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São Paulo

São Paulo

Pedágios em SP vão subir a partir de 1° de julho, e sistema Anchieta-Imigrantes passará a cobrar R$ 38,70; veja novos valores

por Redação 24 de junho de 2025

As tarifas de pedágio das rodovias paulistas vão subir na semana que vem a partir do dia 1° de julho. O reajuste foi autorizado pela Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo), que é um órgão do governo de São Paulo.

A publicação nesta terça-feira (24) no Diário Oficial de São Paulo fala que o reajuste médio para cada rodovia será de 5,31%, baseado na variação da inflamação medida pelo IPCA entre junho/2024 e maio/2025.

O texto afirma, ainda, que os novos valores foram aprovados na véspera por unanimidade pelo Conselho Diretor da agência.

Com base na tabela atual de preços publicada no site da Artesp, o g1 fez a comparação com os novos preços trazidos pelo Diário Oficial nas principais rodovias que chegam até a capital paulista e notou que em alguns casos os valores vão subir de 5,16% a 10,71% dos valores atuais cobrados pelas principais concessionárias do estado.

A reportagem procurou Artesp para saber o motivo dos reajustes e os índices aplicados serem diferentes, mas não recebeu retorno até a última atualização deste texto.

No sistema Anchieta-Imigrantes, da concessionária Ecovias, por exemplo, o valor do pedágio vai saltar dos atuais R$ 36,80 para R$ 38,70. O aumento é de R$ 1,90, ou seja, acréscimo de 5,16% no atual valor.

No sistema Autoban (Anhanguera-Bandeirantes), o aumento mínimo é de R$ 0,50 e o maior foi de R$ 0,80, dependendo do trecho usado pelos motoristas.

Fonte: G1

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Segurança

Policial civil que fazia a segurança de galpão em centro de logística em São Bernardo é morto por ladrões

por Redação 23 de junho de 2025

Um policial civil de 67 anos que fazia a segurança de um galpão em um centro de logística em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, foi morto por ladrões na noite de domingo (22).

Dentro do centro, existem galpões que são alugados por diversas empresas para armazenar produtos. De acordo com a polícia, três bandidos armados invadiram o local pelos fundos e renderam outro vigilante, que é agente penitenciário e também fazia a segurança do local.

Depois, em outro galpão, abordaram o policial civil, que foi baleado duas vezes. O Samu foi ao local, mas não conseguiu reanimar a vítima. A ação dos criminosos durou cerca de meia hora.

Segundo o delegado que investiga o latrocínio, Julio Cesar Queiros Farias, a arma do policial foi roubada pelos bandidos. O agente que sobreviveu disse à polícia que os criminosos procuravam cobre, mas fugiram sem levar nada.

Por se tratar de um centro logístico, a localização é estratégica, bem perto da Rodovia dos Imigrantes e do Rodoanel, o que facilitou a fuga dos criminosos. Além disso, a área é cercada por uma mata de difícil acesso.

Policiais do grupo de operações especiais também fizeram buscas na região. Imagens de câmeras de segurança podem ajudar a polícia a identificar os suspeitos.

“Nas imagens, é possível ver três indivíduos abordando esse vigilante, que é um policial penal. Ele relata que foi rendido por esses indivíduos, foi amarrado e teve sua arma subtraída. Posteriormente, eles foram a outro ponto do galpão, que é bem grande, e abordaram o policial civil, ceifando a vida dele. Eles retornaram com esse primeiro vigilante, amarraram ao cinto de segurança do veículo. Deixaram ele no local e se evadiram”, disse o delegado Queiros Farias.

A investigação tenta apurar também se havia um quarto criminoso que ajudou na fuga.

Fonte: G1

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Saúde

Murilo Huff traz tecnologia dos Estados Unidos para monitorar diabetes do filho com Marília Mendonça

por Redação 23 de junho de 2025

O sensor que Leo Dias Mendonça Huff, filho dos cantores Marília Mendonça e Murilo Huff, usa para controlar a diabetes tipo 1 foi trazido dos Estados Unidos pelo pai. O equipamento foi uma sugestão da endocrinologista que acompanha o garoto.

Apesar de Murilo ter trazido o aparelho dos Estados Unidos, o Brasil tem equipamentos disponíveis para monitorar a glicemia, mesmo de crianças. Os sensores são relativamente caros para o Brasil, com custos que variam entre R$ 250 e R$ 330 e duram entre 14 e 15 dias. Por isso, as pessoas precisam de dois sensores por mês, pelo menos.

Recentemente, o assunto sobre a diabetes do pequeno Leo virou destaque depois que a babá Luciene Melo apareceu usando um sensor de glicose ao lado dele. De acordo com a avó materna, Ruth Moreira, a funcionária também tem a doença e faz o monitoramento da glicemia do menino.

Leo tem 5 anos e foi diagnosticado com a doença cerca de três meses após a morte de Marília, em novembro de 2021. Hoje o garoto mora em Goiânia com Ruth.

Segundo a avó, o aparelho é inserido na pele e funciona como um sensor de monitoramento contínuo, que mede os níveis de glicose no líquido intersticial. Mesmo com a tecnologia, a família ainda faz medições manuais no dedo com o glicômetro.

De acordo com a avó, o estado emocional do neto foi um gatilho importante para o desenvolvimento da doença. “O emocional foi um gatilho para a diabetes se desenvolver. Desde então, é de dia e de noite que a gente monitora a glicemia dele”, afirmou. Embora não haja a classificação “diabetes emocional”, situações de estresse podem desencadear o diagnóstico da doença (entenda ao fim do texto).

O menino também chegou a usar uma bomba que fazia aplicações de insulina, como se fosse um “pâncreas” artificial. No entanto, o equipamento também não se mostrou eficiente para Leo, visto que saía do lugar com frequência e provocava episódios de hipoglicemia durante o dia.

Rotina regrada
Segundo a avó, Leo já está acostumado com a rotina de cuidados necessária para o tratamento da doença. Em casa, a medição é chamada de ‘hora de fazer o dedinho’. Como já convive com a doença há pelo menos três anos, o pequeno entende os procedimentos, na maior parte das vezes.

Mesmo que a rotina já seja quase automática, Ruth conta que a depender do estado emocional do menino ou do tipo de atividade que ele está realizando no momento, os níveis podem oscilar muito, o que é perigoso. “A alta traz consequências graves quando ele estiver mais velho, a baixa pode levar até a morte […] É uma coisa muito difícil, mas que a gente já se adaptou”.

Ruth fez ainda um alerta sobre o fato de Leo sempre ter tido uma boa alimentação. Segundo ela, ele não tinha costume de comer doce, mas a família não conhecia o diabetes tipo 1, “por isso que precisa ter mais informações a respeito, porque tem muita mãe que não sabe e não vai entender”, ressaltou.

‘Diabetes emocional’
Segundo a avó, Leo já apresentava sinais da doença quando morava com Marília. Ruth conta que a médica pediu um exame para diagnóstico depois que o menino teve uma convulsão.

De acordo com a médica endocrinologista Lanna Gomes, não existe uma classificação para ‘diabetes emocional’ em si, mas que situações de estresse intenso podem sim desencadear em um diagnóstico.

De acordo com Ruth, Léo já lamentou ter que fazer sempre as medições e pergunta se “não vai sarar um dia”, mas ela diz que todos os processos já são automáticos. Até mesmo quando o menino quer comer alguma coisa diferente, como em festinhas de aniversário, já sabem que a insulina precisa ser aplicada e o monitoramento segue durante as refeições.

Fonte: G1

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São Paulo

Suspeita de matar nora envenenada é investigada por morte da filha em SP

por Redação 20 de junho de 2025

Elizabete Arrabaça, 67, presa por suspeita de envolvimento na morte da nora, a professora de pilates Larissa Talle Leôncio Rodrigues, 37, também é investigada pela morte da própria filha, Nathália Garnica, 42.

O que aconteceu
As duas mulheres morreram após ingestão de chumbinho, entre fevereiro e março deste ano. A conclusão faz parte de um laudo toxicológico realizado após a exumação de restos mortais de Nathália Garnica, que morreu um mês antes de Larissa Rodrigues. O laudo foi entregue à polícia ontem.

Polícia diz que há semelhança nos dois crimes, mas que as investigações serão separadas. “Até então nós não tínhamos nenhuma posição a respeito da morte da Nathália, mas com o laudo está claro que houve um crime macabro. Inicialmente, a suspeita é a própria mãe, mas a investigação corre no sentido de saber se há o envolvimento de outras pessoas”, explicou o delegado Fernando Bravo em coletiva de imprensa.

No início de maio, Elizabete escreveu uma carta em que relatava que a filha teria ingerido o mesmo veneno que a nora. Apesar disso, o laudo mostra que o tipo de chumbinho encontrado no corpo das vítimas é diferente, disse a polícia. “O laudo indica que são substâncias químicas diferentes, com princípios ativos distintos, o que demonstra que aquela parte da carta indica que ela está mentindo”, diz Bravo.

Mãe e filho, que permanecem presos, serão ouvidos na investigação da morte de Nathália. “Os dois [Luiz e Elizabete] já foram ouvidos no início da investigação da Larissa. Agora, nós precisamos ouvi-los em relação à morte da Nathália e em relação à morte, novamente, da Larissa. Todos os detalhes que nós temos, todas as informações que conseguimos até agora, não conseguimos analisar tudo, porque o volume de dados é muito grande. O que a gente tem ali, conseguimos já formar uma ideia pra onde vai a investigação”.

Mais testemunhas serão ouvidas e celulares periciados. O delegado detalhou que os próximos passos da investigação envolvem a oitiva de pessoas próximas da família e a análise de conversas que foram apagadas de aplicativos de mensagens nos telefones dos suspeitos.

Mortes semelhantes

O delegado desconfiou da morte de Nathália e pediu a exumação do corpo dela. Ao longo da investigação da morte da professora de pilates Larissa, a informação que se tinha era de que Nathália havia morrido de causas naturais, por um infarto. Para confrontar versão do atestado de óbito, Fernando Bravo pediu que o corpo dela fosse exumado.

Após a confirmação de morte por envenenamento, caso passou a ser investigado como homicídio. Na carta, Elizabete diz que a filha havia comentado que várias pessoas tinham pedido para a filha conseguir veneno para ratos, que estavam aparecendo com frequência na região. Nathália era chefe da Vigilância Sanitária de Pontal (SP) e teria conseguido dois vidrinhos de chumbinho, de acordo com a mãe.

Elizabete afirmou que colocou os recipientes na bolsa, junto com remédios como dipirona e omeprazol. Ela disse que alguém, que ela não sabe quem, teria colocado o chumbinho no vidro de um dos remédios que ela levava na bolsa, e que a nora Larissa tomou o medicamento por engano. Larissa foi encontrada morta no apartamento em que vivia com Luiz Antônio em Ribeirão Preto no dia 22 de março. O laudo toxicológico também apontou envenenamento por chumbinho.

Luiz, marido de Larissa, e a mãe dele, Elizabete, passaram a ser suspeitos. Veneno teria sido administrado ao longo da semana da morte de Larissa. Em entrevista coletiva, o delegado Fernando Bravo informou que a professora de pilates contou a algumas amigas que estava se sentindo mal, com sintomas como diarreia, toda vez que a sogra a encontrava.

Luiz tentou se desfazer de provas limpando o apartamento. De acordo com Bravo, o médico encontrou a esposa já com rigidez cadavérica e tentou limpar o apartamento para se livrar de pistas que pudessem ligá-lo ao caso. ”A participação dele ficou bem evidente para nós”, afirmou

Médico mantinha relação extraconjugal
No dia anterior à morte de Larissa, o suspeito teria ido ao cinema com a amante. Quando a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão no apartamento do casal, os investigadores também encontraram a mulher no local, que passou a ser investigada

Motivação do crime, no entanto, continua sendo apurada. Os celulares da vítima, do médico, da sogra e da amante foram apreendidos e estão sendo analisados.

Defesa de Luiz nega que cliente tenha envolvimento na morte de Larissa. O advogado Julio Mossin disse que ainda não teve acesso aos autos, mas ”adianta que o Luiz não matou a esposa e nem concorreu para tanto”. Já o advogado de Elizabete disse a cliente nega as acusações de envolvimento na morte da nora e da própria filha.

Quem é o médico
Luiz é médico do esporte. Ele se formou em 2011 na Universidade de Ribeirão Preto, a Unaerp, segundo o Conselho Federal de Medicina. Em uma consulta hoje no site, seu registro médico permanece ativo e regular.

Ele se especializou em ortopedia e traumatologia. Nas redes sociais, ele diz atuar na área de hipertrofia, emagrecimento, saúde hormonal, doenças crônicas e envelhecimento saudável.

Após a morte de Larissa, ele passou a publicar fotos dela e com ela em seu perfil social. ”Te amo, aonde quer que você esteja saiba que você me fez o homem mais querido, mais feliz e mais amado do mundo e quero ser para você sempre o seu melhor amigo, namorado, marido, companheiro, o amor da sua vida toda, assim como você é da minha”, escreveu em uma das publicações.

Fonte: UOL

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Segurança

Sangue no carro é de empresário encontrado morto no Autódromo de Interlagos e de mulher ainda não identificada

por Redação 20 de junho de 2025

A Polícia Civil confirmou nesta quinta-feira (19) que o sangue encontrado no carro do empresário Adalberto Amarildo Júnior, morto no Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, é dele e de uma mulher ainda não identificada.

Segundo laudo parcial, além do sangue do próprio empresário, há vestígios de DNA de uma mulher ainda não identificada. A investigação pediu a comparação do DNA com o da esposa de Adalberto.

“As investigações do caso seguem pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O laudo do DNA realizado no sangue encontrado no carro da vítima foi parcialmente concluído, confirmando ser do empresário e um perfil feminino, ainda não identificado. Outros exames e demais coletas estão sendo feitas visando à devida elucidação dos fatos. Demais detalhes serão preservados devido ao segredo de Justiça imposto”, diz nota da Secretaria da Segurança Pública.

De acordo com os investigadores, as marcas já poderiam estar no veículo anteriormente, e o sangue não estaria relacionado à morte. Apesar disso, as marcas são recentes e não foi necessário usar luminol _ substância química usada principalmente na investigação forense para detectar vestígios de sangue, mesmo que tenham sido limpos ou não sejam visíveis a olho nu.

A polícia também aguarda um laudo do IML, que analisa os resíduos encontrados embaixo das unhas da vítima. Ele também pode indicar alguma nova pista para os investigadores.

A investigação ainda analisa gravações de câmeras de cinco dias de nove câmeras diferentes.

A polícia também apura se seguranças, vendedores ou frequentadores do autódromo estão envolvidos no homicídio do empresário.

Adalberto Amarilio Júnior havia sumido em 30 de maio depois de ir a um festival sobre motos no autódromo. Seu corpo foi encontrado em 3 de junho dentro de um buraco por um funcionário da obra.

Até o momento, nenhum suspeito pelo crime foi identificado ou preso.

Uma das hipóteses investigadas pelo Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) é a de que alguém colocou Adalberto no espaço de 3 metros de profundidade por 70 centímetros de diâmetro. O cadáver foi encontrado sem calça nem tênis.

‘Morte sofrida, lenta’

Ele tinha 35 anos, era casado e dono de óticas. Laudo pericial da Polícia Técnico-Científica divulgado na terça-feira (17) concluiu que Adalberto teve uma morte violenta por asfixia.

A delegada Ivalda Aleixo, diretora do DHPP, reforçou que peritos da Polícia Técnico-Científica lhe disseram que, provavelmente, foi “uma morte agonizante, lenta, que ele podia estar desmaiado, tentando respirar, mas ele acaba falecendo”.

A polícia investiga se essa asfixia foi causada por esganadura ou se ocorreu devido a uma compressão torácica. Segundo policiais que investigam o caso, foram encontradas escoriações no pescoço de Adalberto, que sugerem uma possível esganadura cometida por outra pessoa. Outra possibilidade é a de que alguém possa ter comprimido o pulmão do empresário com o joelho.

Dos 180 seguranças que atuaram no evento, 100 deles já foram descartados como possíveis suspeitos. Análise feita nos celulares deles indicou que estavam fora do local do crime. Parte deles já prestou depoimento. O DHPP investiga se o restante do grupo, assim como vendedores e eventuais frequentadores, pode ter tido alguma participação na morte do empresário.

Câmeras de segurança gravaram os últimos momentos do empresário caminhando no estacionamento do lugar (veja vídeo nesta reportagem).

Ainda segundo a perícia, não foram encontradas lesões traumáticas nem indícios de violência sexual. De acordo com os laudos, os joelhos de Adalberto foram feridos quando ele estava vivo, o que sugere, de acordo com a investigação, que a vítima pode ter sido obrigada a se ajoelhar ou foi arrastada.

Em novembro de 2024, um catador de materiais recicláveis foi espancado e morto por dois funcionários da segurança do autódromo, segundo investigação da polícia.

Bebida e droga

Rafael Aliste, amigo do empresário, e que se encontrou com ele no evento, contou em depoimento à polícia, que os dois tomaram oito cervejas e fumaram maconha e que Adalberto estaria “alterado”. Os exames periciais, no entanto, não detectaram álcool nem droga no organismo da vítima.

Rafael não é considerado suspeito pela polícia, mas sim uma testemunha que está colaborando com a investigação.

Segundo policiais, o fato de a perícia não ter encontrado álcool nem droga em Adalberto tem uma explicação: quando os testes foram feitos, as substâncias já haviam desaparecido naturalmente devido ao tempo passado até a coleta. O DHPP sabe, no entanto, que Rafael e Adalberto realmente beberam porque verificaram essa informação nas comandas do evento e nos débitos bancários deles.

Laudos periciais

Mais um laudo que está sendo elaborado é o do local onde o corpo foi encontrado. Este será produzido pelo Instituto de Criminalística (IC) e servirá como um mapa da região onde o corpo foi achado, mostrando o trajeto feito do estacionamento até o buraco.

A partir dos depoimentos, os investigadores vão preparar um croqui em 3D, por meio da técnica conhecida como espelhamento, para reconstituir a possível trajetória do empresário entre o evento, o local em que seu carro estava estacionado e o buraco da obra onde o corpo foi encontrado.

Fonte: G1

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Segurança

Seguranças do Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de SP, são acusados de espancar catador de latinhas até a morte

por Redação 18 de junho de 2025

Um caso de violência ocorrido em novembro do ano passado no Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, voltou a repercutir nesta semana ao levantar suspeitas sobre o modo de agir de alguns vigilantes do local. Marcelo Edmar da Silva, de 26 anos, foi espancado até a morte por dois seguranças do espaço.

Marcelo, que trabalhava com reciclagem, foi ao autódromo na manhã de 8 de novembro de 2024 para coletar latinhas. Devido ao grande volume de material, ele decidiu retornar no início da tarde para continuar o trabalho.

Segundo o Instituto de Criminalística, Marcelo escalou um muro para acessar o autódromo de maneira irregular. Ele foi parado por seguranças, que o amarraram, colocaram-no de joelhos e espancaram-no até a morte. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) aponta que a causa da morte foi uma hemorragia intracraniana, provocada por um traumatismo craniano.

No boletim de ocorrência, os dois seguranças alegaram que o catador estava armado com uma faca e invadiu o autódromo para roubar. Eles disseram ainda que o jovem partiu para cima deles, o que teria tornado necessário o disparo de arma de fogo.

A polícia identificou dois seguranças do autódromo como suspeitos de envolvimento na morte: Francisco das Chagas de Souza Alves e Emerson Silva Brito. Ambos estão presos preventivamente desde a época do crime.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, não havia câmeras no local do incidente. A arma dos seguranças foi apreendida.

O caso voltou a repercutir após a polícia tentar entender como funciona a segurança do Autódromo de Interlagos, que pode dar pista sobre o caso do empresário encontrado morto em um buraco no local.

Sete meses depois do crime, a família de Marcelo aguarda o julgamento dos dois seguranças acusados. Segundo a mãe, Sirlei Guimarães, ele era um “bom filho” e gostava muito de conversar.

No dia do ocorrido, ela conta que ele chegou em casa sorrindo e feliz, contando ter pegado um saco grande de latinhas e que voltaria à noite.

A irmã de Marcelo, Saniele Guimarães, acredita que outros seguranças possam ter participado da sessão de espancamento e tortura.

A Justiça aguarda as últimas etapas do processo para decidir se os dois seguranças serão levados a júri popular.

Fonte: G1

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Segurança

Quem são os advogados suspeitos de mandar matar casal de clientes em SP; prisão foi em condomínio de luxo

por Redação 17 de junho de 2025

Os empresários José Eduardo Ometto Pavan e Rosana Ferrari, assassinados em abril deste ano em São Pedro (SP), eram clientes de Hércules Praça Barroso e Fernanda Morales Teixeira Barroso há mais de 10 anos, segundo informações de familiares. O casal de advogados foi preso nesta terça-feira (17), em São Carlos (SP), suspeito de ter mandado matar José e Rosana.

O advogado de defesa de Hércules e Fernanda, Reginaldo Silveira, afirmou que “trata-se de um caso muito curioso, tendo em vista que as provas são frágeis na indicação inclusive do homicídio”.

A Polícia Civil também prendeu os dois executores do crime nesta manhã – as identidades deles ainda não foram confirmadas; as prisões aconteceram em São Carlos e Praia Grande.

Todos os envolvidos foram presos durante a operação “Jogo Duplo”, realizada pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba (SP).

Mais detalhes da investigação vão ser divulgados em coletiva de imprensa, às 15h, no Deic.

Os investigados devem responder por homicídio qualificado, associação criminosa, estelionato, falsidade ideológica, uso de documento falso e ocultação de cadáver.

Ações falsas e R$ 12 milhões em imóveis
Segundo as investigações, os advogados falsificaram documentos para enganar as vítimas e conseguir se apropriar de cerca de R$ 12 milhões em imóveis e mais de R$ 2,8 milhões em pagamentos de custos processuais inexistentes.

De acordo com a Polícia Civil, os advogados produziram falsos comprovantes de pagamento e até uma ação judicial falsa para convencer o casal a realizar os depósitos.

O g1 apurou, ainda, que em agosto de 2022 Fernanda Barroso foi incluída como sócia de uma empresa de José Eduardo e Rosana, no ramo imobiliário. Conforme informações da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), quando a inclusão aconteceu, o valor de participação de Fernanda no negócio era de pouco mais de R$ 120 mil.

Com a apropriação dos bens concluída, segundo a Polícia Civil, os advogados encomendaram a morte das vítimas.

Escritório desde 2007
O escritório de advocacia do casal funciona desde 2007 em São Carlos (SP), com atuação nas áreas de Direito Civil, Imobiliário, Trabalhista, Tributário e do Consumidor.

No site, porém, apenas o currículo de Hércules é divulgado. Ele é apresentado como especialista em Ciências Criminais pela Universidade de São Paulo (USP).

Em pesquisa feita no Cadastro Nacional de Advogados (CNA), tanto Hércules quanto Fernanda aparecem com “situação regular” para trabalhar na área.

O g1 pediu um posicionamento à Subseção São Carlos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), mas ainda não houve retorno até a última atualização desta reportagem.

Além da atuação como advogados, também consta uma microempresa (ME) na área de atividades paisagísticas em nome do casal, desde outubro de 2016.

O crime

A Polícia Militar encontrou os corpos de José Eduardo Ometto Pavan, de 69 anos, e Rosana Ferrari, de 61, um veículo estacionado em uma chácara, na serra de São Pedro (SP), no dia 6 de abril.

Ao chegar no local, a PM constatou que o homem já estava sem vida e tinha as mãos amarradas. A mulher estava na caçamba do veículo.

A localização dos corpos ocorreu após as equipes da PM serem acionadas pelo dono de um bar da região, mas as informações foram enviadas à imprensa no dia 7 de abril. O homem, segundo registro da ocorrência, viu o corpo de uma das vítimas dentro de uma caminhonete Fiat Toro.

Testemunhas relataram que as vítimas eram frequentadoras assíduas da chácara.

Fonte: G1

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Feira do Livro

Feira do livro 2025: veja programação completa do evento para esta semana

por Redação 17 de junho de 2025

Em sua quarta edição, o festival literário paulistano entra na sua segunda semana e acontece até 22 de junho na Praça Charles Miller, no Pacaembu, reunindo mais de 200 autores, ilustradores e artistas em debates, oficinas, contações de histórias e uma programação gratuita.

A Feira do Livro de 2025 contará com cerca de 250 eventos (foram 164 na edição anterior), e a expectativa é receber pelo menos 110 mil visitantes.

O evento também oferece transporte gratuito entre a estação Paulista, da Linha 4-Amarela do metrô, e a feira.

A programação oficial traz autores nacionais e convidados internacionais de países como Canadá, França e Palestina, entre outros, promovendo um amplo diálogo cultural e literário.

Além disso, o evento celebra os 40 anos da redemocratização do Brasil, tema que permeia debates sobre história, meio ambiente, cultura afro-brasileira, indígena, educação e jornalismo.

O Espaço Rebentos, exclusivo para crianças, teve curadoria das jornalistas Juliana Vettore e Jaqueline Silva. Vai contar com uma programação lúdica e inclusiva, com bate-papos, oficinas, contações de histórias e música.

O evento também contará com uma programação especial no Espaço Motiva, com 50 mesas e 120 convidados.

Oficinas e estrutura
A feira promete uma série de oficinas, voltadas para todas as idades, que exploram a cultura material do livro: produção artesanal, xilogravura, cadernos feitos com envelopes, isogravura (técnica de gravura em relevo), intervenções gráficas em esculturas de papel, carimbos botânicos e bordado.

Para as crianças pequenas haverá oficinas de criação de livros artesanais, de haicais e até de desenhos feios. A Tenda das Oficinas ficará próxima ao Espaço Rebentos, onde também acontecem algumas das oficinas.

A feira contará com seis palcos de debates, uma livraria para as sessões de autógrafos, 120 tendas, 16 ilhas e 44 bancadas ocupadas pelos expositores, duas tendas de oficinas, espaço instagramável, área de descompressão, espaço para animais de estimação, sala de imprensa e tendas de serviço.

Confira a programação da Feira do Livro 2025 desta semana:

Terça-feira (17)

?️12h30 – Espaço Rebentos
[Oficina e Literatura indígena] A JABOTA POLIGLOTA
Sophia Pinheiro e Zenaide Denardi
Contação de história de A jabota poliglota (Boitatá, 2024), pela ilustradora Sophia Pinheiro e a atriz Zenaide Denardi, seguida por uma oficina de confecção de máscaras
? 12h30 – Tablado Literário das Bancadas
Promoção da saúde mental da população negra: O Papel das teorias congnitivo-comportamentais, com Bruno Reis
Editora: Senac São Paulo
? 13h -Espaço Motiva Tablado Literário
LANÇAMENTO VIAGEM NO PAÍS DA CRÔNICA
Humberto Werneck e Fabrício Corsaletti / Mediação: Ana Lima Cecilio
Editora: Tinta-da-China Brasil
? 14h -Tablado Literário das Bancadas:
DESLOCAR PARA PERTENCER: O LUGAR DA AUTORIA DA MULHER
Angela Marsiglio, Clara Baccarin, Germana Zanettini, Renata Py e Viviane Ka / Mediação: Germana Zanettini
Editora: Laranja Original
?️ 15h -Espaço Rebentos
[Contação de histórias e Oficina] EM BUSCA DE LEOTOLDA
Renata Nakano
Leitura compartilhada de Leotolda (Boitatá, 2020), de Olga de Díos. Na oficina, as crianças criarão versões próprias da protagonista na forma de tatuagens
15h30 -Palco Petrobras
[Literatura e Educação] NOVAS PÁGINAS
Lavínia Rocha e Andressa Marques
Destaques da nova geração de escritoras, a autora e palestrante mineira e a romancista nascida em Taguatinga (DF) conversam sobre literatura em sala de aula e a vida intelectual no século 21
Apoio: Autêntica + Nós
? 15h30 – Tablado Literário das Bancadas
BIBLIOTECAS COMUNITÁRIAS E FORMAÇÃO LEITORA NAS PERIFERIAS DE SÃO PAULO
Mayara Luiza e Suilan de Sá do Vale / Mediação: Fernanda Mendes
Associação Vaga Lume
17h – Espaço Rebentos
[Literatura] PEQUENOS YOGIS
Pedro Figueira e Zenaide Denardi
Oficina de ioga para pais e crianças com o professor de ioga Pedro Figueiredo, baseado no livro Eu sou Ioga (Glida, 2024), de Susan Verde
? 17h15- Palco Petrobras
[Jornalismo e Poesia] MULHERES VENTANIA
Daniela Arrais e Ryane Leão / Mediação: Petria Chaves
Os livros da jornalista pernambucana e da poeta mato-grossense reunidas nesta mesa têm a força de encorajar mulheres e impulsionar a transformação pessoal e do mundo a partir da leitura
Apoio: Record + Planeta
?17h30 -Tablado Literário
CORDEL: LANÇAMENTO DE ARTUR E ISADORA NA CIDADE SUBTERRÂNEA E HISTÓRIAS POR UM MUNDO MELHOR
Braulio Tavares e Costa Senna
Editoras: Global + Editora 34
?17h30 -Tablado Literário das Bancadas
10 PASSOS PARA A AUTOPUBLICAÇÃO
Yve de Oliveira e Tadeu Loppara
Fraternidade de Escritores
?️19h – Palco Petrobras:
PROGRAMAÇÃO A DEFINIR
19h15 – Auditório Armando Nogueira
[Literatura japonesa] CLUBE DE LEITURA JAPAN HOUSE SÃO PAULO + QUATRO CINCO UM
Oscar Nakasato / Mediação: Natasha Barzaghi Geenen e Paulo Werneck
O escritor paranaense é o convidado de uma edição especial do Clube de Leitura Japan House São Paulo + Quatro Cinco Um, que vai discutir o livro O país das neves (Estação Liberdade), romance do Nobel de Literatura Yasunari Kawabata
Quarta-feira (18)

? 12h30 | Espaço Rebentos
? [Literatura e Diversidade] O que você pensa quando falo África?
Lavínia Rocha | Mediação: Gabriela Romeu
Bate-papo com a autora sobre seu novo livro + atividade com o público
? 12h30 | Tablado Literário das Bancadas
? O livro é um lugar livre
Carmem Negrão e André Penteado | Mediação: Ana Paula Albé
Editora: Piscina Pública
? 13h | Tablado Literário Mário de Andrade
? A quem interessa o ambientalismo mainstream?: negacionismo, capitalismo e ambientalismo acrítico
João Telésforo e Guilherme Moura Fagundes | Mediação: Joana Cabral
Editora: Boitempo
? 14h30 | Espaço Motiva Tablado Literário
? Canoa navegando no Pacaembu
Bianca Santana e Rodrigo Andrade | Mediação: Debora Alves
Editora: Companhia das Letras
? 15h | Espaço Rebentos
? [Política] Eu devia estar na escola
Isabel Malzoni e Ananda Luz | Mediação: Renata Rossi
Livro escrito por crianças da Maré + mural coletivo sobre os direitos da infância
? 15h30 | Palco Petrobras
? [Literatura brasileira] Encontro com Ignácio de Loyola Brandão
Bate-papo com o autor que fez de SP um personagem literário
Apoio: Global
? 15h30 | Tablado Literário das Bancadas
? A mediação literária de temas sensíveis
Juliana Marques e Maria Alice Junqueira | Mediação: Fernanda Mendes
Associação Vaga Lume
? 16h | Espaço Motiva Tablado Literário
? Educação baseada na natureza
Dayana Araújo e José Bueno | Mediação: Marieta Colucci
Instituto Alana + Rios e Ruas
? 16h30 | Auditório Armando Nogueira
? [Literatura] Mrs Dalloway
Ana Carolina Mesquita | Mediação: Beth Leites
? 17h | Espaço Rebentos
? [Oficina] Oficina de desenhos feios
Caró Lago
Atividade com a autora e muralista
? 18h | Auditório Armando Nogueira
? [Jornalismo] Homenagem a Dom Phillips
Alessandra Sampaio e Tom Phillips | Mediação: Otavio Cury
Lançamento do livro póstumo de Dom Phillips
Apoio: Companhia das Letras
? 19h | Palco Petrobras
? [Literatura] Na cena do crime
Raphael Montes e Edyr Augusto | Mediação: Roberta Martinelli
Conversas sobre literatura policial e adaptações para o audiovisual
Apoio: Companhia das Letras + Boitempo
Quinta-feira (9)

? 10h15 | Palco Petrobras
? Programação a definir
? 10h30 | Auditório Armando Nogueira
? [Literatura] Sobre o que não falamos
Ana Kiffer, Cadão Volpato e Ana Cristina B. Martes | Mediação: Eugênio Bucci
Debate sobre a ditadura militar e suas representações na literatura
? 11h | Espaço Rebentos
? [Literatura] Criança bem-humorada
Antonio Prata | Mediação: Marilia Neustein
Contação + bate-papo com o autor sobre humor e cotidiano nas infâncias
? 11h | Espaço Motiva Tablado Literário
? Romances dignos de cinema: literatura jovem e novas narrativas
Bia Crespo e Arquelana | Mediação: Beatriz Castro
Editora: Companhia das Letras
? 11h | Tablado Literário Mário de Andrade
? Lançamento de “O menino chamado Vlado” em formatos acessíveis
Carla Mauch, Guacyara Labonia e Ana Rosa Bordin Rabello
Editora: Mais Diferenças
? 12h | Palco Petrobras
? [Poesia] Alexandrinos heroicos
Paulo Henriques Britto e Glauco Mattoso | Mediação: Fernando Luna
Dois mestres do soneto mostram que a forma clássica pode ser subversiva
Apoio: Companhia das Letras
? 12h15 | Auditório Armando Nogueira
? [Matemática] Da contagem nos dedos à inteligência artificial
Marcelo Viana | Mediação: Eduardo Sombini
Reflexões sobre o papel da matemática no presente e no futuro
Apoio: Tinta-da-China Brasil + Impa
? 12h30 | Espaço Motiva Tablado Literário
? Cazuza: da poesia ao palco
Ramon Nunes Mello | Mediação: Carol Sganzerla
Editora: WMF Martins Fontes
? 12h30 | Tablado Literário Mário de Andrade
?️‍? Futuros possíveis: direitos e narrativas LGBTQIA+
Renan Quinalha e Kael Vitorelo | Mediação: Schneider Carpeggiani
Editoras: Veneta + Autêntica
? 12h30 | Tablado Literário das Bancadas
? Pyxai: literatura e artivismo na luta Guarani Mbya
Roberto Wherá e Maria Inês Ladeira | Mediação: Eduardo Duwe
Editora: Letra da Cidade
? 13h | Espaço Rebentos
? [Literatura indígena] Histórias da mata
Maickson Serrão e Ciça Pinto | Mediação: Rita Carelli
Bate-papo sobre contação de histórias e o podcast Pavulagem
? 13h45 | Palco Petrobras
? [Literatura] Do vulcão ao plástico
Veronica Stigger e Vinícius Portella | Mediação: Maria Carvalhosa
Cartografias distópicas e poéticas de diferentes tempos
Apoio: Todavia + DBA
? 14h | Espaço Motiva Tablado Literário
? O complexo de Macabéa: reescrevendo o Brasil a partir do Nordeste
Octávio Santiago | Mediação: Schneider Carpeggiani
Editora: Autêntica
? 14h | Tablado Literário das Bancadas
? Computador, meu amor
Ian Uviedo e Susy Freitas | Mediação: Paula Alzugaray
Editora: Lote 42
? 14h15 | Auditório Armando Nogueira
? [Memórias] O primeiro leitor
Luiz Schwarcz | Mediação: Paulo Roberto Pires
O editor e fundador da Companhia das Letras fala sobre sua trajetória
Apoio: Companhia das Letras
? 15h | Espaço Rebentos
? [Literatura] Bate-papo com Paulo Henriques Britto, Caco Galhardo e Fabrício Corsaletti
Mediação: Sofia Mariutti
Conversa sobre livros infantis recém-lançados pela Editora 34
? 15h30 | Palco Petrobras
? [Educação] Adolescência
Lola Aronovich, Luciana Temer e Juliana Borges | Mediação: Luka Franca
Como educar na era digital e proteger jovens da intoxicação online
? 15h30 | Espaço Motiva Tablado Literário
?️ Lina Bo Bardi: arquitetura para todos
Marcelo Ferraz e Isabel Diegues | Mediação: Marcelo Suzuki
Editoras: Martins Fontes + Cobogó
? 15h30 | Tablado Literário Mário de Andrade
? Matemática, comunicação e sociedade
Marcelo Viana e Lucas Nissenbaum
Editora: Tinta-da-China Brasil
? 15h30 | Tablado Literário das Bancadas
? Acervos que contam: desafios na seleção de livros para muitas infâncias
Luisa Setton e Marcia Leite | Mediação: Renata Pingueiro
Associação Vaga Lume
? 16h | Auditório Armando Nogueira
⚖️ [Política] A lei da bala, do boi e da Bíblia
Mariana Celano Amaral, Ana Silva Rosa e Luciana Silva Reis
Estudo sobre os eixos da radicalização política no Brasil
Apoio: LAUT + Tinta-da-China Brasil
? 17h | Espaço Rebentos
? [Crônica] Submersos no meio ambiente
Estevão Azevedo e Vitor Bellicanta | Mediação: Gabriela Romeu
Conversa sobre o livro Submersos, selecionado para a Feira de Bolonha
? 17h | Espaço Motiva Tablado Literário
? Crimes reais, causos literários: adaptações e fronteiras do romance policial
Edyr Augusto e Xico Sá | Mediação: Bárbara Krauss
Editora: Boitempo
? 17h | Tablado Literário Mário de Andrade
?️ Memórias, diários e escrita de si
Ingrid Fagundez e Ana Kiffer | Mediação: Mariana Delfini
Editoras: Bazar do Tempo + Fósforo
? 17h15 | Palco Petrobras
?️ [As Cidades e As Coisas] Estrada para lugar nenhum
Paris Marx | Mediação: Bianca Tavolari
Crítica à dependência dos carros e às promessas tecnológicas do Vale do Silício
Apoio: Canada Council for the Arts + Ubu
? 17h30 | Tablado Literário das Bancadas
✊ Literatura e resistência
Aramyz e Alan dos Santos | Mediação: Germana Zanettini
Editora: Laranja Original
? 17h45 | Auditório Armando Nogueira
? [Memórias] O dono da palavra
Yamaluí Kuikuro Mehinaku
Biografia de Nahu Kuikuro, importante liderança do Alto Xing
Apoio: ISA + Todavia
? 19h | Palco Petrobras
? [Literatura e Ficção] Membranas e nervos
Lina Meruane e Jorge Carrión
Autores de destaque na ficção contemporânea em espanhol
Apoio: Acción Cultural Española + Instituto Cervantes + Todavia + Relicário
Sexta-feira (20)

? 10h15 | Palco Petrobras
? Programação a definir
? 10h30 | Auditório Armando Nogueira
? [Produção gráfica] Para gostar de ler
Cecilia Arbolave e Jiro Takahashi
Referência na edição independente, Arbolave conversa com Jiro, criador das coleções Vaga-Lume e Para Gostar de Ler. Uma troca entre duas trajetórias marcantes da literatura brasileira e latino-americana.
Apoio: Lote 42
? 11h | Espaço Rebentos
? [Literatura e bebês] Berço, balanço, colinho, neném
Rafaela Deiab e Tieza Tissi
Roda de leitura para bebês inspirada no livro homônimo da Brinque-Book (2025)
? 11h | Espaço Motiva Tablado Literário
? Arte, humanidade e futuro
Reginaldo Pujol Filho e Jorge Carrión | Mediação: Eloah Pina
Editoras: Relicário + Fósforo
? 11h | Tablado Literário Mário de Andrade
?️ Escrever e construir a cidade: literatura e crônicas operárias de São Paulo
Roniwalter Jatobá e Fernando Bonassi
Editora: Boitempo
? 11h | Tablado Literário das Bancadas
⚽ Literatura e futebol
Gilvan Ribeiro, Eduardo Elias e Eugênio Vinci de Moraes | Mediação: Rubem Barros
Lançamento do livro Mundos do futebol – 11 contos e 1 crônica
Editora: Cambalache
? 12h | Palco Petrobras
? [Crônica] Viagem no país da crônica
Humberto Werneck e Luís Henrique Pellanda | Mediação: Ruan de Sousa Gabriel
Dois mestres da leveza literária exploram o gênero brasileiro que mistura humor, crítica e afeto
Apoio: Tinta-da-China Brasil + Arquipélago
? 12h15 | Auditório Armando Nogueira
? [Literatura] Eu vim de lá
Oscar Nakasato e Cassiana Der Haroutiounian | Mediação: Otavio Cury
Reflexões sobre imigração japonesa e armênia e suas influências na cultura brasileira
Apoio: Fósforo
? 12h30 | Espaço Motiva Tablado Literário
? Projetos gráficos experimentais
Elaine Ramos e Giovana Cianelli | Mediação: Graziella Beting
Editora: Ubu
? 12h30 | Tablado Literário das Bancadas
? Lançamento: A revista é uma cápsula do tempo – Crítica reunida
Juliana Monachesi e Paula Alzugaray | Mediação: Leandro Muniz
Editora: seloceleste
? 12h30 | Tablado Literário Mário de Andrade
? Análise
Vera Iaconelli | Mediação: Anna Virginia Balloussier
A psicanalista reflete sobre suas colunas e a própria trajetória como analisada
Apoio: Folha de S.Paulo
? 13h | Espaço Rebentos
✏️ [Ilustração] Bate-papo com Renato Moriconi, Rodrigo Andrade e Vítor Rocha
Mediação: Luis Filipe Pôrto
Conversa entre gerações sobre narrativas visuais e a arte de ilustrar livros
? 13h45 | Palco Petrobras
?‍?‍? [Parentalidade] Cartas aos filhos
Marcelo Rubens Paiva e Martha Nowill | Mediação: Micheline Alves
Conversas sensíveis sobre família, escrita íntima e experiências parentais
Apoio: Companhia das Letras / Alfaguara
? 14h | Espaço Motiva Tablado Literário
? Produção literária na periferia de São Paulo
Sonia Bischain, Dinha, Cissa Lourenço e Aline Macedo | Mediação: Nivaldo Brito
Editora: CPL – Câmara Periférica do Livro
? 14h | Tablado Literário das Bancadas
? A hora do bebê leitor
Gislaine Caitano e Jessica Spilla
Editora: Bamboozinho
? 14h15 | Auditório Armando Nogueira
?️ [Jornalismo] Encontro com a Quatro Cinco Um
Paulo Roberto Pires, Bianca Tavolari, Juliana Borges e Renan Quinalha | Mediação: Beatriz Muylaert
Crítica cultural, literatura e atualidade em debate
Apoio: Quatro Cinco Um
? 15h | Espaço Rebentos
? [Leitura encenada] Você precisa tomar um sorvete
Julia Corrêa e Mayara Constantino
Leitura dramática de Sabor paciência, livro infantojuvenil de Mariana Salomão Carrara (Baião, 2025)
? 15h30 | Palco Petrobras
? [Bagagem literária] O vício dos livros
Afonso Cruz e Jorge Carrión
Uma conversa apaixonada sobre bibliotecas, leitura compulsiva e manias literárias
Apoio: Acción Cultural Española + Instituto Camões + Instituto Cervantes + Dublinense
? 15h30 | Espaço Motiva Tablado Literário
? Literatura, ecologia e imaginação política no Antropoceno
Ana Rüsche | Mediação: Sandra Abrano
Editora: Bandeirola
? 15h30 | Tablado Literário Mário de Andrade
?️‍⚧️ O legado travesti de Brenda Lee e Claudia Wonder
Dácio Pinheiro e Fernanda Maia | Mediação: Verónica Valenttino
Editora: Ercolano
? 15h30 | Tablado Literário das Bancadas
✊? Infâncias negras e indígenas no papel: por uma literatura que reflita o Brasil
Marcia Licá e Juliana Piauí | Mediação: Ariane Carvalho
Apoio: Associação Vaga Lume
? 16h | Auditório Armando Nogueira
?️ [Artes visuais] Domingo no parque
Jochen Volz, Renata Lucas e Pollyana Quintella
A trajetória da artista Renata Lucas em diálogo com a equipe da Pinacoteca de São Paulo
Apoio: Pina
? 17h | Espaço Rebentos
? [Crônica e ancestralidade] A força dos caracóis
Sidnei Nogueira e Luciana Itanifé | Mediação: Juliana Vettore
Narrativas afro-brasileiras e contação de histórias com base no livro A menina dos cabelos d’água (Baião, 2023)
? 17h | Tablado Literário Mário de Andrade
? Chacina x Mass Shooting: diferenças e remissões
Tiago Ferro, Paula Nunes e Evandro Cruz da Silva
Editora: Boitempo
? 17h15 | Palco Petrobras
?️ [História, Palestina e ditadura chilena] Encontro com Lina Meruane
Lina Meruane | Mediação: Bianca Tavolari
A autora chilena fala sobre política, exílio e literatura crítica
Apoio: Relicário
? 17h30 | Tablado Literário das Bancadas
? A borda da borda: o experimental na escrita periférica
Andreas Chamorro e Samara Belchior | Mediação: André Balbo
Editora: Aboio
? 17h45 | Auditório Armando Nogueira
? [Poesia e política] Você deu em pagamento o meu país
Ghayath Almadhoun e Josoaldo Lima Rêgo | Mediação: Paula Carvalho
Poesia como denúncia e resistência: da Palestina ao Maranhão
Apoio: Ars et Vita + Editora 34
? 19h | Palco Petrobras
? [Livros e livres] Encontro com Amara Moira
Amara Moira | Mediação: Renan Quinalha
A autora apresenta Neca, romance escrito em bajubá, marco da literatura travesti brasileira
Transporte gratuito

Ponto de embarque e desembarque:

Corredor à direita da saída da estação, na Rua da Consolação, nº 2381 (acesso Belas Artes).
Horários de funcionamento do transporte:
Dias de semana: das 11h às 21h*
Finais de semana e feriado: das 10h às 21h*
(*Esses horários podem sofrer ajustes de acordo com a programação oficial da feira.)

Fonte: G1

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Racismo

Justiça manda soltar mulher que chamou homem de ‘bicha nojenta’ em shopping de luxo em SP

por Redação 16 de junho de 2025

A Justiça de São Paulo concedeu liberdade provisória à jornalista Adriana Catarina Ramos de Oliveira, presa em flagrante após fazer xingamentos homofóbicos contra um homem em uma cafeteria do Shopping Iguatemi, na Zona Oeste da capital. Ela também está proibida de frequentar o shopping.

A audiência de custódia de Adriana, de 61 anos, foi realizada no domingo (15). Segundo o Tribunal de Justiça, Adriana terá que seguir as seguintes medidas cautelares:

comparecimento mensal em Juízo para informar e justificar suas atividades, bem como eventual atualização de endereço;
obrigação de manter o endereço atualizado junto à Vara competente (informando imediatamente eventual alteração);
proibição de frequentar o shopping em que ocorreram os fatos e onde trabalha a vítima;
proibição de ausentar-se da Comarca de residência por mais de oito dias sem prévia comunicação ao Juízo, sob pena de revogação do benefício e imediato recolhimento à prisão.
Imagens mostram Adriana falando “bicha nojenta” para Gabriel Galluzzi Saraiva, de 39 anos, que estava sentado na mesa ao lado. As ofensas foram gravadas por mais de uma câmera de celular. O caso foi registrado como injúria no 14° DP, em Pinheiros.

A jornalista também chegou a chamar o homem de “assassino”. Ele, por sua vez, xingou Adriana de “imbecil” na discussão.

Os vídeos não mostram como o embate começou, mas mostram a agressora nervosa e xingando o homem. Ele não aparece nas imagens, mas também reage em tom elevado.

Adriana afirmou à TV Globo que Gabriel e seus amigos estavam rindo dela. Ela também disse que se arrependeu das ofensas.

Segundo Adriana, ela estava ao telefone quando Gabriel e outras pessoas que o acompanhavam mandaram que ela falasse baixo e calasse a boca. Ela alegou ainda que foi vítima de etarismo.

“Eu estava ao telefone, eu vou ser operada no dia 27 do joelho, vou colocar uma prótese […]. Estou muito ansiosa, muito nervosa, comecei a chorar ao telefone. E esse grupo que estava ao lado começou a rir. Quando eles começaram a rir, eu desliguei o telefone, levantei o braço e pedi a conta. Falei ‘por favor, traz a conta, eu quero ir embora'”.

Já Gabriel afirmou que Adriana estava em uma mesa próxima, falando alto. Ele disse que pediu a ela para que tivesse mais calma na hora de falar com a atendente da cafeteria. Foi então que as agressões diretas e homofóbicas começaram, segundo ele.

Giulia Podgaic, que estava sentada em uma mesa próxima, presenciou a discussão e confirmou a versão de Gabriel.

“Ouvi a mulher gritar com a funcionária do café, pedindo a conta, falando que queria ir ao banheiro, gritando. Aí a vítima pediu para a senhora se acalmar, disse ‘se acalma, ela já vai vir’, e aí ela começou a falar um monte, ofender ele de todos os jeitos, falar ‘pobre’, ‘bicha’, todas as palavras de baixo calão possíveis… ‘bicha nojenta’, ‘pobre’, ‘você não deveria estar aqui'”, afirmou.

“Ele começou a ficar nervoso, mas conseguiram retirar ele para que se acalmasse. Ele foi para outro lugar e ela continuou a ofender. Foi uma situação horrível. Chamou ele de ‘assassino’ do nada. Foi uma situação muito horrível”, completou.

Em nota, o shopping Iguatemi lamentou o ocorrido e reforçou seu respeito à diversidade.

“O shopping lamenta a ocorrência entre os dois clientes em uma das suas operações, esclarece que prestou todo o apoio necessário e segue à disposição das autoridades competentes.”

“O empreendimento reforça que o respeito à diversidade — em todas as suas formas — é um valor inegociável e repudia qualquer ato de discriminação e intolerância.”

O que diz a Secretaria da Segurança Pública
“Uma mulher de 61 anos foi presa em flagrante na tarde de sábado (14), em um shopping na Avenida Brigadeiro Faria Lima, zona sul da capital. Policiais militares foram acionados para atender a ocorrência e, no local, constataram que a mulher havia proferido ofensas homofóbicas a um homem, de 39 anos.”

Fonte: G1

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Racismo

Condenada por racismo, Day McCarthy tem três dias para pagar R$ 500 mil a Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank

por Redação 16 de junho de 2025

A influenciadora digital e socialite Dayane Alcântara Couto de Andrade, a “Day McCarthy”, foi intimada a fazer, em até três dias, o pagamento de mais de R$ 500 mil ao casal de atores Giovana Ewbank e Bruno Gagliasso.

Como todos se recordam, a Justiça condenou a influenciadora pelas postagens de conteúdo racista em sua conta oficial no Instagram, dirigidas aos atores e a menina, Chissomo, a Titi, adotada pelo casal na África.

Na decisão em fevereiro do ano passado, o juiz da 32ª Vara Cível, Leonardo Grandmasson, destacou que “as postagens são inaceitáveis, não devendo sequer ser reproduzidos os seus respectivos conteúdos na sentença, por serem absolutamente abomináveis”.

Na ocasião, a indenização por danos morais para Titi e seus pais adotivos foi de R$ 180 mil. A influenciadora deixou de cumprir a determinação e a sua localização passou a ser considerada desconhecida. Com a incidência de juros e correção, o valor subiu para meio milhão de reais.

Fonte: OGLOBO

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