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Apagão

São PauloApagão

Governador Tarcísio de Freitas convoca reunião com prefeitos da Grande SP no quarto dia de apagão

por Redação 15 de outubro de 2024

O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) convocou uma reunião com prefeitos da Região Metropolitana para esta terça-feira (15), quarto dia de apagão.

Segundo a assessoria do governador, a reunião será para avaliar a situação da falta de energia nas cidades da Grande SP. O encontro não terá a presença de representantes da Enel.

A falta de energia ocorre após um temporal ter atingido o estado de São Paulo na última sexta-feira (11). Até meio-dia desta terça, cerca de 220 mil imóveis de cidades da Grande São Paulo continuavam sem energia elétrica, segundo a Enel.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) também informou que, até as 6 horas desta terça-feira (15), 48 semáforos seguiam apagados por falta de energia.

A Prefeitura de São Paulo informou que registrou 386 ocorrências de quedas de árvores até esta segunda-feira. Destas, 49 aguardam a atuação da empresa Enel para que as equipes municipais iniciem o trabalho.

O temporal também atingiu 150 escolas, sendo 68 com falta de energia, de acordo com a Secretaria Estadual da Educação.

“Amanhã (15), não haverá aulas nas escolas estaduais por conta do Dia do Professor. As unidades sem energia elétrica já acionaram a concessionária responsável e aguardam a manutenção da rede. As equipes técnicas de obras da Seduc-SP continuarão a realizar os reparos para que as aulas retomem na quarta-feira (16)”, disse a pasta em nota.

Conforme a Enel, em acordo feito com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a empresa cumprirá o prazo de três dias para restabelecer totalmente o fornecimento de energia a todos os clientes.

“Para atender casos críticos, a Enel disponibilizou 500 geradores (40 de grande porte) para serviços essenciais, como hospitais, e clientes que dependem de eletricidade para manutenção de equipamentos hospitalares, por exemplo.”

Força-tarefa

O ministro de Minas e Energia Alexandre Silveira afirmou que outras concessionárias do país farão uma força-tarefa para que a Enel consiga restabelecer a energia elétrica para os milhares de imóveis da capital e Grande São Paulo que continuam sem luz nesta segunda (14).

“Somados às distribuidoras CPFL, Enel, EDP, ISA CTEEP, Eletrobras, Light, Energisa, que estão aqui hoje, nós estamos ampliando de 1.400 [funcionários da Enel] para 2.900 profissionais, além de mais de 200 caminhões para apoiar essas equipes, fora os caminhões de própria Enel, e mais de 50 equipamentos”, afirmou.

A distribuidora Neoenergia Elektro também participa da força-tarefa. Ao g1, informou que deslocou equipes do interior de São Paulo para a capital para apoiar a Enel.

Durante a coletiva, o ministro criticou o fato de a empresa não dar previsão de restabelecimento de energia para os moradores, disse que a Enel “beirou a burrice” ao se modernizar e reduzir sua mão de obra e fez duras críticas ao prefeito Ricardo Nunes (MDB) o acusando de divulgar fake news em relação ao contrato com a Enel e cobrou por mais planejamento urbano.

“Quando a Enel disse que não tinha previsão de entrega dos serviços à população, eu disse que ela cometeu um grave erro de comunicação, um grave erro de seu compromisso contratual com a sociedade de São Paulo de não dar uma previsão objetiva. Eu disse pra ela [Enel] que ela tem os próximos três dias pra resolver os problemas de maior volume”.

O presidente da Enel, Guilherme Lencastre, afirmou no sábado (12) que a empresa disponibilizou 500 geradores para atender hospitais e estabelecimentos que estão sofrendo com a falta de luz na região de concessão, além de ter dois helicópteros da empresa sobrevoando as linhas de transmissão para identificar eventuais problemas.

Lencastre culpou o vento histórico que atingiu a capital paulista e as cidades da Grande SP, com rajadas de mais de 107,6km/h pelos transtornos ocorridos na cidade. Ele não deu prazo para a volta total da energia na área de concessão.

Fonte: G1

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Apagão

Após 4° dia de apagão, famosos e influencers usam as redes sociais para protestar contra a falta de luz: ‘também sou povo’, diz Ronnie Von

por Redação 15 de outubro de 2024

A falta de energia que atingiu a Grande São Paulo desde sexta-feira (11) afetou todas as classes sociais e não poupou nem os famosos, endinheirados e influencers.

Nomes como o apresentador Ronie Von, o cantor MC Daniel e a influenciadora Mariely Santos são alguns dos afetados pelo apagão que entrou no quarto dia na capital paulista nesta terça-feira (15).

No total, segundo a empresa Enel, as cidades da Grande SP ainda têm 250 mil imóveis sem energia.

Os famosos afetados pelo apagão usaram as redes sociais para reclamar da demora da Enel no restabelecimento total da energia.

O apresentador Ronnie Von, ídolo da Jovem Guarda, postou um vídeo nesta segunda-feira (15) fazendo um desabafo sobre a crise energética atual da cidade, depois de quatro dias com a família no escuro.

“Estamos no escuro desde sexta-feira. Nos meus 80 anos de idade, nunca vi algo parecido com isso. É impressionante que isso possa acontecer. Eu reconheço que houve uma catástrofe e uma eventualidade. Perdemos tudo que tínhamos na geladeira. Tem gente doente, que, como nós, perderam tudo também. O que não consigo entender é como pode ser dada uma concessão de serviço público a quem não tem competência”, disse Ronnie criticando a empresa Enel.

Em entrevista ao SBT, o galã da Jovem Guarda protestou novamente contra a empresa durante o programa ‘Tá Na Hora’:

Outro famoso que também foi para as redes criticar e concessionária de energia de São Paulo foi o cantor MC Daniel. Após quatro dias sem luz, ele teve que pegar um gerador emprestado de um amigo.

O cantor contou em seus stories do Instagram que tudo que estava em sua geladeira foi perdido, como carnes e outros alimentos.

MC Daniel disse que recorreu ao gerador para preservar a vida de seus peixes, já que precisa renovar a água para ter oxigênio no aquário.

Em tom de protesto, o cantor pediu pela volta da eletricidade em sua casa.

“Não tem como ficar sem energia, sem luz, quatro dias. Impossível”, escreveu em sua rede social citando a Enel, empresa responsável pela distribuição de energia na cidade de São Paulo.

Com mais de 12 milhões de seguidores no Instagram, a influenciadora Mariely Santos também disse que teve que contratar um gerador na noite dessa segunda (14) para conseguir trabalhar nos próximos dias.

A ex-integrante do trio ‘MC Loma e as Gêmeas Lacração’ afirmou que vai ter que fazer em apenas um dia os trabalhos que teria que fazer nos últimos quatro em que ficou sem energia na capital paulista.

“Estou com o psicológico fervendo. Preciso entregar trabalhos e já são quatro, agora vai fazer cinco dias [de promessa] pra chegar a energia. E não chega a energia. Tô orando pra ver se o gerador aguenta até amanhã. 6h vou estar de pé, pra trabalhar até a madrugada e conseguir entregar os trabalhos. Vou ter que fazer tudo em um dia, os quatro dias que tinha que trabalhar”, declarou.

250 mil ainda sem luz
A concessionária Enel Distribuição SP informou que cerca de 250 mil imóveis de cidades da Grande São Paulo continuavam sem energia elétrica até as 6h desta terça-feira (15), quarto dia de apagão.

Segundo a empresa, 172 mil imóveis estão sem luz na capital paulista. Já em Taboão da Serra são 24 mil; Cotia, 19 mil e São Bernardo do Campo ainda tem 11 mil endereços sem energia.

A falta de energia ocorre após um temporal ter atingido o estado de São Paulo na última sexta-feira (11). Segundo a Defesa Civil, sete pessoas morreram na região metropolitana e no interior do estado (veja mais abaixo).

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) também informou que, até as 6 horas desta terça-feira (15), 48 semáforos seguiam apagados por falta de energia.

“As equipes de campo estão nas ruas para auxiliar na fluidez do trânsito e na segurança da população”, afirmou a CET.

A Prefeitura de São Paulo informou que registrou 386 ocorrências de quedas de árvores até esta segunda-feira. Destas, 75 aguardam a atuação da concessionária para as equipes municipais iniciarem o trabalho.

O temporal também atingiu 150 escolas, sendo 68 com falta de energia, de acordo com a Secretaria Estadual da Educação.

“Amanhã (15), não haverá aulas nas escolas estaduais por conta do Dia do Professor. As unidades sem energia elétrica já acionaram a concessionária responsável e aguardam a manutenção da rede. As equipes técnicas de obras da Seduc-SP continuarão a realizar os reparos para que as aulas retomem na quarta-feira (16)”, disse a pasta em nota.

Conforme a Enel, em acordo feito com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a empresa cumprirá o prazo de três dias para restabelecer totalmente o fornecimento de energia a todos os clientes.

“Para atender casos críticos, a Enel disponibilizou 500 geradores (40 de grande porte) para serviços essenciais, como hospitais, e clientes que dependem de eletricidade para manutenção de equipamentos hospitalares, por exemplo.”

Fonte: G1

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Apagão

Apagão na cidade de SP já causou R$ 1,65 bilhão em prejuízos ao varejo e aos serviços da cidade, diz Fecomércio-SP

por Redação 15 de outubro de 2024

Levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) aponta que a falta de eletricidade em parte significativa da cidade de São Paulo, que já dura quatro dias, está gerando prejuízos graves aos setores do varejo e de serviços que já somam cerca de R$ 1,65 bilhão.

Segundo a entidade, os cálculos consideram o faturamento que ambos as empresas deixaram de registrar no período e as perdas brutas até essa segunda-feira (14). O apagão chegou nesta terça (15) ao 4° dia consecutivo com mais de 250 mil endereços ainda sem luz na Grande SP (veja mais abaixo).

Só no varejo, os prejuízos são de pelo menos R$ 536 milhões nos três dias em que parte dos agentes do setor ficou sem funcionar na cidade. No caso dos serviços, as perdas somaram R$ 1,1 bilhão.

“Esses dados foram compilados levando em conta que, aos fins de semana, o comércio de São Paulo tende a faturar, em média, R$ 1,1 bilhão por dia, enquanto os serviços têm receitas de R$ 2,3 bilhões”, disse um comunicado da empresa divulgado na madrugada desta terça-feira (15).

“O valor deverá ser maior, porque a empresa responsável pela distribuição de energia, a Enel, ainda não forneceu respostas concretas sobre o retorno do serviço à totalidade dos imóveis que dependem da rede”, completou a Fecomércio-SP.

A federação afirma que está trabalhando desde sexta (11) para colaborar com os setores mais afetados pelo novo apagão em São Paulo, dialogando com autoridades –como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Prefeitura de São Paulo – e, em paralelo, exigindo que a Enel faça a restauração da distribuição com o máximo de urgência possível.

“Para a FecomercioSP, é inaceitável que a maior metrópole brasileira sofra com constantes cortes de energia, como vem acontecendo nos últimos meses. Pior do que isso, a cidade não pode ficar tanto tempo sem eletricidade em meio a esses episódios.

A interrupção atual já entra no quarto dia nesta terça-feira (15), enquanto o último apagão, no fim de 2023, durou uma semana. Segundo a entidade, a falta desse serviço básico acarreta problemas significativos para a população e prejuízos enormes ao empresariado.

“A federação tem apontado à Enel como muitas empresas estão contabilizando perdas econômicas a cada dia sem luz, como mercados, restaurantes, farmácias e lojas do varejo, além de serviços que ficam impossibilitados de operar, já que, além da energia, estão sem acesso à Internet. Sem contar os custos excedentes para estabelecimentos que, diante da situação alarmante, não viram outra opção que não locar geradores, contratar mão de obra extra ou comprar combustíveis para manter dispositivos operando”, declarou.

4° dia de apagão

A concessionária Enel Distribuição SP informou desta terça-feira (15) que 250 mil imóveis de cidades da Grande São Paulo continuavam sem energia elétrica até as 6h desse quarto dia de apagão.

No comunicado, não houve detalhamento de quantos são da capital e quantos dos outros municípios.

A falta de energia ocorre após um temporal ter atingido o estado de São Paulo na última sexta-feira (11). Segundo a Defesa Civil, sete pessoas morreram na região metropolitana e no interior do estado (veja mais abaixo).

A Prefeitura de São Paulo informou que registrou 386 ocorrências de quedas de árvores até esta segunda-feira. Destas, 75 aguardam a atuação da concessionária para as equipes municipais iniciarem o trabalho.

O temporal também atingiu 150 escolas, sendo 68 com falta de energia, de acordo com a Secretaria Estadual da Educação.

“Amanhã (15), não haverá aulas nas escolas estaduais por conta do Dia do Professor. As unidades sem energia elétrica já acionaram a concessionária responsável e aguardam a manutenção da rede. As equipes técnicas de obras da Seduc-SP continuarão a realizar os reparos para que as aulas retomem na quarta-feira (16)”, disse a pasta em nota.

Conforme a Enel, em acordo feito com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a empresa cumprirá o prazo de três dias para restabelecer totalmente o fornecimento de energia a todos os clientes.

“Para atender casos críticos, a Enel disponibilizou 500 geradores (40 de grande porte) para serviços essenciais, como hospitais, e clientes que dependem de eletricidade para manutenção de equipamentos hospitalares, por exemplo.”

Força-tarefa
O ministro de Minas e Energia Alexandre Silveira afirmou que outras concessionárias do país farão uma força-tarefa para que a Enel consiga restabelecer a energia elétrica para os milhares de imóveis da capital e Grande São Paulo que continuam sem luz nesta segunda (14).

“Somados às distribuidoras CPFL, Enel, EDP, ISA CTEEP, Eletrobras, Light, Energisa, que estão aqui hoje, nós estamos ampliando de 1.400 [funcionários da Enel] para 2.900 profissionais, além de mais de 200 caminhões para apoiar essas equipes, fora os caminhões de própria Enel, e mais de 50 equipamentos”, afirmou.

A distribuidora Neoenergia Elektro também participa da força-tarefa. Ao g1, informou que deslocou equipes do interior de São Paulo para a capital para apoiar a Enel.

Durante a coletiva, o ministro criticou o fato de a empresa não dar previsão de restabelecimento de energia para os moradores, disse que a Enel “beirou a burrice” ao se modernizar e reduzir sua mão de obra e fez duras críticas ao prefeito Ricardo Nunes (MDB) o acusando de divulgar fake news em relação ao contrato com a Enel e cobrou por mais planejamento urbano.

“Quando a Enel disse que não tinha previsão de entrega dos serviços à população, eu disse que ela cometeu um grave erro de comunicação, um grave erro de seu compromisso contratual com a sociedade de São Paulo de não dar uma previsão objetiva. Eu disse pra ela [Enel] que ela tem os próximos três dias pra resolver os problemas de maior volume”.

O presidente da Enel, Guilherme Lencastre, afirmou no sábado (12) que a empresa disponibilizou 500 geradores para atender hospitais e estabelecimentos que estão sofrendo com a falta de luz na região de concessão, além de ter dois helicópteros da empresa sobrevoando as linhas de transmissão para identificar eventuais problemas.

Lencastre culpou o vento histórico que atingiu a capital paulista e as cidades da Grande SP, com rajadas de mais de 107,6km/h pelos transtornos ocorridos na cidade. Ele não deu prazo para a volta total da energia na área de concessão.

Fonte: G1

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