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Economia

BrasilEconomia

Inflação e piora fiscal vão manter taxa de juros em patamar elevado por mais tempo

por Redação 13 de junho de 2022

O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) volta a se reunir na quarta-feira (15) para estabelecer o novo patamar da taxa básica de juros. A decisão, que pode representar o fim da trajetória de altas da Selic iniciada em março do ano passado, deve colocar os juros básicos em um nível que tende a persistir ao menos até o fim de 2022.

Atualmente em 12,75% ao ano, a taxa Selic deu um salto de 10,75 pontos percentuais em um período de 15 meses. A estratégia monetária adotada para conter a inflação, no entanto, ainda deve esbarrar nas atitudes fiscais e tornar mais permanente a trajetória de alta dos juros até o início do ciclo de queda.

Para o próximo encontro, há um consenso entre os integrantes do mercado financeiro de que a taxa Selic será elevada a 13,25% ao ano. A dúvida presente, no entanto, é se o ajuste vai encerrar o ciclo de alta dos juros ou se novas altas serão necessárias para conter o avanço dos preços. A última avaliação dos economistas consultados semanalmente pelo BC é que o nível persista ao menos até o fim deste ano.
Para 2023, a perspectiva atual dos analistas de mercado é que a Selic feche o ano em 9,75% ao ano. Adauto Lima, economista-chefe da Western Asset, vê a desaceleração da atividade com os juros mais altos como um dos fatores que devem manter a taxa estacionada por um logo período até o início da sequência de quedas no próximo ano.

“Quando o BC parar de elevar a Selic, ele vai manter a taxa alta por muito mais tempo, até ter sinais bem claros de uma convergência da inflação. Eu vejo a queda dos juros no ano que vem de uma forma mais gradual do que as previsões”, analisa Lima.
O diretor de Investimentos do Paraná Banco, André Malucelli, cita os índices inflacionários como essenciais para determinar o início da trajetória de queda da taxa básica de juros. “Seria oportuno as quedas iniciarem no final do primeiro semestre de 2023”, pontua.

Pedro Ramos, economista-chefe do Sicredi, também vê a inflação como um fator determinante para o próximo passo das taxas de juros, mesmo com a alta em ritmo menor dos preços apurado no mês de maio, ainda insuficiente para influenciar no veredito do Copom.

“Há um problema global que faz a inflação ficar alta. Durante os piores momentos da pandemia, os governos e BCs estimularam muito a economia e o consumo e tivemos também dificuldades para produzir”, recorda ele ao citar a redução da oferta como determinante para o índice de preços.

As avaliações levam em conta que a taxa Selic é o principal instrumento de política monetária para manter a inflação sob controle. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam novas alternativas de investimento.

Risco fiscal
Outro fator listado como determinante para os próximos passos da política monetária envolve os gastos do governo, a chamada política fiscal, também determinante para conter o avanço dos preços na economia.

Entre as incertezas no âmbito fiscal aparecem as incessantes tentativas do governo de conter a alta dos preços, consequentemente elevando as despesas públicas. Entre as ações aparecem as medidas expansionistas de cortar impostos, destinar auxílios e liberar os recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

A ausência da política fiscal em linha com as decisões do BC é vista por Lima, da Western Asset, como algo perigoso por aumentar o potencial de rombo nas contas públicas. “Você cria um desequilíbrio no Estado, que já é devedor devido ao aumento da inflação, que impacta na arrecadação”, alerta ele ao avaliar uma piora do cenário para os próximos anos. “Estamos nos endividando mais para as futuras gerações pagarem essa conta”, completa.

Na percepção de Ramos, do Sicredi, as medidas que elevam o consumo das famílias dificultam o controle da inflação. “Para o Banco Central, isso é ruim, porque um aumento de despesas em um momento de elevação das taxas de juros faz com que esse ciclo de alta seja mais persistente do que deveria se houvesse uma sincronização dessas duas políticas.”

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BrasilEconomia

Com a inflação, embalagens dos produtos encolhem nos supermercados

por Redação 13 de junho de 2022

Estratégia para reduzir custos e manter o preço dos produtos não é ilegal, mas há regras que as empresas devem seguir
O pacote de sabão em pó passou de 1 kg para 800 g, o biscoito de 200 g agora tem 160 g, a aveia perdeu 35 g, o molho de tomate foi reduzido de 150 g para 120 g e até a caixa de fósforos diminuiu de 240 unidades para 200.

Com a inflação, os brasileiros também estão se deparando com a mudança do tamanho dos produtos nos supermercados, mas sem a queda dos preços.
Embora não seja novidade, a prática chamada de “reduflação” é uma estratégia das empresas que reduz o tamanho do produto em vez de elevar os preços.

Dessa forma, o consumidor não tem a sensação de que os preços dos produtos, sobretudo dos alimentos, estão subindo tanto.

Porém, a redução da quantidade significa, na prática, a mesma coisa. O consumidor paga mais por menos produto.
Segundo o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), a presença de novas embalagens com diferentes quantidades é uma forma de driblar a lei, já que confunde as pessoas, que estão acostumadas a comprar os produtos e podem acabar não percebendo a diminuição do conteúdo das embalagens.

Apesar de a prática não ser ilegal, existem regras que as empresas devem seguir para que os consumidores não sejam lesados.

O Procon esclarece quais são as obrigações das empresas:

• Informar ao consumidor qual a quantidade que havia antes e qual há depois da alteração;

• Alertar para a mudança em local de rápida e fácil visualização, em negrito, caixa alta e em cor que contrasta com o resto da embalagem;

• Informar o tamanho da redução, tanto de forma percentual quanto de forma absoluta;

• Manter a informação sobre a mudança por pelo menos seis meses.

Se houver descumprimento dessas normas, o consumidor poderá denunciar a empresa aos órgãos responsáveis, como o Procon, o Senacom e o próprio Ministério da Justiça.

No caso, a empresa poderá ser punida por agir de má-fé e em “desconformidade com os princípios do dever à informação e transparência”, segundo o Procon.

Ainda que as empresas sigam essas regras, no entanto, a reduflação pode ser vista como “maquiagem do produto” e, conforme o Idec, utilizada para “não expor a própria imagem, ocultando o aumento do preço com a redução das embalagens”.

O Idec, em nota, se pronunciou sobre a reduflação e classificou a prática como uma forma de “driblar a lei”.

Outra estratégia utilizada pelas empresas é substituir ingredientes da receita por outros mais baratos, de forma a não repassar o aumento dos preços aos consumidores.

Um exemplo disso aconteceu com o leite condensado da Nestlé, que não diminuiu de tamanho, mas teve a fórmula alterada para “mistura láctea condensada”, com ingredientes mais baratos e de menor qualidade.

O caso causou espanto e críticas dos consumidores, e o assunto repercutiu nas redes sociais, sobretudo no Twitter.
A marca se pronunciou sobre a questão. “Os consumidores da Nestlé são plurais e a empresa se preocupa em desenvolver produtos que atendam às suas diversas necessidades. O Moça pra Toda a Família é uma alternativa ao leite condensado com menor desembolso para as famílias brasileiras que querem continuar preparando suas receitas sem abrir mão da segurança do resultado e da qualidade Nestlé”, afirmou a empresa em nota.

Outro item que tem chamado a atenção dos consumidores é o sabão em pó Omo, da Unilever, que teve redução na quantidade de produto. O pacote de 1 kg, agora, vem com 800 g de sabão, redução de 20%.

Em comunicado, a empresa afirmou que mudanças na apresentação dos produtos não são uma prática recorrente.

“Cada segmento de atuação da companhia segue sua estratégia de negócio, que pode envolver alterações que são pontuais para produtos específicos, sempre seguindo as normas estabelecidas pela legislação e as tendências de mercado”, disse a empresa.

A “reduflação” é comum em tempos de inflação alta, como o que é vivenciado pelos brasileiros em 2022.

Em maio, apesar de ter havido uma desaceleração, o IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial, foi de 0,47% e, nos últimos 12 meses, de 11,73%. No acumulado do ano, o índice chegou a 4,78%.

Nos últimos cinco anos, o consumidor brasileiro perdeu 30% do poder de compra, e isso pode ser visto nas reclamações em redes sociais sobre idas aos supermercados. São bastante comuns demonstrações de quantos produtos são comprados por R$ 100.

O ideal é que o consumidor fique atento quando for ao supermercado para fazer as compras, tanto no preço quanto na quantidade ofertada pelas empresas, para saber exatamente quanto está comprando e quanto está pagando.

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BrasilEconomia

Renda do brasileiro atinge o menor valor em nove anos, aponta IBGE

por Redação 10 de junho de 2022

No segundo ano da pandemia do novo coronavírus, o rendimento médio mensal real do brasileiro teve queda recorde de 5,1% em 2021, atingindo seu menor valor desde 2012. É o que aponta a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) – Rendimento de Todas as Fontes 2021, divulgada nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com a pandemia, o rendimento mensal médio real de todas as fontes caiu de R$ 2.386, em 2020, para R$ 2.265, em 2021. Esse é o menor valor registrado pela série histórica da Pnad Contínua, iniciada há nove anos. O rendimento já havia sofrido uma queda de 3,4% em 2020.
O rendimento médio mensal real domiciliar per capita, que já havia diminuído 4,3% em 2020, voltou a cair 6,9% em 2021, quando foi estimado em R$ 1.353, o menor valor da série histórica. A massa mensal de rendimento foi de aproximadamente R$ 216,7 bilhões, 3,1% menor que a estimada para 2020.
Já o rendimento médio mensal real habitualmente recebido de todos os trabalhos (calculado para as pessoas de 14 anos ou mais ocupadas na semana de referência) registrou redução de 6,1% em 2021 e foi estimado em R$ 2.476. Em 2020, havia atingido o maior valor da série (R$ 2.638).

A retração do rendimento médio é atribuída ao possível resultado da expansão da informalidade na ocupação.
Com isso, a desigualdade também aumentou. O rendimento mensal do 1% da população mais rica, que recebe em média R$ 15.940, é 38,4 vezes maior que a renda da metade da população mais pobre, que ganha R$ 415.

Outras fontes
Entre as categorias que compõem o rendimento proveniente de outras fontes, o item aposentadoria e pensão manteve a maior média em 2021 (R$ 1.959), mesmo com retração recorde de 5,3% no período.

Em todas as regiões, aposentadoria e pensão também representavam a categoria de maior valor, variando de R$ 1.564, no Norte, a R$ 2.212, no Centro-Oeste. Regionalmente, a perda de valor foi generalizada entre 2020 e 2021, com destaque para a redução de 9,7% no Centro-Oeste.

Os rendimentos provenientes de aluguel e arrendamento tiveram valor médio de R$ 1.814, aumento de 3,7% quando comparado ao estimado em 2020 (R$ 1.749). Em termos regionais, apenas na região Nordeste houve redução do valor médio do rendimento de aluguel e arrendamento no período (queda de 12,7%).

Pensão alimentícia, doação e mesada de não morador totalizavam, em média, R$ 667, valor 4,2% abaixo do estimado no ano anterior (R$ 696).

As regiões Norte e Nordeste apresentaram as maiores perdas nesse rendimento entre 2020 e 2021: 29,5% e 19%, respectivamente.

Emprego
Entre os fatores que ajudam a explicar a queda da massa de rendimentos do trabalho da população ocupada, entre 2020 e 2021, está a redução do rendimento médio de todos os trabalhos, que preponderou sobre o aumento da população ocupada no período.

Entretanto, a população ocupada cresceu 3,2%, passando de 84,7 milhões para 87,5 milhões de pessoas, o que não foi suficiente para recuperar as perdas ocorridas no início da pandemia, uma vez que em 2019 a população ocupada totalizava 92,8 milhões de pessoas.

Esse aumento de 2,8 milhões de pessoas na ocupação contribuiu para reduzir o rendimento médio do trabalho em 6,1%, o que se deve à entrada no mercado de trabalho de pessoas com menor remuneração, puxando a média do rendimento para baixo. No entanto, para justificar a queda da massa de rendimento no país entre 2020 e 2021, pesou mais a redução do rendimento médio que o aumento da ocupação.

No primeiro ano da pandemia de Covid-19, houve redução do peso do trabalho e aumento de outras fontes de rendimento. Mas, entre 2020 e 2021, o movimento foi oposto. A tendência de aumento da parcela correspondente ao rendimento do trabalho e de queda do peso do rendimento de outras fontes ocorreu em todas as regiões.

População
Em 2021, havia 212,7 milhões de pessoas residentes no país, ante 197,7 milhões em 2012. A região Sudeste concentrava a maior parte da população (42,1%), seguida das regiões Nordeste (27,1%), Sul (14,3%), Norte (8,7%) e Centro-Oeste (7,8%).

Programas sociais
Entre 2020 e 2021, houve redução do rendimento médio em todos os domicílios, mas com maior intensidade naqueles em que havia alguém recebendo algum programa social. Enquanto o rendimento domiciliar per capita dos domicílios beneficiários do Bolsa Família se desvalorizou em 10,8%, entre os domicílios não beneficiários a perda foi de 5,4%.

Domicílios em que alguém recebe outro programa social tiveram redução de 26,1% no rendimento médio, sobretudo pela redução do valor do auxílio emergencial, enquanto aqueles sem beneficiários tiveram perda de 10,3%. A redução do rendimento médio dos domicílios por recebimento do BPC-Loas foi menos discrepante: queda de 7,8% nos domicílios com beneficiários e de 6,9% naqueles sem beneficiários.

Devido à pandemia do novo coronavírus e à necessidade de distanciamento social, em 2020 o governo federal criou o auxílio emergencial, benefício destinado aos trabalhadores informais, MEIs (microempreendedores individuais), autônomos e desempregados.

Esse benefício estava presente em 15,4% dos domicílios do país em 2021, após totalizar 23,7% dos domicílios em 2020, redução que pode ser explicada por mudanças na concessão do auxílio realizadas com a flexibilização das medidas sanitárias.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Moradores do Jardim Adriana terão atendimento do Procon Itinerante neste sábado

por Redação 10 de junho de 2022

A população do Jardim Adriana contará no sábado (11) com o atendimento do furgão do Procon Itinerante em frente ao Centro de Referência da Assistência Social (Cras) Sítio dos Morros, à rua Samuel Libório de Ávila, 476. O veículo da Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor de Guarulhos funciona das 10h às 16h e oferece os mesmos serviços prestados nos postos do Procon Guarulhos.

Os moradores terão na unidade móvel serviços como desbloqueio da Nota Fiscal Paulista, informações, orientações e abertura de reclamações. Agentes do Procon Guarulhos também irão fiscalizar o comércio do local e verificar eventuais queixas de consumidores sobre estabelecimentos e empresas que desrespeitem o Código de Proteção e Defesa do Consumidor.

O Procon Guarulhos atende pelo site procon.guarulhos.sp.gov.br e pelo Disque-Denúncia 151.

Atendimentos presenciais

Procon Central: rua Sete de Setembro, 164, Centro.

Procon São João: rua Mesquita, 161, Jardim São João. Telefone: 2408-4315.

Procon Pimentas: estrada do Capão Bonito, 53, Conjunto Marcos Freire (prédio do CIC). Telefone: 2484-1070.

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BrasilEconomia

Em um ano, cesta básica sobe 17% e fica R$ 115 mais cara nos supermercados

por Redação 10 de junho de 2022

A cesta básica subiu R$ 115,05 nos últimos 12 meses nos supermercados e chegou ao valor médio de R$ 758,72, segundo a pesquisa da Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Os itens acumulam alta de 17,87% no período. Já nos primeiros meses do ano — janeiro, fevereiro, março e abril —, a elevação nos preços foi de 8,31%.

Nesta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro pediu aos donos de supermercados e empresários da cadeia de abastecimento que reduzam o lucro dos produtos que fazem parte da cesta básica dos brasileiros.
Bolsonaro citou óleo de soja, ovos, leite, açúcar e café como os vilões do aumento da cesta básica, durante evento da Abras, em que ele falou por videoconferência, diretamente dos Estados Unidos, onde participa da Cúpula das Américas. Já o ministro Paulo Guedes defendeu a tese de que a tabela de preços de alimentos básicos seja reajustada pelos empresários apenas em 2023.

A inflação desacelerou nos últimos dois meses, mas ainda se mantém em dois digítos (11,73%). Apesar do aumento nos preços, o consumo no primeiro quadrimestre de 2022 acumula alta de 2,50%. Em abril, o indicador registrou aumento de 4,20% em comparação a março. Já na comparação ao mesmo mês de 2021 o crescimento registrado foi de 7,37%.

Segundo a associação, os recursos injetados na economia, como o saque extraordinário do FGTS e a antecipação do 13º salário têm ajudado a manter o consumo das famílias aquecido. A criação de 770,6 mil vagas de emprego nos primeiros quatro meses do ano também colaborou.
“Os recursos injetados na economia e a manutenção do Auxílio Brasil estão sustentando o consumo nos lares diante de um cenário de elevada e persistente inflação, que impacta diretamente a cesta de alimentos”, afirma o vice-presidente da Abras, Marcio Milan.

Aumento de preços
A associação afirma que a alta da cesta básica é decorrente dos elevados custos de produção nas cadeias produtivas do setor. A guerra na Ucrânia e os lockdowns na China contribuíram para o aumento do preço das commodities (matérias-primas com cotação internacional). O frete também ficou mais caro, por conta do diesel, que subiu 52,2% nos últimos 12 meses.

Os itens da cesta registram alta mensal em abril de 3,04%. Entre os alimentos que tiveram aumento mais expressivo nos supermercados no primeiro quadrimestre de 2022 estão o óleo de soja (20,38%), leite longa vida (22,35%), feijão (19,71%), farinha de trigo (15,45%), café torrado e moído (13,22%), margarina (6,54%), arroz (2,32%) e açúcar (1,39%).
As proteínas com maior aumento em abril foram os cortes bovinos traseiro (5,72%) e dianteiro (4,95%). O frango e o pernil, produtos substitutos da carne bovina, registraram queda de 0,27% e 5,59%, respectivamente. Mas ovo subiu 11,32% no período.

Na categoria de higiene e beleza, os produtos com maior variação nos preços foram: sabonete (+10,19%), creme dental (+4,51%), xampu (+4,43%) e papel higiênico (+4,14%). Na categoria limpeza as maiores variações foram puxadas por sabão em pó (+8,09%), detergente líquido para roupas (+4,21%), desinfetante (+3,19%), água sanitária (+2,66%).

Preço da cesta por região
O Sudeste teve a maior variação no preço médio da cesta (3,59%), que passou de R$ 722,14 em março para R$ 748,05 em abril. Em 12 meses, a região registra variação no preço de 20,10%.

Em seguida, com o segundo maior aumento está o Sul, que teve alta mensal de 3,44%. A região tem a cesta básica mais cara do país, R$ 842,49. No mês anterior, o preço dos mesmos alimentos era R$ 814,48. Nos últimos 12 meses, o aumento acumulado é de 21,22%.

No Nordeste, o valor da cesta passou de R$ 665,66 em março para R$ 681,36 em abril. A variação mensal foi de 2,36%. No último ano, o aumento é de 19,58%.
Já no Centro-Oeste o crescimento de preço em abril foi de 3,21% e o valor da cesta chegou a R$ 694,02; no mês anterior custava R$ 672,41. A variação anual é de 15,30% na região.

A região Norte tem o menor aumento em um ano (13,57%). Em abril, a cesta passou a custar R$ 827,68, variação de 2,57% em relação a março, quando o preço dos alimentos somava R$ 806,98.

A cesta Abrasmercado é composta de 35 produtos de grande consumo como alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza.

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EconomiaGuarulhos

Prefeito Guti aumenta em R$ 13 milhões pagamento a empresas que cuidam do lixo em Guarulhos

por Redação 9 de junho de 2022

Menos de 15 dias após iniciar a cobrança da taxa do lixo, onerando ainda mais o salário de muitos guarulhenses, o prefeito Guti aumentou em R$ 13 milhões o pagamento a duas empresa que cuidam da coleta e armazenamento dos resíduos em Guarulhos.
Segundo publicado no Diário Oficial desta terça (8), o Consórcio Limpa Guarulhos, responsável pela coleta e transporte do lixo terá aumento de mais de R$ 11 milhões no valor recebido da prefeitura. O contrato, que foi renovado por mais um ano, saltou de R$ 74,1milhões para R$ 85,6 milhões e terá validade até 11 de junho de 2023.
O aumento e renovação do contrato ocorre mesmo em meio a uma disputa judicial que tem consórcio. Conforme e Justiça, a licitação que possibilitou a entrada da empresa na cidade tem indícios de favorecimento. No entanto, a situação não foi impedimento para o prefeito Guti repassar mais dinheiro e ainda aumentar o tempo de prestação de serviço.
Já a CDR Pedreira, que recebe o lixo da cidade desde o final de 2018, teve aumento de aproximadamente R$ 2 milhões no contrato que passou a ser R$ 27,5 milhões com vigência não definida.
Até o momento, a CDR já recebeu aproximadamente R$ 100 milhões dos cofres municipais com a prestação do serviço.
Enquanto isso, o aterro sanitário municipal continua parado. Desde o desabamento de parte de uma célula em 28 de dezembro de 2018, nenhuma nova medida foi tomada no sentido de solucionar o problema e retomar as atividades no local.

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Economia

Fome chega a 14 milhões de novos brasileiros em um ano

por Redação 8 de junho de 2022

Cerca de 15,5% da população, o equivalente a 33,1 milhões de pessoas, enfrenta insegurança alimentar no Brasil, diz Vigisan.

A insegurança alimentar ganhou novas formas com a pandemia de Covid-19. No intervalo de um ano, o número de brasileiros que passam fome saltou 73,3%, de 19,1 milhões para 33,1 milhões, segundo dados apresentados pela segunda edição da pesquisa Vigisan.

O estudo revela a maior proporção das famílias com renda inferior a um salário mínimo em situação grave de insegurança alimentar, especialmente entre aquelas que recebem até 25% do salário mínimo per capta, o equivalente a R$ 303. Entre elas, 43% convivem com a fome, o dobro do percentual apurado ao fim de 2020.
A situação também é grave entre os lares afetados pelo desemprego, assim como naquelas famílias que recorreram ao endividamento, à venda de bens e ao corte de despesas essenciais ou não essenciais, ou ainda nas famílias em que alguém teve que abandonar os estudos.
Conforme o levantamento, 14,3% dos domicílios tinham pelo menos um morador em busca de emprego, e em 8,2% dos lares a pessoa responsável pela família estava desempregada no período de coleta da pesquisa.

De acordo com os pesquisadores, as evidências “revelam um preocupante agravamento da insegurança alimentar em um contingente expressivo da população brasileira, iniciado pela crise econômica e desestruturação de políticas públicas nacionais, desde 2016, e acentuado pela pandemia de Covid-19, que continuava a se propagar”.
Diante da crise sanitária que assolou o país a partir dos primeiros meses de 2020, o agravamento da situação de insegurança alimentar é citado como fruto das dificuldades de recomposição das rendas do trabalho em emprego formal ou informal, da retomada de negócios e de atividades produtivas, em particular no meio rural.

O estudo cita ainda a persistência de “opções governamentais negligentes, pautadas pelo falso dilema entre economia e saúde”, como um dos agravantes para a evolução da fome no Brasil ao longo do último ano.

Norte
Na análise entre as regiões, as situações mais delicadas são encontradas no Norte e no Nordeste, que têm, respectivamente, 25,7% e 21% da população em situação de insegurança alimentar grave. Nas regiões Sul (9,9%), Sudeste (13,1%) e Centro-Oeste (11,7%), o nível não alcança os 15%, média nacional.

“Embora os números indiquem a precarização das condições alimentares para o conjunto do país, os traços do empobrecimento e das estratégias de sobrevivência das famílias se manifestam desigualmente entre as regiões”, destaca a pesquisa.

O agravamento da situação é também assolador quanto às famílias afetadas pela combinação de falta de alimentos e insegurança hídrica, sem elementos mais vitais da existência humana. Segundo o estudo, 42% dos lares que enfrentam a situação estão também sujeitos à fome.

A pesquisa, intitulada Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, foi coordenada pela Rede Penssan (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutriciona) e executada pelo Instituto Vox Populi.
Fonte Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Auxílio de R$ 300 para gasolina: descubra quem tem direito a receber

por Redação 6 de junho de 2022

A gasolina no Brasil está mais alta que nunca nos dias atuais. O aumento no preço de todos os combustíveis no país foi histórico e acabou pegando muitos trabalhadores de surpresa, inclusive, pessoas que precisam de seus veículos para se locomover até o trabalho ou até mesmo para deslocar a família de um lugar para outro quando necessário.

Veja também: Auxílio Gasolina: Quando será liberado o benefício de até R$ 300 a motoristas?

Muitas pessoas que veem o seus orçamentos ficando cada vez mais apertados, temem não conseguir pagar o preço atual da gasolina para que fosse possível manter os compromissos do mês.

Algumas delas estão chegando ao ponto de se deslocar pela cidade a pé, mas felizmente uma pequena ajuda do governo pode garantir que a situação não se torne rotina para todo mundo. Mas que novo benefício é esse?
Trata-se de uma medida tomada pelo governo que visa ajudar as pessoas com um auxílio voltado exclusivamente para a compra da gasolina nos postos de combustível do nosso país. O nome do benefício é Auxílio Gasolina e já teve a sua aprovação no Senado.

A ideia é pagar R$ 300 às pessoas que trabalham com táxi, mototáxi e transporte de aplicativos que estejam em situação de baixa renda.

Assim que a lei for sancionada, ela vai poder passar a valer ainda em outubro desse ano. A pressa é justamente para tentar apagar o incêndio que o preço alto causou nesse setor onde os trabalhadores necessitam do veículo, uma vez que, sem ter acesso a esse auxilio, boa parte do salário do profissional tem ficado nos postos de gasolina.

O projeto de lei em questão é o 1472/21, que terá o orçamento limitado a R$ 3 bilhões. Ele vai atender especificamente àqueles que já fazem parte do programa Auxilio Brasil, pois é assim que o governo vai conseguir identificar quem são os mais necessitados.

Não é à toa que vão existir regras bem rígidas para que esse valor possa ser recebido como, por exemplo, ter uma renda per capita de no máximo R$ 2.424. Em outras palavras, até dois salários mínimos.

Como já mencionado, o foco especial estará sobre os motoristas de aplicativos, de vans escolares, caminheiros e também os taxistas. Ele poderão receber a quantia, que não foi escolhida de forma definitiva, mensalmente.
O governo pretende fazer uma reavaliação do valor do auxílio a cada seis meses, buscando estar sempre alinhando o benefício ao preço da gasolina nas bombas de combustível, já que o que realmente está prejudicando as pessoas no momento é o preço final que chega até o consumidor.

Mas por enquanto as pessoas terão de esperar, pois o projeto ainda segue em análise na Câmara dos Deputados. No melhor dos cenários, se a previsão de começar em outubro realmente se concretizar, ainda lhes resta mais quatro meses de espera.

Fonte Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Etanol é mais vantajoso que a gasolina em GO, MT, MG e SP

por Redação 4 de junho de 2022

Os critérios consideram que o combustível, por ter menor poder calorífico, tenha preço limite de 70% do derivado de petróleo
Em uma semana, o número de estados em que o etanol é mais competitivo do que a gasolina aumentou de dois para quatro. Agora, a paridade é positiva para o etanol em Minas Gerais e São Paulo, assim como em Goiás e Mato Grosso, já favoráveis ao biocombustível na semana passada.

É o que mostra levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Os critérios consideram que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.
Em Goiás, a paridade é de 66,76%; em Mato Grosso, de 69,44%; em Minas Gerais, de 69,92%; e em São Paulo, de 69,14%.

Na média dos postos pesquisados no país, o etanol está com paridade de 70,42% ante a gasolina, portanto ligeiramente menos favorável do que o derivado do petróleo.

Executivos do setor afirmam que o etanol pode ser competitivo com paridade maior do que 70% a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.
Recuo de preço
O preço médio do etanol hidratado caiu em 19 estados nesta semana, de acordo com a ANP. Em sete estados e no Distrito Federal, o biocombustível se valorizou. Nos postos pesquisados pela ANP em todo o país, o preço médio do etanol recuou 1,99% na semana em relação à anterior, de R$ 5,186 para R$ 5,083 o litro.

Em São Paulo, o principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média caiu 2,72%, ficando em R$ 4,765 o litro. Goiás foi a unidade da federação com o maior recuo percentual de preço na semana, de 2,96%, para R$ 4,951 o litro.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 4,07 o litro, em São Paulo, e o menor preço médio estadual, de R$ 4,765, foi registrado também em São Paulo. O maior preço médio estadual, de R$ 6,524, foi observado no Rio Grande do Sul.

Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no país caiu 8,23%. O estado com maior baixa no período foi São Paulo, com 10,90% de desvalorização mensal do etanol.

Fonte Com informações da Agência Estado

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EconomiaGuarulhos

Inadimplência atinge 6,1 milhões de empresas, diz Serasa Experian

por Redação 31 de maio de 2022

Dentre os negócios com o nome no vermelho, 52,5% pertencem ao setor de Serviços
São Paulo, 31 de maio de 2022 – O Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian revelou que, em abril, o número de inadimplentes registrados foi de 6,1 milhões no país. De acordo com os dados do índice, o setor de Serviços foi o mais afetado, com 52,5% do total. As empresas da área de Comércio equivalem a 38,3%, as Indústrias a 7,9%, e o setor Primário corresponde a apenas 0,9%. Confira no gráfico abaixo a oscilação dos números gerais: 

Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o alto nível de inadimplência no Brasil é uma movimentação que deve continuar sendo observada ao longo do ano. “Enquanto a instabilidade econômica perdurar, os empreendedores continuarão encontrando dificuldades para sair do vermelho, já que precisam lidar com o encarecimento dos insumos e do crédito. Outro fator que potencializa esse cenário desafiador é o abalo da confiança financeira do consumidor, que segue mantendo o consumo por necessidade como principal critério para fechar as contas no fim do mês”.

5,5 milhões de empresas inadimplentes são de micro e pequeno porte

As MPEs representam a maior parcela de empresas negativadas no país em abril deste ano (5.518.707). Frente ao mesmo mês de 2021, houve um aumento de 0,7% impulsionado pelo setor de Serviços, que cresceu 2,8%, enquanto os segmentos de Comércio e Indústrias marcaram quedas de 1,3% e 1,6%, respectivamente. “As empresas de portes menores têm sofrido mais financeiramente, pois possuem um fluxo de caixa naturalmente ameno e, com isso, mesmo com as linhas de crédito facilitadas pelo Pronampe, levam mais tempo para se recuperar economicamente”, explica Rabi.

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