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Documento em que EUA anunciam investigação do comércio com Brasil cita 25 de março, PIX e falsificações

por Redação 16 de julho de 2025

O governo americano vai investigar se práticas e políticas do Brasil restringem ou prejudicam o comércio dos Estados Unidos. O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos vai averiguar atividades relacionadas a serviços de pagamento eletrônico, comércio digital, propriedade intelectual, iniciativas de combate à corrupção, acesso ao mercado de etanol, o uso de tarifas para favorecer outros países e até desmatamento ilegal.

O representante dos Estados Unidos para o comércio, Jamieson Greer, informou em comunicado que tomou a decisão por ordem do presidente Donald Trump.

Esse documento cita diversos temas para falar das investigações das relações comerciais entre os países, entre eles a rua de comércio em São Paulo 25 de março e o sistema de pagamento eletrônico PIX.

Já para a região comercial paulista, os Estados Unidos a cita ao abordar as falsificações, destacando que essa ‘continua disseminada porque as operações de fiscalização não são seguidas por medidas ou penalidades dissuasivas e pela interrupção a longo prazo dessas práticas comerciais ilícitas’.

Além disso, o documento aborda a questão da propriedade intelectual, dizendo que a pirataria em solo brasileiro “prejudica os trabalhadores americanos cujos meios de subsistência estão ligados aos setores dos EUA impulsionados pela inovação e criatividade”.

O presidente do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade, Edson Vismona, diz que relatórios como esse são divulgados todos os anos. Para ele, a abertura de investigação vai ter pouco efeito prático, a não ser de pressionar as autoridades brasileiras a combater o problema.

Segundo Edson Vismona, as operações na região da 25 de Março já foram mais efetivas, mas desde o ano passado elas diminuíram de intensidade.

A associação que representa os lojistas, a Univinco, divulgou uma nota dizendo que, embora existam casos pontuais de comércio irregular em determinadas galerias, essas ocorrências não refletem a realidade da maioria dos comerciantes, que atuam de maneira legal.

Na carta enviada ao presidente Lula na semana passada, em que anunciou o tarifaço de 50% sobre todos os brasileiros, Trump já tinha indicado que ia determinar a abertura desta investigação.

A apuração tem como base um regulamento que autoriza o governo dos Estados Unidos a retaliar, com medidas tarifárias e não tarifárias, qualquer nação estrangeira que tome práticas vistas como injustificadas e que penalizam o comércio americano. China e União Europeia já foram alvo desse tipo de medida.

O documento que detalha a investigação diz que o Brasil pode estar prejudicando a competitividade de empresas americanas ao retaliar redes sociais por elas não censurarem conteúdo político e restringir a capacidade das empresas de oferecer serviços.

O texto não cita diretamente as decisões do Supremo Tribunal Federal para remoção de conteúdo considerado golpista de big techs, mas o ponto foi levantado por Trump quando anunciou a sobretaxa de 50%.

A decisão cita também “tarifas preferenciais e injustas”; falta de práticas anticorrupção; problemas de propriedade intelectual; acesso ao mercado de etanol; desmatamento ilegal; e discriminação aos americanos no comércio.

A investigação se soma ao tarifaço de 50% sobre todos os produtos brasileiros, que entra em vigor em primeiro de agosto, se não houver acordo.

Perguntado sobre como justificaria a sobretaxa contra o Brasil, com quem os Estados Unidos têm superávit, o presidente Donald Trump reagiu de forma autoritária. O presidente americano disse que não é amigo de Jair Bolsonaro, mas voltou a criticar o processo contra o ex-presidente conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes.

Bolsonaro responde

Na segunda-feira (14), a Procuradoria-Geral da República pediu a condenação de Bolsonaro por tentativa de golpe e outros quatro crimes, em que as penas somadas chegam a 43 anos de prisão.

Em entrevistas nessa terça-feira (15), Bolsonaro voltou a dizer que está sendo perseguido e agradeceu o apoio do presidente dos Estados Unidos. O ex-presidente disse que não pediu a taxação ao Brasil e atribuiu a decisão de Trump à postura do presidente Lula.

À CNN Brasil, Bolsonaro afirmou que está disposto a ir aos Estados Unidos para negociar a redução das tarifas diretamente com Trump, desde que tenha o passaporte de volta.

Embora negue que tenha participado da negociação que culminou na tarifa de 50%, o ex-presidente apoia a campanha do filho, Eduardo, que está nos Estados Unidos articulando sanções ao Brasil e ao ministro Alexandre de Moraes.

Nessa terça-feira (15), o deputado licenciado voltou a criticar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que recebeu no Palácio dos Bandeirantes representantes da embaixada americana no Brasil e empresários de setores afetados pelo tarifaço.

A intenção do governador é buscar diálogo com autoridades estaduais americanas e parlamentares republicanos para negociar a redução da tarifa de 50% sobre as exportações.

Por causa da iniciativa, Eduardo Bolsonaro disse que Tarcísio é “subserviente e servil às elites”. O deputado declarou que o governador deveria defender o fim do que ele chamou de regime de exceção no Brasil.

Em entrevista ao Poder 360, o ex-presidente Jair Bolsonaro disse que já resolveu a briga entre o filho e o governador aliado, que disputam uma possível candidatura à presidência em 2026. Mais tarde, à CNN, o ex-presidente disse que o governador Tarcísio não vai resolver a questão das tarifas porque quem comanda as negociações é Eduardo Bolsonaro.

Preocupação entre exportadores e governo

Entre os exportadores do agronegócio, uma das preocupações é com as cargas que já estão a caminho ou prestes a serem levadas aos Estados Unidos.

O vice-presidente Geraldo Alckmin, que comanda o comitê de negociação, afirmou que as propostas dos setores coincidem com o encaminhamento que o presidente Lula quer dar para a crise. Segundo Alckmin, pelo menos por enquanto, o governo não vai pedir a prorrogação de prazo, que termina em primeiro de agosto.

O Senado aprovou nessa terça-feira (15) o envio de uma missão parlamentar aos Estados Unidos a fim de reforçar as articulações contra a taxação de 50%.

De acordo com o requerimento aprovado, será criado um grupo composto por quatro parlamentares, que viajarão a Washington entre 29 e 31 de julho. A ideia é abrir canal de diálogo direto com congressistas norte-americanos, a fim de sensibilizá-los sobre a situação.

Fonte: CBN

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Mundo

Sonhos desfeitos: ‘Pegam as crianças em parques’, diz brasileira que vive pela segunda vez medo de separação da família nos EUA

por Redação 16 de julho de 2025

“Vim com minha família aos Estados Unidos no início de 2020, sem coiotes [traficantes de pessoas]. O motivo da minha vinda foi porque sofria perseguições devido a alguns partidos políticos que eu apoiava e porque lutava por algumas causas na minha cidade. Infelizmente, a Justiça no Brasil não funcionava. Por isso, mudamos de estado duas vezes, fomos morar no Rio de Janeiro, depois em São Paulo, até tomarmos a decisão de vir para cá.

Saímos do Brasil, chegamos ao México e, dois dias depois, nos entregávamos à Imigração. Na época, ainda era Donald Trump quem governava [último ano do primeiro mandato]. Dali em diante, foram 15 dias detidos. Nós nos entregamos na cidade de Tijuana, na fronteira dos EUA com o México, e de lá fomos para Santo Antonio [Texas], onde ficamos numa cadeia durante três dias.

Fui separada dos meus filhos. Tenho quatro, duas meninas e dois meninos. Eles vieram com 2, 3, 5 e 11 anos. Hoje estão com 6, 7, 10 anos e o mais velho completa 17 em breve.

Lá, eu fiquei numa cela com as duas meninas — a mais nova é uma bebê especial — e meu marido ficou em outra cela com os dois meninos. Ficamos nessa cadeia em uma situação muito precária. Era uma cela para 16 pessoas, e nós estávamos em 25 mães, com um total de 42 crianças. Minha filha mais nova ainda era bebê de colo.

Depois de três dias ali, fomos transferidos para Yuma, no Arizona, onde ficamos mais 12 dias sem tomar banho, comendo sanduíche estragado e sendo humilhados. Depois disso, eles queriam nos obrigar a assinar a deportação. Como não tínhamos a opção de voltar ao Brasil porque sofríamos perseguição, aguentamos tudo lá, calados. Mesmo assim, eles nos colocaram sob o programa que existia na época, o MPP [também conhecido como ‘Fique no México’, obrigando requerentes de asilo a permanecerem no país vizinho enquanto aguardavam audiências de imigração nos EUA].

Então, eles nos deportaram para o México. Nos tiraram de Yuma e voltamos para o Texas. Em seguida, fomos para El Paso e, de lá, mandados para um albergue em Ciudad Juárez, no México, onde ficamos por um ano e um mês. Quando eu cheguei nesse albergue, havia mais de 200 famílias brasileiras e muitas da América Central, de Guatemala, El Salvador, Equador, Honduras… E ali começou outro sofrimento, porque, enquanto as 200 famílias brasileiras se programavam para voltar ao Brasil, nós ficamos, dada a nossa situação, e sofremos.

Trump, naquela época, baixou o Título 42 [uma regra imposta pelo governo americano no início da pandemia de Covid-19, que tornou praticamente impossível pedir asilo nos EUA], e aí ninguém podia entrar no país. Então, a minha audiência, que era para ocorrer logo um mês depois de ser devolvida para o México, foi adiada durante esse período todo de um ano que fiquei por lá.

Quando vieram as eleições, em 2020, [Joe] Biden ganhou, graças a Deus, assumindo em 2021. Assim, a gente entrou [nos EUA] com dignidade. Depois de um ano e um mês, entramos num posto de entrada de Ciudad Juárez, na divisa com El Paso, no Texas. Já tínhamos o I-94 válido [documento que prova que um estrangeiro foi legalmente admitido nos EUA] e autorização de trabalho por sermos requerentes de asilo, que ainda não foi aprovado, mas será. Não precisamos ficar detidos, passamos da imigração igual a uma pessoa normal que vem com um visto.

Até então, estava tudo muito bom. A economia não estava lá essas coisas na época de Biden, mas estava bom. Podíamos comprar, podíamos sair, podíamos nos divertir…

Sempre houve deportações, independentemente de governo. Biden deportou muita gente também, mas era com base. Não era a torto e direito, pegando todo mundo na rua, indo nas obras, catando pessoas como animais, com pessoas mascaradas, pessoas sequestradas… Não existia isso na época de Biden.

Eu tenho muito o que agradecer a Biden por tudo, porque, se Trump tivesse vencido naquela época, eu acho que estaria até hoje no México sofrendo com os meus filhos. E eu sofri. Sofri todos os tipos de violência que uma pessoa poderia aguentar. Meus filhos foram agredidos, humilhados. Foram muitas situações desconfortáveis que aconteceram com a gente durante esse um ano e um mês no México.

Falem o que quiser, mas a gente teve quatro anos maravilhosos de governo Biden. A extrema direita é tão nojenta quanto a extrema esquerda, eles usam de armas e agem da mesma forma.

Então, desde que Kamala [Harris] perdeu em 2024 e Trump assumiu em 2025, de janeiro pra cá, foi só inferno. Só inferno, só inferno. Os extremistas estão mostrando as suas faces, a hipocrisia está gritando, porque são pessoas conservadoras, que falam de Deus, que carregam a Bíblia, que dizem ser cristãos e estão destilando ódio ao próximo.

Eu concordo que o país tem que ser limpo de criminosos. Que tem, sim, que deportar criminosos, mas quem está com seu devido processo em andamento merece respeito. Estão agindo e pegando pessoas por aparência. Se não é uma pessoa branca de olhos claros, eles pegam. Estão sendo bem cruéis.

Eles não podem vir atrás da gente, estamos com um processo ativo legal. Porém, se tiver uma batida na rua, eles podem me pegar e me deixar detida. E é o que tem acontecido com várias outras pessoas. Pegam gente que tem green card [visto de residência], até cidadão eles prendem. Por exemplo, ontem [meados de junho] na Califórnia, um menino de 16 anos de aparência hispânica foi preso pela Imigração mesmo sendo cidadão. Estão (agindo) com abuso incondicional de poder, de autoridade.

Eles estão rasgando a Constituição, estão passando por cima de tudo e de todos. É uma situação triste. Meu amigo foi preso há um mês, e depois foram na casa da esposa dele tentar pegá-la também. É uma situação muito desconfortável. Pegam crianças em parques. Meus filhos estão de férias e a gente está vivendo dentro de casa, ninguém sai por medo. É uma situação complicada.

Trump é um homem autoritário, xenofóbico, homofóbico. Esse tipo rasgou a Constituição americana. Eu nunca vi uma pessoa tão baixa que assumiu a Presidência com a Bíblia na mão e não tem o mínimo de respeito por ninguém. Estamos vivendo tempos difíceis, mas a gente vai vencer, porque aquele que é cristão de verdade perdoa esse tipo de gente, e eu os perdoo. Eu creio que a justiça de Deus virá sobre a vida deles.

Mas está difícil. A gente está com medo de ser deportado. A gente não pode voltar pelas ameaças, mas a gente sofre ameaça aqui dentro também. Está difícil. Eu não consigo falar tudo, porque me dói a alma. A gente tem vivido com muito medo, com pânico, crise de ansiedade. Eu mal consigo me expressar, me desculpe. É que me dói muito. O medo do marido ir para o trabalho e não voltar pra casa… É muita coisa envolvida.”

*Célia, nome fictício para preservar sua identidade, em relato à repórter Amanda Scatolini. Ela vive, pela segunda vez, à espera, com a família, de obter asilo nos Estados Unidos desde 2020, mas teme que sejam deportados ou separados antes que o processo seja concluído, em meio ao avanço da rígida agenda anti-imigração do presidente Donald Trump.

Fonte: OGLOBO

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Tarifaço

‘Estamos fazendo isso porque eu posso’, diz Trump sobre tarifas de 50% ao Brasil

por Redação 16 de julho de 2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (15) que decidiu impor tarifas de 50% sobre a importação de produtos brasileiros porque “pode fazer isso” e quer “dinheiro entrando” no país.

A declaração, que ignora fatores econômicos, foi dada após jornalistas questionarem o republicano sobre a tarifa imposta ao Brasil. A medida é a mais alta até agora, entre mais de 20 países que devem enfrentar cobranças elevadas sobre importação nos EUA a partir de 1º de agosto.

Em carta endereçada ao presidente Lula (PT) na última quarta-feira (9), Trump argumentou que irá elevar a taxa do Brasil em 50% por ter uma relação comercial “injusta” com o país. Os dados oficiais, no entanto, mostram que os norte-americanos têm vantagem na balança comercial. (leia abaixo)

Além disso, o republicano citou Jair Bolsonaro (PL) e disse ser “uma vergonha internacional” o julgamento do ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (STF).

Nesta terça-feira, Trump também voltou a defender Bolsonaro após ser informado sobre o pedido de condenação apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Em sua fala, Trump afirmou que “não é que ele seja amigo” de Bolsonaro, mas sim alguém que conhece. O presidente dos EUA também voltou a dizer, sem apresentar provas, que o julgamento de Bolsonaro no STF seria uma “caça às bruxas”.

“Ele negociou acordos comerciais contra mim em nome do povo brasileiro, e foi muito duro, porque queria fazer um bom negócio para seu país. Ele não era um homem desonesto. Acredito que isso seja uma caça às bruxas e que não deveria estar acontecendo. Eu sei disso”, continuou.

Déficit comercial?
Ao justificar a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, Trump afirmou que a relação comercial dos EUA com o Brasil é “injusta”. “Nosso relacionamento, infelizmente, tem estado longe de ser recíproco”, escreveu.

Apesar do argumento, dados do Ministério do Desenvolvimento mostram o contrário. O Brasil tem registrado déficits comerciais seguidos com os EUA desde 2009 — ou seja, há 16 anos. Isso significa que o Brasil gastou mais com importações do que arrecadou com exportações.

Ao longo desse período, as vendas americanas ao Brasil superaram as importações em US$ 90,28 bilhões (equivalente a R$ 493 bilhões na cotação atual), considerando os números até junho de 2025. Leia mais aqui.

Por isso, analistas afirmam que a postura de Trump com as tarifas tem um forte componente geopolítico, com o objetivo principal de ampliar seu poder de barganha e influência nas relações internacionais.

Na carta, o republicano também afirmou que o Brasil não será atingido pela tarifa em 1º de agosto caso empresas brasileiras decidam “construir ou fabricar produtos dentro dos EUA”. Em caso de retaliação, ele prometeu devolver na mesma medida.

Tarifaço
Na carta que Trump enviou ao governo Lula em 9 de julho, o republicano afirmou, sem apresentar provas, que a decisão de aumentar a taxa foi tomada “em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos”.

O documento mistura alegações comerciais e políticas para justificar a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, incluindo o suposto déficit que os EUA teriam com o Brasil.

Entidades da indústria e do agronegócio brasileiro manifestaram preocupação com o anúncio e disseram que as taxas ameaçam empregos. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), por exemplo, afirmou que não há qualquer fato econômico que justifique uma medida desse tamanho.

O vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, se reuniu hoje com empresários para discutir a crise e possíveis saídas para ela, enquanto o governo publicou o decreto da Lei da Reciprocidade Econômica. O texto determina as formas como o Brasil pode responder ao tarifaço.

Após as reuniões, Alckmin afirmou que o governo brasileiro não planeja pedir ao governo americano que adie a entrada em vigor da tarifa anunciada por Trump. O objetivo, segundo ele, é “resolver o problema”.

Ao ser perguntado sobre os setor de produtos perecíveis, o vice-presidente admitiu que é um segmento delicado e acrescentou que a produção embarcada também é uma “questão importante e urgente”.

Fonte: G1

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Tarifaço

Frigoríficos de MS paralisam produção de carne destinada aos EUA após tarifaço de Trump

por Redação 15 de julho de 2025

Frigoríficos de Mato Grosso do Sul suspenderam a produção de carne destinada aos Estados Unidos após Trump anunciar tarifa extra de 50% sobre produtos brasileiros. A informação foi confirmada ao g1 pelo governo do estado e pelo Sindicato das Indústrias de Frios, Carnes e Derivados de Mato Grosso do Sul (Sincadems). A produção nacional segue normalizada.

Segundo o vice-presidente do sindicato, Alberto Sérgio Capucci, a paralisação apenas para o mercado norte-americano é uma medida logística para evitar o acúmulo de estoques de carne que não seriam vendidos. Com a nova taxação, as exportações para os EUA ficaram inviáveis financeiramente, se não houver negociação.

Pelo menos quatro frigoríficos no estado interromperam a produção voltada ao mercado americano, segundo o sindicato. São eles:

JBS
Naturafrig
Minerva Foods
Agroindustrial Iguatemi
Apenas o frigorífico Naturafrig se pronunciou sobre a paralisação. Segundo a empresa, cerca de 5% da produção é destinada aos Estados Unidos. Os demais frigoríficos citados foram procurados pelo g1, mas não responderam até a última atualização desta reportagem.

A Associação Brasileira de Exportadores de Carne (Abiec) informou que houve uma redução significativa no fluxo de produção da carne voltada ao mercado norte-americano. Leia a nota da entidade na íntegra mais abaixo.

O secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, informou que os frigoríficos suspenderam os abates de animais destinados à produção de carne para os Estados Unidos. Além da paralisação, o acúmulo de carne estocada preocupa empresários e o governo.

Diante do impasse, a pergunta que fica é: onde esse produto pode ser realocado? Verruck comenta que Chile e Egito podem ser novos mercados de Mato Grosso do Sul.

Paralisação é estratégica, diz sindicato
Capucci explica que a suspensão das atividades neste momento é estratégica. Isso porque os embarques levam cerca de 30 dias para chegarem ao mercado americano. Como a nova tarifa começa a valer a partir de 1º de agosto, cargas enviadas agora já seriam taxadas com o adicional.

Em 2025, a carne bovina desossada e congelada foi o principal produto exportado por Mato Grosso do Sul aos Estados Unidos, somando 45,2% do total e movimentando mais de US$ 142 milhões, de acordo com dados da Federação das Indústrias do estado (FIEMS).

No ano anterior, em 2024, esse tipo de carne ficou em segundo lugar nas exportações do estado para os EUA, com 27,8% e cerca de US$ 78 milhões.

Vendas brasileiras aos EUA ficam inviáveis
Uma queda nas vendas não seria algo desprezível para os frigoríficos brasileiros. Os EUA são o segundo maior comprador da carne bovina nacional, depois da China: eles importam 12% de todo o volume que o Brasil vende para o exterior, enquanto os chineses levam praticamente metade (48%), segundo o Ministério da Agricultura.

Mas não é só o Brasil que perde. A inflação da carne bovina para o consumidor americano está batendo recorde por causa de uma redução histórica do rebanho do país, que encareceu o preço do boi por lá – ele está custando duas vezes mais que o boi brasileiro. Daí a disparada nas importações da carne.

O Brasil não é o principal fornecedor de carne bovina dos EUA. Esse posto é ocupado pela Austrália, que não compete diretamente com a carne brasileira. Mas, enquanto os australianos vendem diretamente para os supermercados dos EUA, o Brasil fornece carne para a indústria do país.

Além disso, até agora, o preço da carne brasileira era o mais barato do mercado externo.

Qual é o impacto direto para o Brasil?
Se as vendas de carne bovina para os EUA caírem, isso não significa que os frigoríficos brasileiros vão colocar mais carne no mercado nacional, diz Iglesias.

Iglesias lembra que, neste ano, a Associação Brasileira da Indústria de Carnes (Abiec) abriu um escritório na China, medida que tem ajudado o país a abrir novos negócios no mercado asiático.

Além disso, neste mês, o Vietnã retomou as compras de carne bovina do Brasil. “É possível haver uma compensação em relação ao mercado norte-americano”, avalia.

Redução significativa da produção, diz associação
A Abiec afirmou que houve redução no fluxo de produção de carne que seriam destinadas aos EUA. Leia nota na íntegra abaixo.

“Faz poucos dias que recebemos essa notícia, e o setor está tentando entender como deve atuar para reescalonar e redirecionar as cargas e a produção. O fato é que as indústrias brasileiras já decidiram pausar temporariamente a produção destinada aos Estados Unidos. Houve uma redução significativa no fluxo de produção da carne específica voltada ao mercado norte-americano. O rearranjo está sendo feito com novos parceiros que buscamos intermediar ao redor do mundo, com possibilidades de novas aberturas de mercado. Mas, de forma imediata, esse redirecionamento ocorre para países com os quais já mantemos exportações. Obviamente, China, Sudeste Asiático e Oriente Médio são os destinos mais evidentes nesse momento em que os Estados Unidos, eventualmente, não poderão receber essa carne. As indústrias, de fato, reduziram bastante a produção voltada aos Estados Unidos. Essa é a realidade. Estamos um pouco apreensivos quanto ao que pode acontecer. Por isso, aguardamos o avanço das negociações governamentais, enquanto, no setor privado, atuamos com os importadores e com as empresas brasileiras para entender de que forma também podemos contribuir para influenciar o governo americano a rever essa decisão em relação aos produtos brasileiros. Essa tem sido a nossa atuação no dia de hoje”.

Fonte: G1

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Mundo

Trump ameaça ‘tarifas severas’ de 100% à Rússia caso não haja cessar-fogo na Ucrânia em até 50 dias

por Redação 14 de julho de 2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta segunda-feira (14) aplicar um pacote “tarifas severas” à Rússia caso o governo de Vladimir Putin não alcance um acordo de paz na Ucrânia em um prazo de até 50 dias.

Trump disse que o valor das tarifas será de “cerca de 100%” além dos valores já atualmente aplicados. Já a Casa Branca, em comunicado após a declaração do presidente dos EUA, afirmou que a taxa aplicada a Moscou será de fato de 100% caso não haja cessar-fogo no período de 50 dias.

No encontro, o norte-americano disse também que enviará uma nova leva de armamento às tropas ucranianas, selando a retomada das ajudas dos EUA a Kiev, selando a reaproximação com o governo ucraniano, com quem teve desavenças ao longo deste ano (leia mais abaixo).

No fim de julho, o Pentágono chegou a anunciar a suspensão do envio de mísseis de defesa aérea e munições de precisão. Nesta segunda, Trump reafirmou que enviará os sistemas antimísseis Patriot, como havia dito no domingo (13), e baterias de lançamento do sistema.

O Patriot é o mais avançado sistema de defesa que o Ocidente já enviou à Ucrânia, e cada unidade custa cerca de US$ 3 milhões (R$ 15,6 milhões).

No encontro com Rutte, Trump também disse que o comércio é “excelente para resolver guerras”.

Fonte: G1

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Mundo

Russa e duas filhas são achadas em caverna na Índia onde viveram isoladas por sete anos

por Redação 14 de julho de 2025

Uma mulher e seus dois filhos pequenos foram encontrados numa caverna remota numa colina em Gokarna (estado de Karnataka, Índia), onde viviam há sete anos.

A russa Nina Kutina, de 40 anos, e os filhos pequenos estavam em isolamento total há quase duas semanas, antes de serem encontrados pela polícia enquanto patrulhavam uma floresta.

Nina, também conhecida como Mohi, teria chegado à Índia com um visto de negócios que expirou em 2017 e retornado ao país em 2018. A mulher alegou ter viajado de Goa para Gokarna em busca de isolamento espiritual.

Policiais fizeram a descoberta chocante enquanto patrulhavam a colina Ramatirtha, na cidade litorânea de Gokarna em 9 de julho.

Os agentes vasculhavam a densa floresta em área propensa a deslizamentos de terra, a fim de garantir a segurança para turistas, quando avistaram movimentação perto de uma caverna rochosa.

Para sua surpresa, encontraram Kutina morando lá com suas filhas Prema, de 6 anos, e Ama, de 4. O trio vivia num tipo de abrigo rústico erguido pela russa dentro da caverna. Moradores disseram que a família já havia sido vista na área antes, mas ninguém sabia que eles viviam em meio à natureza. Eles também se recusam a ter contato com pessoas da região, conhecida pela religiosidade.

“Nossa equipe de patrulha avistou sáris e outras roupas sendo penduradas para secar do lado de fora da caverna na Colina Ramatirtha. Quando chegaram lá, avistaram Mohi com as filhas”, disse um porta-voz da polícia, segundo o “Sun”.

Nina explicou aos policiais que vivia praticando meditação e “rituais hindus” dentro da caverna.

“Foi bastante surpreendente como ela e seus filhos sobreviveram na floresta e o que comeram. Felizmente, nada de ruim aconteceu com ela ou com as crianças durante o tempo que passaram na floresta”, acrescentou o porta-voz.

Com o risco de deslizamentos, Nina foi convencida a descer a colina. O trio foi transferido para um abrigo administrado por uma monja de 80 anos, Swami Yogaratna Saraswati, na vila de Bankikodl, a pedido da russa.

A caverna onde a família foi encontrada ficava em meio a densas florestas e terrenos acidentados, tornando seu estilo de vida ainda mais chocante. Nina decorou o interior da caverna, ergueu um ídolo de Rudra e transformou o espaço numa espécie de santuário espiritual.

O trio sobreviveu usando lençóis de plástico para dormir e comia macarrão instantâneo com frequência, disseram os policiais.

Autoridades não se manifestaram sobre o que acontecerá a partir de agora com Nina e as filhas, já que a situação delas não está legalizada na Índia.

A russa também não explicou quem é o pai (ou os pais) das filhas. Pela idade das meninas, ela engravidou depois de ter se fixado na Índia.

Fonte: EXTRA

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Mundo

Tomates selvagens de Galápagos regridem milhões de anos e desafiam regras da evolução

por Redação 10 de julho de 2025

As espécies, no geral, evoluem. Mas, nas ilhas mais jovens, de rocha negra, do arquipélago de Galápagos, tomates selvagens estão fazendo o caminho inverso. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Riverside, dos Estados Unidos, e do Instituto de Ciências Weizmann, de Israel, e publicado na revista Nature constatou que esse tipo de tomate está regredindo a um estado genético mais primitivo, que ressuscita antigas defesas químicas.

A fruta, descendente de ancestrais sul-americanos provavelmente levada por pássaros, começou silenciosamente a produzir um coquetel molecular tóxico que não era visto há milhões de anos – e que se assemelha a compostos encontrados na berinjela, não no tomate moderno.

Esse desenvolvimento inesperado é descrito pela equipe envolvida, em artigo recente publicado na Nature Communications, como um possível caso de “evolução reversa”, um termo controverso. Isso porque a evolução não deveria ter um botão de retrocesso – é geralmente vista como uma marcha unidirecional em direção à adaptação, não um caminho circular de volta às características perdidas.

“Não é algo que normalmente esperamos”, disse Adam Jozwiak, bioquímico molecular da UC Riverside e principal autor do estudo, em comunicado. “Mas aqui está, acontecendo em tempo real, em uma ilha vulcânica.”

De volta ao passado
Tomates são solanáceas, grupo que inclui ainda batatas e beringelas, dentre outras espécies. Eles produzem alcaloides, moléculas amargas que agem como pesticidas incorporados, repelindo insetos predadores, fungos e animais de pasto – e que, em altas concentrações, são tóxicos para os humanos.

No caso dos tomates de Galápagos, eles estão produzindo os alcaloides errados, ou pelo menos, os que não eram vistos na espécie desde seus primórdios evolutivos. Os pesquisadores fizeram essa descoberta ao analisar mais de 30 amostras coletadas em diferentes localizações geográficas na ilha.

Os resultados mostraram que as plantas na parte oriental fabricam as mesmas moléculas amargas encontrados nos tomates cultivados hoje. Porém, as da parte ocidental, geram uma versão diferente, com a impressão digital molecular de parentes da berinjela de milhões de anos atrás.

Segundo os pesquisadores, essa diferença se resume à estereoquímica, que é à forma como os átomos se organizam no espaço tridimensional – duas moléculas podem conter exatamente os mesmos átomos, mas se comportar de maneira completamente diferente dependendo de como esses átomos se organizam.

Isso foi provado sintetizando, em laboratório, os genes que codificam as enzimas e inserindo-os em plantas de tabaco, que imediatamente começaram a produzir os compostos antigos.

Os pesquisadores suspeitam que o ambiente nas ilhas mais novas, onde a paisagem é mais árida e o solo menos desenvolvido, pode estar impulsionando a reversão. “Pode ser que a molécula ancestral ofereça melhor defesa nas condições ocidentais mais adversas”, comentou Jozwiak.

Posteriormente, para verificar a direção da mudança, a equipe realizou um tipo de modelagem evolutiva que utiliza DNA moderno para inferir as características de ancestrais há muito extintos. Os tomates nas ilhas mais jovens correspondiam ao que esses ancestrais provavelmente produziam.

Mecanismo pode não se limitar às plantas
Embora o reaparecimento de características antigas tenha sido documentado em cobras, peixes e até bactérias, raramente é tão claro ou quimicamente preciso, segundo os envolvidos.

“Algumas pessoas não acreditam nisso”, salientou Jozwiak. “Mas as evidências genéticas e químicas apontam para um retorno a um estado ancestral. O mecanismo está lá. Aconteceu.”

E completou: “Se mudarmos apenas alguns aminoácidos, podemos obter uma molécula completamente diferente. Esse conhecimento pode nos ajudar a desenvolver novos medicamentos, desenvolver maior resistência a pragas ou até mesmo produzir produtos menos tóxicos. Mas, primeiro, precisamos entender como a natureza faz isso. Este estudo é um passo nessa direção”.

Fonte: umsoplaneta

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Mundo

EUA e Israel estão buscando países para receber população de Gaza, diz Netanyahu

por Redação 8 de julho de 2025

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse neste segunda-feira (7) que seu governo e de Donald Trump, dos EUA, estão buscando países que concordem em receber palestinos que vivem atualmente na Faixa de Gaza e seriam deslocados.

Netanyahu fez o anúncio durante reunião desta segunda com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca. Na ocasião, Trump disse que há “ótima cooperação” por parte de países no Oriente Médio procurados por EUA e Israel, mas não especificou se algum deles havia aceitado a proposta.

O presidente de Israel afirmou que a parceria com Israel daria aos palestinos um “futuro melhor”, sugerindo que os moradores de Gaza poderiam se mudar para países vizinhos.

Esta não foi a primeira vez que ambos os líderes falaram sobre a ideia de deslocamento os mais de 2 milhões de moradores de Gaza. Desde Israel que voltou a atacar a Faixa de Gaza, Netanyahu vem mencionando planos de ocupar o território palestino.

No primeiro encontro os dois líderes desde a nova gestão do presidente dos EUA, em fevereiro, Trump afirmou também que os EUA pretendiam assumir o controle da Faixa de Gaza após o fim da guerra entre Israel e o Hamas. E disse que queria, inclusive, construir uma “riviera do Oriente Médio”, com um complexo de resorts, no território.

Depois, em maio, Netanyahu também afirmou que pretende dominar toda a Faixa de Gaza.

A reunião desta segunda foi a terceira visita de Netanyahu a Washington desde que Trump voltou à presidência, em janeiro.

O principal tema do encontro, que ainda ocorria até a última atualização desta reportagem, foi um possível acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, com a libertação de reféns.

Mas, durante uma conversa com a imprensa em um jantar com Netanyahu e membros de ambos o governo, Netanyahu também tratou de outros assuntos, como a entrega de armas à Ucrânia e uma possível retomada de conversas com o Irã por um acordo nuclear.

Gaza

O encontro entre Trump e Netanyahu ocorreu em um momento de suposto avanço para um cessar-fogo entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza. Na conversa com a imprensa, o líder israelense evitou falar do tema, mas Trump disse achar que o acordo pode ser alcançado ainda nesta semana.

Na semana passada, o presidente norte-americano disse que o governo israelense havia concordo com um cessar-fogo nos termos propostos pelos EUA, um dos mediadores das negociações que os dois lados travam.

Dias depois, o Hamas afirmou ter aceitado o mesmo acordo, que, entre outros pontos, propõe a trégua nos ataques israelenses e a troca de prisioneiros palestinos pelos reféns ainda sob poder do grupo terrorista. O texto também prevê a retirada parcial de tropas israelenses de Gaza e discussões sobre o fim definitivo da guerra.

Nenhum avanço foi feito desde então, mas uma fonte de governo israelense disse à agência Reuters que o clima nas negociações que representantes dos dois lados travam em Doha, no Catar, é postivo.

Armas para a Ucrânia
Durante o jantar com Netanyahu, Donald Trump também afirmou que o país tem que mandar mais armamento para a Ucrânia durante a guerra contra a Rússia. A declaração foi feita nesta segunda (7) a repórteres na Casa Branca.

Dias atrás, entretanto, o republicano havia suspendido o envio de armamento ao país, segundo a agência de notícias norte-americana Associated Press. Trump não disse, no encontro com Netanyahu, se de fato voltará a enviar armas ao aliado Volodymyr Zelensky.

Irã
Trump disse, durante o encontro com Netanyahu, que os Estados Unidos agendaram novas conversas com o Irã dentro das negociações entre Washington e Teerã por um novo acordo nuclear. E afirmou que “gostaria de suspender as sanções com o Irã em algum momento”.

Antes de viajar a Washington, Netanyahu afirmou que também vai aproveitar o encontro para agradecer a Trump pelos ataques dos EUA contra instalações nucleares no Irã, realizados no mês passado. Os bombardeios resultaram em um cessar-fogo entre Israel e Irã, após 12 dias de guerra.

Nobel da Paz
No início do encontro, o primeiro-ministro de Israel anunciou ter indicado o nome do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para receber o Prêmio Nobel da Paz.

Netanyahu entregou ao presidente dos EUA uma carta com a indicação que ele disse ter enviada também à organização do Prêmio Nobel, sediado na Noruega.

As nomeações para o Nobel da Paz funcionam a partir de indicações, que podem ser feitas por membros de governos, Parlamentos ou reitores universitários de todo o mundo, além de integrantes de tribunais internacionais, junto de uma justificativa.

Netanyahu afirmou ter indicado Trump por conta dos “esforços” do presidente dos EUA em garantir a paz no Oriente Médio.

‘Lobby’ político para Netanyahu
Antes do encontro, o ministro israelense e integrante do gabinete de segurança de Netanyahu, Avi Dichter, disse esperar que o encontro com Trump também abordasse a possibilidade de normalizar relações com Líbano, Síria e Arábia Saudita.

“Acho que vai se concentrar, antes de mais nada, em um termo que usamos muito, mas que agora tem significado real: um novo Oriente Médio”, disse ele à emissora pública israelense Kan nesta segunda-feira.

No fim de junho, Trump usou as redes sociais para criticar os promotores responsáveis pelo julgamento de corrupção contra Netanyahu, que é acusado suborno, fraude e abuso de confiança. O premiê nega as denúncias.

Trump argumentou na semana passada que o processo contra Netanyahu poderia atrapalhar a capacidade do aliado de negociar com o Hamas e o Irã.

Fonte: G1

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Mundo

Acampamento de verão anuncia 27 mortes de meninas e monitoras por enchentes no Texas; quase 90 morreram no estado

por Redação 7 de julho de 2025

O acampamento de verão cristão Camp Mystic, no Texas, anunciou nesta segunda-feira (7) que 27 meninas e monitoras morreram por conta das enchentes que atingiram o local após fortes chuvas na sexta-feira (4).

O Camp Mystic, exclusivo para meninas, não especificou quantas das mortes foram de crianças e quantas foram de monitoras. Ainda há 10 meninas e uma monitora da colônia de férias desaparecidas.

O total de mortes no estado chegou a 87 no início da tarde desta segunda-feira, após autoridades do condado de Kerr, o mais atingido, terem encontrado novos corpos. Outras 41 pessoas seguem desaparecidas em todo o estado. A expectativa é que o número de mortes nas próximas horas, segundo autoridades do Texas.

As enchentes foram causadas pelo transbordamento do Rio Guadalupe, que cruza diversos condados do Texas. O nível de água do rio subiu cerca de 9 metros em cerca de duas horas após um grande volume de chuva na madrugada de sexta, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia americano (NWS, na sigla em inglês).

A área mais afetada fica no entorno do Rio Guadalupe, e o Camp Mystic foi totalmente destruído pelas enchentes, segundo autoridades locais. Desde então, familiares das alunas do acampamento e voluntários se juntaram a equipes de resgate na busca por desaparecidos.

As buscas por vítimas continuam, mesmo diante da possibilidade de novas tempestades. O governo classifica a tragédia como uma das piores inundações da história recente do estado.

Fonte: G1

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Mundo

Agricultor é encontrado morto após ser engolido por píton de 8 metros na Indonésia; imagens são fortes

por Redação 7 de julho de 2025

Um agricultor identificado como La Noti, de 63 anos, foi encontrado morto após ser completamente engolido por uma cobra píton de mais de oito metros. O caso ocorreu na Indonésia, na ilha de Sulawesi. O homem estaria cuidando de seus animais quando foi atacado na manhã desta sexta-feira, conforme informações da agência nacional de notícias Antara.

Após a vítima demorar para retornar, os familiares alertaram o desaparecimento, e os próprios moradores da região organizaram buscas. Eles encontraram a moto de La Noti à beira de uma estrada e, ao seguir o caminho, encontraram a cobra imóvel e com um grande volume no estômago na tarde de sábado.

Segundo Masud Gunawan, chefe de polícia de Batauga, vilarejo onde ocorreu o incidente, a vítima se despediu da família dizendo que iria alimentar seus animais.

— Alertamos os moradores para terem cuidado quando forem trabalhar sozinhos na floresta —destacou Gunawan.

Embora ataques a humanos sejam raros, o recente aumento nos avistamentos de pítons é resultado de perturbações em seu habitat natural.

Em novembro do ano passado, um homem de 30 anos também foi encontrado morto após ter sido engolido por uma píton de sete metros na Indonésia, mas na região de North Luwu. A vítima também foi atacada em uma área rural e encontrada por moradores locais.

Por que os ataques são frequentes no país?
A Indonésia, um arquipélago no Sudeste Asiático, abriga algumas das maiores pítons do mundo. Suas vastas florestas fornecem habitats ideais para esses predadores. No entanto, o desmatamento causado pela expansão de plantações de palma e borracha tem levado a um aumento nos ataques de cobras a humanos nos últimos tempos.

Encontrado em uma enorme variedade de produtos que variam desde cosméticos, biocombustíveis, alimentos, sobremesas e produtos de limpeza, o óleo de palma é a gordura vegetal mais consumida no planeta.

Ainda que seja o mais eficiente para o cultivo por ocupar menos espaço para ser produzido, segundo a World Wild Life, a exploração desenfreada para extraí-lo ameaça o habitat de espécies do Sudeste Asiático, como as pítons reticuladas.

Os ataques crescentes de cobras da espécie na Indonésia seriam atribuídos, então, à proximidade que as serpentes passaram a ter das pessoas na cidade, com o desmatamento e a exploração de áreas tropicais na extração de óleos. Além disso, os incidentes também são facilitados pelo encontro dos trabalhadores com os animais durante as jornadas de extrativismo dentro das florestas.

Desde 2013, ao menos outros seis casos do tipo foram registrados oficialmente.

Fonte: OGLOBO

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