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Economia

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Conta de luz fica mais cara a partir de hoje, mas queda do ICMS reduz impacto na inflação

por Redação 4 de julho de 2022

A partir desta segunda-feira (4), a conta de luz ficará mais cara em São Paulo. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou um reajuste anual de 10,01% para o estado. Já foram autorizados aumentos na energia em outros nove estados. Mas redução do ICMS (Circulação de Mercadorias e Serviços) deve ajudar a frear o impacto do aumento para o consumidor e aliviar a pressão na inflação.

O projeto de lei que classifica energia elétrica, combustível, transportes e comunicações como itens essenciais entrou em vigor no dia 27 de junho. O texto limita a alíquota ao mínimo cobrado por cada estado, que varia entre 17% e 18%. O objetivo é segurar a inflação, que acumula alta de 12,04% nos últimos 12 meses, segundo a prévia para o mês de junho calculada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De acordo com André Braz, economista do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), o reajuste deve chegar ao consumidor como um aumento de 12% em São Paulo.

“Essa alta vem em um período em que o governo, ao mesmo tempo, reduz o ICMS. Essa diminuição deve causar uma queda de 9% nas contas de energia, então um efeito compensa o outro. Isso permite que a conta de energia fique abaixo da inflação média em 2022. Isso mitiga o reajuste e freia um pouco a pressão de custos que a energia depositou na inflação a partir da última crise hídrica, em que foram usadas bandeiras tarifárias muito onerosas”, afirma Braz.

“Ano passado a energia foi um dos principais vetores da inflação. Ela é usada pela indústria e na prestação de serviços. Na medida em que encarece, como é um insumo de que ninguém consegue abrir mão, acaba favorecendo o espalhamento das pressões inflacionárias”, completa o economista.

A Aneel informou que a redução do ICMS atenuou o preço final da energia para os consumidores da Enel-SP em 10,4%. Segundo o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a energia residencial registrou queda de 0,68% em junho e acumula alta de 4,52% nos último 12 meses.

Outras medidas para reduzir a energia também têm ajudado a reduzir a conta, como o projeto que prevê a devolução de tributos recolhidos a mais pelas prestadoras de serviço público de distribuição de eletricidade, levando em conta critérios equitativos, na forma de redução de tarifas. O texto está em vigor desde o início de junho.

Reajuste em outros estados
No Tocantins, a energia também vai ficar mais cara a partir da próxima segunda-feira. O reajuste será de 13,68%, abaixo da queda provocada pela redução do ICMS (15,6%).

As distribuidoras do Paraná tiveram leves aumentos. A Cocel (Companhia Campolarguense de Energia) elevou a tarifa em 1,61% no dia 29 de junho. Cinco dias antes, a Copel (Companhia Paranaense de Energia) subiu a cobrança em 1,58%.

No dia 22 de junho passou a valer o aumento de 5,22% da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) e o de 13,40% da Energisa Minas Gerais. No mesmo dia entrou em vigor uma nova tarifa da Energisa Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, 19,20%, e da RGE Sul, no Rio Grande do Sul, 8,41%.

Em Sergipe, a Sulgipe teve um reajuste de 16,22%, que passou a valer no dia 22 de maio. Em Pernanbuco, desde de 29 de abril, a tarifa da conta de luz subiu 18,50%. Já a alta de 19,86% em Alagoas passou a valer no dia 3 de maio.

Entraram em vigor novas cobranças em quatro estados do Nordeste no dia 22 de abril. No Ceará, o reajuste foi de 23,99%; no Rio Grande do Norte, de 19,87%; no Sergipe (Energisa) de 16,46%; e na Bahia, de 20,73%.

Dois estados do Centro-Oeste também tiveram mudanças na tarifa, que estão em vigor desde o dia 16 abril. Em Mato Grosso, o valor subiu 20,36% e, em Mato Grosso do Sul, 16,83%.

Em março, antes do fim da cobrança extra, a CPFL Paulista já tinha passado por um reajuste médio de 13,80%. Assim como no Rio de Janeiro, onde a cobrança da Enel subiu 16,86% e a da Light, 14,68%.

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BrasilEconomia

Senado aprova PEC que cria voucher para caminhoneiros e aumenta Auxílio Brasil

por Redação 1 de julho de 2022

O plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (30) a PEC (proposta de emenda à Constituição) que cria um auxílio financeiro para caminhoneiros e taxistas e reajusta os valores do Auxílio Brasil e do Auxílio Gás. O valor a ser gasto pelo governo federal em prol dos benefícios é estimado em R$ 41,2 bilhões. A matéria segue para a análise da Câmara dos Deputados.

De acordo com a proposta, será instituído um auxílio mensal aos caminhoneiros no valor de R$ 1.000, entre julho e dezembro deste ano. O benefício deve custar R$ 5,4 bilhões e pode beneficiar quase 900 mil profissionais.

Para evitar o recebimento indevido do voucher, somente transportadores registrados como autônomos no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) até 31 de maio de 2022 farão jus ao benefício.

O auxílio aos taxistas instituído pela PEC deve custar R$ 2 bilhões e também será pago de julho a dezembro. A proposta, contudo, não definiu qual será o valor individual do subsídio a cada motorista de táxi.

Para ter direito à ajuda, os taxistas precisarão apresentar um documento de permissão para prestação do serviço, feito pelo poder público municipal ou distrital, que tenha sido emitido até 31 de maio deste ano.

Auxílio Brasil e Auxílio Gás
Segundo a PEC, o Auxílio Brasil passará dos atuais R$ 400 para R$ 600, o que deve representar um custo de R$ 26 bilhões. O novo valor vai ser pago entre agosto e dezembro.

De acordo com a matéria, o governo terá de zerar a fila para recebimento do benefício. Assim, a previsão é que o programa passe a atender 19,8 milhões de famílias.

A PEC ainda determina que o valor do Auxílio Gás seja dobrado. Atualmente, as famílias beneficiadas têm direito a um valor equivalente ao preço de meio botijão de gás de 13 kg por bimestre. Com a proposta, o auxílio será elevado para o equivalente ao preço de um botijão de gás a cada dois meses. O novo valor valerá de julho até o fim de 2022.

Outras propostas
A PEC também determina a compensação a estados e municípios que dispõem de serviços de transporte público urbano e metropolitano. O objetivo é minimizar as perdas das companhias em razão da gratuidade da tarifa oferecida a passageiros com 60 anos ou mais, conforme previsto no Estatuto do Idoso. O custo estimado é de R$ 2,5 bilhões.

Além disso, a proposta prevê uma compensação financeira à cadeia produtiva do etanol, na tentativa de possibilitar a competitividade desse produto ante o diesel. O incentivo é da ordem de R$ 3,8 bilhões.

Ainda há a previsão de uma suplementação de R$ 500 milhões ao programa Alimenta Brasil, que tem como finalidades promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar. Para o alcance desses dois objetivos, o programa compra comida produzida pela agricultura familiar, com dispensa de licitação, e a destina a pessoas em situação de insegurança alimentar.

Polêmicas
O texto final da PEC aprovado pelo Senado não inclui um trecho que foi bastante criticado por parlamentares devido à possibilidade de permitir ao governo federal criar mais despesas e descumprir o teto de gastos públicos.

Na proposta, há a previsão de que seja reconhecido estado de emergência no país durante o ano de 2022. Essa ferramenta é necessária para que o auxílio aos caminhoneiros e aos taxistas possa ser pago, tendo em vista que a legislação eleitoral proíbe a criação de benefícios em ano eleitoral, a não ser que o país esteja sob estado de emergência.

Na primeira versão do seu relatório, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) dizia que, para enfrentamento ou mitigação dos impactos decorrentes do estado de emergência reconhecido, as medidas implementadas não poderiam ter vedações ou restrições previstas em norma de natureza alguma.

Esse trecho foi bastante criticado por outros senadores. A avaliação era que a norma daria ao governo federal um “cheque em branco” para gastar mais dinheiro público em outros projetos. Bezerra retirou o trecho e incluiu no relatório um novo dispositivo para que os gastos permitidos pelo estado de emergência sejam apenas com os benefícios delimitados pela PEC.

Além disso, o senador adicionou à redação uma norma para impedir que os valores reservados ao Auxílio Gás e ao Auxílio Brasil sejam usados para qualquer tipo de publicidade institucional.

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EconomiaGuarulhos

DF e 11 estados acionam STF contra alíquota fixa do ICMS dos combustíveis

por Redação 28 de junho de 2022

Governadores de 11 estados e do Distrito Federal entraram com uma ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei que fixa a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para bens essenciais, como combustíveis, energia elétrica, transporte coletivo e serviços de telecomunicações. A lei limita a cobrança do ICMS entre 17% e 18% na comercialização de gasolina, etanol, diesel, biodiesel, gás de cozinha e derivado de gás natural.

A ação dos governadores é contra a Lei Complementar 194/2022, aprovada elo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro. Os estados e o Distrito Federal pedem que a norma seja declarada inconstitucional. A ação é assinada por Pernambuco, Maranhão, Paraíba, Piauí, Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Sergipe, Rio Grande do Norte, Alagoas, Ceará e Distrito Federal. Nenhum estado da região Sudeste assinou o documento.
Na ação, os governadores argumentam que se trata de um “intervencionismo sem precedentes da União”. “O governo federal pretende resolver a espiral inflacionária. O truque a ser tirado da cartola não é um coelho, mas uma bomba prestes a explodir no colo de estados, DF e municípios”, afirmam.

O ICMS representou 86% da arrecadação dos estados em 2021, segundo a ação. Apenas combustíveis, petróleo, lubrificantes e energia responderam por quase 30% do valor arrecadado com o imposto. “Haja vista que os municípios ficam com 25% do ICMS, esses entes federativos também perderão receitas”, apontam.

Os estados alertam que as medidas podem prejudicar as políticas voltadas à saúde, educação e combate à pobreza. “Não se pode admitir que, com tais medidas inconsequentes, os estados tenham suas contas comprometidas, em prejuízo do custeio da saúde e da educação, que serão os mais afetados quando a arrecadação despencar da noite para o dia, assim como serão impactados os fundos estaduais de combate à pobreza.”

Outro pedido dos estados é de que a ação seja incluída no processo relatado pelo ministro Gilmar Mendes, que realiza na manhã desta terça-feira (28) audiência pública com os entes para tratar sobre o assunto. A expectativa é que as partes apresentem soluções para o problema, que impacta na tentativa de reeleição de Bolsonaro nas eleições deste ano.

A medida ocorre após São Paulo anunciar a redução da alíquota do ICMS de combustíveis de 25% para 18% – queda de 7 pontos percentuais. A expectativa é que com o incentivo o preço médio do litro da gasolina passe de R$ 6,97 para R$ 6,50 no estado. A resolução deve impactar a arrecadação em R$ 4,4 bilhões. Goiás também reduziu o imposto, de 30% para 17%.

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EconomiaGuarulhos

Custo com energia e gás é mais de 30% do preço do pão, carne e leite

por Redação 27 de junho de 2022

Brasileiros pagam duas vezes por eletricidade e gás natural: nas contas mensais e no valor embutido nos produtos que consomem.
Além do que é preciso para fazer funcionarem as lâmpadas, eletrodomésticos, chuveiros, fogões, fornos e aquecedores, os brasileiros consomem energia elétrica e gás natural indiretamente, incorporados na produção das mais diversas mercadorias. O gás que a padaria usa para assar os pãezinhos e bolos, a eletricidade que mantém a carne fresca no frigorífico, e a energia necessária para fabricar calçados e produtos de limpeza, por exemplo, estão embutidos nos preços desses itens, e têm impacto significativo no orçamento das famílias.

No caso do leite, para se ter uma ideia, do preço que o consumidor paga, 31,3% são referentes ao gasto com a energia usada no processo de produção, ou seja, quase um terço do valor total.
Para conhecer o verdadeiro reflexo do preço da energia nos produtos que os brasileiros consomem, a Abrace (Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres) encomendou o estudo técnico “Os impactos dos preços da energia elétrica e do gás natural no crescimento e desenvolvimento econômico”, à Ex Ante Consultoria Econômica, divulgado nesta terça-feira (14).

O principal interesse da entidade foi verificar o peso do encarecimento da energia elétrica e do gás natural no consumo final das famílias, já que essas são duas importantes fontes de energia usadas na produção de mercadorias. Também foi estudado o impacto da alta das tarifas no orçamento familiar e sobre os custos de produção da indústria brasileira.
Segundo a Abrace, entre 2000 e 2019, a tarifa residencial de energia elétrica acumulou variação de 276,7%, e o custo do gás de botijão cresceu 260,7%, considerando dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A eletricidade e o gás usado em casa, entretanto, são apenas uma parte da energia necessária para atender às famílias brasileiras. É preciso contabilizar também o que está embutido nos bens e serviços consumidos.
No café da manhã, além do leite, o pãozinho é o item em que mais pesa o aumento das contas de energia: 31% do preço final do pão é devido à energia e ao gás usados no processo de produção. Para a manteiga, o queijo e o iogurte, o peso da energia no preço final é de 26,2%. Esse repasse, segundo a Abrace, é inevitável.

O impacto da energia no preço das carnes é de 33,3%. Do preço final da cesta básica, ela representa 23,1%, considerando pescados, laticínios e farináceos.
Mas o reflexo direto do custo da energia sobre os preços não se limita à cesta básica. Ele é observado em itens do material escolar, peças do vestuário, bens de consumo duráveis e materiais de construção, como pode ser visto na tabela acima.

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EconomiaGuarulhos

Valor da cesta básica supera o salário mínimo pela primeira vez em SP

por Redação 24 de junho de 2022

O preço da cesta básica na cidade de São Paulo ultrapassou o valor do salário mínimo em maio. De acordo com pesquisa realizada pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas do Procon-SP, em convênio com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), os itens básicos dos paulistanos teve alta de 1,36%, em relação ao mês anterior.

O valor da cesta agora é de R$ 1.226,12, enquanto que o salário mínimo está em R$ 1.212, ou seja, R$ 14,12 a menos. A situação, explica Guilherme Farid, diretor-executivo do Procon-SP, é bastante rara e serve de sinal de alerta para os consumidores e para as autoridades responsáveis.
Farid destaca a necessidade de maior atenção dos consumidores no momento de fazer as compras. “Procure, na medida do possível, realizar a substituição dos produtos que estão em alta por outros que estão em baixa e possuem o mesmo peso nutricional”, orienta.

O ideal é realizar a consulta de preços pela internet e ficar atento aos produtos com maior ou menor variação, dados trazidos pela pesquisa em questão. O cidadão que não confere nem consulta os preços em diferentes locais e diferentes estabelecimentos corre o risco de sair no prejuízo.

A cesta básica do Procon-SP é composta de 39 produtos, dos quais 27 apresentaram alta, nove caíram de preço e apenas tês mantiveram-se estáveis.

A variação dos produtos
Os itens que mais subiram de preço

Cebola: 31,7%
Desodorante spray: 6,8%
Salsicha avulsa: 6,3%
Queijo muçarela fatiado: 5,5%
Farinha de mandioca torrada: 4,9%

Os itens que mais caíram de preço

Papel higiênico: – 8,8%
Absorvente aderente: – 4,2%
Sabão em barra: – 1,65%
Frango desfiado inteiro: -1,6%

De acordo com o diretor-executivo, o maior problema é a inflação alta, que pressiona o preço dos produtos, enquanto o trabalhador não vê o salário aumentar. Essa disparidade resulta na situação atual, em que o salário mínimo não compra mais uma cesta básica.

A inflação oficial de maio, medida pelo IPCA, foi de 0,47% e acumulou 11,73% nos últimos 12 meses. Porém, a inflação da cesta básica subiu 27%, mais que o dobro.

Isso mostra a dificuldade das famílias de adquirir itens básicos de consumo, como alimentos, sabão e desodorante, por exemplo.

É o que relata Celina Leite da Silva. A diarista conta que tem tido dificuldade de manter as compras no mesmo padrão de antes, precisando cortar em quantidade alguns alimentos e produtos. “Deixar de comprar, a gente não deixa, porque não dá. Mas reduzir, a gente reduz, porque está muito caro. Por exemplo, R$ 20 por 1 kg de cenoura não tem condições”, afirma Celina.

Ela relata que até pesquisa preço e divide as compras em diferentes supermercados onde mora, na região da Cidade Ademar, na zona sul de São Paulo, mas que, no final das contas, não muda tanta coisa assim. Celina diz não se lembrar de um período tão ruim como este. “Ano passado também estava bem ruim, mas em 2022 parece até que piorou.”

Cenário
Para Guilherme Farid, o cenário macroeconômico não ajuda a enxergar boas perspectivas, justamente pela alta inflação, alta dos juros e pela situação internacional, que pressionam o preço do dólar e desvalorizam o real.

Outro ponto a ser observado são as eleições presidenciais que ocorrem neste ano e geralmente “criam um cenário de turbulência política e econômica, além de afetarem a estabilidade das instituições e do país”, conclui.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Ex-ministro e pastor ligado a Bolsonaro são presos pela PF em operação sobre ‘balcão’ do MEC

por Redação 22 de junho de 2022

Operação faz parte de investigação da atuação informal de pastores na liberação de verbas do Ministério da Educação. Ribeiro deixou comando do MEC após caso ser revelado.
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (22) uma operação que tem como alvos o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro e pastores suspeitos de montar um gabinete paralelo para liberação de verbas dentro do MEC.

A PF investiga Ribeiro por suposto favorecimento aos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura e a atuação informal deles na liberação de recursos do ministério. Há suspeita de cobrança de propina.

O inquérito foi aberto após o jornal “O Estado de S. Paulo” revelar, em março, a existência de um “gabinete paralelo” dentro do MEC controlado pelos pastores.

Dias depois, o jornal “Folha de S.Paulo” divulgou um áudio de uma reunião em que Ribeiro afirmou que, a pedido de Bolsonaro, repassava verbas para municípios indicados pelo pastor Gilmar Silva.

“Foi um pedido especial que o presidente da República fez para mim sobre a questão do [pastor] Gilmar”, disse o ministro no áudio.

“Porque a minha prioridade é atender primeiro os municípios que mais precisam e, segundo, atender a todos os que são amigos do pastor Gilmar”, complementou Ribeiro.

Após a revelação do áudio, Ribeiro deixou o comando do Ministério da Educação.

Em vídeo, o presidente Jair Bolsonaro chegou a dizer que botava “a cara no fogo” por Ribeiro.
O caso envolve suspeitas de corrupção. Prefeitos denunciaram pedidos de propina – em dinheiro e em ouro – em troca da liberação de recursos para os municípios. Milton Ribeiro disse que pediu apuração dessas denúncia à Controladoria-Geral da União.

Tráfico de influência
De acordo com apuração da TV Globo, a operação deflagrada nesta quarta investiga a prática de tráfico de influência e corrupção na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ligado ao Ministério da Educação.
Foram cumpridos cinco mandados de prisão e 13 de busca e apreensão nos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Projeto de lei que estabelece a organização de feiras públicas é enviado à Câmara

por Redação 21 de junho de 2022

A Prefeitura de Guarulhos enviou à Câmara Municipal um projeto de lei que define a organização e o funcionamento das feiras públicas do município. O documento foi elaborado em conjunto com o Sindicato dos Feirantes de Guarulhos, que apresentou nos últimos meses suas reivindicações e ideias de melhorias para o setor, que foram contempladas no projeto.

feiras públicas

A intenção é adequar aos tempos atuais a regulamentação das feiras livres por meio de uma única legislação, que determina diretrizes para feiras realizadas tanto em áreas públicas quanto nas particulares. A ação poderá gerar mais investimentos e oportunidades de emprego, uma vez que haverá mais feiras em locais privados e no período noturno, o que também representa um pedido dos consumidores.

Na última segunda-feira (20) representantes do sindicato da categoria e alguns feirantes se reuniram com o prefeito Guti, o secretário de Desenvolvimento Urbano, Carlos Soler, e o secretário de Governo, Edmilson Americano, para discutir o projeto e sanar dúvidas. Na ocasião também foi assinado o projeto enviado ao Legislativo.

“Nós só conseguimos saber o que é melhor pra vocês se ouvirmos suas reivindicações, por isso esse projeto foi construído em parceria. Quase 100% do que vocês pediram a gente conseguiu contemplar”, disse o prefeito Guti. Um ponto importante do documento é a permissão para participantes de feiras diurnas trabalharem também nas noturnas, a possibilidade de transferência da licença e de nomear preposto, além da retirada da tabela de preços.

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EconomiaGuarulhos

Governo inicia nesta sexta-feira pagamento do auxílio-gás de R$ 53

por Redação 17 de junho de 2022

Têm direito a mais esse benefício 5,68 milhões de famílias que recebem o mínimo de R$ 400 do Auxílio Brasil.
Nesta sexta-feira (17), o governo federal começa a pagar mais uma parcela do auxílio-gás, desta vez de R$ 53. Em junho, são beneficiadas 5,68 milhões de famílias que já recebem o mínimo de R$ 400 do Auxílio Brasil. O investimento do Ministério da Cidadania para os repasses neste mês é de R$ 301 milhões.

Os pagamentos serão realizados até o dia 30 de junho. Os primeiros a receber são os beneficiários com final 1 no NIS (Número de Identificação Social), de acordo com o calendário do Auxílio Brasil. Veja:

Calendário do Auxílio Brasil / Auxílio-gás em junho:
NIS 1 – 17/06
NIS 2 – 20/06
NIS 3 – 21/06
NIS 4 – 22/06
NIS 5 – 23/06
NIS 6 – 24/06
NIS 7 – 27/06
NIS 8 – 28/06
NIS 9 – 29/06
NIS 0 – 30/06

O auxílio-gás é um benefício concedido a cada dois meses, no valor correspondente a 50% da média do preço nacional do botijão de 13kg de gás liquefeito de petróleo (GLP). Para averiguação desse valor, a ANP publica em seu site, até o décimo dia útil de cada mês, o preço médio do gás, calculado com base nos seis meses anteriores.

Como funciona
Para receber o auxílio-gás, não é preciso fazer uma nova inscrição. As famílias são selecionadas pelo Ministério da Cidadania de acordo com os requisitos estabelecidos na lei que criou o programa, que são: estar com os dados atualizados no CadÚnico (Cadastro Único), ter renda per capita menor ou igual a meio salário mínimo e ser integrante do BPC (Benefício de Prestação Continuada).
Para o cálculo da renda mensal não são computados os benefícios do Auxílio Brasil, e o recebimento de outros auxílios não é impedimento para o auxílio-gás. O objetivo é contribuir para a segurança alimentar das famílias em condição de vulnerabilidade. Além disso, não é necessário prestar contas do recurso transferido.

“Esse complemento na renda de quem mais necessita é essencial para garantir um conforto a mais nesse período de transição econômica pós-pandemia”, diz o ministro da Cidadania, Ronaldo Bento.

Na divisão por regiões, o Nordeste é que mais tem beneficiários do auxílio-gás em junho de 2022. São 2,7 milhões de famílias e repasse de R$ 146 milhões. Na sequência aparecem as regiões Sudeste (1,8 milhão de contemplados), Norte (545 mil), Sul (356 mil) e Centro-Oeste (178 mil).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Procon Guarulhos multa empresa em R$ 1,1 milhão por desrespeito à lei consumerista

por Redação 14 de junho de 2022

O Procon Guarulhos aplicou uma multa de R$ 1.172.932,80 à empresa Facily por deixar de entregar os produtos adquiridos online pelos consumidores e não restituir os valores pagos, conforme previsto nos artigos 35 e 39 (inciso 5) do Código de Proteção e Defesa do Consumidor. A multa é passível de recurso administrativo. O órgão também oficiará o Ministério Público Estadual para apuração de eventual crime contra relação de consumo, bem como quanto à instauração de possível ação civil pública.

A empresa atua no e-commerce mediante plataforma de compras coletivas, comercializando produtos com preços mais baratos e atrativos. De janeiro de 2021 até maio deste ano o Procon Guarulhos registrou a abertura de 388 reclamações contra a Facily.

De acordo com o órgão, a empresa não comparece às audiências de conciliação designadas, o que poderá resultar em novas sanções administrativas. Outra irregularidade constatada é que o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) prestado pelo telefone 0800-023-0566 também não funciona adequadamente, pois não há atendimento humano, incorrendo em desrespeito ao artigo 5º do decreto-lei 11.034/2022.

“Não é admissível um número tão alto de reclamações atribuídas a uma mesma empresa, portanto, o consumidor deve ficar muito atento às supostas facilidades de sites que oferecem serviços de compras coletivas com preços abaixo do valor de mercado. O Procon Guarulhos está atento às irregularidades praticadas pelos maus fornecedores e agirá energicamente contra aqueles que não respeitam o Código de Defesa do Consumidor”, afirmou a coordenadora do Procon Guarulhos, Vera Tulher.

O órgão de defesa do consumidor orienta os consumidores que foram prejudicados a procurar imediatamente um de seus canais de atendimento com o número do pedido da compra e o comprovante de pagamento.

O Procon Guarulhos atende no telefone do Disque-Denúncia 151, pelo site procon.guarulhos.sp.gov.br e de forma presencial de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.

Endereços das unidades

Procon Central: rua Sete de Setembro, 164, Centro.

Procon São João: rua Mesquita, 161, Jardim São João – Telefone: 2408-4315.

Procon Pimentas: estrada do Capão Bonito, 53, Conjunto Marcos Freire (prédio do CIC) – Telefone: 2484-1070.

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BrasilEconomia

Moradores reduzem compras em feiras após preços triplicarem

por Redação 14 de junho de 2022

A salada de tomate e alface da Tatiane Araújo, 27, ficou pelo menos três vezes mais salgada nos últimos meses. Salada de fruta, por enquanto, nem fará parte da mesa. A jornalista, e demais moradores das periferias, tem sentido a diferença dos preços nas feiras livres em Barueri, na Grande São Paulo.

“Uma feira para 15 dias, numa casa para duas pessoas, eu gastava em torno de R$ 30 e trazia bastante variedade de legumes, frutas, verduras e temperos. Para fazer a mesma feira, hoje, eu ia precisar desembolsar R$ 70”, conta.
Para não mexer mais no orçamento apertado, ela passou a comprar produtos da estação e substituir alguns alimentos por outros similares. Além disso, cortou as frutas do carrinho. “Um mamão formosa estava custando R$ 32 a unidade”, diz.

Do outro lado da banca, a alta dos preços também impacta os feirantes. Welton Rodrigues de Oliveira, 34, morador de Americanópolis, zona sul de São Paulo, comenta sobre um aumento de 400% no preço do mamão formosa, e outras frutas como melancia, abacaxi e maçã, carros-chefe da banca em que trabalha.
“Estava pagando R$ 25 em uma caixa de mamão formosa ano passado. Hoje, nesta mesma época, tô pagando R$ 120”, declara.

Com mais de 20 anos na praça, ele garante que nunca viu cenário parecido. Para não repassar todo o valor para o consumidor, já chegou a ter perdas de 60%. “Só o que não subiu foi a minha mão de obra.”

Sem xepa
É também o caso do feirante Etelvino Germano, 44, morador de Pedreira, zona sul. Para manter os oito funcionários da banca, ele optou por reduzir a variedade e quantidade dos legumes.

Esse salto no valor fez com que os consumidores comprassem menos frutas para garantir outros produtos na sacola. “O pessoal fala que simplesmente deixa de comer porque vem com o mesmo dinheiro de antes, até porque o salário de ninguém aumentou”, acrescenta Welton.

“A gente procura trabalhar com o que está mais barato. O tomate, a cenoura, a abobrinha, a vagem e a mandioquinha estão quase sem condições de comprar. E o quiabo está oscilando um pouco”, explica.
Nem adianta andar por outras feiras, como relatou Tatiana, pois segundo os feirantes entrevistados pela Agência Mural o problema é geral e tem múltiplos fatores. Entre eles está o aumento no valor do combustível para transporte dos alimentos, encarecimento das embalagens e falta de chuvas em 2021, com queda na safra de 2022.

Inclusive, até a guerra entre Rússia e Ucrânia gerou impacto na importação dos fertilizantes usados na agricultura do Brasil.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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