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Libertadores

Libertadores

São Paulo joga bem, mas falha em momentos decisivos e perde para LDU em Quito

por Redação 19 de setembro de 2025

O São Paulo saiu derrotado por 2 a 0 da partida contra a LDU, nesta quinta-feira (18), no Estádio Casa Blanca, em Quito, pelas quartas de final da Conmebol Libertadores. Apesar do desempenho consistente e da superioridade em números — 54% de posse de bola, 11 finalizações contra 8 e 421 passes certos contra 286 —, os erros individuais custaram caro ao Tricolor.

O primeiro gol dos equatorianos saiu ainda na etapa inicial, em falha defensiva, justamente quando o São Paulo ensaiava sua melhor fase no jogo. No segundo tempo, a equipe de Hernán Crespo criou quatro chances claras, todas desperdiçadas, principalmente por Luciano, que admitiu após a partida: “Eu não posso perder esse tipo de gol”.

Quando parecia mais próximo do empate, o São Paulo voltou a vacilar na defesa. Ferraresi entregou uma bola difícil a Pablo Maia, que, cercado, perdeu a posse e viu Estrada ampliar para os donos da casa.

Mesmo sem sentir tanto os efeitos da altitude de 2.850m, o Tricolor voltou a se desorganizar nos minutos finais, desperdiçando outras oportunidades. Agora, precisará vencer por dois gols de diferença no Morumbis para levar a decisão aos pênaltis, ou por três ou mais para avançar diretamente à semifinal.

Fonte: GE

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Libertadores

Rafael brilha nos pênaltis, e São Paulo avança às quartas de final da Libertadores

por Redação 20 de agosto de 2025

Com muita emoção no Morumbis, o São Paulo garantiu na noite desta terça-feira (19) a classificação para as quartas de final da Conmebol Libertadores. Depois do empate em 1 a 1 no tempo normal contra o Atlético Nacional, da Colômbia, o Tricolor venceu nas cobranças de pênaltis.

André Dias abriu o placar logo no início da partida, mas Morelos empatou na segunda etapa. Nas penalidades, o goleiro Rafael brilhou novamente, defendendo a primeira cobrança dos colombianos, enquanto Hinestroza acertou o travessão. Coube ao português Cédric converter o último pênalti e garantir a vaga são-paulina.

Rafael já havia sido decisivo no jogo de ida, em Medellín, quando defendeu um pênalti e contou com o erro de Cardona, assegurando o 0 a 0 fora de casa.

Agora, o São Paulo aguarda o vencedor do confronto entre Botafogo e LDU, do Equador. Como dono da segunda melhor campanha geral, o Tricolor terá a vantagem de decidir no Morumbis.

Pelo Campeonato Brasileiro, o próximo compromisso é no domingo (24), às 20h30, contra o Atlético-MG, também no Morumbis. O time está em 7º lugar, com 29 pontos. As quartas da Libertadores acontecem nas semanas de 17 e 24 de setembro.

Fonte: GE

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Libertadores

São Paulo tem mais sorte do que juízo na Colômbia, mas empate precisa ser comemorado

por Redação 13 de agosto de 2025

O São Paulo teve (muito) mais sorte do que juízo na partida de ida das oitavas de final da Conmebol Libertadores, na última terça-feira, no estádio Atanasio Girardot, mas o empate em 0 a 0 precisa ser comemorado. As circunstâncias levam para este sentimento de que o resultado na Colômbia poderia ter sido muito pior.

O Atlético Nacional, diante de seus torcedores, teve 19 finalizações (apenas três no alvo), duas bolas na trave e dois pênaltis perdidos por Edwin Cardona (um deles defendido por Rafael). A superioridade colombiana, traduzida nos números, é justamente o que faz o São Paulo ter o direito e o dever de comemorar o empate fora de casa.

Voltar para o Brasil com a possibilidade de ir às quartas de final da Libertadores com uma vitória por qualquer placar é a grande conquista tricolor na última terça-feira. As dificuldades no Atanasio Girardot, aliás, não foram uma exclusividade do São Paulo em 2025.

Até empatar com o São Paulo na última terça-feira, o Atlético Nacional tinha vencido seus três jogos em casa nesta Libertadores. Superou o Internacional, o Bahia e o Nacional, do Uruguai, na fase de grupos. Em contrapartida, perdeu todas as partidas longe de Medellín. E este é outro motivo para o Tricolor comemorar o empate.

Sofrer diante de um forte adversário, portanto, não é nenhum sinal de alerta para o São Paulo. O que não pode se repetir, porém, é a dependência de uma sorte maior do que se pode contar em condições normais.

Uma desorganização defensiva quase que irreconhecível para o São Paulo de Hernán Crespo em alguns lances (que foram minoria, é bom destacar) quase custou caro na Colômbia. Ferraresi, que tem sido um dos pilares do Tricolor, cometeu dois pênaltis, flertou com a expulsão e quase complicou a vida da equipe na Libertadores.

A dificuldade para marcar o rápido ataque colombiano, com Marlos Moreno por um lado e Hinestroza pelo outro, também é um ponto de atenção para o São Paulo. Foi justamente em lances de velocidade que o Tricolor viu a bola explodir na trave duas vezes.

Ofensivamente, o São Paulo foi quase nulo. Finalizou cinco vezes na direção do gol, mas não acertou o alvo em nenhuma delas. Construiu muito pouco perto do que tem mostrado ao seu torcedor sob o comando de Hernán Crespo. Mas, vale lembrar, conseguiu evitar que o Atlético Nacional vencesse novamente em casa, o que ainda não havia acontecido nesta Libertadores.

A estratégia tricolor na última noite foi, muitas vezes, explorar lançamentos para que André Silva tentasse segurar a bola no campo ofensivo e diminuir a pressão colombiana. O centroavante, porém, teve muita dificuldade para cumprir suas funções e foi substituído no segundo tempo. Lucas, que entrou em seu lugar, também não conseguiu dar trabalho à defesa do Atlético Nacional.

Por causa do que esperava do adversário na Colômbia, o São Paulo mudou seu estilo de jogo em relação ao que vem apresentando com Crespo. No Morumbis, a normalidade deve se fazer presente novamente. E, fora de casa, o Atlético Nacional não tem nenhum ponto conquistado nesta Libertadores.

Fonte: GE

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Libertadores

“reservas” do Palmeiras atropelam na Libertadores e acirram mais a disputa no elenco

por Redação 29 de maio de 2025

O Palmeiras entrou em campo na quarta-feira, no Allianz Parque, para encarar o Sporting Cristal, sem muitas aspirações no confronto. Já com a primeira colocação geral garantida, a equipe tinha que cumprir tabela na fase de grupos da Conmebol Libertadores.

Por isso, Abel Ferreira optou por mudar a equipe em todos os setores e preservar alguns dos principais jogadores para o duelo contra o Cruzeiro, no próximo domingo, às 19h30, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro. E os “reservas” agarraram bem a oportunidade.

No Palmeiras atual é difícil apontar quem é titular ou reserva, mas nomes como Mauricio, Veiga e Flaco López têm sido utilizados em jogos considerados menos importantes. Contra o Flamengo, por exemplo, o trio começou no banco.

E os três saíram de campo deixando uma boa impressão para Abel e, certamente, vão acirrar ainda mais a disputa por uma vaga na equipe principal.

Quem mais despontou foi Flaco López. Vice-artilheiro da temporada, com dez gols, o argentino é um dos mais utilizados. Mas a chegada de Vitor Roque o fez perder a condição de titular absoluto. Quase toda vez que entra, porém, vem sendo importante.

Na última quarta-feira, fez dois dos cinco gols (um deles golaço, inclusive) e vai colocando mais pimenta nessa disputa com Vitor Roque, a contratação mais cara da história do clube. Hoje, não dá para dizer que ele é reserva.

Já Mauricio tenta retomar seu lugar no time, perdido após a lesão no ombro. E mais uma vez ele mostrou que tem todas as condições de ser o dono da posição no meio de campo, seja caindo pela direita ou pela esquerda.

Contra o Sporting Cristal, Mauricio flutuou bastante nas costas da segundo linha do time peruano e distribuiu boas bolas, uma terminou em gol de Flaco. Além disso, apareceu para finalizar em pelo menos quatro oportunidades e fez um gol, mas foi anulado por impedimento.

Veiga, por sua vez, aproveitou o confronto para acabar com um jejum de gols que já durava dois meses. No meio do segundo tempo, o meia cobrou uma falta frontal com precisão e acertou o ângulo.

Titular absoluto nas últimas temporadas, o ídolo do Palmeiras perdeu espaço após lesão e ainda não conseguiu atingir o seu melhor nível, mas a partida da última noite pode ser uma virada de chave para ele voltar a ser o que o torcedor se acostumou.

Ainda teve Paulinho…
Se o jogo era a chance de resgatar a confiança de alguns jogadores e colocá-los em disputa por vaga no time titular, Paulinho não poderia perder essa oportunidade. E o atacante realmente não perdeu.

Aos 22 minutos do segundo tempo, ele saiu do banco de reservas em busca de seu primeiro gol com a camisa do Palmeiras. Foram necessários apenas três minutos para Paulinho receber passe de Allan e finalizar cruzado para fazer o dele.

A comemoração efusiva mesmo com uma goleada já construída mostrou a importância do gol para o jogador, que ainda teve tempo de dar uma assistência. Aos 34 minutos, foi à linha de fundo pela direita e cruzou na cabeça de Facundo Torres, que ganhou da marcação e fez o sexto do Verdão.

O atropelo dos reservas foram uma ótima notícia para o Palmeiras, que se recuperou da derrota para o Flamengo no final de semana, e encheu alguns jogadores de confiança.

Fonte: GE

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Libertadores

Imposição e resultado: Flamengo amassou a LDU para estrear de fato na Libertadores

por Redação 16 de maio de 2025

O relógio já apontava quase vinte minutos do segundo tempo quando o Flamengo finalmente parou para respirar. O volume de jogo imposto sobre a LDU não havia permitido uma pausa sequer até então. Também os equatorianos aproveitaram este divisor de águas no jogo para recobrar o fôlego, mas neste caso a impossibilidade havia sido por desespero mesmo, pois desde que a partida começara mal tinham conseguido passar do meio de campo.

A vitória por 2 a 0 levou o time de Filipe Luís à segunda colocação da chave, com grandes chances de acabar em primeiro, caso a LDU vença o Central Córdoba. O resultado parece protocolar e não reflete a superioridade apresentada pelos rubro-negros sobre a equipe treinada pelo argentino Pablo Sánchez (em seus tempos de jogador, conhecido pelo apelido de “Vitamina” Sánchez), que chegou a posicionar sua equipe com uma linha de cinco ou seis defensores. A muralha idealizada passou a noite vazando, a ponto de não restar reboco que aguentasse.

Até o jogo de ontem, a campanha do Flamengo era decepcionante na Libertadores — de certa forma, continua sendo, pois se imaginava que o poderio técnico seria suficiente para liderar com folga um grupo com rivais acessíveis. O desempenho de ontem, portanto, é quase uma estreia de fato na competição. Durante sessenta minutos, contando com atuações de luxo de Alex Sandro e Luiz Araújo, vendo um catedrático Gérson em sua melhor versão, o Flamengo espremeu a Liga de Quito até obter o resultado que lhe servia.

Quando respirou, até por necessidade biológica, apresentou alguma instabilidade e provavelmente fez Filipe Luís relembrar de um antigo problema: o volume não havia sido revertido em chances reais. Àquela altura do jogo, e nessa altura do campeonato, os rubro-negros deveriam estar muito mais tranquilos — das 14 finalizações contra a LDU, apenas quatro foram em direção ao gol. No caso de ontem, com a circunstância atenuante de que deve ter sido difícil inclusive mirar no gol, de tão povoada que estava a área dos equatorianos na maior parte do tempo.

Recorrer à sentença de Juan Román Riquelme é sempre uma saída óbvia, um clichê irresistível, talvez porque traga muito de verdade: “A Libertadores começa nas oitavas”. Essa é a tradução de uma mentalidade vencedora; no caso de Riquelme, de alguém que trilhava os caminhos do continente como quem volta pra casa — o resultado e o “copeirismo” acima de qualquer demonstração gratuita de virtude em fases protocolares da competição, o crescimento na hora certa.

Indiscutível protagonista das últimas edições, o Flamengo sabe muito bem disso — não deveria ter sofrido tanto até agora, é claro, mas tudo indica que logo este sofrimento será passado, pois o mata-mata apaga todos os arrependimentos. E aí, finalmente, a Libertadores terá começado de verdade para os rubro-negros.

Fonte: GE 

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Libertadores

Expulsão de Alisson quase mata jogo do São Paulo, mas estrela de Cotia brilha para resolver

por Redação 15 de maio de 2025

Após sair atrás no placar, o São Paulo empatou com o Libertad por 1 a 1 nesta quarta-feira e está classificado com uma rodada de antecedência para as oitavas da Libertadores. O gol foi marcado pelo garoto estreante Lucca, que saiu do banco para resolver falhas claras da equipe são-paulina.

O Tricolor teve um início de jogo com uma postura diferente daquela que vinha sendo apresentada nos últimos jogos. Fez pressão no campo de ataque e colocou volume apostando bastante na velocidade de Lucas Ferreira, na visão de jogo de Oscar e na mobilidade de Ferreira, criando boas jogadas sem precisar se segurar.

Ofensivo, levou perigo e controlou as principais ações até os 15 minutos, quando Alisson foi expulso de campo após entrada dura em um adversário. A saída do volante, que vem sendo um dos pilares, mexeu com a organização de toda a equipe, que naturalmente recuou e “acabou” com o jogo previamente pensado.

Com um a menos durante quase toda a partida, precisou se recompor e recalcular rota. Oscar foi recuado para a posição de segundo volante, as linhas baixaram e toda a estratégia são-paulina pareceu ter sido derrubada. O baque foi sentido, mas a partida não acabaria assim.

Ferreira perdeu uma chance clara, Alan Franco isolou uma finalização na pequena área, e Cédric falhou no lance do gol do Libertad mas, apesar disso, brilhou a estrela de uma das substituições feitas por Luis Zubeldía em meio a uma necessidade de resultado.

Lucca finalmente fez sua estreia no time profissional do São Paulo e marcou um golaço para carimbar a classificação às oitavas de final da Libertadores.

O garoto de 17 anos deu mais mobilidade, espaços, clareou jogadas e concluiu a boa atuação – ainda que apenas por alguns minutos – com a bola na rede.

Contudo, um ponto a ser pensado é na abdicação da partida cedo demais. O São Paulo costuma abrir mão de ir para cima, de ser mais ofensivo, de ter opções que não mexem ou prejudicam essa postura, e isso tem dado mais errado do que certo.

O time comandado por Zubeldía precisa ter mais ímpeto e “matar” as chances criadas para não “morrer” em partidas dentro de casa. Lucca foi o nome da vez, mas nem sempre dá para colocar toda essa responsabilidade nas costas de meninos.

É preciso ter planos A, B, C e D para se manter cada vez mais forte na busca pelo tetracampeonato da Libertadores. São Paulo vem bem e não pode bobear.

Fonte: GE 

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Libertadores

Palmeiras sobra na Libertadores e comprova força e consistência do elenco

por Redação 8 de maio de 2025

As quatro vitórias em quatro jogos na Conmebol Libertadores dão o tom de como o Palmeiras tem sobrado na fase de grupos da competição. O 2 a 0 sobre o Cerro Porteño, fora de casa, nesta quarta-feira, foi mais uma comprovação da consistência e força do Verdão.

O grande personagem no estádio Nueva Olla poderia ser Estêvão, autor do golaço que abriu o caminho para a vitória. Mas restringir o protagonismo só a ele é uma injustiça com o que o elenco fez e vem fazendo.

Assim como na altitude de La Paz para encarar o Bolívar, o técnico Abel Ferreira mudou algumas peças, principalmente no meio de campo, para encarar o Cerro Porteño, e a qualidade da equipe não mudou. O bom desempenho tem se tornado a marca registrada.

É bem verdade que o placar poderia ter sido bem mais elástico pelo tanto de chances criadas (e desperdiçadas). As falhas individuais, porém, não prejudicaram o coletivo. É, talvez, um dos poucos pontos de atenção ao Palmeiras. Nem sempre o time passará ileso aos erros.

E isso quase não aconteceu, já que aos 43 minutos do segundo tempo o Cerro Porteño acertou a trave em duas ocasiões e fez o torcedor suar frio – sem qualquer necessidade. Nos acréscimos, Vitor Roque, que havia errado um gol inacreditável no primeiro tempo, se redimiu e tranquilizou tudo.

Mais do que o resultado, o Palmeiras tem que celebrar mais um jogo controlado em praticamente todo o tempo. Os defensores foram firmes e contaram com o apoio maciço dos volantes, ligados a todo instante. No ataque, Estêvão foi o grande maestro, que criou ótimas oportunidades, além do gol, e poderia ter saído de campo com mais celebrações.

Mas essa é uma preocupação que o time terá que trabalhar apenas para as oitavas de final, já que a primeira etapa da fase de grupos foi concluída com sucesso: com a classificação antecipada.

Agora, o Verdão terá pela frente a missão de buscar a liderança geral para ter o direito de disputar todas as partidas de volta dos mata-matas na sua casa. Para isso, precisa vencer o Bolívar na próxima quinta-feira e, no mínimo, empatar o último duelo contra o Sporting Cristal.

Por tudo que já fez até aqui, esse deve ser o menor dos problemas para o Palmeiras, que deve conseguir mais uma vez esse feito. Nas últimas sete edições, o Verdão foi o melhor da fase de grupos em cinco.

Antes de focar nisso, porém, a equipe terá um clássico contra o São Paulo, no próximo domingo, às 17h30 (de Brasília), na Arena Barueri, para manter a boa fase e também a liderança do Brasileirão.

Por enquanto, as duas competições estão sendo praticamente perfeitas para um Palmeiras que se encaixou e vai dando amostras de que chegará longe em toda competição que disputar em 2025.

Fonte: GE 

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Libertadores

Flamengo liga alerta em definitivo na Libertadores e vive momento mais delicado em 2025

por Redação 8 de maio de 2025

É delicado o momento do Flamengo na temporada — especialmente na Libertadores. O rubro-negro viu as oscilações sob o comando de Filipe Luís encontrarem seu ponto mais turbulento ontem, com o empate por 1 a 1 diante do Central Córdoba — gols de Arrascaeta e Verón. O resultado na Argentina não representa a eliminação na fase de grupos, mas liga um alerta bem mais sonoro. A equipe está a três pontos de distância dos dois times na zona de classificação a duas rodadas do fim, e deu mais uma apresentação desanimadora.

O confronto em Santiago del Estero foi mais desafiador do que o imaginado no início da fase de grupos, pelo ímpeto que o time argentino passou a ter na competição após a vitória por 2 a 1 no Maracanã. A principal missão do Flamengo era reparar os danos daquela surpresa, mas o empate saiu como bom negócio para o Córdoba.

O rubro-negro chegou a cinco pontos no Grupo C, enquanto a LDU e os argentinos têm oito. Restam jogos em casa contra os equatorianos, na próxima quinta-feira, e o lanterna e já eliminado Táchira, dia 28, mas a expectativa diminui à medida que o bom futebol da equipe de Filipe Luís passa a virar lampejos.

Ontem, o Flamengo assustou pela enorme quantidade de erros de passe e, muitas vezes, de concentração. Apesar de entrar em campo com o que tinha de melhor e o bom início, com o gol de Arrascaeta e um domínio de 20 minutos, o receio de arriscar tomou conta e a falta de ajustes do treinador deu margem para muitos outros erros.

— A verdade é que é muito pouco para a qualidade dos jogadores e do time que temos. Precisamos sair com mais pontos. Sabíamos que seria um jogo difícil, mas perdemos muitos pontos. A verdade é que não fizemos uma boa partida hoje (ontem) — admitiu Arrascaeta.

O jogo de velocidade praticamente não existiu, pela ausência de pontas agudos e o futebol tímido de Wesley e Ayrton Lucas nas laterais. A solução foi explorar o meio e foi assim que o Flamengo teve sucesso, quando o meia uruguaio recebeu passe curto de Bruno Henrique e abriu o placar de canhota. Mais duas chances surgiram e a produção parou.

Inseguro com o resultado, o Flamengo deixou o Córdoba crescer e ameaçar. Rossi teve de defender à queima-roupa chute de Galván.

Com a chegada do segundo tempo, Filipe Luís apenas tirou Pedro e colocou um desconexo Juninho. O rubro-negro recuou e chamou o adversário. O empate era questão de tempo e a entrada de Verón no time argentino teve efeito imediato. Com três minutos, o atacante cabeceou no meio da defesa após receber cruzamento de Angulo.

O gol levou a mudanças pouco efetivas de Filipe Luís, que apenas trocou jogadores de posição e não ousou diante de um adversário que se segurou no resultado. Individual e coletivamente abaixo, o time precisará, em casa, fazer tudo que não fez até agora, para não amargar uma queda precoce.

Fonte: GE 

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Libertadores

Vitória do Palmeiras em La Paz mostra que inteligência e estratégia são vitais na altitude

por Redação 25 de abril de 2025

A altitude sempre foi uma das condições mais temidas por clubes brasileiros na Conmebol Libertadores. Na quinta-feira, no triunfo de 3 a 2 diante do Bolívar, o Palmeiras mostrou que dá para superar essa situação com inteligência e estratégia.

Em La Paz, a mais de 3.600 metros do nível do mar, o Verdão tinha como principal adversário a adaptação para atuar em um ambiente com ar rarefeito, onde a bola corre mais rápido e o fôlego falta em muitas ocasiões.

Abel, então, começou a construir a vitória em uma estratégia pouco utilizada até então na temporada. O treinador armou uma linha de cinco na defesa, com Vanderlan e Piquerez fechando o lado esquerdo, enquanto Giay e Bruno Fuchs fechavam o lado direito. Gustavo Gómez fazia a sobra.

E a vitória do Palmeiras passou por ali. O Bolívar tentou colocar uma pressão inicial, mas parava em uma barreira que não dava espaços para os chutes de fora da área. Nos cruzamentos, era quase uma fortaleza.

A parte da inteligência apareceu no famoso “saber correr”. Quem via o jogo do estádio percebia que os jogadores do Verdão não se esforçavam desnecessariamente. O meio de campo fazia o balanço de forma tranquila, apenas fechando espaços próximos.

No ataque, a regra passou a ser pressionar a saída de bola adversária a partir da intermediária e jogar no erro do Bolívar. E ele veio.

Aos 18 minutos do primeiro tempo, Flaco López aproveitou uma vacilada da zaga, driblou o goleiro que saiu no desespero e colocou a bola para dentro do gol vazio.

O Palmeiras seguiu a sua estratégia e as aceleradas ao ataque eram apenas nos momentos certo. Aos 47 minutos, Flaco novamente achou o tempo certo. Em nova bobeada da marcação, o atacante carregou a bola do campo defensivo até o ataque, soltou em Facundo Torres, que presenteou o aniversariante Estêvão com um passe açucarado.

Parecia que seria uma daquelas vitórias tranquilas. Mas não se pode subestimar quem está acostumado a jogar na altitude, como o Bolívar.

A luta pelo fôlego
O Palmeiras começou a segunda etapa da mesma forma da primeira e teve a chance de fazer o terceiro gol aos nove minutos. Mas não se pode vacilar quando se joga em um local que a qualquer momento o ar pode faltar.

Logo no lance seguinte à boa arrancada do Verdão, o Bolívar diminuiu. Para piorar, Estêvão teve um mal-estar, vomitou e foi substituído por Mauricio. Era o momento de maior baque para a equipe no jogo.

Já com claras demonstrações de cansaço, o Palmeiras pouco conseguia fazer para segurar o time boliviano. Aos 23 minutos, o inevitável. O brasileiro Fábio Gomes empatou o duelo.

Tudo que foi construído no primeiro tempo parecia desmoronar. Mas o Verdão de Abel Ferreira tem aquela estrela que aparece em momentos de dificuldade.

Quando menos se esperava, Flaco López apareceu mais uma vez para armar uma ótima jogada na direita, aos 27 minutos, driblar a marcação e tocar para Facundo. O atacante errou, mas Mauricio aproveitou muito bem e recolocou o Verdão em vantagem.

A partir daí a inteligência e a estratégia voltaram a fazer parte de um Palmeiras valente. Abel fechou mais o time e foi vencendo o cansaço. Era uma luta incansável contra o relógio.

A vitória veio com muito suor e entrega. E agora o Verdão, segundo o Espião Estatístico, é o único time brasileiro a vencer três partidas em La Paz na Libertadores.

Uma batalha que mostra o que esse Verdão é capaz…

Fonte: GE

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Libertadores

Bahia volta a mostrar cara de Libertadores e cresce no 2º tempo para bater Atlético Nacional

por Redação 25 de abril de 2025

O Bahia voltou a ativar o modo Libertadores para alcançar a liderança do Grupo F. O Tricolor repetiu jogos passados da competição continental, teve alta rotação e ainda melhorou na segunda etapa para vencer o Atlético Nacional, por 1 a 0, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, e chegar aos sete pontos. De volta ao torneio após 36 anos, o time baiano soube o que fazer na partida válida pela terceira rodada.

Controle das ações x poucas chances
O Bahia entrou em campo reforçado de jogadores poupados no último jogo, como Luciano Juba, Caio Alexandre, Jean Lucas, Everton Ribeiro e Erick Pulga.

Os primeiros minutos de jogo mostraram o Bahia com espírito de Libertadores. Marcação pressão no campo de ataque para recuperar a bola rapidamente, tanto que o Tricolor já somava um escanteio e uma bola parada perto da área em quatro minutos.

O período seguinte também teve o Bahia com controle das ações e presença ofensiva, mas sem acertos nos últimos passes, tanto em cruzamentos quanto em passes por dentro, algo mais parecido com o futebol apresentado pela equipe nas últimas partidas.

Mas quando aprofundou a bola, principalmente a partir de lançamentos longos de Caio Alexandre, o Bahia foi mais perigoso e também criou a melhor jogada. Aos 30 minutos, o volante iniciou com esticada para Jean Lucas e encaixou outro bom passe para o meio-campista na sequência antes de a bola sobrar na área. Lucho Rodríguez parecia adiantado e perdeu a chance cara a cara com Ospina.

Defensivamente, o Tricolor demorou de fazer a transição em alguns momentos, mas foi relativamente bem. O lance mais complicado do Atlético Nacional foi uma finalização de longe do gol realizada por Uribe, aos 35 minutos, após rebote tricolor para fora da área.

Nos minutos finais da primeira etapa, uma virada de bola de Erick Pulga ainda deixou Gilberto livre na área, mas o lateral não acertou o cruzamento. Em outro lance, foi de Everton Ribeiro a lucidez no passe e de Jean Lucas a bola levantada na área, mas Cauly finalizou mal ao ser atrapalhado por Lucho.

Rotação lá no alto
O Bahia foi superior no primeiro tempo, mas precisava de maior volume ofensivo para buscar o gol que o credenciasse ao resultado positivo na segunda etapa. Para isso, o técnico Rogério Ceni manteve a mesma equipe, e a primeira chance foi gerada em marcação alta. Lucho cobrou falta, aos quatro minutos, e parou em Ospina.

A outra grande oportunidade foi em contra-ataque puxado por Jean Lucas e que teve Cauly colocando o próprio meio-campista na cara do gol, aos 11 minutos. O problema é que Jean demorou de finalizar e foi desmarcado.

Em outro lance de transição rápida em um momento mais aberto do jogo, aos 13, Everton Ribeiro encontrou Pulga na pequena área, mas o atacante precisou se esticar e tocou fraco na bola, que ficou com Ospina.

O ímpeto ofensivo do Bahia havia melhorado na segunda etapa, mas o Tricolor chegou ao minuto 20 sem marcar (ainda deu tempo de Marcos Felipe defender cobrança de falta de Cardona). Com isso, Ceni trocou Lucho e Cauly por Willian José e Ademir, respectivamente.

As mudanças surtiram efeito quase de imediato. Aos 26 minutos, Willian José aproveitou ótimo passe de um Caio Alexandre mais adiantado no ataque e finalizou de primeira da grande área para abrir o placar em lance que havia sido iniciado por Everton Ribeiro.

Com a vantagem, Ceni fez mais duas trocas para fortalecer a marcação no meio de campo e trazer novo fôlego a um time que tinha usado muitas transições na segunda etapa. Entraram Nestor e Erick nos lugares de Everton Ribeiro e Caio Alexandre, respectivamente.

O desgaste parecia tão grande que uma virada de bola da direita para a esquerda de marcação tricolor pegou o Bahia desprevenido porque Erick Pulga não havia feito a recomposição a tempo. Com isso, Parra chutou de primeira da grande área e exigiu atenção e defesa do goleiro Marcos Felipe.

A reta final da partida exigiu que o Bahia estivesse bem defensivamente, algo que se confirmou. Mesmo assim, o Tricolor levou sustos e até sofreu bola na rede, mas Asprilla, autor da cabeçada, havia cometido falta em Ramos Mingo na jogada.

A última alteração foi justamente para evitar maiores espaços lá atrás, com Acevedo em ação no lugar de Jean Lucas. Ao apito final do árbitro, venceu quem foi intenso, aumentou a rotação na segunda etapa e teve boas trocas para fazer o gol e controlar o resultado.

Agora, o Bahia volta a pensar em Campeonato Brasileiro e pode aproveitar o ótimo jogo diante do time colombiano como inspiração. Neste domingo, o Tricolor visita o Palmeiras, no Allianz Parque, às 18h30 (horário de Brasília), pela sexta rodada. Até agora, no entanto, o time de Ceni não repetiu a alta voltagem na competição nacional.

Fonte: GE

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