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37 horas no ar e uma cabine apertada: Ataque ao Irã foi experiência inédita para pilotos dos EUA, mesmo com anos de treino

por Redação 25 de junho de 2025

Nos anos anteriores à missão de 37 horas para atacar a instalação nuclear iraniana em Fordow, os pilotos da Força Aérea dos EUA passaram pelo menos 24 horas seguidas em um simulador de voo de bombardeiro B-2, que é uma réplica de sua cabine. Nos dias ou semanas que antecederam a missão, eles provavelmente realizaram simulações de ataques em um alvo feito para parecer um local fortemente fortificado enterrado nas profundezas de uma montanha. Quase tudo na missão, realizada a partir da Base Aérea de Whiteman, no Missouri, seria parecido, com apenas algumas grandes diferenças, disse o tenente-general aposentado Steven Basham, que pilotou o avião em missões de treinamento e combate por nove anos.

Na missão real, realizada nas primeiras horas da manhã de domingo no Irã, os pilotos “sentiam o barulho” das portas do compartimento de armas se abrindo, mudando brevemente o formato do avião furtivo e potencialmente expondo-o ao radar inimigo.

Os B-2s que atacaram Fordow carregavam, cada um, duas bombas fura-bunkers maciças projetadas para desativar o alvo profundamente enterrado. Quando as equipes de dois homens liberaram sua carga, pesando um total de 27 toneladas, seus B-2s provavelmente subiram rapidamente, disse o general Basham.

Para os pilotos, foi quase certamente uma sensação nova.

Outros bombardeiros do arsenal americano, como o B-1 e o B-52, desempenharam papéis importantes nas guerras do Iraque e do Afeganistão, lançando enormes quantidades de bombas em apoio às tropas terrestres. Mas o B-2 — o avião mais caro da história, custando US$ 2,2 bilhões por exemplar — desempenhou um papel muito mais especializado.

Para alguns dos pilotos, a missão de domingo foi possivelmente a primeira vez que voaram o B-2 em combate e lançaram bombas. Os ataques também marcaram o primeiro uso das bombas destruidoras de bunkers GBU-57 em combate.

Nas horas seguintes ao ataque, autoridades militares e de inteligência dos EUA ainda estavam avaliando os danos tanto no local em Fordow, quanto na psique da liderança iraniana.

— Nossa esperança é que a lição que os iranianos aprenderam aqui seja: vejam só, podemos lançar uma bomba destruidora de bunkers do Missouri até o Irã completamente sem ser detectada, sem pousar uma vez no solo, e podemos destruir qualquer capacidade nuclear que vocês construírem — disse o vice-presidente JD Vance à Fox News em uma entrevista na segunda-feira. — Acho que essa lição é o que vai ensiná-los a não reconstruir sua capacidade nuclear.

As primeiras missões de mais de 30 horas do B-2 ocorreram durante a guerra do Kosovo em 1999. Na época, a ideia de voar em uma missão de combate e voltar para casa a tempo de buscar as crianças no treino de futebol ainda era novidade e um tanto surreal para quem pilotava.

— É meio estranho se vestir no seu próprio banheiro e depois entrar em combate — disse um piloto de B-2 ao The Wall Street Journal nos primeiros dias da guerra do Kosovo.

Desde então, pilotos de B-2 realizaram missões de combate no Iraque, Afeganistão e Líbia. Os bombardeiros B-2, construídos para transportar armas nucleares, realizam regularmente missões de dissuasão na Europa e na Ásia a partir de sua base no Missouri.

Os últimos 25 anos ensinaram à Força Aérea e aos seus pilotos muito sobre como voar em missões longas. Hoje, médicos e fisiologistas da Base Aérea de Whiteman são especialistas em ajudar pilotos de B-2 a preparar seus corpos para longos períodos na cabine.

Se forem avisados ​​com antecedência suficiente, os pilotos tentarão ajustar seus horários de sono para que seus relógios biológicos estejam sincronizados com sua missão.

Cada B-2 é pilotado por uma tripulação de duas pessoas. A pequena cabine tem espaço para um banheiro e um espaço atrás dos assentos, onde o piloto pode se esticar em uma cama dobrável ou colchonete e tirar uma breve soneca. Ambos os pilotos devem permanecer em seus assentos durante a decolagem, o pouso, os reabastecimentos em voo e durante todo o tempo em que estiverem sobrevoando território inimigo.

Os aviões também são equipados com pequenos aquecedores para aquecer alimentos, mas muitos pilotos de B-2 preferem refeições simples, como sanduíches, em missões longas.

— Você aprende a beber muita água — disse Basham, que voou em missões de combate no Kosovo.

As missões provavelmente se desenrolaram de forma semelhante às missões que os pilotos de B-2 realizaram em guerras anteriores. Nessas missões anteriores, no Kosovo e no Iraque, os pilotos avistaram canhões antiaéreos e mísseis no céu abaixo deles. Desta vez, autoridades do Pentágono disseram que os iranianos não dispararam contra os B-2 ou os caças de escolta F-35.

Nos conflitos anteriores, os pilotos de B-2 lançavam, no máximo, bombas guiadas de precisão de 900 kg. Desta vez, cada B-2 lançou duas munições de 13.600 kg sobre o alvo.

Basham não pôde deixar de se perguntar como seria se livrar de todo esse peso.

— Será interessante ouvir os pilotos — disse ele.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Família de Juliana Marins anuncia que iniciará batalha judicial por negligência em resgate: ‘É o que ela merece!’

por Redação 25 de junho de 2025

A tragédia de Juliana Marins, a alpinista brasileira que morreu na Indonésia, terá novos capítulos após o resgate do corpo dela no vulcão Rinjani. A família da niteroiense anunciou, através do Instagram @resgatejulianamarins, que sua morte foi por negligência e que continuarão a lutar pela jovem.

Ela foi encontrada na manhã da última terça (24) sem vida, a 600m de onde caiu enquanto fazia uma trilha com destino ao cume da montanha. Desde quando foi vista com vida em imagens capturadas por um drone de turistas no último domingo (22) após a queda no sábado (21), a saga do resgate começou, com muitos esforços por parte da irmã de Juliana, Mariana, que criou a conta no Instagram para unir informações e deu entrevistas em busca de socorro.

O resgate demorou 4 dias para ser realizado e a publicitária, infelizmente, foi encontrada já sem vida.

Agora, a família fez um comunicado nas redes sociais anunciando que não acaba aqui a batalha e que seguirão em busca de Justiça pelo ocorrido: “Juliana sofreu uma grande negligência por parte da equipe de resgate. Se a equipe tivesse chegado até ela dentro do prazo estimado de 7h, Juliana ainda estaria viva. Juliana merecia muito mais! Agora nós vamos atrás de justiça por ela, porque é o que ela merece! Não desistam de Juliana!”.

Remoção do corpo ainda vai demorar 8h
A retirada do corpo de Juliana Marins do Parque Nacional da Indonésia ainda deve demorar mais 8h, revelou a família da brasileira em uma publicação nas redes sociais.

No perfil utilizado para dar notícia aos seguidores, eles informaram que o corpo já foi içado, mas agora seguirá o trajeto até a entrada do local, o que deve demorar mais 8h.

“Às 14h45 aproximadamente (horário local), a equipe de rapel conseguiu terminar o içamento da maca até o todo. Às 15h começou o deslocamento da maca com Juliana até a entrada do parque. Perspectiva de duração do trajeto: 8h”.

Fonte: revistamarieclaire

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Visto de Estudante

Embaixada dos EUA diz que vai monitorar redes sociais de quem pedir visto de estudante

por Redação 25 de junho de 2025

A embaixada dos Estados Unidos no Brasil divulgou um comunicado nesta quarta-feira (25) no qual informou que o governo americano vai monitorar as redes sociais de quem solicitar visto para entrar no país na condição de estudante.

O comunicado foi divulgado em um contexto em que o governo do presidente Donald Trump tem anunciado medidas mais rígidas para entrada de estrangeiros no país, uma promessa de campanha.

Segundo a embaixada, as autoridades americanas farão uma verificação “abrangente e minuciosa” do comportamento dos estudantes na internet.

?De acordo com a nota, a decisão vale para solicitantes dos seguintes tipos de visto:

✏️F: visto de estudante para aqueles que pretendem estudar em uma instituição acadêmica nos EUA, como universidades ou faculdades.
✏️M: visto de estudante para aqueles que pretendem estudar em uma instituição vocacional ou não acadêmica nos EUA.
✏️J: visto para participantes de programas de intercâmbio educacional e cultural aprovados pelo governo dos EUA, incluindo professores, pesquisadores, estagiários e outros.

Autorização suspensa
A medida foi anunciada pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos na semana passada, antes de ser formalizada pela embaixada nesta quarta.

Na ocasião, o governo Donald Trump informou que a revisão dos perfis nas plataformas foi incluída no processo como uma das medidas impostas para a retomada da concessão de vistos, suspensa desde o mês de maio.

Segundo o comunicado, a medida visa identificar conteúdos considerados hostis aos Estados Unidos, seu governo, cultura, instituições ou princípios fundadores.

Segundo a representação diplomática, os consulados americanos retomarão “em breve” o agendamento de entrevistas para visto de estudante.

Visto é ‘privilégio’
De acordo com a embaixada, o Departamento de Estado, órgão equivalente ao Ministério das Relações Exteriores, decidiu adotar a medida para “proteger” os Estados Unidos e os cidadãos americanos, mantendo o que chamam de “mais altos padrões de segurança nacional” no processo de concessão de vistos.

“Os EUA devem manter vigilância rigorosa durante o processo de emissão de vistos para garantir que os solicitantes não representam risco à segurança dos americanos e aos interesses nacionais”, completou a representação diplomática.

Segurança nacional
O texto divulgado pela embaixada americana afirma que a decisão sobre conceder o visto é “acima de tudo uma decisão de segurança nacional”.

“Todos os solicitantes devem comprovar de forma credível sua elegibilidade para o tipo de visto solicitado, incluindo a intenção de participar exclusivamente de atividades compatíveis com os termos de sua admissão”, diz a redação.

Fonte: G1

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Mundo

Turista que tentava fazer meme tropeça e rasga quadro de 300 anos em museu de Florença

por Redação 25 de junho de 2025

Uma visitante foi acusado de danificar um quadro pintado há mais de 300 anos enquanto tentava fazer um meme no museu de Florença, no último sábado (21).

A direção da galeria italiana relatou que o retrato do príncipe Ferdinando de Medici, pintado por Anton Domenico Gabbiani em 1712, foi rasgado quando o turista se desequilibrou ao andar de costas em direção à obra.

Segundo o jornal Corriere della Sera, um homem tropeçou nos degraus de proteção instalados para manter distância dos quadros e caiu sobre a tela, causando um rasgo na altura do pé direito do príncipe.

Por causa do incidente, a exposição à qual a pintura pertence ficará fechada para o público até o dia 2 de julho. O turista, que é um italiano, não teve sua identidade revelada.

O quadro será restaurado, mas o diretor da galeria Uffizi pretende barrar esse tipo de comportamento.

No começo do mês, um visitante quebrou uma obra do museu Palazzo Maffei em Verona, também na Itália. O homem posava para uma foto quando sentou-se na cadeira, que desmontou.

A obra do artista Nicola Bolla é uma referência ao quadro A Cadeira de Van Gogh com Cachimbo. Coberta com cristais Swarovski, ela é extremamente frágil. O visitante foi processado pelo museu.

Em setembro de 2023, um turista alemão subiu na fonte de Netuno, na Piazza della Signoria, em Florença, para tirar uma selfie, e danificou o monumento.

Fonte: G1

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Mundo

Juliana Marins, brasileira que caiu em trilha de vulcão na Indonésia, é encontrada morta

por Redação 24 de junho de 2025

Juliana Marins, a brasileira de 26 anos que no sábado (21) caiu em um penhasco na trilha do Monte Rinjani, na Indonésia, foi encontrada morta. A informação foi compartilhada pela família no fim da manhã desta terça-feira (24), 4º dia de buscas.

“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido.”

Mais cedo, os socorristas chegaram a montar um acampamento avançado perto de onde ela estava no parque nacional. O g1 mostrou que o time de socorristas teve de descer o equivalente a um Corcovado pela encosta íngreme para chegar até a jovem.

Nesta segunda (23), um drone operado por resgatistas chegou até a jovem, que estava imóvel e a 500 metros penhasco abaixo.

Na retomada dos trabalhos, nesta terça, Juliana estava ainda mais abaixo, a cerca de 650 metros da trilha.

O passeio
Natural de Niterói (RJ), Juliana era formada em Publicidade e Propaganda pela UFRJ e atuava como dançarina de pole dance. Desde fevereiro, ela fazia um mochilão pela Ásia e já havia visitado Filipinas, Vietnã e Tailândia antes de chegar à Indonésia.

Na Ilha de Lombok, vizinha a Bali, fica o Monte Rinjani, vulcão ainda ativo que se eleva a 3.721 metros de altitude. Ao redor dele fica um lago. A paisagem atrai muitos turistas de aventura todos os anos, mas exige preparo — é necessário pernoitar no caminho — e fôlego, pois o ar em grande parte do percurso é rarefeito.

Denúncia de abandono
O acidente ocorreu na madrugada de sábado (21) na Indonésia, meio da tarde de sexta (20) no Brasil. Juliana e mais 6 turistas pegaram a trilha, auxiliados por 2 guias, segundo as autoridades do parque.

A queda foi por volta das 4h de sábado, 13h de sexta no Brasil.

A família de Juliana afirma que ela foi abandonada pelo guia por mais de 1 hora antes de sofrer o acidente. “A gente descobriu isso em contato com pessoas que trabalham no parque. Juliana estava nesse grupo, porém ficou muito cansada e pediu para parar um pouco. Eles seguiram em frente, e o guia não ficou com ela”, disse a irmã, Mariana, em entrevista ao Fantástico.

Segundo informações do parque, Juliana teria entrado em desespero. “Ela não sabia para onde ir, não sabia o que fazer. Quando o guia voltou, porque viu que ela estava demorando muito, ele viu que ela tinha caído lá embaixo”, relata a irmã da brasileira.

Em entrevista ao jornal “O Globo”, o guia Ali Musthofa, de 20 anos, confirmou os relatos da imprensa local de que aconselhou a niteroiense a descansar enquanto seguia andando, mas afirmou que o combinado era apenas esperá-la um pouco mais à frente da caminhada.

Segundo Ali, que atua na região desde novembro de 2023 e costuma subir o Rinjani 2 vezes por semana, ele ficou apenas “3 minutos” à frente de Juliana e voltou para procurá-la ao estranhar a demora da brasileira para chegar ao ponto de encontro.

“Na verdade, eu não a deixei, mas esperei 3 minutos na frente dela. Depois de uns 15 ou 30 minutos, a Juliana não apareceu. Procurei por ela no último local de descanso, mas não a encontrei. Eu disse que a esperaria à frente. Eu disse para ela descansar. Percebi [que ela havia caído] quando vi a luz de uma lanterna em um barranco a uns 150 metros de profundidade e ouvi a voz da Juliana pedindo socorro. Eu disse que iria ajudá-la. Tentei desesperadamente dizer a Juliana para esperar por ajuda”, declarou.

Já com o dia claro, turistas fizeram imagens de Juliana com um drone. Ela estava a 200 metros montanha abaixo — e foram última vez que ela foi vista com vida. Esse registro correu o mundo e chegou até a família da niteroiense, que a reconheceu pelas roupas.

Começava ali uma campanha pelo resgate dela.

Imagens falsas deram esperança
Ainda no sábado, autoridades indonésias e até a Embaixada do Brasil em Jacarta informaram que montanhistas tinham conseguido descer até Juliana e dado comida e água à jovem. Um vídeo do suposto socorro chegou a circular.

No domingo, porém, a família descobriu que tudo era mentira — e que Juliana passava fome, sede e frio.

“Recebemos, com muita preocupação e apreensão, que não é verdadeira a informação de que a equipe de resgate levou comida, água e agasalho para a Juliana. A informação que temos é que até agora não conseguiram chegar até ela, pois as cordas não tinham tamanho suficiente, além da baixa visibilidade”, afirmou Mariana na ocasião. A irmã também denunciou que vídeos divulgados como sendo do momento do resgate foram forjados.

O embaixador do Brasil na Indonésia admitiu, em ligação registrada pelo Fantástico, que repassou informações incorretas no início, com base em relatos imprecisos das autoridades locais.

As condições severas do tempo, com oscilações bruscas em poucas horas, o terreno instável e a distância até o ponto da queda dificultaram o socorro.

Somente nesta terça, com a instalação da base avançada, os trabalhos entraram pela noite na Indonésia.

Fonte: G1

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Mundo

A Europa finalmente acordou militarmente, diz chefe da UE em cúpula para debater Irã e Rússia

por Redação 24 de junho de 2025

A Europa finalmente acordou militarmente, afirmou nesta terça-feira (24) a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, durante cúpula da Otan em Haia, na Holanda. Neste despertar, resultado da guerra da Rússia contra a Ucrânia, que completou três anos em fevereiro e não tem final em vista, é necessário se rearmar, segundo Leyen.

A fala da chefe da UE ocorreu um dia após o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte, ter anunciado um “salto gigantesco” nos gastos em Defesa para os países-membros do bloco, além de investimento pesado em aparelhos de guerra como defesas aéreas e tanques de guerra.

Agora, cada país da aliança militar terá que destinar um mínimo de 5% do PIB para Defesa, um aumento considerável nos níveis investidos atualmente, e segundo autoridades do bloco, assegurará a segurança europeia “à medida que o mundo se torna mais perigoso”. (Leia mais abaixo)

Rutte foi na mesma linha de von der Leyen ao mencionar a necessidade do rearmamento europeu, e foi enfático ao dizer que a Otan “tem que ganhar a guerra de produção militar” contra a Rússia. Segundo ele, “é impensável que os russos, com uma economia 10 vezes menor [que a da aliança], nos superar em poder de fogo e em capacidade de produção”.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou na segunda-feira, com base em informações da Inteligência ucraniana, que a Rússia está se preparando para operações militares em territórios de países da Otan.

A Rússia, por sua vez, criticou a Otan nesta terça-feira por escalar a retórica bélica, e afirmou que a aliança militar estaria no caminho de uma “militarização desenfreada”. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que a Otan foi criada para o confronto e não é uma instituição pacificadora.

Em coletiva na cúpula da Otan, Zelensky reiterou a importância de vencer a Rússia dentro do território ucraniano antes que as tropas de Putin avancem mais a oeste, e pediu mais suporte financeiro da aliança, entre outras razões, “para liderar a corrida de drones”. Rutte prometeu que os países da aliança fornecerão mais de 35 bilhões de euros (cerca de R$ 221 bilhões) em ajuda à Ucrânia neste ano.

Expansão de gastos em Defesa

O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, anunciou nesta segunda-feira (23) que os países-membros da aliança militar terão que aumentar seus gastos mínimos em Defesa para no mínimo 5% do PIB, um aumento considerável nos níveis investidos atualmente. A decisão foi tomada durante a cúpula realizada em Haia, na Holanda.

Segundo ele, todos os membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) concordaram com os termos, em prol de uma defesa coletiva, e o incremento representará um “salto gigantesco (…) à medida que o mundo se torna mais perigoso”.

Rutte disse ainda que os países-membros quintuplicarão os investimentos em defesa aérea, “porque vemos diariamente o terror mortal da Rússia vindo do céu sobre a Ucrânia — e devemos ser capazes de nos defender contra esse tipo de ataque”.

O secretário-geral disse que os países-membros da Otan fornecerão mais de 35 bilhões de euros (cerca de R$ 221 bilhões) em ajuda militar à Ucrânia neste ano. Para Rutte, a entrada da Ucrânia na Otan é um processo irreversível e acontecerá em algum momento.

Além disso, o conflito direto entre Israel e Irã, que ganhou o envolvimento direto dos Estados Unidos no final de semana, também foi tema dos representantes dos países-membros presentes na cúpula. Rutte acusou o Irã de estar profundamente envolvido na guerra na Ucrânia — fornecendo drones Shahed aos russos — e disse que os EUA não feriram nenhuma lei internacional no ataque a instalações nucleares iranianas.

Salto no gasto com Defesa
O aumento dos investimentos em Defesa pelos países-membros para 5% do PIB era algo que os Estados Unidos exigiam do bloco após Donald Trump reassumir a presidência, em janeiro deste ano. Os EUA são um dos poucos países que gastam acima desse nível, e os gastos atuais da maioria dos membros ficam entre 2 e 3,5%.

A Espanha, que se opõe ao aumento, assegura que a cúpula garantirá a ela espaço de manobra para não ser obrigada a alcançar a meta. O aumento do piso para 5% do PIB em Defesa não terá exceções, e o governo espanhol concordou com a meta, segundo Rutte.

A Alemanha planeja aumentar seu orçamento de Defesa para 3,5% do PIB até 2029, disseram nesta segunda-feira fontes do governo à agência de notícias AFP, o que estaria em conformidade com a nova meta da Otan para gastos militares. Atualmente, o país destina 2,4% do PIB para esse fim.

O premiê da Eslováquia, Robert Fico, afirmou que o país se reserva o direito de decidir o ritmo em que implementará o aumento de gastos em Defesa.

Fonte: G1

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Mundo

‘Alcatraz dos jacarés’: Flórida constrói prisão para imigrantes em área cercada por cobras e outros animais selvagens

por Redação 24 de junho de 2025

O estado da Flórida, nos Estados Unidos, está construindo um centro de detenção para imigrantes apelidado de “Alcatraz dos Jacarés”, em que um campo de aviação nos Everglades será transformado no mais novo — e mais assustador — centro de retenção projetado para ajudar o governo de Donald Trump a pôr em marcha sua repressão à imigração.

A instalação remota, composta por grandes tendas e outras estruturas planejadas, custará ao estado cerca de US$ 450 milhões por ano, mas a Flórida pode solicitar reembolso parcial à Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (Fema) — disse Tricia McLaughlin, porta-voz do Departamento de Segurança Interna (DHS).

O secretário de Justiça da Flórida, James Uthmeier, aliado de Trump que tem defendido a construção do centro de detenção nos Everglades, afirmou que o estado não precisará investir muito em segurança porque a área é cercada por animais selvagens perigosos, incluindo jacarés e pítons. Um porta-voz do procurador-geral informou que os trabalhos no novo centro começaram na manhã de segunda-feira.

O projeto certamente agrada a Trump, que falou repetidamente durante seu primeiro mandato sobre construir um fosso ao longo da fronteira sul cheio de jacarés ou cobras. Enquanto pressionava pela construção de um muro para impedir a entrada de imigrantes, ele pediu que o muro fosse equipado com estacas, arame farpado e tinta preta — para garantir que parecesse o mais intimidador possível.

Desde que reassumiu o cargo este ano, Trump já enviou migrantes para a Base de Guantánamo, símbolo dos piores inimigos dos EUA, e para uma megaprisão em El Salvador.

A instalação nos Everglades faz parte de um esforço mais amplo do governo Trump para mobilizar autoridades locais a fim de aumentar a capacidade de detenção e expandir o número de agentes ao redor do país aptos a prender imigrantes sem documentos. O governo Trump tem enfrentado dificuldades para cumprir suas metas de deportações em massa, em parte por limitações de recursos, e busca todas as maneiras possíveis de aumentar os números.

O objetivo na Flórida é ter 5.000 leitos adicionais, distribuídos entre o novo centro e, possivelmente, outras instalações menores. Ainda não está claro quão rapidamente o novo centro de detenção poderá ser construído. A prefeita do condado de Miami-Dade, Daniella Levine Cava, afirmou na segunda-feira que gostaria de mais tempo para avaliar os planos do estado para o terreno.

— Entendo que há a intenção de iniciar as obras no local já na segunda-feira — escreveu ela em carta ao Departamento de Gerenciamento de Emergências da Flórida, que terá a supervisão principal da instalação. — Não houve tempo suficiente para discutir completamente essas questões, e agradecemos sua atenção a essas preocupações, dado o ritmo acelerado do esforço do estado — disse Cava.

Mas McLaughlin, porta-voz do DHS, disse que o objetivo é ter ao menos algumas tendas em funcionamento até julho.

Deportações
O governo Trump está atualmente mantendo cerca de 55 mil imigrantes detidos, um aumento em relação ao final do governo Biden, quando o número era de cerca de 40 mil pessoas sob custódia do ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas).

Autoridades de Trump vêm pressionando o Congresso por mais verbas para ampliar a capacidade de detenção ainda mais. Tom Homan, o “czar da fronteira” de Trump, afirmou que o número de leitos disponíveis para detenção vai determinar o número de deportações que o governo poderá realizar neste ano.

— Sob a liderança do presidente Trump, trabalhamos em velocidade máxima para oferecer soluções inovadoras e de baixo custo para cumprir o mandato do povo americano por deportações em massa de imigrantes ilegais criminosos — disse Kristi Noem, secretária de Segurança Interna, em comunicado.

Defensores dos imigrantes criticaram a medida, dizendo que ela cria uma nova forma de detenção fora do escopo do governo federal. Mark Fleming, diretor associado de litígios federais do National Immigrant Justice Center, disse que isso representa um sistema de detenção independente e sem responsabilidade. Fleming acrescentou que havia diversos problemas com o plano de manter migrantes em tendas em um campo de aviação.

— O fato de que o governo e seus aliados sequer considerem uma instalação temporária tão grande com prazo tão curto, sem plano claro para equipe médica e outros serviços essenciais, no meio do calor do verão da Flórida, demonstra o desprezo frio pela saúde e segurança das pessoas que pretendem aprisionar ali — disse Fleming, acrescentando: — É simplesmente revoltante.

Imigrantes são normalmente mantidos sob custódia do ICE em prisões privadas e cadeias locais, que oferecem espaço mediante pagamento. Mas as autoridades da Flórida estão indo além: construindo um centro de detenção especificamente para imigrantes detidos por autoridades locais em nome do governo federal. O ICE também poderia usar a instalação para manter migrantes detidos em outras partes do país.

— Tenho orgulho de apoiar o presidente Trump e a secretária Noem em sua missão de resolver de uma vez por todas o nosso problema com a imigração ilegal — disse Uthmeier em comunicado. — A ‘Alcatraz dos Jacarés’ e outras instalações da Flórida farão exatamente isso.

O dinheiro da Fema virá de um fundo criado durante o governo Biden para financiar organizações e jurisdições locais que ajudam a abrigar e cuidar de migrantes enquanto passam pelo sistema de tribunais de imigração dos Estados Unidos.

O governo Trump criticou o uso desses recursos por Biden, especialmente os que foram destinados a ajudar a cidade de Nova York a cuidar de imigrantes. No início deste ano, o DHS retirou US$ 80 milhões desses subsídios. A cidade está processando o governo para reaver o dinheiro.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Putin diz que ataques contra Irã foram ‘infundados’ e que Rússia está pronta para ajudar povo iraniano

por Redação 23 de junho de 2025

ia, Vladimir Putin. — Foto: Maxim Shemetov / POOL / AFP
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta segunda-feira (23) em um encontro com o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, em Moscou, que a Rússia estava pronta para ajudar o povo iraniano e que a agressão contra o Irã era ‘infundada’.

Os dois países iriam realizar negociações em busca de uma cooperação após o Irã ser atacado no fim de semana pelos Estados Unidos.

Putin também afirmou que desejava os ‘melhores votos’ para o líder religioso supremo iraniano, Ali Khamenei.

Araqchi agradeceu à Rússia por condenar as ações contra o Irã e disse que o país estava do lado certo da história.

Também nesta segunda (23), o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que o ataque dos EUA teria aumentado ‘o número de integrantes’ no conflito entre Israel e Irã, além de inaugurar uma ‘nova espiral de escalada’ na região.

Fonte: CBN

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Mundo

Chefe do órgão de vigilância nuclear da ONU pede cessar-fogo para inspeção nas usinas nucleares do Irã

por Redação 23 de junho de 2025

Durante reunião nesta segunda-feira (23) no conselho de governadores do órgão de vigilância nuclear da ONU, o chefe da AIEA, Rafael Grossi, fez um apelo para o cessar-fogo no Irã. O objetivo, segundo ele, seria para a agência fazer inspeções nas instalações nucleares iranianas.

A afirmação ocorre após os ataques dos Estados Unidos no fim de semana contra Natanz, Isfahan e Fordow, com mísseis de penetração no solo. Nesta segunda (23) também, Israel realizou novos ataques contra a última usina nuclear.

Grossi disse que a expectativa é que os ataques americanos do fim de semana tivessem causado ‘danos muito significativos’ ao local, especialmente pela natureza sensível à vibração das centrífugas.

Apesar disso, ele comentou que não é possível saber as extensões dos danos internamente e dentro do solo.

Grossi ainda comentou que ataques armados contra instalações nucleares nunca deveriam ocorrer e podem resultar em liberações radioativas com consequências graves. Ele disse que o Irã, Israel e o Oriente Médio precisam de paz, e o primeiro passo para ajudar seria retornar à mesa de negociações e permitir que os inspetores do órgão retornassem às instalações nucleares do Irã.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou nesta segunda-feira (23) que as Forças Armadas do país estão atacando os alvos no Irã com ‘força sem precedentes’ buscando atingir os ‘órgãos de repressão governamental no coração de Teerã’.

Fonte: CBN

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Dois alpinistas se unem ao resgate de Juliana Marins na Indonésia, diz família da brasileira

por Redação 23 de junho de 2025

Dois alpinistas se juntaram nesta segunda-feira (23) às equipes de busca e resgate que tentam resgatar a brasileira Juliana Marins, que caiu durante uma trilha na Indonésia na noite da última sexta-feira (20).

Segundo um comunicado publicado nas redes sociais pela irmã da brasileira, eles já estão a caminho do local do acidente.

“Confirmamos informações que dois alpinistas bem experientes da região estão indo ao encontro do local do acidente de Juliana. Não temos a informação se eles conseguirão dar continuidade ao resgate durante a noite, mas sabemos que há um bom reforço com equipamentos específicos para acompanhar a equipe que já está no local”, disse o perfil.

Um curto vídeo mostrando os alpinistas com equipamentos também foi publicado. Mais cedo, a família também confirmou que ela foi localizada e que as buscas seriam retomadas na manhã desta segunda-feira (horário local).

Um dos alpinistas, Gunung Rinjani, apareceu em vídeos nas redes sociais a caminho do local onde a brasileira se acidentou. Há 4 horas, o grupo apareceu seguindo a trilha mesmo após o por do sol. Eel também é guia e atua no local.

Ontem, Mariana Marins, irmã da brasileira, contou a Fantástico que ela foi abandonada pelo guia que a acompanhava no trajeto. “A gente descobriu isso em contato com pessoas que trabalham no parque. Juliana estava nesse grupo com cinco pessoas e o guia, porém ficou muito cansada e pediu para parar um pouco. Eles seguiram em frente e o guia não ficou com ela”, declarou.

O Ministério das Relações Exteriores divulgou uma nota neste final de semana informando que enviou dois funcionários para acompanhar de perto o resgate. O ministro Mauro Vieira também começou contatos de alto nível com o governo indonésio para pedir reforços no trabalho de busca.

A trilha do Monte Rinjani, no qual a brasileira se acidentou, é considerada uma das mais difíceis do país. Ela segue um vulcão e tem muitos trechos de subidas. Pacotes do passeio mostram opções de trilhas de dois, três e até quatro dias pela região — também há muitos relatos de acidentes e situações de risco enfrentadas por turistas durante o trajeito.

Fonte: revistamarieclaire

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