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Categoria:

Libertadores

Libertadores

Flamengo suporta altitude, mas não consegue vencer LDU e mantém alerta ligado na Libertadores

por Redação 23 de abril de 2025

“Quando não dá para ganhar, o importante é não perder”. A frase foi dita por Gerson e resume muito bem o que foi o empate sem gols entre o Flamengo e a LDU, em Quito, no Equador. Mas a verdade é que o Rubro-Negro poderia até ter vencido. E poucas sensações são tão amargas quanto essa, principalmente quando os três pontos trariam de volta a tranquilidade na Libertadores.

O Flamengo suportou a altitude e passou pelos 2.850m acima do nível do mar sem maiores intercorrências: Bruno Henrique foi o único atleta a pedir por oxigênio e Ayrton Lucas foi o único que deixou o campo visivelmente extenuado. Pode-se dizer que houve um domínio rubro-negro e que o time de Filipe Luís conseguiu controlar a pressão dos donos da casa e, consequentemente, sofreu pouco defensivamente.

O problema foi algo que já foi debatido em outras análises ao longo de 2025: efetividade do ataque. Traduzir a superioridade dos números em resultado, sem deixar a pontuação pelo caminho. Foram 56% de posse de bola, com 10 finalizações, sendo apenas duas no gol.

Apesar do importante ser não perder, os dois pontos deixados em Quito podem fazer falta para o Flamengo terminar a fase de grupos na liderança do grupo ou até mesmo se classificar às oitavas. Óbvio que a altitude precisa ser levada em conta, juntamente aos desfalques (Alex Sandro, De la Cruz, Allan e Plata), mas é justa a sensação de que o time precisa vencer de acordo com o que desempenha.

Na Libertadores, são apenas quatro pontos conquistados em três jogos, o que deixa o Flamengo apenas na terceira colocação do Grupo C. Mas ainda não há o que temer, dos três jogos restantes na primeira fase, dois desses serão no Maracanã. O alerta é importante para evitar um sofrimento desnecessário.

Filipe Luís colocou em campo a sua terceira formação em três jogos na Libertadores. Léo Pereira foi preservado e Plata ficou fora por dores no joelho. O treinador promoveu as entradas de Danilo na zaga com Léo Ortiz, Evertton Araújo no meio e Juninho no ataque.

Se a estratégia do Flamengo era de controlar o jogo e evitar o desgaste físico em virtude da altitude, a LDU colaborou com isso e parece ter deixado o rival com o controle do jogo. Sem ter sido pressionado nos primeiros minutos, o Rubro-Negro dominou o meio, trocou mais passes e não sofreu, pelo menos até a reta final da primeira etapa.

A prova de que a LDU deixou o Flamengo ter mais a bola nos pés no primeiro terço do gramado é que Danilo, Wesley, Ortiz e Erick Pulgar foram os que mais passes trocaram. O grande problema foi a dificuldade dos principais articuladores de fazerem a diferença ofensivamente.

A chance mais clara criada pelo Flamengo aconteceu apenas aos 36 minutos, quando Gerson lançou a bola, Juninho deixou passar para Arrascaeta driblar o marcador e bater fraco na saída do goleiro da LDU.

A LDU, por sua vez, chegou com perigo apenas nos contra-ataques gerados ou por um erro de passe do Flamengo ou por rara pressão na marcação. Mas não conseguiu incomodar o quanto se esperava por jogar como mandante.

Com uma LDU menos retraída no início do segundo tempo, Filipe Luís não demorou muito para fazer a primeira mudança: aos 13 minutos, Pedro entrou no lugar de Juninho. Logo na primeira participação, o camisa 9 descolou bom passe para a passagem de Wesley dentro da área.

Poucos minutos depois, Arrascaeta e Bruno Henrique foram substituídos por Cebolinha e Luiz Araújo, respectivamente. Cebolinha foi o primeiro a perder boa chance em chute de fora da área. Mas o lance ficou em segundo plano pelo gol perdido por Luiz Araújo, que passou por dois marcadores, entrou na área e acabou chutando longe do gol.

Por outro lado, a LDU seguiu assustando em bolas cruzadas na área e em contra-ataques aproveitando o desgaste físico evidente do Flamengo nos minutos finais do jogo. Aos 37, o time equatoriano chegou a marcar com Estrada, que foi lançado em velocidade e tocou na saída de Rossi. Mas o atacante estava em posição irregular na origem do lance.

O controle do jogo do Flamengo aos poucos foi se perdendo nos minutos finais pelos erros de passes. A LDU, com fôlego renovado no ataque, ainda quase marcou em cabeceio de Estrada na segunda trave que passou por cima do gol de Rossi.

O empate sem gols fez Filipe Luís chegar ao segundo jogo consecutivo sem marcar pela primeira vez desde que assumiu o comando do Flamengo. A missão ainda é a mesma de antes: transformar a posse de bola em chances claras, e as chances claras em gol. O adversário da vez será o Corinthians, no domingo, no Maracanã, pelo Brasileirão.

Fonte: GE

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Libertadores

Ceni celebra classificação do Bahia e lembra caminhada: “De quase rebaixados para a Libertadores”

por Redação 14 de março de 2025

O Bahia contou com noite iluminada de Jean Lucas para vencer o Boston River por 1 a 0, na noite desta quinta-feira, e se classificar para a fase de grupos da Libertadores. O Tricolor foi dono do jogo desde os primeiros minutos, pressionou, mas só conseguiu o gol do alívio na etapa final.

Na entrevista coletiva após a partida, o técnico Rogério Ceni celebrou a classificação e lembrou a caminhada desde a campanha de permanência na Série A em 2023.

  • Fico muito feliz. É um jogo que não foi jogado só nos 90 minutos. É um jogo que vem desde dezembro de 2023, quando pouca gente acreditava que a gente estaria na Série A em 2024. É um jogo de resiliência de muita gente que passou por aqui, desde os gols de Cauly, Thaciano, Ademir, que mantiveram a gente na primeira divisão. Ano passado, os gols de Thaciano e Lucho que nos deram a classificação. Em 14 meses saímos de quase rebaixado para a Libertadores. Isso é sinônimo de melhoria e sucesso. Muita alegria hoje, mas agora vamos começar a nos preparar para o que vem.

Rogério Ceni também analisou o futuro do Bahia na Libertadores e até onde o time pode chegar. O sorteio da fase de grupos está marcado para as 20h (horário de Brasília) desta segunda-feira, e o Tricolor está no Pote 4.

  • Acho que o Bahia hoje está entre as sete grandes equipes do futebol brasileiro, no sentido de representatividade na Libertadores. Agora vai depender de lesões, depender de uma troca ou outra na frente. O restante, no meio campo e de defesa, temos jogadores tranquilamente para fazer as trocas. Na velocidade no ataque nos falta um pouco, nos preocupa. Vamos tentar encontrar soluções. Vai depender do sorteio, precisamos ganhar experiência na competição. Mas vamos jogar desde o primeiro dia para tentar avançar. É nossa próxima etapa. No pote quatro de Libertadores você joga o jogo 1, 3 e 4 em casa. Pega o 5 e o 6 fora de casa. É muito pesado. O pote não tem privilégios. O jogo 2 e o jogo 4, é jogado contra o time do pote 1, em tese o melhor do grupo. No meio de tudo isso tem o Campeonato Brasileiro. É muito difícil. Eu tive três folgas em 66 dias. É difícil. E todo mundo quer também a Copa do Brasil. Mas hoje é dia de comemorar. Vamos para o sorteio na segunda-feira, que seja bom para a gente. Um grupo mais acessível para brigar em pé de igualdade.

Rogério Ceni agora tem mais um decisão pela frente, desta vez pelo jogo de ida da final do Campeonato Baiano. Neste domingo, o Tricolor encara o Vitória, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, às 18h (horário de Brasília).

Veja outros trechos da entrevista coletiva
Bloqueio do Boston e escalação inicial

  • Importante pontuar o quanto o campo influencia. O gramado é fundamental para você entrar na área do adversário. Lá a gente teve cinco finalizações. Hoje o volume de jogo foi outro. A condição de grama boa faz o time com qualidade chegar mais vezes. A gente teve que arriscar na bola parada. Entendemos que sofreríamos menos escanteios. Então arriscamos mais por estar dentro de casa. Não é sempre que vamos conseguir arriscar só com dois zagueiros, mas hoje era um dia necessário. Por isso Gilberto começou. O jogo aéreo é fundamental hoje em dia. Quero destacar também os dois jogos sem sofrer gols. Não sofrer gols na Libertadores é muito importante.

Gols perdidos

  • Quem me dera ter tantos Luchos assim, para se doar tanto dentro de campo. Perder gol é do jogo. O mais legal é analisar quantas chances criamos em uma noite de Libertadores. A bola entrar ou não é do jogo. Feliz da gente que tem um cara que perde gol, mas entrega tanto pelo time. Ele tem 21 anos, vai melhorar. Mais descansado vai fazer mais gols. Ele já fez muitos aqui. Fico feliz pela possibilidade de ter criado tantas oportunidades. Conseguimos furar um bloqueio que tinha sido muito difícil no jogo de ida.

Volta à Libertadores

  • Acho que é o máximo que um clube pode ter na América do Sul. É especial para todos que trabalham aqui. Acho que isso mostra a força do Grupo City no mundo. Fico contente, é uma resposta muito rápida. Chegar é difícil, mas se manter é bem mais. Então temos que entender os pontos que precisamos melhorar. O jogo da Libertadores é muito pesado, não tem jogo fácil. Você vê um gigante do futebol brasileiro ficar fora da fase de grupos. Olha como o Boston River mudou em uma semana, veio com outra postura, jogou, tentou, dificultou muito nossa vida.

Invencibilidade em casa na Libertadores

  • Acho que essa atmosfera se torna diferente desde a chegada do estádio. Hoje o torcedor cantou o tempo todo. Não tem como não ter energia, o que vem ali de fora é muito forte e contagia o atleta. Vaiar depois tudo bem, mas até o minuto 90 é preciso apoiar o tempo todo. Libertadores é isso. Tem que ser 90 minutos ligado no jogo. Jogos sempre grandes, muito pesados. O que direciona uma equipe é o Campeonato Brasileiro, que tem data final. Na Libertadores só um fica feliz. Olha o Atlético-MG, chegou em duas finais e terminou o Brasileiro com risco de rebaixamento.

Sequência da temporada sem semana livre

  • O Erick faz o Jean Lucas ser melhor. Se o Jean Lucas cansar, hoje temos o Erick para entrar. São algumas características diferentes, o Erick é melhor no jogo aéreo, mas o Jean Lucas que fez gol de cabeça hoje. Temos mais opções, Iago está entrando no ritmo. Willian com Lucho no ataque.

Marcos Felipe

  • Marcos foi escolhido para o jogo da altitude, foi bem e tem jogado. Mas isso pode mudar. Danilo pode ser titular na semana que vem. É um ótimo goleiro, bom de grupo, já jogou mais esse ano que o ano passado inteiro. Também foi importante para estarmos aqui hoje.

Saldo para o Ba-Vi

  • Isso é completamente secundário, é para colocar pimenta em uma coisa. Não sou eu ou Carpini que ganha jogos. É o Vitória ou o Bahia. Hoje estamos cansados para domingo, mas esperamos estar recuperados. Vamos fazer uma escalação de acordo com a condição física de cada jogador. Precisamos vencer esse primeiro jogo porque sabemos a dificuldade que é jogar na casa deles. Contamos com o apoio do torcedor. É um jogo difícil de se jogar. No primeiro encontro, mesmo melhor, empatamos de 0 a 0. Nada que foi feito hoje garante um domingo bom para gente. Temos que trabalhar e fazer tudo outra vez no domingo.

Manter o nível de atuação

  • O Caio voltou muito melhor fisicamente esse ano do que ano passado. Aí é de cada jogador. A gente vai até um limite, a partir dali é dos jogadores. Kanu é um cara que se dedica muito. Jogou contra o Jacuipense, está sempre bem. Depende muito da disposição de cada um. É um grupo muito bacana de se trabalhar, às vezes precisa ser mais malandro, principalmente na Libertadores. Acho que temos mais condições do que tínhamos ano passado. Em 24 fomos melhor que 23, e em 25 melhor que 24. Assim esperamos continuar evoluindo, sendo melhores. Dou os parabéns para todos os jogadores por colocar o Bahia de fato na Libertadores. Começou em 2023 e termina hoje com a classificação.

Fonte: GE

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Libertadores

Flamengo no modo arame liso é capítulo final de péssima Libertadores do início ao fim

por Redação 27 de setembro de 2024

O lamentável capítulo final do Flamengo na Libertadores 2024 foi uma síntese da péssima campanha que o time fez. No “modo arame liso”, os rubro-negros rodaram a bola para um lado e para o outro e hesitaram muito em finalizar. Resultado? Um previsível 0 a 0 que não tirou nem um “uh” da torcida.

Antes de falar do jogo é preciso citar o quanto o Flamengo foi ineficiente e jogou mal nessa Libertadores. Não venceu fora de casa e tampouco teve atuações de gala. Os placares elásticos vieram contra times fracos.

Abre sua participação com uma atuação muito ruim contra o limitado Millonarios. Deixou de ganhar e ficou no 1 a 1 em Bogotá. Na segunda rodada, no Maracanã, uma vitória por 2 a 0 sobre o fraquíssimo Palestino, que acabou vencendo o Flamengo no Chile.

Numa chave composta por adversários de nível bem inferior, o Flamengo conseguiu ir para a última rodada com chances de eliminação. Passou sem convencer.

Nas oitavas de final, jogou mal contra o Bolívar em casa, mas um gol de Léo Pereira nos acréscimos da partida do Maracanã deu ao Flamengo um placar confortável (2 a 0) para jogar na altitude. Perdeu por 1 a 0, passou sufoco, mas avançou.

Nas quartas, em pouco mais de 180 minutos, teve enormes dificuldades para finalizar e não fez gols. Uma eliminação melancólica e cheia de vergonha.

O jogo: arame liso e substituições erradas
O Flamengo deu esperança ao finalizar com um minuto de jogo, numa cabeçada de Plata, mas o cartão de visitas que seria animador não passou de fogo de palha.

O Flamengo só girou bola durante os 90 minutos. De la Cruz e Arrascaeta fizeram péssimas partidas, Léo Ortiz errou muito mais do que o habitual, e Gerson, o melhor do time na temporada, foi um dos que mais ameaçaram chutar e não o fez.

De resto, no jogo o Flamengo só chegou numa cabeça de Bruno Henrique e num cruzamento de Matheus Gonçalves no fim.

Tite tem muita culpa nisso também. Talvez pela pressão de se ter um ídolo histórico no banco, colocou Gabigol, que está muito longe do ideal nos aspectos técnicos e físicos. Não deu certo.

Mexeu na estrutura tática do time, perdeu o drible de Plata, que, sim, também errou muito ao não finalizar quando teve chances. E pior: botou um jogador que não é sombra daquele goleador letal de 2019 a 2022.

Por que não botou Alcaraz, o argentino que custou mais de R$ 110 milhões e que é a contratação mais cara da história do Flamengo?

Não seria possível colocá-lo pelo meio com Gerson aberto pela direita? Não poderia optar por Matheus Gonçalves mais cedo e manter o time com a característica do primeiro tempo?

Colocou David Luiz, um zagueiro que é bom no jogo aéreo, sim, e bate pênaltis bem também. Mas ele seria opção ofensiva? E o Carlinhos, que outro dia havia entrado antes de Gabigol e dessa vez nem foi cogitado para o abafa.

O Flamengo sem sal que deixa a Libertadores é o retrato fiel do insosso trabalho de um treinador que é reconhecidamente capaz, super vitorioso, mas que não conseguiu fazer algo nem perto do que realizou em outros clubes. Em quase um ano de trabalho, o Flamengo de Tite nunca encantou e nem foi marcado pela regularidade.

Tite pode argumentar que o time foi regular no Carioca, torneio para o qual a torcida nem dá mais bola. Mas até mesmo na competição o time fez partidas ruins. Escapou de perder para o Vasco e não foi bem contra o Botafogo.

O ano de 2024 caminha para ser tão frustrante quanto o de 2023, independentemente de conquistar a Copa do Brasil ou não.

Fonte: GE

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Libertadores

Calleri, sobre eliminação do São Paulo: “Eu sou o responsável”

por Redação 26 de setembro de 2024

Calleri chamou a responsabilidade pela eliminação do São Paulo nas quartas de final da Conmebol Libertadores, nesta quarta-feira, no Morumbi. Depois de fazer o gol de empate contra o Botafogo no tempo normal, o centroavante desperdiçou uma das cobranças de pênaltis – Rodrigo Nestor foi o outro.

– É uma tristeza enorme. Eu sou o responsável pela eliminação do São Paulo. Tem de ser homem também para falar. Um pênalti que eu não perco tem muito tempo, mas hoje não esteve do meu lado e ficamos fora – afirmou.

Calleri também se desculpou com o torcedor pela queda do Tricolor diante de 61.329 pessoas no Morumbis.

– Na verdade, não tem muito o que falar. Eu, como um dos capitães, assumo total a responsabilidade do jogo. Peço desculpas a meus companheiros e a todos que vieram hoje. A desilusão deles é a mesma que a minha – disse Calleri.

O São Paulo volta a campo no próximo domingo para o clássico contra o Corinthians, às 16h, em Brasília, pelo Campeonato Brasileiro.

Fonte: GE

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Libertadores

Botafogo é dominante, mas peca na finalização e deixa de construir vantagem em casa

por Redação 19 de setembro de 2024

Está tudo igual na decisão por vaga nas semifinais da Conmebol Libertadores entre Botafogo e São Paulo. Apesar de dominar a equipe paulista na maior parte do jogo de ida das quartas de final da competição, na última quarta-feira, no Nilton Santos, o placar não saiu do 0 a 0. Com isso, a definição ficou para a semana que vem, no Morumbis.

O time fez um jogo de intensidade alta, com cara de quem queria encaminhar uma possível vantagem o quanto antes. Assim, dominou as ações no primeiro tempo, finalizou 23 vezes no total, mas não conseguiu converter o volume ofensivo em gols. A bola parou na trave duas vezes, e o São Paulo reagiu no segundo tempo, o que dificultou os caminhos para que os cariocas colocassem um pé na próxima fase.

Primeiro tempo que só o Botafogo jogou
Apesar da posse de bola ser semelhante, foi o Botafogo quem tomou conta da primeira etapa do duelo. A fome para construir o resultado sob seus domínios ficou evidente logo no primeiro minuto, em roubada de bola do estreante na titular Alex Telles, que terminou com Savarino concluindo o lance em um bonito voleio, que Rafael defendeu.

A estratégia do time de Artur Jorge era se impor, com ritmo acelerado, poucos toques na bola, de forma que envolvesse o protegido São Paulo, que entrou em campo com três homens na zaga. Mesmo na tentativa de diminuir a vulnerabilidade defensiva com a linha mais reforçada, foi o articulado ataque alvinegro quem se deu melhor. Vitinho, Thiago Almada e Savarino foram os principais nomes do primeiro tempo.

O lateral-direito jogou avançado, ousou mais no ataque – comparado com o jogo de estreia contra o Corinthians -, tentou dribles, fez bons cruzamentos e contribuiu com desarmes. Também melhorou o entrosamento com Luiz Henrique pelo corredor, essa que tem sido uma principal arma do time em 2024.

Almada e Savarino se movimentaram bastante buscando o jogo, e foram os que mais apareceram na intermediária para tentar algo decisivo. E foi assim que aos 34 minutos, Savarino limpou a marcação de Alan Franco e finalizou no travessão. Na sequência, Almada cobrou escanteio, que Luiz Henrique cabeceou novamente na trave. O camisa 23 ainda teve uma ótima chance aos 40, mas chutou para fora.

Além da dinâmica na frente, o Botafogo se armou para pressionar e roubar a bola. O “perde-pressiona” foi intenso e impediu as jogadas em progressão do São Paulo. Lucas Moura, o principal armador do adversário, transitava sem a bola na intermediária na tentativa de se livrar da marcação e pouco conseguiu fazer em função disso.

Botafogo abdica de jogar no segundo tempo, desconcentra e deixa de construir vantagem em casa
O time de Artur Jorge que parecia se multiplicar em campo para construir e defender, sucumbiu nos 45 minutos finais. Com mudanças táticas feitas pelo São Paulo e fôlego com as trocas do adversário, o Alvinegro teve uma etapa avessa ao que imprimiu inicialmente.

E isso pode ser justificado pela alta intensidade deixada em campo ainda no primeiro tempo, que custou uma queda física e emocional natural. A carta na manga do time de Zubeldía foi se aproveitar disso e explorar com pressão na saída de bola botafoguense.

O goleiro John, por diversas vezes, foi obrigador a rifar a bola por não haver opções seguras para jogar de forma mais aproximada. Essa imposição do São Paulo fez com que o Alvinegro errasse passes, fosse desarmado com mais facilidade e abdicasse, inconscientemente, de jogar.

A falta de controle e concentração sobrecarregou a defesa, o que fez o zagueiro Barboza ser o melhor em campo do Botafogo no segundo tempo. Artur Jorge até tentou retomar a passe com substituições, como a opção de Tchê Tchê, além finalizar mais, com Tiquinho, mas o time pouco conseguiu fazer, aparentando ter deixado a maior parte do que tinha no primeiro tempo.

Agora, a decisão será nos 90 minutos restantes no Morumbis, em São Paulo, na próxima quarta-feira. Se conseguir manter o que fez no primeiro tempo e acertar a meta nas oportunidades criadas (foram 23 contra seis), tem grandes chances de vencer o time paulista longe de casa. Mas antes, ainda, tem um clássico importante pela manutenção da liderança no Brasileirão, contra o Fluminense, sábado, também no Nilton Santos.

Fonte: GE

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Libertadores

22 torcedores uruguaios do Nacional são detidos após quebrarem cadeiras do Morumbis e agredirem PMs em SP

por Redação 23 de agosto de 2024

Vinte e dois torcedores uruguaios do Nacional foram detidos em flagrante pela Polícia Militar (PM), na noite desta quinta-feira (22), após quebrarem e jogarem cadeiras no gramado do estádio do Morumbis, na Zona Sul da capital paulista. Parte dos estrangeiros também agrediu policiais militares, que revidaram dando golpes de cassetetes nos torcedores.

A confusão ocorreu após o Nacional do Uruguai sofrer o segundo gol na derrota por 2 a 0 para o São Paulo, no jogo de volta da fase oitavas de final da Copa Libertadores. Com o resultado, o time brasileiro avançou e o uruguaio foi eliminado da competição.

Um dos jogadores do Nacional passou mal durante a partida e foi levado de ambulância com “arritmia cardíaca” para um hospital.

22 uruguaios liberados

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), todos os 22 torcedores detidos foram liberados após pagarem fiança. Eles, no entanto, só poderão deixar o Brasil depois de comparecerem na Justiça em São Paulo para assinarem documentos.

Os estrangeiros foram responsabilizados por “promover tumulto” e “lesão corporal”. Imagens que eram transmitidas ao vivo pelas emissoras de TV mostravam parte da torcida do Nacional destruindo e lançando os bancos do Morumbis.

A Polícia Militar interveio e alguns torcedores do Nacional entraram em confronto com os policiais militares.

Um PM aparece nas imagens apanhando de torcedores. Um torcedor arranca o capacete do policial e depois o agride. O PM ficou ferido e depois reconheceu três dos torcedores detidos como seus agressores.

Apesar de a Drade ter registrado a ocorrência, a investigação será feita pelo 34º Distrito Policial (DP), no Morumbi. Os torcedores uruguaios detidos terão de assinar um termo circunstanciado. Um membro do consulado do Uruguai acompanhou os estrangeiros na delegacia.

Outra confusão envolvendo torcedores estrangeiros também repercutiu na imprensa na terça-feira (20). Parte da torcida do San Lorenzo da Argentina entrou em confronto com policiais militares na Arena do Galo em Belo Horizonte, Minas Gerais. Os argentinos foram acusados de atos racistas nas arquibancadas durante jogo entre a equipe deles e o Atlético Mineiro pela Copa Libertadores.

Fonte: G1

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Libertadores

São Paulo desfruta de noite de Libertadores e mantém vivo o sonho do tetra

por Redação 23 de agosto de 2024

O São Paulo até demorou a se soltar, mas quase não teve problemas para vencer o Nacional, do Uruguai, por 2 a 0. A noite da última quinta-feira no Morumbis foi uma típica noite de Conmebol Libertadores: recepção de gala para os jogadores, festa nas arquibancadas e muita luta dentro de campo.

Para vencer o Nacional e garantir a vaga nas quartas de final, o São Paulo usou muito bem a força de seu quarteto ofensivo: Lucas, Luciano, Wellington Rato e Calleri. Sem Ferreira, lesionado, o técnico Luis Zubeldía decidiu confundir os uruguaios. Tirou qualquer rastro do famoso “jogo posicional”.

Até o centroavante Calleri, mesmo mais centralizado, saiu bastante da área – vide o primeiro gol, marcado por Bobadilla, que teve participação decisiva do camisa 9 com uma assistência um pouco mais longe da meta do Nacional.

O São Paulo demorou um pouco para se encaixar à ausência de Ferreira, mas o Nacional não aproveitou o pior momento tricolor do jogo para criar oportunidades. Na verdade, se postou defensivamente e aguardou o time da casa avançar.

Apesar da falta de espaços, a movimentação do São Paulo no campo ofensivo começou a dar resultado quando Wellington Rato e Lucas deixaram as pontas e passaram a jogar mais centralizados, para que os laterais tivessem espaço para avançar. A marcação uruguaia ficou confusa.

Foi assim que o São Paulo abriu o placar, numa movimentação de seu sistema ofensivo. Calleri saiu da área, abriu espaço, e a defesa do Nacional perdeu a referência na marcação. Bobadilla infiltrou, livre, e marcou o primeiro gol da noite.

Depois, o Tricolor se soltou mais. Começou a criar mais chances, se movimentar com mais precisão e ser mais duro na marcação. O Nacional, que já não vinha bem, se viu ainda mais acuado.

Apesar da queda de ritmo com o 2 a 0 no placar no início do segundo tempo, o São Paulo não perdeu domínio. Viu, porém, o Nacional crescer. Em duas oportunidades criadas em vacilos tricolores, os uruguaios chegaram com perigo: uma bola na trave e outra por cima, de dentro da área.

Passou a valer, portanto, o espírito brigador do time comandado por Luis Zubeldía para evitar que o Nacional diminuísse sua vantagem Defensivamente, Luiz Gustavo foi perfeito: desarmou, recompôs e fez o que pôde à frente da zaga.

De uma maneira geral, em campo, o São Paulo desfrutava de uma noite de Libertadores, que começara horas antes, ainda à tarde.

A classificação para as quartas de final teve uma recepção daquelas da torcida tricolor. Fumaça vermelha, fogos, ruas lotadas e muita empolgação para a partida. Dentro de campo, o São Paulo desfrutou: comemorou bolas recuperadas, não desistiu de jogadas e mostrou, mais uma vez, uma grande conexão com seu torcedor.

E o sonho do tetra continua vivo.

Fonte: GE

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Libertadores

Jogador do Nacional do Uruguai passa mal durante jogo com o São Paulo e é internado com ‘arritmia cardíaca’ em UTI de hospital

por Redação 23 de agosto de 2024

Um jogador do Nacional do Uruguai passou mal na noite desta quinta-feira (22) durante partida de futebol contra o São Paulo, no estádio do Morumbis, pela Copa Libertadores, e precisou ser socorrido e levado com quadro de “arritmia cardíaca” para o Hospital Albert Einstein, na Zona Sul da capital paulista. Juan Izquierdo permanecia internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) até a última atualização desta reportagem.

Procurado pela reportagem, o hospital informou, por meio de sua assessoria de imprensa que todas as informações sobre o estado de saúde do zagueiro serão divulgadas pelo clube uruguaio.

As imagens gravadas pela transmissão da partida mostram que, por volta dos 39 minutos do segundo tempo de jogo, Juan não se sentiu bem. Ele perdeu o equilíbrio e caiu no gramado. Outros jogadores perceberam e chamaram uma ambulância para prestar atendimento e levá-lo até o hospital.

Alejandro Balbi, presidente do clube uruguaio, conversou com a imprensa na porta do Albert Einstein. O dirigente do Nacional falou que o atleta havia recuperado a consciência dentro da ambulância, mas que ao chegar ao hospital perdeu os sentidos e precisou ser sedado e estabilizado.

“Está estável, no CTI [UTI]. Tem que esperar aproximadamente 12 horas para ver a evolução, para começar a fazer os exames e ver se tem alguma sequela e eventualmente encontrar as causas do episódio que vimos que ocorreu em campo” disse Alejandro.

Em sua página no Instagram, o clube do São Paulo postou uma foto de Juan com a mensagem: “Nossos pensamentos estão com Juan Izquierdo, atleta do @nacional. Fuerza, @juanizquierdo97. Estamos contigo.”

Juan tem 27 anos e nasceu em Montevideo, capital do Uruguai. Ele é casado e tem um filho, nascido recentemente. O atleta começou a carreira no time uruguaio do Cerro, passou pelo Montevideo Wanderers e se transferiu para o Atlético San Luis, do México. Na volta ao país de origem, defendeu novamente o Wanderers, o Nacional, o Liverpool e retornou ao Nacional em 2024.

22 uruguaios detidos

Além do caso do jogador do Nacional que passou mal em campo e precisou ser internado, a partida desta quinta teve confusão nas arquibancadas do Morumbis. A Polícia Militar (PM) deteve 22 torcedores uruguaios acusados de “promover tumulto” e “lesão corporal”.

O São Paulo venceu a partida contra o Nacional por 2 a 0. Foi o jogo da volta contra o time rival após o empate sem gols no Uruguai. Com o resultado, o clube brasileiro avançou para a fase quartas de final da competição.

Depois do segundo gol do São Paulo, torcedores do time uruguaio começaram a quebrar e jogar cadeiras em direção ao gramado. A PM interveio e parte da torcida do Nacional entrou em confronto com os policiais militares.

“Houve a intervenção policial. e os torcedores entraram em confronto”, disse o delegado Cesar Saad, da Delegacia de Polícia de Repressão aos delitos de Intolerância Esportiva (Drade).

Fonte: G1

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Libertadores

Noite de Libertadores: arma do São Paulo, Morumbis deve ter novo recorde de público na temporada

por Redação 22 de agosto de 2024

Uma noite de Libertadores costuma ser especial para torcedores do São Paulo. Como disse a voz de Telê Santana recriada por uma Inteligência Artificial, “essa mística tem mais poder do que vocês imaginam”. Nesta quinta-feira, mais uma vez o Tricolor entrará em campo ao lado de seu torcedor.

Às 19h, quando a bola rolar para a partida de volta das oitavas de final da Conmebol Libertadores, contra o Nacional, do Uruguai, o São Paulo deve ter ao seu lado mais de 60 mil torcedores. Se a expectativa for confirmada, será mais um recorde de público nesta temporada.

O São Paulo empatou por 0 a 0 com o Nacional na partida de ida das oitavas de final, no Uruguai. Precisa, agora, de uma vitória simples ao lado de seu torcedor para avançar às quartas. E os tricolores “compraram a briga” do time.

O São Paulo não divulgou, nos últimos dias, quantos ingressos vendeu para o jogo, mas a expectativa no clube e entre os torcedores é de que mais de 60 mil tricolores estejam nas arquibancadas do Morumbis.

Será mais uma demonstração de parceria entre torcida e equipe no passado recente.

No início deste mês, torcedores do São Paulo quebraram o recorde de maior público do Morumbis na temporada. Na partida contra o Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro, 58.065 são-paulinos foram ao estádio.

Esse número superou a marca de 56.162, registrada na vitória por 2 a 0 contra o Talleres, da Argentina, pela Conmebol Libertadores, em 29 de maio, que liderava o ranking do ano.

Agora, contra o Nacional, a expectativa é de que mais um recorde seja quebrado.

Fonte: GE

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Libertadores

Palmeiras evita terra arrasada, mas só título do Brasileirão vai salvar o ano

por Redação 22 de agosto de 2024

A noite da última quarta-feira reuniu todos os elementos para desencadear uma das maiores crises da era Abel Ferreira no comando do Palmeiras: eliminação nas oitavas de final da Conmebol Libertadores dias depois de cair nas oitavas da Copa do Brasil.

Mas os últimos dez minutos do jogo contra o Botafogo fizeram com que a queda não se tornasse uma terra arrasada por completo. O Verdão mais uma vez mostrou resiliência e quase conseguiu o impossível: virar um 2 a 0 e levar o jogo para os pênaltis.

Após levar dois gols no segundo tempo, o palmeirense que estava no Allianz Parque pouco acreditava numa reação. Nos 40 minutos da etapa final, a sensação é de que as vaias tomariam conta do estádio ao apito final. Mas o time mostrou mais uma vez por que leva o lema de não desistir jamais.

Quando tudo parecia perdido, Flaco López subiu mais alto do que todo mundo dentro da área e deu uma ponta de esperança a um estádio que estava em silêncio. Aos 45 minutos, Rony fez o torcedor explodir e rescendeu um esperança. Poderia ter novamente uma virada épica.

E pasmem: ela aconteceu. Aos 49 minutos, Gustavo Gómez aproveitou o bate e rebate dentro da área e encheu o pé para fazer o terceiro. O Palmeiras estava levando a decisão das quartas de final para os pênaltis com três gols em um intervalo de 9 minutos.

O Allianz Parque estremeceu, e todos os torcedores pareciam viver um delírio. Logo o VAR tratou de dar um fim ao que parecia realmente um delírio e anulou o gol que levaria às penalidades por uma mão do zagueiro palmeirense.

Ainda deu tempo de Gabriel Menino cobrar uma falta no travessão e dar um ar de ainda mais de decepção pelo que o time apresentou nos minutos finais.

A eliminação que se desenhava para ser trágica terminou com aplausos da torcida, que reconheceu a entrega da equipe no momento mais crucial. O desenrolar da queda faz com que o Palmeiras saia ferido, mas não completamente derrotado.

Resta agora apenas o Campeonato Brasileiro, e para o Verdão será uma obrigação para salvar o ano tumultuado e turbulento, cheio de altos e baixos.

Abel terá que reviver os momentos de crise que passou pelo clube e conseguir mais uma vez se reerguer. No próximo sábado, às 18h30, o desafio já é contra o Cuiabá, no Brinco de Ouro, e cada três pontos valerão muito para o tricampeonato.

Em um ano que o Palmeiras mais investiu na era Anderson Barros – R$ 200 milhões em contratações -, ganhar apenas o Campeonato Paulista será uma grande decepção. E aí, sim, poderá ser tratado como uma terra arrasada.

Fonte: GE

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