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Afeganistão vive onda de suicídios entre mulheres com a volta do Talibã

por Redação 13 de novembro de 2023

O Afeganistão se tornou um pesadelo insuportável para as mulheres desde 15 de agosto de 2021. Naquele dia, o Talibã destituiu o então presidente do país, Asharf Ghani, assumiu o controle da capital, Cabul, e voltou ao poder depois de mais de 20 anos. Hoje, o país enfrenta uma crise de saúde mental entre as mulheres, as principais afetadas pelo grupo fundamentalista. Muitas não veem saída a não ser acabar com a própria vida.

As autoridades talibãs não publicam dados sobre suicídios e proibiram os profissionais de saúde de partilhar estatísticas atualizadas em várias províncias. Apesar do impedimento, esses profissionais vazaram informações referentes ao período entre agosto de 2021 e agosto de 2022, para ressaltar uma crise urgente de saúde pública.

Os números foram compartilhados com repórteres do Zan Times, jornal investigativo liderado por mulheres que cobre violações dos direitos humanos no Afeganistão. Segundo o site do veículo, a equipe é composta de jornalistas que trabalham dentro e fora do país e escrevem reportagens em inglês.

As estatísticas são parciais, mas fornecem um panorama significativo sobre a saúde mental no Afeganistão. Os dados sugerem que a nação tenha se tornado uma das poucas no mundo onde mais mulheres do que homens morrem por suicídio.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, globalmente o número de homens que tiram a própria vida é mais do que o dobro daquele verificado entre as mulheres. No Afeganistão, até 2019, o último ano para o qual há dados oficiais disponíveis, mais homens do que mulheres se suicidaram, mas isso mudou depois da volta do Talibã.

Das 11 províncias pesquisadas pelos profissionais de saúde, apenas em uma delas os homens foram responsáveis pela maioria das mortes e tentativas de suicídio. Essa província é Nimruz, região em que as pessoas, em sua maioria homens, arriscam-se em tentativas perigosas de entrar ilegalmente no vizinho Irã. Aqueles que falham na tentativa de ultrapassar a fronteira por vezes tiram a própria vida.

Com a volta do Talibã, as mulheres passaram a representar mais de três quartos das mortes por suicídio registradas, dado que inclui ainda as tentativas de tirar a própria vida. A maior parte das vítimas era de mulheres jovens, ainda no início da adolescência. Os números provavelmente são subnotificados, uma vez que o suicídio é considerado vergonhoso em países muçulmanos e, muitas vezes, encoberto. Algumas mulheres que tentam o suicídio não são levadas para tratamento, e algumas que morrem são enterradas sem registro de que tiraram a própria vida.

“A situação é terrível”, afirma Anjhula Singh Bais, presidente do Conselho da Anistia Internacional e também psicóloga especializada em trauma. “Muitos psicólogos que fazem trabalho de campo pelo mundo, inclusive eu, têm falado que a situação agora é crônica. Os traumas, a opressão e as violações são imensas. O suicídio é um sinal de que as pessoas sentem que não há esperança. No Afeganistão, atingiu-se uma consciência coletiva de desesperança.”

Direitos perdidos

O médico psiquiatra Sharafuddin Azimi, professor associado na Universidade de Cabul, conta que seu número de pacientes — mulheres, em especial — aumentou significativamente depois da volta do Talibã. Em 2019, ele atendia cerca de 1.300 pessoas por ano. Agora, estima que esse número varie entre 2.300 e 2.400. Em média, Azimi diz atender entre 50 e cem pessoas a cada semana.

As restrições impostas pelo grupo fundamentalista são a principal queixa no consultório. Os sintomas mais frequentes relatados pelas pacientes são aqueles relacionados a depressão, ansiedade e síndrome do pânico. Algumas pessoas alegam ter desenvolvido certos tipos de vício para lidar com suas questões.

“As mulheres vêm até mim e dizem: ‘Estamos deprimidas e desesperançosas. Não temos um futuro. O que devemos fazer?'”, relata Azimi. “Toda semana converso com pacientes que dizem querer tirar a própria vida. É desesperador.”

Desde a volta do Talibã ao poder, meninas e mulheres tiveram seus direitos e liberdades tolhidos. Elas só podem estudar até o fim do ensino fundamental, que no Afeganistão vai até a 6ª série. As mulheres não têm acesso ao ensino superior e não podem construir uma carreira.

Com o acesso à universidade limitado aos homens, elas foram excluídas também do mercado de trabalho. Segundo uma pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT), no quarto trimestre de 2022 o emprego feminino teve redução de 25% em comparação com o segundo trimestre de 2021, período que antecedeu a volta do Talibã. Mulheres também não podem trabalhar em ONGs nem ocupar cargos públicos e judiciários.

Restrições tão ou mais chocantes incluem o fato de as mulheres não poderem frequentar diversos locais, como parques, jardins, academias, espaços esportivos e banheiros públicos. Para sair às ruas, elas precisam estar devidamente cobertas com a burca. A vestimenta esconde todo o corpo, até mesmo o rosto, e conta com uma estreita tela à altura dos olhos para permitir a visão.

Em julho deste ano, o Talibã também mandou fechar todos os salões de beleza, que constituíam os únicos espaços de liberdade e socialização que ainda restavam às mulheres. De acordo com a Câmara de Comércio e Indústria para as Mulheres Afegãs, a proibição afetou cerca de 60 mil mulheres, que trabalhavam em 12 mil salões de beleza e tinham os estabelecimentos como única fonte de renda.

Anjhula Singh Bais explica que o Talibã não permite a entrada de organizações de direitos humanos no Afeganistão. Apesar disso, é possível verificar a situação a distância, uma vez que “as metodologias de pesquisa empregam uma ampla variedade de táticas”.

“A Anistia continua a fazer apelos à ONU para que tome medidas contra os abusos implacáveis cometidos pelo Talibã. Em um mundo com múltiplas crises, parece haver uma falta de interesse na situação das afegãs. Precisamos continuar a falar e a agir”, afirma Anjhula.

A ONU Mulheres foi procurada pela reportagem para comentar a crise de saúde mental no Afeganistão, mas não quis se pronunciar.

‘Não temos mais nada’

Hosa Niazi, de 23 anos, que não quis ter a imagem revelada para preservar sua identidade, vive em Cabul e é uma das várias mulheres afegãs que tiveram a saúde mental afetada pelas restrições do regime talibã. Ela conta que se sente deprimida, desesperançosa e que, por vezes, chegou a pensar em acabar com a própria vida.

Antes da volta do grupo fundamentalista ao poder, a jovem tinha uma rotina bastante ativa — estudava, trabalhava e tinha um futuro brilhante pela frente. Agora, ela passa os dias em casa, sem perspectiva.

“Eu acordava bem cedo pela manhã e, em seguida, saía para passear no parque — às vezes só, às vezes com minha mãe e irmã”, afirma Hosa. “Quando me sentia cansada, dormia até mais tarde, tomava banho e me arrumava para ir à faculdade, onde ficava até as 17h. Estava no terceiro semestre do curso de administração de empresas e era uma das melhores da turma.”

O mundo estava em plena pandemia de Covid-19 quando o Talibã retomou o controle do Afeganistão, em 15 de agosto de 2021. No primeiro e no segundo semestres daquele ano, os jovens não puderam ir à escola nem à universidade por causa da rápida disseminação da doença.

As aulas foram retomadas no início de 2022, mas com várias restrições impostas pelos radicais, como o uso obrigatório do hijab. Hosa conta que foi naquela época que ela usou o véu islâmico pela primeira vez. Embora nunca tenha tido vontade de trajar a vestimenta, ela não hesitou em fazê-lo.

No fim de 2022, Hosa relata que ouviu rumores de que o Talibã proibiria as mulheres de frequentar a universidade, mas não acreditou. Dias depois, em 22 de dezembro, o grupo fundamentalista suspendeu o acesso delas ao ensino superior em todo o país “até nova decisão”. Hoje, elas continuam sem estudar, e não há nenhuma perspectiva de que isso mude.

Além de cursar administração de empresas, Hosa fazia parte de um grupo da ONU, Mulheres no Afeganistão, e trabalhava em uma ONG para crianças órfãs. Ela também sonhava em montar a própria loja online e havia juntado dinheiro para pôr o projeto em prática. Depois da volta do Talibã, porém, todos os seus planos se desfizeram.

“Eu queria começar minha loja online e estava apenas esperando o início do inverno para fazer isso. Mas quando ele [o Talibã] chegou eu estava tão deprimida que só sabia chorar. Eu só chorava. Eu não tinha nada”, diz Hosa.

“Agora estou tentando começar algo novo, mas toda vez que penso em fazer isso há uma voz na minha cabeça que me diz ‘não vai dar certo’. Tudo está acabado aqui. Não temos mais nada. O que fazemos é só comer e dormir”, acrescenta.

Hosa acredita que o único futuro possível para ela e outras mulheres afegãs seja fora do Afeganistão. Ela já pensou em solicitar visto humanitário a algum país que a acolha, mas pensa que não teria como fazê-lo neste momento.

A jovem tem vários parentes e amigos que saíram do Afeganistão e foram viver em países vizinhos, como Paquistão, Irã e Índia — especialmente o Paquistão, que é o território mais perto e a alternativa mais fácil. Mas o custo de vida nesses países é mais elevado do que no Afeganistão, e ela não tem ninguém que poderia ajudar sua família a se manter em outro país.

“Nós não temos dinheiro suficiente. Como podemos ir embora? Nossos amigos e familiares nos contam que tudo é mais caro fora do Afeganistão, especialmente para refugiados. As pessoas não nos tratam bem. Por isso, não vejo alternativa a não ser permanecer aqui”, constata Hosa.

“Sempre me perguntam como eu falo tão bem, e então eu me lembro que meu avô foi professor e era mestre em psicologia em uma universidade dos Estados Unidos. Às vezes, eu gostaria que ele nunca tivesse saído de lá. Talvez hoje nós tivéssemos um futuro”, acrescenta.

Saúde mental é tabu no Afeganistão

Hosa não faz terapia nem toma medicamentos para melhorar a tristeza e o desânimo de viver no Afeganistão sendo uma jovem mulher. Para se sentir melhor, ela conta que às vezes sai para comprar flores para si mesma e come frutas no jardim de casa. Apesar disso, diz não se opor a tratamentos tradicionais para depressão e outros transtornos psiquiátricos, como a maioria da população.

No Afeganistão, bem como em outros países muçulmanos, a saúde mental é um tabu. Problemas como depressão e ansiedade são considerados motivo de vergonha e desonra. Segundo o psiquiatra Sharafuddin Azimi, os afegãos acreditam que devem rezar e aplicar “métodos religiosos” para resolver seus problemas de ordem psiquiátrica. Muitas vezes, os pais não conseguem ajudar seus filhos.

Refugiada afegã carrega criança em um centro de registro perto da fronteira Afeganistão-Paquistão (Sanuallah Seiam/AFP – 06.11.2023)Refugiada afegã carrega criança em um centro de registro perto da fronteira Afeganistão-Paquistão SANUALLAH SEIAM/AFP – 06.11.2023
“Eles dizem: ‘Por que você está chorando? Você é um muçulmano,muçulmanos não têm depressão, não cometem suicídio. Você deve ser forte’. Isso torna tudo muito mais difícil para eles”, afirma Azimi.

Além do estigma, outro problema é a desinformação. A população carece de conhecimento sobre a existência de transtornos psiquiátricos e como tratá-los. Muitas pessoas nem sequer sabem o que é depressão, ansiedade, síndrome do pânico e outros tantos problemas que afetam milhões de pessoas pelo mundo.

Azimi atribui isso à ausência de campanhas sobre o assunto na mídia afegã e à falta de iniciativas do governo para lidar com a crise de saúde mental, que agora é de saúde pública. Depois da volta do Talibã, as ações, que eram insuficientes, simplesmente desapareceram.

“Eu pergunto aos meus pacientes: ‘Você sabe sobre o seu problema? Você já ouviu falar em aconselhamento?’. Eles respondem: ‘Não. O que é depressão? O que é ansiedade? Eu sei que tenho algum problema, mas não sei o que é'”, diz o psiquiatra.

Esperança
Viver no Afeganistão sob o regime talibã pode ser o fim da linha para muitas mulheres. Mas há esperança fora dele. Há um ano, a jovem Hela* se mudou com a mãe e os irmãos para o Brasil, que lhes concedeu vistos humanitários. Hoje, moram em um abrigo para refugiados no bairro São Lucas, na zona leste de São Paulo.

Hela e a família saíram do Afeganistão em outubro de 2021, dois meses após a volta do Talibã ao poder. A trajetória deles até o Brasil não foi linear nem fácil. Em um primeiro momento, eles foram para o Paquistão.

Depois, voltaram para o Afeganistão por um breve período e, de lá, foram para o Irã, onde ficaram por cinco meses. Em outubro de 2022, a família conseguiu uma autorização para morar no Brasil a partir de um visto humanitário, e hoje pode chamar o país de lar. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, o Brasil concedeu 12.399 vistos humanitários a afegãos de setembro de 2021 a agosto de 2023.

“Tenho muitos amigos e parentes que moram no Afeganistão — tio, tia, avô, avó. Sinto muita falta deles”, afirma Hela. “Não é fácil deixar tudo para trás, mas foi preciso. Não há futuro para nós no meu país.”

Apesar de nova, Hela já sabe da importância da educação na construção de um futuro próspero. Prova disso é que, em apenas um ano, ela aprendeu português e consegue se comunicar no idioma, mesmo com um vocabulário limitado.

O abrigo onde Hela vive oferece curso de português, e ela vem se dedicando às aulas para ficar cada vez melhor no idioma. Ela também adora ler, o que facilita a aproximação com o alfabeto latino. No Afeganistão, utiliza-se o alfabeto persa, o que torna a aprendizagem de um novo idioma ainda mais difícil.

“Português é um pouco difícil para nós porque vocês têm masculino e feminino. No persa, nós não temos. Além disso, as culturas do Afeganistão e do Brasil são muito diferentes. Roupa, língua, tudo é muito diferente. Mas eu gosto. Gosto de coxinha e da gentileza dos brasileiros. Agradecemos aos brasileiros, porque são pessoas muito boas. Somos muito felizes aqui”, diz Hela.

Em um futuro não tão distante, Hela, que está no primeiro ano do ensino médio, quer fazer faculdade no Brasil. Ela pretende prestar vestibular para o curso de medicina, o mais concorrido do país.

Jovem afegã fugiu do regime Talibã e hoje mora em abrigo na zona leste de SP (Edu Garcia/R7)Jovem afegã fugiu do regime Talibã e hoje mora em abrigo na zona leste de SP EDU GARCIA/R7
A adolescente afirma estar ciente dos obstáculos, mas comprometida a aprimorar o português para obter o melhor desempenho possível. Os próximos dois anos serão de muito esforço e dedicação, mas também de muitas vitórias e suspiros de alívio.

“Me sinto livre desde que cheguei ao Brasil. Posso fazer minhas escolhas e viver como bem entendo. Estou animada com todas as minhas possibilidades e mal posso esperar pelo que o futuro me reserva”, celebra Hela.

  • A reportagem utilizou um nome fictício para preservar a identidade da jovem.

Fonte: r7

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Mundo

Após grande expectativa, brasileiros ficam fora da 6ª lista de estrangeiros que vão deixar Gaza

por Redação 8 de novembro de 2023

Apesar da grande expectativa, o grupo de 34 pessoas (entre brasileiros e seus familiares) que está na Faixa de Gaza não faz parte da sexta lista de estrangeiros que vão cruzar a fronteira de Rafah, em direção ao Egito. A informação foi confirmada pelo embaixador do Brasil na Palestina, Alessandro Candeas.

A nova relação de estrangeiros autorizados a deixar Gaza conta com 601 nomes, de seis nacionalidades: Ucrânia (228 pessoas), Filipinas (107), Estados Unidos (100), Alemanha (75), Romênia (51) e Canadá (40).

Na última sexta-feira (3), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, disse que a volta para o país ocorreria até esta quarta (8). O Itamaraty afirmou, em 1º de novembro, que “confia que em breve [os brasileiros] serão contemplados com autorização para passagem por Rafah”, conforme um comunicado oficial.

“Os nomes foram informados desde 9 de outubro às chancelarias egípcia e israelense e às autoridades responsáveis na Faixa de Gaza”, escreveu o Ministério das Relações Exteriores. De acordo com a pasta, o governo tem mantido contato permanente com as autoridades locais para retirar os brasileiros que estão na zona de conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas.

Segundo o Itamaraty, os brasileiros e os familiares próximos continuam abrigados perto da fronteira com o Egito, em Khan Younis e em Rafah.

Fonte: r7

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Mundo

Sobe para 67 o número de funcionários da ONU mortos na guerra entre Israel e Hamas

por Redação 1 de novembro de 2023

Um total de 67 funcionários da ONU (Organização das Nações Unidas) morreu em 25 dias de guerra entre Israel e os terroristas do Hamas. O número é o mais alto já registrado pela organização em um período tão curto de tempo, segundo o boletim diário do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU divulgado nesta quarta-feira (1º).

Profissionais que atuam na cobertura da guerra para veículos de imprensa de vários países também estão entre as vítimas do confronto. No último levantamento, 31 jornalistas perderam a vida na Faixa de Gaza.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde do Hamas, 8.796 pessoas morreram na Faixa de Gaza desde o início da guerra, em 7 de outubro.

No lado de Israel, foram contabilizadas mais de 1.400 mortes. Quase todos os registros são da invasão do território israelense pelos terroristas do Hamas.

O Itamaraty confirmou a morte de três cidadãos do Brasil que estavam na rave invadida por terroristas do Hamas no dia 7 de outubro. Uma israelense filha de brasileira também teve a morte confirmada.

Fonte: r7

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Mundo

Primeiro grupo de estrangeiros deixa Gaza com destino ao Egito; lista não inclui brasileiros

por Redação 1 de novembro de 2023

O primeiro grupo de pessoas com passaporte estrangeiro vindo da Faixa de Gaza cruzou o posto fronteiriço de Rafah com destino ao Egito nesta quarta-feira (1º). A lista divulgada tem 450 estrangeiros, 90 palestinos feridos e não inclui brasileiros.

Canais de televisão egípcios mostraram imagens ao vivo de uma fila de ambulâncias entrando no território palestino para dar os primeiros atendimentos médicos e auxiliar na transferência de pessoas para hospitais no Egito.

Reféns devem ser libertados
Também existe a expectativa de que reféns sejam libertados pelos Hamas. Pelo menos 239 pessoas, entre israelenses e cidadãos de outros países, foram sequestradas no ataque do dia 7 de outubro que desencadeou a guerra.

O porta-voz das Brigadas Al-Qassam, braço armado do Hamas, Abu Ubaida, já havia afirmado que vários reféns serão soltos, mas não citou um número nem deu um prazo.

“Informamos aos mediadores que liberaremos vários estrangeiros nos próximos dias de acordo com nossa vontade de não mantê-los em Gaza”, afirmou.

Fonte: r7

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Mundo

Israel ataca mais de 300 alvos do Hamas e mata terrorista que organizou invasão por parapentes

por Redação 31 de outubro de 2023

Uma das cenas mais marcantes do ataque-surpresa a Israel em 7 de outubro foram as dezenas de terroristas em parapentes motorizados para invadir vilas e praticar assassinatos e sequestros. Nesta terça-feira (31), o Exército informou ter matado um dos terroristas do Hamas responsável por organizar essa parte da ofensiva.

Em comunicado, as FDI (Forças de Defesa de Israel) afirmam ter eliminado o comandante do Batalhão Beit Lahia, da Brigada Norte do Hamas, Nasim Abu Ajina, que também dirigiu os massacres no kibutz Erez e no moshav Netiv HaAsara.

O Exército israelense atacou aproximadamente 300 alvos nas últimas 24 horas, incluindo túneis na Faixa de Gaza usados pelo Hamas, além de locais de lançamento de mísseis.

As forças terrestres, que intensificaram as ações na sexta-feira (27), “tiveram vários confrontos com células terroristas que dispararam tanto mísseis antitanque quanto tiros de metralhadora”.

Em comunicado às tropas, o comandante do sul de Israel, major-general Yaron Finkelman, afirmou que “não importa quão longa ou difícil seja a luta, não há outro resultado além da vitória”.

“Lutaremos em vielas, lutaremos em túneis, lutaremos onde for necessário. Eliminaremos o inimigo abominável diante de nós”, acrescentou.

Líbano
Os combates aos terroristas do Hezbollah no Líbano continuaram nesta terça-feira. Sirenes de ataques aéreos foram acionadas na cidade fronteiriça de Metula.

Segundo as FDI, ocorreram “dois lançamentos malsucedidos identificados” no Líbano, mas que não chegaram a cruzar para Israel. A artilharia israelense respondeu com ataques em direção ao território libanês.

Mísseis antitanque foram disparados contra dois postos militares das FDI perto da fronteira com o Líbano, ataques que também foram revidados, de acordo com o Exército.

Foguetes lançados pelo Hezbollah caíram em áreas abertas em Tel Hai, no norte de Israel.

Mar Vermelho
Mais cedo, a Força Aérea Israelense conseguiu interceptar um míssil e dois drones lançados a partir do mar Vermelho, provavelmente do Iêmen, em direção ao sul do país.

Esta foi a primeira vez que o sistema de defesa antiaérea Arrow foi usado desde o início da guerra contra os terroristas do Hamas.

Os drones foram derrubados por caças da Força Aérea, que afirmou em nota que “todas as ameaças aéreas foram interceptadas fora do território israelense. Não foram identificadas infiltrações no território israelense”.

A autoria dos ataques foi reivindicada pela milícia rebelde Houthi, do Iêmen, que é apoiada pelo Irã.

“Esses drones pertencem ao Estado do Iêmen”, afirmou à agência de notícias AFP Abdelaziz bin Habtour, primeiro-ministro designado pelos rebeldes, que controlam parte do país e enfrentam o governo reconhecido pela comunidade internacional.

Os houthis, assim como o Hezbollah, a Jihad Islâmica e a Resistência Islâmica no Iraque, recebem dinheiro, treinamento e armas da Guarda Revolucionária Iraniana, um braço do Exército iraniano que estrutura milícias na região para defender as suas ideologias e interesses.

Fonte: r7

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Mundo

Homem atira em duas pessoas em hospital, foge e faz vários reféns em agência dos correios no Japão

por Redação 31 de outubro de 2023

Um homem invadiu um hospital na província de Saitama, ao norte de Tóquio, no Japão, e atirou contra um médico e um paciente nesta terça-feira (31).

Após o ataque, ele fugiu e invadiu uma agência dos correios, onde foi cercado pela polícia e mantém pelo menos duas pessoas como reféns. As informações foram divulgadas pela NKH.

“Às 14h15 (2h15 de Brasília), uma pessoa se entrincheirou e tomou reféns em uma agência dos correios da cidade de Warabi”, anunciou o site do governo municipal.

A imprensa japonesa informa que pelo menos duas pessoas continuam com o atirador dentro do prédio.

A polícia local pediu a 300 moradores da área que deixem suas casas por motivo de segurança.

As duas vítimas do atirador foram atendidas e não correm risco de morrer.

Os crimes violentos são incomuns no Japão, que registra uma taxa de homicídios pequena e que tem uma das legislações mais severas do mundo sobre armas.

O país, no entanto, registrou vários ataques recentemente, incluindo o assassinato do ex-primeiro-ministro Shinzo Abe, atingido por uma arma de fogo de fabricação caseira durante um discurso de campanha eleitoral.

Em abril, o atual primeiro-ministro, Fumio Kishida, foi alvo de um ataque com um artefato explosivo improvisado, também durante um comício. Kishida saiu ileso, mas duas pessoas ficaram levemente feridas.

Fonte: r7

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Mundo

Terroristas do Hamas bloqueiam estrada e atiram em quem tenta sair da zona de guerra em Gaza

por Redação 26 de outubro de 2023

Os terroristas do Hamas fecharam uma estrada e atiram em que tenta sair da zona de guerra no norte da Faixa de Gaza, relatou um palestino a um militar das Forças de Defesa de Israel.

A gravação da conversa foi divulgada nesta quinta-feira (26) nas redes sociais e mostra que o homem está preocupado em buscar um abrigo, mas não consegue sair do local onde está.

O militar pede ao palestino que fuja para o sul da Faixa de Gaza. No início da guerra, Israel chegou a espalhar panfletos em árabe para orientar a população a se dirigir à fronteira com o Egito.

“Eu peço, pela sua segurança pessoal, que você vá urgentemente para Khan Younis”, orienta o israelense.

O civil reconhece que está em perigo, mas explica que não consegue sair de onde está.

“Todas as estradas estão bloqueadas. E onde estamos não é seguro”, diz.

O militar pergunta mais de uma vez para ter certeza de quem está bloqueando a passagem, e o palestino confirma que os terroristas do Hamas estão impedido a saída de civis.

“Eles estão mandando as pessoas voltarem”, diz o homem, e acrescenta: “Estão atirando nas pessoas”.

Segundo o relato, a estrada bloqueada é a Salah al-Din, que é a mais importante da Faixa de Gaza. Esse é o principal caminho até Khan Younis e cruza toda a região, de norte a sul.

Israel acusa os terroristas de barrar a fuga da população civil, para usar essas pessoas como um escudo nos ataques.

Fonte: r7

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Mundo

Polícia dos EUA mantém caçada a suspeito de atirar com rifle e matar 22 em ataques a boliche e bar

por Redação 26 de outubro de 2023

As autoridades continuam nesta quinta-feira (26) com as buscas por um reservista do Exército que abriu fogo em um boliche e em um bar-restaurante no estado do Maine, nordeste dos Estados Unidos, ataques que deixaram 22 mortos e mais de 50 feridas.

O massacre aconteceu na noite de quarta-feira (25) na cidade de Lewiston, a segunda maior do Maine. As autoridades pediram aos moradores que permaneçam em suas casas. O homem, classificado como “armado e perigoso”, fugiu após os ataques.

A polícia identificou o atirador como Robert Card, de 40 anos, e divulgou sua fotografia. As razões do crime são desconhecidas. O canal americano CNN, que citou fontes das forças de segurança, informou que ele é um instrutor de tiros certificado e reservista do Exército.

“Confirmamos 22 mortes e muitos, muitos mais feridos”, declarou à CNN Robert McCarthy, vereador de Lewiston, uma cidade de 36 mil habitantes. “Nossos hospitais não estão equipados para lidar com este tipo de tiroteio”, acrescentou, antes de informar que os ataques deixaram entre 50 e 60 feridos.

O secretário de Segurança Pública do Maine, Mike Sauschuck, afirmou à imprensa que os policiais estão nas ruas para procurar o suspeito.

“Temos literalmente centenas de policiais trabalhando em todo o estado do Maine para investigar o caso, para localizar o sr. Card”, disse.

O novo massacre, um dos mais letais no país nos últimos anos, entra para uma longa lista de tiroteios que abalam com frequência os Estados Unidos, onde o acesso às armas é facilitado.

Após ser informado sobre o ocorrido, o presidente Joe Biden saiu de um jantar de Estado em homenagem ao primeiro-ministro australiano para entrar em contato com as autoridades do Maine e oferecer o apoio do governo federal, segundo a Casa Branca.

As fotos divulgadas do suspeito mostram um homem de barba, vestindo com jaqueta marrom, calça azul e sapatos marrons, com um rifle semiautomático.

Sauschuck informou que a polícia encontrou uma caminhonete branca abandonada a pouco mais de 10 km de Lewiston.

Card abriu fogo em pelo menos dois lugares: uma pista de boliche e um bar-restaurante. O FBI, a polícia federal dos EUA, de Boston também participa nas operações de busca.

Alguns meios de comunicação também citaram um tiroteio em um centro logístico de um supermercado, mas as autoridades não confirmaram a informação.

“É uma situação devastadora. Nunca vivemos algo assim”, declarou Cynthia Hunter, que mora em Lewiston desde 2012.

As escolas públicas cancelaram as aulas nesta quinta-feira.

“Estou horrorizado com os eventos em Lewiston esta noite”, afirmou o congressista Jared Golden, do Maine, em um comunicado.

Armas nos EUA
Os Estados Unidos têm mais armas que habitantes: um adulto em cada três possui ao menos uma arma e quase 50% dos adultos moram em uma residência com uma arma.

A consequência da proliferação é a taxa extremamente elevada de mortes por armas de fogo, incomparável com os índices de outros países desenvolvidos.

Sem considerar os suicídios, mais de 15.000 pessoas morreram devido à violência com armas de fogo desde o início de 2023 no país. O ataque de quarta-feira foi o mais violento registrado desde janeiro, segundo a associação GVA (Gun Violence Archive ou Arquivo da Violência com Armas de Fogo, na tradução livre).

Os esforços para adotar leis mais severas de controle de armas no país esbarram na oposição dos republicanos, defensores ferrenhos do direito constitucional ao porte de armas.

A paralisação política prossegue, apesar da indignação generalizada diante dos tiroteios recorrentes.

Fonte: r7

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Mundo

Israel acha manual de terroristas do Hamas para massacre: ‘Mate, envie fotos de assassinatos e ponha fogo’

por Redação 25 de outubro de 2023

Matar o máximo de pessoas possível, usar reféns como escudo humano, roubar comida, incendiar o máximo de casas e até poupar a bateria do celular para exibir cadáveres de israelenses. Esses itens são parte de um guia criado pelo comando do Hamas para orientar os terroristas que invadiram Israel e mataram ao menos 1.400 pessoas em 7 de outubro.

O manual foi localizado com corpos de criminosos ou com terroristas presos pelas Forças de Defesa de Israel (FDI), que tornaram público o conteúdo nesta quarta-feira (25). O passo a passo está em árabe, mas foi traduzido para o inglês e divulgado no perfil oficial das Forças Armadas de Israel.

Passo 1: junte os reféns
“Reúna os grupos de reféns em vários locais […] quando cada grupo [de terroristas] terminar a purificação [cometer os assassinatos] na área de operação a que foi designado.”

Passo 2: ingresso e controle do perímetro invadido
“Amarre os pulsos e tornozelos de cada refém, agrupe e coloque vendas bem ajustadas em todos. Crie o pânico com o uso das armas de fogo […]. Mate qualquer um que representar uma ameaça ou causar distúrbios.”

Passo 3: segurança

“Localize e retenha os documentos de identidade e demais detalhes dos reféns. Junte alguns dos reféns em uma área e os utilize como escudos humanos, garantindo que eles estejam muito em evidência. Separe e isole [mulheres e bebês de homens].”

Passo 4: mantimentos
“Pegue e armazene o máximo possível de comida e bebida. Não use os próprios mantimentos para alimentar os reféns.”

Passo 5: camuflagem e esconderijo
“Nunca declare o número de sequestradores e das armas que eles posssuem. Não informe a quantidade de feridos ou mortos. Não mencione nenhuma comunicação com o mundo exterior. Esconda o local do cativeiro dos reféns. Ponha fogo no maior número possível de lugares.”

Passo 6: comunicação
“Assegure-se de que você esteja com acesso às comunicações em tempo real entre os grupos e novas ordens no campo de batalha.”

Passo 7: transmissões ao vivo
“Transfira diretamente fotos com o uso das comunicações israelenses com outros terroristas. Não desperdice espaço de memória e a bateria do seu celular, mas espalhe as imagens o máximo que puder.”

Passo 8: negociações
“Não se envolva em negociações no campo de batalha, durante a invasão, se possível.”

Fonte: r7

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Mundo

EUA vetam texto do Brasil sobre guerra Hamas x Israel no Conselho de Segurança da ONU

por Redação 18 de outubro de 2023

Os Estados Unidos rejeitaram nesta quarta-feira (18) o texto proposto pelo Brasil no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a guerra entre Israel e Hamas.

Na votação, os Estados Unidos vetaram a resolução brasileira.

Doze países, entre eles a China, votaram a favor do texto brasileiro. Foram eles:

Brasil;
China;
França
Albânia;
Equador;
Gabão;
Gana;
Japão;
Malta;
Moçambique;
Suíça e
Emirados Árabes Unidos
Dois países – a Rússia e o Reino Unido – se abstiveram, e apenas os Estados Unidos votaram contra.

Apesar de a maioria dos países ter votado a favor, a proposta do Brasil acabou rejeitada porque os Estados são um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança – esses cinco têm poder de vetar totalmente uma proposta.

Após a votação, a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Linda Thomas-Greenfield, argumentou que seu país ficou “desapontado” pelo fato de o texto não mencionar o direito de autodefesa de Israel.

A rejeição dos EUA também veio depois de a Rússia propor mudanças para o texto. O embaixador russo na ONU exigiu a inclusão de um pedido de cessar-fogo imediato, o que Washington é contra.

A votação do texto elaborado pelo Brasil havia sido adiada duas vezes. Na primeira delas, na segunda-feira (16), os países pediram mais tempo para chegar a um consenso. O Itamaraty chegou a costurar apoio com embaixadores de outros países.

A votação foi então remarcada para terça-feira (17), mas o bombardeio a um hospital na Cidade de Gaza, que deixou quase 500 mortos fez o conselho adiá-la novamente.

Fonte: G1

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