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Irã x EUA

Irã x EUA

EUA admitem queda de três F-15 no Kuwait por ‘fogo amigo’ em meio à ofensiva contra o Irã

por Redação 2 de março de 2026

Três caças F-15 dos Estados Unidos caíram na manhã desta segunda-feira no Kuwait, no terceiro dia de confronto entre forças americanas e o Irã. Inicialmente, o Ministério da Defesa do Kuwait informou que “vários” aviões militares americanos haviam caído no país e que as circunstâncias estavam sob investigação.

Pouco depois, o Comando Central dos Estados Unidos confirmou que três F-15, que atuavam em apoio à Operação Epic Fury — ofensiva americana contra o Irã —, caíram em território kuwaitiano devido a um aparente caso de fogo amigo.

“Confirmamos que todos os membros da tripulação sobreviveram”, declarou um porta-voz em comunicado oficial.

De acordo com o comando americano, os seis tripulantes conseguiram se ejetar com segurança e foram resgatados. As autoridades iniciaram imediatamente operações de busca e salvamento, encaminhando os militares a um hospital para exames e tratamento. Segundo a nota, o estado de saúde é estável.

Imagens verificadas anteriormente pela BBC e pela CNN mostram o que seria o momento em que um caça foi abatido próximo à Cidade do Kuwait. Um vídeo geolocalizado pela CNN exibe um jato em chamas despencando em espiral, sugerindo que a queda ocorreu a menos de 10 quilômetros da base americana de Ali Al Salem.

A análise da emissora indica que a aeronave bimotor é compatível com um F-15E ou um F/A-18. O Kuwait também opera jatos F/A-18.

O episódio expõe falhas operacionais em meio à intensificação da campanha militar, levantando questionamentos sobre coordenação e segurança nas operações aéreas da coalizão.

Fonte: OGLOBO

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Irã x EUA

Quarto militar dos EUA morre após ataque iraniano a base no Kuwait

por Redação 2 de março de 2026

O conflito no Oriente Médio ganhou mais um desdobramento grave nesta segunda-feira (2). O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos confirmou a morte de um quarto militar norte-americano atingido em um ataque do Irã a uma base americana na região.

No domingo (1º), o Pentágono havia informado que três militares dos EUA foram mortos e cinco ficaram gravemente feridos durante um contra-ataque iraniano. A ofensiva ocorreu em resposta aos bombardeios realizados por Estados Unidos e Israel contra o território do Irã no sábado (28).

Em comunicado oficial, o Comando Central declarou que um dos militares que estava entre os feridos não resistiu e morreu nesta segunda-feira.

De acordo com a rede NBC, os militares atingidos estavam lotados no Kuwait, país que abriga diversas bases militares americanas e é considerado um dos principais aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio.

A central de comando americana informou ainda, em publicação na rede social X, que “vários outros sofreram ferimentos leves por estilhaços e concussões e estão em processo de retorno ao serviço”. Segundo o comunicado, as principais operações de combate seguem ativas e os esforços de resposta continuam em andamento.

A confirmação da quarta morte amplia a tensão em meio à escalada militar entre Washington, Teerã e aliados na região.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Trump diz que EUA estão ‘massacrando’ o Irã e ameaça: ‘Grande onda ainda está por vir’

por Redação 2 de março de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (2), em entrevista à CNN, que o país está “massacrando” o Irã e que a operação militar em curso está indo “muito bem”. Segundo ele, as forças americanas ainda não atingiram o país com toda a intensidade prevista — mas isso deve acontecer em breve.

“Ainda nem começamos a atingi-los com força. A grande onda ainda nem chegou. A grande onda está chegando em breve”, declarou.

Trump também não descartou o envio de tropas americanas para o solo iraniano “se necessário”, ampliando o tom de ameaça em meio à escalada do conflito.

Em entrevista à ABC News, o presidente afirmou que, há um ano, teria aceitado propostas iranianas para um acordo nuclear. No entanto, disse que o “sucesso” na Venezuela teria “mimado” os Estados Unidos, tornando-o “menos aberto a aceitar concessões” de Teerã.

Ao jornal britânico The Telegraph, Trump declarou estar impressionado com a rapidez das ações militares conjuntas dos Estados Unidos e de Israel, que resultaram na m0rt3 dos principais líderes iranianos. Segundo ele, o planejamento inicial previa até quatro semanas para a “eliminação” do aiatolá Ali Khamenei, mas a liderança teria sido neutralizada em apenas um dia.

“Previmos que levaria duas ou três semanas para eliminar parte da liderança, mas conseguimos eliminar todos em apenas um dia. Portanto, fomos muito mais rápidos do que o esperado”, afirmou.

O presidente ainda declarou que os iranianos “realmente querem fechar um acordo”, mas que deveriam ter feito isso “há uma semana”. Ele também revelou que os ataques começaram “muito antes do previsto”.

No Irã, o clérigo Alireza Arafi declarou à televisão estatal que o novo líder supremo será nomeado “rapidamente”. Arafi foi escolhido como integrante do Conselho de Liderança provisória após o ass4ssin4t0 de Ali Khamenei, ocorrido no sábado (28).

A Assembleia de Peritos, composta por 88 membros — majoritariamente clérigos —, será responsável por escolher o substituto, embora ainda não haja um nome definido. O conselho provisório também inclui o presidente Masoud Pezeshkian e o chefe do Judiciário, Gholamhossein Mohseni Ejei. Arafi afirmou que as instituições estatais seguem funcionando “sob estas circunstâncias extremamente difíceis”.

Em reação aos ataques iranianos, países árabes do Golfo, aliados dos Estados Unidos, classificaram as ações como “inaceitáveis” e prometeram resposta. Segundo a Al Jazeera, citando autoridades do Catar, os ataques “não podem ficar sem retaliação”.

Arábia Saudita, Bahrein, Jordânia, Kuwait, Catar, Emirados Árabes Unidos e Estados Unidos reafirmaram, em comunicado conjunto, o “direito à autodefesa” para proteger seus cidadãos.

Israel afirmou que os ataques desde sábado (28) eliminaram importantes membros da inteligência iraniana, incluindo Sayed Yahya Hamidi, vice-ministro responsável por “assuntos israelenses”, e Jalal Pour Hossein, chefe da divisão de espionagem do Ministério da Inteligência.

O porta-voz militar israelense declarou que documentos encontrados na Faixa de Gaza indicam tentativas repetidas de criar uma sala conjunta de operações de inteligência entre Hezbollah, Hamas e a Guarda Revolucionária Islâmica do Líbano, com liderança vinculada ao Ministério da Inteligência iraniano.

O comunicado acrescenta que o ministério, sob sanções dos EUA há anos, é apontado como instrumento de monitoramento da população civil e de repressão a protestos internos.

Segundo comunicados oficiais divulgados nesta segunda-feira (2), os ataques mais recentes dos Estados Unidos e de Israel resultaram na m0rt3 de três membros da Guarda Revolucionária, em Lorestan, e de cinco militares do exército iraniano, em Khorramabad, conforme informado pelas agências ISNA e Tasnim.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Herdeiro do xá se oferece para liderar transição no Irã, mas especialistas veem cenário improvável

por Redação 2 de março de 2026

Quase cinco décadas após a Revolução Islâmica de 1979, o príncipe Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã, declarou que está disposto a liderar uma transição de poder no país. A movimentação ocorre em meio a novos bombardeios e à morte do aiatolá Ali Khamenei, mas analistas consideram improvável que a antiga monarquia retome o comando.

Logo após o início dos ataques no sábado (28), Pahlavi divulgou mensagem em persa afirmando que a ajuda prometida pelo presidente dos Estados Unidos ao povo iraniano havia chegado. Exilado desde os 18 anos, quando seu pai foi deposto, ele declarou que pretende retornar para garantir uma transição estável e reconstruir o país.

Especialistas avaliam, porém, que o principal apoio ao herdeiro da dinastia Pahlavi vem da diáspora iraniana. Dentro do Irã, o respaldo seria limitado e fragmentado. Para o historiador Filipe Figueiredo, a realidade interna é mais complexa do que o entusiasmo demonstrado por apoiadores no exterior.

O analista Paulo Hilu afirma que, embora a monarquia encontre simpatizantes em setores como comerciantes, Pahlavi não representa uma alternativa consolidada. Segundo ele, um eventual retorno sob influência ou apoio militar estrangeiro comprometeria sua legitimidade.

O passado da monarquia também pesa. Apesar da imagem de modernização e costumes ocidentalizados antes de 1979, o regime do xá foi marcado por repressão política, prisões e torturas conduzidas pela polícia secreta. A dinastia Pahlavi chegou ao poder por meio de um golpe militar há cerca de 100 anos e consolidou autoridade após a deposição de um primeiro-ministro que defendia a nacionalização do petróleo nos anos 1950.

A Revolução Islâmica uniu inicialmente grupos diversos — da esquerda a religiosos — e levou à proclamação da república islâmica, consolidada em 1982 sob o aiatolá Khomeini como líder supremo. O sistema político passou a concentrar o comando das Forças Armadas e das principais diretrizes estratégicas na figura do líder religioso, enquanto o presidente eleito tem poderes limitados.

Com a morte de Khomeini em 1989, Ali Khamenei assumiu como líder supremo e permaneceu no cargo até ser morto nos ataques deste sábado. Ao longo de décadas, seu governo foi marcado por confrontos com Estados Unidos e Israel e por repressão interna, especialmente contra mulheres e opositores.

A morte da jovem curda Mahsa Amini, em 2022, após ser espancada por se recusar a usar o véu, desencadeou protestos em massa e repressão violenta, com milhares de mortos. Para analistas, o histórico de divisões étnicas, religiosas e políticas torna incerto o futuro de um país com quase 100 milhões de habitantes.

Especialistas apontam que há setores da sociedade iraniana que defendem uma transição democrática e inclusiva, incluindo intelectuais e atores políticos que já atuaram dentro da própria estrutura da república islâmica. No entanto, a consolidação de um regime plural dependeria de uma mudança estrutural profunda e de um processo de transição efetivamente representativo.

Fonte: FANTÁSTICO

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Irã x EUA

Ataque ao Irã reacende temor nuclear e especialistas veem risco global crescente

por Redação 2 de março de 2026

“O Irã nunca terá uma arma nuclear.” A frase foi repetida três vezes pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em discurso neste sábado (28), após a ofensiva contra o país persa. A declaração, enfática, ocorre em meio a um cenário que especialistas classificam como cada vez mais preocupante no campo nuclear.

O programa nuclear iraniano teve início em 1957, com apoio dos próprios Estados Unidos, durante a ditadura do xá Mohammad Reza Pahlavi, antes da revolução islâmica de 1979. Oficialmente, o objetivo sempre foi a produção de energia. O governo iraniano mantém até hoje a versão de que o programa tem fins pacíficos. Estados Unidos e Israel, no entanto, contestam essa narrativa.

Em junho do ano passado, os dois países anunciaram ter destruído o programa nuclear iraniano na operação “Martelo da Meia-noite”, que atingiu bases com plantas de enriquecimento de urânio — material que pode ser utilizado na fabricação de armas nucleares. Especialistas, porém, avaliam que a eliminação não foi completa.

“Provavelmente, as plantas de enriquecimento do Irã foram realmente destruídas. Mas destruir as plantas não significa destruir o programa, porque os técnicos, os cientistas envolvidos continuam vivos e com know-how”, explica o físico e engenheiro nuclear Marco Antônio Saraiva Marzo. Ele destaca ainda que o Irã possuía 408 quilos de urânio, que poderiam ter sido escondidos ou transportados em pequenos contêineres.

Para Matias Spektor, professor de relações internacionais da Fundação Getulio Vargas (SP), os ataques retardaram o avanço nuclear iraniano, mas não o eliminaram. “Se a situação continuar como está, daqui a alguns anos eles podem voltar a desenvolver instalações nucleares, especialmente de enriquecimento”, afirma.

As negociações entre Irã e Estados Unidos sobre o programa nuclear ocorriam desde abril do ano passado, mas não avançaram. Segundo Spektor, Washington exigiu o fim completo do programa, algo inaceitável para Teerã. “O Irã interpreta que este programa simboliza a capacidade que o país tem de ter uma vida autônoma, independentemente da oposição que recebe dos Estados Unidos há quase 50 anos e da oposição sistemática de Israel”, explica.

Atualmente, o mundo possui nove potências nucleares, incluindo Estados Unidos e Israel, que participaram da ofensiva. O principal aliado internacional do Irã é a Rússia, mas, segundo Spektor, Moscou não tem condições materiais de oferecer apoio ativo devido à guerra na Ucrânia. A China já sinalizou que não pretende se envolver. Países europeus, Índia, Paquistão e Coreia do Norte também não demonstraram disposição de apoiar o regime iraniano.

O Irã, contudo, conta com grupos aliados no Oriente Médio. “Hezbollah, Hamas e os Huthis, no Iêmen, podem efetivamente fazer ataques em seu nome. São grupos enfraquecidos, mas que eventualmente podem recorrer a táticas terroristas na região e fora dela”, afirma o professor Tanguy Baghdadi. Nenhum desses grupos, porém, possui armas nucleares.

O cenário global preocupa. “A situação mundial na questão do risco nuclear é muito sombria”, avalia Marco Antônio Marzo. Spektor aponta que países como Coreia do Sul, Alemanha, Polônia e Japão discutem internamente a possibilidade de desenvolver artefatos nucleares, seja por proteção, seja por influência geopolítica.

Além disso, todos os países nucleares estão modernizando seus arsenais, a China amplia o seu estoque e, na última semana, expirou o último tratado de redução de armas nucleares estratégicas entre Rússia e Estados Unidos. “Hoje não existe nenhum tratado em vigor de redução de armas nucleares no mundo. O desarmamento nuclear está praticamente paralisado há décadas”, alerta Marzo.

Questionados sobre a duração de uma eventual guerra nuclear, os especialistas são categóricos quanto ao risco extremo. “Uma guerra total envolvendo Estados Unidos, Rússia e China poderia levar à destruição do mundo”, afirma Marco Antônio. Spektor complementa que, diante de um ataque, haveria retaliação imediata, seguida de contra-ataques e escalada, podendo resultar em aniquilação mútua ou emissão de radiação suficiente para inviabilizar a vida na Terra.

“O lance com a guerra nuclear é que a gente nunca viveu uma, e é melhor assegurar que a gente nunca viverá uma”, conclui.

Fonte: FANTÁSTICO

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Irã x EUA

Irã desmente Trump e diz que não negociará com os EUA em meio à escalada militar

por Redação 2 de março de 2026

O secretário de segurança do Irã, Ali Larijani, afirmou nesta segunda-feira (2) que o país não negociará com os Estados Unidos, contrariando declarações feitas mais cedo pelo presidente norte-americano, Donald Trump. O republicano havia afirmado que a nova liderança iraniana estaria interessada em retomar as negociações.

Em publicação na rede social X, Larijani negou qualquer iniciativa para reabrir diálogo com Washington por meio de intermediários do Sultanato de Omã. “Não negociaremos com os Estados Unidos”, escreveu. Em outra mensagem, acusou Trump de mergulhar a região no caos com “fantasias delirantes” e de temer novas baixas entre tropas americanas.

Segundo Larijani, o presidente dos EUA teria transformado o slogan “América Primeiro” em “Israel Primeiro”, sacrificando soldados americanos “pelas ambições de poder de Israel”. Ele também afirmou que o Irã não iniciou a agressão e que o país está se defendendo.

Apesar da negativa pública do secretário de segurança, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, declarou ao chanceler de Omã, Badr Albusaidi, que Teerã estaria aberta a “esforços sérios” para reduzir a tensão após os ataques israelenses e norte-americanos. A conversa ocorreu por telefone e foi confirmada em comunicado do Ministério das Relações Exteriores de Omã, que defendeu um cessar-fogo e a retomada do diálogo “de maneira que atenda às demandas legítimas de todas as partes”.

Omã tem atuado como mediador nas negociações nucleares entre os dois países.

Do lado norte-americano, Trump afirmou neste domingo (1º) que a campanha militar contra o Irã continuará até que todos os objetivos sejam atingidos. Em discurso de seis minutos divulgado em suas redes sociais, prometeu vingar a morte de três militares mortos durante a retaliação iraniana e fez um apelo direto às Forças Armadas e à Guarda Revolucionária do Irã: que entreguem as armas e recebam imunidade ou “encarem a morte certa”.

Ao jornal britânico Daily Mail, Trump afirmou que o conflito deve durar cerca de quatro semanas. “Sempre foi um processo de quatro semanas”, disse. Já à revista The Atlantic, declarou que a nova liderança iraniana demonstrou disposição para retomar as negociações sobre o programa nuclear, embora tenha ressaltado que o diálogo deveria ter ocorrido antes.

As discussões sobre o programa nuclear foram apontadas por EUA e Israel como justificativa para o início da campanha militar no sábado (28), que matou o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.

Trump afirmou ainda que parte dos negociadores iranianos envolvidos nas tratativas recentes morreu nos ataques. “A maioria dessas pessoas se foi”, declarou. O presidente também mencionou relatos de comemorações nas ruas do Irã e manifestações de apoio organizadas por iranianos no exterior, mas reconheceu que o cenário é perigoso, com “muitas bombas caindo”.

O ataque conjunto de Estados Unidos e Israel deixou 201 mortos e 747 feridos, segundo a imprensa iraniana com base em dados da Crescente Vermelho. Explosões foram registradas em Teerã e em outras cidades. Em resposta, o Irã lançou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio.

O Exército dos EUA informou que nenhum militar americano ficou ferido e classificou como “mínimos” os danos às bases atingidas. O Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de petróleo, foi fechado por motivos de segurança, segundo a agência iraniana Tasnim.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a ofensiva matou comandantes da Guarda Revolucionária e autoridades ligadas ao programa nuclear iraniano. Segundo ele, “milhares de alvos” serão atingidos nos próximos dias. Em pronunciamento, fez um apelo à população iraniana para que se levante contra o regime. “Não percam a oportunidade. Esta é uma oportunidade que surge uma vez por geração”, declarou. Em inglês, acrescentou: “A ajuda chegou”, em referência a publicação de Trump que, em janeiro, afirmou estar enviando “ajuda” a manifestantes que protestavam contra Khamenei.

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