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Mundo

Mundo

Trump assina ordem para restringir transições de gênero para menores de 19 anos

por Redação 29 de janeiro de 2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva para restringir transições de gênero para menores de 19 anos. A medida foi anunciada pelo governo nesta terça-feira (28) e atende uma das promessas da campanha republicana.

Na prática, a ordem corta o envio de recursos federais que garantiam assistência médica para procedimentos de afirmação de gênero para qualquer pessoa com menos de 19 anos.

“É política dos Estados Unidos não financiar, patrocinar, promover, auxiliar ou apoiar a chamada ‘transição’ de uma criança de um sexo para outro, e aplicará rigorosamente todas as leis que proíbam ou limitem esses procedimentos destrutivos e que alteram a vida”, diz a ordem.

Essa é mais uma medida de Trump que impacta diretamente a população trans dos Estados Unidos.

Nos primeiros dias de governo, o republicano proibiu a presença de mulheres trans em prisões femininas. A ação foi criticada por especialistas, já que dados do próprio governo mostram que pessoas trans têm dez vezes mais probabilidade de sofrerem crimes sexuais dentro da cadeia.

Já na segunda-feira (27), o presidente assinou um decreto abrindo portas para banir soldados transgênero do Exército dos Estados Unidos.

Antes de assumir o governo, Trump disse que iria “deter a loucura transgênero” nos Estados Unidos.

Logo após a posse, o presidente assinou uma ordem determinando que os Estados Unidos tenham apenas os gêneros masculino e feminino, além de encerrar programas de diversidade nos órgãos federais.

Fonte: G1

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Mundo

‘Airlander 10’: maior aeronave do mundo faz voo teste

por Redação 29 de janeiro de 2025

Uma aeronave, com 92 mil metros de comprimento, está prestes a decolar. Considerado o maior do mundo, este veículo aéreo, que se funde com a forma de um dirigível, foi construído na fábrica de Doncaster, na Inglaterra, que tentará atingir uma produção de 24 unidades por ano.

Chamado de “Airlander 10”, esta aeronave é apontada como a “mais eficiente do mundo” e atinge uma velocidade média de 130 quilômetros por hora, e se desloca com hélices movidas a diesel.

Por ser uma aeronave de alto padrão, suas comodidades andam de mãos dadas para ter uma experiência única: haverá quartos com banheiro privativo, restaurantes de luxo e vistas “horizonte a horizonte”, o que lhe dará um glamour incomparável e a diferenciará de outras companhias aéreas.

  • Terminamos com os protótipos. O próximo passo é que várias aeronaves entrem em produção – explica o CEO da Hybrid Air Vehicles, Tom Grundy, fornecedor das autopeças e construtor deste veículo de alta qualidade.

Em 2016, um voo do Airlander 10 sofreu um grave mau funcionamento e pousou à força em um campo. Esse fato, além de destruir a cabine da aeronave, exigiu uma rápida intervenção de mecânicos e outros especialistas para recompor o avião que precisava ser consertado.

Esse incidente causou medidas extremas de segurança para proteger o avião, como a inclusão de dois airbags – infláveis – de tamanho considerável para manter a tripulação segura.

De acordo com renderizações que foram postadas nas redes sociais, a aeronave terá um conceito moderno e futurista. Em uma das imagens que mais gerou impacto, observa-se como uma espécie de sala de estar, com uma mesa branca, que fica empoleirada no meio do ambiente, com suas respectivas cadeiras e, ao fundo, uma cozinha com refeitório incluso, o que reflete um atendimento cinco estrelas para quem está a bordo.

A intenção da empresa é que essas aeronaves decolem em 2029, com rota pré-estabelecida na Espanha.

  • Nossa plataforma pode ser menor, e menor geralmente significa mais barata, para que possamos atender a diferentes mercados – diz Grundy, sobre como eles abordarão o projeto para seduzir os passageiros do ponto de vista econômico.

Ele aprofundou a “eficiência” dos voos e ressalta que estarão alinhados com os padrões da indústria da aviação, querendo reduzir a pegada de carbono.

“Temos um caminho para eliminar de 75% a 90% das emissões dos voos. Não há mais nada que possa fazer isso de forma tão iminente”, disse o diretor executivo, comprometendo-se com a causa e acrescentando mais um item a este projeto inovador e particular que deu a volta ao mundo.

Desta forma, em matéria aeronáutica, esta criação não só contribuirá para o propósito de transportar pessoas, mas também lhes proporcionará um espaço confortável, luxuoso, com infinitas comodidades, para desfrutar de uma excelente estadia segundo Grundy.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Imagem de satélite com pedidos de socorro em Los Angeles viraliza e gera preocupação em rede social

por Redação 28 de janeiro de 2025

Uma imagem de satélite com inúmeros pedidos de socorro escritos com areia e entulho em um terreno baldio no centro de Los Angeles, nos Estados Unidos, viralizou na rede social X nos últimos dias e vem gerando burburinho.

O print do aplicativo Google Maps começou a circular no X no domingo (26) e, desde então, internautas vêm especulando sobre o que poderia estar acontecendo no local. A palavra ‘trafico’, escrita pequena entre tantos ‘help’, levou muita gente a pensar que poderia ser uma tentativa desesperada de denunciar um possível esquema de tráfico humano.

Apesar das inúmeras teorias, segundo a polícia de Los Angeles e a companhia de trens Union Pacific, dona do terreno, uma investigação mostrou que não há motivo de preocupação e que os pedidos de ajuda são obra de um morador de rua com transtornos mentais.

Procurada pelo g1 para esclarecer a situação, a empresa afirmou que a imagem é de um ano atrás:

No X, moradores da cidade que decidiram ir até o local investigar a imagem por conta própria confirmam que os sinais são realmente obra de um morador de rua e descobriram que ele se chama José.

O entorno do terreno é cheio de entulho, veículos e outros sem teto. José, de acordo com relatos de alguns deles, vive embaixo de um viaduto.

O Departamento de Polícia de Los Angeles, por causa do grande alcance que a história atingiu, decidiu se pronunciar brevemente na rede social nesta segunda-feira (27), respondendo o questionamento do rapaz que foi até lá investigar. Ao g1, disse que apenas a empresa responsável pelo local poderia falar.

Fonte: G1

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Mundo

Avião pega fogo na Coreia do Sul, mas passageiros e tripulação conseguem se salvar

por Redação 28 de janeiro de 2025

Um incêndio que começou na cauda de um avião no Aeroporto Internacional de Gimhae, na Coreia do Sul, forçou a evacuação dos 169 passageiros e sete tripulantes, nesta terça-feira (28).

Segundo a agência de notícias Yonhap, não houve vítimas fatais e uma pessoa ficou ferida. Os Bombeiros conseguiram controlar as chamas.

A aeronave 298690.KS, da companhia aérea low cost Air Busan, tinha Hong Kong como destino.

Fonte: G1

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Mundo

Invasor do Capitólio perdoado por Trump morre baleado após discussão com policial

por Redação 28 de janeiro de 2025

Um homem que foi perdoado na semana passada pelo presidente Donald Trump após ter sido preso por invadir o Capitólio, em Washington (EUA), em 6 de janeiro de 2021, foi morto a tiros por um policial durante uma blitz de trânsito na tarde do último domingo (26/1).

Matthew Huttle, que tinha 42 anos, foi morto após violenta discussão com policial do condado de Jasper (Indiana) que o havia parado em rodovia estadual perto do limite com o condado de Pulaski.

“Ocorreu uma discussão acalorada entre o suspeito e o policial, que resultou no policial disparando sua arma e ferindo fatalmente o suspeito”, disse a polícia estadual em comunicado à imprensa.

“A investigação também mostra que, durante a abordagem policial, o suspeito estava de posse de uma arma de fogo”, acrescentou.

O incidente ainda está sendo investigado. A Polícia Estadual de Indiana não revelou as circunstâncias da abordagem a Matthew.

Pela invasão, ocorrida após a derrota de Trump nas urnas para Joe Biden, Matthew foi sentenciado a seis meses de prisão. Ele deixou a cadeia em julho de 2024, de acordo com o Washington Post. Com o perdão de Trump, o seu processo foi anulado. Matthew havia permanecido 16 minutos dentro do Capitólio, onde entrara acompanhado de um tio.

“Ele não é um verdadeiro defensor de nenhuma causa política”, disse o advogado de defesa, Andrew Hemmer, à época da prisão, acrescentando que o cliente só estava em Washington por acreditar que era um “momento histórico”.

O americano estava entre cerca de 1.500 réus do 6 de Janeiro que receberam a clemência de Trump.

O policial que matou Matthew foi colocado em licença administrativa remunerada, seguindo o protocolo, disse o xerife Patrick Williamson em comunicado.

Fonte: EXTRA

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Mundo

Adolescente morre atingido por hélices de barco após ser jogado no mar pelo pai

por Redação 28 de janeiro de 2025

Um adolescente de 13 anos foi mortalmente atingido pelas hélices de um barco depois de ter sido jogado no mar pelo próprio pai durante uma viagem à Tailândia.

O russo Artem Bugorskiy, de 45 anos, foi preso pela morte do filho, Lucas.

O incidente ocorreu na semana passada em Phang Nga (Tailândia). De acordo com testemunhas, Artem agarrou Lucas, que tinha dupla nacionalidades tailandesa e russa, o levou à proa e o jogou na água, supostamente de brincadeira, contou o “Bangkok Post”.

Artem mergulhou em seguida, mas já era tarde. O capitão imediatamente parou a embarcação para tirar o adolescente da água. Lucas sofreu vários ferimentos na cabeça e no rosto causados pelas hélices da lancha. O menor foi levado ao Hospital Kuraburi Chai Pattana, mas não resistiu aos ferimentos.

Artem foi preso assim que a embarcação atracou. O russo disse à polícia que havia “perdido a memória” do incidente do dia 22.

Entre os passageiros do barco estavam 17 tailandeses e 16 turistas estrangeiros, acompanhados por uma tripulação de cinco pessoas.

Entrevistado por uma TV local, Artem conversou rapidamente com uma repórter quando era levado a um centro de detenção.

Repórter: “Você está triste?”

Artem: “Quem matou o meu filho?”

Repórter: “Você.”

Artem: “Eu?! Eu não matei o meu filho.”

Repórter: “Você não matou?”

Artem: “Não!”

Repórter: “Tem certeza?”

Artem: “Tenho.”

Fonte: EXTRA

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Mundo

Quem foi Mary Anne MacLeod, a mãe de Donald Trump que emigrou para os EUA com US$ 50 no bolso

por Redação 28 de janeiro de 2025

Mary Anne MacLeod tinha apenas US$ 50 dólares (cerca de US$ 950 hoje) no bolso quando desembarcou em Nova York, em 11 de maio de 1930.

A mulher que anos mais tarde se tornaria mãe do magnata Donald Trump —que acaba de se tornar presidente dos Estados Unidos pela segunda vez— entrou no país legalmente, após ter deixado sua terra natal, a Escócia.

Mas, diferentemente da versão difundida de que ela viajou primeiro como turista, e depois voltou para se casar com o construtor Fred Trump — filho de imigrantes alemães e um dos solteiros mais cobiçados de Nova York—, os documentos alfandegários indicam que ela pretendia ficar no país desde o início.

Seu nome aparece nos registros de imigração da época digitalizados pela Fundação Estátua da Liberdade – Ellis Island, que preserva os dados de mais de 51 milhões de viajantes que chegaram aos Estados Unidos entre 1892 e 1957 pela Ellis Island e o porto de Nova York.

De acordo com estes documentos, MacLeod embarcou em 2 de maio de 1930 no porto de Glasgow com destino aos Estados Unidos, onde chegou nove dias depois a bordo do navio Transilvania.

“Ela veio com um visto de imigrante para ter residência permanente”, afirmou Barry Moreno, historiador do Museu Nacional da Imigração de Ellis Island, à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, após analisar o registro de passageiros do navio.

Seu visto #26698 foi emitido em Glasgow em 17 de fevereiro de 1930, apenas três meses antes da viagem.

O documento alfandegário afirma que MacLeod não planejava retornar ao seu país de origem, mas pretendia residir permanentemente nos Estados Unidos e obter a cidadania americana.

“Se desde o momento em que chegou, ela se via morando permanentemente nos Estados Unidos, isso se chama imigrar. Não há dúvida disso”, disse à BBC News Mundo a escritora Gwenda Blair, autora do livro The Trumps: Three Generations of Builders and a Presidential Candidate (“Os Trump: três gerações de construtores e um candidato presidencial”, em tradução livre).

Uma de suas primeiras medidas ao assumir seu segundo mandato foi assinar ordens executivas para decretar “estado de emergência” na fronteira com o México — e limitar o direito de adquirir automaticamente a cidadania americana por nascimento, algo que é protegido pela Constituição (razão pela qual os especialistas acreditam que vai ser difícil de reverter).

Doméstica

Natural de Tong, um vilarejo na Ilha de Lewis, no norte da Escócia, a mãe de Trump estava seguindo, aos 18 anos, os passos de três de suas irmãs que já estavam nos EUA: Christina, Mary Joan e Catherine.

As autoridades registraram o nome e o endereço de Catherine em Astoria (Queens) como os dados da pessoa que a receberia em Nova York. No campo ocupação ou profissão, o documento alfandegário registra MacLeod como “doméstica”.

Também neste aspecto, MacLeod parecia estar seguindo os passos de sua irmã Mary Joan, que trabalhava com serviços domésticos quando conheceu seu futuro marido, Victor Pauley.

Seja qual for o significado que tenha dado à sua definição de “doméstica”, o fato é que MacLeod a usou novamente em setembro de 1934, quando entrou no porto de Nova York pela segunda vez, vindo da Escócia.

O documento alfandegário desta segunda viagem, desta vez a bordo do navio Cameronia, revela outros aspectos relevantes dos seus primeiros anos em território americano.

Em primeiro lugar, que ela permaneceu no país continuamente desde sua chegada em maio de 1930 até junho de 1934 — e que fez de Nova York seu local de residência permanente. Moreno observa que, antes de viajar para a Escócia, MacLeod solicitou uma autorização para entrar novamente nos EUA, o que teria facilitado os trâmites alfandegários durante sua segunda entrada.

“Ela vinha de uma família muito pobre. Houve uma grande emigração do vilarejo de onde ela veio porque, no fim da Primeira Guerra Mundial, a maioria dos homens do vilarejo foi morta quando um navio que os trazia de volta afundou”, disse à BBC News Mundo Michael D’Antonio, autor do livro Never Enough: Donald Trump and the Pursuit of Success (“Nunca é suficiente: Donald Trump e a busca pelo sucesso”, em tradução livre).

“Foi uma grande tragédia. Muitas mulheres decidiram emigrar quando viram que não teriam com quem casar. Foram para o Canadá e para os Estados Unidos”, acrescentou.

D’Antonio também atribui a emigração a motivos econômicos, uma vez que muitos agricultores da Ilha de Lewis perderam suas terras, e tiveram que se mudar. “Eles eram muito pobres porque não podiam mais cultivar suas próprias plantações”, ele explicou.

Mas, a julgar pelos documentos de viagem de MacLeod a bordo do Transilvania, Moreno acredita que sua situação financeira não era totalmente precária na época.

O genealogista Bill Lawson, que rastreou a árvore genealógica de Mary Anne MacLeod até o início do século 19, afirma que seu pai, Malcolm, administrava uma agência dos correios e uma pequena loja em seus últimos anos de vida, e que financeiramente, a família teria uma situação um pouco melhor do que a média do município.

Lawson destaca que ela “pertencia a uma família muito numerosa, com nove irmãos”, e que na ilha “não havia muitas perspectivas para os jovens”. “O que mais se poderia fazer?”, ele questiona.

“Hoje em dia, você pode pensar em ir para o continente — mas, naquela época, a maioria das pessoas ia para o Canadá. Era muito mais fácil ganhar a vida nos Estados Unidos, e muita gente tinha parentes lá.”

Cotas migratórias
Os descendentes dos imigrantes que chegaram aos Estados Unidos por Nova York durante as últimas décadas do século 19 e as primeiras décadas do século 20 equivalem a quase metade da população do país, segundo o site da Fundação Estátua da Liberdade – Ellis Island.

No entanto, embora os EUA tenham sido historicamente abertos à imigração, quando MacLeod emigrou de sua terra natal, a Escócia, havia algumas restrições à entrada de estrangeiros.

“Naquela época, foram atribuídas cotas para admitir apenas um número limitado de imigrantes de cada país. Entre 1921 e 1955, havia uma cota limitada de imigrantes do Reino Unido. Como escocesa, ela se enquadrava nela”, explica Moreno.

O historiador afirmou que MacLeod também teve que solicitar um visto para obter autorização para imigração.

Nas fichas de controle de passageiros dos navios, chamadas Manifestos, todos os dados de cada passageiro eram registrados, incluindo suas características pessoais (cor dos olhos, cabelo, raça, etc.).

Cada passageiro precisava ter pelo menos US$ 50 — e provar que possuía a quantia.

Esta foi a quantia exata que Macleod levou consigo em cada uma de suas duas viagens.

Inteligente e ambiciosa

A mãe de Trump se tornou cidadã americana em 1942.

Em seu livro A Arte da Negociação, Donald Trump se refere a ela como uma “dona de casa muito tradicional que tinha plena consciência do mundo além dela”.

O magnata descreve uma cena em que sua mãe está absorta assistindo à coroação da rainha Elizabeth 2ª pela televisão.

“Estava totalmente fascinada pela pompa e circunstância, por toda a ideia de realeza e glamour”, ele escreveu.

D’Antonio se refere a MacLeod como uma mulher muito espirituosa, inteligente e ambiciosa.

“Isso foi o que Trump me contou sobre ela, que era muito competitiva e tão ambiciosa quanto seu pai. A única coisa é que não acho que ela pudesse expressar isso da mesma forma porque era mulher. Naquela época, era difícil para as mulheres terem uma carreira, e serem tão ambiciosas quanto podem ser hoje”, afirmou.

MacLeod parece ter encontrado na caridade o lugar para deixar sua marca no mundo.

Após sua morte em agosto de 2000, aos 88 anos, o jornal americano The New York Times publicou um obituário descrevendo-a como “filantropa”.

O obituário acrescenta que a família Trump também contribuiu para o Exército da Salvação e para o grupo de escoteiros Boy Scouts of America, entre outras organizações.

Nada mal para uma imigrante que chegou aos EUA, aos 18 anos, com US$ 50 no bolso.

Fonte: G1

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Mundo

‘Sinto uma culpa terrível’: o arrependimento de uma mãe que transformou a filha em meme

por Redação 28 de janeiro de 2025

Estamos em 2013, você acorda com sua família e decide que não é dia de escola, mas sim de ir à Disneylândia fazer uma surpresa para suas filhas. Você decidiu gravá-los sentados no carro a caminho do parque para imortalizar a reação deles e carregou o vídeo no YouTube, com o título Lily’s Disneyland Surprise… AGAIN! De repente, o rosto do seu filho de dois anos tirado de uma moldura vira um meme, com toda a fama repentina que isso acarreta. Fama que continua até hoje. O vídeo já teve mais de 24 milhões de visualizações desde então, e ainda são muitos os que usam o meme para compartilhar, por exemplo, seu ceticismo, pouca emoção ou indiferença em relação a algo.

Essa é a história de Chloe Clem, lembrada dias atrás por sua mãe na revista americana People. Embora a mais nova já tenha 14 anos e não se pareça mais com aquela garota com dentes abertos e olhos esbugalhados, era inevitável que ela crescesse com o meme nas costas. Depois da experiência vertiginosa e de aprender o que realmente é a viralidade, sua mãe mudou de ideia e se arrepende de ter publicado: “Sinto uma culpa terrível”, diz Katie Clem. “Chloe tinha dois anos e as pessoas vinham até ela, eram malucas. Tiraram fotos dela”, lembra a mulher na publicação

Ela não é a única. Em dezembro passado, a renomada mãe influenciadora britânica Molly Gunn, com mais de 110 mil seguidores no Instagram, admitiu que se arrependia de ter usado seus três filhos, de 13, 11 e 7 anos, expondo-os a milhares de pessoas. Reconheceu que o nível de visibilidade a que submeteu a sua família teve um impacto negativo sobre ela.

Privacidade das crianças
Gunn disse que decidiu excluir mais de 2.000 fotos de sua conta, encerrando mais de uma década de exposição de sua casa. Segundo explicou, o seu perfil era uma janela para a vida da sua família e, após refletir sobre as consequências, decidiu encerrar esta etapa. A privacidade das crianças é um preço justo a pagar pela popularidade e pelos negócios dos pais?

É o que explica Katie Clem sobre os efeitos da fama da sua filha. Esse dinheiro literalmente nos ajudou a sobreviver por uma década. Além de economizar e guardar, nos ajudou a seguir em frente com suas vidas. Aluguel, contas, comida. A partir daquele momento, a vida familiar foi diferente. Eles conseguiram até economizar para a educação e futuro casamento de Chloe, disse ela à People. Esse sucesso repentino também fez com que fossem convidados para a Dream Suite da Disneylândia, viajassem para Nova York e até duas vezes para o Brasil, onde a menina éa bastante conhecida. Eles possuem todos os direitos sobre a imagem, o que significa que foram capazes de monetizar seu uso comercial.

Katie e seu marido, David, receberam vários endossos e fecharam acordos com gigantes corporativos como o Google Pixel, relata a publicação. Em 2021, eles até venderam a imagem como um token não fungível (NFT) por cerca de US$ 74 mil. Após o sucesso da imagem da menina, Katie continuou a alimentar sua conta no YouTube com vídeos de família, alcançando 300 mil inscritos.

A privacidade das crianças é um preço justo a pagar pela popularidade e pelos negócios dos pais? Existem vários estudos publicados sobre sharenting, termo usado para se referir à exposição de imagens dos filhos nas redes sociais. Por exemplo, o publicado em 2023 pela Universidade Camilo José Cela intitulado Sharenting: análise da utilização de menores como meio de marketing: “Quanto aos fatores que impulsionam esta decisão de partilha de imagens, podemos concluir que a grande maioria acredita que é uma boa maneira de manter a família e os amigos informados. Da mesma forma, muitos gostam de receber reações positivas das pessoas às fotos de seus filhos.”

Mas este estudo continua com um alerta: “Somos alertados ao receber respostas como a do caso isolado que referia que queria mostrar os seus filhos online com a intenção de obter seguidores. Isso faz com que esta e futuras pesquisas ganhem importância; Isso nos faz pensar que, embora sejam alertados sobre os perigos do compartilhamento, muitos usuários da rede agem de forma egoísta e para o seu próprio bem, sem levar em conta o bem-estar dos próprios filhos.”

“Alguns pais não têm a formação adequada para lhes dar instruções claras sobre a utilização das tecnologias modernas, as suas implicações, as suas vantagens e, claro, as suas ameaças inegáveis. Não só não fornecem informações adequadas aos seus filhos, como também se envolvem em comportamentos de risco . Encontramos o fato paradoxal de adultos publicarem fotografias de menores que estes provavelmente nunca publicariam”, disse Icíar Casado Fernández, psicóloga com especialização em neuropsicologia, ao Mamas & Papas em julho passado. Para este especialista, a exposição de uma realidade muito irreal, limitada exclusivamente a emoções positivas e situações de sucesso, pode “gerar graves problemas nos menores com identidade e autoestima em construção”.

Desde 2021, Katie Clem publicou apenas dois vídeos, o último em junho passado com o título “Chloe está de volta”. No entanto, esta diminuição do conteúdo deve-se, como explica Katie, ao fato de ter notado que o entusiasmo das filhas estava diminuindo. Embora ela também reconheça que as filhas, então pequenas, tecnicamente nunca aceitaram participar dos vídeos: “No começo foi muito divertido. Você entra nesse trem e diz sim para tudo. No início, não incluí de forma alguma o consentimento das minhas filhas. Nós fazíamos porque você fica preso nisso tudo. Com o tempo, percebi que era demais para elas e senti que ninguém estava se beneficiando com isso.”

Ao refletir, a positividade avassaladora e a diversão inegável de tudo confundiram quaisquer preocupações que ela pudesse estar sentindo naquele momento. De qualquer forma, hoje ela diz não ser a mesma mãe que era há mais de uma década.

Hoje em dia, Katie admite que tem sentimentos confusos sobre o conceito de canais familiares no YouTube, incluindo o seu próprio. Lembre-se que as pessoas queriam ver as filhas dela o tempo todo, em qualquer plataforma: “E de repente tive uma reviravolta no meu pensamento: fiz tudo errado? Sinto uma culpa terrível.” Ela chegou à conclusão de que tanta exposição não fazia bem para eles: “Quando elas cresceram, eu as fazia fazer coisas e percebi que estavam entediadas. Percebi que elas estavam cansadas ​​e disse: ‘Ok, terminamos.'”

Katie conclui que não sabe se teria feito as coisas de maneira diferente: “Tudo o que sei é que meus sentimentos mudaram drasticamente em relação à situação”. E ela afirma que Chloe – que ela descreve como muito tímida e introvertida (algo que ela se pergunta se é por causa de sua infância viral) – raramente é reconhecida agora que é adolescente. Para a jovem, toda esta situação “é super legal” e explica à People que vê os vídeos antigos como uma espécie de arquivo da sua infância: “É como ver fotografias antigas de família que todos também podem desfrutar”. Ela não se sente famosa, mas diz “muita coisa ainda acontece por causa do meu meme”.

Na verdade, a jovem tem uma conta no Instagram cuja foto de perfil é o meme Side Eyeing Chloe e que conta com mais de 626 mil seguidores, com quem partilha fotos do seu cotidiano e da sua infância. Ela está criando seu próprio futuro nas redes sociais, claro, sob o olhar atento da mãe porque, conforme consta na descrição da biografia, é Katie quem supervisiona o perfil.

Fonte: OGLOBO

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MundoTecnologia

DeepSeek: o que há de tão impactante na IA chinesa que abalou big techs americanas?

por Redação 28 de janeiro de 2025

O mercado americano vivenciou ontem um “momento Sputnik”. As ações das empresas de tecnologia, especialmente aquelas ligadas à inteligência artificial (IA), derreteram por causa de uma ferramenta chamada DeepSeek, criada pela startup chinesa homônima, com sede em Hangzhou.

Ela superou o famoso ChatGPT, da OpenAI, em downloads, tornando-se o app mais baixado globalmente, e provocou dúvidas no Vale do Silício sobre a liderança dos Estados Unidos em IA.

O modelo de IA do aplicativo é considerado fortemente competitivo com as últimas ferramentas lançadas pela OpenAI e pela Meta. A startup chinesa afirma ainda que sua ferramenta custa muito menos para ser treinada e desenvolvida.

A DeepSeek diz ter gasto apenas US$ 5,6 milhões (R$ 33 milhões) para desenvolver seu modelo, uma quantia irrisória em comparação aos bilhões de dólares investidos pelas gigantes americanas.

A expressão “momento Sputnik” foi usada pelo investidor Marc Andreessen, cujo navegador Netscape deu impulso à internet. Ela se refere ao lançamento do Sputnik em 1957. Da União Soviética, foi o primeiro satélite artificial do mundo e marcou o início da corrida espacial com os EUA.

Na rede social X, Andreessen afirmou que o DeepSeek R1 (a versão mais completa da ferramenta) “é um dos avanços mais impressionantes e surpreendentes” que ele já viu.

A Nvidia, que fabrica os chips essenciais para operar sistemas de IA, viu suas ações desabarem quase 17%. Isso representa um tombo recorde de US$ 589 bilhões (cerca de R$ 3,5 trilhões) em valor de mercado — o equivalente a quase sete Petrobras. A empresa agora vale US$ 2,9 trilhões e perdeu o posto de segunda empresa mais valiosa do mundo para a Microsoft. No topo do ranking está a Apple.

Ainda assim, a Nvidia afirmou ontem em nota que o novo modelo da DeepSeek é um “excelente avanço em IA”. “O trabalho da DeepSeek ilustra como novos modelos podem ser criados” utilizando a técnica Test Time Scaling, disse a empresa, “aproveitando modelos amplamente disponíveis e recursos computacionais que estão totalmente em conformidade com os controles de exportação (dos EUA).”

A declaração da Nvidia indica que esta acredita que a startup chinesa não violou as restrições dos EUA, que limitam o acesso a chips avançados americanos, especialmente por empresas da China. E parece descartar as suspeitas de alguns analistas de que a DeepSeek não teria conseguido realmente atingir o avanço que afirma ter feito.

O sucesso do DeepSeek foi tanto sobrecarregou os servidores da empresa, que limitou os downloads da ferramenta e afirmou ter sido alvo de “ataques maliciosos”.

Mas o que o app tem de tão impactante?
O DeepSeek, ferramenta de inteligência artificial (IA) generativa criada pela startup chinesa de mesmo nome, está disponível gratuitamente no Brasil, tem recursos similares aos do ChatGPT, “fala” português e pode ser acessado pelo navegador.

O serviço é gratuito e não há limite de mensagens que podem ser trocadas com o robô. Além de português, chinês e inglês, o sistema está disponível em 69 idiomas, incluindo espanhol, alemão, coreano, croata, francês e esloveno.

A estratégia da startup de oferecer um modelo de IA tão potente quanto os de rivais, de forma aberta ou a custos significativamente menores, gerou alerta na indústria americana. Outro diferencial da DeepSeek está no orçamento envolvido no desenvolvimento de sua IA, significativamente menor que o de concorrentes.

Uma das vantagens competitivas da empresa, fundada em 2023, é ter precisado de menos recursos computacionais para criação de um modelo que é competitivo com os da OpenAI, Meta e Google.

Como acessar a ferramenta?
Interagir e pedir tarefas para o DeepSeek é tão simples como usar o ChatGPT, Meta IA ou Gemini. A IA pode ser acessada pelo computador, no navegador, ou baixada nas lojas de aplicativo da Apple (iOS) e Google (Android).

Como usar o DeepSeek?
Ao abrir a plataforma, o usuário precisa fazer um login de acesso. A primeira página é igual às dos concorrentes. Uma caixa de texto convida o usuário a escrever com a pergunta: “Como posso te ajudar hoje?” Além de conversar com a IA por texto, o usuário pode enviar documentos e imagens, e fazer perguntas com base nos arquivos.

Mas, diferentemente do ChatGPT, a ferramenta ainda não tem o recurso de interação por voz.

Ao receber a resposta, o usuário pode pedir ajustes e fazer perguntas adicionais pela caixa de texto ou clicar em um botão abaixo do texto para que ele seja refeito. Também é possível avaliar o conteúdos, por meio de um botão de “positivo” e “negativo”.

O modelo disponibilizado pela startup no chatbot gratuito é o DeepSeek-V3, que é como o “cérebro” por trás do sistema de inteligência artificial. Lançado em dezembro de 2024, o V3 pode superar o modelo usado no ChatGPT, o GPT-4o, em determinadas tarefas, como aquelas que envolvam raciocínio em programação.

O sistema da OpenAI, no entanto, apresenta melhores resultados em parâmetros como perguntas simples de interpretação.

O que a plataforma pode fazer
Assim como outros sistemas similares de IA, a ferramenta da DeepSeek pode reescrever textos, responder a perguntas sobre tópicos variados, resumir documentos, fazer contas de matemática e revistar códigos de programação, entre outras tarefas.

Da mesma forma que o ChatGPT, a ferramenta traz informações de buscas na internet. Para ativar o recurso, o usuário precisa acionar a aba “Search” (“busca” em inglês). Nesse modo, a IA responde com base em textos que coleta on-line, incluindo sobre acontecimentos recentes.

Além do recurso de buscas, o usuário pode optar por fazer perguntas que usem o DeepSeek R1, um modelo da startup que é voltado para resolver problemas complexos, como cálculos matemáticos e tarefas de programação. Essa opção também fica abaixo da caixa de texto.

Não está livre de ‘alucinações’
Como as concorrentes, a assistente chinesa também pode “alucinar”, ou seja, trazer de forma convincente alguma informação incorreta. Abaixo da caixa de texto, o chatbot alerta que o conteúdo é gerado por inteligência artificial e deve ser usado “apenas como referência”.

Nos termos de serviço, a startup alerta que as respostas “podem conter erros ou omissões”:

“Especificamente, ao usar este serviço para consultar sobre questões médicas, legais, financeiras ou outras questões profissionais, esteja ciente de que este serviço não constitui nenhum aconselhamento ou compromisso e não representa as opiniões de nenhum campo profissional. Se você precisar dos serviços profissionais relacionados, deve consultar profissionais e tomar decisões sob sua orientação”, ressalta o texto.

Cuidados com privacidade
O usuário deve ficar atento também ao compartilhamento de dados e informações sensíveis. A política de privacidade da ferramenta indica que além de dados como e-mail, nome e endereço de IP, a IA coleta informações compartilhadas pelos usuários.

De acordo com a startup, as informações são compartilhadas inclusive para publicidade e análise.

Há casos, ainda, que os dados inseridos pelos usuários são compartilhados com governos: “Podemos acessar, preservar e compartilhar as informações descritas em ‘Quais Informações Coletamos’ com autoridades públicas e policiais, detentores de direitos autorais ou outros terceiros, se acreditarmos de boa-fé que isso é necessário para cumprir a lei.”

— O usuário deve tomar cuidado em relação a absolutamente qualquer tipo de IA — diz Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação — Ou seja, ter cuidado com a privacidade dos dados, não fazer compartilhamento de dados sensíveis, como documentos corporativos.

O que provocou a debacle?
A chinesa DeepSeek apresentou na semana passada um modelo de IA de menor custo. Wall Street reagiu com quedas bruscas, com a gigante dos microchips Nvidia despencando 16,97%. O declínio da Nvidia reduziu em US$ 589 bilhões a capitalização de mercado da fabricante de chips de IA, a maior perda em um único dia na história do mercado de ações, valendo agora US$ 2,9 trilhões.

A Bolsa foi sacudida por informações que apontam que o robô conversacional da startup chinesa DeepSeek tem um ótimo desempenho, apesar de usar chips com capacidades reduzidas, o que poderia afetar o domínio dos grandes grupos americanos do setor.

‘Investidores desconcertados’
“Os investidores estão desconcertados com essa nova reviravolta dos acontecimentos e pelo [temor] de que as empresas americanas especializadas em IA percam influência”, resumiu à AFP Sam Stovall, da consultoria financeira CFRA.

Analistas e investidores acreditavam que a vantagem dos Estados Unidos no setor dos semicondutores e sua capacidade de limitar o acesso da China a esta tecnologia garantiria seu domínio da IA.

Mas a DeepSeek assegurou ter gastado apenas US$ 5,6 milhões (R$ 33 milhões, na cotação atual) para desenvolver seu modelo, uma quantia irrisória quando comparada com os bilhões de dólares investidos pelas gigantes americanas.

Wall Street teme que o “chabot” da DeepSeek possa competir com o da OpenAI e seu popular ChatGPT.

No entanto a startup chinesa denunciou nesta segunda-feira que é alvo de um ciberataque “malicioso em grande escala” e deve limitar temporariamente as inscrições de usuários.

A empresa, fundada em 2023, declarou que quem já possui uma conta em seu serviço poderá se conectar normalmente.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Coca-Cola ordena retirada massiva de produtos na Europa devido a alto teor de clorato

por Redação 28 de janeiro de 2025

A empresa engarrafadora da Coca-Cola na Bélgica anunciou, nesta segunda-feira, uma grande retirada de seus produtos na Europa devido a uma concentração excessivamente alta de clorato. Os lotes afetados foram recolhidos na Holanda, Alemanha, Reino Unido, França e Luxemburgo, além da própria Bélgica, e estavam em circulação desde novembro.

A retirada diz respeito a latas retornáveis e garrafas de vidro de Coca-Cola, Sprite, Fanta, Fuze Tea, Minute Maid, Nalu, Royal Bliss. Todos os produtos estão indicados pelo “código de produção que varia de 328 GE a 338 GE”.

“Não temos números exatos, mas está claro que é uma quantidade considerável”, disse a Coca-Cola Europacific Partners Belgium à AFP. “A maioria dos produtos afetados e não vendidos já foi retirada das lojas e continuamos tomando medidas para retirar os produtos que permanecem no mercado”, acrescentou.

A empresa engarrafadora pede que os produtos não sejam consumidos, mas devolvidos ao ponto de venda para reembolso.

“Em nossa unidade de produção em Gante, realizamos testes como parte de nossos processos de controle […]. Esses controles possibilitaram identificar níveis elevados de clorato”, explicou a empresa.

De acordo com o site da Comissão Europeia, o clorato nos alimentos vem de desinfetantes de cloro usados no tratamento da água e no processamento de alimentos.

Em uma publicação científica de 2015, a autoridade europeia para a segurança alimentar estimou que a exposição prolongada ao clorato em alimentos pode causar potenciais problemas de saúde para crianças, especialmente aquelas com carência de iodo.

No entanto, de acordo com a agência, mesmo considerando os níveis mais altos, “a ingestão total em um único dia dificilmente excederá o nível recomendado para consumidores de todas as faixas etárias”.

Fonte: OGLOBO

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