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Mundo

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Portugal eleva para sete anos de residência a exigência para brasileiro tirar cidadania

por Redação 23 de junho de 2025

Como antecipou o Portugal Giro, o governo vai dobrar o tempo de residência legal no país de cinco para dez anos como exigência para o pedido de cidadania por naturalização para estrangeiros.

No caso dos brasileiros e imigrantes de países que falam português, a decisão é um pouco menor e passa dos cinco para os sete anos de residência.

Depois de o aumento ser anunciado no Parlamento e em seu programa sem detalhar o tempo de residência exigido, o governo aprovou a medida no Conselho de Ministros desta segunda-feira.

A exigência para os brasileiros passa a ser de sete anos e só começará a contar quando o imigrante estiver com a autorização de residência em mãos. Ato que vai revogar a importante inclusão do tempo de espera pelo documento para compensar atrasos do governo.

O governo também passou para três anos de residência legal em Portugal a atribuição de cidadania para bebês nascidos no país. Deixa de ser automática e passa a depender da vontade dos pais.

O Governo extinguiu a atribuição de cidadania aos judeus sefarditas e quer retirar a nacionalidade para quem cometer crimes graves, com pena de cinco anos de prisão.

As propostas de alterações nas leis da Cidadania e de Estrangeiros serão encaminhadas ao Parlamento, onde devem ser aprovadas com a ajuda da extrema direita.

O visto para procura de trabalho, um dos mais requisitados pelos brasileiros, será restrito aos trabalhadores considerados qualificados pelo governo. São eles pesquisadores, estudantes e acadêmicos em geral.

O governo confirmou, ainda, que vai limitar o reagrupamento familiar. Será exigido dois anos de residência legal para fazer o pedido. Será restringido o reagrupamento, já em território nacional, aos menores de idade.

Além do tempo de residência, o pedido de reagrupamento só será aprovado após análise e se levar em conta se há moradia e meios de de subsistências adequados.

O governo acabou com a possibilidade de regularização de quem desembarcar sem vistos, como turista. Será vetado, nestes casos, fazer o pedido de autorização de residência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Fonte: OGLOBO

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Mundo

O que são as bombas de fragmentação que Israel diz terem sido usadas pelo Irã

por Redação 20 de junho de 2025

Israel afirmou na quinta-feira (19) que o Irã disparou pela primeira vez um míssil com bomba de fragmentação na guerra entre os dois países. Segundo os militares israelenses, a ogiva se abriu a cerca de 7 km de altitude e espalhou 20 submunições sobre uma área de 8 km no centro de Israel. Uma delas atingiu uma casa na cidade de Azor, mas não há relatos de vítimas, de acordo com a Reuters.

O ataque marca um novo capítulo na escalada militar entre Teerã e Tel Aviv, que já entre em seu oitavo dia. As autoridades israelenses acusam o Irã de tentar ampliar o número de vítimas civis ao utilizar esse tipo de armamento.

O podcast O Assunto explicou, em julho de 2023, o que são bombas de fragmentação, que na época estavam sendo usadas na Ucrânia. Veja o vídeo acima e leia mais abaixo.

O que são bombas de fragmentação?

As bombas de fragmentação — também conhecidas como “cluster bombs” — são armamentos projetados para se abrir no ar e liberar várias submunições sobre um território extenso. Essas pequenas bombas têm como alvo principal áreas amplas, podendo atingir simultaneamente soldados, veículos e infraestruturas.

De acordo com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, elas foram usadas pela primeira vez durante a Segunda Guerra Mundial. Há, ainda de acordo com o mesmo comitê, uma grande proporção de munições cluster estocadas —heranças da Guerra Fria.

O uso em áreas civis é considerado extremamente perigoso, já que muitas submunições não explodem no momento do impacto e permanecem ativas no solo — funcionando como minas terrestres, o que significa que elas podem ferir ou matar civis anos após o fim dos conflitos.

Por que elas são tão criticadas?
Devido à ampla dispersão e à falha de detonação de parte das submunições, as bombas de fragmentação são consideradas por organizações internacionais como uma das armas mais letais para civis.

Em 2008, mais de 110 países assinaram, em Dublin (Irlanda), a Convenção sobre Munições Cluster — um tratado internacional que proíbe o uso, desenvolvimento, armazenamento e transferência desse tipo de armamento. O acordo estabelece que os países signatários se comprometem a nunca:

utilizar munições de fragmentação;
desenvolver, produzir, adquirir ou manter esse tipo de arma, de forma direta ou indireta;
colaborar ou incentivar qualquer ação que contrarie os termos do tratado.
Potências militares como Estados Unidos, Rússia e Ucrânia não aderiram à convenção e, por isso, não estão legalmente vinculadas às suas restrições.

O Brasil também está fora da lista de signatários. Em 2017, um relatório da organização Human Rights Watch denunciou o uso de bombas de fragmentação de fabricação brasileira em ataques a escolas no Iêmen, realizados dois anos antes por uma coalizão liderada pela Arábia Saudita.

Na ocasião, Steve Goose, diretor da divisão de armas da Human Rights Watch e presidente da Coalizão Contra Munições Cluster, criticou duramente a postura brasileira. “O Brasil deve reconhecer que munições cluster são armas proibidas que nunca devem ser fabricadas, enviadas ou usadas devido aos danos que causam a civis”, afirmou. Ele também apelou para que tanto o Brasil quanto a coalizão saudita se unam ao tratado.

Rússia e Ucrânia
O uso de bombas de fragmentação voltou ao debate internacional em 2023, quando os Estados Unidos forneceram esse tipo de armamento para a Ucrânia usar contra as tropas russas. Kiev afirma que Moscou também empregou munições semelhantes.

No caso atual, o porta-voz militar israelense, general de brigada Effie Defrin, acusou o Irã de buscar intencionalmente o dano a civis. “O regime terrorista até mesmo usou armas com ampla dispersão para maximizar o escopo dos danos”, disse em entrevista à imprensa.

Fonte: G1

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Vazamento de Senhas

Vazamento expõe 16 bi de senhas da Apple, Google e Face

por Redação 20 de junho de 2025

Um vazamento massivo de dados expôs 16 bilhões de dados, informaram pesquisadores da Cybernews, veículo independente sobre notícias de segurança cibernética.

Segundo eles, esta é a maior violação de dados de logins (credenciais para entrar em contas de sites) já registrada; veja como se proteger.

A publicação chama a atenção para os seguintes fatos:

os dados são recentes, não apenas reciclados de vazamentos antigos;
os registros estão espalhados por 30 bancos de dados diferentes, cada um contendo de dezenas de milhões a mais de 3,5 bilhões de registros, e alguns deles podem estar sobrepostos (repetidos): por isso, é impossível saber exatamente quantas pessoas ou contas foram afetadas;
os dados, provavelmente, não são de um vazamento único: vêm de diferentes “ladrões” (programas maliciosos que roubam informações).
Não se sabe se o vazamento atingiu usuários brasileiros. Mas o maior banco de dados encontrado, com mais de 3,65 bilhões de registros, está relacionado “possivelmente” à população que fala português, informou a Cybernews.

Outro, com mais de 455 milhões de registros, fazia referência à Rússia.

Embora os dados tenham ficado visíveis online apenas brevemente, os especialistas acreditam que houve tempo suficiente para que criminosos tivessem acesso a eles. Com os dados em mãos, eles podem vender senhas na dark web, além de usá-las para roubo de identidade, fraude e até extorsão.

Segundo a publicação, nenhum desses vazamentos tinha sido relatado anteriormente, exceto um: no fim de maio, a revista Wired, também especializada em tecnologia, noticiou que um pesquisador de segurança encontrou um “banco de dados misterioso” com 184 milhões de registros.

A Cybernews diz que esses dados expostos “podem permitir acesso a praticamente qualquer serviço online: Apple, Facebook, Google, GitHub, Telegram e até serviços governamentais”. O g1 procurou essas empresas e aguarda retorno.

“Isso não é apenas um vazamento — é um plano para exploração em massa”, alertaram os pesquisadores.

O Google tem incentivado usuários a alterarem suas senhas. E o FBI enviou um alerta contra cliques em links de SMS suspeitos.

Algumas recomendações de especialistas em segurança cibernética são:

atualizar senhas antigas,
usar um gerenciador de senhas,
usar autenticação multifator (que inclui várias etapas no login),
evitar a reutilização de senhas,
permanecer vigilante em relação a sinais de comprometimento.

Fonte: G1

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Mundo

Brasileiro mata ex-mulher em crime que choca Portugal

por Redação 18 de junho de 2025

O barbeiro brasileiro Gustavo Maciel assassinou a ex-mulher, a também brasileira Iranilcy Oliveira, e depois se apresentou em uma delegacia de Portugal para confessar o crime.

O assassinato a facadas chocou Portugal e chegou aos jornais esportivos. O “Record” lembra que Guga, como era conhecido, era o barbeiro dos jogadores brasileiros no país.

Guga está sob custódia e a investigação é conduzida pela Polícia Judiciária (PJ), que confirmou o caso ao Portugal Giro.

Segundo a PJ, uma discussão foi a origem do crime. A polícia informou, ainda, que eles “estiveram casados durante sete anos, mas estavam separados”.

Guga caminhou por volta da meia-noite da última terça-feira até uma delegacia da Polícia de Segurança Pública de Setúbal, onde confessou o crime, de acordo com a PJ.

Os policiais estiveram na barbearia e acionaram uma equipe de emergência, mas Iranilcy foi encontrada sem vida devido aos golpes no peito e pescoço. Guga não tinha antecedentes.

Ambos tinham 26 anos e eram de São Miguel do Tapuio, no Piauí. Emigraram juntos há cinco anos para Portugal e abriram a Barbearia do Guga em Setúbal.

Apesar de estarem separados, se encontravam com frequência porque têm um filho de cinco anos. Ela teria ido à barbearia, que já estava fechada, na noite de segunda-feira.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Jovem foge para casa de vizinha, nos EUA, após viver sete anos em jaula de cachorro; entenda o caso

por Redação 18 de junho de 2025

Estava escuro quando a adolescente descalça entrou pela porta da casa de Susan Lacey na cidade de Blackwood, no estado americano de Nova Jersey, e soltou uma torrente de palavras. A jovem disse que ficou trancada em uma caixa de transporte de cães por um ano, algemada a um banheiro, sem poder comer e sem ir à escola, mas que podia levar os cachorros para passear e que seu padrasto, às vezes, a tocava. Ela contou ainda que podia ouvir música e comer de um balde, ao contrário de sua irmãzinha, e que ela era realmente, verdadeiramente Freddie Mercury, do Queen.

Susan a sentou no sofá e disse para ela respirar. A mulher levou um instante para reconhecê-la: era a filha da vizinha e, embora a menina morasse a poucos metros de distância, raramente era vista ao ar livre e estudava em casa havia sete anos. Ela tinha 18 anos, seu cabelo estava raspado rente e irregular, e a garota exalava um cheiro horrível.

Lacey esquentou um cachorro-quente de milho para a jovem, enquanto as palavras continuavam a sair da boca da garota. A mistura confusa de horrores e incoerências da menina sobre música pop fez Susan e seu filho adulto, que estava visitando a mãe, se perguntarem se o que ela estava dizendo era verdade.

Então, a adolescente levou a mão à boca para dar uma mordida no cachorro-quente. Havia marcas em seus pulsos.

“Ela tentou se machucar?”, perguntou. Lacey. “Não”, respondeu a menina. Durante o ano que passou trancada na caixa, disse ela, teve as mãos frequentemente algemadas atrás das costas. As algemas deixaram cicatrizes.

Agora, as autoridades dizem acreditar nas alegações de cativeiro e abuso da adolescente. Os promotores do Condado de Camden apresentaram mais de 30 acusações criminais combinadas contra a mãe da menina, Brenda Spencer, de 38 anos, e o padrasto, Branndon Mosley, de 41 anos, incluindo agressão agravada, contenção criminal, sequestro e porte ilegal de armas. Mosley também enfrenta inúmeras acusações de agressão sexual. Ambos podem pegar prisão perpétua se forem condenados por algumas das acusações mais graves.

Usando macacões de detentos — azul-marinho para ele, vermelho para ela —, os dois permaneceram em silêncio durante suas audiências de detenção consecutivas no Tribunal de Justiça do Condado de Camden no final do mês passado, enquanto os promotores apresentavam uma série perturbadora de evidências do calvário de anos da adolescente.

Entre os indícios, a confissão do padrasto à polícia, detalhando como o casal a havia aprisionado em uma caixa de transporte para cães, sua descrição das algemas de prata que usaram e como raspou a cabeça dela como punição. Quando questionado sobre as acusações de abuso sexual, ele disse aos agentes que costumava beber muito.

“Ele não se lembrava de ter abusado sexualmente dela”, destacou Kelly Testa, promotora assistente do Condado de Camden, no tribunal, “mas disse que era possível”.

Segundo a polícia, Brenda negou todas as acusações da filha. Sua outra filha, de 13 anos, disse à polícia que não havia sofrido abuso. O casal continua preso, aguardando julgamento.

O fato de uma menina poder desaparecer e seu abuso passar despercebido por tanto tempo pode ter implicações que vão além deste caso. Os promotores, em parte, culpam as regras frouxas em torno da educação domiciliar — Nova Jersey é um dos muitos estados com pouca fiscalização quando uma criança deixa a escola tradicional — por perpetuar seu sofrimento.

“Esses são atos mais do que horríveis, absolutamente abomináveis”, opinou Grace C. MacAulay, promotora do Condado de Camden, em entrevista após a audiência do mês passado.

“O que eles fizeram é mais do que hediondo, e é realmente um ato análogo ao que alguém sofreria como prisioneiro de guerra — é uma verdadeira tortura”, complementou.

Um olho roxo
Por muitos anos, a única vez que os vizinhos viam a menina era quando ela corria para a casa ao lado para pegar entregas de ração para cachorro da Amazon, que haviam sido deixadas por engano na porta de Susan. Desde a sexta série, ela estudava em casa.

“Quando você impede que uma criança fique em público, lá se vão suas testemunhas”, observou a promotora.

Naquela época, sete anos atrás, Lacey disse ter visto a irmã mais nova da menina esperando o ônibus escolar certa manhã, com um olho roxo. Alguns dias depois, ela teve outro. Ela contou a Susan que havia trombado com a TV.

Quando a Lacey confrontou a mãe da menina, ela deu uma explicação diferente — que a filha havia batido em uma porta. Susan ligou para a escola primária para expressar suas preocupações. Ela disse que foi entrevistada por telefone por alguém do Departamento de Crianças e Famílias de Nova Jersey, mas nunca descobriu o que aconteceu em seguida. Um porta-voz do departamento disse que não comenta casos, citando leis de privacidade.

Pouco depois disso, a irmã mais nova, que estava na segunda série, também foi retirada da escola pública. Segundo os promotores, os pais tinham medo de que ela contasse a alguém que sua irmã mais velha estava “vivendo em uma caixa de cachorro”.

Nova Jersey é um dos doze estados que não exigem que os pais informem oficialmente qualquer órgão governamental sobre a intenção de educar os filhos em casa. Os responsáveis ainda são obrigados a fornecer educação equivalente. A omissão pode ser punida com a infração de desordem pública. Mas ninguém do estado verifica a situação.

Brenda Spencer contou à polícia que havia desistido de educar a filha mais velha depois de uma semana. Em um interrogatório policial, a irmã mais nova da menina não se lembrava de nenhuma aula ter sido ensinada.

“Temo que casos como esse se tornem mais comuns”, confessou MacAulay, porque as pessoas abusadoras “verão como é fácil esconder esses crimes”.

Em março, a polícia prendeu uma mulher de Connecticut que, segundo ela, havia aprisionado o enteado em casa por 20 anos, após ele ter sido transferido para o ensino domiciliar aos 12 anos. O garoto, então com 32 anos, escapou após atear fogo em seu quarto para ser resgatado pelos bombeiros. O estado também não impõe requisitos de check-in para alunos que estudam em casa.

Liberdade
No dia 8 de maio, na noite em que a menina fugiu, ela deveria limpar excrementos de cachorro do porão, uma de suas tarefas diárias. Em vez disso, andou em círculos, cantando. Quando a mãe a confrontou, ela correu para a porta da frente. Seu padrasto ameaçou “quebrar a perna dela”, ela contou à polícia. Sua mãe disse apenas duas palavras: “Tchau, vadia”.

A jovem correu, descalça, até a porta de Lacey, onde tantas vezes havia recuperado os pacotes de ração para cachorro. O filho da vizinha, Michael Lacey, um limpador de piscinas de 36 anos, emprestou-lhe os sapatos da filha e passou as horas seguintes ligando para abrigos para moradores de rua e mulheres em crise, tentando encontrar alguém para ajudá-la, disse ele em uma entrevista. Todos disseram que estavam lotados.

Em seguida, ele chamou a polícia, que o encontrou com a garota em uma loja de conveniência Wawa próxima. Mas, segundo o chefe Harkins, ela não revelou o abuso quando falaram com ela lá, dizendo apenas que havia brigado com os pais. Os policiais foram embora.

Naquela primeira noite de liberdade, a menina dormiu no Honda Accord de Michael. Com medo de que os vizinhos viessem procurá-la na casa da mãe, ele a trancou para sua própria segurança e ligou o alarme do carro e deu a ela o celular para que ela pudesse ouvir música.

No dia seguinte, a levou ao Hospital Jefferson Stratford, onde ela começou a descrever o que havia acontecido com ela.

Um dia depois, a polícia executou um mandado de busca em sua casa. Sua mãe e seu padrasto foram presos em 11 de maio. A polícia disse que as meninas agora estão “em locais seguros”, mas se recusou a fornecer mais detalhes.

“Depois que descobri que tudo o que ela me dizia era verdade, desabei”, disse Lacey mais tarde. Mas, enquanto a garota estava sentada no banco do passageiro do carro dele a caminho do hospital, ela estava animada enquanto sua casa ia ficando para trás.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

A universitária brasileira presa em centro para detenção de imigrantes nos EUA: ‘Nenhum mandado de prisão foi emitido’

por Redação 17 de junho de 2025

O domingo que passou (15/6) foi Dia dos Pais nos Estados Unidos, mas a brasileira Caroline Dias Gonçalves, de 19 anos, não pôde comemorar a data com seu pai na casa da família no Condado de Utah, no centro-oeste dos Estados Unidos, país onde vivem há 12 anos.

Caroline também não pôde estudar para seu curso de enfermagem na Universidade de Utah, onde ela é bolsista por mérito, ou sair com as amigas para os shows de música country que ela gosta.

➡️Isso porque, em 5 junho, uma quinta-feira, Caroline foi detida pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês).

A detenção ocorreu após a jovem ser parada por uma pequena infração de trânsito, enquanto dirigia o carro do pai para visitar amigos em Denver, capital do Colorado, Estado vizinho ao Utah.

“O que sabemos é que ela estava dirigindo no Colorado e ela tinha uma habilitação para dirigir válida”, conta Gaby Pacheco, CEO da TheDream.US, organização sem fins lucrativos dedicada a oferecer bolsas de estudos para jovens imigrantes, através da qual Caroline conseguiu a bolsa para estudar na Universidade de Utah.

Caroline agora está presa há mais de 10 dias no centro de detenção de imigrantes em Aurora, nas proximidades de Denver, o que foi confirmado à BBC News Brasil por seu advogado, Jonathan M. Hyman.

Ela deve ter sua primeira audiência judicial nesta quarta-feira (18/6), e a defesa espera que Caroline possa ser libertada mediante fiança.

A prisão da brasileira ocorre em meio ao endurecimento da política de imigração nos Estados Unidos que tem marcado o segundo mandato do republicano Donald Trump.

Cerca de 51 mil imigrantes sem documentados estavam detidos pelo ICE no início de junho — maior número já registrado desde setembro de 2019.

Embora números precisos e atualizados sobre o total de detenções por imigração desde a posse de Trump, em 20 de janeiro, não estejam disponíveis publicamente, autoridades da Casa Branca disseram esperar que o ICE aumente o número de prisões para 3 mil por dia, ante cerca de 660 durante os primeiros 100 dias de presidência de Trump.

Inicialmente, as autoridades americanas insistiam que as operações eram direcionadas a criminosos e potenciais ameaças à segurança pública.

Mas um número significativo de imigrantes detidos pelo governo Trump não tem antecedentes criminais, como é o caso de Caroline.

Procurado, o Itamaraty afirmou que a família de Caroline ainda não havia entrado em contato com o Consulado-Geral do Brasil em Los Angeles, que atende a região onde ocorreu o caso.

A pasta, no entanto, disse que buscaria mais informações sobre a situação da jovem, após ser informada sobre o caso pela BBC News Brasil.

A reportagem também entrou em contato com o ICE por e-mail. O serviço imigratório americano confirmou o recebimento da mensagem, mas não enviou uma resposta aos questionamentos até a publicação deste texto.

A BBC News Brasil tentou ainda contato com os pais de Caroline, através da TheDream.US, que está em contato diário com a família. Mas os pais estão assustados com a situação e também temem ser alvo das autoridades migratórias, após a prisão da filha, e não estão falando com a imprensa.

Um parente de Caroline falou sobre o caso ao jornal local The Salt Lake Tribune, sob condição de anonimato, por estar em processo de obtenção de visto.

Pedido de asilo
A mais nova de quatro irmãos, Caroline vive nos Estados Unidos desde os 7 anos.

Segundo a reportagem do The Salt Lake Tribune, a família entrou nos Estados Unidos com um visto turístico de seis meses, mas ficou no país além deste prazo.

Há três anos, a família entrou com pedido de asilo e ainda aguardava uma decisão.

Ao solicitar o asilo, Caroline e seus pais receberam permissões para trabalhar, carteiras de habilitação “limitadas” e números de seguridade social (documento americano equivalente ao CPF no Brasil).

Não está claro sob que argumentos a família entrou com pedido de asilo, mas ao The Salt Lake Tribune o parente de Caroline disse que a família se mudou para os Estados Unidos há 12 anos após passar por situações de violência no Brasil, incluindo assaltos e terem sido feitos reféns por criminosos.

Após a detenção da estudante, amigas dela organizaram uma coleta de doações para ajudar a família a arcar com os custos com o advogado e a possível fiança de Caroline.

“Numa fiança comum, é possível ser solto pagando antecipadamente 10% do valor estabelecido. Mas em casos de imigração, é preciso pagar o valor total”, diz Pacheco, da TheDream.US. “Além disso, advogados de imigração, especialmente em casos de defesa contra deportação, podem ser muito caros.”

A TheDream.US também lançou um comunicado público sobre o caso e realiza uma abaixo-assinado pela liberdade de Caroline, que já conta com mais de 1,8 mil assinaturas.

Megan Clark, de 20 anos e melhor amiga de Caroline, é uma das organizadoras da campanha de financiamento coletivo e pela liberdade da estudante brasileira.

Ela conta que estuda com Caroline desde a 7ª série. Elas cursaram juntas os equivalentes americanos ao Ensino Fundamental 2 e ao Ensino Médio e se tornaram colegas de dormitório na universidade.

Megan conta que foi ela que convenceu Caroline a trocar de graduação, de Administração de Empresas e Marketing — como aparece no perfil da estudante no LinkedIn — para Enfermagem.

A amiga conta que Caroline é divertida, extrovertida e faz amigos com facilidade.

“Ela ama fazer o que a maioria dos jovens na América ama, ela se encaixa perfeitamente e todas nós meio que fazíamos as mesmas coisas”, diz Megan.

“Ela ama música country, então fomos a alguns shows juntas; eu, meu noivo e ela saímos para dançar swing na maioria dos fins de semana, porque ela nos ensinou a dançar swing, ela ama esse tipo de coisa. E quanto ela não estava comigo, estava com sua amiga Maddie, elas também são muito próximas e costumam ir para a academia juntas — a Caroline também ama ir para a academia.”

Prisão e controvérsia

Megan conta que, na quarta-feira (4/6), quando Caroline disse que pretendia viajar ao Colorado para visitar amigos no dia seguinte, disse a ela que não gostava da ideia de a amiga viajar sozinha.

Na quinta, elas se falaram logo cedo e Megan acompanhou pela localização do celular compartilhada quando Caroline saiu de sua casa em Lehi, Utah.

Caroline conversava por viva-voz com sua amiga Maddie durante a viagem, pois não gostava de viajar sozinha e gostava de conversar enquanto dirigia.

Maddie então pôde ouvir todo o diálogo, quando Caroline foi parada pela primeira vez pelo policial que disse que ela estava dirigindo perto demais de um caminhão.

O policial pediu a ela sua identidade e os documentos de seguro do carro, e ela saiu do veículo e ficou esperando por cerca de 40 minutos enquanto ele checava a documentação.

Em dado momento, o policial teria perguntado a Caroline de onde ela era, porque ele podia ouvir um sotaque. “Mas ela não tem sotaque algum, ela soa muito, muito americana”, observa Megan.

Caroline disse que era do Utah, mas o policial insistiu, perguntando onde ela nasceu, e Caroline contou então que era do Brasil. Pouco depois, o policial deixou ela ir, apenas com um aviso.

Caroline então ligou para Megan para contar o que aconteceu. Enquanto as duas ainda conversavam, ela disse que tinha que desligar, pois estava sendo parada novamente.

Depois disso, o telefone de Caroline foi desligado e sua localização ficou paralisada em meio à rodovia. Após três horas sem notícias da amiga, Megan foi à casa dos pais de Caroline e, enquanto estava lá, a amiga ligou contando que havia sido presa e pedindo desculpas aos pais.

A família ficou sem notícias da estudante até o sábado, quando descobriram que ela estava detida no centro de detenção de imigrantes em Aurora.

Desde então, ela tem falado por telefone diariamente com a família — que precisa enviar dinheiro para o centro de detenção para ela poder fazer as ligações.

“Ela também disse que não gosta da comida, porque eles servem apenas tacos e burritos o dia todo e ela não gosta muito disso.”

Segundo uma reportagem da KSL TV sobre o caso, a prisão de Caroline deve gerar uma investigação no Colorado, devido à suspeita de colaboração entre a polícia local e o serviço de imigração.

“Isso é incomum e beira a ação inconstitucional… Nenhum mandado de prisão foi emitido e o ICE a deteve sem solicitar identificação”, disse Jonathan M. Hyman, o advogado de Caroline, à emissora.

“Detenções inconstitucionais estão sujeitas a moções para encerrar os processos e, neste caso, deter uma estudante universitária sem antecedentes criminais e sem mandado não será bem visto”, disse Hyman.

“A aplicação indiscriminada das leis de imigração é de natureza autoritária e não se baseia nos princípios que criaram nossa democracia.”

Em um comunicado à KSL, o gabinete do xerife do Colorado afirmou: “Não investigamos o status de residência de acordo com a lei do Colorado… e estamos conduzindo uma revisão administrativa completa para garantir que agimos de acordo com nossas políticas e o estatuto do Colorado”.

Com informações da reportagem de Bernd Debusmann Jr, correspondente da BBC News na Casa Branca

Fonte: G1

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Mundo

Trump considera restringir entrada nos EUA de cidadãos de mais 36 países, diz imprensa americana

por Redação 16 de junho de 2025

O governo de Donald Trump considera expandir as restrições de entrada nos Estados Unidos a cidadãos de mais 36 países, além dos 19 já anunciados no começo de junho, segundo uma mensagem interna do Departamento de Estado a que o jornal “Washington Post” e a agência de notícias Reuters tiveram acesso.

Na mensagem assinada pelo Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, são delineadas uma dúzia de preocupações sobre os países.

“O Departamento identificou 36 países preocupantes que podem receber recomendação de suspensão total ou parcial da entrada caso não cumpram os critérios e requisitos estabelecidos em até 60 dias”, diz o texto.

Entre as preocupações, estão documentos pouco confiáveis, problemas de segurança nos passaportes, cidadãos envolvidos em atividades terroristas nos EUA ou com comportamentos antissemitas ou antiamericanos.

“Estamos constantemente reavaliando políticas para assegurar a segurança de americanos que cidadãos estrangeiros sigam nossas leis”, afirmou um oficial do Departamento de Estado à Reuters, ao se negar a comentar a expansão das restrições.

Os países sob análise são:

  • Angola
  • Antígua e Barbuda
  • Benin
  • Butão
  • Burquina Fasso
  • Cabo Verde
  • Camboja
  • Camarões
  • Costa do Marfim
  • República Democrática do Congo
  • Djibuti
  • Dominica
  • Etiópia
  • Egito
  • Gabão
  • Gâmbia
  • Gana
  • Quirguistão
  • Libéria
  • Malaui
  • Mauritânia
  • Níger
  • Nigéria
  • São Cristóvão e Neves
  • Santa Lúcia
  • São Tomé e Príncipe
  • Senegal
  • Sudão do Sul
  • Síria
  • Tanzânia
  • Tonga
  • Tuvalu
  • Uganda
  • Vanuatu
  • Zâmbia
  • Zimbábue

Caso as restrições se confirmem, essas nações se juntam às outras 19 que já sofrem limitações totais ou parciais de acesso aos EUA.

Os países afetados pelo bloqueio total são:

  • Afeganistão
  • Chade
  • Congo
  • Eritreia
  • Guiné Equatorial
  • Haiti
  • Irã
  • Iêmen
  • Líbia
  • Mianmar
  • Somália
  • Sudão


Já aqueles que enfrentam restrições parciais de viagem são:

  • Burundi
  • Cuba
  • Laos
  • Serra Leoa
  • Togo
  • Turcomenistão
  • Venezuela

Fonte: G1

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Mundo

‘O trânsito me salvou’: estudante perdeu voo da Air India que caiu por apenas 10 minutos

por Redação 13 de junho de 2025

Bhoomi Chauhan lembra de ter ficado com raiva e frustrada. O trânsito congestionado atrasou tanto sua viagem de carro até o aeroporto de Ahmedabad que ela perdeu o voo da Air India para Londres por apenas 10 minutos.

Chauhan, uma estudante de administração de empresas que mora na cidade inglesa de Bristol com o marido, estava passando férias no oeste da Índia.

A jovem de 28 anos deveria voar para casa na quinta-feira (12) no voo AI171 que caiu logo após a decolagem, matando 241 pessoas a bordo.

Quando ela chegou atrasada ao aeroporto — menos de uma hora antes da partida — os funcionários da companhia aérea a impediram de embarcar.

“Ficamos muito bravos com o nosso motorista e saímos do aeroporto frustrados”, ela lembra. “Fiquei muito decepcionada.”

“Saímos do aeroporto e paramos em um lugar para tomar chá e, depois de um tempo, antes de sair… estávamos conversando com o agente de viagens sobre como obter o reembolso da passagem. Lá, recebi uma ligação dizendo que o avião tinha caído.”

Em declarações à BBC, ela disse: “Isso é um verdadeiro milagre para mim.”

Chauhan disse que chegou ao aeroporto às 12h20 no horário local, 10 minutos depois de o embarque começar.

Seu cartão de embarque digital, visto pela BBC, mostra que ela foi designada para o assento 36G da classe econômica.

Mas, apesar de ter feito o check-in online, ela disse que os funcionários da companhia aérea não permitiram que ela concluísse o processo no aeroporto.

Ela viajou de Ankleshwar — 201 km ao sul de Ahmedabad — e ficou presa no trânsito do centro da cidade de Ahmedabad.

Chauhan diz: “Quando perdi o voo, fiquei deprimida. A única coisa que eu tinha em mente era: ‘Se eu tivesse saído um pouco mais cedo, teria embarcado’.”

“Pedi aos funcionários da companhia aérea que me deixassem entrar, pois estava apenas 10 minutos [atrasada]. Eu disse a eles que sou a última passageira e que me deixassem embarcar, mas eles não me deixaram.”

O voo rumo ao aeroporto londrino de Gatwick decolou conforme o planejado na tarde de quinta-feira, mas teve dificuldade para ganhar altitude e caiu cerca de 30 segundos após o início do voo.

O avião atingiu uma área residencial, matando 241 pessoas, incluindo 12 tripulantes. Até o momento, sabe-se que pelo menos oito pessoas em solo morreram.

Um passageiro, o cidadão britânico Vishwashkumar Ramesh, sobreviveu ao acidente e foi tratado no hospital devido aos ferimentos.

Cidadãos indianos, portugueses e canadenses também estavam a bordo.

Os serviços de emergência e autoridades trabalharam até tarde da noite de quinta-feira para limpar os destroços e investigar os motivos da queda.

Fonte: G1

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Mundo

Bilionário amigo do príncipe William e ex-marido de estrela de Bollywood morre após engolir abelha

por Redação 13 de junho de 2025

O bilionário indiano Sunjay Kapur, amigo do príncipe William e ex-marido da estrela de Bollywood Karisma Kapoor, faleceu ontem após desmaiar em uma partida de polo – esporte que já praticara junto ao príncipe de Gales – na Inglaterra ontem.

Relatos sugerem que ele foi picado por uma abelha na boca, o que pode ter provocado um choque anafilático e causado um ataque cardíaco.

O empresário, presidente da empresa multinacional de autopeças Sona Comstar, havia prestado homenagem às vítimas da tragédia do acidente aéreo da Air India ontem, horas antes e supostamente engolir uma abelha.

“Notícias terríveis sobre o trágico acidente da Air India em Ahmedabad. Meus pensamentos e orações estão com todas as famílias afetadas. Que elas encontrem forças neste momento difícil”, escreveu o empresário.

Em um comunicado, a empresa gerida por Kapur se pronunciou: “Estamos profundamente tristes com o falecimento repentino do nosso presidente, o Sr. Sunjay Kapur. Ele foi um líder visionário cuja paixão, perspicácia e dedicação moldaram a identidade e o sucesso da nossa empresa”.

Fonte: revistamonet

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Mundo

Israel ataca instalações nucleares no Irã e mata os 2 principais líderes militares do país

por Redação 13 de junho de 2025

As Forças de Defesa de Israel realizaram um ataque no Irã na madrugada de sexta-feira (13), noite de quinta-feira (12) no horário de Brasília. O bombardeio mirou infraestruturas nucleares iraninas. Teerã prometeu responder ao ataque.

A TV estatal do Irã disse que o chefe da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, e o chefe das Forças Armadas do país, Mohammad Bagheri, morreram nos ataques. Dois cientistas nucleares também foram mortos.

Mais tarde, Israel afirmou que o Irã lançou mais de 100 drones contra o território isralense. A população foi orientada a permanecer próxima de abrigos e evitar áreas abertas.

Veja a seguir um resumo do que aconteceu:

Israel lançou um ataques contra vários alvos nucleares do Irã.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o programa nuclear iraniano é uma ameaça para Israel.
Netanyahu disse ainda que o Irã está muito próximo de conseguir uma arma nuclear. Segundo ele, Israel não vai deixar que isso aconteça.
Após lançar os ataques, Israel declarou emergência e fechou seu espaço aéreo.
A mídia estatal iraniana acusou Israel de lançar ataques contra áreas residenciais. Várias cidades do país foram atacadas.
Há registro de mortes de altas autoridades militares do Irã.
O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, prometeu uma resposta ao ataque. Momentos depois, Israel disse que drones iranianos foram lançados contra o país.
Um porta-voz dos militares iranianos afirmou que Israel e Estados Unidos vão pagar caro pela operação.
Os EUA declararam que foram comunicados da operação isralense, mas negaram qualquer envolvimento.
Ataques

Pouco após Israel lançar o bombardeio contra o Irã, o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, divulgou um pronunciamento gravado com antecedência.

Em seu discurso, Netanyahu afirmou que o principal alvo é a usina iraniana de Natanz, considerada “o coração do programa de enriquecimento” de urânio.

O primeiro-ministro disse que a operação militar tem como objetivo deter “a ameaça iraniana à própria sobrevivência de Israel” e que os ataques continuarão “por quantos dias forem necessários”.

Os ataques desta noite têm “dezenas” de alvos em todo o Irã, segundo Tel Aviv.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou estado de emergência no país e afirmou que o espaço aéreo israelense foi fechado como medida para evitar ataques retaliatórios.

Os EUA não tiveram envolvimento na operação, segundo o secretário de Estado americano, Marco Rubio.

O ataque acontece em meio a crescentes tensões entre os dois países e ao desenvolvimento do programa nuclear iraniano.

Segundo um oficial das Forças de Defesa de Israel, o Irã possui urânio suficiente para construir ogivas nucleares em questão de dias, e o regime iraniano está em um estágio avançado de um programa nuclear secreto para desenvolver uma bomba.

Segundo os israelenses, o programa nuclear iraniano constitui uma ameaça à existência de Israel.

As autoridades iranianas suspenderam todos os voos partindo e com destino ao aeroporto de Teerã. Segundo a Reuters, o governo iraniano conduz uma reunião de emergência momentos após o ataque.

EUA esvaziam embaixadas
Na quarta, os Estados Unidos haviam começado a esvaziar embaixadas no Oriente Médio devido ao risco de ataques entre os dois países causarem distúrbios na região.

Em abril, de acordo com o jornal “The New York Times”, o presidente Donald Trump se opôs a planos de Israel para bombardear instalações nucleares do Irã. À época, Trump afirmou que qualquer ação militar prejudicaria as negociações para um acordo nuclear entre os dois países.

Nos últimos dias, no entanto, o presidente tem demonstrado pessimismo em relação ao acordo. Ao “New York Post”, ele disse estar “muito menos confiante” de que um tratado será fechado.

Trump já havia indicado que poderia atacar o Irã caso as negociações fracassassem. Em abril, o presidente afirmou que Israel poderia liderar o bombardeio com a coordenação dos Estados Unidos. Por outro lado, a Casa Branca teme que o governo israelense conduza um ataque sem o consentimento dos americanos.

Censura de agência da ONU
O Irã afirmou nesta quinta que construiu e iria ativar uma terceira instalação de enriquecimento de material nuclear, aumentando significativamente sua produção de urânio enriquecido e desafiando exigências dos EUA e da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

A AIEA, que é uma agência da ONU, censurou o país por não cumprir obrigações de não proliferação destinadas a impedir o desenvolvimento de armas nucleares em todo o mundo, e em meio a um temor de um ataque israelense em território iraniano.

Fonte: G1

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