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Pesquisa pós-atentado: 80% dos eleitores acreditam que EUA estão ‘saindo do controle’; Trump e Biden têm empate técnico

por Redação 17 de julho de 2024

O atentado contra o ex-presidente e candidato à Presidência dos EUA, Donald Trump, não teve impacto imediato significativo em termos de intenção de voto para o republicano, de acordo com a pesquisa Ipsos/Reuters, a primeira realizada após o ataque, divulgada na terça-feira. Trump continua com uma vantagem dentro da margem de erro sobre o democrata Joe Biden, mesmo sentimento captado por pesquisas recentes anteriores — embora, desta vez, o levantamento indique que eleitores dos dois partidos parecem concordar que o país está “saindo do controle”.

Trump apareceu na pesquisa com 43% das intenções de votos nominais entre eleitores registrados, a frente de Biden por dois pontos percentuais (o democrata tem 41%). A vantagem está dentro da margem de erro da pesquisa, de 3% — algo que a Reuters disse sugerir que “o atentado contra a vida de Trump não provocou uma grande mudança no sentimento dos eleitores”.

Por outro lado, o questionário revelou que tanto entre republicanos quanto entre democratas, há uma percepção de que o país está “saindo do controle”, pouco depois do atentado. Um total de 80% dos entrevistados — em uma proporção similar entre apoiadores dos dois partidos — disseram concordar com a afirmação “o país está saindo do controle”.

A pesquisa também indicou que 84% do eleitorado está preocupado com atos extremistas após as eleições. Em uma pesquisa anterior, o percentual correspondente era de 74%.

A pesquisa da Ipsos/Reuters ouviu 1.202 americanos adultos, incluindo 992 eleitores registrados, por meio de entrevistas on-line. A pesquisa foi realizada durante dois dias, após o atentado, e fechou para respostas na terça-feira.

Vantagem em Estados
Se no voto popular a disputa entre Biden e Trump está tecnicamente empatada, na divisão por Estados — fator decisivo no sistema eleitoral americano —, um cenário promissor se apresenta ao republicano. Uma pesquisa realizada pela BlueLabs — financiada por doadores democratas — obtida pela rede CNN identificou um recuo das intenções de voto para Biden em relação a Trump em 14 Estados, incluindo cinco em que Biden reverteu vantagens de Trump em 2020: Arizona, Georgia, Michigan, Pensilvânia e Wisconsin.

Ainda de acordo com a pesquisa, o recuo de Biden se acentuou após o desastroso desempenho no debate eleitoral, realizado em junho. A posição do presidente também foi considerada “vulnerável” em Minnesota, Maine, Novo México, Virgínia e New Hampshire.

Os dados ainda revelam que integrantes do próprio Partido Democrata ultrapassaram Biden em Estados decisivos, como o senador do Arizona, Mark Kelly, e os governadores de Maryland, Michigan e Pensilvânia, Wes Moore, Gretchen Whitmer e Josh Shapiro, respectivamente.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Homem com fuzil AK-47 e máscara de esqui é preso perto de convenção republicana nos EUA

por Redação 17 de julho de 2024

Um homem que levava um fuzil AK-47 e vestia uma máscara de esqui foi preso perto do local onde acontece a convenção republicana, nos Estados Unidos, na segunda-feira (15). Segundo a Associated Press, o suspeito tem 21 anos.

O policiamento foi reforçado no entorno da convenção após o atentado contra o ex-presidente Donald Trump, no sábado (13), na Pensilvânia. O republicano sofreu um ferimento na orelha, mas manteve a participação no evento partidário. O autor do atentado foi morto.

O homem que foi preso nos arredores da convenção republicana foi parado por policiais e agentes que monitoram a região. Durante a abordagem, os agentes encontraram o fuzil dentro de uma mochila. Nenhum outro detalhe da prisão foi divulgado.

A convenção republicana acontece na cidade de Milwaukee, no Wisconsin, e vai até quinta-feira (18). Trump foi oficializado candidato à Casa Branca durante o evento, na segunda-feira.

Morte perto da convenção

Um homem que estava armado com uma faca foi morto por policiais nos arredores da convenção republicana, na tarde desta terça-feira.

Segundo a imprensa norte-americana, cinco policiais atiraram contra o homem. Autoridades disseram que ele não obedeceu a ordens dadas pelos agentes de segurança.

O incidente foi registrado a menos de 2 km de onde acontece a convenção republicana. Cerca de 50 mil pessoas participam do evento.

O Serviço Secreto dos Estados Unidos não quis comentar a morte do homem nesta terça-feira e afirmou que o caso aconteceu fora do perímetro de segurança da convenção republicana.

Fonte: G1

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Mundo

Trump dá primeira entrevista após tentativa de atentado: ‘eu deveria estar morto’

por Redação 15 de julho de 2024

O ex-presidente dos Estados Unidos e candidato republicano nas eleições deste ano dos Estados Unidos, Donald Trump, deu a primeira entrevista a um veículo de imprensa após a tentativa de atentado nesse sábado (13). Em conversa a caminho da convenção republicana que começa nesta segunda-feira (15) em Milwaukee, no estado Wisconsin, ele falou com repórteres do The Washington Examiner e do New York Post.

Segundo o ex-presidente, o discurso na convenção em que ele deve ser definido como o candidato do Partido Republicano também foi completamente modificado. Inicialmente, seria um ataque mais direto ao presidente Joe Biden, candidato democrata e seu concorrente na disputa. Agora, diz Trump, será mais ‘unificador’:

A Convenção Nacional Republicana vai de 15 a 18 de julho.

Relembre episódio
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sofreu um atentado a tiros nesse sábado (13) durante um comício na cidade de Butler, no estado da Pensilvânia. O FBI identificou e matou o atirador envolvido na tentativa de assassinato, Thomas Matthew Crooks.

O homem tinha 20 anos, era registrado no Partido Republicano, o mesmo de Trump, e foi morto pelo Serviço Secreto logo após o atentado. Thomas Matthew Crooks usou um fuzil AR-15, que é uma arma semi-automática semelhante à uma AK-47.

Além de Thomas, uma pessoa que acompanhava o comício morreu e outras duas ficaram gravemente feridas.

Os disparos atingiram de raspão a orelha direita de Donald Trump poucos minutos depois dele começar a discursar no evento, por volta das 19h15, no horário de Brasília. No momento do ataque, o ex-presidente falava ao microfone. Trump leva a mão à orelha e se abaixa. Em seguida, agentes do Serviço Secreto correm para protegê-lo no palanque, enquanto a confusão se instaura no local e pessoas gritam.

Depois, Trump é erguido pelos agentes, levanta o punho em direção à multidão e é retirado do local pelos seguranças.

Em um comunicado, o Serviço Secreto dos Estados Unidos afirmou que o agressor era um franco-atirador que fez ‘múltiplos disparos’ em direção ao palco. Ele estava posicionado em um telhado de um edifício a cerca de 200 metros do local onde ocorria o comício.

Fonte: G1

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Mundo

Estados americanos afirmam que a Meta de Mark Zuckerberg é um risco às crianças

por Redação 4 de julho de 2024

Em abril de 2019, David Ginsberg, executivo da Meta, enviou um e-mail ao seu chefe, Mark Zuckerberg, propondo pesquisar e reduzir a solidão e o uso compulsivo do Instagram e do Facebook.

No texto, Ginsberg observou que a empresa enfrentava escrutínio quanto aos impactos de seus produtos, “especialmente em relação ao uso problemático/vício e aos adolescentes”, e solicitou a Zuckerberg 24 engenheiros, pesquisadores e outros funcionários.

Uma semana depois, Susan Li, agora diretora financeira da empresa, informou Ginsberg de que o projeto não tinha sido financiado por causa de restrições de pessoal. Adam Mosseri, diretor do Instagram, também acabou se recusando a financiar o projeto.

As trocas de e-mails são apenas uma parte das provas citadas em mais de uma dúzia de ações judiciais movidas desde o ano passado pelos procuradores-gerais de 45 estados norte-americanos e do Distrito de Colúmbia. Estes acusam a Meta de encurralar adolescentes e crianças no Instagram e no Facebook, além de enganar o público sobre os perigos. Usando uma abordagem judicial coordenada, os procuradores-gerais buscam obrigar a Meta a reforçar as proteções para menores de idade.

Uma análise dos processos judiciais dos estados feita pelo “The New York Times” – incluindo cerca de 1.400 páginas de documentos da empresa e correspondência apresentada como prova pelo estado do Tennessee – mostra como Zuckerberg e outros líderes da Meta anunciaram repetidamente a segurança das plataformas da empresa, minimizando os riscos para os jovens, ao mesmo tempo que rejeitaram os pedidos dos funcionários para reforçar as proteções aos jovens e contratar mais funcionários.

Em entrevistas, os procuradores-gerais de vários estados que estão processando a Meta afirmaram que a empresa de Zuckerberg promoveu o envolvimento dos usuários à custa do bem-estar das crianças. “Muitas dessas decisões passaram pela mesa de Zuckerberg, de modo que ele precisa ser questionado e responsabilizado explicitamente pelas decisões que tomou”, disse Raúl Torrez, procurador-geral do Novo México.

As ações judiciais estaduais contra a Meta refletem preocupações crescentes de que os adolescentes e as crianças possam ser sexualmente aliciados, assediados, intimidados e envergonhados nas redes sociais, bem como induzidos por algoritmos ao uso compulsivo.

A porta-voz da Meta, Liza Crenshaw, declarou em um comunicado que a empresa está comprometida com o bem-estar dos jovens e que tem muitas equipes e especialistas dedicados às experiências desse grupo demográfico, acrescentando que a Meta desenvolveu mais de 50 ferramentas e recursos de segurança para jovens, incluindo a limitação de conteúdo impróprio para a idade e a restrição do recebimento de mensagens diretas de pessoas que os adolescentes menores de 16 anos não estejam seguindo. “Queremos garantir a todos os pais que temos seus interesses em mente no trabalho que estamos fazendo para ajudar a proporcionar aos adolescentes experiências seguras on-line. As ações judiciais dos estados descaracterizam nosso trabalho, usando citações seletivas e documentos específicos”, afirmou Crenshaw.

Segundo documentos internos da empresa, a Meta há muito tempo vem buscando maneiras de atrair e reter os adolescentes, que são uma parte essencial da estratégia de crescimento da empresa,

Eles se tornaram um foco importante para Zuckerberg já em 2016, de acordo com a denúncia do Tennessee, quando a empresa ainda era conhecida como Facebook e possuía aplicativos como o Instagram e o WhatsApp. Naquela primavera, uma pesquisa anual com jovens feita pelo banco de investimentos Piper Jaffray informou que a popularidade do Snapchat, aplicativo de mensagens temporárias, havia ultrapassado a do Instagram.

Ainda naquele ano, o Instagram lançou um recurso semelhante de compartilhamento de fotos e vídeos temporários, o Instagram Stories. Segundo a denúncia do Tennessee, Zuckerberg orientou os executivos a se concentrarem em fazer com que os adolescentes passassem mais tempo nas plataformas da empresa.

“A meta geral da empresa é o tempo total gasto pelos adolescentes”, escreveu um funcionário, cujo nome foi suprimido, em um e-mail para executivos em novembro de 2016, de acordo com a correspondência interna apresentada como prova no caso do Tennessee. O e-mail acrescentou que as equipes participantes devem aumentar o número de funcionários dedicados a projetos para adolescentes em pelo menos 50 por cento, observando que a Meta já tinha mais de uma dúzia de pesquisadores analisando o mercado jovem.

‘Problemas mais extremos’
Em abril de 2017, Kevin Systrom, CEO do Instagram, enviou um e-mail a Zuckerberg solicitando mais funcionários para trabalhar na mitigação dos danos aos usuários, de acordo com a denúncia do Novo México.

Zuckerberg respondeu que incluiria o Instagram em um plano para contratar mais funcionários, mas disse que o Facebook enfrentava “problemas mais extremos”. Na época, legisladores criticavam a empresa por não ter conseguido impedir a desinformação durante a campanha presidencial de 2016 nos EUA.

A Meta declarou que uma equipe do Instagram desenvolveu e introduziu medidas de segurança e experiências para jovens usuários. Quando perguntaram à empresa se Zuckerberg havia fornecido a equipe adicional solicitada, não houve resposta.

Em janeiro de 2018, Zuckerberg recebeu um relatório estimando que havia quatro milhões de crianças com menos de 13 anos no Instagram, de acordo com uma ação movida por 33 estados em um tribunal federal.

Os termos de uso do Facebook e do Instagram proíbem usuários menores de 13 anos. Mas, segundo a denúncia da ação, o processo de registro de novas contas da empresa permitia que as crianças mentissem facilmente sobre sua idade. Os estados alegam que as práticas da Meta violaram uma lei federal de privacidade infantil na internet, que exige que determinados serviços obtenham o consentimento dos pais antes de coletar dados pessoais, como informações de contato, de crianças menores de 13 anos.

Em março de 2018, o “Times” noticiou que a Cambridge Analytica, empresa especializada em perfis de eleitores, havia coletado secretamente os dados pessoais de milhões de usuários do Facebook. Isso desencadeou uma análise mais minuciosa das práticas de privacidade da empresa, incluindo aquelas que envolvem menores de idade.

No mês seguinte, Zuckerberg testemunhou em uma audiência no Senado: “Não permitimos que pessoas com menos de 13 anos usem o Facebook.” Mas procuradores-gerais de dezenas de estados discordam.

Em sua declaração, a Meta garantiu que o Instagram empregava medidas para remover contas de menores de idade quando as identificava. A Meta afirmou que removia regularmente centenas de milhares de contas que não podiam provar que atendiam aos requisitos de idade da empresa.

Em 2021, a Meta começou a planejar um novo aplicativo social, que seria voltado especificamente para crianças e se chamaria Instagram Kids. Em resposta, 44 procuradores-gerais escreveram uma carta em maio pedindo a Zuckerberg que “abandonasse esses planos”. “O Facebook tem falhado historicamente em proteger o bem-estar das crianças em suas plataformas”, dizia a carta. Posteriormente, a Meta suspendeu os planos para o aplicativo Instagram Kids.

Em agosto, os esforços da empresa para proteger o bem-estar dos usuários se tornaram “cada vez mais urgentes” para a Meta, de acordo com outro e-mail enviado a Zuckerberg e apresentado como prova no caso do Tennessee. Nick Clegg, agora diretor de assuntos globais da Meta, alertou seu chefe sobre as crescentes preocupações dos órgãos reguladores em relação ao impacto da empresa sobre a saúde mental dos adolescentes, incluindo “possíveis ações legais por parte de órgãos estaduais”. Descrevendo os esforços da Meta para o bem-estar dos jovens como “carentes de estrutura e de mão de obra”, Clegg solicitou financiamento para 45 funcionários, incluindo 20 engenheiros.

Sem respostas
Em novembro de 2021, ainda não tendo recebido resposta de Zuckerberg à sua solicitação de mais funcionários, Clegg enviou um e-mail de acompanhamento com uma proposta reduzida, segundo os autos do tribunal do Tennessee. Pediu 32 funcionários, nenhum deles engenheiro.

Alguns dias depois, Li, a executiva de finanças, respondeu dizendo que se submeteria a Zuckerberg e sugerindo que o financiamento era improvável, de acordo com um e-mail interno registrado no processo do Tennessee. A Meta não informou se a solicitação havia sido atendida.

No último outono setentrional, o Match Group, proprietário de aplicativos de namoro como o Tinder e o OKCupid, descobriu que os anúncios que a empresa havia colocado nas plataformas da Meta estavam sendo veiculados ao lado de conteúdos violentos e sexualizados “altamente perturbadores”, alguns deles envolvendo crianças, segundo a denúncia do Novo México. A Meta removeu algumas das postagens sinalizadas pelo Match, informando o gigante do namoro de que “o conteúdo violador pode não ser detectado em uma pequena porcentagem das vezes”, conforme consta na denúncia.

Insatisfeito com a resposta do Meta, o CEO do Match Group, Bernard Kim, entrou em contato com Zuckerberg por e-mail, alertando que sua empresa não poderia “fechar os olhos”, de acordo com a denúncia, que também registrou que Zuckerberg não respondeu ao e-mail de Kim.

A Meta afirmou ter passado anos desenvolvendo tecnologia para combater a exploração infantil.

No mês passado, um juiz negou a petição da Meta para arquivar o processo no Novo México. Mas o tribunal atendeu a um pedido de Zuckerberg, que havia sido citado como réu, para retirá-lo do caso.

c. 2024 The New York Times Company

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Mundo

Presa por fazer sexo com detento em Londres, brasileira participou de orgia em reality sobre não monogamia

por Redação 3 de julho de 2024

A ex-agente penitenciária brasileira Linda de Sousa Abreu, presa no sábado (29) após ser filmada enquanto mantinha relações sexuais com um detento em um presídio em Londres, já participou do reality show britânico “Open House: The Great Sex Experiment”.

Acusada de má conduta em cargo público, a funcionária de 30 anos passou por audiência de custódia no Tribunal de Uxbridge nesta segunda-feira (1°), pagou a fiança e foi liberada sob a condição de comparecer em audiência no dia 29 de julho.

A experiência acontece em uma residência, onde os participantes moram durante alguns dias, além de ser acompanhados pela terapeuta especialista em relacionamentos Lori Beth Bisbey.

Lançado em 2022, o reality show tem duas temporadas, que somam 14 episódios.

Durante uma festa privada na mansão, um dos casais principais do episódio, Chanice e Richardo, convidam Linda e Nathan para um swing, prática em que casais mantêm relações sexuais com outros casais ou pessoas solteiras.

Entretanto, Linda e Nathan decidem estender o convite aos outros residentes. No final, os 15 participantes sobem para um quarto com apenas uma cama de casal e realizam uma orgia.

Investigação por má conduta

A Polícia Metropolitana de Londres abriu uma investigação na última sexta-feira (28), quando as autoridades tiveram conhecimento de um vídeo que viralizou nas redes sociais.

No vídeo, a brasileira aparece vestindo o uniforme profissional enquanto faz sexo com um preso no interior de uma cela da prisão de HMP Wandsworth. As imagens foram gravadas por outro detento que acompanhava a cena.

À TV Globo em Londres, a Justiça britânica informou que Linda foi denunciada à polícia e não faz mais parte do quadro de funcionários. A instituição também disse que não tolera corrupção e que “seria inapropriado” fazer comentários adicionais.

Ao jornal The Telegraph, a advogada de defesa dela, Gayathri Yogarajah, afirmou que Linda é “uma jovem mãe” e “uma pessoa de bom caráter”.

A magistrada Julie Cook concedeu fiança à brasileira sob duas condições: ela está proibida de entrar em qualquer aeroporto do país e deverá ser monitorada pela Justiça eletronicamente, segundo informações do The Telegraph.

Linda também é modelo e conhecida pelo perfil na plataforma de conteúdo adulto OnlyFans, em que se autointitulava “La Madre”. Ela produzia vídeos para o site com o marido Nathan, que também é lutador de MMA.

Fonte: G1

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Mundo

Eleições nos EUA 2024: cresce pressão para Biden desistir da disputa

por Redação 3 de julho de 2024

A pressão para o presidente dos EUA, Joe Biden, desistir da disputa à reeleição está crescendo nos últimos dias em meio a incertezas entre políticos e figuras importantes do partido democrata, que se dividem sobre o que seria melhor neste momento para a disputa contra Donald Trump.

Quase uma semana após o mau desempenho de Biden no debate presidencial contra Trump, questionamentos sobre a capacidade do presidente de permanecer na corrida presidencial estão se intensificando entre os democratas.

O senador progressista Bernie Sanders, que foi rival de Biden pela indicação democrata em 2020, disse à Associated Press que o desempenho de Biden no debate foi “doloroso” e que não está confiante na vitória do presidente. No entanto, ele não quer que Biden desista e pediu aos eleitores que adotem “maturidade” ao considerar suas opções de voto.

Em meio às incertezas, muitos doadores, estrategistas e políticos do partido democrata querem que Biden suspenda sua campanha de reeleição para evitar o que veem como uma derrota certa em novembro. Também há uma crescente sensação de que o partido se colocou em uma situação ruim sem uma solução clara caso Biden virasse dúvida na corrida eleitoral.

Essas conversas incluem discussões sobre possíveis companheiros de chapa, de acordo com doadores envolvidos nas discussões. Nomes de potenciais candidatos a vice-presidente que surgiram incluem o governador de Kentucky, Andy Beshear, e o deputado Ro Khanna, da Califórnia.

O deputado Lloyd Doggett, do Texas, tornou-se o primeiro democrata da Câmara dos Deputados a pedir publicamente, nesta terça-feira (2), que o presidente abandone a corrida.

A ex-presidente da Câmara dos Deputados Nancy Pelosi –também democrata– disse à rede americana “MSNBC” na terça que acredita ser “uma questão legítima” o questionamento de se o desempenho vacilante de Biden é apenas “um episódio ou uma condição.”

“Quando as pessoas fazem essa pergunta, é legítima — para ambos os candidatos”, disse Pelosi.

Pelosi disse que não falou com Biden desde o debate, mas enfatizou que o presidente está “no auge de suas capacidades, em termos de conhecimento das questões e do que está em jogo.”

Até a fala de Lloyd Doggett, os políticos democratas que se manifestaram desde o debate prometeram publicamente apoio a Biden nos últimos dias. E a equipe de Biden minimizou os problemas políticos do presidente em uma série de memorandos e reuniões privadas com doadores, estrategistas e integrantes do partido.

“Os eleitores estão impotentes”, disse Nina Turner, co-presidente nacional da campanha presidencial de Sanders em 2020, que agora teme que o Partido Democrata não possa vencer novamente com Biden como candidato. “A decisão recai exclusivamente sobre ele [Biden]”, completou.

Democratas x democratas
Em meio à frustração diante da incerteza, grupos-chave na coalizão política de Biden — que já mostravam sinais de desgaste antes do debate — começaram a se voltar uns contra os outros.

Tim Miller, um apoiador de Biden que já trabalhou em campanhas políticas republicanas, tem sido atacado nos últimos dias por ativistas pró-Biden nas redes sociais por ter levantado preocupações sobre as perspectivas de Biden na eleição geral. Em uma entrevista, no entanto, Miller disse que os democratas eleitos lhe dizem em particular que compartilham suas preocupações.

Sem plano B
Ao mesmo tempo que pesquisas de opinião dos eleitores democratas indiquem receio em relação ao Biden, o presidente do Comitê Nacional Democrata, Jaime Harrison, deixou claro na terça-feira (2) que as regras do partido não deixam espaço para um Plano B.

Biden garantiu quase todos os delegados democratas nas primárias do partido e consolidou o número necessário de delegados para a indicação do partido na Superterça, em março. Eles estão comprometidos pelas regras do partido a “usarem a boa fé” para refletir os desejos dos eleitores que escolheram Biden. Uma votação virtual para formalizar o status de Biden como candidato é esperada semanas antes da Convenção Democrata Nacional, marcada para os dias 19 a 22 de agosto.

Apoio do eleitor
A campanha de Biden emitiu um memorando no fim de semana alegando que ele havia perdido pouco apoio após o debate. Um memorando interno separado também argumentou que ele manteria o apoio de muitos eleitores que tiveram uma reação negativa ao seu desempenho no horário nobre.

Uma pesquisa da rede “CNN” conduzida pela SSRS após o debate revelou que três quartos dos eleitores dos EUA — e mais da metade dos eleitores democratas — dizem que o Partido Democrata teria uma chance melhor de vencer a presidência com outra pessoa na liderança da chapa. Segundo a pesquisa, a avaliação de favorabilidade de Biden não mudou significativamente, nem a parcela de americanos que dizem que votarão nele em novembro.

Uma pesquisa da agência de notícias Reuters com a Ipsos revelou nesta terça (2) que um em cada três democratas acha que Biden deve desistir de eleição e a ex-primeira-dama Michelle Obama seria a única a vencer Donald Trump em um hipotético confronto, entre os nomes levantados para substituir Biden como candidato democrata –Michelle já disse várias vezes que não tem intenção de entrar nessa disputa.

Ao mesmo tempo, a campanha do presidente anunciou na terça-feira (2) uma arrecadação massiva de fundos para o mês de junho. No total, a campanha arrecadou US$ 127 milhões (cerca de R$ 720 milhões) no mês passado, incluindo US$ 33 milhões (cerca de R$ 187 milhões) no dia do debate e logo após, segundo a campanha. Os números não podem ser verificados até que os registros federais sejam publicados no final do mês.

Preocupação democrata
Mas os aliados de Biden em estados-chave em todo o país reconhecem o medo que se espalha pelas fileiras do partido.

A presidente do Partido Democrata da Flórida, Nikki Fried, disse que tem trabalhado para acalmar as preocupações sobre a aptidão mental de Biden compartilhando suas experiências pessoais.

“Estive em reuniões e conversas e interações de perto com o presidente em que pudemos discutir iniciativas políticas importantes, mas também pudemos simplesmente ter uma conversa geral, como se você estivesse conversando com seu vizinho. (…) Nunca houve um momento em que questionei sua capacidade de governar este país e de promover o tipo de energia e coalizão que será necessária para vencer em novembro”, disse Fried.

A presidente do Partido Democrata de Michigan, Lavora Barnes, disse que falou com voluntários na noite de segunda-feira e “sim, eles fizeram perguntas” sobre o desempenho de Biden no debate. Mas “precisamos focar nossas conversas com nossos eleitores no trabalho que o presidente fez em contraste com Donald Trump”, disse ela.

O senador democrata de Vermont Peter Welch admitiu que o desempenho de Biden no debate intensificou as questões sobre a idade do presidente, que estão na mente dos “eleitores do dia a dia” e até mesmo dos “apoiadores extremamente enérgicos de Biden.”

Fonte: G1

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Mundo

Desempenho de Biden em debate vira pesadelo para os democratas

por Redação 28 de junho de 2024

A principal preocupação da campanha de Joe Biden para o debate desta quinta-feira (27) era manter o presidente focado e com energia suficiente para afastar os temores sobre a idade avançada e a acuidade mental.

O confronto terminou como um pesadelo para os democratas e lançou dúvidas, dentro do partido, sobre a capacidade de ele levar adiante a campanha para a reeleição, a quatro meses do pleito.

O presidente estava rouco e hesitante. Enquanto Donald Trump despejava mentiras, calmamente e de forma assertiva, a tela dividida mostrava Biden com o queixo caído e a aparência congelada, que expressava a derrota e a falta de entusiasmo.

O debate não apresentou propostas, mas insultos, ataques pessoais e infantis — a ponto de o presidente e o ex-presidente discutirem sobre quem foi o pior presidente da história dos EUA ou quem é melhor no golfe.

Em um dos raros momentos de reação, Biden chamou Trump de criminoso condenado, comparou a moral de seu oponente à de um gato de rua e acusou-o de ter feito sexo com uma atriz pornô enquanto sua mulher estava grávida. Levou um desconcertado ex-presidente a responder, em horário nobre: “Eu não fiz sexo com uma estrela pornô.”

O ex-presidente dominou, de forma distorcida, boa parte do debate, oscilando entre a valentia e a vitimização, mas num tom mais comedido do que o habitual.

O debate deixou claro que os democratas têm um grave problema para administrar se quiserem vencer a eleição e preservar no país os valores democráticos defendidos pelo presidente.

Fonte: G1

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Mundo

Análise: Fracasso de golpe de Estado revela força política de Arce na Bolívia

por Redação 27 de junho de 2024

A demissão do comandante do Exército boliviano, Juan José Zúñiga, após uma série de ameaças contra o ex-presidente Evo Morales, foi o estopim para uma tentativa fracassada de golpe de Estado, que durou poucas horas e terminou com o militar preso. Mas acabou revelando a força política do presidente Luis Arce — ex-aliado de Morales e agora seu maior rival dentro do Movimento ao Socialismo (MAS).

Na segunda-feira, Zúñiga fez ataques contundentes contra Morales durante uma entrevista na TV, quando disse que o líder do MAS “não poderia mais ser presidente deste país” — Evo já anunciou que será candidato ao pleito do ano que vem; Arce, por sua vez, vem mostrando a intenção de tentar a reeleição.

Mas se Morales e Zúñiga são inimigos de longa data — o ex-presidente, inclusive, chegou a dizer ter vídeos e áudios que comprovam que o comandante quer eliminá-lo —, Morales e Arce já foram aliados, embora hoje disputem protagonismo dentro da maior legenda do país. Talvez por isso, Zúñiga não esperasse uma resposta tão contundente de Arce às suas críticas na TV. Nem que acabaria sendo destituído.

—Houve uma intromissão política do comandante das Forças Armadas. Arce poderia ter se valido disso para desgastar Morales, seu maior adversário político hoje, mas adotou uma posição institucional e demitiu Zuñiga — explicou ao GLOBO Clayton Cunha Filho, doutor em Ciência Política e professor da Universidade Federal do Ceará.

Militares tomam praça em frente à sede do governo boliviano em La Paz

Racha interno
Fora do cargo, Zúñiga tentou dar sua cartada final e enviou tropas para a principal praça de La Paz, cercando o palácio presidencial. Arce não se rendeu. Enquanto um grupo de apoiadores bradava “Lucho (seu apelido), você não está sozinho”, o presidente resistiu à tentativa de golpe e nomeou um novo comando militar. Ao assumir, o general José Wilson Sánchez Velázquez ordenou o regresso das tropas aos quartéis, que se desmobilizaram prontamente. As imagens do presidente confrontando diretamente Zuñiga ganharam as redes sociais. A tentativa de golpe foi condenada por todo o espectro político boliviano e por grande parte da comunidade internacional.

— As ações políticas do presidente o posicionam fortemente na sua competição com Evo antes das eleições presidenciais de 2025. Temos que ver como o duro confronto entre os dois continua agora. Mas como dizia Winston Churchill [ex-primeiro-ministro do Reino Unido], ‘nunca desperdice uma crise’ — afirmou Daniel Zovatto, analista sênior do Centro de Estudos Internacionais da Universidade Católica do Chile.

O MAS, legenda criada por Morales, governa a Bolívia há mais de 15 anos — sem contar o breve governo de Jeanine Añez, que assumiu após a renúncia do ex-presidente, em novembro de 2019, alegando um golpe. Fora do país, Morales indicou seu ex-ministro da Economia como candidato pelo partido. Arce venceu as eleições mas, desde então, Morales vem acusando o antigo aliado de ter se movido para a direita. O racha entre os dois políticos é hoje a principal fraqueza do governo: como a legenda está dividida, perdeu a maioria que tinha na Câmara e no Senado e o presidente tem trabalho para aprovar leis, explica Cunha Filho.

Nos últimos meses, Morales vinha atirando para todos os lados para tentar desgastar o governo, mas a economia, embora não tão pujante quanto nos tempos em que ele era presidente e as reservas de gás eram abundantes, continua crescendo: o país teve um crescimento do PIB de 3% e a inflação está estável, entre 2% e 3% desde 2023.

Popularidade estável
Arce também mantém certa popularidade, diante de uma oposição pulverizada — tanto Fernando Camacho, principal governador da oposição, quanto a ex-presidente Áñez, ambos presos, condenaram ontem a tentativa de golpe.

— Primeiro, a tentativa de golpe desmantela um pouco a narrativa de Morales de que há um grande complô contra ele, na medida que foi o próprio Arce quem correu o risco. Em segundo lugar, o presidente sai fortalecido por sua postura legalista, já que ele demitiu Zuñiga por atacar Morales, que era seu adversário nesse processo, e sofreu as consequências diretamente. Se algum eleitor dentro do MAS estiver balançado entre os dois, agora pode passar a apoiá-lo dentro dessa disputa interna — conclui Cunha Filho, grande estudioso da política boliviana e autor de “Formação do Estado e Horizonte Plurinacional na Bolívia”, de 2018.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Em estreia no G7, Papa fará alerta para risco de ser humano se tornar algoritmo com inteligência artificial

por Redação 14 de junho de 2024

Pela primeira vez desde a criação do G7, grupo formado por sete das maiores economias do mundo (Alemanha, Canadá, EUA, França, Itália, Japão e Reino Unido ), em 1975, um Papa estará presente em sua cúpula anual, que este ano será realizada na região de Apúlia, no sul da Itália. Francisco foi especialmente convidado pela primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, uma das principais lideranças da extrema direita europeia, com a qual mantém, segundo comentam jornalistas que cobrem diariamente o Vaticano, uma relação não apenas cordial, mas de simpatia mútua. O discurso do Papa é um dos mais aguardados e trará recados sobre um dos temas centrais da cúpula: os desafios da Inteligência Artificial.

Francisco fará um bate e volta à Apúlia nesta sexta-feira, onde, além de falar para grandes lideranças globais — entre elas o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o francês, Emmanuel Macron — terá encontros bilaterais. Uma das conversas já confirmadas será com o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, com quem, afirmou o embaixador brasileiro na Santa Sé, Everton Vieira Vargas, “existe uma enorme convergência de visões”.

— Ambos compartilham uma grande preocupação com questões como pobreza, combate à fome e proteção do meio ambiente. Outro assunto que preocupa o Papa é a reforma do multilateralismo, que hoje, para ele, não responde às necessidades das sociedades — explica o embaixador, lembrando que todos esses temas fazem parte da agenda da presidência brasileira do G20, o grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo, cuja presidência este ano é do Brasil.

Além de colocar sobre a mesa os desafios que a IA representa para o mundo, como já tem feito em outros foros, o Papa também deverá aproveitar seu encontro com os líderes do G7 para falar sobre temas como a guerra entre Rússia e Ucrânia, o conflito entre Israel e Palestina, e as dívidas de países em desenvolvimento, comenta o jornalista Iacopo Scaramuzzi, que cobre Vaticano no jornal La Repubblica.

— Para a primeira-ministra é um sucesso ter o Papa em seu G7, e para o Papa, é uma oportunidade de falar diretamente com os líderes que tomam decisões no mundo — aponta Scaramuzzi.

Consensos distantes
O jornalista italiano acha difícil que Francisco consiga obter consensos no debate sobre IA, já que existem diferenças expressivas entre os países do grupo. Em maio, o Conselho da União Europeia (UE) aprovou uma lei sobre IA considerada uma das mais abrangentes iniciativas de regulação da nova tecnologia. Com uma abordagem baseada nos riscos — quanto maior o risco de que uma atividade cause danos à sociedade, mais duras são as regras — a legislação europeia poderá estabelecer um padrão de regulação da IA. Já nos EUA o debate é ainda muito embrionário.

— O Papa Francisco vê na IA um potencial de desenvolvimento para a Humanidade, mas também uma ameaça do ponto de vista ético. Como uma voz global da moralidade, ele é a pessoa que pode criar consciência entre os líderes globais sobre os riscos que a IA representa, por exemplo, em matéria de fake news, ou quando é usada por lideranças de extrema direita em campanhas eleitorais — explica o jornalista do La Repubblica.

No belíssimo resort Borgo Egnazia, a cerca de 60km da cidade de Bari, o Papa e os líderes do G7 terão uma discussão inédita sobre o avanço de uma nova tecnologia sobre a qual o Vaticano não esconde seus temores. Francisco será o orador principal da sessão dedicada à IA, e para os que conhecem o pensamento do Papa sobre o tema, não são esperadas surpresas.

— O Papa vem falando sobre essa preocupação de que o homem não se torne um algoritmo, essa é a questão principal. É uma grande revolução tecnológica e comportamental, e o Papa quer mais uma vez colocar o homem no centro dessa revolução. Que o homem seja sujeito e não objeto dessa revolução. Como se faz isso? Com ética, com valores do homem, da Humanidade — afirma Silvoney Protz, responsável pela edição em português da Radio do Vaticano.

E acrescenta:

— A partir do momento em que o homem deixa espaço para a máquina, e a máquina toma o espaço do homem, perdemos uma visão de futuro enorme. A tecnologia dever servir ao homem, e não o homem à tecnologia —.diz.

Segundo Protz, o Pontífice “fala em regulamentação não para proibir, mas para que as novas tecnologias sejam bem utilizadas”.

Em sua mensagem intitulada “Inteligência Artificial e Paz”, para celebrar o Dia Mundial da Paz, em 1º de janeiro deste ano, o Papa afirma que “a Inteligência Artificial deve ser entendida como uma galáxia de realidades diversas, e não podemos presumir a priori que o seu desenvolvimento traga um contributo benéfico para o futuro da Humanidade e para a paz entre os povos. O resultado positivo só será possível se nos demonstrarmos capazes de agir de maneira responsável e respeitar valores humanos fundamentais como ‘a inclusão, a transparência, a segurança, a equidade, a privacidade e a fiabilidade’”.

‘Ética e responsabilidade’
Na mesma mensagem, o Pontífice afirma que “não é suficiente presumir, por parte de quem projeta algoritmos e tecnologias digitais, um empenho por agir de modo ético e responsável. É preciso reforçar ou, se necessário, instituir organismos encarregados de examinar as questões éticas emergentes e tutelar os direitos de quantos utilizam formas de Inteligência Artificial ou são influenciados por ela. Assim, a imensa expansão da tecnologia deve ser acompanhada por uma adequada formação da responsabilidade pelo seu desenvolvimento… A Inteligência Artificial se tornará cada vez mais importante. Os desafios que coloca não são apenas de ordem técnica, mas também antropológica, educacional, social e política”.

Os mesmos tom e conteúdo são esperados no discurso de Francisco no G7, onde também estarão, além dos líderes dos países que integram o grupo e convidados, o secretário-geral da ONU, António Guterres; a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; representantes do FMI, do Banco Mundial e do G20. Entre os principais temas, além da IA, estarão questões da agenda econômica global, como a concorrência com a China, o desafio da segurança alimentar e da imigração.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Ciberataque gera o caos em hospitais de Londres e leva a cancelamentos

por Redação 5 de junho de 2024

Um ciberataque dirigido ao Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS, na sigla em inglês) levou ao cancelamento e à alteração de vários procedimentos em hospitais de Londres.

Os hospitais de King’s College, Guy’s e St. Thomas’, incluindo o Royal Brompton e o Evelina London Children’s Hospital, bem como os serviços de atenção primária, foram atingidos pelo ataque ao parceiro informático Synnovis, na segunda-feira, disse a Sky News.

A Synnovis “foi vítima de um ataque cibernético de ransomware”. “Isso afetou todos os sistemas informáticos, resultando em interrupções em muitos dos nossos serviços de patologia”, disse o presidente-executivo Mark Dollar.

Assegurou, também, que a empresa está fazendo o seu melhor para “minimizar as consequências”, destacando que irá se manter em contato com os serviços locais do NHS para os manter informados do resultado.

Afirmando que a sua empresa leva a cibersegurança “muito a sério”, Mark Dollar disse que “este tipo de ataque pode acontecer a qualquer pessoa em qualquer momento”.

“E, infelizmente, os indivíduos por detrás (destes atos) não têm escrúpulos em relação às pessoas afetadas pelas suas ações”, sustentou.

O impacto imediato recai sobre os pacientes que utilizam os serviços do NHS nos hospitais, bem como os serviços de cuidados primários nos bairros de Bexley, Greenwich, Lewisham, Bromley, Southwark e Lambeth. Alguns procedimetnos foram cancelados e outros foram transferidos para outras unidades hospitalares.

“Posso confirmar que o nosso parceiro de patologia, Synnovis, sofreu um grave incidente informático hoje cedo, que ainda está decorrendo”, escreveu o presidente do Guy’s and St Thomas NHS Foundation Trust, Ian Abbs.

Segundo Ian Abbs, esta situação está tendo “um grande impacto” na prestação dos serviços, sendo as transfusões de sangue particularmente afetadas.

“Algumas atividades já foram canceladas ou redirecionadas para outros centros”, contou o responsável.

A Sky News cita Oliver Dowson, um paciente de 70 anos, que tinha uma operação marcada para as 6h00 de segunda-feira no hospital de Royal Brompton. Por volta das 12h30, foi dito a ele que o procedimento não ia, afinal, acontecer. “A equipe de enfermagem parecia não saber o que é que tinha acontecido, apenas que muitos pacientes estavam sendo orientados para ir para casa e esperar por uma nova data”, disse.

A Sky News revelou que “as transfusões não essenciais foram interrompidas quando o incidente surgiu. Qualquer pessoa que precise de transfusões de emergência terá que proceder com papel e caneta. Obviamente, isso retardará a correspondência de sangue e coisas assim”, disse o jornalista da rede televisiva britânica Tom Clarke.

De acordo com o Health Service Journal (HSJ), que citou uma fonte qualificada, serão necessárias “semanas e não dias” para obter os resultados dos exames patológicos na sequência deste ciberataque.

Fonte: noticiasaominuto

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