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Libertadores

Libertadores

Imposição e resultado: Flamengo amassou a LDU para estrear de fato na Libertadores

por Redação 16 de maio de 2025

O relógio já apontava quase vinte minutos do segundo tempo quando o Flamengo finalmente parou para respirar. O volume de jogo imposto sobre a LDU não havia permitido uma pausa sequer até então. Também os equatorianos aproveitaram este divisor de águas no jogo para recobrar o fôlego, mas neste caso a impossibilidade havia sido por desespero mesmo, pois desde que a partida começara mal tinham conseguido passar do meio de campo.

A vitória por 2 a 0 levou o time de Filipe Luís à segunda colocação da chave, com grandes chances de acabar em primeiro, caso a LDU vença o Central Córdoba. O resultado parece protocolar e não reflete a superioridade apresentada pelos rubro-negros sobre a equipe treinada pelo argentino Pablo Sánchez (em seus tempos de jogador, conhecido pelo apelido de “Vitamina” Sánchez), que chegou a posicionar sua equipe com uma linha de cinco ou seis defensores. A muralha idealizada passou a noite vazando, a ponto de não restar reboco que aguentasse.

Até o jogo de ontem, a campanha do Flamengo era decepcionante na Libertadores — de certa forma, continua sendo, pois se imaginava que o poderio técnico seria suficiente para liderar com folga um grupo com rivais acessíveis. O desempenho de ontem, portanto, é quase uma estreia de fato na competição. Durante sessenta minutos, contando com atuações de luxo de Alex Sandro e Luiz Araújo, vendo um catedrático Gérson em sua melhor versão, o Flamengo espremeu a Liga de Quito até obter o resultado que lhe servia.

Quando respirou, até por necessidade biológica, apresentou alguma instabilidade e provavelmente fez Filipe Luís relembrar de um antigo problema: o volume não havia sido revertido em chances reais. Àquela altura do jogo, e nessa altura do campeonato, os rubro-negros deveriam estar muito mais tranquilos — das 14 finalizações contra a LDU, apenas quatro foram em direção ao gol. No caso de ontem, com a circunstância atenuante de que deve ter sido difícil inclusive mirar no gol, de tão povoada que estava a área dos equatorianos na maior parte do tempo.

Recorrer à sentença de Juan Román Riquelme é sempre uma saída óbvia, um clichê irresistível, talvez porque traga muito de verdade: “A Libertadores começa nas oitavas”. Essa é a tradução de uma mentalidade vencedora; no caso de Riquelme, de alguém que trilhava os caminhos do continente como quem volta pra casa — o resultado e o “copeirismo” acima de qualquer demonstração gratuita de virtude em fases protocolares da competição, o crescimento na hora certa.

Indiscutível protagonista das últimas edições, o Flamengo sabe muito bem disso — não deveria ter sofrido tanto até agora, é claro, mas tudo indica que logo este sofrimento será passado, pois o mata-mata apaga todos os arrependimentos. E aí, finalmente, a Libertadores terá começado de verdade para os rubro-negros.

Fonte: GE 

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Libertadores

Expulsão de Alisson quase mata jogo do São Paulo, mas estrela de Cotia brilha para resolver

por Redação 15 de maio de 2025

Após sair atrás no placar, o São Paulo empatou com o Libertad por 1 a 1 nesta quarta-feira e está classificado com uma rodada de antecedência para as oitavas da Libertadores. O gol foi marcado pelo garoto estreante Lucca, que saiu do banco para resolver falhas claras da equipe são-paulina.

O Tricolor teve um início de jogo com uma postura diferente daquela que vinha sendo apresentada nos últimos jogos. Fez pressão no campo de ataque e colocou volume apostando bastante na velocidade de Lucas Ferreira, na visão de jogo de Oscar e na mobilidade de Ferreira, criando boas jogadas sem precisar se segurar.

Ofensivo, levou perigo e controlou as principais ações até os 15 minutos, quando Alisson foi expulso de campo após entrada dura em um adversário. A saída do volante, que vem sendo um dos pilares, mexeu com a organização de toda a equipe, que naturalmente recuou e “acabou” com o jogo previamente pensado.

Com um a menos durante quase toda a partida, precisou se recompor e recalcular rota. Oscar foi recuado para a posição de segundo volante, as linhas baixaram e toda a estratégia são-paulina pareceu ter sido derrubada. O baque foi sentido, mas a partida não acabaria assim.

Ferreira perdeu uma chance clara, Alan Franco isolou uma finalização na pequena área, e Cédric falhou no lance do gol do Libertad mas, apesar disso, brilhou a estrela de uma das substituições feitas por Luis Zubeldía em meio a uma necessidade de resultado.

Lucca finalmente fez sua estreia no time profissional do São Paulo e marcou um golaço para carimbar a classificação às oitavas de final da Libertadores.

O garoto de 17 anos deu mais mobilidade, espaços, clareou jogadas e concluiu a boa atuação – ainda que apenas por alguns minutos – com a bola na rede.

Contudo, um ponto a ser pensado é na abdicação da partida cedo demais. O São Paulo costuma abrir mão de ir para cima, de ser mais ofensivo, de ter opções que não mexem ou prejudicam essa postura, e isso tem dado mais errado do que certo.

O time comandado por Zubeldía precisa ter mais ímpeto e “matar” as chances criadas para não “morrer” em partidas dentro de casa. Lucca foi o nome da vez, mas nem sempre dá para colocar toda essa responsabilidade nas costas de meninos.

É preciso ter planos A, B, C e D para se manter cada vez mais forte na busca pelo tetracampeonato da Libertadores. São Paulo vem bem e não pode bobear.

Fonte: GE 

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Libertadores

Palmeiras sobra na Libertadores e comprova força e consistência do elenco

por Redação 8 de maio de 2025

As quatro vitórias em quatro jogos na Conmebol Libertadores dão o tom de como o Palmeiras tem sobrado na fase de grupos da competição. O 2 a 0 sobre o Cerro Porteño, fora de casa, nesta quarta-feira, foi mais uma comprovação da consistência e força do Verdão.

O grande personagem no estádio Nueva Olla poderia ser Estêvão, autor do golaço que abriu o caminho para a vitória. Mas restringir o protagonismo só a ele é uma injustiça com o que o elenco fez e vem fazendo.

Assim como na altitude de La Paz para encarar o Bolívar, o técnico Abel Ferreira mudou algumas peças, principalmente no meio de campo, para encarar o Cerro Porteño, e a qualidade da equipe não mudou. O bom desempenho tem se tornado a marca registrada.

É bem verdade que o placar poderia ter sido bem mais elástico pelo tanto de chances criadas (e desperdiçadas). As falhas individuais, porém, não prejudicaram o coletivo. É, talvez, um dos poucos pontos de atenção ao Palmeiras. Nem sempre o time passará ileso aos erros.

E isso quase não aconteceu, já que aos 43 minutos do segundo tempo o Cerro Porteño acertou a trave em duas ocasiões e fez o torcedor suar frio – sem qualquer necessidade. Nos acréscimos, Vitor Roque, que havia errado um gol inacreditável no primeiro tempo, se redimiu e tranquilizou tudo.

Mais do que o resultado, o Palmeiras tem que celebrar mais um jogo controlado em praticamente todo o tempo. Os defensores foram firmes e contaram com o apoio maciço dos volantes, ligados a todo instante. No ataque, Estêvão foi o grande maestro, que criou ótimas oportunidades, além do gol, e poderia ter saído de campo com mais celebrações.

Mas essa é uma preocupação que o time terá que trabalhar apenas para as oitavas de final, já que a primeira etapa da fase de grupos foi concluída com sucesso: com a classificação antecipada.

Agora, o Verdão terá pela frente a missão de buscar a liderança geral para ter o direito de disputar todas as partidas de volta dos mata-matas na sua casa. Para isso, precisa vencer o Bolívar na próxima quinta-feira e, no mínimo, empatar o último duelo contra o Sporting Cristal.

Por tudo que já fez até aqui, esse deve ser o menor dos problemas para o Palmeiras, que deve conseguir mais uma vez esse feito. Nas últimas sete edições, o Verdão foi o melhor da fase de grupos em cinco.

Antes de focar nisso, porém, a equipe terá um clássico contra o São Paulo, no próximo domingo, às 17h30 (de Brasília), na Arena Barueri, para manter a boa fase e também a liderança do Brasileirão.

Por enquanto, as duas competições estão sendo praticamente perfeitas para um Palmeiras que se encaixou e vai dando amostras de que chegará longe em toda competição que disputar em 2025.

Fonte: GE 

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Libertadores

Flamengo liga alerta em definitivo na Libertadores e vive momento mais delicado em 2025

por Redação 8 de maio de 2025

É delicado o momento do Flamengo na temporada — especialmente na Libertadores. O rubro-negro viu as oscilações sob o comando de Filipe Luís encontrarem seu ponto mais turbulento ontem, com o empate por 1 a 1 diante do Central Córdoba — gols de Arrascaeta e Verón. O resultado na Argentina não representa a eliminação na fase de grupos, mas liga um alerta bem mais sonoro. A equipe está a três pontos de distância dos dois times na zona de classificação a duas rodadas do fim, e deu mais uma apresentação desanimadora.

O confronto em Santiago del Estero foi mais desafiador do que o imaginado no início da fase de grupos, pelo ímpeto que o time argentino passou a ter na competição após a vitória por 2 a 1 no Maracanã. A principal missão do Flamengo era reparar os danos daquela surpresa, mas o empate saiu como bom negócio para o Córdoba.

O rubro-negro chegou a cinco pontos no Grupo C, enquanto a LDU e os argentinos têm oito. Restam jogos em casa contra os equatorianos, na próxima quinta-feira, e o lanterna e já eliminado Táchira, dia 28, mas a expectativa diminui à medida que o bom futebol da equipe de Filipe Luís passa a virar lampejos.

Ontem, o Flamengo assustou pela enorme quantidade de erros de passe e, muitas vezes, de concentração. Apesar de entrar em campo com o que tinha de melhor e o bom início, com o gol de Arrascaeta e um domínio de 20 minutos, o receio de arriscar tomou conta e a falta de ajustes do treinador deu margem para muitos outros erros.

— A verdade é que é muito pouco para a qualidade dos jogadores e do time que temos. Precisamos sair com mais pontos. Sabíamos que seria um jogo difícil, mas perdemos muitos pontos. A verdade é que não fizemos uma boa partida hoje (ontem) — admitiu Arrascaeta.

O jogo de velocidade praticamente não existiu, pela ausência de pontas agudos e o futebol tímido de Wesley e Ayrton Lucas nas laterais. A solução foi explorar o meio e foi assim que o Flamengo teve sucesso, quando o meia uruguaio recebeu passe curto de Bruno Henrique e abriu o placar de canhota. Mais duas chances surgiram e a produção parou.

Inseguro com o resultado, o Flamengo deixou o Córdoba crescer e ameaçar. Rossi teve de defender à queima-roupa chute de Galván.

Com a chegada do segundo tempo, Filipe Luís apenas tirou Pedro e colocou um desconexo Juninho. O rubro-negro recuou e chamou o adversário. O empate era questão de tempo e a entrada de Verón no time argentino teve efeito imediato. Com três minutos, o atacante cabeceou no meio da defesa após receber cruzamento de Angulo.

O gol levou a mudanças pouco efetivas de Filipe Luís, que apenas trocou jogadores de posição e não ousou diante de um adversário que se segurou no resultado. Individual e coletivamente abaixo, o time precisará, em casa, fazer tudo que não fez até agora, para não amargar uma queda precoce.

Fonte: GE 

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Libertadores

Vitória do Palmeiras em La Paz mostra que inteligência e estratégia são vitais na altitude

por Redação 25 de abril de 2025

A altitude sempre foi uma das condições mais temidas por clubes brasileiros na Conmebol Libertadores. Na quinta-feira, no triunfo de 3 a 2 diante do Bolívar, o Palmeiras mostrou que dá para superar essa situação com inteligência e estratégia.

Em La Paz, a mais de 3.600 metros do nível do mar, o Verdão tinha como principal adversário a adaptação para atuar em um ambiente com ar rarefeito, onde a bola corre mais rápido e o fôlego falta em muitas ocasiões.

Abel, então, começou a construir a vitória em uma estratégia pouco utilizada até então na temporada. O treinador armou uma linha de cinco na defesa, com Vanderlan e Piquerez fechando o lado esquerdo, enquanto Giay e Bruno Fuchs fechavam o lado direito. Gustavo Gómez fazia a sobra.

E a vitória do Palmeiras passou por ali. O Bolívar tentou colocar uma pressão inicial, mas parava em uma barreira que não dava espaços para os chutes de fora da área. Nos cruzamentos, era quase uma fortaleza.

A parte da inteligência apareceu no famoso “saber correr”. Quem via o jogo do estádio percebia que os jogadores do Verdão não se esforçavam desnecessariamente. O meio de campo fazia o balanço de forma tranquila, apenas fechando espaços próximos.

No ataque, a regra passou a ser pressionar a saída de bola adversária a partir da intermediária e jogar no erro do Bolívar. E ele veio.

Aos 18 minutos do primeiro tempo, Flaco López aproveitou uma vacilada da zaga, driblou o goleiro que saiu no desespero e colocou a bola para dentro do gol vazio.

O Palmeiras seguiu a sua estratégia e as aceleradas ao ataque eram apenas nos momentos certo. Aos 47 minutos, Flaco novamente achou o tempo certo. Em nova bobeada da marcação, o atacante carregou a bola do campo defensivo até o ataque, soltou em Facundo Torres, que presenteou o aniversariante Estêvão com um passe açucarado.

Parecia que seria uma daquelas vitórias tranquilas. Mas não se pode subestimar quem está acostumado a jogar na altitude, como o Bolívar.

A luta pelo fôlego
O Palmeiras começou a segunda etapa da mesma forma da primeira e teve a chance de fazer o terceiro gol aos nove minutos. Mas não se pode vacilar quando se joga em um local que a qualquer momento o ar pode faltar.

Logo no lance seguinte à boa arrancada do Verdão, o Bolívar diminuiu. Para piorar, Estêvão teve um mal-estar, vomitou e foi substituído por Mauricio. Era o momento de maior baque para a equipe no jogo.

Já com claras demonstrações de cansaço, o Palmeiras pouco conseguia fazer para segurar o time boliviano. Aos 23 minutos, o inevitável. O brasileiro Fábio Gomes empatou o duelo.

Tudo que foi construído no primeiro tempo parecia desmoronar. Mas o Verdão de Abel Ferreira tem aquela estrela que aparece em momentos de dificuldade.

Quando menos se esperava, Flaco López apareceu mais uma vez para armar uma ótima jogada na direita, aos 27 minutos, driblar a marcação e tocar para Facundo. O atacante errou, mas Mauricio aproveitou muito bem e recolocou o Verdão em vantagem.

A partir daí a inteligência e a estratégia voltaram a fazer parte de um Palmeiras valente. Abel fechou mais o time e foi vencendo o cansaço. Era uma luta incansável contra o relógio.

A vitória veio com muito suor e entrega. E agora o Verdão, segundo o Espião Estatístico, é o único time brasileiro a vencer três partidas em La Paz na Libertadores.

Uma batalha que mostra o que esse Verdão é capaz…

Fonte: GE

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Libertadores

Bahia volta a mostrar cara de Libertadores e cresce no 2º tempo para bater Atlético Nacional

por Redação 25 de abril de 2025

O Bahia voltou a ativar o modo Libertadores para alcançar a liderança do Grupo F. O Tricolor repetiu jogos passados da competição continental, teve alta rotação e ainda melhorou na segunda etapa para vencer o Atlético Nacional, por 1 a 0, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, e chegar aos sete pontos. De volta ao torneio após 36 anos, o time baiano soube o que fazer na partida válida pela terceira rodada.

Controle das ações x poucas chances
O Bahia entrou em campo reforçado de jogadores poupados no último jogo, como Luciano Juba, Caio Alexandre, Jean Lucas, Everton Ribeiro e Erick Pulga.

Os primeiros minutos de jogo mostraram o Bahia com espírito de Libertadores. Marcação pressão no campo de ataque para recuperar a bola rapidamente, tanto que o Tricolor já somava um escanteio e uma bola parada perto da área em quatro minutos.

O período seguinte também teve o Bahia com controle das ações e presença ofensiva, mas sem acertos nos últimos passes, tanto em cruzamentos quanto em passes por dentro, algo mais parecido com o futebol apresentado pela equipe nas últimas partidas.

Mas quando aprofundou a bola, principalmente a partir de lançamentos longos de Caio Alexandre, o Bahia foi mais perigoso e também criou a melhor jogada. Aos 30 minutos, o volante iniciou com esticada para Jean Lucas e encaixou outro bom passe para o meio-campista na sequência antes de a bola sobrar na área. Lucho Rodríguez parecia adiantado e perdeu a chance cara a cara com Ospina.

Defensivamente, o Tricolor demorou de fazer a transição em alguns momentos, mas foi relativamente bem. O lance mais complicado do Atlético Nacional foi uma finalização de longe do gol realizada por Uribe, aos 35 minutos, após rebote tricolor para fora da área.

Nos minutos finais da primeira etapa, uma virada de bola de Erick Pulga ainda deixou Gilberto livre na área, mas o lateral não acertou o cruzamento. Em outro lance, foi de Everton Ribeiro a lucidez no passe e de Jean Lucas a bola levantada na área, mas Cauly finalizou mal ao ser atrapalhado por Lucho.

Rotação lá no alto
O Bahia foi superior no primeiro tempo, mas precisava de maior volume ofensivo para buscar o gol que o credenciasse ao resultado positivo na segunda etapa. Para isso, o técnico Rogério Ceni manteve a mesma equipe, e a primeira chance foi gerada em marcação alta. Lucho cobrou falta, aos quatro minutos, e parou em Ospina.

A outra grande oportunidade foi em contra-ataque puxado por Jean Lucas e que teve Cauly colocando o próprio meio-campista na cara do gol, aos 11 minutos. O problema é que Jean demorou de finalizar e foi desmarcado.

Em outro lance de transição rápida em um momento mais aberto do jogo, aos 13, Everton Ribeiro encontrou Pulga na pequena área, mas o atacante precisou se esticar e tocou fraco na bola, que ficou com Ospina.

O ímpeto ofensivo do Bahia havia melhorado na segunda etapa, mas o Tricolor chegou ao minuto 20 sem marcar (ainda deu tempo de Marcos Felipe defender cobrança de falta de Cardona). Com isso, Ceni trocou Lucho e Cauly por Willian José e Ademir, respectivamente.

As mudanças surtiram efeito quase de imediato. Aos 26 minutos, Willian José aproveitou ótimo passe de um Caio Alexandre mais adiantado no ataque e finalizou de primeira da grande área para abrir o placar em lance que havia sido iniciado por Everton Ribeiro.

Com a vantagem, Ceni fez mais duas trocas para fortalecer a marcação no meio de campo e trazer novo fôlego a um time que tinha usado muitas transições na segunda etapa. Entraram Nestor e Erick nos lugares de Everton Ribeiro e Caio Alexandre, respectivamente.

O desgaste parecia tão grande que uma virada de bola da direita para a esquerda de marcação tricolor pegou o Bahia desprevenido porque Erick Pulga não havia feito a recomposição a tempo. Com isso, Parra chutou de primeira da grande área e exigiu atenção e defesa do goleiro Marcos Felipe.

A reta final da partida exigiu que o Bahia estivesse bem defensivamente, algo que se confirmou. Mesmo assim, o Tricolor levou sustos e até sofreu bola na rede, mas Asprilla, autor da cabeçada, havia cometido falta em Ramos Mingo na jogada.

A última alteração foi justamente para evitar maiores espaços lá atrás, com Acevedo em ação no lugar de Jean Lucas. Ao apito final do árbitro, venceu quem foi intenso, aumentou a rotação na segunda etapa e teve boas trocas para fazer o gol e controlar o resultado.

Agora, o Bahia volta a pensar em Campeonato Brasileiro e pode aproveitar o ótimo jogo diante do time colombiano como inspiração. Neste domingo, o Tricolor visita o Palmeiras, no Allianz Parque, às 18h30 (horário de Brasília), pela sexta rodada. Até agora, no entanto, o time de Ceni não repetiu a alta voltagem na competição nacional.

Fonte: GE

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Libertadores

Flamengo suporta altitude, mas não consegue vencer LDU e mantém alerta ligado na Libertadores

por Redação 23 de abril de 2025

“Quando não dá para ganhar, o importante é não perder”. A frase foi dita por Gerson e resume muito bem o que foi o empate sem gols entre o Flamengo e a LDU, em Quito, no Equador. Mas a verdade é que o Rubro-Negro poderia até ter vencido. E poucas sensações são tão amargas quanto essa, principalmente quando os três pontos trariam de volta a tranquilidade na Libertadores.

O Flamengo suportou a altitude e passou pelos 2.850m acima do nível do mar sem maiores intercorrências: Bruno Henrique foi o único atleta a pedir por oxigênio e Ayrton Lucas foi o único que deixou o campo visivelmente extenuado. Pode-se dizer que houve um domínio rubro-negro e que o time de Filipe Luís conseguiu controlar a pressão dos donos da casa e, consequentemente, sofreu pouco defensivamente.

O problema foi algo que já foi debatido em outras análises ao longo de 2025: efetividade do ataque. Traduzir a superioridade dos números em resultado, sem deixar a pontuação pelo caminho. Foram 56% de posse de bola, com 10 finalizações, sendo apenas duas no gol.

Apesar do importante ser não perder, os dois pontos deixados em Quito podem fazer falta para o Flamengo terminar a fase de grupos na liderança do grupo ou até mesmo se classificar às oitavas. Óbvio que a altitude precisa ser levada em conta, juntamente aos desfalques (Alex Sandro, De la Cruz, Allan e Plata), mas é justa a sensação de que o time precisa vencer de acordo com o que desempenha.

Na Libertadores, são apenas quatro pontos conquistados em três jogos, o que deixa o Flamengo apenas na terceira colocação do Grupo C. Mas ainda não há o que temer, dos três jogos restantes na primeira fase, dois desses serão no Maracanã. O alerta é importante para evitar um sofrimento desnecessário.

Filipe Luís colocou em campo a sua terceira formação em três jogos na Libertadores. Léo Pereira foi preservado e Plata ficou fora por dores no joelho. O treinador promoveu as entradas de Danilo na zaga com Léo Ortiz, Evertton Araújo no meio e Juninho no ataque.

Se a estratégia do Flamengo era de controlar o jogo e evitar o desgaste físico em virtude da altitude, a LDU colaborou com isso e parece ter deixado o rival com o controle do jogo. Sem ter sido pressionado nos primeiros minutos, o Rubro-Negro dominou o meio, trocou mais passes e não sofreu, pelo menos até a reta final da primeira etapa.

A prova de que a LDU deixou o Flamengo ter mais a bola nos pés no primeiro terço do gramado é que Danilo, Wesley, Ortiz e Erick Pulgar foram os que mais passes trocaram. O grande problema foi a dificuldade dos principais articuladores de fazerem a diferença ofensivamente.

A chance mais clara criada pelo Flamengo aconteceu apenas aos 36 minutos, quando Gerson lançou a bola, Juninho deixou passar para Arrascaeta driblar o marcador e bater fraco na saída do goleiro da LDU.

A LDU, por sua vez, chegou com perigo apenas nos contra-ataques gerados ou por um erro de passe do Flamengo ou por rara pressão na marcação. Mas não conseguiu incomodar o quanto se esperava por jogar como mandante.

Com uma LDU menos retraída no início do segundo tempo, Filipe Luís não demorou muito para fazer a primeira mudança: aos 13 minutos, Pedro entrou no lugar de Juninho. Logo na primeira participação, o camisa 9 descolou bom passe para a passagem de Wesley dentro da área.

Poucos minutos depois, Arrascaeta e Bruno Henrique foram substituídos por Cebolinha e Luiz Araújo, respectivamente. Cebolinha foi o primeiro a perder boa chance em chute de fora da área. Mas o lance ficou em segundo plano pelo gol perdido por Luiz Araújo, que passou por dois marcadores, entrou na área e acabou chutando longe do gol.

Por outro lado, a LDU seguiu assustando em bolas cruzadas na área e em contra-ataques aproveitando o desgaste físico evidente do Flamengo nos minutos finais do jogo. Aos 37, o time equatoriano chegou a marcar com Estrada, que foi lançado em velocidade e tocou na saída de Rossi. Mas o atacante estava em posição irregular na origem do lance.

O controle do jogo do Flamengo aos poucos foi se perdendo nos minutos finais pelos erros de passes. A LDU, com fôlego renovado no ataque, ainda quase marcou em cabeceio de Estrada na segunda trave que passou por cima do gol de Rossi.

O empate sem gols fez Filipe Luís chegar ao segundo jogo consecutivo sem marcar pela primeira vez desde que assumiu o comando do Flamengo. A missão ainda é a mesma de antes: transformar a posse de bola em chances claras, e as chances claras em gol. O adversário da vez será o Corinthians, no domingo, no Maracanã, pelo Brasileirão.

Fonte: GE

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Libertadores

Ceni celebra classificação do Bahia e lembra caminhada: “De quase rebaixados para a Libertadores”

por Redação 14 de março de 2025

O Bahia contou com noite iluminada de Jean Lucas para vencer o Boston River por 1 a 0, na noite desta quinta-feira, e se classificar para a fase de grupos da Libertadores. O Tricolor foi dono do jogo desde os primeiros minutos, pressionou, mas só conseguiu o gol do alívio na etapa final.

Na entrevista coletiva após a partida, o técnico Rogério Ceni celebrou a classificação e lembrou a caminhada desde a campanha de permanência na Série A em 2023.

  • Fico muito feliz. É um jogo que não foi jogado só nos 90 minutos. É um jogo que vem desde dezembro de 2023, quando pouca gente acreditava que a gente estaria na Série A em 2024. É um jogo de resiliência de muita gente que passou por aqui, desde os gols de Cauly, Thaciano, Ademir, que mantiveram a gente na primeira divisão. Ano passado, os gols de Thaciano e Lucho que nos deram a classificação. Em 14 meses saímos de quase rebaixado para a Libertadores. Isso é sinônimo de melhoria e sucesso. Muita alegria hoje, mas agora vamos começar a nos preparar para o que vem.

Rogério Ceni também analisou o futuro do Bahia na Libertadores e até onde o time pode chegar. O sorteio da fase de grupos está marcado para as 20h (horário de Brasília) desta segunda-feira, e o Tricolor está no Pote 4.

  • Acho que o Bahia hoje está entre as sete grandes equipes do futebol brasileiro, no sentido de representatividade na Libertadores. Agora vai depender de lesões, depender de uma troca ou outra na frente. O restante, no meio campo e de defesa, temos jogadores tranquilamente para fazer as trocas. Na velocidade no ataque nos falta um pouco, nos preocupa. Vamos tentar encontrar soluções. Vai depender do sorteio, precisamos ganhar experiência na competição. Mas vamos jogar desde o primeiro dia para tentar avançar. É nossa próxima etapa. No pote quatro de Libertadores você joga o jogo 1, 3 e 4 em casa. Pega o 5 e o 6 fora de casa. É muito pesado. O pote não tem privilégios. O jogo 2 e o jogo 4, é jogado contra o time do pote 1, em tese o melhor do grupo. No meio de tudo isso tem o Campeonato Brasileiro. É muito difícil. Eu tive três folgas em 66 dias. É difícil. E todo mundo quer também a Copa do Brasil. Mas hoje é dia de comemorar. Vamos para o sorteio na segunda-feira, que seja bom para a gente. Um grupo mais acessível para brigar em pé de igualdade.

Rogério Ceni agora tem mais um decisão pela frente, desta vez pelo jogo de ida da final do Campeonato Baiano. Neste domingo, o Tricolor encara o Vitória, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, às 18h (horário de Brasília).

Veja outros trechos da entrevista coletiva
Bloqueio do Boston e escalação inicial

  • Importante pontuar o quanto o campo influencia. O gramado é fundamental para você entrar na área do adversário. Lá a gente teve cinco finalizações. Hoje o volume de jogo foi outro. A condição de grama boa faz o time com qualidade chegar mais vezes. A gente teve que arriscar na bola parada. Entendemos que sofreríamos menos escanteios. Então arriscamos mais por estar dentro de casa. Não é sempre que vamos conseguir arriscar só com dois zagueiros, mas hoje era um dia necessário. Por isso Gilberto começou. O jogo aéreo é fundamental hoje em dia. Quero destacar também os dois jogos sem sofrer gols. Não sofrer gols na Libertadores é muito importante.

Gols perdidos

  • Quem me dera ter tantos Luchos assim, para se doar tanto dentro de campo. Perder gol é do jogo. O mais legal é analisar quantas chances criamos em uma noite de Libertadores. A bola entrar ou não é do jogo. Feliz da gente que tem um cara que perde gol, mas entrega tanto pelo time. Ele tem 21 anos, vai melhorar. Mais descansado vai fazer mais gols. Ele já fez muitos aqui. Fico feliz pela possibilidade de ter criado tantas oportunidades. Conseguimos furar um bloqueio que tinha sido muito difícil no jogo de ida.

Volta à Libertadores

  • Acho que é o máximo que um clube pode ter na América do Sul. É especial para todos que trabalham aqui. Acho que isso mostra a força do Grupo City no mundo. Fico contente, é uma resposta muito rápida. Chegar é difícil, mas se manter é bem mais. Então temos que entender os pontos que precisamos melhorar. O jogo da Libertadores é muito pesado, não tem jogo fácil. Você vê um gigante do futebol brasileiro ficar fora da fase de grupos. Olha como o Boston River mudou em uma semana, veio com outra postura, jogou, tentou, dificultou muito nossa vida.

Invencibilidade em casa na Libertadores

  • Acho que essa atmosfera se torna diferente desde a chegada do estádio. Hoje o torcedor cantou o tempo todo. Não tem como não ter energia, o que vem ali de fora é muito forte e contagia o atleta. Vaiar depois tudo bem, mas até o minuto 90 é preciso apoiar o tempo todo. Libertadores é isso. Tem que ser 90 minutos ligado no jogo. Jogos sempre grandes, muito pesados. O que direciona uma equipe é o Campeonato Brasileiro, que tem data final. Na Libertadores só um fica feliz. Olha o Atlético-MG, chegou em duas finais e terminou o Brasileiro com risco de rebaixamento.

Sequência da temporada sem semana livre

  • O Erick faz o Jean Lucas ser melhor. Se o Jean Lucas cansar, hoje temos o Erick para entrar. São algumas características diferentes, o Erick é melhor no jogo aéreo, mas o Jean Lucas que fez gol de cabeça hoje. Temos mais opções, Iago está entrando no ritmo. Willian com Lucho no ataque.

Marcos Felipe

  • Marcos foi escolhido para o jogo da altitude, foi bem e tem jogado. Mas isso pode mudar. Danilo pode ser titular na semana que vem. É um ótimo goleiro, bom de grupo, já jogou mais esse ano que o ano passado inteiro. Também foi importante para estarmos aqui hoje.

Saldo para o Ba-Vi

  • Isso é completamente secundário, é para colocar pimenta em uma coisa. Não sou eu ou Carpini que ganha jogos. É o Vitória ou o Bahia. Hoje estamos cansados para domingo, mas esperamos estar recuperados. Vamos fazer uma escalação de acordo com a condição física de cada jogador. Precisamos vencer esse primeiro jogo porque sabemos a dificuldade que é jogar na casa deles. Contamos com o apoio do torcedor. É um jogo difícil de se jogar. No primeiro encontro, mesmo melhor, empatamos de 0 a 0. Nada que foi feito hoje garante um domingo bom para gente. Temos que trabalhar e fazer tudo outra vez no domingo.

Manter o nível de atuação

  • O Caio voltou muito melhor fisicamente esse ano do que ano passado. Aí é de cada jogador. A gente vai até um limite, a partir dali é dos jogadores. Kanu é um cara que se dedica muito. Jogou contra o Jacuipense, está sempre bem. Depende muito da disposição de cada um. É um grupo muito bacana de se trabalhar, às vezes precisa ser mais malandro, principalmente na Libertadores. Acho que temos mais condições do que tínhamos ano passado. Em 24 fomos melhor que 23, e em 25 melhor que 24. Assim esperamos continuar evoluindo, sendo melhores. Dou os parabéns para todos os jogadores por colocar o Bahia de fato na Libertadores. Começou em 2023 e termina hoje com a classificação.

Fonte: GE

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Libertadores

Flamengo no modo arame liso é capítulo final de péssima Libertadores do início ao fim

por Redação 27 de setembro de 2024

O lamentável capítulo final do Flamengo na Libertadores 2024 foi uma síntese da péssima campanha que o time fez. No “modo arame liso”, os rubro-negros rodaram a bola para um lado e para o outro e hesitaram muito em finalizar. Resultado? Um previsível 0 a 0 que não tirou nem um “uh” da torcida.

Antes de falar do jogo é preciso citar o quanto o Flamengo foi ineficiente e jogou mal nessa Libertadores. Não venceu fora de casa e tampouco teve atuações de gala. Os placares elásticos vieram contra times fracos.

Abre sua participação com uma atuação muito ruim contra o limitado Millonarios. Deixou de ganhar e ficou no 1 a 1 em Bogotá. Na segunda rodada, no Maracanã, uma vitória por 2 a 0 sobre o fraquíssimo Palestino, que acabou vencendo o Flamengo no Chile.

Numa chave composta por adversários de nível bem inferior, o Flamengo conseguiu ir para a última rodada com chances de eliminação. Passou sem convencer.

Nas oitavas de final, jogou mal contra o Bolívar em casa, mas um gol de Léo Pereira nos acréscimos da partida do Maracanã deu ao Flamengo um placar confortável (2 a 0) para jogar na altitude. Perdeu por 1 a 0, passou sufoco, mas avançou.

Nas quartas, em pouco mais de 180 minutos, teve enormes dificuldades para finalizar e não fez gols. Uma eliminação melancólica e cheia de vergonha.

O jogo: arame liso e substituições erradas
O Flamengo deu esperança ao finalizar com um minuto de jogo, numa cabeçada de Plata, mas o cartão de visitas que seria animador não passou de fogo de palha.

O Flamengo só girou bola durante os 90 minutos. De la Cruz e Arrascaeta fizeram péssimas partidas, Léo Ortiz errou muito mais do que o habitual, e Gerson, o melhor do time na temporada, foi um dos que mais ameaçaram chutar e não o fez.

De resto, no jogo o Flamengo só chegou numa cabeça de Bruno Henrique e num cruzamento de Matheus Gonçalves no fim.

Tite tem muita culpa nisso também. Talvez pela pressão de se ter um ídolo histórico no banco, colocou Gabigol, que está muito longe do ideal nos aspectos técnicos e físicos. Não deu certo.

Mexeu na estrutura tática do time, perdeu o drible de Plata, que, sim, também errou muito ao não finalizar quando teve chances. E pior: botou um jogador que não é sombra daquele goleador letal de 2019 a 2022.

Por que não botou Alcaraz, o argentino que custou mais de R$ 110 milhões e que é a contratação mais cara da história do Flamengo?

Não seria possível colocá-lo pelo meio com Gerson aberto pela direita? Não poderia optar por Matheus Gonçalves mais cedo e manter o time com a característica do primeiro tempo?

Colocou David Luiz, um zagueiro que é bom no jogo aéreo, sim, e bate pênaltis bem também. Mas ele seria opção ofensiva? E o Carlinhos, que outro dia havia entrado antes de Gabigol e dessa vez nem foi cogitado para o abafa.

O Flamengo sem sal que deixa a Libertadores é o retrato fiel do insosso trabalho de um treinador que é reconhecidamente capaz, super vitorioso, mas que não conseguiu fazer algo nem perto do que realizou em outros clubes. Em quase um ano de trabalho, o Flamengo de Tite nunca encantou e nem foi marcado pela regularidade.

Tite pode argumentar que o time foi regular no Carioca, torneio para o qual a torcida nem dá mais bola. Mas até mesmo na competição o time fez partidas ruins. Escapou de perder para o Vasco e não foi bem contra o Botafogo.

O ano de 2024 caminha para ser tão frustrante quanto o de 2023, independentemente de conquistar a Copa do Brasil ou não.

Fonte: GE

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Libertadores

Calleri, sobre eliminação do São Paulo: “Eu sou o responsável”

por Redação 26 de setembro de 2024

Calleri chamou a responsabilidade pela eliminação do São Paulo nas quartas de final da Conmebol Libertadores, nesta quarta-feira, no Morumbi. Depois de fazer o gol de empate contra o Botafogo no tempo normal, o centroavante desperdiçou uma das cobranças de pênaltis – Rodrigo Nestor foi o outro.

– É uma tristeza enorme. Eu sou o responsável pela eliminação do São Paulo. Tem de ser homem também para falar. Um pênalti que eu não perco tem muito tempo, mas hoje não esteve do meu lado e ficamos fora – afirmou.

Calleri também se desculpou com o torcedor pela queda do Tricolor diante de 61.329 pessoas no Morumbis.

– Na verdade, não tem muito o que falar. Eu, como um dos capitães, assumo total a responsabilidade do jogo. Peço desculpas a meus companheiros e a todos que vieram hoje. A desilusão deles é a mesma que a minha – disse Calleri.

O São Paulo volta a campo no próximo domingo para o clássico contra o Corinthians, às 16h, em Brasília, pelo Campeonato Brasileiro.

Fonte: GE

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