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Mundo

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Modelo morre após sofrer ataque de pânico e soltar o cinto de segurança durante voo de parasailing

por Redação 2 de junho de 2025

A modelo Tijana Radonjic, de 19 anos, teve um fim trágico em 28 de maio. A jovem filmava um vídeo promocional para uma empresa de parasailing quando acabou depencando após soltar o cinto de segurança no meio de um voo, durante um ataque de pânico.

Tijana, de Novi Sad (Sérvia), havia sido contratada para filmar o vídeo. Ela não tinha experiência anterior com parasailing. A empresa não identificada de Budva (Montenegro), esperava que o filme atraísse turistas de verão. Tijana deveria ser vista de biquíni, voando alegremente sobre a Riviera de Budva enquanto seu parasailing era rebocado por uma lancha.

Nas imagens chocantes, a modelo parece ter um ataque de pânico, apesar de parecer calma e feliz enquanto era presa ao cinto e instruída sobre seu uso, de acordo com testemunhas. A 45 metros acima do mar Adriático, Tijana começou a rasgar seu colete salva-vidas e cinto de segurança.

Depois de desafivelar o cinto, ela começou a tentar se soltar, conforme reportagem no “Mirror”. Os banhistas disseram que a ouviram gritando “me ponham no chão, me ponham no chão” momentos antes de cair de aproximadamente 50 metros.

Paramédicos acreditam que a queda matou a modelo. Ela foi resgatada sem vida do mar.

Fonte: EXTRA

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Ataque Terrorista

Ataque terrorista com lança-chamas fere 6 em evento pró-Israel nos EUA

por Redação 2 de junho de 2025

m ataque durante um evento de apoio a reféns israelenses, realizado no domingo (1º) em Boulder, no Colorado (EUA), deixou seis pessoas feridas e está sendo investigado pelas autoridades norte-americanas como um ato de terrorismo doméstico. O suspeito, Mohamed Sabry Soliman, de 45 anos, utilizou um lança-chamas de fabricação caseira para atacar os participantes do evento, segundo informações divulgadas pelo FBI.

De acordo com o agente especial Mark Michalek, Soliman gritou “Libertem a Palestina!” no momento do ataque, que aconteceu por volta das 13h (horário local) na Pearl Street, área central da cidade universitária localizada a oeste de Denver. As vítimas, com idades entre 67 e 88 anos, participavam de uma vigília em solidariedade aos reféns mantidos pelo grupo Hamas na Faixa de Gaza.

“Com base nas informações preliminares, está claro que se trata de um ato de violência intencional. O FBI está tratando o caso como um ato de terrorismo”, afirmou Michalek em coletiva de imprensa.

O procurador distrital de Boulder, Michael Dougherty, afirmou que Soliman será formalmente acusado nos próximos dias, embora os detalhes das acusações ainda não tenham sido divulgados. “Há várias possibilidades em análise, mas nosso foco agora é garantir que o responsável seja levado à Justiça”, destacou.

Reações políticas e condenação ao ataque

O ataque gerou forte repercussão entre autoridades e representantes políticos. O governador do Colorado, Jared Polis (Democrata), classificou o episódio como um “ato de terrorismo hediondo” e reforçou que “atos de ódio, de qualquer natureza, são inaceitáveis”.

O líder democrata na Câmara dos Representantes, Hakeem Jeffries, declarou que o ataque foi um ato de antissemitismo. “O antissemitismo não tem lugar nos Estados Unidos ou em qualquer parte do mundo. Deve ser erradicado”, afirmou em comunicado.

O diretor do FBI, Kash Patel, também se manifestou pouco após o ocorrido, chamando o ataque de “ato deliberado de terrorismo” e prometendo resposta rigorosa das autoridades federais.

Contexto de tensão crescente

O atentado ocorre em meio a um aumento de incidentes ligados à tensão entre apoiadores de Israel e da Palestina nos Estados Unidos. Menos de duas semanas antes, dois funcionários da embaixada israelense em Washington, D.C., foram assassinados por Elias Rodriguez, um homem de 30 anos que expressou apoio à Palestina e protestou contra o envolvimento dos EUA na guerra de Gaza em um manifesto publicado online.

As investigações sobre o caso de Boulder continuam, e imagens do local foram divulgadas pela imprensa local. As autoridades reforçaram a segurança em eventos com temáticas similares nas próximas semanas.

Fonte: noticiasaominuto

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Mundo

Menos de R$ 3 mil, adaptado do uso civil: como é o drone ucraniano que impôs prejuízo de US$ 7 bilhões à Rússia

por Redação 2 de junho de 2025

Em uma das operações mais ousadas da guerra entre com a Rússia, a Ucrânia lançou um ataque coordenado com drones que resultou na destruição de 41 aeronaves militares russas, incluindo bombardeiros estratégicos Tu-95 e aeronaves de vigilância A-50. Uma ponte também foi destruída.

A ofensiva foi planejada por mais de um ano e meio meses e executada com o uso de drones FPV, sigla para Visão em Primeira Pessoa (First Person View). De acordo com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, 117 drones foram usados.

A Rússia considerou os ataques da Ucrânia como um ato terrorista.

Drones FPV

Usados para atividades civis, como filmar corridas, esses drones pequenos e baratos foram adaptados pela Ucrânia para fins militares. Eles destacam-se por sua simplicidade e eficácia. São compactos e leves, facilitando o transporte e a implantação em áreas remotas.

Segundo a agência de notícias Reuters, os drones FPV podem custar menos de US$ 500 por unidade, cerca de R$ 3 mil, o que permite a produção em larga escala. Dependendo do tamanho, da bateria e da carga útil, o alcance varia de 5 km a cerca de 20 km.

Originalmente, os equipamentos podem pesar até 3 quilos, incluindo o peso da ogiva, mas a Ucrânia desenvolveu modelos específicos como o “Baba Yaga”, um drone multirrotor capaz de transportar até 15 kg de explosivos e equipado com câmeras térmicas para operações noturnas.

Os equipamentos são controlados por pilotos em solo. Eles usam um fone de ouvido e recebem as imagens transmitidas em tempo real.

Este episódio destaca a crescente importância dos drones FPV no cenário de guerra moderno, evidenciando como tecnologias acessíveis podem ser adaptadas para alterar significativamente o equilíbrio de poder em conflitos armados.

A destruição de 41 aeronaves representa uma perda substancial para a capacidade ofensiva da Rússia, especialmente no que diz respeito a bombardeios de longo alcance.

Fonte: G1

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Mundo

Suprema Corte dos EUA autoriza Trump a retirar visto de mais de 500 mil imigrantes

por Redação 30 de maio de 2025

A Suprema Corte dos Estados Unidos autorizou nesta sexta-feira (30) que o governo do presidente Donald Trump retire o status legal temporário de mais de 500 mil imigrantes —o que abre caminho para a deportação dessas pessoas.

Em março, o republicano Trump anunciou a revogação do status legal temporário —concedido pelo seu antecessor, o democrata Joe Biden— a 532 mil venezuelanos, cubanos, haitianos e nicaraguenses que viviam nos EUA. No mês seguinte, a Justiça de Boston suspendeu a medida de Trump.

Os juízes não justificaram a decisão. Duas das magistradas foram contra a medida; o placar do julgamento não foi revelado. A Suprema Corte americana tem nove juízes.

A liberdade condicional de imigração é uma forma de permissão temporária, segundo a lei americana, para permanecer no país por “motivos humanitários urgentes ou benefício público significativo”, permitindo que os beneficiários vivam e trabalhem nos Estados Unidos.

Argumentos do governo e dos imigrantes
No processo enviado à Suprema Corte, o Departamento de Justiça disse que a suspensão do programa havia derrubado “políticas imigratórias críticas que são cuidadosamente calibradas para impedir a entrada ilegal”, efetivamente “desfazendo políticas democraticamente aprovadas que tiveram grande destaque na eleição de novembro” que levou Trump de volta à Presidência.

Já os imigrantes afetados pela medida que entraram na Justiça contra ela afirmaram à Suprema Corte que enfrentariam graves danos se sua liberdade condicional fosse interrompida, já que o governo suspendeu indefinidamente o processamento de seus pedidos pendentes de asilo e outros auxílios à imigração.

Eles ainda disseram que seriam separados de suas famílias e imediatamente sujeitos à deportação acelerada “para os mesmos países despóticos e instáveis ​​de onde fugiram, onde muitos enfrentarão sérios riscos de perigo, perseguição e até mesmo a morte”.

Fonte: G1

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Mundo

Mais de um milhão por ano: Governo Trump estabelece meta de 3 mil detenções por dia em agenda contra imigração

por Redação 30 de maio de 2025

O governo de Donald Trump está instruindo as autoridades de imigração a aumentarem as prisões de imigrantes irregulares para 3.000 por dia, com uma meta de mais de 1 milhão por ano, de acordo com uma pessoa familiarizada com as discussões. A diretriz foi entregue em uma reunião recente liderada pelo conselheiro sênior de Trump, Stephen Miller, e pela secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, disse a fonte, que falou sob condição de anonimato.

O tom da discussão deixou alguns altos funcionários preocupados com a possibilidade de serem demitidos ou realocados caso as metas não fossem cumpridas, segundo a fonte. A reunião e as novas metas foram relatadas anteriormente pelo Axios e confirmadas pelo The Guardian.

“Estamos comprometidos em remover imigrantes ilegais dos Estados Unidos de forma agressiva e eficiente e em garantir que nossos agentes da lei tenham os recursos necessários para isso”, disse a porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, em um comunicado na quarta-feira. “A segurança do povo americano depende disso.”

O Departamento de Segurança Interna repetiu esse sentimento em sua própria declaração, dizendo que cumpria a iniciativa do presidente Trump de “prender e deportar imigrantes ilegais criminosos e tornar os EUA seguros”.

Trump fez da fiscalização rigorosa da imigração uma questão fundamental de sua Presidência, prometendo realizar o maior esforço de deportação da História dos EUA. Mas, até o momento, a escala de prisões de migrantes ilegais no país permaneceu em grande parte em linha com a do governo anterior.

Nos primeiros 100 dias do segundo mandato de Trump, iniciado em janeiro, o Serviço de Alfândega e Imigração dos EUA (ICE, na sigla em inglês) informou ter deportado cerca de 65 mil pessoas. Durante a reta final do governo de Joe Biden, o ICE prendeu uma média de 759 migrantes por dia, de acordo com dados federais do Transactional Records Access Clearing House da Universidade de Syracuse.

A nova meta de prisões parece fazer parte de uma estratégia mais ampla para acelerar as remoções. No início deste ano, o governo expandiu o programa 287(g), que delega a polícia estadual e local para realizar prisões relacionadas a imigrantes. O ICE também publicou ofertas de contrato no valor de até US$ 45 bilhões para expandir a capacidade de detenção em prisões de imigração.

Ao mesmo tempo, o governo enviou milhares de tropas para a fronteira sudoeste, onde as travessias caíram nos últimos meses para níveis não vistos desde a década de 1960.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Governo do Nepal retirou 11 toneladas de lixo, quatro cadáveres e um esqueleto do Everest

por Redação 30 de maio de 2025

No ano passado, durante a última temporada de escalada, uma equipe financiada pelo governo do Nepal removeu 11 toneladas de lixo, quatro cadáveres e um esqueleto do Everest, em uma ação que retratada os efeitos da superlotação, das mudanças climáticas e da exploração comercial descontrolada do Himalaia.

O ministro do Turismo do Nepal, Badri Prasad Pandey, destacou a responsabilidade do país em proteger as montanhas da região. “O governo está fortemente comprometido em apoiar o montanhismo de todas as maneiras possíveis, mantendo os escaladores seguros, protegendo a beleza natural dos nossos picos e ajudando as comunidades locais a crescerem junto com o espírito de aventura”, disse ele esta semana durante participação no Everest Summiteers, encontro com cerca de 100 alpinistas de todo o mundo que escalaram o Everest.

A conferência de um dia, que aconteceu em Katmandu, abordou questões ambientais e de segurança diante do aumento constante de escaladores no local. Desde a histórica conquista de Edmund Hillary e Tenzing Norgay, em 1953, o monte mais alto do mundo – são 8.849 metros – já recebeu milhares de alpinistas, e os números crescem a cada ano.

Mas a popularidade do desafio significa que os escaladores enfrentam riscos maiores, pois filas se formam nas rotas até o cume durante os curtos períodos de tempo bom na região.

“O maior problema e preocupação no momento é a superlotação”, disse ao Euronews a alpinista britânica Adriana Brownlee, que aos 24 anos se tornou a mulher mais jovem a escalar os 14 picos mais altos do mundo. “Precisamos garantir que todas essas pessoas [na montanha] tenham experiência no mundo do montanhismo. Para que, se estiverem com dificuldades [ou] sozinhas e algo acontecer, saibam como se salvar.”

Para a montanhista nepalesa Purnima Shrestha, as tentativas de escalar o Everest se tornaram muito comerciais. “Mas nem todas as pessoas lá estão física e emocionalmente preparadas para escalar o pico, o que é um desrespeito a ele”, apontou. “É por isso que há tantos engarrafamentos no caminho.”

Xenônio: solução ou polêmica?
Enquanto autoridades discutem soluções, um experiente guia britânico, Lukas Furtenbach, liderou uma das escaladas mais rápidas já registradas do Everest. Usando gás xenônio como parte do preparo físico, sua equipe chegou ao cume em 21 de maio e retornou para casa apenas dois dias depois.

No geral, a escalada leva semanas, sendo a maior parte desse tempo passada no acampamento base para adaptação ao ar rarefeito. Mas há indícios de que o xenônio pode aclimatar as pessoas mais rapidamente a grandes altitudes.

O uso deste gás por parte da equipe de Furtenbach gerou bastante polêmica e levantou preocupações das autoridades de montanhismo nepalesas, que anunciaram uma investigação.

Mas o alpinista defendeu a ação, salientando que uma escalada mais rápida é melhor para o meio ambiente.

“Os dejetos humanos são um dos maiores problemas no acampamento base do Everest. Se as pessoas passarem uma semana lá, em vez de oito semanas, isso representa uma redução de 75% nos dejetos humanos”, indicou. “É uma redução enorme de lixo na montanha e também de recursos que precisam ser transportados para o acampamento e para cima da montanha”, completou.

Fonte: umsoplaneta

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Mundo

Governo Trump recorre da decisão de tribunal dos EUA que bloqueou tarifas recíprocas

por Redação 29 de maio de 2025

A administração do presidente Donald Trump entrou com um recurso, nessa quarta-feira, contra a decisão de um tribunal federal dos Estados Unidos que bloqueia a entrada em vigor da maioria das tarifas sobre importações.

“É notificado que os réus recorrem ao Tribunal de Apelações dos Estados Unidos para o Circuito Federal contra a opinião e sentença final do Tribunal de 28 de maio de 2025”, diz o documento judicial.

As tarifas comerciais “recíprocas” do presidente Trump contra produtos de vários países importados pelos EUA foram consideradas ilegais e bloqueadas pelo Tribunal de Comércio Internacional do país.

Um painel de três juízes do tribunal, que fica em Manhattan, no coração de Nova York, emitiu a decisão nessa quarta-feira a favor de estados liderados por democratas e de um grupo de pequenas empresas que argumentavam que Trump invocou, de forma indevida, uma lei de emergência para justificar as tarifas.

Após a decisão, a Casa Branca criticou “juízes não eleitos”, argumentando que eles ultrapassaram seus limites.

“Não cabe a juízes não eleitos decidir como abordar de forma adequada uma emergência nacional”, disse o porta-voz Kush Desai. “O presidente Trump prometeu colocar os Estados Unidos em primeiro lugar, e o governo está comprometido em usar cada recurso do Executivo para abordar esta crise e restaurar a grandeza americana.”

A decisão é um dos maiores reveses judiciais sofridos por Trump até agora, em meio a uma onda de processos contra decretos presidenciais em que ele testa os limites do poder executivo. Outros processos contestam as demissões em massa de servidores federais, restrições à cidadania por nascimento e os esforços para cortar gastos federais já aprovados pelo Congresso.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

‘Precisamos acordar desse pesadelo’: brasileira vítima de violência doméstica recupera guarda do filho na Dinamarca

por Redação 29 de maio de 2025

A brasileira Raquel Bezerra do Vale, de 35 anos, recuperou a guarda do filho de 4 anos. A criança, que nasceu na Dinamarca, país do pai e onde Raquel morou por anos, estava sob a tutela do governo local. Ela havia perdido o direito de conviver com o menino há dois meses, após não ter bom desempenho em um teste de “competência parental”.

A decisão de dar a custódia unilateral da criança para Raquel foi emitida na sexta-feira pelo Supremo Tribunal do Reino da Dinamarca, mais alta corte do país europeu, e reverte uma determinação da Vara da Família do Judiciário local.

Durante o processo de recuperação da guarda, Raquel recebeu apoio do Instituto Brasileiro de Atenção e Proteção Integral às Vítimas (Pró-Vítima) e dos ministérios da Mulher, das Relações Exteriores e da Igualdade Racial, que exigiram a abertura de um inquérito policial na Dinamarca para a apuração do caso.

Apesar da decisão, Raquel ainda depende do agendamento de uma nova audiência judicial para recuperar o convívio diário com o filho. Atualmente, a brasileira tem o direito de visitar a criança uma vez por mês, por até três horas em cada ocasião.

Desde que foi colocado para adoção, há três meses, a criança estava sob a tutela de uma família dinamarquesa que conquistou a guarda provisória, determinada por conta da prisão do pai, o dinamarquês Rasmus Grarup Nielsen, que cumpre pena por ameaçar servidores públicos que tentaram cumprir uma ordem judicial que demandava o resgate do menino.

A criança atualmente reside na cidade de Høje-Taastrup, nas proximidades da capital nacional, Copenhague. A expectativa é que, dentro dos próximos meses, a Justiça da Dinamarca permita que o filho volte a morar com a mãe.

Para Raquel, a decisão da Justiça dinamarquesa representa uma esperança, mesmo sem saber quando o retorno vai se concretizar.

— Espero que o retorno do meu filho aconteça o quanto antes. É desumano vê-lo apenas um dia no mês. Precisamos, os dois, acordar desse pesadelo — desabafa a brasileira.

Relembre o caso
Raquel se mudou para a Dinamarca em 2020, ano em que se casou com o dinamarquês Rasmus Grarup Nielsen, que conheceu no restaurante em que trabalhava. O menino nasceu em 2021 e vivia com os pais em Høje-Taastrup.

Ainda em 2021, Raquel se divorciou de Nielsen devido às constantes violências que sofria. Ela se mudou para outra cidade com o filho, mas continuou sendo perseguida pelo ex-marido. Celeste conta que a brasileira fez mais de 20 boletins de ocorrência, que não teriam sido levados adiante pela polícia dinamarquesa.

Durante o processo que terminou com decisão favorável ao pai, representantes da cidade de Høje-Taastrup entraram na Justiça para retirar a guarda dos dois e enviar a criança a uma família substituta, argumentando que o pai agredia a criança e era emocionalmente instável. Já a mãe seria desabrigada e isso a representaria um ambiente ruim para a criança.

Para a Justiça do país, o fato de a mãe não ser dinamarquesa e morar em um abrigo para mulheres que sofrem violências foram pontos que pesaram para a decisão de dar a guarda do menino para o pai, que está preso.

Os representante da brasileira argumentaram, na ocasião, que a decisão se baseou em um preconceito contra imigrantes, e que a condição da brasileira é diretamente relacionada às violências causadas pelo ex-marido.

— Eles já sabiam que ele estava na prisão e ainda assim quiseram dar a guarda. Agora tiraram a guarda dos dois, por não considerarem nenhum deles apto. Isso atenta à Convenção dos Direitos das Crianças, tirar o filho da guarda dos pais é só em último caso — disse à época a presidente do Instituto Pró-Vítima e promotora Celeste Leite dos Santos.

— Ela não cometeu crimes, não fez nada. O fato de não estar empregada no momento não é motivo. O único fato para perder a guarda é por ser brasileira. — complementou.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Como inalar gás hilariante virou um vício mortal nos EUA

por Redação 29 de maio de 2025

O óxido nitroso — popularmente conhecido como gás hilariante ou gás do riso — tem diversos usos, desde analgésico em procedimentos odontológicos até agente aerador no chantilly.

Embora seus efeitos eufóricos sejam conhecidos há muito tempo, o crescimento do uso de vapes criou, segundo especialistas, um meio perfeito para o consumo do gás — e uma receita para o vício.

A morte de Meg Caldwell não era inevitável.

A jovem da Flórida, que montava cavalos, começou a usar o óxido nitroso de forma recreativa na universidade, oito anos atrás. Mas, assim como muitos jovens, ela passou a consumir com maior frequência durante a pandemia.

Caçula de quatro irmãs, ela era “a luz das nossas vidas”, disse à BBC sua irmã Kathleen Dial. Mas o consumo de Meg de óxido nitroso continuou a aumentar, ao ponto do vício “começar a destruir sua vida”.

Após uma overdose, ela perdeu temporariamente o movimento das pernas, o que também lhe trouxe problemas de incontinência.

Ainda assim, continuou usando o gás: comprava em tabacarias, inalava no estacionamento e logo voltava à loja para comprar mais — chegando a gastar centenas de dólares em um só dia.

Meg morreu em novembro de 2024, em um desses estacionamentos que ela costumava inalar o gás, ao lado da loja de vapes.

A evolução do vício de Meg — de uso recreativo na juventude para uma compulsão que coloca a vida em risco — tem se tornado cada vez mais comum.

Segundo o Relatório Anual dos Centros de Intoxicação Americanos, houve um aumento de 58% dos casos de exposição intencional ao óxido nitroso nos Estados Unidos entre 2023 e 2024.

No pior cenário, a inalação do óxido nitroso pode causar hipóxia, quando o cérebro não recebe oxigênio suficiente, o que pode levar à morte.

A inalação frequente também pode ocasionar deficiência de vitamina B12, o que leva a danos nos nervos, degeneração da coluna vertebral e até paralisia.

O número de mortes atribuídas à intoxicação com gás hilariante cresceu mais de 110% entre 2019 e 2023, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças.

A posse de óxido nitroso foi criminalizada no Reino Unido em 2023, após o aumento do uso entre jovens durante a pandemia.

E, embora muitos locais nos Estados Unidos tenham proibido o uso recreativo da substância, a venda como produto culinário ainda é legal. Apenas o Estado da Louisiana baniu totalmente a venda do gás.

A Galaxy Gas, uma das maiores fabricantes, oferece dois sabores do gás — framboesa e morango — e até publica receitas de alguns pratos em seu site.

Embalagens maiores e mais atraentes
Segundo especialistas, mudanças significativas na embalagem e na venda, assim como a brecha legal que existe atualmente, têm contribuído para o aumento do uso indevido do produto.

Até pouco tempo atrás, usuários utilizavam pequenos cilindros de metal de 8g e inalavam o gás por meio de um balão. Mas quando o uso disparou na pandemia, os fabricantes de óxido nitroso passaram a vender cilindros muito maiores — de até 2kg — pela internet e, eventualmente, em lojas que vendem vapes e outros tipos de cigarros.

Empresas também começaram a embalar o gás em cilindros coloridos, com desenhos de personagens de jogos de computador e séries de TV.

Pat Aussem, da organização Partnership to End Addiction (Parceria para acabar com o vício, na tradução livre para o português), acredita que essas mudanças estão por trás do aumento do uso indevido.

A BBC procurou a Galaxy Gas e a Miami Magic para comentar a situação, mas não recebeu nenhuma resposta.

A Amazon, plataforma onde o gás é vendido online, disse que tem consciência do uso indevido do óxido nitroso e que está trabalhando para implementar mais medidas de segurança.

Em resposta a uma reportagem da CBS News, parceira da BBC nos Estados Unidos, a Galaxy Gas disse que o gás foi feito para uso culinário e que há uma mensagem no site alertando sobre o uso indevido.

A preocupação com o uso indevido do gás hilariante aumentou no ano passado depois que vários vídeos de pessoas usando o produto viralizaram online.

Nas redes sociais, vídeos de jovens ficando “chapados” com o gás se espalham.

Um vídeo publicado em julho de 2024 por um restaurante de fast-food em Atlanta mostrou um jovem inalando óxido nitroso e dizendo: “Meu nome é Lil T, cara”, com uma voz alterada pela inalação do gás. O clipe foi visto mais de 40 milhões de vezes e deu origem a várias imitações.

O uso indevido do gás também passou a aparecer com frequência em videoclipes de rap e transmissões na plataforma Twitch.

Convidados experimentaram a substância no programa de Joe Rogan, e rappers, incluindo Ye (antigamente chamado de Kanye West) falaram publicamente sobre o abuso do gás.

Ye, inclusive, processou seu dentista, acusando-o de fornecer “quantidades perigosas de óxido nitroso”.

Em resposta a isso, o TikTok bloqueou as buscas por “galaxy gas” e redirecionou usuários a mensagens oferecendo informações sobre uso da substância e vício.

O rapper SZA também alertou seus seguidores nas redes sociais sobre os riscos do gás hilariante e criticou o produto por estar sendo “massivamente comercializado para crianças negras”.

Em março, a FDA, agência que regula alimentos e medicamentos nos EUA, emitiu um comunicado oficial alertando contra a inalação do gás, após ter “observado um aumento de casos de efeitos adversos associados à inalação de produtos com óxido nitroso”.

A FDA disse à BBC que “continua monitorando ativamente efeitos adversos relacionados ao uso indevido de óxido nitroso e tomará as medidas apropriadas para proteger a saúde pública”.

Ações na justiça
Mas, para alguns, esses alertas vieram tarde demais.

Em 2023, a família de Marissa Politte, uma técnica em radiologia de 25 anos, processou a Nitrous Distributor United Brands — distribuidora de óxido nitroso — e foi indenizada em US$ 745 milhões após Marissa ter sido morta por um motorista que dirigia sob efeito do gás.

O júri considerou a empresa responsável por vender o produto ciente de que poderia usado de forma indevida.

“Primeiramente, a morte de Marissa Politte nem deveria ter acontecido, mas, meu Deus, que seja a última”, disse na época o advogado da família Politte, Johnny Simon.

Desde então, diversos acidentes fatais envolvendo o uso do gás foram registrados tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido.

Enquanto isso, a família de Meg está processando fabricantes e distribuidores do óxido nitroso, com o objetivo de retirar o produto das prateleiras das lojas, de uma vez por todas, nos Estados Unidos.

“É uma loucura pensar que essa droga possa ser comprada em uma tabacaria por qualquer pessoa.”

“Infelizmente, tem ficado muito óbvio que os fabricantes e os donos das tabacarias não vão tomar uma atitude moral e tirar esses produtos das prateleiras por conta própria”, afirmou a irmã de Meg.

Fonte: G1

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Mundo

EUA anunciam restrição de visto contra autoridades estrangeiras ‘cúmplices de censura a americanos’ e cita América Latina

por Redação 28 de maio de 2025

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou nesta quarta-feira (28) restrições de visto contra autoridades estrangeiras que são “cúmplices de censura a americanos”. Ele não listou quem será afetado, mas citou a América Latina como um dos alvos da medida.

O Departamento de Estado americano disse considerar “inaceitáveis” determinadas atitudes de autoridades estrangeiras, e citou alguns dos alvos da medida. Veja a seguir:

Autoridades que emitam ou ameacem emitir mandados de prisão contra cidadãos americanos ou residentes nos EUA por publicação em redes sociais americanas. Facebook, Instagram, Whatsapp (as três da Meta) e X (de Elon Musk, aliado do presidente Donald Trump) são redes americanas.
Autoridades que exijam políticas globais de moderação de conteúdo ou se envolvam em atividades de censura que extrapolem a sua atividade e atinjam os Estados Unidos.

De acordo com o Departamento de Estado, a restrição de vistos se enquadrará dentro da Lei de Imigração e Nacionalidade, que autoriza o secretário de Estado a vetar estrangeiros cuja entrada no país “possa ter consequências potencialmente graves para a política externa dos Estados Unidos”. Membros da família desses estrangeiros também podem ser incluídos nas restrições.

No comunicado, a pasta disse ainda que os EUA “não tolerarão violações da soberania americana, especialmente quando elas minam o exercício do nosso direito fundamental à liberdade de expressão”.

A Justiça brasileira tem conduzido investigações que vão de encontro ao que prega o governo americano, como as investigações contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro, sob a guarda de Moraes, e contra a rede social X, que segundo a PF tem protegido blogueiros brasileiros com contas bloqueadas no Brasil —é o caso de Allan dos Santos, Rodrigo Constantino e Paulo Figueiredo. Moraes também teve rusgas com Musk, dono do X, em 2024.

Rubio disse ao Congresso americano na semana passada que há uma “grande chance” do governo dos EUA sancionar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A fala foi uma resposta a Cory Mills, deputado considerado fiel a Donald Trump e próximo da família Bolsonaro, durante audiência no Congresso americano.

Moraes está na mira do deputado Cory Mills, que afirmou que o Brasil enfrenta um “alarmante retrocesso nos direitos humanos” e disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro estaria prestes a se tornar um preso político. Rubio mencionou outro instrumento pelo qual o governo dos EUA pode usar para punir Moraes: a Lei Magnitsky, que permite punir cidadãos estrangeiros.

O ministro do Supremo é relator de um novo inquérito, acolhido pelo STF nesta semana a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), para investigar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por atuação nos EUA contra autoridades brasileiras.

Em março, Eduardo tirou licença do cargo como deputado para ir morar nos EUA. Ele é réu em uma ação penal por difamação contra a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) e também poderia ser convocado para depor no inquérito que investiga o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por tentativa de golpe de Estado.

Segundo a PGR, Eduardo tem realizado postagens em redes sociais e entrevistas a veículos de imprensa em que alega perseguição política. Eduardo também vem “reiterada e publicamente afirmando que está se dedicando a conseguir do governo dos EUA a imposição de sanções contra integrantes do Supremo Tribunal Federal”.

O deputado Cory Mills se encontrou com Eduardo Bolsonaro neste mês, e chamou o congressista americano de “um homem de palavra”.

Lei que pune estrangeiros
Rubio ainda não explicou como se dará a restrição de visto e de entrada. Mas o argumento do governo dos EUA para estudar a sanção a Moraes se baseia na Lei Global Magnitsky, que permite punir estrangeiros envolvidos em violações de direitos humanos ou em casos de corrupção.

A legislação foi criada em homenagem ao advogado anticorrupção russo Sergei Magnitsky, que morreu na prisão após denunciar desvios de dinheiro por membros do governo da Rússia.

Fonte: G1

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