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Categoria:

Economia

Economia

PIB per capita de Guarulhos cresce 38% e supera São Paulo e Campinas

por Redação 1 de abril de 2024

A solidez econômica de Guarulhos garantiu um crescimento de 38,71% no Produto Interno Bruto (PIB) per capita entre 2016 e 2021, conforme pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apenas no último ano desse período foi registrado um aumento de 16,27% no índice, que chegou a R$ 55.084. O PIB per capita representa a divisão de toda a riqueza produzida no município pelos seus habitantes, ou seja, a renda pessoal dos cidadãos.
Os gráficos desses cinco anos posicionam Guarulhos à frente de outras grandes cidades metropolitanas com mais de um milhão de habitantes ou próximas a isso. Campinas, por exemplo, observou um crescimento de 21,1% entre 2016 e 2021, último dado disponibilizado pelo IBGE, contra 11,08% entre 2020 e 2021. Já São Paulo, município que concentra a maior fatia do PIB do Brasil, verificou 17,85% de crescimento em cinco anos e de 10,34% de 2020 a 2021. Por sua vez, São Bernardo do Campo registrou um crescimento de 30,44% de 2016 a 2021 e, no último ano analisado pelo IBGE, um resultado mais próximo ao de Guarulhos, de 19,18%.
Mesmo atravessando um período de crise econômica inesperada devido à pandemia e com o valor do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) congelado desde 2017, o período confirmou a consistência financeira construída ao longo do primeiro mandato do prefeito Guti e do primeiro ano do segundo mandato. “Tivemos um quinquênio muito próspero, em que livramos Guarulhos de dívidas exorbitantes e a tornamos atrativa para que grandes investidores venham, instalem-se e continuem por aqui”, comentou Guti.
Com ótimo desempenho no PIB per capita e posicionada como o 3º maior PIB do estado e o 10º do país, Guarulhos manteve-se como uma das cidades do país que mais geraram empregos com carteira assinada em 2023, com um saldo positivo de 12.706 vagas, o que representa 186.214 admissões, à frente de 15 capitais da federação.
PIB per capita
O importante indicador do IBGE mede o grau de desenvolvimento econômico de uma determinada região. O PIB per capita pode ser visto como a renda pessoal dos munícipes na forma de salários, transferências, juros, lucros e rendimentos diversos antes do pagamento do imposto de renda e de outros tributos.

Imagem: Diego Secco/PMG

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Economia

PIB cresce 17,33% em um ano e Guarulhos se consolida como uma das 10 maiores economias do país

por Redação 4 de março de 2024

O Produto Interno Bruto (PIB) de Guarulhos cresceu 17,33% entre 2020 e 2021 e consolidou a cidade como uma das dez maiores economias do Brasil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que calcula os números oficiais do PIB do país, Guarulhos ocupa atualmente a 10ª posição no ranking das maiores economias brasileiras, à frente de 20 capitais, com um PIB de R$ 77,37 bilhões.

Os dados de 2021 são os mais recentes divulgados pelo IBGE no que se refere ao PIB das cidades e mostram ainda que, na comparação com o período 2019-2020, o crescimento de Guarulhos em 2021, o 5º ano da administração do prefeito Guti, foi ainda mais evidente. Entre 2019 e 2020 o PIB de Guarulhos passou de R$ 65,15 bilhões para R$ 65,85 bilhões, o que representou um crescimento de 7,54%.

“Os números do IBGE mostram, mais uma vez, a pujança de Guarulhos e a eficiência da nossa política de atração de investimentos para a cidade. Dezessete por cento de crescimento em apenas um ano é muito significativo”, comentou Guti. Desde que o prefeito assumiu a administração municipal, em 2017, o crescimento do PIB de Guarulhos foi de 45,73%. Há sete anos a cidade era a quarta maior economia do Estado e a 12ª do país. Hoje é a terceira do Estado (ultrapassou Campinas e está atrás apenas de Osasco e da capital) e a 10ª do país (ultrapassou Fortaleza e Campinas).

Em 2021 o PIB de Guarulhos foi superior ao de capitais como Fortaleza (CE), Salvador (BA), Goiânia (GO), Recife (PE), São Luís (MA), Campo Grande (MS), Belém (PA), Vitória (ES), Cuiabá (MT), Maceió (AL), Natal (RN), Teresina (PI), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Porto Velho (RO), Aracaju (SE), Boa Vista (RR), Macapá (AP), Palmas (TO) e Rio Branco (AC). Guarulhos ficou à frente ainda de Niterói (RJ), São Bernardo do Campo (SP), São José dos Campos (SP), Sorocaba (SP) e Uberlândia (MG), entre outras cidades com grande população e relevância econômica.

Imagem: Diego Secco/PMG

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Economia

Nova Unidade Fiscal de Guarulhos entra em vigor na próxima segunda-feira

por Redação 26 de dezembro de 2023

A Unidade Fiscal de Guarulhos (UFG) para o ano de 2024 entra em vigor na próxima segunda-feira (1º) com o valor de R$ 4,3057. A informação foi divulgada pela Prefeitura de Guarulhos no Diário Oficial de 17 de novembro.
Ela representa um aumento de 3,74% em relação à UFG vigente, inferior à previsão de inflação para este ano, de 4,75%, medida pelo IBGE por meio do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
A UFG é a referência para o cálculo de multas e dos tributos municipais. Contudo, a correção não irá interferir no valor do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), que seguirá com o valor congelado aos adimplentes, conforme ocorre desde que a atual administração assumiu, no início de 2017.

Imagem: Diego Secco/PMG

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Economia

Prefeitura antecipa pagamento do 13º salário e injeta R$ 28 milhões na economia de Guarulhos

por Redação 14 de novembro de 2023

A Prefeitura de Guarulhos paga nesta terça-feira (14) a primeira parcela do 13º salário a mais de 20 mil servidores públicos, o que irá injetar cerca de R$ 28 milhões na economia da cidade. Como é praxe na administração Guti, o pagamento do benefício ocorre de forma antecipada, já que a data-limite da parcela inicial prevista em lei é 30 de novembro. Os servidores também receberão o adiantamento salarial nesta data. Serão, portanto, dois depósitos distintos.

“A tradição do nosso governo é sempre a de antecipar o pagamento do 13º. Desta forma, a partir de hoje o servidor já poderá investir, gastar com a família ou curtir o final de ano”, afirmou o prefeito de Guarulhos, que lembrou ainda que diversos municípios brasileiros passam por dificuldades na hora de pagar o benefício e que, desde que assumiu, em janeiro de 2017, não houve atrasos nos pagamentos dos salários dos servidores.

Cerca de R$ 12 milhões referentes ao 13º já haviam sido pagos aos funcionários que solicitaram a antecipação do benefício, situação que a lei garante apenas para a primeira parcela, que representa a metade do valor bruto percebido pelos trabalhadores com registro em carteira no país. O pagamento a ser feito nesta terça-feira engloba também os funcionários do Ipref (Instituto de Previdência dos Funcionários Públicos Municipais de Guarulhos).

A segunda parcela do 13º salário deve ser paga obrigatoriamente até 20 de dezembro. Da mesma forma, a atual administração tem adiantado esse pagamento nos últimos anos, com quitações ainda no mês de novembro. A expectativa da Prefeitura é que mais R$ 38,7 milhões sejam despejados na economia de Guarulhos com a quitação da segunda parcela do 13º.

Imagem: Sidnei Barros/PMG

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Economia

Guarulhos se consolida como o terceiro PIB do Estado de São Paulo

por Redação 19 de setembro de 2023

Acompanhando a tendência de alta registrada em 2023 em todo o Estado, a economia guarulhense cresceu e firmou-se na 3ª posição do ranking dos maiores PIBs municipais com a marca de R$ 65,8 bilhões. A cidade fica atrás somente de Osasco (R$ 76,3 bi) e da capital paulista (R$ 748,7 bi). Os dados são de agosto e foram obtidos pela Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), que verificou a criação de 30.697 novos negócios distribuídos pelos 645 municípios paulistas.

Com um parque que conta atualmente com 4.642 indústrias de transformação ativas, Guarulhos gerou, em 2022, 18 mil novos empregos, número que segue crescendo em 2023, ano em que teve início a operação de 55 novas indústrias na cidade. Os empregos gerados neste ano deverão ser computados e divulgados em novembro.

O prefeito Guti destaca a importância do registro de novos CNPJs, que inclui empreendedores individuais e a criação de atividades industriais, que geram milhares de empregos e movimentam toda a economia da região. “Com a instalação de uma nova planta industrial, por exemplo, o volume de serviços em um determinado bairro também cresce exponencialmente em decorrência da melhoria na qualidade de vida do pessoal empregado, trazendo crescimento para toda a cadeia produtiva e de consumo”.

Com esse crescimento Guarulhos se consolida na condição de cidade não capital que mais gera empregos no Brasil.

Semana do Conhecimento

Para reforçar a importância da inovação tecnológica na área industrial e na educação, acontecerá entre 23 e 27 de outubro a Semana do Conhecimento, evento promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Científico, Econômico, Tecnológico e de Inovação que conta com mostras voltadas às diversas etapas do ensino (fundamental, médio e superior) nas quais os estudantes apresentam seus projetos e concorrem a premiações. A Semana do Conhecimento contempla também a Mostra de Economia Criativa, uma categoria para soluções de negócios apresentadas por profissionais de empresas da cidade.

As inscrições para o evento seguem abertas até o dia 30 de setembro e informações para cada uma das categorias podem ser encontradas nos endereços abaixo:

Expo Criatividade (ensinos infantil, Fundamental I, EJA) – https://sdc.guarulhos.sp.gov.br/index.php/Expocriatividade

Feceg (ensinos fundamental II, médio, técnico) – https://sdc.guarulhos.sp.gov.br/index.php/feceg

Semcitec (ensino superior) – https://sdc.guarulhos.sp.gov.br/index.php/semcitec

Mostra de Economia Criativa (empreendedores e inventores) – https://sdc.guarulhos.sp.gov.br/index.php/MEC

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Economia

Máquinas de pagamento do GRU Bank começam a ser instaladas em pontos de atendimento ao público

por Redação 22 de agosto de 2023

As máquinas de débito e crédito do GRU Bank, o primeiro banco digital municipal do país, já começaram a ser disponibilizadas à população em pontos estratégicos da cidade, de atendimento ao público. Funcionários da Prefeitura de Guarulhos estão nesses locais, em horário comercial, para auxiliar o munícipe na utilização do equipamento.

O cidadão que utiliza o GRU Bank pode encontrar as maquininhas no Fácil Bom Clima (avenida Bom Clima, 49, Jardim Bom Clima), no Fácil Marcos Freire (estrada do Capão Bonito, 53, Jardim Maria de Lourdes), no Fácil Vila Galvão (avenida São Luiz, 315, Vila Rosália – prédio da FIG-Unimesp), no Fácil São João (rua Mesquita, 29, Jardim São João), no Fácil Shopping Bonsucesso (estrada Juscelino Kubitschek de Oliveira, 5.308, loja 483, Jardim Albertina), no Cemitério Necrópole do Campo Santo (avenida Benjamin Harris Hanicutt, 1.327, Vila Rio de Janeiro) e no Cemitério São Judas Tadeu (avenida Dr. Timóteo Penteado, 1.329, Picanço). A expectativa da administração municipal é que as maquininhas sejam implantadas nos demais cemitérios da cidade ainda em agosto.

O GRU Bank permite ao cidadão parcelar tributos municipais, estaduais, federais e de empresas privadas em até 12 mensalidades com juros de no máximo 3,5% ao mês, taxa inferior à praticada pelas principais instituições bancárias do Brasil, que pode chegar a 16% no cheque especial e a 10% no rotativo do cartão de crédito.

Para utilizar o GRU Bank, iniciativa inovadora da Secretaria da Fazenda de Guarulhos idealizada ainda em 2021, o interessado deverá acessar o site www.grubank.com.br e já poderá parcelar os boletos de interesse. Posteriormente estará disponível a abertura de uma conta, totalmente gratuita, para a qual será necessário informar endereço e encaminhar uma foto do RG ou da CNH, em um processo simples que não deverá tomar mais de três minutos.

Os tributos municipais que podem ser pagos por meio do GRU Bank são IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis), ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza), multas de trânsito e taxas mobiliárias, além de débitos com o extinto Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Guarulhos.

Os débitos em parcela única com 100% de desconto em juros e multas do Programa de Parcelamento Incentivado (PPI) da administração municipal, mais conhecido como anistia, também integram os serviços oferecidos pelo GRU Bank. Mais informações sobre a anistia podem ser obtidas no link https://www.guarulhos.sp.gov.br/article/anistia-de-dividas-municipais-com-ate-100-de-desconto-em-juros-e-multas-se-encerra-no-dia. O desconto total em juros e multas se encerra em 31 de agosto. A partir de 1º de setembro, o maior desconto chegará a 90%.

Mais informações sobre o GRU Bank podem ser obtidas pelo WhatsApp (11) 4040-9067 ou pelo email contato@grubank.com.br.

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Economia

Regulamentação das apostas será destaque no retorno do Congresso; governo prevê arrecadar R$ 15 bi

por Redação 19 de julho de 2023

A regulamentação das apostas esportivas ganhará destaque nas discussões do Congresso na volta do recesso parlamentar. O governo federal elabora uma medida provisória que prevê pagamento de tributos com estimativa de arrecadar até R$ 15 bilhões com a cobrança de impostos. A verba é estratégica para cumprir as metas fiscais planejadas pela equipe econômica. Mas a ideia é que haja também um projeto de lei para tratar do funcionamento das casas de apostas no país.

O Ministério da Fazenda afirmou que o texto da MP está sendo avaliado pela Casa Civil e demais ministérios envolvidos e deverá ser assinado pelo presidente da República após as considerações desses órgãos. “Lembrando que a MP tratará de temas mais urgentes, como normas de tributação e aplicação de penalidades. Já a criação da Secretaria Nacional de Prêmios e Loterias será objeto de projeto de lei”, informou a pasta ao R7.

De acordo com o planejamento do governo, a secretaria será uma estrutura ligada à Fazenda e ficará responsável pela análise de documentos para o credenciamento das empresas de apostas no país. A pasta também acompanhará o volume de apostas e a arrecadação para controlar o mercado de apostas. O governo estuda se enviará um projeto próprio do Executivo ou se vai incluir o tema em outra proposta que já discute o assunto no Congresso.

Uma possibilidade é utilizar um projeto dos senadores Jorge Kajuru (PSB/GO) e Hamilton Mourão (Republicanos/RS). Pela proposta dos senadores, as empresas do ramo de apostas vão pagar licenças de autorização ao Ministério da Fazenda e precisarão ter filial no Brasil. Há previsão de que as chamadas bets tenham sistemas auditáveis para evitar fraudes. Dirigentes, técnicos esportivos, treinadores, atletas, árbitros, além de donos e funcionários das casas de apostas, não poderão participar dos jogos, para evitar manipulação de resultados.

No Senado, a recém-criada Comissão de Esportes (CEsp) vai realizar audiência pública para debater o tema. Autor do requerimento para a audiência, o senador Romário Faria (PL-RJ) defendeu a necessidade de garantir a transparência, a legalidade e o combate a práticas ilícitas com a expansão do mercado de apostas esportivas. O objetivo é “promover um debate amplo e aprofundado sobre essas questões, envolvendo representantes de instituições esportivas, autoridades governamentais, empresas do setor, especialistas e demais interessados”, destacou o senador.

O que diz a MP
Apesar de a MP ainda não ter sido editada, parte do seu teor já foi divulgada pelo governo. Pela proposta, para operarem no Brasil, as empresas precisarão ter o funcionamento habilitado no país. As apostas também só poderão ser feitas a partir de competições oficiais, ou seja, aquelas organizadas por federações e ligas regulamentadas.

“As empresas serão taxadas em 16% sobre o Gross Gaming Revenue (GGR), a receita obtida com todos os jogos feitos, subtraídos os prêmios pagos aos jogadores. Sobre o prêmio recebido pelo apostador será tributado 30% de Imposto de Renda, respeitada a isenção de R$ 2.112,00”, detalha o governo.

As arrecadações por taxas e impostos serão destinadas a áreas como segurança pública, educação básica, clubes esportivos e ações sociais. Parte delas, por exemplo, irá para ações de combate à manipulação de resultados, à lavagem de dinheiro e a demais crimes que possam ser associados a apostas.

Avaliações
A regulamentação do tema, na avaliação de especialistas, é urgente. “O Estado brasileiro já gastou tempo demais para regulamentar um assunto que já deveria ser objeto de disciplina há muito tempo. Isso tem levado a uma série de perdas de oportunidades tanto do ponto de vista de arrecadação e geração de emprego quanto do ponto de vista da oferta regular e segura de apostas desportivas no Brasil”, avaliou o especialista em direito de jogos e advogado Fabiano Jantalia.

O advogado Tiago Gomes, especialista em regulação de jogos e apostas, acrescenta que a cobrança de impostos a partir da regulamentação é importante para ter equilíbrio fiscal. O governo conta com o início da cobrança nas arrecadações da União como um dos caminhos para cumprir com as metas fiscais estabelecidas.

“A regulamentação gera muitos outros dividendos ao país. Medidas como exigir que as empresas tenham sede no Brasil garantem não só a geração de empregos no Brasil, como dão maior segurança aos apostadores, que são consumidores desse serviço, além de oferecer maior transparência e eficácia de medidas de prevenção à lavagem de dinheiro, pois se submeterão ao regime jurídico das operações financeiras realizadas no Brasil, um dos sistemas financeiros mais sofisticados e bem regulados do mundo”, completa Gomes.

A contrapartida para os operadores, na avaliação de Gomes, é a transparência sobre os requisitos para atuar legalmente no país, balizando de maneira objetiva aqueles que poderão seguir operando e aqueles que, por não atenderem aos requisitos estabelecidos na regulação, não poderão.

Fonte: r7

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Economia

Bancos dão desconto de até 96% para limpar o nome no Desenrola

por Redação 19 de julho de 2023

Os bancos e instituições financeiras credenciadas pelo Banco Central a realizar operações de crédito começam a oferecer condições para limpar o nome de pessoas que estão endividadas, dentro do Desenrola Brasil.

O programa de renegociação de dívidas, idealizado pelo governo federal e com o apoio da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), começou a vigorar na segunda-feira (17).

A primeira fase vai contemplar dívidas bancárias. Pessoas físicas que têm dívidas bancárias de até R$ 100 ficarão automaticamente com o nome limpo nas instituições. Assim, os beneficiados podem voltar a pegar crédito ou fazer contrato de aluguel, se não tiverem outras restrições. Mas o não pagamento das parcelas renegociadas leva a uma nova negativação.

O programa, que estará vigente até 31 de dezembro de 2023, tem duas faixas de beneficiados e começou pela faixa 2, destinada a pessoas físicas com renda acima de dois salários míninos (R$ 2.640) até R$ 20 mil e dívidas em banco sem limite de valor.

Nessa fase, os bancos vão oferecer a possibilidade de renegociação diretamente em seus canais com os clientes, e as condições mudam de uma instituição para outra.

Já a faixa 1, voltada a pessoas físicas de renda mensal de até dois salários mínimos ou que constem no CadÚnico (Cadastro Único dos beneficiários dos programas sociais do governo federal), com dívidas de até R$ 5.000, deverá ser incluída ao longo do segundo semestre. O governo está desenvolvendo uma plataforma específica para esse público.

Ao todo, a expectativa é criar condições especiais para facilitar as renegociações de aproximadamente 70 milhões de pessoas.

Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, Santander e Inter são os bancos que já fazem parte do programa. Outras instituições ainda devem anunciar sua participação.

O C6 Bank afirmou que os bancos têm até o dia 27 de julho para se habilitar. “O C6 Bank está em processo de cadastramento e divulgará informações adicionais oportunamente”, informou em nota. O Nubank ainda não respondeu se vai aderir ou não ao Desenrola.

Veja a seguir as condições e os canais de atendimento dos bancos.

Caixa Econômica Federal

  • Quitação à vista, com descontos de até 90% (sem cobrança de IOF);
  • Parcelamento da dívida de 12 a 96 meses, com taxas personalizadas e a primeira parcela para 30 dias (nesse caso, a negociação prevê entrada de 10% do valor da dívida, acrescida de IOF);
  • Outras condições podem ser consultadas de forma personalizada no site Negociar ou no app Cartões;
  • Exclusão dos cadastros restritivos se dará em até cinco dias úteis após a efetivação da renegociação;
  • Pelo site Caixa Desenrola, o cliente pode consultar seus contratos em atraso, mesmo não estando elegível, e conhecer as condições especiais para pagamento.

Itaú Unibanco
• Descontos e condições para a renegociação, com redução de taxas de juros de até 60% para dívidas em atraso;

  • Os clientes com restritivo por dívidas de até R$ 100 nos cadastros de inadimplentes e elegíveis ao Programa Desenrola terão esse restritivo baixado ao longo do mês de julho;
  • Vale lembrar que, caso o cliente elegível não faça a adesão ao Desenrola nos próximos meses, a negativação será novamente inserida nos cadastros de inadimplente;
  • Canais para adesão: WhatsApp (11) 4004 1144 e site https://renegociacao.itau.com.br/.

Santander
Para pessoas físicas

  • Ofertas com e sem entrada, taxas flexíveis, descontos de até 90% e parcelamento em até 120 vezes;
  • Canais de contratação: telefones 4004-3535 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 702 3535 (demais localidades);
  • Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 8h às 21h; sábado, das 9h às 16h;
  • Site: www.santander.com.br/renegociacao.

Santander Financiamentos:

  • Ofertas de renegociação dependem do perfil do cliente;
  • Canais de contratação: telefones 4004-9090 (nas capitais e regiões metropolitanas) e 0800 722 9090 (demais localidades);
  • Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 8h às 21h, e sábado, das 9h às 16h;
  • WhatsApp: 4004-9090;
  • Site: www.negociemais.santanderfinanciamentos.com.br.

Banco do Brasil

  • Descontos de até 25% nas taxas de juros de renegociação, descontos de até 96% nas dívidas e prazo de até 120 meses para pagamento, para os públicos selecionados;
  • Canais de atendimento: App BB e o Internet Banking nos endereços www.bb.com.br/renegocie (pessoas físicas) e www.bb.com.br/renegociepj (pessoas jurídicas);
  • Central de Relacionamento pelos números 4004 0001 (capitais) e 0800-729-0001 (demais regiões), pelo WhatsApp, enviando uma #renegocie para o número 61 4004 0001, e por toda a rede de agências.

Bradesco

  • As condições vão variar de acordo com o perfil da dívida:
  • Canais de atendimento: digitais (Mobile, IB, Fone Fácil e ATM), Portal de Renegociação (banco.bradesco/dividas) e as plataformas de parceiros, além da possibilidade de solicitar diretamente na rede de agências do banco.

Banco Inter

  • Descontos de até 90% e parcelamento do saldo da dívida em até 36 vezes;
  • As renegociações serão feitas pelo portal https://www.bancointer.com.br/negocie/, pelo App ou pela Central de Atendimento, 3003-4070.

Banco Pan

  • O banco confirmou participação no programa de renegociação de dívidas, mas não informou as condições;
  • As renegociações estarão disponíveis para clientes elegíveis por meio do site https://renegocie.bancopan.com.br/.

Perguntas e respostas para tirar dúvidas
Caso haja dúvidas, a Febraban orienta os clientes a buscar informações nos canais de atendimento dos bancos. Veja a seguir como funciona o Desenrola Brasil.

  1. Como faço para participar dessa etapa do Desenrola?
    O cidadão deve procurar a instituição financeira na qual tem dívidas pelos seus canais oficiais (internet, aplicativos, centrais ou agências) para iniciar a negociação.
  2. Essa etapa engloba somente dívidas do setor financeiro?
    Sim. Nessa etapa do programa, somente dívidas do setor financeiro serão consideradas dentro do Programa Desenrola Brasil. Essa faixa inclui as dívidas bancárias dos clientes que tenham renda mensal superior a dois salários mínimos e menor que R$ 20 mil e que não estejam incluídos no Cadastro Único do governo federal. Serão beneficiadas dívidas contraídas entre 2019 e 31 de dezembro de 2022.
  3. Quais condições especiais serão oferecidas?
    Cada instituição financeira, de acordo com suas políticas próprias, vai definir as condições de financiamento nessa fase.
  4. Qual é o prazo para a negociação?
    As renegociações dos beneficiados na faixa 2 poderão ser feitas até o dia 30/12/2023, quando o Programa Desenrola Brasil termina.
  5. Em até quantas parcelas poderei parcelar as minhas dívidas?
    As condições de taxa e parcelamento das dívidas renegociadas serão feitas diretamente entre os cidadãos e o banco credor.
  6. Dívidas com lojas ou serviços públicos poderão ser negociadas nessa etapa?
    Para quem se enquadra na faixa 2, não. As dívidas não bancárias serão englobadas para aqueles que estão na faixa 1, que estará em operação a partir de setembro de 2023.
  7. Tenho dívidas não bancárias e bancárias. Posso aderir à fase 2 agora e depois em setembro à fase 1?
    Não. As pessoas que encaixam na faixa 2 apenas renegociarão suas dívidas bancárias.
  8. Os bancos perdoarão as dívidas de até R$ 100?
    A condição de suspensão da negativação da dívida de até R$ 100 não representa um perdão. A negativação dessa dívida será suspensa e o cidadão precisará renegociar o valor caso não consiga efetuar o pagamento de uma só vez. No caso de não renegociar ou não pagar a renegociação, a negativação será feita novamente.
  9. Caso o cidadão pague algumas parcelas e não honre com os demais valores renegociados, ele será negativado?
    Sim. A renegociação das dívidas em melhores condições exige a sua liquidação integral. No caso de o cidadão aderir ao programa e somente pagar parte das dívidas renegociadas, ele será negativado pelo valor que deixar de pagar. Sobre esse valor não pago, incidirão encargos, como, por exemplo, juros de mora e multa por atraso. Assim, é importante que o cidadão avalie as condições da renegociação, para evitar o não pagamento.
  10. No caso de o cidadão ter a suspensão da negativação da sua dívida de até R$ 100 e não a quitar, ele será novamente negativado?
    Sim. A suspensão da negativação ocorre a partir da adesão ao programa, porém a dívida precisa ser paga.
  11. Se meu banco não aderiu ao Desenrola, posso negociar?
    Não são todos os bancos que ofertarão condições de renegociação de dívidas dentro do Programa Desenrola Brasil. Porém, caso o banco com o qual o cidadão possui dívidas não esteja cadastrado no programa, a Febraban sugere ao cidadão que procure renegociar as suas dívidas mesmo assim ou faça a portabilidade da dívida para outra instituição.
  12. O cidadão que aderir ao programa vai ter acesso a crédito automaticamente?
    Não. É necessário que, a partir da renegociação das operações negativadas, o cidadão atualize seus dados no banco em que deseja obter crédito. O banco efetuará uma análise da documentação e decidirá se concederá ou não o crédito. Porém, não ter dívidas negativadas pode aumentar as chances de obtenção de crédito.

Os cuidados para negociar dívidas

  • A Febraban recomenda aos cidadãos interessados em renegociar as dívidas por meio do Desenrola Brasil que busquem informações dentro dos canais oficiais dos bancos que aderirem ao programa;
  • Não deve ser aceita nenhuma oferta de renegociação que ocorra fora das plataformas dos bancos;
  • Caso desconfie de alguma proposta ou valor, entre em contato com o banco nos seus canais oficiais;
  • A Febraban adverte que não devem ser aceitas propostas de envio de valores a quem quer que seja, com a finalidade de garantir melhores condições de renegociação das dívidas;
  • Somente após a formalização de um contrato de renegociação é que o cidadão pode ter os valores debitados de sua conta, nas datas acordadas.

Fonte: Febraban

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Economia

Desenrola Brasil: entenda como renegociar dívidas; programa começa nesta segunda

por Redação 17 de julho de 2023

O governo federal começa nesta segunda-feira (17) as operações do Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas que pode beneficiar até 70 milhões de pessoas.

As renegociações poderão ser feitas diretamente entre os clientes e as instituições financeiras em que os débitos existem. Com o nome limpo, é possível voltar a comprar a prazo, pegar empréstimos ou mesmo fechar contratos de aluguel.

Como participar

A renegociação das dívidas será feita por meio da plataforma do programa. Para participar, é preciso se cadastrar no site do governo federal (www.gov.br) e seguir as instruções para obter o nível de certificação “prata” ou “ouro”. Na plataforma, os cidadãos terão acesso à lista de dívidas que poderão ser negociadas no programa e a situação de cada uma delas.

Os beneficiários serão incentivados a realizar um curso de educação financeira, que estará disponível no momento da habilitação ao programa. A iniciativa atenderá devedores em três faixas. A terceira será iniciada em setembro.

Faixa 1
Na faixa 1, serão enquadradas pessoas físicas com renda bruta mensal de até dois salários mínimos, o equivalente a R$ 2.640, ou que estejam inscritas no Cadastro Único para programas sociais do governo federal (CadÚnico). Poderão ser renegociadas dívidas financeiras e de consumo, como contas de água, luz, telefone ou varejo, negativadas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022 e que não ultrapassem o valor total de R$ 5.000.

Nesta faixa, não podem ser financiadas:

  • dívidas de crédito rural;
  • dívidas de financiamento imobiliário;
  • créditos com garantia real; e
  • operações com funding ou risco de terceiros.

As dívidas renegociadas poderão ser quitadas à vista ou parceladas em até 60 vezes, com pagamento mínimo de R$ 50,00 e juros de até 1,99% ao mês.

Faixa 2
Na faixa 2, podem participar pessoas físicas com renda mensal de até R$ 20.000 e que tenham dívidas em cadastros de inadimplentes até 31 de dezembro de 2022. Nesse caso, a renegociação dos débitos pode ser feita de forma direta entre os devedores e as instituições financeiras, por meio de seus próprios canais de atendimento, com um prazo mínimo de 12 meses para o pagamento.

Nesta faixa, não podem ser financiadas:

  • dívidas de crédito rural;
  • que possuam garantia da União ou de entidade pública;
  • que não tenham o risco de crédito integralmente assumido pelos agentes financeiros;
  • que tenham qualquer tipo de previsão de aporte de recursos públicos; e
  • que tenham qualquer equalização de taxa de juros por parte da União.

Fonte: r7

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Economia

Desenrola: 1,5 milhão com dívidas até R$ 100 vão ter nome limpo automaticamente na segunda

por Redação 14 de julho de 2023

O programa “Desenrola”, criado pelo governo federal para a renegociação de dívidas, começará a operar já na próxima segunda-feira (17).

A data foi antecipada pelo Ministério da Fazenda em uma portaria, publicada nesta sexta (14). Por enquanto, a renegociação vale apenas para a faixa 2 do programa, para pessoas com renda mensal de até R$ 20 mil.

Segundo o governo, também na segunda-feira, os maiores bancos do país terão que “limpar o nome” de até 1,5 milhão de correntistas que têm dívidas inferiores a R$ 100.

A medida não é um perdão de dívidas. O débito inferior a R$ 100 continuará existindo, mas os bancos se comprometem, pelo programa, a não usar essa dívida para inserir os correntistas no cadastro negativo.

Na prática, se a pessoa não tiver outras dívidas inscritas no cadastro negativo, fica com o “nome limpo” – e pode voltar a comprar a prazo, contrair empréstimo ou fechar contrato de aluguel, por exemplo.

Esse compromisso foi um pré-requisito estabelecido pelo governo para que os grandes bancos pudessem participar do Desenrola. O prazo original iria até o fim de julho, mas foi antecipado junto com a nova data do programa.

A faixa 1 do programa Desenrola, para quem tem renda de até R$ 2.640 (dois salários mínimos) ou está inscrito no Cadastro Único do governo federal (CadÚnico), deve começar a operar em setembro (veja detalhes mais abaixo). Nessa faixa, os descontos devem ser ainda mais vantajosos.

As regras para a faixa 2
As renegociações da faixa 2 poderão ser feitas diretamente entre os clientes e as instituições financeiras onde os débitos existem. Em troca, o governo vai oferecer aos bancos um incentivo para que aumente a oferta de crédito.

O programa não atenderá renegociações de dívidas dos seguintes tipos:

dívidas de crédito rural;
débitos com garantia da União ou de entidade pública
dívidas que não tenham o risco de crédito integralmente assumido pelos agentes financeiros;
dívidas com qualquer tipo de previsão de aporte de recursos públicos;
débitos com qualquer equalização de taxa de juros por parte da União.

Cerca de 30 milhões de pessoas devem ser beneficiadas nesta faixa, segundo o Ministério da Fazenda.

As regras para a faixa 1
Em relação à “faixa 1”, a portaria publicada pelo Ministério da Fazenda cita que as instituições financeiras deverão se habilitar na plataforma digital do programa para iniciar as renegociações. No entanto, a portaria não indica datas.

A expectativa do Ministério da Fazenda é que o programa esteja disponível para toda a população até setembro. Antes disso, em agosto, o governo deve fazer um leilão para definir quais credores serão contemplados — os que oferecerem maiores descontos terão vantagem.

Fazem parte da faixa 1 do Desenrola pessoas com renda mensal de até dois salários mínimos ou inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). Poderão ser renegociadas dívidas de até R$ 5 mil, feitas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022.

O programa não abrange os seguintes casos:

dívidas com garantia real;
dívidas de crédito rural;
dívidas de financiamento imobiliário;
operações com funding ou risco de terceiros.

A renegociação dos débitos será feita por meio de uma plataforma digital. Para isso, o devedor entrará no sistema com seu login do portal gov.br. Após isso, ele poderá escolher uma instituição financeira inscrita no programa para fazer a renegociação e selecionar o número de parcelas.

Entre as regras de pagamento estão:

a taxa de juros será de 1,99%;
a parcela mínima será de R$ 50;
o pagamento poderá ser feito em até 60 vezes;
o prazo de carência será de no mínimo 30 dias e de no máximo 59 dias.
O governo informou que o pagamento das parcelas poderá ser feito por débito em conta, PIX ou boleto bancário. Os devedores também terão direito a um curso de educação financeira.

Em caso de inadimplência após a renegociação, o beneficiário poderá voltar a ficar com o nome sujo.

Dívidas de R$ 100
Bancos que participarem do programa terão de limpar imediatamente o nome de consumidores que devem até R$ 100. Segundo o Ministério da Fazenda, 1,5 milhão de brasileiros têm dívidas com esse valor.

Como a medida vale somente para bancos e instituições financeiras com volume de captações superior a R$ 30 bilhões, na condição de credores, o governo não fará essa exigência para empresas como varejistas e companhias de água e luz.

Fonte: G1

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