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Categoria:

Mundo

Tarifaço

Governo vai comprar alimentos que deixarem de ser exportados para os EUA

por Redação 13 de agosto de 2025

O pacote de medidas de socorro aos produtores afetados pelo tarifaço de Donald Trump aos produtos brasileiros vai permitir ao governo comprar, excepcionalmente, gêneros alimentícios que deixarem de ser exportados para os Estados Unidos. As condições ainda serão definidas pelos Ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário.

Os detalhes constam de uma medida provisória (MP) assinada pelo presidente Lula em cerimônia no Palácio na manhã desta quarta-feira. O objetivo é mitigar os efeitos da sobretaxa de 50% imposta pelos EUA.

Como serão as compras
As regras preveem que será permitida a contratação direta, por meio de dispensa de licitação e sem a obrigatoriedade de elaboração de estudos técnicos preliminares.

A compra será feita por por órgão ou entidade pública federal e também por órgão ou entidade do estado ou do município.

Os contratos serão de até 180 dias.

Os órgãos públicos têm um registro de teto de preços para os produtos que costumam comprar. Os preços do alimentos que serão adquiridos pelo governo não poderão exceder, no total, a cinco vezes o quantitativo de cada item registrado nessa ata de registro.

Isso inclui preços para o órgão gerenciador e os órgãos participantes, independentemente do número de órgãos não participantes que aderirem à medida do governo.

Os órgãos deverão disponibilizar os valores em seu site oficial.

R$ 30 bi em crédito
Além disso, haverá uma linha de crédito de até R$ 30 bilhões para empresas que comprovarem perdas com a taxação americana, sobretudo pequenos e médios negócios. Os juros serão subsidiados.

Em troca, os beneficiados terão de se comprometer a preservar empregos, mas haverá exceções para as empresas mais prejudicadas, com a exigência de outras contrapartidas. A estimativa do governo é que cerca de 10 mil empregos serão afetados pelo tarifaço.

A MP estabelece que as linhas de crédito poderão consistir no financiamento para:

Capital de giro para produtos impactos pela imposição de tarifas adicionais sobre as exportações brasileiras aos EUA;
Investimento para adaptação da atividade produtiva de empresas impactadas pelas tarifas;
Investimentos que propiciem adensamento da cadeia produtiva visando à ampliação das exportações e abertura de novos mercados para os produtos e serviços brasileiros exportados;
Investimento em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos visando à ampliação das exportações e abertura de novos mercados para os produtos e serviços brasileiros exportados.
O governo Lula também irá suspender, por um ano, o pagamento de tributos previstos no regime especial de drawback, que permite a suspensão ou isenção de tributos incidentes na aquisição de insumos empregados ou consumidos na industrialização de produtos exportados.

O mecanismo funciona como incentivo às exportações brasileiras. Há três modalidades de drawback: suspensão, isenção e restituição de tributos.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Portugal interrompeu concessão de igualdade de direitos aos brasileiros

por Redação 13 de agosto de 2025

O governo português parou de publicar em Diário da República a nomeação das concessões aos brasileiros do estatuto de igualdade de direitos e deveres, apurou o Portugal Giro.

A última publicação feita no Diário da República, que é a maneira oficial de fazer valer a concessão, foi em 16 de junho. Antes, a periodicidade era mensal e foi contínua desde março de 2024.

O estatuto foi assinado em 2000 com o nome oficial de Tratado de Amizade, Cooperação e Consulta entre Brasil e Portugal e dá aos brasileiros os mesmos direitos civis dos portugueses.

Permite trabalhar em empregos públicos e pagar valor menor de mensalidade nas universidades, além de poder abrir empresas e participar de sociedades. O estatuto político assegura o direito ao voto.

Brasileiros que pediram o estatuto afirmam que há atrasos nos pedidos e há quem esteja há um ano na lista de espera.

X, que pediu anonimato, garantiu ao blog que fez o pedido na agência de imigração (AIMA) em 7 de julho de 2024.

— Mais de um ano sem resposta. O governo desrespeita o tratado e o Brasil. Cabe um pedido de informação e um alerta à Embaixada. Parece que virou moda tratar os brasileiros como problema e não como solução — disse ele, continuando:

— Vergonha o que Portugal está fazendo com a gente, impedindo de trabalharmos em empregos públicos, apesar de não possuir pessoal suficiente. Isto é xenofobia pura.

Especialista em imigração para Portugal, a advogada brasileira Érica Acosta afirmou ao blog que a interrupção viola o prazo legal.

— Se em 2022 e 2023 o documento era emitido em cerca de três meses, hoje a espera pode chegar a 12 meses, em clara violação do prazo de 30 dias previsto legislativamente — disse ela.

Acosta ressaltou que até a periodicidade mensal, quando era respeitada, não atendia ao número de pedidos de brasileiros:

— Mesmo a cadência mensal não é suficiente para atender aos brasileiros, que enfrentam atrasos significativos na obtenção do estatuto.

A advogada criticou a lentidão administrativa no serviço público português. Segundo ela, tem sido recorrente no governo da Aliança Democrática, de centro-direita. Principalmente na imigração.

— A morosidade administrativa, infelizmente, virou um traço recorrente no funcionamento dos serviços públicos em Portugal e a demora afeta diretamente o exercício de direitos fundamentais — afirmou.

O Portugal Giro pediu informações à AIMA, que faz a recepção, análise e emissão de parecer para o estatuto, e ao Ministério da Presidência. Não houve resposta.

Em 2023, ano com dados mais recentes, foram concedidos 9.826 estatutos de igualdade aos brasileiros, segundo relatório da AIMA.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Secretário de Defesa de Trump publica vídeo que defende fim do voto de mulheres nos EUA

por Redação 12 de agosto de 2025

O Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, publicou em sua conta no X, um vídeo em que dois pastores afirmam que mulheres não deveriam votar. A publicação é um recorte de uma reportagem da CNN americana com o teólogo evangélico conservador Doug Wilson.

A reportagem traz uma fala do pastor Toby Sumpter, que também é associado a uma igreja evangélica e que diz entender o voto em família, feito pelo homem. “Normalmente, eu seria o único a votar, mas votaria após discutir o assunto com minha família”, diz o religioso.

Hegseth republicou a postagem com a legenda: “tudo de Cristo para toda a vida”. No material compartilhado, Wilson diz que não aceita mulheres para cargos de liderança dentro de sua igreja porque “a bíblia diz assim”, segundo ele.

Após a publicação, um porta-voz do Pentágono disse que o secretário “é um membro orgulhoso de uma igreja afiliada” ao Crec, sigla em inglês para Comunhão das Igrejas Evangélicas Reformadas. Ainda disse também que o secretário “aprecia muito vários dos escritos e ensinamentos do sr. Wilson”.

Wilson também já defendeu a ideia de que mulheres não devam ocupar cargos de liderança nas Forças Armadas ou ser capazes de estar em funções de combate de alto nível.

Na contramão, organizações evangélicas progressistas expressaram se disseram preocupadas com o discurso apoiado pelo secretário.

Fonte: G1

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Tarifaço

Tarifaço: Lula se reúne com Alckmin nesta segunda para alinhar últimos detalhes do plano de contingência

por Redação 11 de agosto de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne na tarde desta segunda-feira (11) com o vice-presidente e ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

Na ocasião, os mandatários devem alinhar os últimos detalhes do plano de contingência, que busca conter o impacto das tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

Segundo interlocutores do Planalto, a expectativa é que as medidas sejam anunciadas ainda nesta segunda. Inicialmente, a previsão era até terça (12).

A reunião no Palácio do Planalto está marcada para 17h. Embora não esteja na agenda, fontes do governo afirmaram que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e outros ministros estarão presentes.

O Executivo tem repetido que o objetivo do pacote de medidas é dar fôlego aos setores afetados pelo tarifaço e proteger a economia e os empregos.

Primeiras medidas
Como mostrou o g1, as medidas do plano de contingência devem contemplar linhas de crédito, adiamento das cobranças de tributos e contribuições federais, além de compras públicas de mercadorias perecíveis.

Um dos responsáveis pela articulação do plano é Alckmin que, neste sábado (9), afirmou que o governo lançará um “programa bem amplo”.

O vice-presidente cumpriu agenda no estado neste fim de semana. Alckmin, inclusive, cancelou os compromissos que teria aos longo desta segunda na capital paulista e volta mais cedo para Brasília.

Pela manhã, Alckmin participaria do 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio realizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).

Durante a tarde, iria ao lançamento do Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações (ApexBrasil).

Segundo informações da Apex, a agenda foi cancelada por causa de um “compromisso inadiável” de Alckmin em Brasília.

A sobretaxa definida pelo presidente americano, Donald Trump, entrou em vigor no dia 6 de agosto e tem gerado apreensão no setor — que aguarda os primeiros dados do governo sobre as exportações nesta segunda-feira (11).

A alíquota atinge cerca de 36% das exportações brasileiras ao país, o que corresponde a US$ 14,5 bilhões em 2024. Itens como café, frutas e pescado estão inclusos no tarifaço.

Há, contudo, quase 700 produtos dentro da lista de exceções. Setores como suco de laranja e aeronaves estão mais aliviados porque seguem com taxação de 10% anunciada em abril por Trump contra o Brasil.

Fonte: G1

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Tecnologia

Tratamento contra a calvície ganha revolução com a inteligência artificial; entenda

por Redação 5 de agosto de 2025

A revolução da Inteligência Artificial também chega à medicina capilar. Os últimos avanços revelam o poder das máquinas para analisar dados e o enorme potencial dessa tecnologia para oferecer soluções eficazes e imediatas, o que a torna uma fonte medicinal promissora, mais especificamente, no combate a calvície. Esta nova aplicação da IA promete melhorar a precisão, a eficiência e os resultados dos tratamentos, bem como fornecer diagnósticos e planos de tratamento personalizados, como o H[ai]r Analysis, a nova ferramenta de diagnóstico capilar com inteligência artificial implementada exclusivamente em todas as clínicas da Hair Recovery.

— A inteligência artificial tem um enorme potencial transformador na medicina capilar — prevê Nicolás Lusicic, presidente da Hair Recovery, empresa de medicina capilar com mais de 30 anos de atuação. — É por isso que há muito tempo vimos pesquisando suas aplicações em nosso campo e pensando em como poderíamos oferecer um atendimento cada vez melhor aos nossos pacientes. Foi assim que implementamos o H[ai]r Analysis, uma ferramenta que é definitivamente o futuro.

Desenvolvida por especialistas, essa poderosa tecnologia de diagnóstico capilar funciona por meio de inteligência artificial e consiste em duas ferramentas: por um lado, um software desenvolvido para pacientes, que, online, fornece um diagnóstico preliminar e um tratamento sugerido com base em duas imagens e certos dados sobre seu cabelo e couro cabeludo. Por outro, um software dedicado a médicos, que, usado na consulta, agiliza o planejamento dos processos cirúrgicos, como o microtransplante capilar ao indicar com altíssima precisão a dimensão da área a ser transplantada e quantas unidades foliculares serão necessárias.

IA a serviço do seu cabelo
Como funciona o software dedicado aos pacientes? A análise começa tirando duas fotos do cabelo do usuário, orientado para que as imagens sejam tiradas corretamente. Em seguida, ele deve responder a um breve questionário rigoroso sobre a qualidade do seu cabelo, couro cabeludo, queda de cabelo e histórico familiar de calvície.

Através da obtenção dessas informações e das duas “digitalizações” do usuário, a IA compara os dados com uma base de milhares de pacientes com diferentes graus de alopecia. O algoritmo desta IA pode analisar imagens do couro cabeludo com notável precisão, identificando padrões de queda de cabelo que podem não ser visíveis a olho nu. Esta funcionalidade permite a detecção e intervenção precoces, cruciais para evitar uma maior queda de cabelo.

Com base nessa análise, a IA fornece um diagnóstico preliminar com base na análise de padrões e atribui ao usuário seu grau correspondente de alopecia com altíssima precisão, explicando suas características e sugerindo um plano de tratamento e produtos capilares personalizados, que o paciente pode adquirir online e receber em sua casa, até que ele compareça à consulta médica com os especialistas.

— Estamos diante de uma mudança de paradigma na medicina capilar que acreditamos que melhorará consideravelmente a experiência de nossos pacientes — destaca Alejandra Susacasa, vice-presidente da Hair Recovery.

IA aplicada ao microtransplante capilar
Além disso, a Hair Recovery está implementando em todos os seus centros um software de uso médico dentro da consulta, especialmente para aqueles pacientes cuja indicação é o microtransplante capilar. Esta intervenção cirúrgica, que é realizada fio a fio, obtendo resultados extremamente naturais, é a mais avançada para a recuperação capilar. Mas como a inteligência artificial intervém neste tratamento?

A empresa de medicina capilar, que já conta com mais de 30 anos de especialização e mais de 50 clínicas em toda a América Latina, celebrou um acordo de cooperação exclusivo com uma empresa internacional que desenvolveu uma ferramenta única. Trata-se de um software que pode calcular com extrema precisão algo que até agora era feito manualmente por cada cirurgião: em princípio, ele pode calcular a área do couro cabeludo que precisa de um microtransplante capilar e, além disso, também sabe identificar com exatidão quantos fios de cabelo são necessários para cobrir essa área.

Números da IA na medicina global
Com uma interface inovadora e futurista, o médico faz a digitalização do couro cabeludo do paciente e cria em seu celular ou tablet um modelo 3D do paciente. “Assim, ao final da digitalização, os pacientes podem ver seu couro cabeludo em tempo real e observar as áreas despovoadas em toda a sua extensão. Isso também é muito útil para planejar e testar diferentes designs de transplante junto com o paciente. A resposta geral dos pacientes que experimentaram é de espanto e admiração, e a frase “Nunca me vi assim” é repetida com frequência”, conta Lusicic, que também é presidente da SILATC e faz parte das sociedades de medicina capilar mais relevantes do mundo.

No entanto, a IA avança a passos largos na medicina capilar, e suas aplicações no diagnóstico não demoraram a surgir. É assim que se avança na pesquisa para identificar certas condições capilares, desde alopecia areata, efluvio telógeno ou alopecia frontal fibrosante, buscando evitar biópsias do couro cabeludo. A H[ai]r Analysis by Hair Recovery nasce nesse contexto de inovação e avanço da IA na medicina e, sobretudo, nos diagnósticos médicos.

De acordo com um relatório da revista Nature Medicine, o uso da IA em diagnósticos médicos aumentou 35% entre 2020 e 2024. Hoje, estima-se que 2 em cada 5 profissionais médicos utilizam sistemas informáticos para auxiliar no diagnóstico. No caso do câncer de mama, por exemplo, estudos recentes indicam que as ferramentas de IA reduziram os erros de diagnóstico em 30% e melhoraram as taxas de detecção precoce em 25%.

— Assim como há mais de 30 anos fomos pioneiros na implementação do microtransplante cabelo a cabelo com cadeia de frio, hoje marcamos um novo marco que vai marcar um antes e um depois. A inteligência artificial aplicada à nossa especialidade não apenas melhora a experiência do paciente, mas também eleva a prática médica: nos permite refinar o diagnóstico, planejar com maior precisão e tomar decisões clínicas com base em dados objetivos e personalizados — conclui Susacasa.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Rússia acusa EUA de instalar mísseis na Europa e rompe promessa militar: ‘Espere novas medidas’

por Redação 5 de agosto de 2025

A Rússia indicou nesta segunda-feira (4) que pode voltar a instalar mísseis de curto e médio alcance e acusou os Estados Unidos de posicionar armas semelhantes na Europa e na região Ásia-Pacífico. Em comunicado, o governo russo anunciou que está abandonando formalmente uma moratória que impedia essa ação.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Rússia, após a movimentação dos EUA, “deixaram de existir as condições” para manter a suspensão que vinha sendo seguida por vontade própria.

O ex-presidente Dimitri Medvedev, atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, culpou os países que integram a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) pela mudança de posição.

“A declaração do Ministério das Relações Exteriores da Rússia sobre a retirada da moratória sobre a implantação de mísseis de médio e curto alcance é resultado da política antirrussa dos países da OTAN”, escreveu ele na rede social X.

A moratória havia sido adotada pela Rússia em 2019, após os Estados Unidos deixarem o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF), assinado em 1987. O acordo proibia o uso de mísseis com alcance entre 500 e 5.500 km e foi um marco no desarmamento entre Moscou e Washington.

Em 2019, os EUA acusaram a Rússia de violar o tratado ao desenvolver o míssil 9M729, que teria alcance de até 1.500 km. Moscou negou a violação, mas seguiu Washington e também deixou o acordo.

Pouco depois, a Rússia propôs manter uma moratória voluntária, prometendo não instalar esse tipo de arma. A condição era que os EUA também não instalassem.

Prudência
A Rússia pediu “grande prudência” nas declarações sobre armas nucleares após o anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o envio de dois submarinos nucleares.

O porta-voz russo, Dmitry Peskov, afirmou que todos devem ser “muito, muito prudentes” ao falar do tema. Ele minimizou a ação americana, dizendo que esses submarinos “já estão em serviço” de forma permanente e que a Rússia não vê isso como uma escalada na tensão nuclear.

Trump anunciou o envio dos submarinos na sexta-feira (1º), depois de uma troca de ameaças com Medvedev. O presidente americano não revelou para onde os submarinos foram enviados nem se eles têm ogivas nucleares.

A Marinha dos EUA opera 71 submarinos com propulsão nuclear, incluindo 14 com mísseis balísticos nucleares.

Nos últimos meses, Trump adotou uma postura mais conciliadora com Vladimir Putin, mas também expressou frustração e ameaçou novas sanções caso a Rússia não encerre a guerra na Ucrânia.

Em meio a essa escalada, o enviado especial de Trump, Steve Witkoff, deve visitar Moscou ainda esta semana, antes do prazo dado ao governo russo para encerrar o conflito, que termina em 8 de agosto.

Fonte: G1

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Mundo

Trump diz que pode distribuir parte do dinheiro das tarifas para a população de média e baixa renda dos EUA

por Redação 4 de agosto de 2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no domingo (3) que alguns norte-americanos podem receber algum tipo de dividendo ou distribuição de dinheiro como resultado das tarifas impostas aos parceiros comerciais dos EUA.

O novo capítulo do tarifaço
Na semana passada, Trump assinou uma ordem executiva que marcou um novo capítulo do tarifaço para o mundo.

A medida amplia e modifica as tarifas recíprocas aplicadas a diversos países, com alíquotas que, agora, vão de 10% a 41%. As novas taxas devem entrar em vigor a partir de 7 de agosto.

Mesmo com a ampliação das tarifas para várias nações, o Brasil ainda é o mais tarifado por Trump, com uma alíquota de 50%. Nesse caso, as taxas estão previstas para 6 de agosto.

Depois, entre os mais taxados, vem a Síria (41%), seguida por Laos e Mianmar (Birmânia), ambos com taxas de 40%. Já os menos afetados foram o Reino Unido e as Ilhas Malvinas — os únicos até agora com taxas de 10%.

Segundo a Casa Branca, a taxa de 50% contra o Brasil foi adotada em resposta a ações do governo brasileiro que representariam uma “ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA”.

O anúncio oficializa o percentual mencionado pelo republicano em carta enviada a Lula neste mês e afirma que a ordem executiva foi motivada por ações que “prejudicam empresas americanas e os direitos de liberdade de expressão de cidadãos americanos”, além de afetar a política externa e a economia do país.

Fonte: G1

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Mundo

EUA anunciam exigência de caução de até US$ 15 mil para alguns vistos em programa piloto

por Redação 4 de agosto de 2025

Os Estados Unidos anunciaram nesta segunda-feira (4) que devem começar a exigir um caução de até US$ 15 mil – o equivalente a R$ 82 mil – para alguns vistos de turismo e negócios.

Segundo aviso do governo norte-americano, o novo programa piloto será lançado em duas semanas e tem como objetivo reprimir visitantes que ultrapassam o prazo de validade de seus vistos.

No documento, disponibilizado no site do Federal Register (Registro Federal dos EUA) e que será disponibilizado na íntegra nesta terça-feira (6), o Departamento de Estado esclarece que o teste irá durar 12 meses e que irá atingir solicitantes dos vistos B-1, destinado a atividades de negócios temporárias, como participar de reuniões, conferências, negociações, e B-2, para viagens de turismo, lazer ou tratamento médico.

Segundo o texto, os atingidos pelo programa serão estrangeiros de países identificados pelo governo dos EUA por suas “altas taxas de permanência ilegal e onde as informações de triagem e verificação são consideradas deficientes”.

A partir de 20 de agosto, os agentes consulares terão três opções de valores para exigir dos requerentes de visto: US$ 5.000, US$ 10.000 ou US$ 15.000 – mas, em geral, espera-se que exijam pelo menos US$ 10.000, afirma o comunicado.

Em novembro de 2020, o Departamento de Segurança dos EUA tentou implementar este mesmo projeto piloto pela primeira vez. Na época, os países afetados seriam 24: Afeganistão, Angola, Butão, Burkina Faso, Birmânia, Burundi, Cabo Verde, Chade, República Democrática do Congo, Djibuti, Eritreia, Gâmbia, Guiné-Bissau, Irã, Laos, Libéria, Líbia, Mauritânia, Papua Nova Guiné, São Tomé e Príncipe, Sudão, Síria e Iêmen.

No documento desta segunda, o Departamento de Estado relembra a tentativa feita há alguns anos, mas diz que o programa não foi à frente “em vista da redução mundial de viagens globais como resultado da pandemia de Covid”.

O órgão também destaca que o piloto, feito em parceria com o Departamento de Segurança Interna, é uma resposta à ordem executiva 14159, assinada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que se chama “Protegendo o Povo Americano Contra a Invasão”.

Gold Card

Em abril, o governo dos Estados Unidos anunciou que começaria as vendas dos “Gold Cards”, ou “Cartões Dourados”. O documento, que exige um investimento de US$ 5 milhões – cerca de R$ 30 milhões – abre caminho para que imigrantes ricos obtenham a cidadania americana.

▶️ Contexto: Em fevereiro, Trump afirmou que queria atrair estrangeiros dispostos a investir e gerar empregos nos Estados Unidos.

À época, o secretário do Comércio, Howard Lutnick, disse que o Gold Card deve substituir o atual programa para investidores, conhecido como EB-5.
Atualmente, o EB-5 permite que estrangeiros solicitem residência permanente se criarem empregos para americanos ou investirem em empreendimentos no país.
Lutnick afirmou que há muitas fraudes no EB-5 e que o programa concede residência permanente a preços baixos.
? Como funciona? Os interessados podem solicitar o documento no site da Secretaria de Comércio dos EUA. Veja o que se sabe:

Trump afirmou que o Visto Dourado terá mais privilégios do que o Green Card.
Todos que se inscreverem no programa passarão por uma análise das autoridades americanas antes de receber o visto.
Segundo Trump, o Gold Card será um caminho para a cidadania americana.
O presidente chegou a apresentar um protótipo do cartão, que tem uma foto dele diante da imagem da Estátua da Liberdade e da águia símbolo do país.
? O que querem os EUA? O governo afirmou que a venda dos Gold Cards ajudará a reduzir o déficit financeiro do país.

Trump também sugeriu que, além de gerar empregos, o programa poderá atrair mão de obra qualificada.
Segundo o presidente, empresas americanas poderão comprar o visto para trabalhadores estrangeiros especializados.
A medida também busca atrair novos investimentos estrangeiros.
⚠️ Quais os riscos? Países europeus têm ou já tiveram programas semelhantes, mas a Comissão Europeia recomendou sua suspensão ou restrição.

Na Europa, autoridades demonstraram preocupação com segurança interna e lavagem de dinheiro.
Alguns países concediam um “Golden Visa”, garantindo residência permanente a estrangeiros que comprassem imóveis caros.
Reino Unido, Portugal e Espanha decidiram encerrar ou restringir o programa após recomendações da Comissão Europeia.
Nos EUA, após o anúncio em fevereiro, jornalistas perguntaram a Trump se o Gold Card poderia facilitar a entrada de oligarcas russos no país.
“Sim, possivelmente. Eu conheço alguns oligarcas russos que são pessoas muito boas”, respondeu o presidente.

Fonte: G1

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Tarifaço

Tarifaço: semana começa com expectativa de conversa entre Lula e Donald Trump

por Redação 4 de agosto de 2025

A semana começa com expectativa de uma possível conversa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na sexta-feira (1º), Trump afirmou que Lula pode falar com ele quando quiser, em resposta à repórter Raquel Krähenbühl, da TV Globo.

A fala foi recebida com cautela pelo Palácio do Itamaraty, que avalia se há, de fato, uma abertura concreta para diálogo direto entre os dois líderes.

Segundo diplomatas brasileiros, embora o gesto seja simbólico, uma ligação entre chefes de Estado não ocorre de forma improvisada — exige preparação entre equipes, definição de agenda e alinhamento de tom.

A declaração de Trump ocorre em meio a uma escalada de tensão entre os dois países. Na quarta-feira (30), o presidente norte-americano assinou uma ordem executiva impondo a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.

No mesmo dia, o governo dos EUA sancionou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com base na lei Magnitsky.

‘Conversa com Trump exige cautela’
No domingo (3), o presidente falou durante evento do PT que as conversas com o governo norte-americano sobre as tarifas exige cautela, porque há “limites” na briga.

No evento deste domingo, Lula defendeu ainda que a postura do Brasil em defesa da soberania assusta “pessoas que acham que mandam no mundo”, sem citar diretamente Donald Trump.

O presidente lembrou, no entanto, que os canais de diálogo estão abertos, e que as negociações seguem em curso.

Posicionamento do Brasil
Após a fala de Trump mas sem citar o presidente norte-americano, Lula publicou nas redes sociais que o Brasil “sempre esteve aberto ao diálogo”, reforçando que “quem define os rumos do Brasil são os brasileiros e suas instituições”.

O principal passo da movimentação diplomática dos dois países foi o encontro entre ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, em Washington.

Após o encontro, o ministro brasileiro afirmou que disse a Marco Rubio que o Brasil não se curvará a pressões externas. Segundo Mauro Vieira, a fala a Rubio tratou diretamente do processo em que o ex-presidente Jair Bolsonaro é réu por tentativa de golpe de Estado.

Fonte: G1

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Tarifaço

China libera 183 empresas do Brasil para exportar café após tarifaço dos EUA

por Redação 4 de agosto de 2025

A China autorizou 183 empresas brasileiras a exportarem café para o país, segundo a embaixada chinesa no Brasil. O anúncio foi feito no sábado (2) pelas redes sociais.

A medida começou a valer em 30 de julho e beneficia os exportadores brasileiros, que foram afetados pela nova tarifa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na última semana.

As novas licenças para exportar café à China têm validade de cinco anos, de acordo com a embaixada.

A tarifa de 50% anunciada pelos Estados Unidos começa a valer em 6 de agosto e atinge produtos como o café brasileiro.

A nova taxa representa um desafio para exportadores brasileiros, que vendem cerca de 8 milhões de sacas de café por ano aos Estados Unidos. Agora, eles buscam alternativas para os produtos.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil. Já os Estados Unidos compram grandes volumes de carne bovina, suco de laranja e outros produtos brasileiros, além do café.

Em junho, o Brasil exportou 440 mil sacas de café para os Estados Unidos — quase oito vezes mais que as 56 mil sacas vendidas à China. Os dados são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Questionados pela Reuters, o Ministério da Agricultura e o Cecafé não comentaram o assunto até a última atualização desta reportagem.

A reportagem não conseguiu contato com a autoridade alfandegária da China.

O Brasil detém cerca de um terço do mercado de café dos EUA, um comércio avaliado em US$ 4,4 bilhões nos 12 meses encerrados em junho.

Fonte: G1

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