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Trump estabelece 15% como tarifa básica e 50% para países com quem ‘não temos nos dado muito bem’

por Redação 24 de julho de 2025

O presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu que não aplicaria tarifas abaixo de 15% ao estabelecer as chamadas tarifas recíprocas antes do prazo de 1º de agosto, uma indicação de que o piso para o aumento das tarifas estava subindo.

“Vamos ter uma tarifa simples e direta de algo entre 15% e 50%,” disse Trump nesta quarta-feira, durante uma cúpula sobre IA em Washington. “Algumas — temos 50% porque não temos nos dado muito bem com esses países.”

O Brasil está incluído nessa tarifa de 50% imposta pelos EUA, que atribuiu a cobrança à postura do STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Além disso, determinou a abertura de uma investigação sobre supostas restrições à atividade de empresas de tecnologia americanos no Brasil e outras práticas comerciais desleais ou injustas.

O comentário de Trump declarando que as tarifas começariam em 15% representou a mais recente reviravolta em seus esforços para impor tarifas a quase todos os parceiros comerciais dos EUA e a mais recente indicação de que estava buscando impor de forma mais agressiva as taxas sobre as exportações de países fora do pequeno grupo que até agora conseguiu negociar acordos comerciais com Washington.

No início do mês, Trump disse que mais de 150 países receberiam uma carta com uma tarifa de “provavelmente 10% ou 15%, ainda não decidimos.” O secretário de Comércio, Howard Lutnick, disse à CBS News no domingo que países pequenos, incluindo “os países da América Latina, os países do Caribe, muitos países da África”, teriam uma tarifa básica de 10%.

E no primeiro anúncio dessas tarifas, feito em abril, Trump revelou uma tarifa universal de 10% para quase todos os países.

Embora o presidente americano e seus assessores inicialmente tenham demonstrado esperança em fechar vários acordos, o presidente tem promovido as próprias cartas tarifárias como “acordos” e sugerido que não está interessado em negociações de ida e volta. Ainda assim, deixou aberta a possibilidade de que os países façam tratados que possam reduzir essas taxas.

Na terça-feira, Trump anunciou que estava reduzindo a tarifa de 25% imposta ao Japão para 15% em troca da remoção de restrições a alguns produtos americanos, além do apoio a um fundo de investimento de US$ 550 bilhões.

Outros países, incluindo Coreia do Sul, Índia e membros da União Europeia, ainda estão tentando chegar a um acordo antes que as tarifas mais altas entrem em vigor.

Nesta quarta-feira, Trump disse que teria “uma tarifa muito, muito simples para alguns países”, porque há tantas nações que “você não pode negociar acordos com todas.” Ele afirmou que as tratativas com a União Europeia estavam “sérias.”

“Se eles concordarem em abrir o bloco para as empresas americanas, então permitiremos que paguem uma tarifa mais baixa,” disse Trump.

Fonte: G1

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Mundo

Show final de Ozzy ‘cobrou o preço’ e piorou sua saúde, diz jornal

por Redação 23 de julho de 2025

Em uma reportagem publicada nesta quarta-feira (23), o jornal britânico The Sun revelou que o cantor Ozzy Osbourne teve uma piora grande no quadro de saúde após a última apresentação que fez, no show de despedida do Black Sabbath.

De acordo com o veículo, o show ‘cobrou o preço’, já que a doença de Parkinson avançou e fez ele não conseguir ficar mais de pé.

Apesar da piora, conhecidos de Ozzy contam ao jornal que ele não se arrependeu em momento algum de ter feito a apresentação. Na realidade estava ‘imensamente orgulhoso’.

Essa questão, inclusive, foi explicitada pelo cantor no palco ao falar que tinha sido a ‘melhor coisa que ele já tinha feito’, algo na qual repetiu com exaustão nos seus círculos internos antes da morte.

A cidade natal de Ozzy Osbourne, Birmingham, no Reino Unido, está se mobilizando para realizar mais homenagens ao cantor ícone do heavy metal que morreu nessa terça-feira (22) aos 76 anos.

Diversas petições foram criadas e algumas são analisadas pelo poder municipal, de acordo com o jornal Birmingham Mail. Entre as principais estão a criação de uma estátua para o músico ou a mudança do nome do Aeroporto de Birmingham para Aeroporto Ozzy Osbourne (seguindo a ideia do Aeroporto John Lennon, em Liverpool).

Há ainda pedidos oficiais de que o governo local faça o funeral de Ozzy como um funeral de estado.

Em meio a isso, fãs realizam homenagens pela cidade, como na ponte Black Sabbath, que leva o nome do grupo na qual Ozzy criou, além de uma estátua de touro que leva como apelido o nome do cantor.

Além disso, fãs de metal também pediram que o festival inglês do gênero Download Festival também mudasse de nome em homenagem ao ‘príncipe das trevas’, como era apelidado.

Ainda não foram divulgados os detalhes sobre o velório e o enterro do cantor. A morte dele foi anunciada por familiares, em um comunicado publicado na internet. A causa não foi informada, mas o texto menciona que ele morreu “cercado de amor”.

A saúde de Ozzy estava fragilizada por problemas como o mal de Parkinson, cujo diagnóstico foi revelado ao público em 2020. Conhecido como o “príncipe das trevas”, ele morreu 17 dias depois de fazer um show de despedida da carreira.

A apresentação ocorreu em 5 de julho em um estádio lotado em Birmingham, cidade natal do roqueiro, na Inglaterra – e contou com a participação de rock mundial, como o vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, e bandas como Metallica, Guns’n’roses e Slayer.

O festival se tornou o show beneficente de maior arrecadação da história, ultrapassando a marca de US$ 200 milhões .

Ozzy foi o líder da banda Black Sabbath, que tem o primeiro disco, de 1970, como marco fundador do heavy metal.

Fonte: CBN

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Mundo

Trump diz que os EUA fecharam um acordo ‘gigantesco’ com o Japão: ‘Talvez o maior já feito’

por Redação 23 de julho de 2025

O presidente Donald Trump afirmou nesta terça-feira (22) que os Estados Unidos fecharam um acordo comercial “gigantesco” com o Japão. Segundo o republicano, o acerto prevê investimentos de US$ 550 bilhões e “tarifas recíprocas” de 15% — abaixo dos 25% anunciados por ele no início do mês.

“O acordo criará centenas de milhares de empregos — nunca houve nada parecido”, acrescentou.

Segundo Trump, o país asiático abrirá seu mercado para itens dos EUA, com potencial para aumentar a exportação de produtores americanos de carros, caminhões, arroz e outros produtos — aspecto que, para o republicano, “talvez seja o mais importante”.

A postagem de Trump não mencionou a redução das tarifas sobre os automóveis japoneses, que representam mais de um quarto das exportações do Japão para os EUA — e estão sujeitos a uma tarifa de 25%.

No entanto, a emissora pública japonesa NHK informou que os dois países concordaram em estabelecer a taxa sobre automóveis também em 15%.

O anúncio de Trump veio após uma reunião, nesta terça-feira, com o principal negociador tarifário do Japão, Ryosei Akazawa, na Casa Branca, relatou o jornal japonês Asahi.

A publicação também informou que Akazawa se encontrou com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, e com o secretário do Tesouro, Scott Bessent.

A notícia foi recebida com entusiasmo pelos investidores. Os contratos futuros do índice Nikkei, principal indicador da bolsa de valores de Tóquio, registraram alta de quase 2% no início das negociações.

As cartas e os acordos de Trump
Esse é o terceiro acordo anunciado por Trump desde que ele começou a enviar cartas a líderes de países com os quais os EUA têm relações comerciais. O primeiro acordo foi com a Indonésia.

As cartas estipulam tarifas entre 25% e 50% sobre produtos importados de cada país, com aplicação prevista para 1º de agosto, caso não seja firmado um acordo com os EUA.

Até o momento, foram enviadas 25 notificações, sendo o Brasil o país com a maior tarifa. As mais recentes foram encaminhadas no sábado (12) ao México e à União Europeia (UE), ambos com taxas de 30%. (veja a lista abaixo)

Em evento na Casa Branca, Trump afirmou nesta terça-feira à noite que anunciará um acordo comercial com a UE nesta quarta-feira (23) e que outros acordos serão feitos em breve.

Desde o anúncio do tarifaço por Trump, em abril, Washington firmou acordos apenas com o Reino Unido e o Vietnã, além de ter concordado com a China em reduzir temporariamente as tarifas “recíprocas”. Esses países, portanto, não foram notificados.

Veja a lista completa de países que receberam as cartas de Trump:

  1. Brasil: 50%
  2. Laos: 40%
  3. Myanmar: 40%
  4. Camboja: 36%
  5. Tailândia: 36%
  6. Bangladesh: 35%
  7. Canadá: 35%
  8. Sérvia: 35%
  9. Indonésia: 32%
  10. África do Sul: 30%
  11. Argélia: 30%
  12. Bósnia e Herzegovina: 30%
  13. Iraque: 30%
  14. Líbia: 30%
  15. México: 30%
  16. Sri Lanka: 30%
  17. União Europeia: 30%
  18. Brunei: 25%
  19. Cazaquistão: 25%
  20. Coreia do Sul: 25%
  21. Japão: 25%
  22. Malásia: 25%
  23. Moldávia: 25%
  24. Tunísia: 25%
  25. Filipinas: 20%

Fonte: G1

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Mundo

Visitante come banana de obra de arte avaliada em US$ 6 milhões em museu na França

por Redação 23 de julho de 2025

Um visitante comeu uma banana que fazia parte de uma obra de arte avaliada em US$ 6,2 milhões que estava exposta no museu Pompidou, em Metz, na França. O caso aconteceu no sábado (12) e foi divulgado na última sexta-feira (19) pelo museu.

A banana presa com uma fita na parede é uma obra do artista italiano Maurizio Cattelan, chamada de “Comedian” (Comediante, em inglês). Ela foi comprada, em 2024, por US$ 6,2 milhões em Nova York (EUA).

Segundo o museu, depois do ataque do visitante faminto, “a equipe de segurança interveio rápida e calmamente” e a obra foi “reinstalada em minutos”.

Ao saber do incidente, Cattelan disse que ficou decepcionado porque a pessoa não comeu também a casca e a fita. Segundo ele, a pessoa “confundiu a fruta com a obra de arte”.

“Em vez de comer a banana com casca e fita adesiva, o visitante simplesmente consumiu a fruta”, disse.

Obra é polêmica desde a estreia e já foi ‘comida’ outras vezes

A criação comestível de Cattelan gerou polêmica desde sua estreia na exposição Art Basel de 2019, em Miami, nos Estados Unidos. Segundo o artista, ela é uma crítica ao mercado da arte, que é especulativo e não ajuda os artistas.

Inicialmente, “Comedian” foi colocada à venda por US$ 120.000, o que o New York Post considerou uma prova de que o mercado estava “à flor da pele” e que o mundo da arte estava “louco”.

Também em 2019, quando valia US$ 1 milhão, “Comedian” foi comida pelo artista performático David Datuna. Ele disse que ficou com “fome” ao inspecioná-la no show de Miami.

A obra também já foi saboreada por Justin Sun, empresário e fundador da plataforma de criptomoedas Tron. Ele comeu a banana em frente às câmeras, em 2024, depois de comprar a obra por US$ 6,2 milhões (ou R$ 35,8 milhões). Veja na foto acima.

Além de seu trabalho com bananas, Cattelan também é conhecido por produzir um vaso sanitário de ouro de 18 quilates totalmente funcional chamado “América”. A obra foi oferecida a Donald Trump durante seu primeiro mandato na Casa Branca.

Em março deste ano, dois homens foram presos por roubarem a obra em 2020. Na época, ela fazia parte de uma exposição inglesa do Palácio de Blenheim, onde nasceu Winston Churchill. A obra foi dividida em partes e nenhum ouro foi recuperado.

Fonte: G1

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Mundo

Terreno multimilionário de Mark Zuckerberg no Havaí invade cemitério familiar

por Redação 22 de julho de 2025

O empresário estadunidense Mark Zuckerberg, diretor executivo do grupo Meta, começou a comprar terrenos em Kauai, a menor das quatro ilhas que formam o Havaí, em 2014. Hoje, o chamado rancho Ko’Olau contém duas mansões, academia, quadra de tênis, um conjunto de casas na árvore e um bunker subterrâneo com portas resistentes a explosões.

Em janeiro, o próprio bilionário anunciou que começou a criar gado de corte na propriedade, projeto ao qual vinha se dedicando ao menos desde o começo do ano passado. “Meu objetivo é criar uma das carnes de maior qualidade no mundo. Os animais são das raças wagyu e angus e vão crescer comendo refeições baseadas em macadâmia e bebendo cerveja, ingrediente colhidos e produzidos aqui no rancho”, disse em publicação nas redes sociais.

Mas a propriedade também contém outro item mais delicado: o cemitério de pessoas que moram na região desde antes da chegada do empresário. Segundo apuração da revista Wired, ao menos a bisavó e o irmão de Julian Ako, natural da região e membro do Oahu Island Burial Council, conselho formado pelo governo do estado responsável por preservar áreas de sepultamento, estão enterrados em terras próximas da praia Pilaa, hoje parte do complexo de Zuckerberg.

Ako acredita que outros restos mortais de sua família também estejam no local após uma investigação conduzida pelo Departamento de Terras e Recursos Naturais dos Estados Unidos citar a “probabilidade (baseada em depoimentos orais) de sepulcros adicionais”, de acordo com documento obtido pela revista, cuja reportagem foi ao ar nesta segunda-feira (21).

O cemitério familiar é reconhecido pelos proprietários desde 2015. Visitas aos túmulos são realizadas sob supervisão de funcionários da propriedade, mas a confidencialidade do projeto pode minar esforços em identificar outros restos mortais. “Se todos os trabalhadores assinaram acordos de confidencialidade, então basicamente juraram silêncio”, diz Ako à Wired. “Se eles descobrirem ossadas, será um desafio vir a público, porque aí estarão colocando seus empregos em risco.”

A revista aponta ainda que a propriedade vem se expandindo. Através de novas aquisições este ano, o tamanho das terras sob o nome de Zuckerberg em Kauai cresceu de 5,6 para mais de 9,3 km² – o que o torna um dos maiores donos de terras do estado. Parte dessa nova área irá servir de hospedagens para familiares, amigos e funcionários em visita.

Outro grande proprietário de terras havaianas é o também bilionário tech Larry Ellison, ex-diretor da Oracle que vem desenvolvendo um resort de luxo na ilha de Lanai desde um investimento de US$ 300 milhões realizado em 2012.

Fonte: gq

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Trump ameaça time de futebol da NFL e exige a volta de nome considerado racista por grupos indígenas

por Redação 22 de julho de 2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou interferir na construção de um novo estádio de futebol americano em Washington, D.C., caso o time da NFL atualmente conhecido como Washington Commanders não volte a adotar o nome “Redskins”.

O nome antigo foi abandonado em 2020, após décadas de críticas por ser considerado uma ofensa racial a povos indígenas.

No passado, Trump já havia defendido publicamente o retorno do nome Redskins. Mas, no domingo (21), ele sugeriu que poderia tomar medidas concretas contra o acordo para o estádio.

Alguns torcedores defendem o nome Redskins por tradição. Mas o termo é rejeitado por organizações indígenas como o Congresso Nacional dos Índios Americanos, a Associação de Assuntos Indígenas Americanos e a Cultural Survival.

A Native American Guardians Association é uma das poucas entidades que ainda apoiam o nome. Segundo o grupo, o uso respeitoso de nomes e imagens indígenas deve ser mantido no esporte, na educação e na vida pública.

O Commanders deixou Washington em 1997 e passou a jogar no subúrbio de Landover, a menos de 20 km da capital americana. Neste ano, porém, a equipe chegou a um acordo com o governo do Distrito de Columbia para retornar à cidade, com um novo estádio previsto para 2030.

Trump tem pouca margem legal para intervir diretamente, mas disse em fevereiro que os EUA deveriam “assumir Washington, D.C.” — uma referência à supervisão federal sobre o distrito, que tem autonomia limitada.

Pressão em Cleveland

Trump aproveitou a postagem sobre o time de Washington, D.C., para criticar também o Cleveland Guardians. No passado, a equipe se chamava “Indians”.

Assim como o Commanders, os Guardians abandonaram o nome anterior para evitar estereótipos considerados racistas.

O presidente criticou a decisão e afirmou que o a troca era “injusta”.

“O dono do time de beisebol de Cleveland, Matt Dolan, que é muito político, perdeu três eleições seguidas por causa dessa mudança de nome ridícula. O que ele não entende é que, se mudasse o nome de volta para Cleveland Indians, talvez até ganhasse uma eleição”, escreveu.

O tratamento dado à população indígena após a chegada dos colonizadores europeus aos Estados Unidos segue em debate. Parte dos historiadores classifica o episódio como genocídio. Outros usam o termo “limpeza étnica”.

Fonte: G1

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Presos em Miami, imigrantes foram obrigados a se ajoelhar para comer ‘como cachorros’, revela relatório

por Redação 22 de julho de 2025

“Às 19h, finalmente nos deram o almoço. Estávamos algemados, de modo que não podíamos alcançar os pratos com as mãos. Tivemos, então, de colocar os pratos nas cadeiras e depois nos abaixar para comer com a boca, como cachorros. Tínhamos de comer como animais”. Este é o relato de Pedro, imigrante detido em uma prisão de Miami, que faz parte de um relatório divulgado nesta segunda-feira pelas organizações Human Rights Watch, Americans for Immigrant Justice e Sanctuary of the South. O documento denuncia abusos em três instalações na Flórida: o Krome North Service Processing Center (Krome), o Broward Transitional Center (BTC) e o Federal Detention Center (FDC).

O episódio no centro de detenção federal de Miami é um de uma série de supostos abusos nas prisões administradas pela Agência de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês) desde janeiro — quando Trump retornou à Casa Branca, prometendo deportar milhões de imigrantes em situação irregular —, relatados pelas organizações de direitos humanos a partir de entrevistas com detentos.

No relatório, que alerta para casos “potencialmente mortais”, os testemunhos relatam abusos físicos, assédio verbal e tratamento degradante. “Eles foram deixados na sala por horas”, afirma o documento.

Pedro e outro imigrante chamado Chauhan descrevem uma transferência em abril, quando foram detidos junto com dezenas de homens e colocados em uma cela durante a madrugada, “com os pés algemados e as mãos amarradas atrás das costas”.

“Eram as 17h e ninguém havia almoçado. Alguns nem tomaram café da manhã. Podíamos ver a comida através das grades da nossa cela em um carrinho. A comida estava à nossa frente, mas os guardas se recusaram a nos dar”, contou Chauhan à HRW.

Tratamento degradante por parte dos guardas é comum nas três prisões, afirmam os grupos. No Krome, no oeste de Miami , detentas eram obrigadas a usar banheiros à vista dos homens e não tinham acesso a cuidados adequados ao seu gênero, chuveiros ou alimentação.

Em geral, os detidos denunciam “revistas invasivas injustificadas, comportamento humilhante por parte dos oficiais e transferências punitivas”, segundo o texto de quase 100 páginas.

“Este tratamento não só pode causar um dano psicológico duradouro, mas também viola os padrões internacionais de direitos humanos e as próprias pautas de detenção do ICE”, denunciam as organizações.

Prisões superlotadas
A prisão estava tão além da capacidade, relataram alguns detentos, que eles foram mantidos por mais de 24 horas em um ônibus no estacionamento. Homens e mulheres eram confinados juntos e liberados apenas quando precisavam usar o banheiro, que rapidamente entupia, de acordo com o jornal britânico Guardian.

“O ônibus ficou nojento. Era o tipo de banheiro que normalmente as pessoas só urinam, mas como ficamos tanto tempo no ônibus e não nos deixaram sair, outros chegaram a defecar”, disse um homem. “Por causa disso, o ônibus inteiro cheirava fortemente a fezes.”

Quando o grupo foi finalmente admitido na unidade, eles disseram que muitos passaram até 12 dias amontoados em uma sala gelada, sem roupas de cama e dormindo no chão de concreto. Ainda de acordo com o relatório, havia tão pouco espaço em Krome, além de tantos detidos, que todos os quartos disponíveis eram usados para acomodar os recém-chegados.

“Quando saí, quase todas as salas de visita estavam lotadas. Algumas estavam tão cheias que os homens nem conseguiam sentar, todos tinham que ficar de pé”, disse Andrea, uma detenta.

Negligência médica
No Broward, onde uma mulher haitiana de 44 anos, Marie Ange Blaise, morreu em abril, os detidos disseram que rotineiramente lhes era negado atendimento médico ou psicológico adequado. Alguns, inclusive, sofreram atrasos no tratamento de ferimentos e condições crônicas, além de respostas indiferentes ou hostis da equipe.

Em um suposto incidente ocorrido em abril, funcionários desligaram uma câmera de vigilância e uma “equipe de controle de distúrbios” violentou detentos que protestavam contra a falta de atendimento médico a um deles que tossia sangue.

De acordo com o documento, pelo menos duas mortes podem estar relacionadas à negligência médica.

“Estes não são incidentes isolados, mas o resultado de um sistema de detenção fundamentalmente falho e repleto de abusos graves”, considerou Belkis Wille, executiva da HRW, em um comunicado.

Todas as três instalações estavam extremamente superlotadas, disseram os ex-detentos, um fator que contribuiu para a decisão da Flórida de construir rapidamente a controversa prisão “Alligator Alcatraz”, destinada a abrigar até 5 mil imigrantes em situação irregular, que aguardam deportação.

— A escalada anti-imigração e as táticas de fiscalização do governo Trump estão aterrorizando as comunidades e separando as famílias, o que é especialmente cruel no estado da Flórida, que prospera por causa de suas comunidades de imigrantes — disse Katie Blankenship, advogada de imigração e cofundadora da Sanctuary of the South, ao Guardian. — A abordagem rápida, caótica e cruel de prender e encarcerar pessoas é literalmente mortal e está causando uma crise de direitos humanos que afetará todo o país nos próximos anos.

O número de pessoas mantidas em centros de detenção por imigração irregular em todo o país era em média 56.400 ao longo de junho, com quase 72% sem antecedentes criminais, de acordo com o relatório. A média durante todo o ano de 2024 foi de 37.500, segundo a HRW.

Procurado pelo Guardian e pela AFP, o ICE ainda não se manifestou sobre os episódios.

Fonte: OGLOBO

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Piloto desligou o motor errado antes de avião bater e matar 179 em desastre aéreo na Coreia do Sul, diz agência

por Redação 21 de julho de 2025

Uma investigação sobre o acidente do voo Jeju Air 2216, conduzido pela Coreia do Sul, tem “evidências claras” de que os pilotos desligaram o motor errado após uma colisão com pássaros pouco antes do pouso.

A informação é da agência Reuters, com base em uma fonte que tem conhecimento da investigação, cujo nome não foi revelado. O acidente ocorreu em 29 de dezembro de 2024 e deixou 179 mortos — dois ocupantes da aeronave foram resgatados com vida.

A fonte da Reuters disse que as evidências, incluindo o gravador de voz da cabine, dados de computador e um interruptor do motor encontrado em maio aos destroços, mostraram que os pilotos desligaram o motor esquerdo em vez do direito ao tomar medidas de emergência após uma colisão com pássaros, pouco antes do pouso programado.

O motor esquerdo, porém, estava menos danificado que o direito, que permaneceu ligado.

Uma fonte do governo disse que exames dos motores recuperados do avião revelaram que não havia defeitos antes da colisão e da queda.

A queda do jato Boeing 737-800 no Aeroporto de Muan foi o desastre aéreo mais mortal em solo sul-coreano em todos os tempos.

Veículos de comunicação sul-coreanos, incluindo MBN e Yonhap, noticiaram essa informação no sábado e domingo (19 e 20).

O Conselho de Investigação de Acidentes de Aviação e Ferrovias da Coreia do Sul (ARAIB), que lidera a investigação, não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

A Boeing encaminhou perguntas sobre o acidente para a ARAIB. A fabricante de motores de aeronaves CFM International não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

A Jeju Air afirmou estar cooperando ativamente com a investigação da ARAIB e aguardando o anúncio oficial dos resultados.

A maioria dos acidentes aéreos é causada por múltiplos fatores e, segundo as regras internacionais, um relatório final é esperado dentro de um ano após o acidente.

Um relatório preliminar divulgado em janeiro afirmou que restos de patos foram encontrados em ambos os motores do avião da Jeju Air após o voo proveniente de Bangkok cair no Aeroporto de Muan, mas não forneceu detalhes sobre a extensão dos danos encontrados em cada motor.

Famílias vetam publicação de relatório
O órgão de investigação da Coreia do Sul cancelou no sábado a divulgação planejada para a mídia de uma atualização sobre o que se sabe até o momento sobre os motores.

As famílias das vítimas do acidente foram informadas sobre o relatório antes de sua divulgação planejada, mas se opuseram à sua publicação, alegando que ele parecia atribuir a culpa aos pilotos sem explorar outros fatores contribuintes, disseram os advogados que representam as famílias.

O voo da Jeju Air ultrapassou a pista do Aeroporto de Muan ao fazer um pouso de emergência de barriga e colidir com um muro que separava a pista de um local que abrigava equipamentos de navegação, causando um incêndio e uma explosão parcial.

Representantes das famílias das vítimas e do sindicato dos pilotos da Jeju Air afirmaram no fim de semana que a investigação também precisa se concentrar no aterro, que, segundo especialistas em aviação, provavelmente contribuiu para o alto número de mortos.

O sindicato dos pilotos da Jeju Air afirmou que a ARAIB estava “enganando o público” ao sugerir que não havia problema com o motor esquerdo, visto que vestígios de restos de pássaros foram encontrados em ambos os motores.

‘Bodes expiatórios’
O sindicato acusou a ARAIB de tentar transformar os pilotos em “bodes expiatórios” ao não apresentar evidências científicas e tecnológicas de que o avião poderia ter pousado em segurança apenas com o motor esquerdo ligado.

Acidentes aéreos são incidentes complexos que ocorrem devido a uma série de fatores contribuintes, e os investigadores não apresentaram evidências até o momento para sustentar a insinuação de que o acidente foi resultado de erro do piloto, afirmou o sindicato.

Os investigadores estão até o momento “em silêncio sobre a responsabilidade organizacional”, afirmou o sindicato.

Uma entidade que representa as famílias enlutadas afirmou em um comunicado que havia algumas frases relacionadas à causa do acidente no comunicado à imprensa planejado que poderiam ser interpretadas como se uma conclusão final tivesse sido alcançada, e que todos os fatos relacionados ao incidente devem ser esclarecidos.

Fonte: G1

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Mundo

Sister Hong: chinês finge ser mulher, grava encontros com homens e caso viraliza nas redes

por Redação 18 de julho de 2025

A história de Sister Hong, um chinês que se vestia de mulher para ter encontros sexuais com homens, está dando o que falar nas redes sociais.

Após viralizar na China e em Taiwan, o caso ganhou repercussão mundial após a prisão do suspeito, que teve sua identidade confirmada pela polícia de Nanquim, cidade onde ocorreu o crime: Jiao, de 38 anos.

Em comunicado oficial divulgado pela imprensa chinesa no dia 8 de julho, o Departamento de Segurança Pública afirma que prendeu Jiao no dia 5 de julho e falou sobre os rumores que vinham sendo espalhados virtualmente.

Apesar de não confirmar os números que vinham sendo falados nas redes – de 1.691 homens gravados -, a polícia diz que as apurações preliminares apontam que realmente houve centenas de vítimas.

Boatos de que o chinês seria portador do vírus HIV e que 11 homens foram infectados pela AIDS também foram desmentidos pelas autoridades.

Jiao se apresentava como uma mulher divorciada à procura de relacionamento em um aplicativo de relacionamento. Usava perucas, maquiagem, filtros de beleza e até software de modulação de voz para se passar por mulher.

Após conversar com as vítimas, os atraía para seu apartamento para encontros íntimos pedindo apenas presentes simples, como leite, frutas e óleo, sem pagamento em dinheiro.

Com o vazamento dos vídeos, muitos homens começaram a ser expostos, levando à identificação pública de participantes, rompimentos de relacionamentos e até linchamentos virtuais.

Uma extensa montagem com centenas de rostos passou a circular, e namoradas ou esposas de alguns deles criaram uma nova tendência: mostraram, em vídeos gravados ou transmissões ao vivo, a reação dos identificados ao serem confrontados com a imagem.

Os vídeos, gravados sem o consentimento dos homens, eram vendidos por cerca de 150 yuan – aproximadamente R$ 116 – em grupos privados online.

De acordo com um jurista ouvido pela imprensa chinesa, Jiao pode ser acusado de pelo menos sete crimes graves.

O crime pelo qual o chinês foi detido inicialmente – divulgação de material obsceno – pode render uma condenação de até 10 anos, dependendo da quantidade de imagens e do lucro obtido com elas. Se os presentes recebidos por ele forem considerados pagamento, ele pode ser denunciado por prostituição.

Fonte: G1

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Caso Lamine Yamal: o que dizem brasileiros com nanismo sobre a contratação para ‘animar festas’

por Redação 18 de julho de 2025

Lamine Yamal, jogador do Barcelona, se tornou centro de uma polêmica nesta semana, após contratar pessoas com nanismo como animadoras em uma festa de aniversário. Os profissionais contratados serviram bebidas, dançaram e realizaram truques de mágica.

Yamal chegou a ser denunciado pela Associação de Pessoas com Acondroplasia e Outras Displasias com Nanismo (ADEE), da Espanha – sob a acusação de isso “perpetua estereótipos, alimenta a discriminação e prejudica a imagem e os direitos das pessoas com nanismo”.

A denúncia se baseia em uma lei espanhola que proíbe espetáculos que “desonram” pessoas com deficiência. O Ministério Público espanhol vai investigar o caso. Já um dos animadores da festa disse que não se sentiu desrespeitado. “Somos pessoas normais que fazem o que querem fazer de forma absolutamente legal”, declarou.

O caso traz à tona uma discussão sobre uma prática bem comum no Brasil.

‘É válido investigar’, diz atriz
A atriz Juliana Caldas considera que o trabalho pode ser realizado com respeito, mas a investigação é válida. “Eu não posso julgar uma pessoa com nanismo que aceita esse tipo de trabalho. E se foi um trabalho de servir bebidas, fazer truque de mágicas, essas coisas, se foi um trabalho realizado e com respeito, ok. Eu não veria problema nenhum”.

“Mas tem esse tipo de trabalho estereotipado, que a gente sabe que existe. Eu acho muito válido, sim, entrar com a denúncia do caso [Yamal] para dar uma investigada”.

Para ela, o capacitismo ainda é um assunto pouco debatido – e compreendido – na sociedade.

Para humorista, ‘já era para ter mudado’
“Não se trata tanto da pessoa com nanismo que está ganhando seu dinheiro dessa forma, servindo de ‘entretenimento’ para outras pessoas. Eu acho que a grande questão está no pensamento da sociedade sobre isso”, diz o ator e humorista Gigante Leo.

Leo diz que não há consenso entre associações que representam pessoas com nanismo — mas que ele, pessoalmente, não se sente confortável com esse tipo de entretenimento.

“Eu já tive propostas de fazer trabalhos, ser um ajudante de palco que seria esse tipo de papel – que tá ali para ser jocoso, para ser o bobo da corte. Eu não me sinto confortável, pessoalmente, em fazer esse tipo de trabalho”.

“Acho que tem milhões de outras possibilidades de se fazer humor, entretenimento sem precisar passar por esse estereótipo, esse clichê que é muito fácil e que a sociedade já tá acostumada”, reforça.

Sambista recomenda regulamentar
Para a sambista Viviane de Assis, que é passista da Viradouro, a contratação em si não é um incômodo “desde que a pessoa não seja ridicularizada”. Ela diz que ela mesma já trabalhou dessa forma.

“Coqueleteiros, que colocam a bebida na boca da pessoa, balançam a cabeça, dançam… tá tudo bem. Eu não vejo ridicularização nisso, até porque eu já trabalhei assim”.

Mas Viviane ressalta que muitas vezes é preciso ter um limite, um regulamento no contrato – o que ela mesma já aplicou em vários eventos em que participou.

Fonte: G1

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