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Categoria:

Economia

EconomiaBrasil

Com valor recorde, Bolsa Família começa a ser pago nesta quinta-feira

por Redação 18 de maio de 2023

A Caixa começa a liberar nesta quinta-feira (18) o pagamento de maio do programa Bolsa Família. Com valor total do repasse mensal de R$ 14,2 bilhões, o maior da história, o benefício vai contemplar 21,2 milhões de famílias. Recebem hoje os beneficiários com final 1 do NIS (Número de Inscrição Social), conforme calendário escalonado, que vai até o dia 31 (veja datas abaixo).

O valor mínimo pago às famílias é R$ 600, e aquelas que têm crianças de até 6 anos recebem, para cada uma, um adicional de R$ 150. Em junho, haverá ainda o adicional de R$ 50 para cada integrante da família com idade entre 7 e 18 anos incompletos e para gestantes, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social.

As famílias que recebem seu benefício pelo Caixa Tem, em conta poupança social digital, podem movimentar os recursos pelo aplicativo.

Os beneficiários também podem utilizar o cartão do programa para realizar compras nos estabelecimentos comerciais por meio da função de débito e realizar saques nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas, além das agências da Caixa.

Confira o calendário de maio
18 de maio – NIS 1
19 de maio – NIS 2
22 de maio– NIS 3
23 de maio – NIS 4
24 de maio – NIS 5
25 de maio – NIS 6
26 de maio – NIS 7
29 de maio – NIS 8
30 de maio – NIS 9
31 de maio – NIS 0

Quem tem direito ao Bolsa Família?
Para ter direito ao Bolsa Família, a principal regra é que a renda de cada pessoa da família seja de, no máximo, R$ 218 por mês. Ou seja, se um integrante da família recebe um salário mínimo (R$ 1.320), e nessa família há sete pessoas, a renda de cada um é de R$ 188. Como está abaixo do limite de R$ 218 por pessoa, essa família tem o direito de receber o benefício.

Além disso, para permanecer no programa, é exigida a frequência escolar para crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos das famílias beneficiárias, o acompanhamento pré-natal para gestantes, o acompanhamento nutricional das crianças até 6 anos e a manutenção do caderno de vacinação atualizado.

A família elegível precisa estar inscrita no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal), com os dados corretos e atualizados, além de atender aos critérios.

Pente-fino
O programa, que estava com o nome de Auxílio Brasil no governo anterior, voltou a ser chamado de Bolsa Família. O pagamento do adicional de R$ 150 começou em março, após o governo fazer um pente-fino no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), para eliminar fraudes.

Como consultar o benefício

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Também é possível acompanhar as principais informações sobre o benefício pelo aplicativo do programa.

Há outros dois canais de atendimento: o número 121, do Ministério da Cidadania, que reúne informações e é a central para denúncias; e o número 111, que é o canal de Atendimento ao Cidadão da Caixa Econômica Federal, e congrega informações sobre o cartão e o saque do benefício.

Fonte: r7

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Economia

Gasolina deve chegar a R$ 5,05 nos postos, com redução nas refinarias a partir de hoje

por Redação 17 de maio de 2023

O litro da gasolina fica R$ 0,40 mais barato nas refinarias a partir desta quarta-feira (17). A redução é de 12,6%. O anúncio foi feito pela Petrobras, após a divulgação de mudança na política de preços. A queda no diesel é de R$ 0,44 (-12,8%). No GLP, o gás de cozinha, a baixa foi de R$ 8,97 no botijão de 13 kg (-21,3%). Mas a redução não é repassada de imediato ao consumidor.

A estimativa, segundo analistas, é que, nos próximos dias, o preço da gasolina nas bombas tenha queda de até 8% (R$ 0,44), em média. Ou seja, passará dos atuais R$ 5,49 por litro, segundo levantamento da ANP, para R$ 5,05. Já o botijão de gás deve recuar até 15%, de R$ 108,84 para R$ 92,50 em média (R$ 16,34).

Com isso, o alívio no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial, será de 0,3 ponto percentual em maio e 0,3 em junho. Mas a trégua no bolso do consumidor pode acabar em julho, com o reajuste das alíquotas do ICMS sobre a gasolina e etanol anidro. De acordo com economistas, a redução não altera a previsão da inflação do ano de 2023, prevista em torno de 6,2%.

“Vai ser uma baita contribuição para segurar a inflação nesses dois meses. Em julho, a gente não pode esquecer que tem um novo aumento da gasolina pelo nivelamento do ICMS, que terá um reajuste em todos os estados e esse aumento pode ser na casa de 10% a 12%”, afirma o economista André Braz, coordenador dos Índices de Preços do FGB/Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

Embora o GLP tenha a maior redução, ele compromete 1,3% do orçamento familiar. “Então digamos que no consumidor chegue a uma queda de aproximadamente 15%. Isso significa que o IPCA dos próximos 30 dias vai ser impactado mais ou menos em 0,17 ponto percentual. Só que esse 0,17 é só por conta do GLP, metade disso fica no mês de maio, e metade no mês de junho”, explica.

A mesma coisa vale para a gasolina, só que o impacto dela é muito maior, porque compromente cerca de 5% do orçamento familiar. “Na refinaria, o preço caiu 12,6%, na bomba deve chegar a uma queda de 8%. Isso vai gerar um impacto no IPCA de 0,40 ponto percentual. Desse índice, 0,20 fica no mês de maio e 0,20 em junho. Então esses impactos serão divididos”, diz.

Já o diesel tem peso muito pequeno no orçamento familiar. Ele compromete cerca de 0,3% do orçamento. Mas é um combustível que influencia o preço do frete, do transporte público urbano e das máquinas na agricultura. “O efeito dele não vai ser percebido na inflação neste mês ou no próximo. O efeito dele é mais espalhado. Mas pode ser tão importante como o da gasolina.”

No entanto, uma parte dessa queda pode voltar em julho por causa do impacto do reajuste do ICMS. “Então isso não altera a expectativa de inflação para o fim do ano, porque ela cai agora e volta a subir em julho. Isso meio que neutraliza esse efeito. Por isso, a gente mantém uma estimativa de IPCA em torno de 6,2% no fim de 2023”, ressalta Braz.

Para o economista Bruno Imaizumi, da LCA Consultores, a volta do ICMS também deverá neutralizar a redução de preços da Petrobras. Ele avalia um impacto de 0,4 ponto percentual na inflação com o recuo dos combustíveis.

“A gente vai começar a observar os efeitos no IPCA de maio. Só que tem uma perspectiva de volta de ICMS. Então não vai ver um impacto tão grande no IPCA. Hoje a LCA prevê uma inflação de 6% para 2023. E essa medida, na verdade, fez com que a gente adotasse um viés de baixa para esse IPCA de 6%”, afirma.

Mudança na política de preços
O anúncio de redução no preço dos combustíveis ocorreu horas depois de a Petrobras alterar sua política de preços. Com a decisão, a companhia abandona o PPI (Preço de Paridade de Importação) como base principal para os reajustes. A medida atrelava os valores dos combustíveis ao mercado internacional de petróleo.

O PPI tinha o objetivo de evitar que as substâncias tivessem baixa nos valores de forma artificial — ou seja, que os preços ficassem menores sem que o barril de petróleo em todo o mundo tivesse redução também.

A ferramenta estava em vigor desde 2016. Naquele ano, ela foi implementada pelo chefe da estatal indicado por Michel Temer, o então presidente da República.

Logo no primeiro ano, mudanças foram estabelecidas, e foi definido que os reajustes poderiam acontecer diariamente.

“Os ajustes que vinham sendo praticados, desde o anúncio da nova política, em outubro de 2016, não têm sido suficientes para acompanhar a volatilidade crescente da taxa de câmbio e das cotações de petróleo e derivados”, disse a Petrobras ao alterar a recém-anunciada política de preços.

Por mais que o PPI agradasse à maior parte do mercado e dos analistas, ele foi alvo de críticas de Jair Bolsonaro e Lula da Silva.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Senadores querem ouvir presidente da Petrobras sobre mudança na política de preços da estatal

por Redação 16 de maio de 2023

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, deve ir à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para explicar o fim da paridade dos preços do petróleo com o dólar e o mercado internacional (veja evolução abaixo). A medida foi anunciada pela estatal nesta terça-feira (16). A audiência pública não teve data definida.

O requerimento foi proposto pelo senador Alessandro Vieira (PSDB-SE). Segundo ele, nenhuma empresa pode funcionar nem à base de preços excessivos, que arrochem o consumidor, muito menos com preços subdimensionados, que destruam a companhia. “O Brasil já vivenciou os dois extremos. O que queremos é confirmar que a intenção da Petrobras agora é funcionar como uma empresa eficiente e qualificada”, afirmou o parlamentar.

A política de preço de paridade internacional (PPI) estava vigente havia mais de seis anos. Com a mudança, a Petrobras deixa de ter referências externas como base principal para os reajustes. A medida atrelava os valores dos combustíveis ao mercado internacional de petróleo.

Dessa forma, a gasolina ficará R$ 0,40 por litro mais barata nas refinarias a partir desta quarta-feira (17). A redução é de 12,6%. Por sua vez, a queda no diesel será de R$ 0,44 por litro (-12,8%). No gás de cozinha, a diminuição é de R$ 8,97 por botijão de 13 kg (-21,3%).

O senador Sergio Moro (União-PR) afirmou que foi “surpreendido” pelo anúncio da Petrobras, mas ressaltou que o convite a Prates para ir à comissão não tem caráter “punitivo”.

“É uma audiência informativa, e a CAE precisa se informar sobre a política econômica do país. Não coloco essa audiência como alguma medida punitiva. Pelo contrário, apenas informativa”, afirmou.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Lula quer preservar salário mínimo e Bolsa Família em texto da nova regra fiscal

por Redação 16 de maio de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu, na manhã desta segunda-feira (15), com ministros e líderes do governo no Congresso Nacional para discutir a nova proposta de regra fiscal para as contas do país e definiu que eventuais cortes de gastos por não cumprimento da norma não devem atingir o salário mínimo nem o Bolsa Família.

O relator da proposta na Câmara, o deputado Cláudio Cajado (PP-BA), deve incluir no parecer dele uma série de dispositivos para que o governo federal seja impedido de ampliar os gastos ou receba algum tipo de sanção caso não respeite os objetivos econômicos que forem estabelecidos para cada ano. A ideia desses gatilhos é impedir o Executivo de ampliar as despesas caso não atinja a meta de redução do déficit público.

Lula concorda com a criação dos dispositivos e sinalizou que aceita abrir mão de aumentar o salário de servidores públicos do Executivo ou realizar novos concursos públicos caso as metas não sejam alcançadas. O presidente, contudo, quer evitar que os gatilhos impeçam o reajuste do salário mínimo acima da inflação e a recomposição dos valores pagos aos beneficiários do Bolsa Família.

De acordo com o chefe do Executivo, é preciso preservar medidas que possam auxiliar o país a combater a pobreza extrema e possibilitar a expansão da economia. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o presidente está “preocupado com a política de valorização do salário mínimo” e quer garantir aumento real mesmo em meio às mudanças do texto das novas regras fiscais. “Ele está a par dos detalhes em aberto e deu orientações.”

A previsão de resultado primário do governo para 2024 é zerar o déficit público. O resultado primário é obtido a partir da diferença entre o que é arrecadado e o que é gasto pelo governo, excluída a parcela referente aos juros da dívida pública. A meta será avaliada segundo uma margem de tolerância. Para que o governo cumpra a meta, o resultado pode ser 0,25% inferior ou 0,25% superior ao valor definido inicialmente.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Presidente do Ibama diz que vai decidir neste mês sobre exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas

por Redação 16 de maio de 2023

O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, afirmou ao R7 que ainda neste mês vai dar a resposta final sobre o pedido da Petrobras para explorar petróleo e gás natural na foz do Rio Amazonas. Segundo ele, caso a solicitação seja negada, a empresa pode reapresentar o pedido de licenciamento.

O impasse envolve os ministros Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima) e Alexandre Silveira (Minas e Energia), que abarcam em suas pastas o Ibama e a Petrobras, respectivamente.

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), afirmou que Lula vai mediar o conflito e que o presidente tem discutido o assunto diretamente com ele e com o governador do Amapá, estados que abrangem a área cobiçada pela Petrobras para a exploração.

“Lula disse que haverá de mediar o assunto com os ministérios de Minas e Energia e Meio Ambiente. Os governadores do Pará e do Amapá estão abordando assunto com o presidente da República”, afirmou Barbalho em evento do Esfera Brasil.

Relatórios do Ibama trazem o histórico da tentativa de licenciamento da área, conhecida como Bloco FZA-M-59. O processo foi iniciado em 2014, quando a concessão da área era administrada pela britânica BP em parceria com a Petrobras.

O bloco era um dos 12 localizados na foz do Rio Amazonas e que foram concedidos à exploração na época. Até hoje, no entanto, nenhum deles obteve licença de operação para a perfuração de poços. O Ibama apontou em outros relatórios iniciais pendências nos planos das empresas interessadas.

Em 2021, a empresa britânica desistiu da concessão do FZA-M-59 e a Petrobras assumiu o negócio por inteiro. Desde setembro de 2021, a companhia tem manifestado interesse no licenciamento, mas o Ibama vem reforçando que existem pendências.

O R7 teve acesso a um dos relatórios produzidos pelo instituto, que pede para que o caso seja arquivado. O texto fala em “inconsistências identificadas sucessivamente” e “limitações técnicas e logísticas envolvidas nas operações” e pede “avaliações mais amplas e aprofundadas”.

Segundo o documento, os países vizinhos ao Brasil serão diretamente afetados em caso de vazamento de óleo. “A deriva do óleo para pequenos e médios vazamentos atingiria as águas fora do território brasileiro em até 10 horas e, em 15 horas, no caso de um grande vazamento”, diz trecho. “Esses tempos tão diminutos expõem a necessidade de uma organização internacional para atendimento à resposta transfronteiriça”, completa o documento.

Reuniões
O presidente do Ibama conversou por telefone com o ministro de Minas e Energia no final de abril. “Ele me ligou para saber como estava o processo de licenciamento. Foi uma conversa bastante tranquila”, contou Agostinho à reportagem.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, discutiu a questão com o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, em 30 de março. Dias antes, em entrevista a um portal de notícias, Marina afirmou que a estatal deveria parar de explorar petróleo e que está olhando para esse desafio na foz do Rio Amazonas do mesmo jeito que olhou para Belo Monte.

“O que eu posso antecipar é que temos instrumentos para trabalhar que já estão colocados como parte da realidade de um empreendimento altamente complexo e de alto impacto. Não pode ser um licenciamento puramente pontual, é preciso fazer uma avaliação ambiental estratégica e trazer para a mesa todos os elementos, as implicações de um projeto como esse”, afirmou Marina.

“A minha opinião pessoal é de que a Petrobras não pode continuar como uma empresa de exploração de petróleo. Ela tem que ser uma empresa de energia que vai usar inclusive o dinheiro do petróleo para fazer essa transição, para deixar essa fonte que é altamente impactante para o equilíbrio do planeta”, defendeu a ministra.

A Usina de Belo Monte, próxima ao município de Altamira (PA), foi o motivo de um dos atritos que Marina teve com os colegas na época em que chefiou a pasta do Meio Ambiente no segundo mandato de Lula, em 2008, e que resultou na saída da ministra.

Governo recebe alerta
Representantes de 80 organizações da sociedade civil alertaram diversos órgãos e entidades do governo federal para que não seja emitida a licença de extração e petróleo enquanto não for realizada uma avaliação ambiental estratégica

Esse bloco é a porta de entrada de um projeto mais amplo, que pretende expandir a exploração e produção de petróleo e gás natural em toda a margem equatorial brasileira, argumentam as organizações. “A abertura é uma ameaça a esses ecossistemas e, também, é incoerente com os compromissos assumidos pelo governo brasileiro perante a população brasileira e a comunidade global”, afirmam.

O ofício foi encaminhado aos ministérios de Minas e Energia, Relações Exteriores, Pesca e Agricultura, Povos Indígenas, Meio Ambiente e Mudança do Clima, Ibama, Petrobras, entre outros. O documento é assinado por diversas entidades, como GreenPeace Brasil, Observatório do Clima e WWF-Brasil.

Com o projeto de extração, o Observatório do Clima alega que o setor petrolífero avalia a região com maior volume potencial de reservas, podendo atingir 14 bilhões de barris de petróleo, e por isso pede o arquivamento do caso.

“A sua exploração, além de afetar o ecossistema, contribui com as mudanças climáticas, aumentando as emissões de gases de efeito estufa e outros poluentes, desviando investimentos de fontes renováveis de energia para campos de petróleo que, possivelmente, deverão ser desativados com o aumento dos preços de carbono e dos compromissos climáticos”, argumentam as entidades.

Foz do Rio Amazonas
Na internet, o Observatório do Clima informa que a região da Costa Amazônica abrange 80% da cobertura de manguezais do país. Documento do Ibama cita que a porção costeira da bacia da foz do Rio Amazonas tem extenso trecho de costa inacessível por via terrestre e de difícil navegação.

Além da existência de áreas de concentração, alimentação e reprodução de animais, o que demonstra a sensibilidade e vulnerabilidade ambiental desses locais, a região abriga espécies locais ameaçadas de extinção e provavelmente outras ainda desconhecidas ou não registradas.

A área da possível extração de petróleo está localizada na foz do Rio Amazonas, uma das cinco bacias que compõem a chamada margem equatorial, juntamente com Potiguar, Pará-Maranhão, Barreirinhas e Ceará. O espaço se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte e é considerado como o “novo pré-sal”.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Preço médio da gasolina comum cai até R$ 1,81 em um ano nos postos

por Redação 16 de maio de 2023

O preço médio da gasolina comum variou até 23,4% nos últimos 12 meses nos postos do país. Para abastacer o carro, o motorista pagou R$ 5,49 por litro do combustível na última semana, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural). Ou seja, R$ 1,81 a menos do que o valor cobrado em maio de 2022, quando chegou a bater o

O movimento de queda atinge também o diesel S-10, que recuou de preço pela 14ª semana consecutiva e atingiu R$ 5,57 por litro entre os dias 7 e 13 de maio. No mesmo período do ano passado, o litro chegou a R$ 7,07, uma queda de 21,2% nos últimos 12 meses.

A queda dos preços dos combustíveis é um reflexo do recuo das cotações internacionais do petróleo e da redução do dólar, explica o economista Robson Gonçalves, professor de MBAs da FGV (Fundação Getulio Vargas). A moeda americana fechou nesta segunda-feira (15) a R$ 4,88, o menor nível desde 7 de junho de 2022.

“Apesar de alguns cortes que foram promovidos recentemente, os preços do petróleo não estão se sustentanto muito acima da faixa de US$ 70 o barril. Se nós voltarmos para meados de janeiro deste ano, esse preço era da ordem de US$ 84 e R$ 85. Ele chegou a subir a esse patamar em meados de abril por conta do corte da Arábia Saudita, mas voltou a cair, e está hoje em torno de US$ 72 e US$ 73. Essa queda é importante e é uma queda tendencial, porque a economia mundial está crescendo menos que o esperado”, afirma o economista.

“Ao mesmo tempo a taxa de câmbio vem recuando no Brasil nas últimas semanas a partir de um patamar bastante alto, que chegou durante a pandemia se aproximando dos R$ 6. Hoje, está abaixo dos R$ 4,90. Como a Petrobras segue com sua política de paridade com os preços internacionais, essa somatória de queda dos preços internacionais e queda do dólar no Brasil explica o recuo do preço da gasolina”, acrescenta Gonçalves.

Segundo dados dos importadores, a gasolina vendida pela Petrobras está atualmente R$ 0,39 por litro acima da paridade de importação, e o diesel, R$ 0,28 mais caro. O que abre espaço para mais redução de preço. Na úlima sexta-feira, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou que a empresa poderá reajustar os valores nesta semana.

“Acredito que, como a taxa de juros americana não deve continuar subindo, tudo indica que, por conta da crise bancária, o banco central dos EUA vai parar de elevar as taxas. Com isso, como a taxa de juros de brasileira permanece muito alta, a gente tende a atrair mais capitais estrangeiros. Isso tende a aumentar a oferta de dólares no Brasil. A tendência são novos recuos do dólar, que vão abir espaço para novos cortes dos preços dos combustíveis pela Petrobras”, avalia o economista da FGV.

Em março, o preço da gasolina teve reflexo da volta da cobrança dos impostos federais PIS/Cofins sobre os valores do combustível nas refinarias. Esses tributos são repassados ao consumidor final na ponta da cadeia de consumo.

Para Brendon Rodrigues, head de inovação e portfólio na ValeCard, outro fator que também tem impactado o preço da gasolina é o repasse pelos postos da redução do etanol anidro registrada nas usinas produtoras de São Paulo desde 24 de abril. “Para as próximas semanas, visualizo que ainda há espaço para que essa redução continue sendo repassada para o consumidor”, avalia Brendon.

O etanol anidro é misturado à gasolina comum, representando 27% de sua fórmula. Por isso, a variação de preços do combustível renovável tem influência no preço da gasolina. Segundo o indicador Cepea/Esalq, o preço do etanol anidro nas usinas produtoras de São Paulo caiu 11,92% desde o dia 24 de abril.

Os dados da inflação oficial divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na semana passada mostraram que o preço dos combustíveis recuou 0,44% no mês de abril, a primeira queda desde dezembro do ano passado (-0,9%).

A variação negativa apurada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) foi puxada pelos valores mais baixos cobrados pelo óleo diesel (-2,25%), pelo gás veicular (-0,83%) e pela gasolina (-0,52%). Por outro lado, o etanol está 0,92% mais caro.

Política de preços
A Petrobras informou no domingo (14) que está discutindo internamente alterações em suas políticas de preço para diesel e gasolina, que serão analisadas pela diretoria executiva da companhia nesta semana e poderão resultar em uma nova estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina.

Atualmente, a política de preços da estatal é atrelada ao mercado estrangeiro. Ou seja, se o óleo encarece ou o dólar (principal moeda no exterior) se valoriza em relação ao real, a Petrobras dá a ordem, em forma de reajuste, para que fique mais caro encher o tanque no Brasil. Essa política é chamada de PPI (preço de paridade internacional).

“Nesse sentido, a companhia esclarece que eventuais mudanças estarão pautadas em estudos técnicos, em observância às práticas de governança e os procedimentos internos aplicáveis”, afirmou em nota.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Petrobras anuncia nova política de preços para os combustíveis

por Redação 16 de maio de 2023

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (16) sua nova estratégia comercial para a variação de preços do diesel e da gasolina. Com a decisão, a companhia abandona a paridade internacional como base principal para os reajustes, política que estava em vigor desde 2017.

“Os reajustes continuarão sendo feitos sem periodicidade definida, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, garante a companhia em fato relevante enviado ao mercado financeiro.

Com a mudança, a empresa afirma que passará a aplicar premissas que miram um “equilíbrio” entre os mercados nacional e internacional. A estatal destaca que a nova estratégia prioriza o “custo alternativo do cliente”, além de um valor marginal para a Petrobras.

“O custo alternativo do cliente contempla as principais alternativas de suprimento, sejam fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos. Já o valor marginal para a Petrobras é baseado no custo de oportunidade dadas as diversas alternativas para a companhia, entre elas produção, importação e exportação do referido produto e/ou dos petróleos utilizados no refino”, explica a Petrobras.

A nova política mantém o preço internacional como uma “importante referência”, mas não “o de paridade de importação”. Os reajustes de preços da gasolina e diesel continuam sem periodicidade definida e evitarão o repasse da volatilidade aos preços, garante a estatal. A empresa afirma ainda que a nova política garantirá preços em patamar que permita a realização de investimentos de seu planejamento estratégico.

Segundo a Petrobras, a premissa de preços competitivos por polo de venda, em equilíbrio com os mercados nacional e internacional, permitirá à empresa “competir de forma mais eficiente”, valendo-se de suas melhores condições de produção e logística e disputando mercado com outros atores que comercializam combustíveis no Brasil, como distribuidores e importadores.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Procon alerta sobre golpes com produtos falsificados no Dia das Mães

por Redação 12 de maio de 2023

Neste domingo (14) é celebrado o Dia das Mães e o Procon Guarulhos alerta e orienta o consumidor sobre o aumento da venda de produtos falsificados pela internet e a respeito de diversos golpes aplicados pelas redes sociais, inclusive de sites que dão espaço aos pequenos empreendedores e são conhecidos como marketplaces.

Algumas práticas criminosas exigem a atenção do consumidor para não se enganar em relação a falsificações, como no caso de produtos importados (tênis, bolsas, eletrônicos e eletrônicos) adquiridos em geral por meio de sites de varejo em marketplaces. Muitos itens são semelhantes aos originais, sendo difícil fazer a diferenciação. Outros, como perfumes, são mais fáceis de perceber as cópias por não apresentarem a fixação da fragrância na pele por longo período.

A Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor esclarece que a responsabilidade na hipótese de produto falsificado é solidária, ou seja, tanto o site como o vendedor responderão pela restituição do valor pago na compra (artigo 7º, parágrafo único, do Código de Defesa do Consumidor).

Outro golpe comum é o do anúncio falso e barato divulgado em redes sociais. Golpistas utilizam o Facebook e o Instagram para anunciar produtos com valores 50% mais baratos, como smartphones e eletrodomésticos em anúncios tão atrativos e convincentes que não levantam qualquer suspeita. Geralmente o consumidor faz o pagamento com boleto bancário e não recebe o produto.

O comprador, inclusive, deve tomar cuidado com o golpe do falso boleto. Para não ter problema e evitar dor de cabeça, deve verificar os dados do beneficiário impressos na fatura, como o nome, o CNPJ, o valor e checar o código de barras. No boleto verdadeiro, os números referentes ao código do banco emissor da guia são sempre os três primeiros números exibidos no código de barras.

“O Dia das Mães é uma data que deve ser muito comemorada, mas todo cuidado é pouco na hora da compra de produtos e na contratação de serviços pela internet. O consumidor deve desconfiar de produtos anunciados com preços muito abaixo dos praticados no mercado e, principalmente, dos anunciados nas redes sociais”, orienta a coordenadora do Procon Guarulhos, Vera Tulher.

A gestora do órgão aconselha que o cidadão verifique a empresa fornecedora. “Pesquise a idoneidade da empresa. Caso haja desconfiança, a compra não deve ser feita para evitar dissabores. Entretanto, caso tenha sido vítima de um golpe, o consumidor não deve hesitar em procurar o Procon”, diz Vera.

Canais de atendimento

O Procon Guarulhos está à disposição para auxiliar o consumidor, que pode acessar o site procon.guarulhos.sp.gov.br ou ligar no Disque-Denúncia 151 para ser atendido.

Presencialmente, o Procon funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, nos seguintes endereços:

  • Procon Central: rua Sete de Setembro, 164, Centro.
  • Procon São João: rua Mesquita, 161, Jardim São João. Telefone: 2408-4315.
  • Procon Pimentas: estrada do Capão Bonito, 53, Conjunto Marcos Freire (prédio do CIC). Telefone: 2484-1070.

Arte: Comunicação/PMG

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EconomiaGuarulhos

Prefeitura recebe inscrições para o comércio de morangos a partir de 18 de maio

por Redação 12 de maio de 2023

Entre os dias 18 de maio e 14 de junho estarão abertas as inscrições para o comércio eventual de morangos em Guarulhos. São 37 vagas para vendas que deverão acontecer entre 17 de julho e 14 de outubro.

Os interessados devem procurar o Fácil Bom Clima, na avenida Bom Clima, 49, e entregar um envelope A4, direcionado a SDU04.02, contendo nome do requerente, número do processo (22.959/2023), telefone e juntada de documentos, como requerimento devidamente preenchido com todas as informações para contato (endereço, celular e e-mail), cópia do RG, do CPF e do comprovante de residência em nome do requerente, atestado de produtor emitido por órgão de extensão rural, cadastro no Incra ou contrato de arrendamento com firma reconhecida (caso não esteja no nome do interessado) vigente e procuração com firma reconhecida, nomeando um representante responsável para substituir o titular no momento do sorteio – se for o caso.

As informações completas, com taxas e regramento das barracas, estão no edital 03/2023-SDU04.02, publicado no Diário Oficial em 5 de maio de 2023.

Locais para comercialização

1- Bosque Maia – avenida Paulo Faccini, estacionamento do Bosque Maia, defronte à Hiper Farmac;

2- Lago dos Patos – rua dos Coqueiros, esquina com a rua São Daniel, na calçada das baias de estacionamento;

3- Rua Joaquina de Jesus, na calçada defronte à entrada do estacionamento do Supermercado Lopes e a 10 metros do ponto de ônibus;

4- Alameda Vitória Régia – em frente ao Centro Comercial do Cecap (praça);

5- Avenida Jurema, 860 – ao lado da banca de jornal – Jardim Jurema;

6- Avenida Otávio Braga de Mesquita – esquina com a rua Carlos Korkischko;

7- Praça Raul Tabajara – Jardim Rosa de França.

8- Rua Cachoeira, esquina com a avenida Transguarulhense;

9- Avenida Sete de Setembro / praça Santos Dumont, defronte às Lojas Pernambucanas – Vila Galvão;

10- Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3.250 – ao lado do Comercial Esperança (praça);

11- Praça Santos Dumont, defronte ao Habib´s – Vila Galvão;

12- Avenida Monteiro Lobato, 4.530 – próximo à Base Aérea – Cumbica;

13- Avenida Emílio Ribas, praça Ana Antonelli (em frente à autopeças Ma Carrão) – Vila Galvão;

14- Praça José Gabriel da Rocha Mina – Cocaia;

15- Alameda Yayá, esquina com a alameda Tutoia (praça);

16- Avenida São Paulo, em frente ao Supermercado Lopes – Itapegica;

17- Avenida Santos Dumont, em frente às Casas Bahia – Cumbica;

18- Rua Flávio de Carvalho (praça) – Jardim Monte Carmelo;

19- Rua Macarani com rua Amélia Rodrigues – Jardim Presidente Dutra;

20- Avenida Mal. Humberto de A. Castelo Branco, praça Carlos Dengler (ao lado da banca de jornal);

21- Rua Maria Candida Pereira, praça Leônidas P. Figueiredo – Itapegica;

22- Rua Julio Prestes com rua Peri – Vila São Judas Tadeu (praça);

23- Avenida Guarulhos, 3.758 – em frente à rua Marechal Rondon;

24- Praça dos Aviadores – avenida Brigadeiro Faria Lima – Jardim Jovaia;

25- Estrada do Sacramento, próximo ao Supermercado X – Conjunto Marcos Freire;

26- Rua Alzimar Vargas Batista com avenida C, 458 – praça – Parque Continental;

27- Avenida Salgado Filho, esquina com a avenida Suplicy;

28- Avenida Paulo Faccini, esquina com a rua Lázaro Bueno de Oliveira – Macedo;

29- Avenida Benjamin Harris Hunnicutt, praça Paulo Hideo Futami – Jardim City;

30- Rua Hélio Manzoni, esquina com a rua Torres Tibagi – Gopoúva;

31- Avenida Emílio Ribas, praça Antônio Nader (próximo à banca de jornal);

32- Terminal Rodoviário Urbano São João. Rua Gonzaga, 88 – Jardim São João;

33- Rua José Maria de Oliveira Morais com rua Otacílio Malheiros – praça Luiz de Camões – Gopoúva;

34- Rua Bela Vista de Goiás, em frente ao Colégio Machado de Assis – Vila Barros;

35- Avenida Silvestre Pires de Freitas com viela Arandu – Parque Primavera;

36- Rua Floro de Oliveira com rua Pedro Fernandes Biscabino (praça) – Vila Rio de Janeiro;

37- Rua Jaime dos S. Augusto Filho com a rua Augusta dos S. Augusto (ao lado da quadra de esportes) – Jardim Palmira.

Imagens: Divulgação/PMG

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Economia

Inflação perde força, avança 0,61% em abril e fica dentro do intervalo da meta pelo segundo mês seguido

por Redação 12 de maio de 2023

A inflação oficial brasileira voltou a perder força ao subir 0,61% em abril, ante variação de 0,71% apurada no mês anterior, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com a segunda desaceleração consecutiva, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) agora acumula alta de 4,18% nos últimos 12 meses. A variação é a menor desde o fim de 2020, período que representa também a última vez que a inflação figurou dentro do intervalo da meta por um bimestre.

O percentual, que mantém a trajetória de queda do índice oficial de preços iniciada em maio do ano passado, corresponde à manutenção, pelo segundo mês seguido, do IPCA dentro do intervalo da meta pré-estabelecida pelo governo, de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto (de 1,75% para 4,75%).

Apesar da recente queda, o BC (Banco Central) avalia que a chance de o IPCA fechar 2023 dentro da meta ainda é de apenas 17%. Já os analistas do mercado financeiro preveem alta de 6% do índice no acumulado dos 12 meses encerrados em dezembro.

Remédios mais caros
No mês, o preço dos medicamentos foi o grande vilão do bolso das famílias brasileiras. o que pode ser justificado pela autorização do reajuste de até 5,6% no valor dos remédios. O aumento começou a valer no 31 de março.

Com resultado da variação, o grupo de saúde e cuidados pessoais respondeu pelo maior avanço de preços no mês de abril (1,49%). Já os preços nos planos de saúde tiveram alta de 1,2% após a incorporação das frações mensais dos reajustes dos planos novos e antigos para o ciclo de 2022-2023.

Os itens de higiene pessoal, por sua vez, apresentaram desaceleração de 0,76% em março para 0,56% em abril, influenciados, principalmente, pelos perfumes (-1,09%).

Fonte: r7

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