com o CPF pendente de regularização junto à Receita Federal do Brasil, em situação suspensa, cancelada, nula, ou de titular falecido;
  • motorista que tenha seu CPF vinculado, como instituidor, à concessão de pensão por morte de qualquer natureza ou do auxílio-reclusão; ou
  • motorista seja titular de benefício por incapacidade permanente para o trabalho;
  • será considerado inelegível o motorista de táxi beneficiário com indicativo de óbito no Sistema de Controle de Óbitos ou no Sistema Nacional de Informações de Registro Civil;
  • o benefício não será pago cumulativamente com o auxílio caminhoneiro.
  • Para verificação dos requisitos, serão utilizadas as informações disponíveis nas bases governamentais no momento do processamento. A elegibilidade poderá ser revisada nos meses subsequentes.

Pagamentos começam no dia 16
O governo federal prevê iniciar os pagamentos do auxílio em 16 de agosto. Cada beneficiário deve receber até 6 parcelas.

Auxílio a taxistas

O valor e o número de parcelas poderão ser ajustados, considerando o número de motoristas de táxi beneficiários cadastrados e o limite global de recursos disponível para o benefício.

O pagamento será feito por meio de poupança social digital, cujo depósito é operacionalizado pela Caixa Econômica Federal, por meio do aplicativo Caixa Tem.

Os recursos não movimentados no prazo de 90 dias, contados da data do depósito, retornarão para a União.

O governo não divulgou o número de taxistas beneficiados, pois depende de informações que serão fornecidas pelas prefeituras referentes aos profissionais que têm alvará para atuar nessas localidades. As informações deverão ser prestadas pelos 5.570 municípios brasileiros mensalmente.

As informações gerais sobre o programa e sobre os resultados do processamento e pagamentos realizados a cada motorista beneficiário poderão ser consultadas estarão disponíveis no link https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/assuntos/beneficio-taxista.

Irregularidades cancelam benefício
Se houver irregularidades que levem ao pagamento indevido do benefício, poderão ser adotadas as seguintes medidas:

  • o cancelamento do benefício irregular;
  • a notificação ao motorista de táxi beneficiário para restituição voluntária dos valores recebidos indevidamente, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU) emitida por sistema próprio de devolução;
  • municípios poderão ser chamados para ajudar no cumprimento dessas providências;
  • caso o motorista beneficiário não restitua os valores voluntariamente, será observado rito próprio de constituição de crédito da União.
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BrasilEconomia

Inflação faz sete em cada dez brasileiros cortarem itens no mercado

por Redação 28 de julho de 2022

A alta dos preços fez com que sete em cada dez brasileiros mudassem de hábitos e cortassem itens da lista de compras. Pesquisa Ipec encomendada pelo C6 Bank mostra que 72% dos brasileiros das classes ABC com acesso à internet deixaram de colocar algum produto no carrinho do supermercado nos últimos seis meses.

A inflação foi a razão apontada por 82% dos entrevistados para o baixo consumo. Apesar de a prévia do índice de julho, de 0,13%, divulgada na terça-feira (26), ser a menor desde 2020, segundo o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), a taxa acumulada no ano, entre janeiro e julho de 2022, de 5,79%, é a segunda maior desde 2004, quando teve início o cálculo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Deixaram de comprar cortes de carne bovina considerados de primeira 72%, enquanto 28% não levam nem carne de segunda. Além disso, 15% dos entrevistados não colocam mais no carrinho carne suína, de frango ou peixe, e 26% deixaram de levar para casa carnes processadas como linguiça e salsicha.

Segundo a pesquisa, 46% dos entrevistados que cortaram gastos por causa da inflação estão comendo carne bovina menos de uma vez por semana. Apenas 7% desses brasileiros consomem bovina de cinco a sete vezes por semana, 38% incluem o produto nas refeições de uma a quatro vezes por semana, e 9% das pessoas ouvidas não comem nunca o produto.

A escalada dos valores fez com que consumidores tirassem do carrinho produtos como muçarela (54%), iogurte (44%), leite (37%) e óleo de soja (18%).

A pesquisa ouviu 2.000 brasileiros com mais de 16 anos em todas as regiões do país entre os dias 14 e 20 de julho de 2022. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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EconomiaGuarulhos

ACE-Guarulhos abre últimas vagas para o ACExpo, que vai celebrar os 59 anos da entidade

por Redação 27 de julho de 2022

A ACE-Guarulhos completou 59 anos no último dia 16 de julho, Dia do Comerciante. E, para marcar a data, a maior entidade representativa dos empresários da cidade vai realizar a primeira edição da ACExpo, no dia 28/07, a partir das 12h, em um sítio na Vila Rio de Janeiro, reunindo milhares de empreendedores dos setores do comércio, indústria e prestadores de serviço.

Restam poucas vagas para quem quiser participar gratuitamente (CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER). A entidade pede a doação de 1 kg de alimento não perecível aos participantes e os mantimentos serão doados para famílias guarulhenses em situação de insegurança alimentar.

O objetivo do encontro é aproximar os empreendedores da cidade. “Os últimos dois anos foram muito difíceis para quem empreende, mas agora é o momento de retomarmos os planos de crescimento e de geração de novos negócios. Vamos realizar este almoço com atrações musicais e tenho certeza que, neste encontro, serão geradas novas conexões e projetos para contribuir com o desenvolvimento da cidade”, aposta o presidente da ACE-Guarulhos, Silvio Alves.

Serviço

1º ACExpo – Comércio, Indústria e Serviços

Quando: 28 de julho, às 12h

Onde: Sítio Vale Verde – Avenida Benjamin Harris Hunnicutt, 2680 – Vila Rio

Mais informações e inscrições: CLIQUE AQUI

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