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Categoria:

Educação

EducaçãoGuarulhos

Jornal de escola da Prefeitura é distribuído em banca no Jardim Tranquilidade

por Redação 12 de maio de 2023

Ansiedade e emoção. Quem acompanhou todo o processo de elaboração do jornal da EPG Heraldo Evans pelos alunos do ensino fundamental viveu momentos de muita alegria na manhã desta quinta-feira (11), quando o Heraldo News chegou à banca Conjunto Padre Bento, no Jardim Tranquilidade. Com distribuição gratuita realizada pelo jornaleiro Roberto Rocha da Cunha na própria banca, a poucos metros da escola, a 1ª edição do jornal trouxe novidades sobre o trabalho pedagógico da unidade, com conteúdo editorial dividido em seções.

“Esse trabalho é muito importante, porque orienta as crianças para a leitura e as afasta um pouco do celular e do videogame”, comemorou Cunha, explicando que as crianças estavam, desde o início da semana, em busca da publicação.

A agente de portaria Fabiane Rodrigues também estava ansiosa e foi uma das primeiras a chegar à banca para retirar seu exemplar. “Nossa, muito bom. Estou muito nervosa, eu saí no jornal, é a primeira vez que saio em uma publicação”, vibrou a agente.

Inclusão, alimentação escolar, diversidade e respeito foram alguns dos temas abordados na publicação. Além disso, o Heraldo News também apresenta entrevistas com profissionais da escola e da Secretaria de Educação, dentre os quais o secretário Alex Viterale e a subsecretária Fábia Costa, matérias sobre visitas realizadas pelos alunos, cruzadinhas, caça-palavras, carta ao leitor e classificados, conteúdo autêntico produzido por todas as turmas do ensino fundamental, do 1º ao 5º ano.

Claudia Sequeira dos Santos, mãe da aluna Hanna Sequeira dos Santos, do 1º ano, ficou muito satisfeita com o jornal que recebeu. “Sou super fã da leitura e gosto desse movimento de estímulo. Todos participaram juntos, as turmas com diferentes idades, a coordenação, os professores, os gestores, eu achei isso bastante interessante para ampliar a interação entre todos que trabalham e estudam na escola”, disse a mãe.

O aluno Pedro Bueno Rodrigues, do 3º ano, comemorou a visita que sua turma fez à Divisão de Comunicação da Educação no final de abril. “Achei incrível o jornal também porque somos a única turma que visitou um lugar em que quase ninguém mais foi, entrevistamos muitas pessoas e isso foi muito legal”, brincou.

Com o jornal em mãos, a aluna Luna Maria Caniello, do 1º ano, estava encantada com o resultado. “Nunca vi nem segurei um jornal assim, estou me sentindo uma jornalista”. Para Caroline Ferreira Caniello, mãe da Luna, colocar os alunos em contato com materiais que muitos ainda não conheciam, como jornais e revistas, é enriquecedor. “Esse trabalho com os gêneros textuais, no qual as crianças atuaram ativamente na construção, é muito importante para a aprendizagem de todos eles”, parabenizou a mãe.

Ao lado de sua mãe Rubinaria Saraiva, igualmente encantada com o projeto da escola e o estímulo à leitura, a aluna Sofia Saraiva contou que ficou responsável pela seção Carta ao Leitor junto com seus colegas do 4º ano. ”Eu e meus amigos adoramos fazer o jornal, nos sentimos como jornalistas. Eu não sabia que existia essa parte chamada Carta ao Leitor, então passar por essa experiência foi ótimo”.

Para conhecer o resultado desse trabalho, as matérias e entrevistas produzidas pelos alunos e as diferentes seções do Heraldo News, acesse https://me-qr.com/pt/mobile/pdf/14573044.

Fotos: Divulgação/PMG

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GuarulhosEducação

Alunos de escolas estaduais participam de atividades de educação ambiental no Bosque Maia

por Redação 12 de maio de 2023

O Complexo de Educação Ambiental (CEA) do Bosque Maia recebeu nesta semana, entre segunda (8) e quinta-feira (11), mais de 300 alunos do ensino fundamental das escolas estaduais de Guarulhos Lydia Kitz Moreira e Professor Frederico de Barros Brotero.

Separadas em turmas, 215 pessoas, entre alunos e professores da Brotero, participaram de um bate-papo com os técnicos da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) sobre como fazer um minhocário, técnica que consiste em transformar cascas de frutas, legumes e folhas secas em adubo orgânico e fertilizante biológico. A prática ajuda a reduzir o volume de lixo enviado aos aterros sanitários e assim diminuir a emissão de gases do efeito estufa, um dos responsáveis pelas mudanças climáticas na Terra.

Já os 88 alunos da EE Lydia Kitz participaram da Trilha das Práticas Sustentáveis, caminhada pelo parque com paradas programadas nas estações instaladas no Bosque Maia. No passeio os participantes ficam sabendo mais sobre captação de águas das chuvas, telhado verde, energia solar, compostagem e entrega voluntária de recicláveis.

Escolas, clubes, associações ou grupo de amigos que queiram participar das atividades desenvolvidas pela Sema devem agendar pelos telefones 2475-9843 ou 2482-1667 ou pessoalmente no CEA Bosque Maia, em horário comercial.

Fotos: Divulgação/PMG

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EducaçãoGuarulhos

Alunos de escola da Prefeitura participam de roda de conversa sobre educação antirracista

por Redação 11 de maio de 2023

Alunos dos estágios II da educação infantil e do 1º ano do ensino fundamental da EPG Patrícia Galvão – Pagu, no Jardim Cambará, participaram de roda de conversa sobre educação antirracista nesta quarta-feira (10). A ação, que integra o projeto anual Crianças: Vivências e Descobertas, contou com bate-papo com a rainha Vania Oliveira, negra, ativista em experiência performática de ensinagens negras, especialista e mestra em dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

O encontro teve como objetivo fortalecer caminhos e possibilidades para a alfabetização antirracista ao evidenciar e celebrar os 20 anos da lei 10.639/2003, que estabelece as diretrizes para a inclusão do tema história e cultura afro-brasileira no currículo oficial da rede de ensino, um convite à reinterpretação da existência negra para a construção de novos imaginários.

Representatividade importa: quem já viu uma rainha?

“As crianças vivenciaram momentos de descobertas culturais e corporais, envolvidas num clima de curiosidade, imagem positiva de si, ampliando suas experiências, demonstrando empolgação e alegria durante toda a apresentação”, explicou Maria da Conceição de Andrade Pinto, coordenadora pedagógica da EPG Patrícia Galvão.

A coordenadora contou ainda que, para trabalhar o imaginário infantil durante a roda de conversa, Vania perguntou às crianças quem já tinha visto uma rainha, quais adornos elas costumam usar e se elas já viram alguém parecido com uma rainha.

“Imediatamente as respostas foram surgindo. ‘Minha tia se parece com uma rainha (referindo-se a Vania) porque tem o mesmo tom de pele’; ‘minha mãe se parece com uma rainha porque é linda como você’; ‘uma rainha tem vestido e castelo de ouro’, contaram as crianças”, disse Maria da Conceição.

Partilhando vivências e estudos

O bate-papo da rainha Vania Oliveira com os alunos extrapolou os encontros formativos dos professores em hora-atividade com o formador Fabiano Maranhão, valiosa parceria que já acontece na EPG Pagu desde julho de 2015 com rodas de conversa, dinâmicas, sugestões de vídeos e textos para estudo.

“A forma com a qual ela aborda a temática, em uma roda de conversa com as crianças, com uma linguagem bastante simples e direta, vai além de atender os alunos nessa faixa etária, pois transforma a escola em um grande contexto de investigação, de aprendizagem, de interações e brincadeiras, repleto de momentos educativos, desafios e descobertas para garantir o desenvolvimento integral dos educandos”, pontuou Andressa Carla da Silva Reis, parceira de Maria da Conceição na coordenação pedagógica.

Em um contexto amplamente formativo cujo objetivo é fortalecer aprendizagens, saberes e mudanças de comportamento por meio de experiências construídas ao longo desse processo, a gestão escolar compreende esse espaço a partir das vivências e interações que ele proporciona às crianças, o que possibilita o conhecimento de si, do outro e do seu entorno, permite a interação com diversas culturas e o aprendizado do respeito e da valorização das diferenças.

Fotos: Camila Rhodes/PMG

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EducaçãoGuarulhos

Alunos do Senac participam de práticas inclusivas do projeto Vivência

por Redação 10 de maio de 2023

Nesta quarta-feira (10) a Subsecretaria de Acessibilidade e Inclusão de Guarulhos promoveu mais uma edição do projeto Vivência – Conhecer para Acolher a um grupo de 22 jovens do programa Aprendizagem Senac. Trata-se de uma oficina gratuita que informa e orienta sobre práticas inclusivas do dia a dia que devem ser adotadas como forma de combate ao capacitismo e ao bullying.

“A oficina é um instrumento importante de inclusão da pessoa com deficiência, de combate à discriminação e ao preconceito para que tenhamos uma cidade mais acolhedora e melhor”, afirmou o subsecretário Rubens Paulo.

A ação da administração municipal, de acordo com o professor do Senac Maykon Nise Furtado, contribui para a formação dos alunos e vai ao encontro do programa Aprendizagem Senac, o qual visa a preparar profissionais éticos para empresas e cidadãos para a sociedade. “A oficina colabora para que o jovem perceba a necessidade de respeitar e incluir as pessoas com deficiência no ambiente de trabalho, no ônibus e nos demais espaços da sociedade”, disse o professor.

Reflexões

Ao longo da manhã os participantes receberam informações sobre os tipos de deficiência, terminologias e orientações para o acolhimento da pessoa com deficiência. Eles também tiveram a oportunidade de interagir com jogos adaptados, como o dominó para cegos, o alfabeto Braille e adivinhações com mímicas.

De acordo com Rayana Leonaldi, de 17 anos, a iniciativa possibilitou a reflexão sobre o relacionamento com as pessoas com deficiência. “Aprendemos hoje coisas bem interessantes, por exemplo: de que forma podemos ajudar os outros. A atividade também nos fez pensar sobre os nosso conceitos e como tratamos as pessoas com deficiência, porque muitas vezes brincamos e não pensamos o quanto isso pode machucar ou deixá-las constrangidas”, contou a jovem moradora na Vila Melliani.

Já Gabriel Fisher, de 17 anos, que vive no Macedo, destacou a dificuldade que teve em jogar dominó adaptado com os olhos vendados. “Foi uma experiência incrível que me fez refletir em como os cegos se sentem. É muito difícil perceber o número na peça de dominó pelo tato. Outra coisa interessante que aprendi foi como abordar a pessoa com deficiência para auxiliá-la. Todos os assuntos falados fazem a diferença na vida dos outros e posso passar para outras pessoas também”, disse o estudante.

Fotos: Divulgação/PMG

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EducaçãoGuarulhos

Profissionais da Educação oferecem muito mais que refeição aos alunos da rede

por Redação 10 de maio de 2023

Cozinhar vai além da reprodução de receitas, seguindo o passo a passo das quantidades e medidas. O ato demanda criatividade, respeito e outro ingrediente especial, que faz toda a diferença no preparo das refeições dos alunos das escolas da rede municipal de Guarulhos: o amor. Diariamente mais de 900 cozinheiros preparam pratos deliciosos e criativos, oferecidos a mais de 121 mil estudantes das 256 escolas da rede própria e instituições parceiras.

Se por um lado os números revelam que o trabalho de cozinheiros e cozinheiras alcança níveis superiores em relação à qualidade das refeições servidas, por outro, são as relações de carinho e afeto que se estabelecem no cotidiano escolar que demonstram essa conquista.

Por isso, nesta quarta-feira (10), quando é celebrado o Dia do Cozinheiro, é importante lembrar o papel fundamental desses profissionais para o desenvolvimento e maior rendimento na aprendizagem dos educandos, já que são eles que transformam a comida em uma alimentação verdadeiramente saudável.

Eu te cativo, tu me cativas

Foi a partir desse olhar que Eloisa Mazzini, cozinheira da EPG Heraldo Evans, no Jardim Tranquilidade, preparou algo diferente para o aluno Davi Pinheiro, do 3º ano. Filha de cozinheira, a tia Elo, como é conhecida, fez o famoso prato sorriso, todo decorado, o que cativou o coração da criança.

“Um dia eu estava triste e o Davi me perguntou o motivo da tristeza. Mesmo assim, sorri para ele e fui para a cozinha. Fiz o prato decorado com um sorriso, que ele amou. Daí em diante todo dia ele me pergunta: ‘tem sorriso hoje?’”, contou.

A história da refeição diferenciada chegou ao ouvido da mãe de Davi, Iara Pinheiro. Segundo ela, a atitude da profissional gerou emoção e acolhimento. “Tudo que fazem aos meus filhos é como se fizessem a nós. Tirar um minuto do dia para fazer isso é uma grande demonstração de amor”, disse a mãe.

Trinta anos na cozinha. Este é o tempo em que a cozinheira da EPG Felício Marcondes, Maria Ione Rondini, trabalha nas escolas da Prefeitura de Guarulhos. Após décadas de muito empenho e dedicação, o combustível que a mantém na ativa é a paixão pelas crianças e, claro, seu amor por cozinhar.

“Ver as crianças felizes e receber o carinho diário delas é o que sempre precisei para permanecer aqui esse tempo todo. Amo o que faço, então, quando a gente faz o que gosta, não vira peso, apenas satisfação”, disse Maria.

Na rede municipal de Guarulhos histórias como as de Eloisa e Maria Ione são uma constante. Elas fazem parte de um conjunto de análises da educação que consideram a alimentação escolar elemento fundamental para a aprendizagem dos alunos.

Fotos: Divulgação/PMG

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EducaçãoGuarulhos

Prefeitura prorroga as inscrições para o processo seletivo de fomento ao teatro e à dança

por Redação 8 de maio de 2023

A Prefeitura de Guarulhos prorrogou para 18 de maio o prazo de inscrições para o processo seletivo de fomento ao teatro e à dança, edital destinado a artistas de Guarulhos, grupos ou coletivos culturais formados por maiores de 18 anos interessados em realizar projetos culturais para propostas de até R$ 95 mil.

Para participar os interessados devem acessar o site https://www.guarulhos.sp.gov.br/editalfomento, ler o edital e seus anexos, preencher o formulário contido na página https://forms.gle/YLuLVEw4L9diPVraA e enviar a documentação exigida.

Em busca de aprimorar e melhorar o acesso da população aos bens culturais e a sua produção, a iniciativa financiará dez projetos com recursos próprios destinados ao Programa de Fomento ao Teatro e à Dança de Guarulhos, instituído pela lei municipal 6.628/2009.

Para mais informações acesse https://www.guarulhos.sp.gov.br/editalfomento.

Imagem: Divulgação/PMG

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BrasilEducação

Dona de berçário presa por maus-tratos em MT teria esfregado fezes no rosto de crianças

por Redação 25 de abril de 2023

A Polícia Civil de Mato Grosso formalizou uma denúncia, nesta segunda-feira (24), contra um casal donos de uma creche e um hotel infantil, em Sorriso, localizado na região norte do estado mato-grossense. Os proprietários do berçário são acusados de tortura e maus-tratos contra oito crianças, de zero a cinco anos.

De acordo com a delegada Jéssica Assis, do Núcleo de Atendimento à Mulher, Criança e Idoso da Delegacia de Sorriso, as provas coletadas ao longo da investigação apontam que o casal torturava as crianças de maneira explícita há anos, sem que nenhuma ação fosse tomada.

“Estavam convictos nas manipulações que faziam com os pais das vítimas e seguros de que não seriam descobertos porque a maior parte das crianças sequer conseguia falar, já que eram bebês”, disse a delegada.

Dois episódios relatados no inquérito chamaram a atenção da Polícia Civil durante a investigação, cometidos contra duas crianças que ficavam no berçário. Em um deles, a proprietária do local teria esfregado a calcinha e fralda sujas de fezes no rosto das vítimas, a fim de puni-las por defecarem e educá-las conforme seu método. Outro relato aponta que uma criança autista foi obrigada pela dona do berçário a comer areia, quando ela forçou um punhado de areia na boca da menor.

No decorrer do inquérito, a polícia ouviu nove ex-funcionárias do estabelecimento, que reforçaram as denúncias feitas pelos pais das vítimas e relataram ainda as ameaças feitas pelos donos do berçário.

“Os depoimentos são consistentes e confirmam diversas informações que levam à conclusão de que as violações ocorridas no local eram sistêmicas, contínuas e extremamente graves, a ponto de ter colocado em risco a vida de inúmeras crianças, há, no mínimo, quase quatro anos”, explicou Jéssica.

O estabelecimento atendia crianças entre zero e cinco anos de idade, no centro da cidade de Sorriso, e cobrava valores de até R$948,00 por criança.

Entre as agressões narradas pelas testemunhas há relatos de tapas nas nádegas e na boca, mordidas, puxões, golpes com raquetes, empurrões e beliscões contra as vítimas. A alegação era de os atos serviam para disciplinar as crianças. Mas, as agressões eram imputadas a outras crianças, pela proprietária da creche, quando questionada pelos pais.

Além disso, testemunhas e uma das vítimas relataram a existência de um “cantinho do pensamento”, que consistia em um corredor escuro, que dava acesso ao quarto da proprietária, onde ela trancava as crianças que se comportavam mal e as deixava sozinhas, por até duas horas.

O casal está preso em unidades prisionais da região Norte do estado.

Fonte: r7

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EducaçãoGuarulhos

Policiais e câmeras dão sensação de segurança, mas não evitam ataques a escolas, dizem especialistas

por Redação 14 de abril de 2023

Após os ataques à Escola Estadual Thomázia Montoro, em São Paulo, e à creche Cantinho do Bom Pastor, em Blumenau (SC), uma onda de ameaças a outras instituições de ensino despontou ao longo das duas últimas semanas. Diante desse cenário, governos e prefeituras vêm anunciando uma série de medidas para reforçar a segurança, como o aumento de rondas escolares pela Polícia Militar, a presença de agentes das unidades e a instalação de câmeras de segurança.

Para psicólogas ouvidas pelo R7, inicialmente, a presença dos policiais e dos equipamentos de monitoramento são ferramentas que trazem a sensação de segurança aos alunos e familiares. Entretanto, integrantes do Instituto Sou da Paz afirmam que o investimento exclusivo nessa área não previne episódios futuros de violência.

Os especialistas afirmam que essa onda de violência entre os jovens é uma questão complexa e é reflexo de uma gama de fatores, como o bullying, os efeitos pós-pandemia e os grupos extremistas que incentivam o ódio nas redes sociais. Por isso, é essencial o trabalho integrado das áreas de educação, saúde, assistência social e segurança.

Presença de policiais
Há anos, a psicóloga especialista em luto e coordenadora do Niped (Núcleo de Intervenções Psicológicas em Emergências e Desastres) Elaine Alves tem atuado em instituições que foram alvo de ataques, como a Escola Estadual Primo Bitti, em Aracruz (ES), e a Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (SP).

Atualmente, Alves presta atendimento na escola da zona oeste de São Paulo onde uma professora foi assassinada a facadas e quatro pessoas ficaram feridas em 27 de março. “O que eu tenho observado na Thomázia é que os pais e alunos se sentem mais seguros [com a presença dos policiais]. Eles não se intimidam. Também estive presente na Raul Brasil e em Aracruz e em nenhuma delas eu senti que a polícia intimidava”, relata a psicóloga.

Entretanto, a profissional faz uma ressalva. “[A presença dos policiais] não tira o medo dos alunos de que os ataques continuem ou o medo de ir à escola. Isso vem se acentuando cada dia mais com relação às [novas] ameaças. São sintomas de estresse pós-traumático que são normais e esperados após um evento extremo”, explica Alves.

A doutora em psicologia clínica pela USP (Universidade de São Paulo) Joana Vartanian corrobora a opinião da coordenadora do Niped. “Eu acredito que seja natural que os pais, a sociedade e as escolas coloquem muitas esperanças em estratégias de segurança, em colocar câmeras de seguranças e vigias. Faz sentido do ponto de vista psicológico, porque a gente quer se sentir seguro depois de ataques como esses.”

Contudo, Vartanian afirma que, do ponto de vista prático, não há nenhum estudo científico que comprove a relação entre o aumento de investimento nessas medidas de segurança — policiamento e instalação de câmeras — com a prevenção de ataques em escolas.

Em nota, o Instituto Sou da Paz, referência em estudos de segurança pública, afirma que “evidências mostram que as iniciativas que direcionam investimento apenas em mais segurança dentro das escolas não funcionam”. A instituição cita como exemplo o massacre de Columbine, em 1999, que terminou com 15 pessoas mortas.

“A partir dele, o país realizou uma série de medidas, como colocar detector de metais, portas reforçadas e câmeras de segurança com reconhecimento facial, além de policiais armados em escolas, mas elas não foram suficientes para diminuir o número de casos violentos”, diz o documento.

Críticas
A coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz Danielle Tsuchida explica que o investimento dos governos e das prefeituras deve estar focado em duas diretrizes: o policiamento da ronda escolar com foco na saída e entrada dos estudantes e fortalecimento com a comunidade escolar e a inteligência policial na apuração de eventuais denúncias pelas plataformas digitais.

“A presença da arma no ambiente escolar pode gerar tensão nos estudantes e nos professores. Para alguns, infelizmente, a polícia não é sinônimo de proteção”, afirma Tsuchida.

À reportagem, um professor de uma escola estadual da região da Vila Sônia, zona oeste da capital paulista, que prefere não ser identificado, conta que a comunidade escolar costuma ter medo dos policiais militares.

“Eu leciono em um bairro periférico. Quando se fala do aumento da presença da polícia nas escolas, [a medida] dá medo na comunidade. A realidade deles é de muita violência”, denuncia. O docente também relata que antes de colocar mais agentes na porta dos colégios, há outras áreas precisando de investimentos.

“Em algumas salas na minha escola, há lâmpadas que estão queimadas, você leciona no escuro. Também não tem mais biblioteca. Virou um carrinho de supermercado que passa uma vez por semana pelos corredores”, exemplica o professor.

O caminho a ser trilhado pelas escolas é o desenvolvimento da cultura de paz por meio do combate ao bullying, do respeito à diversidade, da resolução de conflitos de forma restaurativa e não punitiva, afirma Tsuchida.

“A escola deve ser não só um espaço de aprendizado, mas de acolhimento e de escuta dos jovens. A educação sozinha não vai dar conta”, finaliza a coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.

Fonte: r7

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EducaçãoSão Paulo

Aluno intimida professor e tenta derrubá-lo de cadeira em escola de Assis, interior de SP

por Redação 13 de abril de 2023

Um aluno, de 15 anos, da Escola Estadual Carlos Alberto de Oliveira, de Assis, no interior de São Paulo, aparece em um vídeo, que viralizou nas redes sociais, discutindo e intimidando um professor durante a aula. O caso aconteceu na última segunda-feira (10).

Nas imagens, que estão circulando na internet, é possível ver o estudante apontando o dedo para o rosto do docente e quebrando a carteira onde o professor está sentado. Outros alunos presenciam a briga, debocham e não interferem.

O professor então sugere que eles conversem do lado de fora da classe depois da aula, mas o adolescente responde: “Vamos lá agora”.

Em nota, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) disse ao R7 que a direção da escola “mediou o conflito em uma reunião com o estudante, seus responsáveis e o professor assim que soube do ocorrido”.

O órgão informou ainda que será oferecido atendimento psicológico tanto ao docente quanto ao aluno, caso os responsáveis autorizem.

Além disso, o aluno foi suspenso das aulas presenciais e deverá acompanhar as atividades de forma remota, via internet, até o final desta semana. “A Seduc ressalta que as escolas da rede estadual estão atentas aos comportamentos dos estudantes, atuando com a escuta ativa e mediação, buscando solucionar os conflitos identificados”, finalizou o comunicado.

Fonte: r7

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EducaçãoSão Paulo

Dois alunos são apreendidos com canivetes em escola na zona sul de São Paulo

por Redação 31 de março de 2023

Dois alunos foram encaminhados a delegacia após serem apreendidos com um canivete na Escola Estadual Victor Geraldo Simonsen, na Rua Espanha, no Jardim Europa, região do Campo Limpo Paulista, na zona sul de São Paulo, na última quarta-feira (29).

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo informou que a Polícia Militar foi acionada e convocou os responsáveis, que acompanharam os estudantes até a delegacia.

Ainda segundo a SEDUC, as aulas ocorreram normalmente na unidade escolar. Segundo a pasta, as escolas da rede estadual estão atentas aos comportamentos dos estudantes, atuando com a escuta ativa e mediação, buscando solucionar os conflitos identificados.

A secretaria destaca a equipe CONVIVA SP – Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar – promove encontros formativos junto aos COE (Coordenador de Organização Escolar) cujas pautas são voltadas à promoção da cultura da paz, à valorização da vida e à mediação de conflitos.

Fonte: r7

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