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@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Libertadores

Libertadores

São Paulo vence o Barcelona em Guayaquil na estreia de Luis Zubelbía

por Redação 26 de abril de 2024

Dessa forma, com o resultado, o São Paulo chegou aos seis pontos e segue na vice-liderança do Grupo B. O Barcelona, porém, continua com dois pontos, na terceira colocação da chave.

Primeiro tempo
Jogando fora de casa, o São Paulo não se intimidou e dominou as ações na etapa inicial. O Tricolor controlou o jogo e abriu o marcador aos 16 minutos. Em jogada rápida saindo do campo de defesa, André Silva inverteu a bola para Ferreirinha na esquerda. O atacante são-paulino dominou na linha de fundo, encarou a marcação e cruzou na medida para Calleri. O artilheiro tricolor subiu mais que todo mundo e mandou de cabeça para o fundo das redes. O Barcelona pouco incomodou e tentou arriscar chutes de longe. No fim, a equipe até chegou mais perto, mas sem assustar de fato o goleiro Rafael.

Segundo tempo
Atrás no placar, o Barcelona se lançou ao ataque logo no começo da etapa final, mas parou em duas defesas brilhantes do goleiro Rafael. Aos três minutos, Oyola fez boa jogada e deixou para Rojas, que obrigou o goleiro a fazer grande defesa no seu canto esquerdo. No minuto seguinte, Rojas recebeu outra bola dentro da área, limpou a marcação e bateu forte, mas Rafael caiu novamente, desta vez na direita, para evitar o empate. Como o Barcelona não fez, o São Paulo ampliou. Aos 18 minutos, afinal, após escanteio pela direita, Alisson pegou sobra na entrada da área, limpou o volante Trindade e bateu forte para marcar o segundo. O Barcelona até tentou ensaiar uma pressão após o segundo gol, mas não foi capaz de furar a defesa são-paulina.

Sequência
Barcelona e São Paulo voltam a campo pela quarta rodada da Libertadores no dia 8 de maio. Os Toreros encaram o Talleres (ARG), fora de casa, enquanto o Tricolor tem compromisso com o Cobresal (CHL), também fora de casa.

BARCELONA 0 X 2 SÃO PAULO
Libertadores 2024 – Grupo B – Terceira rodada
Data: 25/04/2024, às 21h (de Brasília)
Local: Estádio Monumental Isidro Romero Carbo, em Guayaquil (EQU)
BARCELONA: Burrai; Vargas, Nicolás Ramírez, Luca Sosa e Aníbal Chalá; Trindade, Gaibor (Leonai, 25’/2ºT), Oyola (Corozo, 39’/2ºT), Damián Díaz (Cortez, 25’/2ºT) e Joao Rojas (Reasco, 13’/2ºT); Obando (Preciado, 13’/2ºT). Técnico: Germán Corengia
SÃO PAULO: Rafael; Igor Vinícius (Rodrigo Nestor, 41’/2ºT), Arboleda, Alan Franco e Welington; Pablo Maia, Alisson e Luciano (Galoppo, 32’/2ºT); André Silva (Diego Costa, 32’/2ºT), Calleri (Juan, 41’/2ºT) e Ferreira (Michel Araújo, 13’/2ºT); Técnico: Luis Zubeldía
Gols: Calleri, 16’/1ºT (0-1); Alisson, 18’/1ºT (0-2)
Árbitro: Juan Benítez (PAR)
Auxiliares: Eduardo Cardozo (PAR) e Julio Aranda (PAR)
VAR: Derlis Lopez (PAR)
Cartão Amarelo: Vargas (BAR); Luis Zubeldía (SAO)
Cartão Vermelho: –

Fonte: jogada10

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Libertadores

Palmeiras vira sobre o Liverpool-URU com gol de Estêvão e lidera grupo na Copa Libertadores

por Redação 12 de abril de 2024

Depois de faturar o tricampeonato paulista, o Palmeiras conquistou sua primeira vitória nesta edição da Libertadores ao vencer o Liverpool-URU, por 3 a 1, de virada. Rosso abriu o placar para os visitantes, enquanto Aníbal Moreno, Flaco López e Estêvão anotaram os gols palmeirenses, no Allianz Parque, em duelo válido pela segunda rodada da fase de grupos da competição.

Com este resultado, o Palmeiras assume a liderança do Grupo F, com quatro pontos, à frente de Independiente del Valle, com a mesma pontuação, e de Liverpool e San Lorenzo, ambos com um, ocupando a terceira e quarta colocações, respectivamente.

O próximo compromisso do Verdão pela Libertadores é no dia 24 de abril, quando enfrenta o Independiente del Valle, no Estádio Banco Guayaquil, às 21h30 (de Brasília), pela terceira rodada. Enquanto o Liverpool-URU duela com o San Lorenzo, no dia 23, no Uruguai.

Antes de disputar mais uma rodada do torneio continental, a equipe de Abel Ferreira estreia no Campeonato Brasileiro no domingo, diante do Vitória, no Barradão, em Salvador, às 18h30. Já o Liverpool-URU duela com o Montevideo Wanderers, na segunda-feira, pelo Campeonato Uruguaio.
1° tempo

Com três minutos, na primeira finalização do jogo, o Liverpool-URU abriu o placar. Luciano Rodriguez cobrou falta direto e Weverton espalmou para frente. Jean Rosso, no rebote, estufou as redes. O bandeirinha marcou impedimento em campo, e após pouco mais de cinco minutos de análise do VAR, o árbitro validou o gol. Aos 16, o Palmeiras deu uma resposta. Em cobrança de falta, Veiga tocou para Ríos, que soltou uma pancada, mas viu Lentinelly salvar.

Aos 17, Flaco López aproveitou cruzamento de Aníbal Moreno e cabeceou com perigo para mais uma defesa do goleiro adversário. Em seguida, Estêvão fez boa jogada pela direita, se livrou da marcação e tocou atrás para Raphael Veiga, que mandou por cima do gol do Liverpool. O Palmeiras até buscou o ataque, mas encontrou dificuldades para levar mais perigo ao gol do Liverpool. Por volta dos 35 minutos, o adversário arrancou em contra-ataque depois de o Verdão desperdiçar uma chance e levou perigo ao gol de Weverton em tentativa de Diego García.

Após o susto, a equipe da casa deixou tudo igual nos acréscimos. Aníbal Moreno aproveitou a bola na área depois de cobrança de escanteio de Veiga e cabeceou certeiro para empatar aos 50 minutos. Pouco antes de o árbitro apitar o fim do primeiro tempo, o Verdão quase conseguiu a virada. Luís Guilherme avançou bem pela esquerda e tocou na área para Flaco. O argentino ajeitou a bola, mas finalizou em cima do goleiro. A bola seguiu viva da área e o camisa 42 arriscou mais uma vez, mas viu Ignacio Rodríguez tirar em cima da linha.

2° tempo

O Palmeiras levou perigo aos sete minutos do segundo tempo. Veiga cobrou falta direto e Lentinelly defendeu. Em seguida, após boa tabela entre Ríos e Estêvão, Rony ficou com a bola na área, mas não conseguiu finalizar. O Alviverde, então, conseguiu a virada aos 12 minutos. Veiga levantou a bola na área e Flaco empurrou para o fundo do gol. Na sequência, o time de Abel Ferreira levou perigo em um chute cruzado de Ríos. O goleiro, porém, defendeu.

Lentinelly voltou a salvar sua equipe depois de chegara de Estêvão pela direita. O garoto de 16 anos arriscou de dentro da área e viu o arqueiro fazer a defesa. Em seguida, o camisa 41 recebeu bom lançamento de Veiga, dentro da área, e finalizou com perigo mais uma vez. Depois de tanto insistir, Estêvão finalmente deixou o dele aos 20 minutos. Ele aproveitou o cruzamento de Veiga e balançou a rede.

O Verdão chegou ao marcar o quarto gol, com Gustavo Gómez, após cobrança de falta de Veiga, mas o lance foi anulado por impedimento. Já nos minutos finais, Vanderlan cruzou na área, Rony chegou na bola, mas mandou para fora.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 X 1 LIVERPOOL-URU

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data: 11 de abril de 2024 (quinta-feira)
Hora: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Angel Arteaga (VEN)
Assistentes: Antoni García e Tulio Moreno (VEN)
VAR: Benjamin Saravia (CHI)
Cartões amarelos: Flaco López e Aníbal Moreno (Palmeiras); Miguel Samudio, Diego García, Agustín Cayetano, Matías Ocampo e Ignácio Rodriguez (Liverpool-URU)
Cartão vermelho: nenhum
Público: 28.365 torcedores
Renda: R$ 2.820.210,00

GOLS
PALMEIRAS: Aníbal Moreno (aos 50 minutos do 1°T), Flaco López (aos 12 minutos do 2°T) e Estêvão (aos 20 minutos do 2°T)
LIVERPOOL-URU: Jean Rosso (aos 3 minutos do 1°T)

PALMEIRAS: Weverton, Marcos Rocha, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez (Vanderlan); Aníbal Moreno (Gabriel Menino), Richard Ríos e Raphael Veiga; Luis Guilherme (Rony), Estêvão (Mayke) e Flaco López (Endrick)
Técnico: Abel Ferreira

LIVERPOOL-URU: Sebastián Lentinelly; Kevin Amaro, Matías de los Santos, Jean Rosso e Agustin Cayetano (Francisco Bregante) e Miguel Samudio (Ignacio Rodríguez); Lucas Lemos, Martín Barrios (Diego Rodriguez) e Diego García (Agustín González); Luciano Rodriguez e Matías Ocampo (Franco Nicola).
Técnico: Emiliano Alfaro

Fonte: Gazeta Esportiva

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Libertadores

São Paulo sofre, mas vence Cobresal no apagar das luzes e respira na Libertadores

por Redação 11 de abril de 2024

O São Paulo sofreu, mas conseguiu na marra a primeira vitória na Libertadores nesta quarta-feira, contra o Cobresal, diante de mais de 49 mil torcedores no Morumbis. Pela segunda rodada do Grupo B da competição, o Tricolor bateu o lanterna do Campeonato Chileno por 2 a 0, graças aos gols de André Silva e Jonathan Calleri, ambos já na reta final do segundo tempo.

Com o resultado, o São Paulo somou os primeiros três pontos no torneio continental e agora respira mais aliviado, já que entrou em campo sob grande pressão devido ao desempenho aquém das expectativas nos últimos jogos, em que sofreu a eliminação nas quartas de final do Campeonato Paulista e a derrota em sua estreia na Libertadores para o Talleres.

Apesar da vitória sobre o Cobresal, a permanência do técnico Thiago Carpini no São Paulo não está garantida. O comandante tricolor foi bastante xingado nas arquibancadas do Morumbis pelo fato de novamente o time apresentar dificuldades para garantir o resultado positivo, e a diretoria pode reavaliar sua continuidade nas próximas horas.

O São Paulo volta a campo pelo torneio continental somente no dia 25 de abril, contra o Barcelona de Guayaquil, no Equador. Antes disso, terá pela frente o Fortaleza, em casa, no próximo sábado, além de Flamengo (fora) e Atlético-GO (fora), todos esses jogos pelo Campeonato Brasileiro.

São Paulo domina o 1ºT, mas não marca gol

O São Paulo teve as melhoras oportunidades do primeiro tempo. Logo aos oito minutos o time comandado por Thiago Carpini quase abriu o placar após James Rodríguez cruzar na cabeça de Calleri, exigindo boa defesa do goleiro rival, mas o árbitro já havia marcado impedimento do atacante argentino. No minuto seguinte foi a vez de Luciano receber de fora da área, bater colocado, buscando o ângulo, e tirar tinta da trave.

A chance mais clara do Tricolor na etapa inicial foi com James Rodríguez. Igor Vinícius fez bela jogada pela direita, tabelando com Alisson e chegando na linha de fundo para fazer o cruzamento rasteiro para trás. O meia colombiano chegou batendo de primeira, vendo o goleiro Requena operar um verdadeiro milagre para evitar o primeiro gol são-paulino.

A pressão do São Paulo não cessava. Em cobrança de falta de James Rodríguez, Diego Costa ajeitou de cabeça e Luciano dominou e bateu, mandando rente à trave, mas novamente o juiz acusou impedimento do ataque tricolor.

Antes do intervalo ainda deu tempo de Calleri carimbar a trave. Igor Vinícius fez o cruzamento, Arboleda escorou, Luciano não conseguiu o domínio, mas o camisa 9 do São Paulo apareceu logo atrás para chegar batendo de primeira e ver a bola explodir no poste do Cobresal.
São Paulo abre o placar, mas árbitro marca impedimento

No segundo tempo o São Paulo precisou de cinco minutos para marcar um gol. Calleri deixou Luciano cara a cara com o goleiro rival, e o camisa 10 do São Paulo não desperdiçou, estufando as redes ao bater na saída de Requena, mas o árbitro marcou impedimento do atacante argentino no lance.
Michel Araújo desperdiça duas grandes chances

Aos oito minutos foi a vez de Michel Araújo completar a cobrança de escanteio de James Rodríguez cabeceando em direção ao chão, como manda o manual do bom artilheiro, mas viu Requena fazer outra grande defesa para manter o 0 a 0 no placar.

Precisando de um gol, Thiago Carpini optou por tirar Pablo Maia, que já tinha um cartão amarelo e corria o risco de ser expulso pelo seu jogo combativo, para a entrada de Giuliano Galoppo.

Mas, foi novamente Michel Araújo quem teve a oportunidade de estufar as redes. Luciano ficou com a sobra de bola dentro da área e ajeitou para o uruguaio, que bateu de primeira, no cantinho, mas mandou para fora.
Cobresal venenoso

Depois de tanto se defender, o Cobresal aproveitou a postura bastante ofensiva do São Paulo em campo para contra-atacar e quase abriu o placar em duas jogadas na sequência. Primeiro com Diego Coelho, que cabeceou no cantinho, obrigando Rafael a fazer grande defesa. Depois, Mesías arriscou de fora da área, mas novamente o goleiro tricolor conseguiu interceptar o arremate.
Trave impede gol do São Paulo novamente

Faltando pouco mais de dez minutos para o fim do tempo regulamentar, Michel Araújo ainda teve mais uma chance de abrir o placar, mas desta vez carimbou o travessão, levando a torcida à loucura nas arquibancadas do Morumbis.
André Silva abre o placar para o São Paulo

Só que de tanto martelar, o São Paulo, enfim, foi premiado com o gol aos 37 minutos do segundo tempo. James Rodríguez cruzou no segundo pau, Calleri ajeitou de cabeça, Michel Araújo completou de primeira, mas o goleiro fez a defesa à queima-roupa. No rebote, porém, André Silva, que entrou na vaga de Luciano, chegou empurrando a bola para o fundo das redes, se transformando no herói da noite no Morumbis.
Calleri garante a vitória tricolor

Em vantagem, o São Paulo ganhou confiança e ainda conseguiu ampliar o marcador aos 44 minutos. Erick cruzou na medida para Calleri, que cabeceou firme, viu o goleiro fazer a defesa e, no rebote, estufou as redes para fechar os trabalhos no Morumbis.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 0 COBRESAL (CHI)

Local: Morumbis, em São Paulo (SP)
Data: 10 de abril de 2024, quarta-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Carlos Ortega (COL)
Assistentes: Jhon Gallego (COL) e Richard Ortiz (COL)
VAR: Yadir Acuña (COL)
Público: 49.502 torcedores
Renda: R$ 3.643.692,50

Gols: André Silva, aos 37 do 2ºT, e Calleri, aos 44 do 2ºT (São Paulo)
Cartões amarelos: Bechtholdt, Castro, Valencia, Navarro, Filla (Cobresal); Luciano, Pablo Maia, Galoppo (São Paulo)

SÃO PAULO: Rafael; Arboleda, Diego Costa e Ferraresi; Igor Vinícius (Erick), Pablo Maia (Galoppo), Alisson, James Rodríguez (Nestor) e Michel Araújo; Luciano (André Silva) e Calleri.
Técnico: Thiago Carpini.

COBRESAL: Requena; Pacheco, Bechtholdt (Toro), Alarcón e Sandoval Muñoz; Mesías Sepúlveda (Filla), Navarro; García (Lobos) e Munder e Valencia (Lezcano); Castro (Diego Coelho).
Técnico: Gustavo Huerta.

Fonte: Gazeta Esportiva

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Libertadores

São Paulo perde 3 titulares no 1ºT e é derrotado pelo Talleres em sua estreia na Libertadores

por Redação 5 de abril de 2024

O São Paulo estreou na Libertadores com derrota. Nesta quinta-feira, o time comandado pelo pressionado Thiago Carpini visitou o Talleres no estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba, na Argentina, pela primeira rodada do Grupo B, e acabou perdendo por 2 a 1. Ramiro Rodríguez e Rubén Botta balançaram as redes para os donos da casa. Luciano descontou para os visitantes.

Após 18 dias, o São Paulo voltou a entrar em campo, mas perdeu três de seus titulares logo no primeiro tempo por lesão: Rafinha, Lucas Moura e Wellington Rato. Nos minutos finais do primeiro tempo, Carpini foi obrigado a jogar com um homem a menos para não queimar a última parada que tinha direito promovendo a entrada de alguém para a vaga de Rato, o que fez somente no intervalo, e foi justamente neste período que o Tricolor acabou sofrendo o primeiro gol.

O São Paulo volta a entrar em campo na próxima quarta-feira, contra o Cobresal, às 21h30 (de Brasília), no Morumbis, pela segunda rodada do Grupo B da Libertadores. Será o reencontro do time com a sua torcida após quase um mês. Já o Talleres enfrenta o Independiente Rivadavia, pelo Campeonato Argentino, no sábado, e depois terá pela frente o Barcelona de Guayaquil, no Equador, também na quarta, às 23h.

São Paulo perde 3 jogadores no 1ºT

O Talleres teve sua primeira chance de abrir o placar aos 15 minutos, quando Rafinha cruzou uma bola perigosa, entregando de bandeja para o time adversário. Porém, o lateral direito se redimiu desarmando Girotti quando ele já armava o chute, dentro da área. Quatro minutos mais tarde, o veterano tricolor teve de ser substituído por causa de um incômodo na perna esquerda. Ele ainda tentou permanecer em campo, mas não reuniu condições de jogo.

A bruxa estava solta para o lado do São Paulo. Depois de Rafinha, aos 28 minutos foi a vez de Lucas Moura deixar o gramado depois de sentir a musculatura em uma arrancada, dando lugar a Ferreirinha.

O Talleres, sem nada a ver com isso, continuou chegando com perigo. Girotti ficou com a sobra de bola na entrada da área e, ao observar Rafael adiantado, bateu tentando encobri-lo, mas mandou para fora. O Tricolor respondeu com André Silva, que fez o desarme já no campo de ataque e soltou uma bomba, que explodiu no goleiro rival.

Como se não bastasse, antes do intervalo o São Paulo ainda perdeu mais um jogador importantíssimo, Wellington Rato, depois de o adversário cair sobre sua perna. Por ter feito duas substituições, Thiago Carpini preferiu esperar o intervalo para acionar um jogador na vaga do camisa 27, uma vez que tinha direito a apenas mais uma parada – cinco substituições são permitidas em três paradas no decorrer do jogo -, e foi aí que o castigo veio.
Talleres abre o placar nos acréscimos

Com um a menos nos acréscimos, de oito minutos por causa das longas paradas de atendimento médico, o São Paulo sofreu o gol aos 50 minutos. Ramiro Rodríguez recebeu com certa liberdade dentro da área, dominou e bateu no cantinho, carimbando a trave antes de ver a bola morrer no fundo das redes.
Talleres amplia logo no início do 2ºT

O São Paulo voltou para o segundo tempo com 11 jogadores – Erick entrou na vaga de Wellington Rato, mas o Talleres precisou de pouco tempo para ampliar. Aos oito minutos, após lançamento da defesa, Botta foi para cima de Arboleda, levou para o meio e bateu no cantinho, sem chances para Rafael.
São Paulo reage

Precisando correr atrás do prejuízo, Thiago Carpini resolveu acionar Galoppo e Luciano nas vagas de Alisson e James Rodríguez. E justamente os dois atletas que participaram da jogada do primeiro gol do São Paulo. Galoppo recebeu na entrada da área e bateu no cantinho, carimbando a trave. No rebote, Luciano completou de primeira, estufando as redes no estádio Mario Alberto Kempes.

Após abrir o placar, Luciano ainda teve outra grande oportunidade aos 36 minutos, quando recebeu de Pablo Maia, girou em cima da marcação, dentro da área, e tocou na saída do goleiro, mas Herrera conseguiu fazer a defesa. Já nos acréscimos, o arqueiro argentino operou um verdadeiro milagre ao protagonizar outra intervenção, praticamente em cima da linha, para garantir a importante vitória para o Talleres na estreia na Libertadores.

FICHA TÉCNICA
TALLERES 2 X 1 SÃO PAULO

Local: estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba (Argentina)
Data: 4 de abril de 2024, quinta-feira
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Alexis Herrera (VEN)
Assistentes: Jorge Urrego (VEN) e Tulio Moreno (VEN)
VAR: Juan Soto (VEN)

Gols: Ramiro Rodríguez, aos 50 do 1ºT, Botta, aos 8 do 2ºT (Talleres); Luciano, aos 21 do 2ºT (São Paulo)
Cartões amarelos: Rafinha, Luciano (São Paulo); Benavidez, Portilla, Portillo, Bustos (Talleres)

TALLERES: Herrera; Benavidez, Catalán, Rodríguez e Navarro; Portilla (Galarza), Ortegoza e Marcos Portillo (Juan Portillo); Botta, Sosa (Ramiro Rodríguez) (Mantilla) e Girotti (Nahuel Bustos).
Técnico: Walter Ribonetto.

SÃO PAULO: Rafael; Rafinha (Igor Vinícius), Arboleda, Diego Costa e Welington; Pablo Maia e Alisson (Galoppo); Wellington Rato (Erick), James Rodríguez (Luciano) e Lucas Moura (Ferreirinha); André Silva.
Técnico: Thiago Carpini.

Fonte: gazetaesportiva

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Libertadores

Com um a menos, Botafogo segura Bragantino e vai à fase de grupos da Libertadores

por Redação 14 de março de 2024

Foi no sufoco, mas o Botafogo está classificado para a fase de grupos da Libertadores-2204. Na noite desta quarta-feira (13), o time alvinegro, com um a menos durante praticamente todo segundo tempo, lutou até o fim e segurou o empate por 1 a 1 com o Red Bull Bragantino no Nabi Abi Chedid.

Como venceu o primeiro jogo por 2 a 1 no Nilton Santos, o Glorioso avança na competição continental. O Massa Bruta, por outro lado, terá a Sul-Americana como um consolo.

Em uma etapa fraca tecnicamente e com mais disputas do que jogadas de perigo, Bragantino e Botafogo não foram eficientes para superar as defesas. Pelo time da casa, Helinho teve mais participações ofensivas, porém falhou quando precisou de agilidade para tomar as melhores decisões. Assim, não foi efetivo como de costume. Seus companheiros também deixaram a desejar. Por outro lado, o time carioca só assustou em uma finalização de muito longe. Isso ocorreu com Tiquinho, que por pouco não surpreendeu o goleiro Cleiton.

Expulsão, ‘Senhor Libertadores’ e milagre de Gatito
A expulsão de Damián Suárez logo aos cinco minutos por falta em Capixaba, que teve a camisa puxada após ganhar a frente do lateral alvinegro, tornou a partida dramática. O jogador do Massa Bruta recebeu lançamento de Cleiton e sairia sozinho na cara de Gatito. Com um homem a menos, o jogo virou ataque contra defesa.

O Glorioso sonhava com uma bola para dar o tiro certeiro. Não chegou a ser um contra-ataque, mas em uma roubada de bola de Hugo no campo ofensivo, Júnior Santos, sempre ele, recebeu sozinho na cara do gol e não perdoou. Os jogadores do Bragantino reclamaram bastante de uma falta no lance do desarme. Os anfitriões tentaram pressionar, mas cometeram muitos erros no ataque. Aos 40 minutos, porém, veio o empate. Talisson deu um drible espetacular em Halter e chutou no alto. Nos acréscimos, Gatito operou um milagre para garantir a suada classificação dos cariocas.

RED BULL BRAGANTINO 1X1 BOTAFOGO
Libertadores-2024 – Terceira fase prévia
Data: 13/03/2024, às 21h30 (de Brasília)
Local: Estádio Nabi Abi Chedid, Bragança Paulista (SP)
Gols: Júnior Santos, 30’/2ºT (0-1); Talisson, 40’/2ºT (1-1)
RED BULL BRAGANTINO: Cleiton; Nathan Mendes, Lucas Cunha, Luan Cândido e Juninho Capixaba; Jadsom Silva (Matheus Fernandes, 33’/2ºT), Lincoln (Guilherme Lopes, 32’/2ºT) e Eric Ramires (Laquintana, 14’/2ºT); Helinho, Eduardo Sasha (Talisson, 33’/2ºT) e Thiago Borbas. Técnico: Pedro Caixinha
BOTAFOGO: Gatito Fernández; Damián Suárez, Lucas Halter, Alexander Barboza e Marçal; Danilo Barbosa (Gregore, 26’/2ºT), Marlon Freitas e Eduardo (Mateo Ponte, 9’/2ºT); Júnior Santos (Tchê Tchê, 37’/2ºT), Savarino (Hugo, 26’/2ºT) e Tiquinho Soares (Janderson, 37’/2ºT). Técnico: Fábio Matias
Árbitro: Wilmar Roldan (COL)
Assistentes:Juan P. Belatti (COL) e John Leon (COL)
VAR: Juan Lara (CHL)
Cartões Amarelos: Eduardo Sasha, Juninho Capixaba (RBB); Gatito, Marçal, Danilo Barbosa, Tiquinho, Janderson (BOT)
Cartão Vermelho: Damián Suárez, 5’/2ºT (BOT)

Fonte: Jogada10

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Libertadores

‘Invasão’ do Boca Juniors no Rio tem 100 mil torcedores e temida barra brava

por Redação 3 de novembro de 2023

“E agora, nós vamos invadir sua praia!”. O trecho da música do Ultraje a Rigor, lançada há 38 anos, poderia ser trilha sonora do que está passando no Rio de Janeiro, nos dias que antecedem a final da Copa Libertadores, entre Fluminense e Boca Juniors, neste sábado (4).

Segundo o Consulado Geral da Argentina no Rio de Janeiro, mais de cem mil torcedores do Boca são esperados na cidade maravilhosa, para acompanhar a grande decisão.

A prefeitura da capital fluminense montou um esquema “de guerra”, próximo ao modelo adotado na cidade, durante a Copa do Mundo de 2014. No sábado, mais de 670 agentes municipais trabalharão na operação da final.

A fim de evitar um clima bélico nas ruas do Rio, o prefeito Eduardo Paes (PSD), que já declarou que não tem ingressos para a partida, “e nem quer ter”, evitou incentivar a rivalidade com os argentinos, e disse que eles “são bem-vindos”.

“Quero ressaltar que os torcedores do Boca Juniors são bem-vindos no Rio. Eles são adversários, não são inimigos. O carioca sabe receber muito bem os turistas. Estaremos atentos às hostilidades, é algo que não vamos aceitar. Isso afasta a vinda do turista”, afirmou o mandatário.

Apesar do apelo de Paes, houve diversos relatos nas redes sociais de agressão contra argentinos nas ruas do Rio.

Segundo relato contado na Rádio Continental 590, da Argentina, torcedores do Boca Juniors, incluindo mulheres, crianças e idosos, que portavam qualquer peça de roupa que remetia ao clube, foram agredidos por membros de uma torcida organizada do Fluminense.

“Todos os torcedores comuns do Boca, família, crianças serão bem-vindo ao Rio. Já os m… da ‘La 12’ fiquem atentos a rua”, declarou a Sobranada, uma das principais organizadas do Flu, pelas redes sociais, ameaçando a barra brava dos rivais.

Temido líder de torcida estará no Rio

Entre os cem mil xeneizes que estarão em solo brasileiro, um deles é Rafael Di Zeo. Um senhor de 61 anos, de cabelos e barbas grisalhas. Esta talvez não seja a descrição ideal para falar sobre o homem que lidera a La 12, a barra brava mais temida da Argentina, já foi preso e acusado de envolvimento em uma tentativa de assassinato.

Autodenominada como “os donos da história”, a La 12, é a grande representante da torcida do Boca nas arquibancadas. Diferente do Brasil, os países sul-americanos chamam os seus grupos de “barra brava”, ao invés de torcida organizada. São formas de organização diferentes, que também fazem festas espetaculares noes estádios, mas também figuram as páginas policiais.

Di Zeo faz parte do grupo desde a década de 90, e se envolveu em uma série de brigas violentas nas ruas de Buenos Aires contra arquirrivais. Em 2007, ele e o irmão foram detidos e presos por terem cometido um ataque contra torcedores do Chacarita Juniors, anos antes. Ficou encarcerado até 2011.

No mesmo ano, foi acusado de ser mandante da tentativa de assassinato de um homem em uma boate. Em 2015, foi absolvido. Pela série de acusações contra si, e pelas seguintes brigas que membros da La 12 se envolviam, Di Zeo passou anos proibidos de entrar em qualquer estádio argentino.

Como a justiça nunca conseguiu obter provas contundentes para condená-lo, ele voltou para as arquibancadas, embora nunca tenha perdido a influência. Agora, além da liderança da barra brava, Rafael quer ser presidente do Boca Juniors, e já lançou campanha pelas redes sociais.

Fonte: r7

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Libertadores

Após traumas, o palmeirense está certo em ter medo do Boca Juniors?

por Redação 5 de outubro de 2023

O Palmeiras segurou um empate por 0 a 0 contra o Boca Juniors na partida de ida da semifinal da Libertadores e nesta quinta-feira (5) recebe o clube argentino no Allianz Parque, em duelo que decide um dos finalistas do torneio.

Após um desempenho fraco na partida no La Bombonera, onde o clube dependeu do goleiro Weverton para não vir em desvantagem para a volta, e ver o “mistão” de Abel Ferreira perder para o Bragantino, no fim de semana, e cair para a quarta colocação no Brasileirão, a partida desta quinta (5) ganha contornos ainda mais importantes para o restante da temporada.

Ao observarmos o histórico do confronto entre as duas equipes, o palmeirense deveria, em tese, sentir confiança. Em 26 embates, o Palmeiras venceu oito partidas, o Boca saiu ganhador em quatro, e os times empataram em 14 oportunidades. O levantamento foi feito pelo site Verdazzo.

Mais do que isso, o Boca não é o mesmo de outrora, que assustava os adversários no início do século, quando tinha nomes como Riquelme, Palermo, Palacios, Tévez e Ibarra em seu elenco e o maestro Carlos Bianchi à beira do campo.

Ao analisarmos o atual momento das equipes, compararmos o elenco e levarmos em conta o fato de que o Verdão decide a partida ao lado do torcedor, seria motivo para alívio e sentimento de favoritismo, mas, no imaginário palmeirense, o Boca sempre foi uma pedra no sapato.

Nas três oportunidades em que os clubes se enfrentaram em mata-mata de Libertadores, em 2000, 2001 e 2018, a equipe argentina avançou, eliminando o Alviverde.

Relembre as partidas
Eliminações em sequência

Após ser campeão inédito do torneio, em 1999, o Palmeiras defendeu o título no ano seguinte, contra o Boca Juniors.

Na partida de ida da decisão, empate por 2 a 2. No jogo de volta, disputado no estádio do Morumbi, o mesmo resultado. Nas penalidades, os xeneizes soltaram o grito de campeão, após vitória por 4 a 2 na disputa.

Em 2001, o Palmeiras teve a chance de se vingar do Boca, pela semifinal da Liberta. Mas, logo no jogo de ida, vivenciou uma partida com decisões muito controversas do árbitro paraguaio Ubaldo Aquino, que favoreceu o clube argentino em uma série de lances, incluindo um pênalti inexistente marcado quando o Verdão estava na frente do placar, em que o Boca empatou a partida, encerrada em 2 a 2.

Na volta, jogando no Palestra Itália, novo empate por 2 a 2, mas, nas penalidades, Arce, Basílio e Alex desperdiçaram as suas cobranças, e o Boca avançou para a grande final, tornando-se campeão ao vencer o Cruz Azul na decisão.

Mas será o Benedetto?

Em 2018, o Palmeiras vivia um hiato de 17 anos sem disputar uma semifinal de Libertadores. O chaveamento colocou o Boca Juniors em seu caminho.

Naquele mata-mata, o atacante Dario Benedetto ganhou fama de “carrasco” do Palmeiras. A partida de ida da semifinal no La Bombonera caminhava para um empate sem gols, quando, a 15 minutos do fim da partida, o treinador Guillermo Schelotto convocou Benedetto para jogar os minutos finais.

Com um cabeceio e um lindo gol de fora da área, o jogador precisou de apenas dois lances para colocar o Boca em vantagem e mudar a história da partida.

Na volta, no Brasil, o Palmeiras vencia a partida por 2 a 1, de virada. E, mais uma vez, Benedetto, vindo do banco, marcou, para encerrar de vez o sonho palestrino.

Fonte: r7

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Libertadores

Torcida ironiza eliminação do Corinthians na Libertadores e medo de rebaixamento. Vitória sobre Liverpool genérico não ilude Luxa

por Redação 29 de junho de 2023

São Paulo, Brasil

“Vende-se jogador. Valor: 1 Coca 2 coxinhas.”

“Corinthians, retiro de jogadores.

“É velho, machucado ou ruim de bola? Jogue aqui.”

“Jogadores milionários, incompetentes e amadores.”

“Atenção, diretoria, a Fiel não está à venda.”

“Diretoria omissa, corrupta e criminosa.”

“Entreguem o Corinthians ao povão.”

“Empresários são o câncer do Corinthians.”

“Duilio incompetente.”

“Chapa Renovação e Transparência, o câncer do Corinthians.”

Estas foram as faixas que as organizadas levaram à Neo Química Arena.

Além de inúmeros narizes de palhaço.

E nada de cantos de incentivo ao time.

Torcedores sentados em silêncio.

O protesto era pela vexatória eliminação precoce na Libertadores.

Pela ameaça de rebaixamento no Brasileiro.

Pelas vendas incrivelmente baixas de jogadores muito promissores, como Pedro.

Foi nesse clima constrangedor que o time do Corinthians, recheado de garotos, venceu com facilidade o fraquíssimo Liverpool uruguaio, por 3 a 0. E se garantiu na Copa Sul-Americana. Gols de Matheus Araújo, Adson e Felipe Augusto.

Vanderlei Luxemburgo não estava entusiasmado na coletiva. Muito pelo contrário. Ele, que poupou vários titulares ontem, porque está com medo do rebaixamento no Brasileiro, tratou de avisar que não desgastará atletas com a Sul-Americana.

Desde que assumiu o Corinthians, ele avisou ao presidente Duilio Monteiro Alves que o elenco não tinha condições de disputar três competições: Libertadores, Brasileiro e Copa do Brasil ao mesmo tempo.

E também matou a esperança sobre a Libertadores.

Queria colocar garotos ainda na partida contra o Argentinos Juniors, faltando três rodadas para acabar a fase de grupos. Foram os líderes do elenco, Fagner, Fábio Santos, Gil e Paulinho, que pediram para jogar na Argentina. Pelo treinador, entrariam os garotos e os jogadores importantes seriam poupados.

Luxemburgo sabia que seria muito cobrado pela eliminação.

E foi, na décima Libertadores que disputou na carreira e acabou desclassificado na fase de grupos.

Ele confirmou que foram os atletas que pediram para jogar contra o Argentinos Juniors, ao contrário do que ele planejava. E que ao assumir viu que o Corinthians não tinha elenco para disputar a Libertadores.

“Quando falei que não tinha elenco para disputar, a Libertadores é uma competição totalmente diferente do que é a Sul-Americana.”

Ou seja, ele sabia que a competição era forte demais para o atual Corinthians.

Luxemburgo convenceu a direção corintiana de que a Sul-Americana não interessa. Vai mesmo colocar garotos na fase eliminatória. A prioridade é evitar o rebaixamento no Brasileiro. Ele usa como desculpa “uma vaga na Libertadores”. Mas, como o blog vem afirmando desde o início do torneio nacional, a prioridade é tentar evitar novo rebaixamento do clube para a Série B.

Além de fazer do Corinthians “franco atirador” na Copa do Brasil.

“Já conversei com o Duilio, Alessandro [gerente], é que temos a Copa do Brasil, uma competição de seis jogos para ganhar, e no Brasileiro uma busca da Libertadores para que a gente possa ir.”

“Não tenha dúvida que, entre Sul-Americana, Copa do Brasil e Brasileiro, a Copa do Brasil e Brasileiro vão ser as prioridades.

Sobre a polêmica visão assumida de que o Corinthians não tinha time para nem sequer se classificar na fase de grupo da Libertadores, ele foi claríssimo.

“Foram os jogadores que quiseram jogar contra o Argentinos, depois não fomos bem contra o Del Valle e fomos eliminados.”

Luxemburgo sabe quanto o Liverpool é fraco. E que a vitória por 3 a 0 não deve iludir. E que a grande atuação dos garotos que escalou tem grande parte da explicação na fragilidade uruguaia.

O treinador foi encurralado. Teve de falar sobre a estranha negociação de Pedro, jogador de 17 anos que era considerado um “fenômeno” na base. Comparável a Endrick. Só que o rival Palmeiras vendeu seu jogador por R$ 400 milhões. E o corintiano rendeu R$ 46 milhões, em uma transação que o Zenit ficou com 50% dos direitos do atacante.

Luxemburgo segue com suas analogias incompreensíveis: comparou a saída do atleta a uma macarronada.

“[A venda] está encaminhada, caminhando para ter uma solução. Não posso falar que está definido…

“O meu pensamento: futebol é igual macarrão, se come quente, se esfriar é muito ruim. Não vai na lanchonete italiana e comer macarrão frio.

“Pelo que tenho conversado, a base é um ativo do clube. Se aparecer uma possibilidade boa de negociação, não vejo por que não fazer. Deixa caminhar, está caminhando para consolidar a venda. Chegamos a um consenso que, se confirmar, vejo como uma transação de futebol, pelos valores de mercado, vejo que faz parte.

“É um moleque que estava aí e tem oportunidade de vender. É um negócio, precisa fazer negócio. O ativo do clube está muito na base. Essa molecada de hoje antes era um valor, depois do jogo, sendo observado, é um ativo do clube. São ativos importantes”, ressaltou o técnico, que sabe da enorme dívida corintiana.

A capacidade de Luxemburgo de esquecer nomes de garotos da base é histórica.

Mas ele deve se adaptar aos novos tempos.

O aviso veio do goleiro reserva Carlos Miguel, que não quer saber de jornalistas nem de ninguém chamando os jovens jogadores de “meninos”.

“Sobre os meninos, para mim não são mais meninos. O que fizeram hoje mostrou para todo mundo: antes de chamar eles de moleques, chama pelo nome.

“Todos são adultos, hoje, jogaram como gigantes.”

Terão de provar que são adultos na sequência da Copa Sul-Americana.

Vencer o fraquíssimo Liverpool genérico, uruguaio, não é uma façanha.

Muito longe disso…

Fonte: r7

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