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Economia

BrasilEconomia

17 setores que empregam 8,9 milhões lançam manifesto em prol da desoneração da folha até 2027

por Redação 11 de maio de 2023

Entidades que representam 17 setores da economia lançaram nesta quinta-feira (11) um manifesto em favor da continuidade da desoneração da folha de pagamento até 2027. O grupo se chama Desonera Brasil. O documento defende a aprovação do projeto de lei 334/2023, do senador Efraim Filho (União Brasil-PB), que prorroga o benefício fiscal iniciado em 2011.

“A política de desoneração da folha de pagamentos trouxe resultados expressivos para a economia do país ao reduzir o custo laboral e proporcionar maior dinamismo às empresas”, diz o texto.

Os setores que assinam o documento empregam mais de 8,9 milhões de trabalhadores e incluem áreas como tecnologia da informação, construção civil, comunicação social, transporte público, têxteis, couro, calçados e call center. Acesse aqui a íntegra do manifesto.

“Estudos recentes comparam efeitos sobre o emprego formal e a competitividade entre o grupo de setores desonerados em relação ao grupo não contemplado pela política e demonstram que a manutenção da desoneração não somente aumentou o emprego formal como também resultou em incremento da competitividade desses setores na economia brasileira”, afirma o manifesto.

Para a presidente da Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (Feninfra), Vivien Mello Suruagy, sem a desoneração, o setor fica em estado de alerta e segura a abertura de vagas de emprego.

“Precisamos que seja votada essa lei. Precisamos de apoio do governo. Essa indefinição pela qual estamos passando agora envolve não contratar pessoal, ficar indefinido se vamos demitir ou não. Vamos ter que demitir em torno de 450 mil pessoas em nosso setor — um setor que é estratégico para o país, que é o setor de telecomunicações [se a desoneração não for prorrogada]”, afirma.

‘Baixa competitividade do custo laboral brasileiro’
O texto do manifesto critica ainda a “baixa competitividade do custo laboral brasileiro”, o que, segundo os representantes dos setores econômicos, “impõe ao Brasil uma tímida participação no comércio internacional de bens e serviços de alto valor agregado e baixíssima inserção em cadeias globais de produção — 105ª posição no Índice de Eficiência do Mercado Laboral”.

“Em momento histórico de desaceleração global do crescimento econômico, com um crescimento do número de desempregados, a mera cogitação de aumento do custo do trabalho, previsto para ocorrer em dezembro de 2023, deveria ser objeto de profunda atenção dos formuladores de políticas públicas”, dizem os representantes.

Em entrevista à Record TV, o senador Efraim Filho, que é presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), disse que o grupo tem defendido a aprovação da prorrogação da desoneração da folha em projeto de lei fora da reforma tributária.

“Para que dê segurança jurídica aos 17 setores que mais empregam no Brasil. A gente não pode atravessar o ano com dificuldade em garantir que empresas possam ampliar negócios, abrir filiais, preservar empregos, gerar oportunidades que são importantes para pais e mães de família colocarem o pão na mesa de casa”, afirmou o parlamentar.

Sobre a desoneração
Atualmente, 17 setores da economia têm direito à isenção da folha. Criada pela lei nº 12.546/2011 com o objetivo de estimular a geração e manutenção de empregos, além de aumentar a competitividade das empresas por meio da diminuição dos custos com funcionários, a desoneração consiste em um mecanismo que permite às empresas pagarem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre as folhas de pagamento.

Quando a medida entrou em vigor, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 2018, uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021 e foi prorrogada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL).

A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos.

São beneficiados os seguintes setores: calçados, call center, comunicação, confecção, construção civil, construção de obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, tecnologia da informação, tecnologia de comunicação, projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas.

Fonte: r7

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EconomiaBrasil

Banco Mundial critica incentivos tributários à Zona Franca de Manaus

por Redação 10 de maio de 2023

Em seu primeiro relatório econômico sobre a Amazônia brasileira, o Banco Mundial criticou os benefícios tributários concedidos à Zona Franca de Manaus e, em meio a debates no governo para aprovar a reforma tributária, defendeu uma revisão desses incentivos, tratados como ineficientes.

No relatório publicado nesta terça-feira (9), a instituição multilateral que financia projetos de países em desenvolvimento ainda se posicionou favoravelmente à adoção de salvaguardas ambientais na assinatura do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.

As avaliações fazem parte do documento “Equilíbrio delicado para a Amazônia Legal Brasileira”, que também conclui que a floresta, mantida em pé, gera mais valor do que a renda privada de agricultura extensiva, mineração e extração de madeira na região. O Banco propõe mudanças no modelo econômico para conciliar desenvolvimento e preservação.

Segundo o relatório, cerca de 28 milhões de brasileiros vivem em Estados amazônicos, dos quais mais de um terço são pobres e residem, em sua maioria, em áreas urbanas. O Banco Mundial afirma que os benefícios fiscais a atividades industriais na Amazônia não ajudaram a estimular o crescimento da produtividade e devem ser reavaliados, ressaltando que oferecer mais incentivos tributários para as empresas não é a solução.

Com os benefícios fiscais aos fabricantes instalados na Zona Franca, o governo abre mão de arrecadar aproximadamente R$ 24 bilhões ao ano, segundo dados da Receita Federal. Segundo o documento, apesar do alto custo fiscal, o Amazonas vem perdendo competitividade e encontra cada vez mais dificuldade para atrair novas empresas, além de ver uma redução do número de empregos na indústria.

“Se conseguirmos reduzir o custo da logística para o estado do Amazonas, o ganho seria muito maior do que os incentivos e os subsídios oferecidos, há muito espaço para essa transformação estrutural”, disse Marek Hanusch, economista líder e coordenador do relatório do Banco Mundial.

No debate sobre a reforma tributária, membros do Ministério da Fazenda afirmam que não haverá mudança traumática na Zona Franca. Qualquer sinal de alteração nas regras da região, que conta com isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), costuma sofrer forte lobby contrário de empresários e parlamentares do Amazonas.

O documento também menciona a necessidade de abertura comercial do Brasil, uma das “economias mais fechadas do mundo”, o que atrairia investimentos estrangeiros e ampliaria a produtividade, reduzindo a pressão sobre as florestas.

“É possível combinar a elevação dos padrões de vida e a preservação das florestas em pé num modelo de desenvolvimento que promova, ao mesmo tempo, a produtividade urbana e rural, a proteção florestal e meios sustentáveis de subsistência para a população”, diz.

Em meio à tentativa do governo de concluir o acordo entre Mercosul e União Europeia, enquanto países europeus pressionam o Brasil a se comprometer com regras de preservação, o Banco Mundial defendeu as exigências ambientais.

“Várias salvaguardas ambientais destinam-se a reduzir os impactos desse acesso aprimorado ao mercado sobre o desmatamento. Os efeitos dessas salvaguardas variam conforme o caso: é importante que elas sejam implementadas e aplicadas adequadamente”, afirma o documento.

O relatório também sugere foco em infraestrutura e logística sustentáveis, além de reformas para remover distorções de mercado, como os subsídios. Defende ainda a efetiva implementação do Código Florestal e fiscalização para combater o desmatamento.

Para o Banco Mundial, também é preciso revisar os mecanismos de crédito rural, concentrando o apoio fiscal em agricultores menores e mais produtivos, além de estimular a bioeconomia e ampliar sistemas de proteção social.

O documento ainda destaca a importância de instrumentos de financiamento para conservação da região, citando os mercados de carbono e empréstimos vinculados a proteção ambiental. “É possível criar uma Amazônia Legal econômica, ambiental e culturalmente rica, mas o tempo já está se esgotando, e são necessárias ações urgentes para que isso se torne realidade”, diz.

Floresta em pé
O Banco Mundial calcula que a Floresta Amazônica brasileira, mantida em pé, gera anualmente um valor estimado de 317 bilhões de dólares, cifra até sete vezes maior do que a renda da exploração privada de recursos naturais na região.

A instituição enfatiza que a estimativa dos ganhos gerados pela proteção da floresta não é exata e, por isso, foi feita uma projeção “altamente conservadora”, o que significa que o valor efetivo da preservação pode ser muito maior.

Os ganhos indiretos globais com a proteção da floresta respondem pela maior fatia do valor, com 285 bilhões de dólares ao ano. Desse montante, US$ 210 bilhões dizem respeito ao armazenamento de dióxido de carbono pela floresta, US$ 65 bilhões com a disponibilização de biodiversidade e cobertura florestal a gerações futuras e US$ 10 bilhões com inovações farmacêuticas.

Em relação aos ganhos indiretos regionais, o Banco Mundial estima receitas de US$ 7,5 bilhões na agropecuária, como na polinização para a agricultura, e US$ 12,5 bilhões em redução de inundações, secas e queimadas. Há ainda o ganho privado direto, estimado em US$ 12 bilhões ao ano, como extração de madeira com técnicas de baixo impacto e produção de castanhas, borracha e outros produtos.

As cifras relacionadas à preservação se contrapõem à renda da exploração na região amazônica baseada na derrubada da floresta –ganhos estritamente privados. A receita anual varia de US$ 43 bilhões a US$ 98 bilhões, considerando atividades de agropecuária, extração de madeira e mineração, calcula o Banco Mundial.

“Temos que evitar que a Amazônia chegue a esse ponto de inflexão após o qual não seria mais possível recuperar o que foi perdido”, afirma Hanusch.

Copyright © Thomson Reuters.

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GuarulhosEconomia

Conta de água aumenta quase 10% a partir desta quarta em cidades de SP atendidas pela Sabesp

por Redação 10 de maio de 2023

A conta de água no estado de São Paulo sofreu reajuste de 9,56% a partir desta quarta-feira (10). O aumento é válido para as 368 cidades abastecidas pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), inclusive a capital.

O reajuste nas tarifas de água e esgoto foi autorizado pela Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo). Publicada no Diário Oficial em 7 de abril, a medida é válida para os consumidores residenciais, comerciais, industriais e públicos.

Para o cálculo do reajuste, a agência levou em consideração dois componentes: a RTE (Revisão Tarifária Extraordinária) e o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

A RTE “restabeleceu as condições pré-pandemia de equilíbrio econômico-financeiro da empresa, garantindo a capacidade de investimento necessária para o atingimento da universalização e realização das demais benfeitorias pela Sabesp”, explica a Arsesp.

Confira o valor das tarifas para um consumo de até 10 m³ de água na região metropolitana de São Paulo:

  • R$ 20,42 para R$ 22,38, na categoria residencial social;
  • R$ 65,44 para R$ 71,70, na categoria residencial normal;
  • R$ 131,40 para R$ 143,96, nas categorias comercial, industrial e pública.

Tarifa Social
Famílias em situação de vulnerabilidade e de baixa renda têm o direito de usufruir da tarifa social residencial, pagando um valor menor na conta de água. Para isso, é necessário atender a alguns critérios estipulados pela Sabesp:

  • Renda familiar de até três salários mínimos;
  • Ser morador de habitação com área útil construída até 60 m2;
  • Ser consumidor de energia elétrica com consumo de até 170 kwh/mês
  • Não haver débitos para o imóvel;

Pessoas desempregadas também podem ter acesso à tarifa social, seguindo os seguintes critérios:

  • O consumo máximo deve ser de até 15 m3;
  • Ser o titular da conta há mais de 90 dias;
  • O último salário tenha sido de até três salários mínimos;
  • Demissão não tenha ocorrido por justa causa;
  • Não conter débitos ou débitos negociados;
  • O tempo máximo do enquadramento será de 12 meses, não podendo ser renovado.

Privatização Sabesp
A Sabesp está no radar de possíveis privatizações do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), desde o início da campanha de eleição. Em 10 de abril, o político apresentou um balanço dos 100 dias de governo.

Durante a apresentação, Tarcísio autorizou a Secretaria de Parcerias e Investimentos a investir em uma agência do Banco Mundial para a realização de pesquisas sobre os benefícios da concessão da Sabesp.

Entretanto, de acordo com uma pesquisa do Datafolha, 53% dos paulistas são contrários a privatização da companhia. Em relação à realização de parceria com empresas privadas para trabalho público em geral, 42% dos entrevistados foram a favor.

Fonte: r7

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GuarulhosBrasilEconomia

Produção industrial volta a crescer e acumula alta de 0,2% no primeiro trimestre

por Redação 10 de maio de 2023

Depois de abrir 2023 com duas quedas consecutivas, a produção industrial no Brasil cresceu 1,1% em março, mostram dados apresentados nesta quarta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A alta é a maior apurada desde outubro do ano passado (+1,3%).

O avanço foi suficiente para reverter os resultados negativos contabilizadas em janeiro e fevereiro. Assim, o segmento responsável por cerca de 20% do PIB (Produto Interno Bruto) acumula alta de 0,2% no primeiro trimestre, na comparação com os últimos três meses de 2022.

Apesar da melhora em março, os números da PIM (Pesquisa Industrial Mensal) indicam que a recente sequência ruim coloca a produção do setor em um patamar 1,3% abaixo do apurado em fevereiro de 2020, o último mês sem os efeitos da pandemia na atividade econômica nacional.

“Há uma melhora de comportamento da produção industrial, especialmente considerando esse crescimento de magnitude mais elevada, mas ainda está longe de recuperar as perdas do passado recente”, avalia André Macedo, gerente responsável pela pesquisa.

Os recentes dados ruins da indústria surgem em meio ao elevado patamar da taxa básica de juros, que tem motivado críticas do governo à diretoria do BC (Banco Central). Para a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a manutenção da taxa Selic no maior patamar dos últimos seis anos é “equivocada” e “apenas traz custos adicionais para a atividade econômica”.

“Ainda permanecem no nosso escopo de análise as questões conjunturais, como a taxa de juros em patamares mais elevados, que dificultam o acesso ao crédito, a taxa alta de inadimplência e o maior nível de endividamento por parte das famílias, assim como o grande número de pessoas fora mercado de trabalho e a alta informalidade”, analisa Macedo.

Segmentos
Das 25 atividades investigadas pela pesquisa, 16 avançaram em março, na comparação com fevereiro. As principais influências para o resultado positivo do mês partiram dos ramos de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+1,7%), máquinas e equipamentos (+5,1%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (+6,7%).

De acordo com Macedo, a alta do setor de setor de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis é originada em uma base de comparação depreciada devido às perdas contabilizadas pelo ramo em janeiro e dezembro. “Também podemos destacar o aumento na produção de itens como gasolina automotiva e óleo diesel entre os fatores que impulsionaram esse crescimento”, afirma o pesquisador.

Ainda no campo positivo, outros destaques foram os setores de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (3,2%), de outros equipamentos de transporte (4,8%), de produtos químicos (0,6%), de couro, artigos para viagem e calçados (2,8%) e de produtos de minerais não metálicos (1,2%).

Por outro lado, o segmento de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-4,7%) exerceu a principal influência entre as oito atividades que recuaram no mês. O setor havia crescido por três meses consecutivos, acumulando ganho de 13,5% no período. Os setores de móveis (-4,3%) e de produtos de metal (-1,0%) também se destacaram entre as quedas.

Fonte: r7

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GuarulhosEconomiaPolítica

Brasil terá ‘surpresa’ com inflação ‘um pouquinho menor do que a expectativa’, diz Tebet no Senado

por Redação 9 de maio de 2023

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou durante audiência no Senado, nesta terça-feira (9), que o Brasil terá uma “surpresa”, porque “sairá uma inflação um pouquinho menor do que a expectativa”. A declaração levou em consideração a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e o Relatório Focus, que traz a expectativa de mercado.

“Estamos com expectativa positiva para abril, maio e junho”, disse, e ressaltou ainda não saber do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) referente a abril.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará na sexta-feira (12) o novo IPCA. Em março, o índice foi de 0,69%, ante 0,76% de fevereiro. A prévia para abril, divulgada no último dia 26, também mostrou recuo em relação a março e caiu para 0,57%.

Durante a declaração, em audiência conjunta das comissões de Desenvolvimento Regional e de Infraestrutura, Tebet ressaltou as quedas sucessivas da inflação como argumento para defender uma redução na taxa básica de juros, a Selic.

O Copom, do Banco Central, manteve a taxa em 13,75%, o que tem sido alvo de críticas constantes da equipe econômica do governo e do próprio presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Tebet argumentou que a “inflação está em queda”, que o Brasil está empobrecido e que o crédito está caro para cobrar da instituição monetária uma diminuição da Selic. “Diante desse cenário, é importante fazer uma reflexão da visão monetária não só à luz da visão fiscal, mas também da situação socioeconômica”, cobrou.

Equipe econômica
Na audiência, a ministra também ressaltou os interesses da equipe econômica do governo na aprovação das novas regras fiscais e deixou claro que o Estado vai respeitar as mudanças promovidas pelos parlamentares, desde que não modifiquem “a espinha dorsal” do projeto.

Ela afirmou que o novo arcabouço “vai suprir possíveis equívocos do teto de gastos”, a atual regra fiscal que vigora no país. “Ele vem com regra mais flexível, crível, com foco em controlar gastos e garantir o compromisso social”, disse.

A ministra admitiu haver diferenças internas quanto à visão econômica, mas que esses pontos não prejudicam os trabalhos. “Eu tenho uma visão diferente da do presidente na área econômica”, admitiu, e completou ter aceitado liderar o ministério porque “o que nos une é infinitamente maior do que o que nos separa”.

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GuarulhosEconomia

Em três anos, carros populares ficam 45% mais caros, alta acima da inflação, mostra estudo da FGV

por Redação 9 de maio de 2023

Já é comum ouvir que o carro popular não é mais, de fato, popular. Também é o que mostram os números.

Segundo levantamento feito pelo economista Matheus Peçanha, do FGV/IBRE (Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas), os três principais carros de entrada ficaram 45,6% mais caros, em média. Isso de 2019 para 2023.

Os carros de entrada fazem parte da categoria de automóveis que têm como público-alvo os consumidores de menor poder aquisitivo: são aqueles que costumam ter preço mais acessível.

Os três usados por Peçanha no levantamento são: Renault Kwid Zen 1.0, Chery QQ Act 1.0 e Fiat Mobi Like 1.0. Há quatro anos, em janeiro, eles custavam R$ 30.813,33, em média. Na mesma época, o salário mínimo era de R$ 998. Portanto, para comprar os veículos, era preciso desembolsar o valor correspondente a 31 pisos de remuneração.

Em janeiro de 2023, o preço médio desses três carros saltou para R$ 67.505. Por sua vez, o salário mínimo era de R$ 1.302 (mudou para R$ 1.320 em 1º de maio). Ou seja, para adquirir os mesmos carros populares passou a ser necessário pagar 52 salários mínimos .

Além disso, essa expansão nos valores foi maior que a inflação. No período, a inflação foi de 27,6%, ou seja, 18 p.p. (pontos percentuais) a menos, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Crise na Ásia atrapalhou
Para Matheus Peçanha, a crise na produção de microchips foi o principal motivo para o salto nos preços. O problema ocorreu na Ásia, com foco na China e em Taiwan.

De 2020 a 2022, a ampliação da capacidade produtiva dos fabricantes esteve na casa dos 6%, enquanto a demanda registrou alta de 17%.

Os microchips são usados em carros, computadores, celulares e vários outros produtos, mas o setor mais afetado foi o automotivo.

Em fevereiro, a produção de veículos foi a menor para o mês nos últimos sete anos, com 161,2 mil automóveis montados, uma queda de 2,9% em relação ao mesmo período de 2022, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

Vale lembrar que o Chery QQ Act 1.0, um dos três veículos utilizados no levantamento da FGV, nem é mais vendido no país. Isso também ilustra o momento ruim que vive o segmento no Brasil.

Governo pode entrar no problema
Diante desse cenário, o setor automotivo quer discutir com o governo federal para retomar a produção de carros populares.

Um grupo composto de montadoras, empresas de autopeças e concessionárias já conversou com representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A pasta é comandada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.

Porém, nenhuma medida foi anunciada até o momento. O setor apostava na demanda reprimida nos últimos dois anos para ter resultados melhores em 2023. Contudo, o juro alto, a inadimplência e a restrição de crédito travaram o mercado.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

PF prende 19 suspeitos de ‘ressuscitar’ mortos e inventar idosos, em fraude do INSS

por Redação 25 de abril de 2023

A Polícia Federal deflarou a Operação Metamorfose nesta terça-feira (25), no Rio de Janeiro, e prendeu preventivamente 19 pessoas acusadas de fraudar benefícios previdenciários e assistenciais.

Além das prisões, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e determinado o cancelamento das contas bancárias utilizadas pelos criminosos.

Durante as investigações, foram identificados diversos benefícios de pensão por morte e da espécie BPC/Loas para idosos carentes em nomes de pessoas fictícias, falecidas ou hipossuficientes.

Para isso, os integrantes da organização criminosa habilitavam-se como procuradores e agiam como representantes legais dos beneficiários inexistentes. Uma vez concedido o benefício, tais criminosos abriam contas em agências bancárias, sacavam eventuais valores retroativos e retiravam o cartão magnético para saques futuros.

Além de atuarem como procuradores de pessoas fictícias, os criminosos também se apresentavam perante o INSS como se fossem outra pessoa, visto que alguns integrantes da quadrilha forjaram a própria identidade.

Todos os mandados foram expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. A ação teve o apoio da Coordenação de Inteligência Previdenciária (Coinp), do Ministério da Previdência Social e da Centralizadora de Prevenção a Fraudes da Caixa.

Segundo a Coinp, a atuação da quadrilha já causou à Previdência Social um prejuízo da ordem de R$ 8 milhões. No entanto, os valores poderiam alcançar a R$ 12,3 milhões caso os criminosos continuassem recebendo os benefícios.

Os acusados responderão pelos crimes de organização criminosa, estelionato previdenciário, falsificação de documentos públicos e uso de documentos falsos. Se somadas, as penas podem alcançar 27 anos de reclusão.

A operação recebeu o nome de Metamorfose pelo modo de atuação da quadrilha, que adulterava a identidade dos criminosos, como uma espécie de metamorfose.

Há 23 anos, a Força-Tarefa Previdenciária é integrada pelo Ministério da Previdência Social, pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, que atuam em conjunto no combate a crimes estruturados contra o sistema previdenciário. No Ministério da Previdência Social, cabe à Coordenação de Inteligência Previdenciária detectar e analisar os indícios de crimes e fraudes organizadas.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Produtos de sites chineses podem dobrar de preço com fiscalização mais rígida da Receita

por Redação 21 de abril de 2023

Muita gente pode estar confusa sobre como vão ficar os preços dos produtos comprados em e-commerce internacional, como as plataformas Shein, Shoppe e AliExpress, entre outras, já que o governo, que havia anunciado o fim da isenção no pagamento do imposto de importação em uma determinada situação, nesta semana voltou atrás na decisão.

Independentemente disso, o que ficou estabelecido é que, para evitar a sonegação desse imposto, a Receita Federal e o Ministério da Fazenda farão mudanças na fiscalização dos pagamentos desse tributo no país.

Com a fiscalização mais intensa, alguns produtos podem custar até o dobro do preço atual, o que vai pesar no bolso do consumidor. “Se as medidas derem certo, o volume de mercadorias tributadas vai ser bem maior do que é hoje, com o sistema de amostragem. Isso vai impactar o custo para o consumidor final, que será taxado com o imposto de importação e o ICMS”, afirma Rafael Vanin Pinto, gerente de comércio exterior da Efficienza.

Atualmente, os produtos que entram no Brasil são fiscalizados pelo método de amostragem, ou seja, apenas algumas encomendas são verificadas e têm conferida a regularidade de todo o processo de compra, incluindo o pagamento do imposto de importação. Isso acontece porque a Receita Federal não tem estrutura suficiente nem um sistema capaz de fiscalizar todas as compras que chegam ao país.

Quando um pedido fica ”preso” nos Correios ou na transportadora, e o consumidor recebe um aviso informando que ele tem de pagar uma taxa para poder receber o que comprou, significa que foi um dos selecionados na amostragem. Como o imposto de importação não foi pago no momento da compra, ele terá de ser pago na entrega.

Pela lei brasileira, as encomendas vindas do exterior sempre tiveram de pagar imposto de importação. A alíquota é de 60% sobre o valor total da compra, incluindo o frete e o seguro, se houver, para os pedidos de até 500 dólares (R$ 2.470). Até esse limite, as importações estão sujeitas a um regime de tributação simplificado.

As compras que custarem até 50 dólares (cerca de R$ 250), desde que sejam enviadas de uma pessoa física para outra pessoa física, são a única exceção e estão isentas do pagamento desse tributo.

Quando o pedido ultrapassar o limite de 500 dólares, além dos 60% sobre o valor total, também será cobrado o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação). A alíquota desse imposto varia conforme o estado, e outras taxas podem ser acrescentadas.

“A legislação brasileira determina que o importador é sempre o responsável pelo pagamento de todo e qualquer tributo incidente em uma importação”, diz Rafael Vanin, da Efficienza. Para ele, no momento em que o consumidor faz sua compra em um dos grandes ecommerce internacionais, ele já deveria ser notificado sobre o fato de que as despesas ou taxas relacionadas à aduana são de sua responsabilidade, cabem ao importador.

Isso acontece em alguns sites, mas não em todos. “Algumas vezes, isso vem em linhas miúdas”, afirma o especialista.

“A loja não é responsável por esses tributos. O papel dela é enviar os produtos e declarar esses tributos corretamente, com o valor que foi efetivamente pago pelo cliente, para que a Receita Federal possa avaliar a tributação de forma correta”, explica.

Quanto vai custar a mais?
A pedido do R7, o gerente de comércio exterior da Efficienza fez a simulação dos impostos devidos para dois produtos importados fictícios: uma camisa, que custa 28 dólares (R$ 141,37), e um equipamento eletrônico, de 620 dólares (R$ 3.130,44).

“Vamos supor que nesse valor de 28 dólares [da camisa] já esteja incluído o frete, porque o percentual de 60% do imposto de importação é aplicado sobre o total da compra. Nós teríamos 16,80 dólares referentes ao imposto de importação”, calcula Rafael.

O preço final seria de 44,80 dólares (R$ 226,20), já que para as compras abaixo de 500 dólares não há cobrança de ICMS.

“No caso do equipamento eletrônico de 620 dólares, o imposto de importação seria de 372 dólares, mas precisa ser acrescentado o ICMS do estado onde o importador reside. Vou considerar 17%, que é o ICMS do Rio Grande do Sul, o que dá mais 203,18 dólares. O total de impostos sobre esse produto ficaria em 575,18 dólares, e o total geral a ser pago pelo consumidor, considerando a tributação e o custo do produto, seria de 1.195,18 dólares [R$ 6.034,58]”, informa o especialista.

Rafael conta que tem notado um “movimento diferente” nas compras internacionais, com “um tempo maior para a liberação dessas encomendas, o que aconteceu com pessoas que eu conheço e aconteceu comigo também”.

A demora, acredita, pode ser devido à estrutura da Receita Federal, insuficiente em número de servidores, para atender a toda a demanda de fiscalização do ecommerce. Além disso, ele lembra de um caso, ocorrido há algum tempo, da vinda de um pacote com algumas sementes oriundas da China. “Isso não pode entrar no país sem a anuência do Ministério da Agricultura e de outros órgãos”, fala.

Para ele, por mais que os pedidos sejam tributados, e isso possa alterar os prazos de entrega, existem processos que vão além da fiscalização da Receita Federal, o que também exerce impacto no tempo que a encomenda vai levar para chegar ao destino. “É necessário, sem dúvida, que a legislação contemple essas situações de forma que o ecommerce possa funcionar de forma adequada no nosso país”, avalia.

“Além disso, muitas empresas nacionais, pequenas empresas, dependem dos produtos importados, revendem por aqui, e podem não encontrar similares de fabricação no país”, diz, atento aos impactos que o aumento da fiscalização pode gerar nesses casos.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Brasil deixa de arrecadar R$ 94 bi por causa do contrabando de cigarros nos últimos 11 anos

por Redação 19 de abril de 2023

Nos últimos 11 anos, o Brasil deixou de arrecadar R$ 94,4 bilhões por causa do contrabando de cigarros. Um levantamento do Instituto Ipec Inteligência, divulgado pelo FNCP (Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade), aponta que quatro em cada dez cigarros consumidos, em 2022, eram de origem ilegal.

Somente no ano passado, os brasileiros compraram 106,6 bilhões de unidades, sendo 41% fruto do contrabando, principalmente do Paraguai. Foram R$ 8,3 bilhões de evasão fiscal, ou seja, todo esse dinheiro poderia ser revertido para a população em formas de melhorias, de acordo com as informações da pesquisa.

Para Edson Vismona, presidente do FNCP, os principais prejuízos do comércio ilegal de cigarros no Brasil são:

  • o financiamento de milícias e de organizações criminosas;
  • o consumo de produto de baixa qualidade sem aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária);
  • o desincentivo às indústrias que pagam os impostos de forma correta;
  • o Estado deixar de arrecadar bilhões de reais.

Economia do crime
Ao R7, Vismona explica que os cigarros comercializados em território nacional são produzidos em oito fábricas regularizadas no Paraguai e em três no Brasil. Os produtos entram via contrabando, ou seja, sem pagamento de impostos. Ao deixar de pagar a carga tributária, eles chegam ao mercado a um preço mais baixo.

Atualmente, no Brasil, o imposto sobre o preço do produto ao consumidor é de cerca de 70%, dependendo do ICMS em cada estado. Enquanto, no Paraguai, é de apenas 13%. Em razão desse cenário, o preço mínimo do maço de cigarro legal é de R$ 5, enquanto o valor do contrabandeado cai para R$ 3 a R$ 4.

“O ilegal tem uma vantagem competitiva imensa e atrai o consumidor que não faz uma avaliação se o produto é legal ou não. O valor baixo atrai, principalmente, o público de baixa renda, que também passa a consumir mais”, afirma o presidente do FNCP. Apesar da economia, os consumidores ficam vulneráveis a um produto de baixa qualidade sem regulamentação da Anvisa.

Queda do contrabando
Segundo o levantamento, em 2019, 57% do volume total de cigarro consumido era ilegal. Ao longo dos últimos três anos, o número foi caindo até chegar à marca de 41%, no ano passado. Vismona declara que esse cenário é um reflexo direto da pandemia de Covid-19, da alta do dólar e da queda na movimentação das estradas, que provocam o aumento do preço do cigarro ilegal no país.

“É importante um sistema fiscal e tributário que possa contribuir com o combate ao comércio de mercadorias ilícitas, já que é notório que o imposto impacta o preço final de qualquer produto. Qualquer aumento de tributo favorece o contrabando, que não paga nada”, ressalta o presidente do FNCP.

Questionado sobre o futuro, Vismona alerta que o dólar começou a entrar em declínio e pode estimular novamente o crescimento do contrabando no território nacional, que é praticado principalmente pelas facções criminosas.

Crime organizado
Além dos impactos econômicos, o cigarro ilegal está associado diretamente ao financiamento de milícias e organizações criminosas. Leonardo Ostronoff, sociólogo e pesquisador do NEV (Núcleo de Estudos da Violência) da USP, conta que, nos últimos anos, o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho – facções que nasceram respectivamente em São Paulo e no Rio de Janeiro – passaram a participar desse tipo de contrabando.

“Antigamente, o crime era praticado apenas por quadrilhas menores. Como se tornou muito lucrativo, as facções começaram a ingressar também. Os produtos passam com muita facilidade nas fronteiras”, afirma Ostronoff. A rota de entrada do cigarro contrabandeado, principalmente na fronteira entre o Paraná e o Paraguai, já é dominada pelo PCC, pois há anos é utilizada como meio de entrada da cocaína e outros itens ilegais no Brasil.

Esse tipo de contrabando é extremamente lucrativo para as organizações criminosas, que usam o valor arrecadado nas vendas para financiar outros negócios, como o tráfico de drogas e o armamento. O pesquisador afirma que o PCC está “em busca de novas oportunidades de mercado”, motivados por uma visão empreendedora.

Em relação ao combate ao comércio ilegal, Ostronoff alerta que os 17 mil km de fronteiras terrestres no Brasil não são o único desafio, pois há anuência de alguns membros das forças de segurança e de fiscalização com os contrabandistas. “Esse cigarro não passa pela fronteira e é distribuído pelo país sem ninguém ver”, critica.

Apreensão
No ano passado, o cigarro ilegal foi o principal produto apreendido pela Receita Federal, acima até de eletroeletrônicos, representando 27% do volume total. Nos últimos seis anos, segundo informações divulgadas pelo órgão à reportagem, 1,3 bilhão de maços foram retirados de circulação, o equivalente a R$ 6,8 bilhões.

Fonte: r7

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EconomiaGuarulhos

Gasolina é o combustível que mais subiu em SP e RJ com a volta da cobrança de impostos

por Redação 5 de abril de 2023

Um mês após a volta da cobrança dos impostos federais sobre os combustíveis, a gasolina foi o item que mais encareu na cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Os dados são de uma pesquisa realizada pelo Sem Parar, que levou em consideração informações dos clientes da solução de abastecimento da companhia.

Desde o dia 1º de março, o governo federal reonerou os combustíveis em todo o país. Na capital paulista, o preço médio do litro de gasolina saltou de R$ 4,91 para R$ 5,27. O aumento de R$ 0,36 equivale a 7,3%.

No RJ, a elevação do preço foi ainda maior: R$ 0,71. No local, a média do litro passou de R$ 4,82 para R$ 5,54. Isso representa aumento de 14,8% nas bombas fluminenses.

Em segundo lugar entre os produtos com as maiores altas, em São Paulo, quem assume a posição é a gasolina aditivada, com preço que saltou de R$ 5,32 para R$ 5,61. O aumento foi de 5,45%, um crescimento de R$ 0,29 por litro.

Na ‘Cidade Maravilhosa’, o valor médio pago pela gasolina aditivada foi de R$ 5,39 para R$ 5,82, alta de 8%, e um acréscimo de R$ 0,43 no preço.

Tanque cheio de gasolina
Entre 1º de janeiro e 28 de fevereiro, os paulistanos gastavam, em média, R$ 146,07 para encher o tanque do carro com gasolina. Com a volta dos encargos, o valor médio subiu 6,4%, e o gasto passou a ser de R$ 155,40.

De forma semelhante, os fluminenses, que desembolsavam R$ 140,07 para ter o tanque cheio, agora gastam R$ 149,55 (+6,8%).

Na capital do estado de São Paulo, o ticket médio das transações com gasolina aditivada saltou de R$ 160,73 para R$ 171,08, com o mesmo aumento de 6,4% da comum. No RJ, foi de R$ 153,56 para R$ 160,94, (+4,8%).

Etanol
O etanol, em compensação, ficou levemente mais barato na capital paulista. A queda foi de R$ 0,02 por litro, que custava R$ 3,73 e foi para R$ 3,71, ou seja, uma redução de 0,54%.

Por outro lado, o custo para ter o tanque cheio com álcool aumentou 2,3%, passando de R$ 107,87 para R$ 110,34.

Esse movimento não ocorreu no Rio. O valor médio do litro de etanol comum subiu 8,3%. O combustível foi de R$ 4,16 para R$ 4,50, um acréscimo de R$ 0,34.

Quem optou pelo álcool comum percebeu aumento de 2,1%, com o abastecimento passando de R$ 96,51 para R$ 98,56 por tanque médio.

Vale lembrar que esse combustível polui menos que a gasolina. Por isso, teve tributação menor por parte do governo federal.

Fonte: r7

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