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Protestos na Venezuela: as estátuas de Hugo Chávez derrubadas em bastiões do chavismo

por Redação 31 de julho de 2024

As estátuas de Hugo Chávez, na Venezuela, têm sido alvo da agitação causada pelo anúncio do Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (CNE) de que o presidente Nicolás Maduro teria vencido novamente as eleições no país. A oposição acusa o governo de manipular os resultados.

Na segunda-feira (29), foram registrados 187 protestos em 20 dos 23 estados, segundo a organização Observatório Venezuelano de Conflitos Sociais.

Em meio aos protestos, foram derrubadas cinco estátuas em homenagem a Hugo Chávez, que governou o país de 1999 até sua morte, em março de 2013.

A violenta repressão das autoridades aos protestos deixou vários mortos, embora as informações neste momento sejam confusas em relação aos números.

Segundo a ONG Foro Penal, pelo menos 6 pessoas perderam a vida (1 em Aragua, 1 em Táchira, 2 em Yaracuy e 2 em Zulia), enquanto a organização National Hospital Survey registrou 3 mortes, 2 em Maracay e uma em Caracas. Há também dezenas de feridos.

Segundo relatos da mídia local e o que pode ser visto em vídeos divulgados nas redes sociais, as estátuas destruídas estavam em cinco estados: Aragua, Carabobo, Falcón, Guárico e La Guaira.

Esta não é a primeira vez que monumentos em homenagem ao líder da chamada Revolução Bolivariana foram destruídos. Algo semelhante aconteceu em 2017 e 2019. Porém, o que chama a atenção nesta ocasião é a quantidade de estátuas atacadas e o curto período de tempo em que isso ocorreu.

Porém, há quem observe outra diferença: quem realizou a derrubada.

“Maduro conseguiu, com a sua conduta e comportamento antipopular, garantir que as pessoas que tanto amavam Chávez sejam hoje aquelas que derrubam as suas estátuas e saem para protestar contra a sua suposta reeleição”, disse um alto funcionário do governo à BBC News Mundo.

Várias das regiões onde foram registrados ataques a monumentos eram consideradas bastiões eleitorais do chavismo até pouco tempo atrás.

Por exemplo, no Estado costeiro de La Guaira, localizado a apenas 30 km a norte de Caracas, todos os governadores são do partido do governo desde 1998. Algo semelhante aconteceu em Falcón, que fica cerca de 445 km a noroeste da capital venezuelana.

Erro estratégico
A demolição das estátuas não parece ter sido ordenada por nenhum setor da oposição, mas sim o resultado da desordem e insatisfação popular durante as manifestações.

Porém, há quem acredite que essas ações são contraproducentes aos objetivos do setor que busca tirar o chavismo do poder.

“Isso tem um peso simbólico, mas não traz nenhum favor aos setores democráticos venezuelanos”, disse a analista política Carmen Beatriz Fernández à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

“Quando você vê que os dados que a oposição mantém são verdadeiros, você vê que 30% do eleitorado votou em Maduro e antes disso certamente votou em Chávez. Ainda um em cada três eleitores é chavista e este tipo de ação poderia galvanizar o chavismo”, explicou a professor da Universidade de Navarra (Espanha).

“As estátuas deveriam ser derrubadas quando o regime mudar, não antes”, concluiu, numa clara referência ao que aconteceu no Iraque, após a invasão dos EUA em 2003; ou o que aconteceu após o colapso da União Soviética no início da década de 1990.

Culto à personalidade
Monumentos a Chávez começaram a ser erguidos em diferentes áreas da Venezuela depois que ele morreu, em 5 de março de 2013, em consequência do câncer detectado em meados de 2011.

As estátuas foram seguidas de batizados de escolas, hospitais, estádios e outras obras públicas. Tudo isso apesar de o líder ter sido publicamente contra esse tipo de ação quando era vivo.

“Peço-lhe que não coloque meu nome em nada”, pediu Chávez em 3 de agosto de 2008, durante seu programa “Alô, Presidente”.

“Não, não, não. Nada de Rua Hugo Chávez, nada de Ponte Hugo Chávez. Não, pelo amor de Deus, isso traz azar. Devemos nomear (essas estruturas) com os nomes dos heróis (da Independência)”, acrescentou o então presidente venezuelano.

No entanto, os especialistas consideram que as palavras do falecido presidente não estavam em sintonia com as suas ações, já que ao longo dos seus quase 14 anos no poder incentivou e permitiu que surgisse um culto à sua personalidade.

Uma das maneiras pelas quais exaltou sua imagem foi por meio de suas constantes aparições no rádio e na televisão.

“Desde que Chávez chegou ao (palácio presidencial de) Miraflores, os canais atingiram um nível de frequência incomum. Eles foram usados ​​como uma forma de invadir os lares venezuelanos e alimentar o culto à personalidade do líder”, escreveu o cientista político Trino Márquez em um artigo.

Fonte: G1

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Mundo

Protestos contra Maduro se espalham pela Venezuela; 4 pessoas morrem

por Redação 30 de julho de 2024

Quatro pessoas morraram e outras 44 ficaram feridas durante as manifestações que tomaram ruas de diversas cidades da Venezuela desde segunda-feira (29), segundo ONGs que atuam no país.

Os manifestantes protestam contra o resultado que indicou vitória do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, após uma eleição tensa no fim de semana, em meio a apelos da oposição e da comunidade internacional para que as contagens completas dos votos sejam divulgadas.

Na tarde desta terça (30), María Corina Machado e Edmundo González, da oposição, fizeram protesto em frente à sede da ONU em Caracas.

Segundo a ONG Pesquisa Nacional de Hospitais, que monitora a crise hospitalar e centros de saúde da Venezuela, uma das mortes ocorreu em Caracas e as outras duas, em Aragua, no centro do país.

Multidões foram às ruas do país e, em várias áreas, as manifestações foram dispersadas pelas forças de segurança. Uma morte foi relatada na região de Yaracuy, no noroeste do país, segundo a ONG Foro Penal, especializada na defesa de presos políticos.

O diretor da organização também informou que 46 pessoas foram detidas pelas autoridades, segundo a agência de notícias AFP.

Enquanto isso, os governos dos EUA e de outros países questionam os resultados oficiais que mostraram a vitória de Maduro sobre o candidato da oposição, Edmundo González.

Em uma mensagem nas redes sociais, González prestou solidariedade “ao povo diante de sua justificada indignação”.

A cerca de quatro quarteirões do Palácio Miraflores, a sede do governo, em Caras, homens mascarados, vestidos à paisana e armados, bloquearam o caminho de um grupo de manifestantes, incluindo mulheres e homens, que, a cerca de 200 metros de distância, gritavam “liberdade , liberdade “, e “vai cair, vai cair, este governo vai cair”, segundo testemunhas da Reuters.

Manifestações semelhantes foram realizadas no centro, leste e oeste de Caracas.

Em Coro, capital do Estado de Falcón, no noroeste, os manifestantes derrubaram uma estátua que representava o ex-presidente e mentor de Maduro, Hugo Chávez (1954-2013). Já na cidade de Maracay, há relatos de uso de gás lacrimogêneo pelas forças de segurança contra participantes de um ato.

Em seguida, o órgão proclamou Maduro presidente para o mandato entre 2025 e 2031, acrescentando que ele havia recebido “uma maioria dos votos válidos”.

Mas pesquisas de boca de urna independentes apontaram para uma grande vitória da oposição depois de demonstrações entusiásticas de apoio para González e a líder da oposição, María Corina Machado, durante a campanha.

A oposição contestou o resultado e a transparência do pleito.

De acordo com a agência AFP, a manifestação em Caracas reuniu milhares de pessoas nos bairros populares da capital.

“E vai cair, e vai cair, este governo vai cair!”, gritavam, debaixo de chuva, manifestantes na gigantesca favela de Petare, a maior de Caracas. “Entregue o poder já!”, exclamavam outros.

Os manifestantes também queimaram cartazes de campanha com o rosto de Maduro. Eles levavam bandeiras, panelas e instrumentos de percussão para acompanhar os gritos de protesto.

Foi registrado confronto com a polícia, mas não há informações de presos ou feridos até a última atualização desta reportagem.

Desdobramentos
O Ministério Público venezuelano divulgou uma comunicado na segunda, saudando o povo venezuelano pela demonstração de civilidade e democracia durante as eleições. Na mensagem, reconhece a vitória de Maduro e afirma que “rejeita as declarações temerárias de alguns poucos governos da América Latina que querem mandar na democracia venezuelana”.

O governo brasileiro afirmou que “acompanha com atenção o processo de apuração” e que aguarda a divulgação de informações mais detalhadas, como os “dados desagregados”, pelo CNE. O governo afirma que isso é um “passo indispensável para a transparência, credibilidade e legitimidade do resultado do pleito”. Esses dados incluem as informações que estão nas atas, como os dados por locais de votação.

O CNE, órgão presidido por um aliado do presidente do país vizinho, informou que Nicolás Maduro venceu e foi reeleito com 51,2% dos votos, contra 44% do opositor, Edmundo González. A oposição, no entanto, afirma que González venceu com 70%.

Com a proclamação, ocorrida menos de 24 horas depois do fechamento das urnas no país, Maduro foi confirmado para mais um mandato no comando da Venezuela. Caso chegue ao fim do novo mandato, o líder venezuelano terá ficado no poder por um total de 17 anos – mais do que seu antecessor Hugo Chávez, que governou a Venezuela por 14.

O CNE proclamou a vitória do presidente também sem apresentar as atas de votação — documentos que registram o número de votos e o resultado total de cada um dos cerca de 30 mil locais de votação da Venezuela.

A oposição acusou o órgão de ocultar as atas para maquiar o resultado das eleições. O grupo opositor, que se uniu em torno da candidatura de Edmundo González, argumentou que pesquisas de boca de urna apontavam vitória de González sobre Maduro com folga.

Fonte: G1

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Mundo

Pelo menos sete mortos nos protestos após reeleição de Maduro na Venezuela, diz jornal

por Redação 30 de julho de 2024

Ao menos sete pessoas morreram e centenas ficaram feridas nos protestos espontâneos contra a questionada reeleição do presidente Nicolás Maduro nesta segunda-feira, que foram reprimidas pelas forças de segurança, enquanto a oposição afirmou ter provas de fraude eleitoral e cresce o apelo internacional por maior transparência na recontagem dos votos. As informações são do jornal espanhol El Mundo.

As forças de segurança venezuelanas dispararam gás lacrimogêneo e balas de borracha contra manifestantes que desafiavam a vitória na reeleição reivindicada por Maduro, mas contestada pela oposição e questionada por muitos outros países. Também foram ouvidos disparos em alguns bairros. No interior do país também houve protestos.

“Vai cair, vai cair, este governo vai cair!”, gritavam milhares de manifestantes que marcharam na gigantesca favela de Petare, a maior de Caracas. “Que entregue o poder já!”, exclamavam outros.

Por todo o país, pelo menos duas estátuas de Hugo Chávez, o falecido ícone socialista que liderou o país durante mais de uma década e escolheu Maduro como seu sucessor, foram derrubadas pelos manifestantes.

“Pela liberdade do nosso país, pelo futuro dos nossos filhos, queremos liberdade, queremos que Maduro vá embora, vá embora Maduro!”, disse à AFP Marina Sugey, uma dona de casa de 42 anos, no protesto em Petare.

O mandatário, reeleito para um terceiro mandato de seis anos, denunciou uma tentativa de golpe de Estado “de caráter fascista e contrarrevolucionário”. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, informou que 23 militares ficaram feridos.

A oposição liderada por María Corina Machado denuncia fraude e disse ter “como provar a verdade” da eleição que afirma ter sido vencida por Edmundo González Urrutia no domingo, frente ao mandatário socialista. Machado explicou que, após acessar cópias de 73% das atas de apuração, projeta-se uma vitória de 6,27 milhões de votos contra 2,75 para Maduro.

“A diferença foi tão grande, esmagadora (…), em todos os estados da Venezuela, em todos os setores, ganhamos”, afirmou Machado.

‘Revisão completa dos resultados’
Os Estados Unidos, chave no processo que levou à eleição, e os vizinhos Brasil e Colômbia, os três países que mais receberam migrantes venezuelanos, questionaram a apuração que concede a Maduro um terceiro mandato de seis anos com 51% dos votos, frente a 44% de González, segundo o CNE, de linha oficialista.

A Organização dos Estados Americanos (OEA) convocou uma reunião extraordinária a pedido dos governos da Argentina, Costa Rica, Equador, Guatemala, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai, que solicitaram uma “revisão completa dos resultados”.

O Ministério das Relações Exteriores da Venezuela expulsou em resposta o pessoal diplomático argentino, chileno, costa-riquenho, panamenho, peruano, dominicano e uruguaio, diante do que considerou “ações intervencionistas” de seus países.

Na embaixada argentina estão refugiados há semanas seis colaboradores de María Corina Machado, que denunciou um cerco policial à sede diplomática. A oposição já relatou a prisão de cerca de 150 pessoas ligadas à campanha.

A Venezuela anunciou a suspensão, a partir de quarta-feira, dos voos de e para Panamá e República Dominicana, em rejeição à postura de seus governos.

O Panamá realiza a maioria dos voos que chegam à Venezuela, enquanto a República Dominicana é a principal conexão para os Estados Unidos.

China, Rússia, Cuba, Nicarágua, Honduras e Bolívia felicitaram Maduro. O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, disse que reconhecerá o resultado do CNE.

Nestas eleições, esteve presente uma pequena delegação do Centro Carter, que pediu ao CNE “que publique imediatamente os resultados das eleições presidenciais a nível de colégio eleitoral”. Um painel de especialistas da ONU emitirá um relatório confidencial.

‘Pena máxima’
O chavismo convocou na terça-feira “uma grande marcha rumo a Miraflores”, o palácio presidencial, “para defender a paz”.

Machado e González Urrutia convocaram “assembleias cidadãs” em várias cidades. Não deram maiores detalhes, mas o embaixador distanciou-se dos protestos do dia.

“Não contribuem para esse objetivo”, disse na coletiva de imprensa. “Há muita indignação e isso entendemos, mas devemos manter a calma e a serenidade até alcançarmos a vitória”.

O procurador-geral, Tarek William Saab, disse na rede social X que “punirá com a pena máxima quem tentar reeditar os protestos impunes e assassinos” desses dois anos.

A maioria das pesquisas favorecia a oposição, que se afastou das presidenciais de 2018 e capitalizou o descontentamento de anos de crise que contraiu o Produto Interno Bruto em 80% e levou ao exílio cerca de sete milhões de venezuelanos, segundo a ONU.

Manifestantes tomam as ruas
Durante os protestos, manifestantes derrubaram uma estátua em homenagem a seu antecessor, Hugo Chávez, na avenida Shema Saher de Coro, no estado de Falcón. Centenas de pessoas foram às ruas ou fizeram panelaços em suas janelas contra a reeleição anunciada nas primeiras horas desta segunda-feira pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), ligado ao chavismo, num resultado contestado pela oposição e por grande parte da comunidade internacional.

Com apenas 80% dos boletins das urnas verificados, o CNE declarou a vitória de Maduro por 51% dos votos, contra 44% de González na madrugada desta segunda-feira. No entanto, na primeira coletiva da coalizão opositora após o resultado, María Corina denunciou fraude no pleito e anunciou o diplomata como novo presidente da Venezuela. Segundo ela, o opositor venceu o atual mandatário por 70% votos.

— Hoje queremos dizer a todos os venezuelanos e ao mundo inteiro que a Venezuela tem um novo presidente eleito: Edmundo González. Ganhamos e todo o mundo sabe — disse María Corina, defendendo a vitória do seu grupo político a partir dos resultados de quatro contagens “autônomas” e da análise de 44% das atas das urnas entregues até então. — Neste momento temos 44% das atas, todas as que foram transmitidas nós temos, e todas essas informações coincidem: Edmundo recebeu 70% dos votos e Maduro, 30%.

Os protestos começaram já pela manhã, se espalhando por várias partes do país ao longo do dia. Os manifestantes — em sua maioria jovens — queimaram pôsteres com o rosto de Maduro que promoviam sua candidatura, carregando bandeiras, panelas e instrumentos para acompanhar os gritos de protesto.

— Que ele entregue o poder agora! — exclamaram.

Em Catia, um setor popular da capital, houve os protestos foram vigiados de perto pela polícia e pela tropa de choque da Guarda Nacional.

— Fechamos nossos negócios e começamos a protestar, nos sentimos decepcionados, isso não reflete a realidade, votamos contra Nicolás — disse Carolina Rojas, uma lojista de 21 anos, com raiva.

No centro de Caracas, vários comerciantes preferiram manter seus negócios fechados.

— Minha família ficou chorando em casa — descreveu o dono de uma venda de comida rápida com a grade de segurança do local aberta pela metade.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Homem esfaqueia oito em rua do Reino Unido, entre elas crianças: ‘vi meninas correndo ensanguentadas’, diz testemunha

por Redação 29 de julho de 2024

Um homem esfaqueou oito pessoas, entre elas crianças, em uma rua nos arredores de Liverpool, na Inglaterra, nesta segunda-feira (29). A imprensa local afirmou que uma das vítimas morreu.

O ataque aconteceu em Southport, cidade a cerca de 30 quilômetros de Liverpool. A polícia e o serviço de emergência locais afirmaram que há crianças entre as vítimas, mas não haviam detalhado a quantidade e nem o estado de saúde delas até a última atualização desta reportagem.

Um suspeito foi preso. Ainda de acordo com a polícia, ele invadiu uma propriedade em uma rua de um bairro residencial de Southport e esfaqueou pessoas que estavam dentro. Segundo relatos da imprensa local, um grupo de crianças participava de uma aula de ioga no local.

“Parecia algo que se vê nos Estados Unidos”, disse o comerciante Colin Parry, proprietário de uma oficina de carros local que também testemunhou o ataque.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, chamou o caso de “horrível e profundamente chocante”.

A Secretária de Estado para Assuntos Internos do Reino Unido, Yvette Cooper, afirmou que o governo britânico está em contato com as autoridades locais e se disse “profundamente preocupada” com o caso. Ataques com faca não são comuns no Reino Unido.

Fonte: G1

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Mundo

Maduro é reeleito na Venezuela, diz órgão eleitoral; oposição denuncia fraude

por Redação 29 de julho de 2024

Elvis Amoroso, presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), anunciou na madrugada desta segunda-feira (29) a vitória de Nicolás Maduro na eleição presidencial na Venezuela. Com 80% da apuração concluída, o atual presidente do país obteve 51,2% dos votos, contra 44,2% do opositor Edmundo González Urrutia.

Os demais candidatos somaram 4,6% dos votos. O comparecimento às urnas foi de 59%.O CNE informou ainda que a demora para a liberação dos resultados do pleito realizado no domingo, 28, ocorreu por causa de um ataque ao sistema de transmissão dos votos.

Encerrada a votação, a Venezuela prendeu a respiração à espera do resultado das urnas. Maduro e oposição demonstraram confiança na vitória. No entanto, a campanha do opositor González Urrutia, liderada por María Corina Machado, se queixou de que o chavismo havia interrompido a transmissão dos resultados.

Segundo líderes da oposição, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), que organiza as eleições, não estava permitindo a presença de fiscais ou transmitindo as atas de votação. María Corina pediu que eleitores fizessem uma vigília nas seções para evitar fraudes.

”Nenhum fiscal eleitoral deixa a seção sem a ata da urna. Nossas testemunhas têm o direito de obter seu certificado. Esse é o momento mais crítico e o melhor modo de nos defendermos é estando presentes na seção eleitoral. O mundo está conosco”, disse ela, na sede do QG da campanha.

Delsa Solórzano, uma das líderes da campanha opositora, também se queixou que o CNE estava impedindo a entrada de representantes da oposição. “Disseram que era melhor eu ir embora em nome da minha segurança”, afirmou.

Com as atas emitidas ao fim da votação e a auditoria das urnas, a oposição esperava fazer uma espécie de apuração paralela para comparar com os resultados a serem divulgados pelo CNE. O temor é de que o conselho, aparelhado por funcionários chavistas altere os resultados.

Na reta final da campanha, Maduro e seus aliados mais próximos afirmaram que respeitariam os resultados “divulgados pelo CNE”. Vladimir Padrino López, ministro da Defesa que recebeu do presidente o título de “General do Povo Soberano”, repetiu a afirmação de que o CNE era soberano para decidir o que quisesse. Padrino López, que é considerado um porta-voz dos quartéis, também embarcou no discurso chavista de que a eleição serviu para “condenar as sanções criminais do imperialismo sobre a República Bolivariana de Venezuela.”

Para o cientista político venezuelano Xavier Rodríguez-Franco, o atraso na divulgação de resultados seria uma repetição do padrão do chavismo nas últimas eleições, que segurou o máximo que pôde a totalização dos votos e, ao mesmo tempo, usou milícias paramilitares para provocar intimidação nas ruas.

“Apesar de o voto ser eletrônico e haver processo automatizado, tem sido sempre uma constante a sequência de ações que parecem formar um padrão, especialmente quando há eleições que foram competitivas”, afirmou.

Analistas e opositores passaram os últimos dias especulando como Maduro tentaria reverter o resultado em caso de derrota. No fim de semana, ele impediu a entrada de observadores convidados pela oposição. Durante o período de registro, ele restringiu a inscrição de venezuelanos no exterior, a maioria refugiados que detestam o regime. Cerca de 5 milhões foram impedidos de votar fora da Venezuela.

Fonte: r7

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Mundo

Sabotagem paralisa trens da França no dia da abertura olímpica

por Redação 26 de julho de 2024

Uma série de atentados a instalações da SNCF, a rede ferroviária francesa, na madrugada desta sexta-feira (26), são um “ataque maciço” coordenado para prejudicar os Jogos Olímpicos, segundo o governo francês.

Em diversos pontos no entorno de Paris, cabos elétricos da rede foram cortados e queimados. Isso levou a fortes perturbações no tráfego ferroviário da França, atingindo 250 mil passageiros.

Não se sabia ainda, às 10h de Paris (5h de Brasília), quem estaria por trás da tentativa de sabotagem olímpica, no dia da abertura oficial dos Jogos.

O presidente da SNCF, Jean-Pierre Farandou, acusou “um bando de iluminados, de irresponsáveis” pelos atos. Acredita-se que o conserto das instalações sabotadas vá durar todo o fim de semana.

O tráfego ferroviário representa pouco mais da metade de todo o transporte de passageiros na França, com quase 2 bilhões de viagens por ano. Os quase 400 TGVs (trens de grande velocidade), que podem chegar a 320 quilômetros por hora, interligam as sedes olímpicas de Paris, Bordeaux, Lyon, Marselha e Lille.

As autoridades recomendaram a quem puder que adie viagens de trem. A segurança nas estações foi reforçada.

O trânsito em Paris circulava com lentidão na manhã desta sexta, o que já era esperado, em função do esquema de segurança para a abertura. O metrô de Paris funcionava normalmente, apesar de alguns problemas técnicos e muitas estações fechadas em função da cerimônia.

Os incidentes não perturbaram a viagem da seleção feminina de futebol de Bordeaux para Paris. A equipe embarcou no TGV por volta das 10h locais (5h de Brasília).

O Brasil enfrenta o Japão na segunda rodada do torneio olímpico neste domingo (28), no Parque dos Príncipes. Na primeira rodada, as brasileiras derrotaram as nigerianas por 1 a 0, na última quinta-feira (25), em Bordeaux.

Fonte: jornaldebrasilia

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Maduro prevê ‘surra’ na eleição após ameaçar ‘banho de sangue’ e ‘guerra civil’ se não for reeleito

por Redação 23 de julho de 2024

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, voltou a subir o tom contra a oposição do país, representada pelo ex-diplomata Edmundo González, que lidera algumas pesquisas de intenção de voto das eleições de domingo (28). Após ameaçar uma “guerra civil” e um “banho de sangue” se perder, o ditador avisou não querer “show nem choradeira” porque vai dar “uma surra” no rival.

“Não nasci cantor, sou o presidente, e os senhores vão escutar o melhor repertório que hoje venho a apresentar”, começou Maduro durante um discurso em La Guaira, cidade no caribe venezuelano e localizada a cerca de 40 minutos de carro do centro de Caracas. Em seguida, emendou alguns versos, com uma espécie de canto, para os apoiadores.

“Ninguém pergunta, se sofro ou se choro, se tenho vergonha, que dói profundamente. Sou o presidente e, domingo, vou ganhar porque o povo na rua vai voltar a triunfar”, disse. “Não quero show nem choradeira e no domingo vamos dar uma surra”, completou.

Maduro ameaça banho de sangue
Na última quarta-feira (17), durante um pronunciamento, Nicolás Maduro usou palavras duras que ecoaram na comunidade mundial.

“Se não querem que a Venezuela caia em um banho de sangue, em uma guerra civil fratricida, produto dos fascistas, garantamos o maior sucesso, a maior vitória da história eleitoral do nosso povo”, ameaçou.

Ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que ficou “assustado” com a declaração do ditador da Venezuela. Segundo o petista, o venezuelano “tem que aprender: quando você ganha, você fica; quando você perde, você vai embora”.

Fonte: r7

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Mundo

Kamala Harris é ‘brat’: o meme que ganhou as redes e pode influenciar eleitores jovens nos EUA

por Redação 23 de julho de 2024

Kamala Harris ainda não foi nomeada candidata democrata para concorrer à Presidência dos Estados Unidos, mas o seu status online já está claro: ela é um meme.

Na mais recente prova de fama entre a Geração Z, a sensação pop britânica Charli XCX chamou a vice-presidente dos EUA de “brat” — termo que descreve crianças e adolescentes rebeldes e ousadas. A palavra também é o título do último álbum da artista.

E a campanha de Kamala está entrando de cabeça na ideia.

Depois que a artista publicou “Kamala é brat”, na noite do domingo (21), a vice-presidente adotou a cor verde limão para a conta “Kamala HQ”, no “X”. O impulso fez com que conta chegasse a quase 1 milhão de seguidores.

Charli XCX reforçou algo que já se tornou popular online, com memes virais com vídeos de Kamala dançando ou fazendo piadas com músicas da cantora ao fundo.

O “verde brat” de Charlie XCX já havia mobilizado famosos e marcas ao redor do mundo no início de junho, quando o álbum da cantora foi lançado.

Agora, a postagem de domingo relacionada à vice-presidente virou uma nova tendência nos EUA. É um fenômeno que poderia ajudar Kamala a influenciar eleitores jovens que podem ter papel decisivo na eleição de 5 de novembro.

É um contraste marcado com o rival republicano Donald Trump, de 78 anos, mas também com o presidente Joe Biden, de 81 anos, que abandonou a disputa presidencial e endossou Kamala como sua sucessora.

A tendência “brat” se une a outros memes virais de Kamala — como o áudio de um discurso em 2023 que foi atacado por críticos, mas que acabou adotado pela Geração Z como uma filosofia de vida.

A internet adotou o emoji de coco como um símbolo extraoficial de campanha para Kamala. Tiktokers usaram o som do discurso do coqueiro em pelo menos 3 mil vídeos, segundo a plataforma.

Eleitores jovens, que tendem a votar em democratas, estavam desengajados da eleição entre Biden e Trump. De acordo com Chris Mowrey, um influenciador democrata com 340 mil seguidores no TikTok, memes de internet podem se traduzir em votos.

A repercussão do meme também foi tema de assunto na imprensa norte-americana.

Fonte: G1

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Mundo

Legado de Biden é incomparável, diz Kamala em primeira fala após ser indicada pelo presidente para candidatura democrata nos EUA

por Redação 22 de julho de 2024

A vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, apareceu publicamente pela primeira vez nesta segunda (22) após ter se tornado o principal nome do partido para assumir a candidatura democrata. Em breve discurso, no contexto de um evento da Associação Atlética Universitária Nacional na Casa Branca, em Washington, Kamala agradeceu Joe Biden pelo apoio e elogiou seu legado como presidente.

“O legado de Biden é incomparável”, disse Kamala. A vice-presidente não aceitou perguntas dos repórteres presentes em sua primeira fala como candidata. Ela havia dito no domingo que não falaria sobre a corrida eleitoral e a desistência de Biden antes que o próprio presidente se manifestasse —ele disse que durante a semana daria mais detalhes.

Kamala recebeu o apoio de Joe Biden para a indicação democrata nas eleições após o presidente ter desistido da corrida eleitoral no domingo (21).

A vice-presidente se tornou uma das favoritas dentro do partido para assumir a candidatura e enfrentar Donald Trump, mas não foi oficializada ainda. Diversos outros políticos democratas declararam apoio público à vice-presidente, inclusive a maioria dos principais nomes do partido que poderiam disputar a indicação com ela.

Logo antes de subir ao palco, Kamala postou em suas redes sociais que “juntos, vamos vencer” e que fará sua primeira viagem de campanha na condição de candidata ainda nesta segunda (22). Seu primeiro evento público ocorrerá enquanto ela se esforça para se definir rapidamente para os eleitores democratas.

Apoio de Biden
Logo após desistir da corrida eleitoral no domingo (21), Joe Biden declarou seu apoio a Kamala Harris na disputa pela indicação democrata. Kamala disse que está honrada com o apoio do presidente e que vai fazer de tudo para unir o Partido Democrata e os EUA para derrotar Donald Trump nas eleições em novembro.

O nome de Harris ainda não foi confirmado oficialmente para assumir a candidatura democrata, mas diversos nomes do partido já estão manifestando apoio a ela. A vice-presidente pode enfrentar concorrência de outros nomes fortes no partido.

O candidato republicano Donald Trump disse após a renúncia de Biden que crê ser mais fácil de derrotar Kamala na disputa do que Joe Biden. O comentário do candidato republicano foi feito à rede americana “CNN” logo após o anúncio da desistência de Biden.

Quem é Kamala Harris
Kamala, de 59 anos, é a primeira mulher a se tornar vice-presidente dos EUA. Formada em Direito e Ciências Políticas, ela foi procuradora da cidade de São Francisco e, depois, do estado da Califórnia. Kamala também foi senadora pelo estado entre 2017 e 2020.

Ela chegou a se apresentar como pré-candidata à Casa Branca para as eleições de 2020 e liderou algumas pesquisas dentro do Partido Democrata. No entanto, perdeu apoio e desistiu da corrida por falta recursos financeiros.

Filha de mãe indiana e pai jamaicano, ela foi escolhida para integrar a chapa democrata para atrair minorias, sendo ela mulher, negra e filha de imigrantes.

A opção por Harris foi fundamental para a eleição de Biden, já que funcionou como um chamariz para convencer eleitores negros a votar no pleito de 2020.

Fonte: G1

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Mundo

Chile tem terremoto de 7,3 graus; relatos citam tremor em SP

por Redação 19 de julho de 2024

Um terremoto de maginitude 7,3 atingiu o norte do Chile por volta das 22h50 (horário de Brasília) desta quinta-feira (18). O epicentro do tremor foi na região de Antofagasta, próxima ao deserto do Atacama, na fronteira com Bolívia e Argentina.

Segundo o serviço geológico dos Estados Unidos (USGS), o tremor ocorreu a 126 km de profundidade.

O epicentro foi localizado a 20 km ao sul da cidade de San Pedro de Atacama, na região de Antofagasta, que fica a 1.630 km da capital Santiago.

O serviço hidrográfico chileno descartou alerta de tsunami, afirmando que “o tremor não reúne as condições necessárias para gerar ondas gigantes na costa do país”.

O presidente do Chile, Gabriel Boric, publicou uma mensagem no X de que “já entrou em contato com a governadora da região” e que, até o momento, “não há informações de danos ou de pessoas feridas”. Ele afirmou que as equipes de socorro estão se dirigindo ao local “para avaliação e tomada de medidas necessárias”

Em outra mensagem, Boric disse que houve “alguns deslizamentos” na rota de Calama a Tocopilla, ao leste da área do epicentro, e que houve corte de luz na cidade de San Pedro de Atacama, mais próxima ao ponto de origem do terremoto.

As equipes avaliam se há danos estruturais às construções e aos serviços básicos da região atingida.

São Paulo
Relatos apontam que o tremor foi sentido em algumas cidades brasileiras, como São Paulo.

A Defesa Civil do Estado de São Paulo informa que foram registrados leves tremores em diferentes regiões da capital paulista e que o fenômeno foi reflexo do terremoto ocorrido no Chile.

Os especialistas destacam ainda que os tremores sentidos na cidade de São Paulo são de baixa intensidade e apresentam mínimos riscos de danos. Até o momento, não há registro de vítimas ou ocorrências relacionadas ao evento.

A Defesa Civil continua monitorando a situação.

Nas redes sociais, brasileiros relatam terem sentido a casa tremer e publicam vídeos de plantas e de objetos balançando.

Fonte: G1

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