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Mundo

Mundo

Terrorista do Hamas assassina idosa ‘brutalmente’, tira foto do crime e publica registro nas redes

por Redação 9 de outubro de 2023

Uma idosa que não teve a identidade revelada foi “brutalmente assassinada” por um terrorista do grupo palestino Hamas na manhã de sábado (7), na comunidade Nir Oz, localizada no sul de Israel, no noroeste do deserto de Negev, relatou a neta dela no Instagram.

Segundo a jovem, ela e a família tomaram conhecimento da tragédia de um jeito traumático: o agressor invadiu a casa da idosa, a matou, pegou o telefone dela, tirou uma foto do corpo e postou o registro no Facebook da vítima.

“Experimentei o pior pesadelo da minha vida”, escreveu a neta. “A coisa mais pura do mundo, a luz da minha vida, do meu mundo inteiro. Isso não pode ser real”, acrescentou.

A jovem descreveu a avó como uma pessoa “boa”, “pura” e preocupada com a comunidade, ou kibutz, onde vivia. A palavra, em hebraico, significa uma pequena comunidade israelense economicamente autônoma e com base na cooperatividade.

A neta conta que, todas as manhãs, a idosa ia de bicicleta até a comuna para lavar e dobrar as roupas de todos os integrantes do kibutz. Mais tarde, ela se dedicava a cuidar de seu jardim.

“Todas as manhãs ela ia de bicicleta até a comuna para lavar e dobrar as roupas de todos os integrantes do kibutz, voltava à tarde para cuidar do jardim que ela mais amava”, contou.

“Minha avó amava a vida, mas como podemos viver sem você? Quem sou eu sem você? Não estou pronta para falar sobre você no passado. É o meu pesadelo”, acrescentou.

O balanço de mortos no conflito entre os terroristas do Hamas e Israel subiu, nesta segunda-feira (9), para 1.260 (700 israelenses e 560 palestinos). Segundo dados divulgados por autoridades dos dois países, mais de 5.000 pessoas dos dois lados ficaram feridas nos bombardeios dos últimos três dias.

O Exército israelense concentra seus esforços para salvar os mais de cem cidadãos sequestrados pelo Hamas, entre militares e civis. De acordo com o governo, os fatos do fim de semana “não têm precedentes em Israel”.

Fonte: r7

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Mundo

‘Massacraram pessoas a sangue-frio’, diz ONG sobre o assassinato de 260 pessoas em festa

por Redação 9 de outubro de 2023

Militantes do movimento islâmico palestino Hamas massacraram, no sábado (7), cerca de 260 pessoas que participavam de uma festa ao ar livre em Israel, perto da Faixa de Gaza, disse nesta segunda-feira (9) um porta-voz da ONG Zaka, que ajudou a recolher os corpos.

“Na zona onde ocorreu o festival de música e na própria festa, havia cerca de 200 a 260 corpos”, disse à AFP o porta-voz da Zaka, Moti Bukjin, com base no número de caminhões que transportaram os restos mortais durante a operação de recuperação dos corpos.

“Sou voluntário em Zaka há 28 anos e, depois da catástrofe de Meron [uma avalanche mortal durante uma peregrinação judaica no norte de Israel] e de seus 45 mortos, achei que não fosse possível piorar”, disse Bukjin em uma conversa por telefone, antes de voltar para as áreas do sul de Israel atingidas por milicianos infiltrados do Hamas.

“Achei que era o fim do mundo, mas, claramente, as coisas podem ser piores, claramente piores”, acrescentou, recordando o que viu perto do kibutz de Reim.

“Massacraram pessoas a sangue frio, de uma forma absolutamente inconcebível”, completou.

Fonte: r7

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Mundo

Universo Paralello: conheça a rave brasileira criada pelo pai de Alok que foi atacada em Israel

por Redação 9 de outubro de 2023

A Universo Paralello, festa de música eletrônica criada no Brasil, acabou virando, em uma de suas edições internacionais, alvo da invasão de Israel pelo Hamas no último sábado (7). Foi o maior ataque ao país nas últimas décadas.

Juarez Petrillo, pai de Alok e criador do evento, e fãs brasileiros presentes relataram o desespero com os mísseis explodindo durante a festa e a fuga dramática enquanto os militantes do Hamas entravam pela fronteira com a Faixa de Gaza, próxima ao local escolhido para a rave.

Mas o que é a Universo Paralello?
Universo Paralello é o nome de um festival de música eletrônica nascido no ano 2000. Um dos fundadores é Juarez Petrillo, também conhecido como DJ Swarup. As primeiras edições foram realizadas em Goiás. O evento cresceu e se tornou uma das marcas mais conhecidas da música eletrônica brasileira, em especial do subgênero chamado de psytrance.

Na virada do ano de 2003 para 2004, a Universo Paralello saiu do Centro-Oeste e passou a ser realizada na Bahia, onde é sediada até hoje, na praia de Pratigi. Em geral, o evento acontece a cada dois anos. Durante a pandemia, ele foi interrompido, mas agora aumentou a frequência, com edições no fim de 2022 e outra marcada para 2023.

A Universo Paralello é uma rave — festa de música eletrônica, geralmente em locais a céu aberto e afastados, que acontecem ao longo de um ou mais dias. Com sua popularização, ela passou a assinar também eventos fora do Brasil. No ano passado, por exemplo, foram anunciadas no perfil oficial do evento teaser parties da Universo Paralello no México, Portugal e Espanha.

Edição de Israel da turnê mundial da Universo Paralello
O perfil oficial da Universo Paralello também fez, em agosto de 2023, um post para divulgar o evento chamado Israel Edition — Universo Paralello — World Tour (em português, Edição de Israel — Universo Paralello — Turnê Mundial). O evento estava marcado para a madrugada de sexta-feira (6) para sábado (7). Na véspera, foi divulgada a programação de Djs.

Diversos fãs brasileiros foram à festa. Um deles, a gaúcha Gabriela Barbosa, de 33 anos, contou que foi justamente o fato de a Universo Paralello ser um evento brasileiro que a fez querer comparecer à rave.

“Eu estou aqui em Israel desde o final de agosto para conhecer a família do meu namorado e conhecer o país. Meu namorado é israelense. A edição pocket da Universo Paralello aqui em Israel tinha sido a única festa que gente tinha planejado de ir com certeza com nossos amigos, inclusive porque a gente ama muito ir à Universo Paralello lá no Brasil, e uma festa aqui ia ser muito especial (…) A festa foi organizada em um campo aberto, mas que eles cercaram, muito perto da Faixa de Gaza, dentro do Estado de Israel. Eram cerca de 3 mil pessoas na estimativa das autoridades daqui”, ela disse.

“Todo mundo estava dançando, muito feliz da vida. Aí, de manhã, meu namorado olhou para o céu e falou: ‘São mísseis vindo de Gaza’. Eu fiquei chocada porque eu nunca tinha visto isso desde que eu estava aqui. E nesse momento as pessoas começaram a gritar e se desesperar. Porque veio um, depois vieram vários. Eles explodem no ar por causa do sistema antibomba (…) As pessoas começaram a se desesperar, querer sair da festa correndo. Eles desligaram a música e anunciaram no microfone para a gente deitar no chão e cobrir a cabeça por cerca de 10, 15 minutos”, relatou Gabriela.

Ela afirmou que os fãs ficaram sob fogo cruzado na fuga e que ela teve sorte de ter saído rápido e não ter ido na direção de Tel Aviv. Segundo Gabriela, quem foi na direção da cidade atacada correu mais riscos — e, ainda mais, quem decidiu ficar no local da rave, que chegou a ser invadido pelos militantes do Hamas.

Alok diz que o pai apenas vendeu a marca e não era organizador
Alok disse na noite do último sábado (7) que seu pai estava “seguro em um bunker aguardando direcionamento para retornar ao Brasil”. Mais cedo, Juarez publicou em suas redes sociais vídeos do evento, quando bombardeios do conflito com o Hamas começaram. Ele relatou: “Guerra, mano, fala sério (…) Estou em choque até agora. E as bombas não param de explodir”.

Segundo Alok, Juarez apenas licenciou os direitos da marca Universo Paralello a produtores israelenses e não foi organizador da festa no local.

“O meu pai foi contratado a se apresentar em um evento que licenciou os direitos de uso do nome do festival, como já aconteceu em diversos outros países. O produtor israelense licenciou o uso da marca e produziu o evento por conta própria, sendo o meu pai uma das atrações.”

Copyright © Estadão. Todos os direitos reservados.

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Mundo

Combates seguem em ‘7 ou 8’ lugares de Israel ao redor da Faixa de Gaza, diz militar israelense

por Redação 9 de outubro de 2023

Os confrontos entre o Exército israelense e combatentes palestinos em território de Israel continuam nesta segunda-feira (9) em “sete ou oito” locais ao redor da Faixa de Gaza, informou um porta-voz militar israelense 48 horas depois do início da ofensiva do movimento Hamas.

“Continuamos lutando. Há sete ou oito lugares em terreno liberado ao redor” da Faixa de Gaza, “onde ainda temos guerreiros lutando contra terroristas”, disse o tenente-coronel Richard Hecht à imprensa.

“Ontem pensamos que teríamos o controle total. Espero que o tenhamos no fim do dia”, disse Hecht.

Durante a noite, Israel lançou mais de 500 ataques aéreos e de artilharia contra grupos militantes do Hamas e da Jihad Islâmica no enclave palestino governado pelo movimento terrorista Hamas.

Em dois dias de guerra, desde o início da ofensiva do Hamas na madrugada de sábado, mais de 1.100 pessoas morreram — 700 em solo israelense, e mais de 400 na Faixa de Gaza.

Além disso, os terroristas do Hamas e da Jihad Islâmica capturaram cerca de cem israelenses, tanto militares quanto civis.

Fonte: r7

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Mundo

Vinicius Júnior presta depoimento em caso de racismo na Espanha

por Redação 5 de outubro de 2023

O atacante Vinicius Júnior prestou depoimento à Justiça nesta quinta-feira (5) no caso de racismo do qual foi vítima no estádio Mestalla, do Valencia, em rodada da última edição do Campeonato Espanhol, no dia 21 de maio. O jogador do Real Madrid conversou com a juíza responsável pelo caso via teleconferência. Mesmo assim, ele precisou se deslocar até um tribunal de Madri, onde mora, para participar da transmissão ao vivo.

Apesar da forte presença da imprensa no local, o jogador preferiu não dar declarações públicas aos jornalistas nem antes nem depois do seu depoimento.

De acordo com a imprensa espanhola, Vini Jr. teria reiterado que se sentiu ofendido pelos gritos da torcida do Valencia naquela partida e que os ataques dos torcedores locais se deviam “à cor de sua pele”.

O depoimento do brasileiro foi adiado duas vezes, antes de ser realizado nesta quinta.

Da primeira vez, o atacante pediu para mudar a data porque estava de férias, no Brasil. O segundo adiamento foi decidido pela própria Justiça por questões administrativas.

A partida entre Valencia e Real Madrid se tornou uma referência em termos de discriminação no futebol espanhol e europeu devido aos ataques generalizados de parte da torcida do Valencia ao jogador brasileiro.

O árbitro chegou a paralisar a partida por alguns minutos. Autoridades de dentro e fora do esporte repudiaram o episódio, que quase gerou uma crise diplomática entre Brasil e Espanha.

A Justiça da cidade de Valencia investiga o caso, que conta com três acusados. Os jovens torcedores do time da cidade já reconheceram que fizeram os gestos racistas nas arquibancadas, porém rejeitaram a acusação de racismo.

Fonte: r7

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Mundo

Quem é o traficante de armas dos EUA que faz fortuna na Ucrânia desafiando leis internacionais

por Redação 27 de setembro de 2023

Em uma tarde do mês passado, cerca de meia dúzia de indivíduos se reuniu em um dos hotéis mais luxuosos de Kiev, na Ucrânia, para tomar uns drinques e discutir um negócio lucrativo: fornecer armamentos às tropas ucranianas.

O grupo incluía militares ucranianos e funcionários do governo, sempre em busca de projéteis explosivos para atacar os soldados russos invasores. O anfitrião da reunião era um extravagante traficante de armas da Flórida chamado Marc Morales, que falava de seu novo iate de dez milhões de dólares, o “Trigger Happy”, e da busca por alguém para gerenciar o portfólio de nove dígitos de sua empresa.

Ali estava também um indivíduo corpulento e barbudo, atuando como intermediário entre compradores e vendedores: Vladimir Koyfman, sargento-chefe do exército ucraniano a quem Morales paga para organizar encontros com seus contatos no governo. Esse arranjo peculiar, segundo especialistas jurídicos, testa os limites de conformidade com as leis de corrupção dos EUA e da Ucrânia, que proíbem pagamentos a funcionários públicos.

A reunião, cujos detalhes foram relatados por duas pessoas presentes, forneceu um vislumbre de um aspecto discreto da estratégia de guerra do governo Biden. Este forneceu à Ucrânia mais de US$ 40 bilhões em ajuda militar, incluindo armas de alta tecnologia como foguetes Himars e mísseis Patriot.

Mas o Pentágono também depende de maneira significativa de traficantes de armas menos conhecidos, como Morales. Esses intermediários possuem as conexões necessárias para adquirir munição, muitas vezes de qualidade inferior ou de calibre soviético, de diversas fontes globais.

Eles operam em um comércio de armas notoriamente obscuro e restrito, um setor que se tornou ainda mais opaco quando a Ucrânia revogou anos de regulamentações anticorrupção. Consequentemente, traficantes de armas têm inundado o país, aproveitando os bilhões de dólares em assistência externa.

Morales se destaca como um dos principais fornecedores de armas para a Ucrânia. Sua empresa recebeu cerca de US$ 1 bilhão em contratos do Pentágono, com foco principal na compra de munição. Registros indicam que ele também construiu um negócio paralelo, com vendas diretas aos ucranianos avaliadas em aproximadamente US$ 200 milhões.

Além de contar com os serviços de Koyfman, Morales também contratou um experiente consultor do ministro da Defesa da Ucrânia, demitido recentemente em consequência de suspeitas de corrupção e má administração. E a empresa de Morales está sendo investigada pelas autoridades anticorrupção ucranianas por causa de irregularidades em um acordo comercial, segundo autoridades do governo.

Esses acordos com Morales evocam uma época passada na Ucrânia, quando negociantes de armas estabeleciam relações confortáveis com oficiais militares, contratos eram mantidos em sigilo e intermediários de armas frequentemente se viam no centro de investigações. Há mais de uma década, os Estados Unidos têm instado os líderes ucranianos a reformar esse sistema.

Escolha improvável
Morales, de 51 anos, parecia uma escolha improvável para ser um dos traficantes de armas contratados pelo Pentágono.

O Departamento de Justiça o indiciou em 2009 por conspiração e lavagem de dinheiro, depois de ter sido flagrado em uma gravação discutindo métodos de pagamento de suborno a autoridades estrangeiras.

No entanto, a guerra alterou as considerações tanto para os ucranianos quanto para os americanos. O governo Biden, que busca fornecer apoio militar à Ucrânia mas reluta em enviar tropas, vê a necessidade de indivíduos como Morales, que demonstrou, no Afeganistão e na Síria, a capacidade de manter um regime consistente de aquisição e entrega de armamentos.

Enquanto isso, as autoridades ucranianas, com a sobrevivência nacional em jogo, estão acolhendo traficantes de armas locais que, antes do conflito com a Rússia, haviam sido largamente excluídos.

No início da guerra, em fevereiro de 2022, o governo relaxou muitas regulamentações de transparência e compras públicas, permitindo a participação de intermediários privados na competição com compradores governamentais.

Agora, depois da demissão do ministro da Defesa, Oleksii Reznikov, as autoridades ucranianas estão questionando publicamente essa estratégia de aquisição de armas a qualquer custo.

Morales não concordou em dar entrevista. Bryan Van Brunt, o consultor jurídico geral da empresa de Morales, a Global Ordnance, declarou que a empresa está agindo em conformidade com a lei. Em um e-mail, ele escreveu: “Ao contrário do que se vê nos filmes, o sucesso a longo prazo depende de conhecer, respeitar plenamente e seguir as regras de todos os países envolvidos.”

Futuro promissor
A carreira de Morales no setor de armamentos quase chegou ao fim depois que sua acusação foi revelada em 2010. Segundo os promotores, um informante o gravou durante uma emboscada discutindo um suposto negócio de armas que envolvia subornos a um funcionário do Gabão, país da África Ocidental.

Ele deixou o setor e, durante cerca de dois anos, vendeu produtos como chaise longues para a empresa de móveis de ambientes externos de seu sogro. “Ele reservou um tempo para refletir sobre sua vida, seu relacionamento com a esposa e a família, e também com Deus”, disse Van Brunt.

Em 2012, o caso federal contra Morales foi arquivado por várias questões, incluindo a forma como o FBI lidou com seu informante. Um juiz repreendeu o Departamento de Justiça.

Um ano depois, Morales estabeleceu a Global Ordnance como uma empresa de consultoria em negócios de armas, aproveitando mais de uma década de experiência na área. Adquiriu uma empreiteira de defesa e começou a fornecer armas ao Pentágono, destinadas a ser usadas contra grupos terroristas como o Estado Islâmico.

Sua rede, que abrangia os Estados Unidos, a Europa Oriental e o Oriente Médio, mostrou-se confiável, levando o Pentágono a se tornar seu maior cliente. A Global Ordnance ganhou mais de US$ 78 milhões em contratos de defesa de 2016 a 2019, segundo registros públicos.

Semanas antes da invasão da Ucrânia pela Rússia, o Pentágono concedeu à Global Ordnance um contrato de cinco anos no valor de até US$ 750 milhões para auxiliar no fornecimento de armas aos aliados dos EUA. Essa medida acabou se tornando um meio para o apoio militar à Ucrânia, arrecadando centenas de milhões de dólares adicionais.

O Pentágono se recusou a comentar os contratos da Global Ordnance.

A grande oportunidade de Morales na Ucrânia surgiu no início da guerra. Ele tinha um estoque significativo de munições na Bulgária, originalmente adquirido pelo Pentágono para uso no Afeganistão. O Pentágono aprovou seu envio para a Ucrânia em janeiro de 2022, e coube à Global Ordnance a tarefa de transportá-lo até lá.

Esse envolvimento tornou Morales uma figura de valor inestimável nos primeiros estágios do conflito e estreitou seus laços com as autoridades ucranianas.

Morales vislumbra um futuro promissor na Ucrânia. Durante a reunião no bar da cobertura do mês passado, a conversa girou em torno dos “grandes contratos que estavam prestes a ser concedidos”, revelou Van Brunt. As autoridades questionaram se a empresa estava preparada para lidar com esses novos e significativos negócios. Morales lhes garantiu que sim.

Fonte: r7

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Mundo

Coreia do Norte decide expulsar soldado americano que entrou no país ilegalmente

por Redação 27 de setembro de 2023

A Coreia do Norte decidiu expulsar o soldado americano Travis King, que teria confessado ter invadido ilegalmente o país, informou a mídia estatal KCNA nesta quarta-feira (27).

O governo norte-coreano não divulgou quando o militar será expulso do país e nem como será esse procedimento.

King cruzou ilegalmente a fronteira entre as Coreias em julho, durante uma visita turística à Zona Desmilitarizada que fica entre os dois países.

O objetivo seria fugir de possíveis punições que sofreria no exércio ao retor ao seu país. Ele teria se envolvido em uma briga em 2022 na Coreia do Sul e sofreria medidas disciplinares.

Segundo a KCNA, King queria denunciar o tratamento desumano e da discriminação racial dentro das Forças Armadas dos EUA.

Fonte: r7

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Mundo

Brasileiro foragido nos EUA é capturado

por Redação 13 de setembro de 2023

Danilo Cavalcante, o brasileiro condenado a prisão perpétua que fugiu da cadeia nos Estados Unidos, foi capturado nesta quarta-feira (13), anunciou a polícia da Pensilvânia.

A captura acontece depois de 14 dias e de uma megaoperação com 500 policiais e participação do FBI. Mesmo assim, Cavalcante conseguiu caminhar por 38 quilômetros, roubar uma van e um rifle e trocar tiros com um morador.

Danilo Cavalcante, condenado por matar a ex-namorada Débora Evangelista Brandão, estava foragido desde 31 de agosto, quando conseguiu escapar da prisão escalando paredes (leia mais abaixo).

A polícia da Pensilvânia afirmou que fará nesta quarta uma entrevista coletiva detalhar a captura.

Na terça-feira (13), o tenente-coronal George Bivens, responsável pela operação de buscas, afirmou ter certeza que Cavalcante estava dentro do perímetro de buscas estabelecido e que seria preso “o quanto antes”.

Lá, ele roubou um rifle na porta da garagem de um morador de South Coventry, que estava aberta. O morador viu e trocou tiros com o brasileiro.

Um cerco foi montado na região onde Cavalcante foi visto, a cerca de 32 quilômetros da prisão de onde ele escapou e a 74 quilômetros da cidade da Filadélfia.

Segundo o tenente-coronel George Bivens, um dos responsáveis pela operação de busca, Cavalcante conseguiu roubar um rifle na garagem de uma casa da região por onde ele passava na noite de segunda-feira (11), a cerca de 32 quilômetros da prisão de onde ele fugiu.

As últimas pistas que fizeram a polícia fechar o cerco e checar mais perto do brasileiro foram:

Pegadas “idênticas” às dos sapatos que Cavalcante usava na prisão;
O caminho até uma área de floresta que ele provavelmente fez após roubar um rifle na porta da garagem de uma casa na cidade de South Coventry, a cerca de 32 quilômetros da prisão de onde fugiu.
A rota de fuga não-linear. Segundo a polícia, Cavalcante começou caminhando em direção ao sul da Pensilvânia, mas agora anda em direção ao norte;
A operação de buscas durou 14 dias e angariou críticas pela demora em encontrar o fugitivo dentro de um perímetro de poucos quilômetros. O tenente-coronel George Bivens negou que a operação tenha demorado para além do normal.

Ele disse que a tática foi cercar o brasileiro e “estressá-lo” até que ele ficasse sem rumo e fosse finalmente encontrado.

Durante as operações de busca, escolas chegaram a cancelar aulas, e as autoridades pediram que moradores evitassem sair de casa e trancassem portas.

Recompensa e Interpol

Ao longo dos dias, as autoridades da Pensilvânia também foram subindo as recompensas para quem encontrasse Cavalcante. A mais recente delas oferecia US$ 25 mil (cerca de R$ 123 mil).

Além disso, o nome do brasileiro também foi incluído na lista de procurados da Interpol.

A fuga de Danilo também provocou a prisão da irmã dele, que mora nos Estados Unidos. As autoridades não forneceram detalhes sobre a motivação. No entanto, ela deve ser deportada.

Nesta quarta, em entrevista ao jornal “The New York Times”, a mãe do brasileiro, Iracema Cavacalte, afirmou que o filho foi treinado para lutar pela sobrevivência e negou que ele pudesse ser uma ameaça.

Danilo Cavalcante nasceu e cresceu no Tocantins.

Nos primeiros dias após fugir da prisão, Danilo estava em uma área de vegetação que a polícia tentou isolar. No entanto, a densidade da mata ajudou com que ele conseguisse escapar.

Logo depois, de acordo com as autoridades, Danilo conseguiu encontrar um carro com chave dentro em uma região próxima da que estava cercada – a região, de cidades pequenas, é tranquila, e moradores costumam deixar chaves em carros e portas abertas.

Fonte: G1

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Mundo

Frustrados, americanos decidem caçar brasileiro foragido nos EUA por conta própria

por Redação 13 de setembro de 2023

Entrando em seu 14º dia, a caçada da polícia norte-americana ao brasileiro Danilo Cavalcante, que escapou da Penitenciária do Condado de Chester em 31 de agosto, está deixando a população tensa. E alguns moradores da região decidiram inclusive caçar por conta própria o homem condenado à prisão perpétua por matar a ex-namorada Deborah Brandão com mais de 30 facadas.

Conforme relato de Luís Claudio Del Papa, natural de São Paulo e que trabalha em uma empresa de tecnologia na cidade de Filadélfia, capital do estado da Pensilvânia, “há uma grande desconfiança da população em relação à polícia”. “Todo mundo achava que ele seria capturado muito rápido. Mas foi passando o tempo e as pessoas começaram a questionar se ela [a polícia] está fazendo o trabalho certo”, disse Del Papa.

A demora para recapturar o brasileiro também tem deixado tensa a populaçãoa, que precisa lidar com restrições para ir aos supermercados e com escolas fechadas — medidas adotadas para restringir a circulação de pessoas e também para facilitar a identificação do presidiário em fuga. “Isso está afetando o dia a dia. As crianças não vão para a escola, as pessoas não podem sair de casa, vai deixando todo mundo nervoso”, acrescenta.

O resultado, acrescenta o brasileiro que vive há cerca de cinco anos na Pensilvânia, é que algumas pessoas incomodadas com a situação — e armadas — decidiram sair às ruas para tentar encontrar Danilo Cavalcante. “Aqui é muito fácil adquirir arma, tem muita gente armada. E essas pessoas acham que, já que a polícia não está fazendo o trabalho dela, elas podem sair de casa e fazer o trabalho das autoridades.”

“É muito complicado isso, tem gente de scooter com fuzil na mão, indo pra cima e pra baixo tentando perseguir o cara”, relata Del Papa, que destaca que a polícia local é contra a participação da população na busca pelo brasileiro foragido.

A polícia da Pensilvânia, inclusive, condenou a participação popular na busca pelo fugitivo. Em entrevista coletiva, o tenente-coronel George Bivens, da polícia da Pensilvânia, afirmou que os cidadãos que participam da busca não têm autoridade e podem enfrentar consequências legais.

“Eles não estão nos ajudando de forma alguma e, de fato, se tornam um obstáculo”, disse Bivens em uma coletiva de imprensa na segunda-feira. “Alguns de nossos recursos têm que ser desviados em momentos em que eles se inserem em uma cena. Não é útil, eu gostaria que eles não fizessem isso, eu pedi que não fizessem. Mas eu não posso impedi-los, em alguns casos, de fazer isso.”

Esse é um problema com o qual a polícia local terá que lidar até Danilo Cavalcante ser recapturado ou morto pelas autoridades americanas.

Fonte: r7

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MundoSegurança

Brasileiro foragido nos EUA troca tiros após roubar rifle de uma casa

por Redação 12 de setembro de 2023

A polícia do condado de Chester, no estado americano da Pensilvânia, informou nesta terça-feira (12) que Danilo Cavalcante está armado com um rifle calibre 22 e trocou tiros com um morador na noite de segunda-feira (11).

Segundo a polícia estadual, o brasileiro invadiu a garagem de uma casa e roubou a arma que estava guardada no local. O morador tinha uma pistola, e os dois trocaram diversos disparos.

Cavalcante também roubou um par de botas e roupas de outras casas da região.

O brasileiro está foragido desde o dia 31 de agosto, quando conseguiu escalar as paredes do presídio em que estava e escapar.

Uma grande operação está sendo realizada para localizá-lo. A polícia classifica o foragido de “extremamente perigoso”. Ele foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato da namorada, em 2021.

As autoridades americanas estão oferecendo US$ 25 mil, cerca de R$ 125 mil, de recompensa a quem fornecer informações que levem à captura de Cavalcante.

A população local foi orientada a trancar as portas de casa e ligar para a polícia caso encontre o suspeito ou perceba alguma situação de risco.

Fonte: r7

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