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Tecnologia

Tecnologia

Tratamento contra a calvície ganha revolução com a inteligência artificial; entenda

por Redação 5 de agosto de 2025

A revolução da Inteligência Artificial também chega à medicina capilar. Os últimos avanços revelam o poder das máquinas para analisar dados e o enorme potencial dessa tecnologia para oferecer soluções eficazes e imediatas, o que a torna uma fonte medicinal promissora, mais especificamente, no combate a calvície. Esta nova aplicação da IA promete melhorar a precisão, a eficiência e os resultados dos tratamentos, bem como fornecer diagnósticos e planos de tratamento personalizados, como o H[ai]r Analysis, a nova ferramenta de diagnóstico capilar com inteligência artificial implementada exclusivamente em todas as clínicas da Hair Recovery.

— A inteligência artificial tem um enorme potencial transformador na medicina capilar — prevê Nicolás Lusicic, presidente da Hair Recovery, empresa de medicina capilar com mais de 30 anos de atuação. — É por isso que há muito tempo vimos pesquisando suas aplicações em nosso campo e pensando em como poderíamos oferecer um atendimento cada vez melhor aos nossos pacientes. Foi assim que implementamos o H[ai]r Analysis, uma ferramenta que é definitivamente o futuro.

Desenvolvida por especialistas, essa poderosa tecnologia de diagnóstico capilar funciona por meio de inteligência artificial e consiste em duas ferramentas: por um lado, um software desenvolvido para pacientes, que, online, fornece um diagnóstico preliminar e um tratamento sugerido com base em duas imagens e certos dados sobre seu cabelo e couro cabeludo. Por outro, um software dedicado a médicos, que, usado na consulta, agiliza o planejamento dos processos cirúrgicos, como o microtransplante capilar ao indicar com altíssima precisão a dimensão da área a ser transplantada e quantas unidades foliculares serão necessárias.

IA a serviço do seu cabelo
Como funciona o software dedicado aos pacientes? A análise começa tirando duas fotos do cabelo do usuário, orientado para que as imagens sejam tiradas corretamente. Em seguida, ele deve responder a um breve questionário rigoroso sobre a qualidade do seu cabelo, couro cabeludo, queda de cabelo e histórico familiar de calvície.

Através da obtenção dessas informações e das duas “digitalizações” do usuário, a IA compara os dados com uma base de milhares de pacientes com diferentes graus de alopecia. O algoritmo desta IA pode analisar imagens do couro cabeludo com notável precisão, identificando padrões de queda de cabelo que podem não ser visíveis a olho nu. Esta funcionalidade permite a detecção e intervenção precoces, cruciais para evitar uma maior queda de cabelo.

Com base nessa análise, a IA fornece um diagnóstico preliminar com base na análise de padrões e atribui ao usuário seu grau correspondente de alopecia com altíssima precisão, explicando suas características e sugerindo um plano de tratamento e produtos capilares personalizados, que o paciente pode adquirir online e receber em sua casa, até que ele compareça à consulta médica com os especialistas.

— Estamos diante de uma mudança de paradigma na medicina capilar que acreditamos que melhorará consideravelmente a experiência de nossos pacientes — destaca Alejandra Susacasa, vice-presidente da Hair Recovery.

IA aplicada ao microtransplante capilar
Além disso, a Hair Recovery está implementando em todos os seus centros um software de uso médico dentro da consulta, especialmente para aqueles pacientes cuja indicação é o microtransplante capilar. Esta intervenção cirúrgica, que é realizada fio a fio, obtendo resultados extremamente naturais, é a mais avançada para a recuperação capilar. Mas como a inteligência artificial intervém neste tratamento?

A empresa de medicina capilar, que já conta com mais de 30 anos de especialização e mais de 50 clínicas em toda a América Latina, celebrou um acordo de cooperação exclusivo com uma empresa internacional que desenvolveu uma ferramenta única. Trata-se de um software que pode calcular com extrema precisão algo que até agora era feito manualmente por cada cirurgião: em princípio, ele pode calcular a área do couro cabeludo que precisa de um microtransplante capilar e, além disso, também sabe identificar com exatidão quantos fios de cabelo são necessários para cobrir essa área.

Números da IA na medicina global
Com uma interface inovadora e futurista, o médico faz a digitalização do couro cabeludo do paciente e cria em seu celular ou tablet um modelo 3D do paciente. “Assim, ao final da digitalização, os pacientes podem ver seu couro cabeludo em tempo real e observar as áreas despovoadas em toda a sua extensão. Isso também é muito útil para planejar e testar diferentes designs de transplante junto com o paciente. A resposta geral dos pacientes que experimentaram é de espanto e admiração, e a frase “Nunca me vi assim” é repetida com frequência”, conta Lusicic, que também é presidente da SILATC e faz parte das sociedades de medicina capilar mais relevantes do mundo.

No entanto, a IA avança a passos largos na medicina capilar, e suas aplicações no diagnóstico não demoraram a surgir. É assim que se avança na pesquisa para identificar certas condições capilares, desde alopecia areata, efluvio telógeno ou alopecia frontal fibrosante, buscando evitar biópsias do couro cabeludo. A H[ai]r Analysis by Hair Recovery nasce nesse contexto de inovação e avanço da IA na medicina e, sobretudo, nos diagnósticos médicos.

De acordo com um relatório da revista Nature Medicine, o uso da IA em diagnósticos médicos aumentou 35% entre 2020 e 2024. Hoje, estima-se que 2 em cada 5 profissionais médicos utilizam sistemas informáticos para auxiliar no diagnóstico. No caso do câncer de mama, por exemplo, estudos recentes indicam que as ferramentas de IA reduziram os erros de diagnóstico em 30% e melhoraram as taxas de detecção precoce em 25%.

— Assim como há mais de 30 anos fomos pioneiros na implementação do microtransplante cabelo a cabelo com cadeia de frio, hoje marcamos um novo marco que vai marcar um antes e um depois. A inteligência artificial aplicada à nossa especialidade não apenas melhora a experiência do paciente, mas também eleva a prática médica: nos permite refinar o diagnóstico, planejar com maior precisão e tomar decisões clínicas com base em dados objetivos e personalizados — conclui Susacasa.

Fonte: OGLOBO

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MundoTecnologia

Interpol alerta para ‘crise global’ de fábricas de golpes digitais

por Redação 2 de julho de 2025

Fábricas de golpes cibernéticos que exploram vítimas de tráfico humano expandiram significativamente em todo o mundo, segundo um relatório sobre tendências criminais divulgado nesta semana pela Organização Internacional de Polícia Criminal, a Interpol.

Os centros onde as vítimas são forçadas a participar de fraudes on-line surgiram inicialmente em alguns países do Sudeste Asiático.

Um deles é o KK Park, em Mianmar, de onde dois brasileiros conseguiram escapar em fevereiro deste ano. Países como Camboja e Laos também lidam há anos com quadrilhas especializadas em golpes digitais.

Segundo a Interpol, operações similares agora foram identificadas em pelo menos mais quatro países asiáticos. Há evidências de que o modelo também está se espalhando para outras regiões, como a África Ocidental, onde crimes financeiros cibernéticos já são comuns, o Oriente Médio, e a América Central.

A agência policial descreve o problema como uma “crise global”. As vítimas, originárias de ao menos 66 países de todos os continentes, são frequentemente atraídas por ofertas falsas de emprego e depois mantidas em cativeiro nos complexos de golpes.

Muitas são chantageadas por dívidas, espancadas, exploradas sexualmente e, em alguns casos, torturadas.

Enquanto os primeiros relatos da Interpol apontavam majoritariamente vítimas de língua chinesa, atualmente pessoas traficadas para esses centros de fraude também são oriundas de regiões como América do Sul, África Oriental e Europa Ocidental.

“Enfrentar essa ameaça que se globaliza rapidamente requer uma resposta internacional coordenada”, disse Cyril Gout, chefe interino dos serviços policiais da Interpol.

Cresce o uso de inteligência artificial
Dentro desses centros, as vítimas são obrigadas a executar golpes on-line, principalmente visando pessoas no exterior para roubar dinheiro. Uma operação liderada pela Interpol em 2024 revelou dezenas de casos como este.

No mesmo ano, a polícia desmantelou um centro de golpes em escala industrial nas Filipinas e outro na Namíbia, onde 88 jovens eram forçados a aplicar golpes.

Já no caso do KK Park, cerca de 7 mil pessoas foram resgatadas após algumas vítimas fugirem do local e o caso ganhar repercussão em 2025.

Tecnologias emergentes estão impulsionando ainda mais essa tendência. A Interpol destaca o aumento do uso de inteligência artificial para a geração de anúncios falsos de emprego ou mesmo criação de perfis deepfake para aplicar golpes como o da “sextorsão”.

Uso de rotas de tráfico
Em suas conclusões, a Interpol alerta que a expansão dessas redes criminosas exige ação urgente e coordenada para interromper as rotas do tráfico e apoiar as vítimas.

O relatório destacou que esses polos criminosos estão cada vez mais entrelaçados com outros grandes crimes transnacionais, demandando uma resposta global coordenada.

Rotas usadas para tráfico em centros de golpes também estão sendo exploradas para o contrabando de drogas, armas de fogo e espécies ameaçadas de extinção, afirmou a Interpol.

Fonte: G1

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Vazamento de Senhas

Vazamento expõe 16 bi de senhas da Apple, Google e Face

por Redação 20 de junho de 2025

Um vazamento massivo de dados expôs 16 bilhões de dados, informaram pesquisadores da Cybernews, veículo independente sobre notícias de segurança cibernética.

Segundo eles, esta é a maior violação de dados de logins (credenciais para entrar em contas de sites) já registrada; veja como se proteger.

A publicação chama a atenção para os seguintes fatos:

os dados são recentes, não apenas reciclados de vazamentos antigos;
os registros estão espalhados por 30 bancos de dados diferentes, cada um contendo de dezenas de milhões a mais de 3,5 bilhões de registros, e alguns deles podem estar sobrepostos (repetidos): por isso, é impossível saber exatamente quantas pessoas ou contas foram afetadas;
os dados, provavelmente, não são de um vazamento único: vêm de diferentes “ladrões” (programas maliciosos que roubam informações).
Não se sabe se o vazamento atingiu usuários brasileiros. Mas o maior banco de dados encontrado, com mais de 3,65 bilhões de registros, está relacionado “possivelmente” à população que fala português, informou a Cybernews.

Outro, com mais de 455 milhões de registros, fazia referência à Rússia.

Embora os dados tenham ficado visíveis online apenas brevemente, os especialistas acreditam que houve tempo suficiente para que criminosos tivessem acesso a eles. Com os dados em mãos, eles podem vender senhas na dark web, além de usá-las para roubo de identidade, fraude e até extorsão.

Segundo a publicação, nenhum desses vazamentos tinha sido relatado anteriormente, exceto um: no fim de maio, a revista Wired, também especializada em tecnologia, noticiou que um pesquisador de segurança encontrou um “banco de dados misterioso” com 184 milhões de registros.

A Cybernews diz que esses dados expostos “podem permitir acesso a praticamente qualquer serviço online: Apple, Facebook, Google, GitHub, Telegram e até serviços governamentais”. O g1 procurou essas empresas e aguarda retorno.

“Isso não é apenas um vazamento — é um plano para exploração em massa”, alertaram os pesquisadores.

O Google tem incentivado usuários a alterarem suas senhas. E o FBI enviou um alerta contra cliques em links de SMS suspeitos.

Algumas recomendações de especialistas em segurança cibernética são:

atualizar senhas antigas,
usar um gerenciador de senhas,
usar autenticação multifator (que inclui várias etapas no login),
evitar a reutilização de senhas,
permanecer vigilante em relação a sinais de comprometimento.

Fonte: G1

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MundoTecnologia

DeepSeek: o que há de tão impactante na IA chinesa que abalou big techs americanas?

por Redação 28 de janeiro de 2025

O mercado americano vivenciou ontem um “momento Sputnik”. As ações das empresas de tecnologia, especialmente aquelas ligadas à inteligência artificial (IA), derreteram por causa de uma ferramenta chamada DeepSeek, criada pela startup chinesa homônima, com sede em Hangzhou.

Ela superou o famoso ChatGPT, da OpenAI, em downloads, tornando-se o app mais baixado globalmente, e provocou dúvidas no Vale do Silício sobre a liderança dos Estados Unidos em IA.

O modelo de IA do aplicativo é considerado fortemente competitivo com as últimas ferramentas lançadas pela OpenAI e pela Meta. A startup chinesa afirma ainda que sua ferramenta custa muito menos para ser treinada e desenvolvida.

A DeepSeek diz ter gasto apenas US$ 5,6 milhões (R$ 33 milhões) para desenvolver seu modelo, uma quantia irrisória em comparação aos bilhões de dólares investidos pelas gigantes americanas.

A expressão “momento Sputnik” foi usada pelo investidor Marc Andreessen, cujo navegador Netscape deu impulso à internet. Ela se refere ao lançamento do Sputnik em 1957. Da União Soviética, foi o primeiro satélite artificial do mundo e marcou o início da corrida espacial com os EUA.

Na rede social X, Andreessen afirmou que o DeepSeek R1 (a versão mais completa da ferramenta) “é um dos avanços mais impressionantes e surpreendentes” que ele já viu.

A Nvidia, que fabrica os chips essenciais para operar sistemas de IA, viu suas ações desabarem quase 17%. Isso representa um tombo recorde de US$ 589 bilhões (cerca de R$ 3,5 trilhões) em valor de mercado — o equivalente a quase sete Petrobras. A empresa agora vale US$ 2,9 trilhões e perdeu o posto de segunda empresa mais valiosa do mundo para a Microsoft. No topo do ranking está a Apple.

Ainda assim, a Nvidia afirmou ontem em nota que o novo modelo da DeepSeek é um “excelente avanço em IA”. “O trabalho da DeepSeek ilustra como novos modelos podem ser criados” utilizando a técnica Test Time Scaling, disse a empresa, “aproveitando modelos amplamente disponíveis e recursos computacionais que estão totalmente em conformidade com os controles de exportação (dos EUA).”

A declaração da Nvidia indica que esta acredita que a startup chinesa não violou as restrições dos EUA, que limitam o acesso a chips avançados americanos, especialmente por empresas da China. E parece descartar as suspeitas de alguns analistas de que a DeepSeek não teria conseguido realmente atingir o avanço que afirma ter feito.

O sucesso do DeepSeek foi tanto sobrecarregou os servidores da empresa, que limitou os downloads da ferramenta e afirmou ter sido alvo de “ataques maliciosos”.

Mas o que o app tem de tão impactante?
O DeepSeek, ferramenta de inteligência artificial (IA) generativa criada pela startup chinesa de mesmo nome, está disponível gratuitamente no Brasil, tem recursos similares aos do ChatGPT, “fala” português e pode ser acessado pelo navegador.

O serviço é gratuito e não há limite de mensagens que podem ser trocadas com o robô. Além de português, chinês e inglês, o sistema está disponível em 69 idiomas, incluindo espanhol, alemão, coreano, croata, francês e esloveno.

A estratégia da startup de oferecer um modelo de IA tão potente quanto os de rivais, de forma aberta ou a custos significativamente menores, gerou alerta na indústria americana. Outro diferencial da DeepSeek está no orçamento envolvido no desenvolvimento de sua IA, significativamente menor que o de concorrentes.

Uma das vantagens competitivas da empresa, fundada em 2023, é ter precisado de menos recursos computacionais para criação de um modelo que é competitivo com os da OpenAI, Meta e Google.

Como acessar a ferramenta?
Interagir e pedir tarefas para o DeepSeek é tão simples como usar o ChatGPT, Meta IA ou Gemini. A IA pode ser acessada pelo computador, no navegador, ou baixada nas lojas de aplicativo da Apple (iOS) e Google (Android).

Como usar o DeepSeek?
Ao abrir a plataforma, o usuário precisa fazer um login de acesso. A primeira página é igual às dos concorrentes. Uma caixa de texto convida o usuário a escrever com a pergunta: “Como posso te ajudar hoje?” Além de conversar com a IA por texto, o usuário pode enviar documentos e imagens, e fazer perguntas com base nos arquivos.

Mas, diferentemente do ChatGPT, a ferramenta ainda não tem o recurso de interação por voz.

Ao receber a resposta, o usuário pode pedir ajustes e fazer perguntas adicionais pela caixa de texto ou clicar em um botão abaixo do texto para que ele seja refeito. Também é possível avaliar o conteúdos, por meio de um botão de “positivo” e “negativo”.

O modelo disponibilizado pela startup no chatbot gratuito é o DeepSeek-V3, que é como o “cérebro” por trás do sistema de inteligência artificial. Lançado em dezembro de 2024, o V3 pode superar o modelo usado no ChatGPT, o GPT-4o, em determinadas tarefas, como aquelas que envolvam raciocínio em programação.

O sistema da OpenAI, no entanto, apresenta melhores resultados em parâmetros como perguntas simples de interpretação.

O que a plataforma pode fazer
Assim como outros sistemas similares de IA, a ferramenta da DeepSeek pode reescrever textos, responder a perguntas sobre tópicos variados, resumir documentos, fazer contas de matemática e revistar códigos de programação, entre outras tarefas.

Da mesma forma que o ChatGPT, a ferramenta traz informações de buscas na internet. Para ativar o recurso, o usuário precisa acionar a aba “Search” (“busca” em inglês). Nesse modo, a IA responde com base em textos que coleta on-line, incluindo sobre acontecimentos recentes.

Além do recurso de buscas, o usuário pode optar por fazer perguntas que usem o DeepSeek R1, um modelo da startup que é voltado para resolver problemas complexos, como cálculos matemáticos e tarefas de programação. Essa opção também fica abaixo da caixa de texto.

Não está livre de ‘alucinações’
Como as concorrentes, a assistente chinesa também pode “alucinar”, ou seja, trazer de forma convincente alguma informação incorreta. Abaixo da caixa de texto, o chatbot alerta que o conteúdo é gerado por inteligência artificial e deve ser usado “apenas como referência”.

Nos termos de serviço, a startup alerta que as respostas “podem conter erros ou omissões”:

“Especificamente, ao usar este serviço para consultar sobre questões médicas, legais, financeiras ou outras questões profissionais, esteja ciente de que este serviço não constitui nenhum aconselhamento ou compromisso e não representa as opiniões de nenhum campo profissional. Se você precisar dos serviços profissionais relacionados, deve consultar profissionais e tomar decisões sob sua orientação”, ressalta o texto.

Cuidados com privacidade
O usuário deve ficar atento também ao compartilhamento de dados e informações sensíveis. A política de privacidade da ferramenta indica que além de dados como e-mail, nome e endereço de IP, a IA coleta informações compartilhadas pelos usuários.

De acordo com a startup, as informações são compartilhadas inclusive para publicidade e análise.

Há casos, ainda, que os dados inseridos pelos usuários são compartilhados com governos: “Podemos acessar, preservar e compartilhar as informações descritas em ‘Quais Informações Coletamos’ com autoridades públicas e policiais, detentores de direitos autorais ou outros terceiros, se acreditarmos de boa-fé que isso é necessário para cumprir a lei.”

— O usuário deve tomar cuidado em relação a absolutamente qualquer tipo de IA — diz Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação — Ou seja, ter cuidado com a privacidade dos dados, não fazer compartilhamento de dados sensíveis, como documentos corporativos.

O que provocou a debacle?
A chinesa DeepSeek apresentou na semana passada um modelo de IA de menor custo. Wall Street reagiu com quedas bruscas, com a gigante dos microchips Nvidia despencando 16,97%. O declínio da Nvidia reduziu em US$ 589 bilhões a capitalização de mercado da fabricante de chips de IA, a maior perda em um único dia na história do mercado de ações, valendo agora US$ 2,9 trilhões.

A Bolsa foi sacudida por informações que apontam que o robô conversacional da startup chinesa DeepSeek tem um ótimo desempenho, apesar de usar chips com capacidades reduzidas, o que poderia afetar o domínio dos grandes grupos americanos do setor.

‘Investidores desconcertados’
“Os investidores estão desconcertados com essa nova reviravolta dos acontecimentos e pelo [temor] de que as empresas americanas especializadas em IA percam influência”, resumiu à AFP Sam Stovall, da consultoria financeira CFRA.

Analistas e investidores acreditavam que a vantagem dos Estados Unidos no setor dos semicondutores e sua capacidade de limitar o acesso da China a esta tecnologia garantiria seu domínio da IA.

Mas a DeepSeek assegurou ter gastado apenas US$ 5,6 milhões (R$ 33 milhões, na cotação atual) para desenvolver seu modelo, uma quantia irrisória quando comparada com os bilhões de dólares investidos pelas gigantes americanas.

Wall Street teme que o “chabot” da DeepSeek possa competir com o da OpenAI e seu popular ChatGPT.

No entanto a startup chinesa denunciou nesta segunda-feira que é alvo de um ciberataque “malicioso em grande escala” e deve limitar temporariamente as inscrições de usuários.

A empresa, fundada em 2023, declarou que quem já possui uma conta em seu serviço poderá se conectar normalmente.

Fonte: OGLOBO

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