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@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

São Paulo

Segurança

Adolescente de 15 anos morre após ser baleado em assalto na Zona Leste de SP

por Redação 5 de maio de 2025

A Polícia Civil investiga a morte de um adolescente de 15 anos na madrugada deste domingo (4), na Rua Cristóvão Benitez, no bairro Itaim Paulista, na Zona Leste de São Paulo. O caso foi registrado como latrocínio — roubo seguido de morte.

De acordo com o boletim de ocorrência, o jovem estava com um primo quando ambos foram abordados por dois homens em uma motocicleta. Uma câmera de segurança registrou quando os suspeitos anunciaram o assalto, o adolescente entregou o celular, um objeto caiu no chão, e um dos criminosos, então, efetuou um disparo, atingindo o garoto. A ação dura 7 segundos.

Após o tiro, a dupla fugiu do local. O jovem foi socorrido por familiares e levado à UPA Atualpa Girão Rabelo, mas não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada na unidade de saúde.

O 50º Distrito Policial (Itaim Paulista) investiga o caso e solicitou perícia. Até o momento, ninguém foi preso. A Polícia Civil busca imagens de câmeras de segurança e testemunhas que possam ajudar na identificação dos criminosos.

Fonte: G1 

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Segurança

Polícia investiga morte de idosa que caiu em poço de elevador de casa de repouso em SP

por Redação 5 de maio de 2025

A Polícia Civil investiga a morte de uma idosa de 85 anos que caiu no poço de um elevador de uma casa de repouso em Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo.

O acidente aconteceu na tarde de sexta-feira (2), na Casa de Repouso Dona Gracinha, onde Maria Maziero Andreoletti morava.

Um médico foi acionado e constatou o óbito ainda no local.

O caso foi registrado como homicídio culposo — quando não há intenção de matar — e segue sob investigação.

A polícia analisa documentos relacionados ao elevador, como comprovantes de manutenção, entregues pela advogada da instituição. Também foram pedidos exames ao Instituto de Criminalística e ao IML, que devem ajudar a esclarecer as causas do acidente.

O que diz a defesa da casa de repouso
Em nota, a advogada da casa de repouso, Elaine de Leonardis, afirmou que a instituição está colaborando com as autoridades e com a família da vítima.

A filha da vítima fez o reconhecimento do corpo no IML e, visivelmente abalada, foi amparada por amigas. Nenhum familiar quis dar entrevista. O velório e o enterro de Maria acontecerão neste domingo (4).

A Prefeitura de São Paulo informou que a casa de repouso está regularizada, com licença de funcionamento válida tanto pela subprefeitura quanto pela Vigilância Sanitária.

Fonte: G1 

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São Paulo

Viatura da PM bate em moto caída e motociclista morre na Rodovia Anchieta

por Redação 5 de maio de 2025

Uma sucessão de acidentes na Rodovia Anchieta, na altura do bairro Assunção, em São Bernardo do Campo (SP), terminou com a morte de um motociclista de 53 anos na madrugada deste domingo (4). O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

Segundo a Polícia Militar, a motocicleta da vítima já estava caída em uma das faixas da rodovia quando foi atingida por uma viatura da própria corporação, que trafegava pela via. Os policiais não conseguiram desviar e bateram na moto caída.

Na sequência, os agentes encontraram o corpo do motociclista em outra faixa da pista. Pouco depois, uma segunda motocicleta, conduzida por uma mulher, também colidiu com a moto da vítima. A piloto e a garupa recusaram atendimento médico e não apresentavam ferimentos aparentes.

O resgate foi acionado e constatou o óbito no local. Ainda não se sabe o que causou a queda inicial da motocicleta, que deu início à sucessão de colisões.

Exames periciais foram solicitados ao Instituto Médico Legal (IML) e ao Instituto de Criminalística (IC). O caso foi registrado no 3º Distrito Policial de São Bernardo do Campo como homicídio culposo na direção de veículo automotor, além de choque e apreensão de veículo e objeto.

Fonte: G1 

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Segurança

CAC reage a roubo e mata dois assaltantes a tiros no Brooklin, na Zona Sul de SP

por Redação 5 de maio de 2025

Um homem de 51 anos reagiu ao ser abordado e matou dois assaltantes a tiros, na noite de quinta-feira (1º) no Brooklin, bairro da Zona Sul de São Paulo.

Uma câmera de segurança gravou o momento em que ele saca a arma e dispara (veja vídeo acima). O homem tem licença de CAC (colecionador de armas, atirador e caçador) e foi autuado pela polícia por porte ilegal de arma de fogo em local público.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, bandidos que estavam numa moto roubaram os celulares do homem e do filho na Avenida Portugal, no Brooklin.

O homem contou que reagiu após um dos criminosos atirar na direção deles, mas não os atingiu. Nas imagens, é possível ver ele disparando ao menos quatro vezes.

“Ele reagiu e baleou os dois suspeitos, que morreram no local”, informou em nota a secretaria.

Criminoso era investigado por latrocínio de delegado
De acordo com o governo de São Paulo, um dos criminosos mortos era investigado pelo latrocínio (roubo seguido de morte) de um delegado, em janeiro deste ano, também na Zona Sul da capital.

Naquela ocasião, o policial civil Josenildo Belarmino de Moura Júnior foi morto por um criminoso que estava numa moto após o bandido perceber que ele estava armado.

O crime foi gravado por uma câmera de monitoramento.

Arma do CAC foi apreendida
O CAC teve a arma apreendida pela Polícia Civil. Ele foi autuado porque, pela lei, só poderia usar a arma dentro de um estande de tiro, como prática esportiva.

Ele pagou fiança e foi liberado para responder ao crime em liberdade. O caso foi registrado no 27º Distrito Policial (DP), no Campo Belo.

A Polícia Militar também apreendeu um revólver calibre 38 usado por um dos bandidos.

A polícia orienta as pessoas a nunca reagirem a assaltos.

Fonte: G1 

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Segurança

Motorista de ônibus é mantido refém na Zona Leste

por Redação 30 de abril de 2025

Um motorista de ônibus é mantido refém em Itaquera, na Zona Leste de São Paulo, no início da noite desta quarta-feira (30). Não há passageiros no veículo.

Por volta das 17h40, a PM foi acionada para atender a ocorrência na Avenida Doutor Luís Ayres, na estação Corinthian-Itaquera do Metrô. O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) também foi acionado.

Com isso, a Avenida Doutor Luís Ayres com a Avenida Professor Engenheiro Ardevan Machado foi totalmente bloqueada no sentido Centro, segundo a CET.

Informações iniciais da Polícia Militar indicam que o suspeito pode ser um ex-funcionário da empresa. De acordo com o Coronel Racorti, o suspeito está com uma faca.

A empresa do ônibus é a Express Transportes Urbanos.

Fonte: G1

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Segurança

Professora é encontrada morta com sinais de estrangulamento na Zona Sul de SP; polícia investiga como latrocínio

por Redação 30 de abril de 2025

Uma professora de 42 anos foi encontrada morta na manhã de segunda-feira (28) em um terreno baldio próximo ao Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo. A Polícia Civil investiga o caso como latrocínio — roubo seguido de morte.

A vítima era professora de matemática e teve o corpo localizado por volta das 10h30 na Avenida João Paulo da Silva, na Vila da Paz. A Polícia Militar foi acionada após uma denúncia anônima.

Segundo informações preliminares, Fernanda Bonin estava deitada de costas. Um cadarço foi encontrado enrolado no pescoço dela, com marcas de estrangulamento.

O caso foi registrado inicialmente no 11º Distrito Policial de Santo Amaro, mas como o local dos fatos pertence à área do 48º DP (Cidade Dutra), a ocorrência foi repassada. A Divisão de Homicídios (DHPP) assumiu as investigações.

Carro desaparecido
A investigação apura o desaparecimento do carro da vítima. A professora dirigia uma Hyundai Tucson prata, placa FIH0H031, que ainda não foi localizada.

Câmeras de segurança do prédio onde ela morava registraram a professora saindo sozinha com o veículo na noite de domingo (27), por volta das 18h50. O carro consta como “não recuperado” no registro policial.

A esposa da professora prestou depoimento e disse que as duas estavam em processo de reconciliação e faziam terapia de casal. Juntas, têm dois filhos.

A esposa contou à polícia que, na noite de domingo, teve problemas mecânicos com seu carro na região do Jaguaré. Ela enviou a localização à companheira, que saiu para ajudá-la, mas nunca chegou ao local.

Ainda na noite de domingo, a esposa tentou contato com Fernanda e foi até seu prédio, mas não obteve informações do porteiro. Quando a professora não apareceu para trabalhar na manhã seguinte, ela acionou a polícia.

A vítima dava aulas para adolescentes em uma escola particular de alto padrão.

Até o momento, não houve movimentação em sua conta bancária. O celular da vítima funcionou até as 9h45 de segunda-feira, segundo os registros da operadora.

O local onde o corpo foi encontrado é uma área de adutora, com pouca movimentação, próximo a uma via asfaltada com iluminação artificial. Câmeras da região estão sendo analisadas pela polícia.

As diligências seguem com apoio do DHPP, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros para identificar os responsáveis pelo crime.

Fonte: G1

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Segurança

Caso Vitória: MP conclui que principal acusado matou a jovem sozinho e pede nova investigação para saber se outra pessoa o ajudou a ocultar corpo

por Redação 29 de abril de 2025

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou nesta terça-feira (29) Maicol Santos, acusado de matar Vitória Sousa, por sequestro, feminicídio, ocultação de cadáver e fraude processual.

A Promotoria ainda pediu a conversão da prisão temporária para preventiva, sem prazo para sair. Em caso de condenação na Justiça, Maicol pode receber uma pena de 50 anos de prisão.

Para o promotor Jandir Moura Torres Neto, Maicol matou sozinho a adolescente de 17 anos em 27 de fevereiro em Cajamar, na Grande São Paulo. Apesar disso, ele também determinou que a Polícia Civil abra um novo inquérito para investigar se mais uma pessoa o ajudou a ocultar o corpo.

A perícia da Polícia Técnico-Científica encontrou material genético de um homem ainda não identificado dentro do carro de Maicol. A delegacia da cidade vai apurar se essa pessoa participou do crime.

“Apenas em relação a ocultação de cadáver foi pedida abertura de um novo inquérito para saber se Maicol teve a ajuda de alguém para esconder o corpo de Vitória”, disse o promotor Jandir.

Vitória foi morta depois de sair do shopping onde trabalhava em Cajamar, em 26 de fevereiro. Ela foi abordada pelo assassino após descer no ponto a caminho de casa, segundo a investigação. O corpo foi encontrado em 5 de março. Estava nu, com cortes de faca pelo corpo, numa área de mata fechada na região. Segundo a acusação, Maicol cometeu o crime após abordar a vítima com seu carro e discutir com ela.

Maicol foi denunciado pelos seguintes crimes:

Sequestro qualificado: por ter matado uma pessoa com menos de 18 anos de idade para fins libidinosos;
Feminicídio qualificado: por ter matado a garota pela condição e desprezo por ela ser do sexo feminino, e ter dificultado a defesa da vítima pelo meio cruel (para ocultar um crime anterior, que foi o sequestro) e motivo fútil;
Ocultação de cadáver: por ter escondido o corpo de Vitória na mata;
Fraude processual: por três vezes porque limpou o carro dele onde levou o corpo da vítima, bem como usou produtos de limpeza na casa para eliminar vestígios de Vitória e apagou todos os dados do celular dele.

Como foi o crime
Maicol, morador do mesmo bairro onde a vítima morava, está preso pela Polícia Civil desde 8 de março. O prazo para a prisão temporária dele vence no início de maio.

O homem tem 26 anos chegou a confessar o crime, num vídeo gravado na delegacia pelos policiais. Maicol alegou que havia matado Vitória sozinho. Contou que teve um relacionamento com ela há cerca de um ano. Mas a moça, segundo ele, ameaçava contar a sua esposa que o vizinho tinha sido infiel e a traiu com a adolescente.

Sua defesa alega que não estava presente quando ele foi interrogado. Mas segundo a SSP, o depoimento foi legal porque policiais chamaram uma advogada, que não defendia o preso, para acompanhar a confissão.

Defesa alega inocência

Os advogados de Maicol, no entanto, gravaram depois um áudio no qual o preso acusa policiais de tê-lo ameaçado e coagido a confessar que matou Vitória (assista e ouça acima). Sua defesa analisa a possibilidade de usar o áudio para pedir à Justiça a anulação da confissão.

De acordo com os advogados, seu cliente é inocente e não assassinou a vítima. Por esse motivo, a defesa informou à imprensa que Maicol não irá comparecer a reconstituição.

Na semana passada, laudos periciais do Instituto Médico Legal (IML) concluíram, a partir de exames de DNA, que o sangue encontrado no carro e na casa de Maicol era mesmo de Vitória. Quando confessou o crime, o suspeito havia dito que tinha dado carona para a vítima. E que a esfaqueou após uma discussão na qual, segundo ele, ela o agrediu. Os cortes foram no rosto, pescoço e tórax.

Como foi a reconstituição
A Polícia Civil ainda aguarda o resultado do laudo pericial da reconstituição do caso Vitória. Ela foi realizada no último dia 24 de abril em Cajamar. E não teve a participação do suspeito preso pelo assassinato da adolescente.

A perícia da Superintendência da Polícia Técnico-Científica fez a reprodução simulada, nome que se dá a reconstituição, no ponto de ônibus onde Vitória foi vista pela última vez entrando no coletivo (câmeras de segurança gravaram ela). E também foi para a casa de Maicol. Além de ir para a área de mata onde o corpo da vítima foi encontrado.

Mesmo assim, a perícia tentou reproduzir o que pode ter acontecido com Vitória a partir de informações que Maicol deu na confissão. Também foram usadas informações dos depoimentos de outras testemunhas juntamente com as imagens das câmeras de segurança que gravaram os últimos momentos da vítima viva, caminhando em direção ao ponto de ônibus.

Maicol disse ainda que ficou desesperado e, após ficar com ela na casa dele, decidiu enterrá-la no mato, na zona rural de Cajamar.

Segundo a investigação, Maicol se comportava como um ‘stalker’ (alguém que persegue e monitora outra pessoa obsessivamente).

Fonte: G1

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São Paulo

Faculdade de SP expulsa 12 alunos de medicina por faixa com alusão a estupro; atlética segue interditada

por Redação 29 de abril de 2025

A Faculdade Santa Marcelina decidiu expulsar 12 alunos de medicina que foram fotografados ao lado de um “bandeirão” com a frase “entra porra, escorre sangue” em março, durante um evento esportivo universitário. A expressão tem conotação violenta e remete ao crime de estupro.

Segundo a faculdade, “outros 11 estudantes receberam sanções regimentais que configuram suspensões e outras medidas disciplinares”.

Em nota divulgada na noite desta segunda-feira no Instagram do estabelecimento, a Santa Marcelina informa que a decisão, em primeira instância, foi tomada após “sindicâncias instauradas no dia 21 de março de 2025 em decorrência dos fatos ocorridos em 15 de março, com integrantes da Associação Atlética Acadêmica e relacionados a torneio esportivo”.

Ainda segundo o texto, a “Associação Atlética Acadêmica será mantida interditada por tempo indeterminado”

➡️ Atléticas são coletivos formados por universitários a fim de promover e participar de atividades esportivas e sociais, como campeonatos e festas.

Confira a íntegra da nota:

“A Faculdade Santa Marcelina comunica que as sindicâncias instauradas no dia 21 de março de 2025 em decorrência dos fatos ocorridos em 15 de março, com integrantes da Associação Atlética Acadêmica e relacionados a torneio esportivo, foram apreciadas em primeira instância nesta segunda-feira (28), sendo que 12 (doze) estudantes foram, nesta data, desligados da Instituição, e outros 11 (onze) estudantes receberam sanções regimentais que configuram suspensões e outras medidas disciplinares.

Além disso, a Associação Atlética Acadêmica será mantida interditada por tempo indeterminado.

Comprometida com a transparência, os princípios éticos e morais, a dignidade social, acadêmica e a legislação vigente, a Faculdade Santa Marcelina reafirma sua postura proativa e colaborativa em relação ao assunto, perante as autoridades competentes.”

Investigação
Em março, a Polícia Civil havia identificado e iniciado a coleta de depoimentos de alunos que posaram com a faixa. Ao menos 24 estudantes aparecem em imagens ao lado dela.

Na terça (18), após denúncia revelada pelo g1, a autoridade policial instaurou um inquérito policial para apurar o caso.

Além da sindicância interna, a faculdade informou, na época, ter comunicado os fatos ao Ministério Público.

Entenda o caso
Em 17 de março, o caso foi alvo de protesto por parte do Coletivo Francisca — grupo feminista formado por alunas e ex-alunas de medicina da faculdade, que encaminhou uma denúncia formal à direção do curso.

A frase faz parte de um antigo “hino” da atlética da faculdade, que foi banido em 2017 e contém ainda mais referências de cunho sexual e machista.

No documento, as integrantes do coletivo apontam que o ato pode ser entendido como apologia ao estupro e cobra medidas firmes da universidade em relação aos envolvidos.

Horas após a manifestação do Coletivo Francisca, a Faculdade Santa Marcelina utilizou a ferramenta de story no Instagram para se posicionar. Em nota, a instituição reconheceu a participação de alunos do curso no episódio e informou que iniciou um procedimento de sindicância interna para apuração dos fatos.

A faculdade garantiu que os alunos responsáveis pelos atos serão penalizados. “Entre as punições, estão advertências verbais e escritas, suspensão e até expulsão da faculdade”, diz a nota.

‘Cansada dessa cultura do estupro dentro da medicina’
Em entrevista ao g1, uma ex-aluna da faculdade, que preferiu não se identificar, disse que está “cansada dessa cultura do estupro que acontece dentro da medicina”.

“Esse hino foi revivido, cantado, e estava estampando uma bandeira que foi erguida pelos alunos após uma vitória no jogo de handebol masculino contra a Uninove. Gostaria de salientar que a atlética estava inspecionando todas as bandeiras que entravam”, afirmou.

Segundo ela, a atuação do coletivo foi fundamental para que diversos desses comportamentos fossem banidos da faculdade.

“Mas o episódio de sábado nos faz questionar até quando isso vai acontecer. Pois algo banido há 8 anos voltou à tona agora, sendo que o curso de medicina dura 6”, lamentou.

Hino banido
Hinos e cânticos de atléticas são comumente usados em eventos esportivos com o intuito de provocar ou constranger equipes de universidades adversárias. Normalmente, as composições têm insultos de cunho sexual, homofóbico, machista e elitista.

Objeto da manifestação do coletivo, o “hino” da atlética de medicina da Santa Marcelina já havia sido questionado pelo grupo feminista em 2017.

À época, segundo a ex-aluna, após grande repercussão, “a coordenação teve que agir, deu advertência para os responsáveis, e o hino foi banido”.

Além do trecho que apareceu escrito no bandeirão durante o evento de handebol, a letra tem expressões como:

“Se no fundo eu não relo
As borda eu arregaço
Med Santa Marcelina
Arrancando seu cabaço”

“Se no cu minha piroca
Na buceta ou nas teta
Entra porra e sai sangue
Tu gritando igual capeta”

“Vai, medicina, bota pra fuder
Somos todos loucos e seu cu vamos comer”

Outro caso recente relacionado a um hino de atlética que faz menção ao estupro veio à tona em 2023, após estudantes do curso de medicina da Universidade Santo Amaro (Unisa) ficarem pelados e simularem masturbação durante um campeonato.

O hino da atlética de medicina fala em “enfiar o dedo” na vagina e “entrar mordendo”. Um dos versos da composição diz “na rima do pudendo”. Pudendo é o termo médico que designa a fissura formada pelos grandes lábios da vagina.

Neste caso, cinco alunos acabaram expulsos da faculdade.

O que diz a Faculdade Santa Marcelina
Em nota publicada no Instagram, a faculdade disse:

“A Faculdade Santa Marcelina se manifesta veementemente contrária ao ocorrido no último dia 15 de fevereiro, em uma competição esportiva que contou com a participação de estudantes do curso de Medicina, integrantes da Associação Atlética Acadêmica (AAAPV).

A instituição esclarece que, no ato de matrícula, o aluno aceita um compromisso formal com a faculdade, de respeito aos seus princípios éticos e morais, à dignidade acadêmica e à legislação vigente. Atitudes como essa constituem agravo à instituição e sua tradição, missão e valores e também à sociedade como um todo.

Nesse sentido, a Faculdade Santa Marcelina já iniciou um procedimento de sindicância interna para apuração dos fatos e os alunos da instituição responsáveis pelos atos (que ocorreram fora de suas dependências) serão penalizados conforme os princípios estabelecidos e a gravidade da infração. Entre as punições estão advertências verbais e escritas, suspensão e até desligamento (expulsão) da faculdade.”

Denúncia do Coletivo Francisca
Abaixo, leia na íntegra o conteúdo da denúncia apresentada pelo coletivo feminista da faculdade:

“O Coletivo Feminista Francisca vem perante esta instituição comunicar fato grave que demanda investigação e punição.

Em 15/03/2025, na Intercalo (evento esportivo de competição entre calouros de faculdades de medicina), calouros do time de Handebol da Santa Marcelina foram vistos, em conjunto com membros da atlética, empunhando bandeirão com os seguintes dizeres: “entra [censurado], escorre [censurado]”.

A frase em questão refere-se ao antigo “hino” da faculdade, proibido em 2017 após as denúncias deste mesmo coletivo à Diretoria.

Vejamos a letra do antigo hino:

“Se no fundo eu não relo, as bordas eu [censurado]
Med Santa Marcelina arrancando seu [censurado]
Minha bixete é exemplo, no [censurado] engole as bolas
Dá o [censurado] sem vaselina, ela é Santa Marcelina
Se no [censurado] minha [censurado], na [censurado] ou nas [censurado]
Entra [censurado] e sai [censurado], tu gritando igual [censurado]
Minha quebrada é Zona Leste, eu não deixo pra depois
Se mexer com a med santa vou comer seu [censurado] a dois
Um [censurado], um copo de água não se nega a ninguém
Já dizia Mr. Catra, vem, irmãzinha, vem
Vem irmãzinha, pega no meu [censurado]
Amor de [censurado] é ralo, antes chupa o meu [censurado]
Sou FASM Medicina e agora vou dizer,
Somos todos loucos e seu [censurado] vamos comer,
MED FASM”

Pecando pela obviedade, repisa-se que o referido hino faz diversas alusões ao estupro, em especial a parte eleita para constar na bandeira – “entra [censurado] e sai [censurado]” – isto é, o prazer de uma pessoa é relacionado à dor de outra.

O mesmo padrão é verificado na frase “arrancando seu [censurado]”, no qual o uso da força (e falta de consentimento) é conectado à perda da virgindade de alguém.

Praticamente todas as frases do referido hino fazem alusão ao crime de [censurado].

Além de extremamente violento, e com diversas alusões ao crime de [censurado], o hino até mesmo faz menção a relações sexuais com membras da igreja que compõe o corpo docente da faculdade (“vem irmãzinha, pega no meu [censurado]”).

Diante da situação exposta, rememora-se que a Lei Estadual nº 18.013/2024 proíbe o trote universitário, nos seguintes termos:

Artigo 1º – É vedada a realização de atividades de recepção de novos estudantes, ao longo do ano letivo, em instituições de educação técnica e superior que envolvam coação, agressão, humilhação, discriminação por racismo, capacitismo, misoginia ou qualquer outra forma de constrangimento que atente contra a integridade física, moral ou psicológica dos alunos.

Artigo 2º – Compete às instituições de ensino:

I – adotar medidas preventivas para coibir a prática das atividades a que se refere o artigo 1º, dentro e fora de suas dependências;

II – instaurar processo disciplinar contra os alunos e funcionários que descumprirem a vedação de que trata o artigo 1º, ainda que fora de suas dependências, e aplicar-lhes as penalidades administrativas, que podem incluir o desligamento da instituição, sem prejuízo das sanções penais e civis cabíveis.

Parágrafo único – A instituição de ensino que se omitir ou se mostrar negligente no cumprimento das competências previstas neste artigo será punida administrativamente pelo respectivo sistema de ensino, na forma do regulamento, sem prejuízo de eventuais sanções penais e civis aplicáveis aos seus dirigentes por cumplicidade.

Com base no diploma legal supracitado, demonstra-se, objetivamente, o objetivo desta denúncia: que a Faculdade Santa Marcelina investigue e puna os alunos responsáveis pela confecção do bandeirão e presentes na fotografia divulgada, sob pena de violação da legislação supracitada, bem como sob pena de, pedagogicamente, criar um ambiente permissivo com relação às violências contra as mulheres desta instituição.

Isto pois a fotografia comprova a presença de diversos calouros (vide cabelos raspados e coloridos, em especial na parte inferior da fotografia), em conjunto com veteranos, empunhando bandeira com os dizeres misóginos – e de hino sabidamente proibido desde 2017, em campeonato de calouros.

No mais, rememora-se que a ação supracitada encontra tipicidade no art. 287 do Código Penal (apologia de crime ou criminoso – dos crimes contra a paz pública):

“Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime”.

O crime ao qual se faz apologia, sabidamente, é o crime de [censurado], previsto no art. 213 do Código Penal:

“Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”.

Sendo assim, resta claro que as ações praticadas pelo alunado merecem atenção, na medida que espelham condutas vedadas pela legislação pátria e estadual em nível criminal.

Roga-se pela investigação dos atos ocorridos, e por uma resposta institucional comprometida com a criação de um ambiente seguro para todas as alunas e alunos, pautadas pelo respeito coletivo e o decoro exigido pela profissão médica.

Além disso, embora saibamos que o órgão da Atlética trata-se de uma instituição independente, cujas eleições e escolhas de cargo sejam autoregradas, é necessário que a Instituição Santa Marcelina faça uma intervenção direta – caso o próprio órgão não se manifeste. Urge a deposição do aluno em questão do cargo vigente, uma vez que, inconsequentemente, assumiu um papel de representação estudantil esportiva. Mantê-lo neste cargo, é aceitar que esse tipo de atitude seja encorajada, sem medidas eficientes. Portanto, como uma das medidas tomadas, solicitamos que esta atitude seja urgentemente apurada e repassada para os demais discentes do órgão esportivo.

O Coletivo Francisca deposita sua confiança na resposta institucional da Faculdade Santa Marcelina e acredita que todo o ocorrido pode e deve ser resolvido nestas instâncias administrativas.

Coletivo Francisca, composto por 150 membras.”

Fonte: G1

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Motorista de aplicativo

Motorista de aplicativo mata passageiro durante corrida na Zona Leste de SP

por Redação 29 de abril de 2025

Um motorista de aplicativo foi preso após matar um passageiro a facadas durante uma corrida na Penha, na Zona Leste de São Paulo na madrugada deste domingo (27).

O crime aconteceu na Avenida Gabriela Mistral, próximo ao cruzamento com a Avenida Condessa Elizabeth de Robiano, por volta das 23h50 de sábado (26). Parte da ação foi gravada por uma câmera de segurança.

Segundo a polícia, a vítima e a namorada saíram de uma festa no bairro Jardim das Camélias, na Zona Sul da capital, e solicitaram um carro por aplicativo.

O motorista não conseguiu localizar o destino final, o que teria provocado uma discussão com o passageiro. Durante a briga, ele esfaqueou o homem.

Pelas imagens, obtidas pela TV Globo, o veículo parou no cruzamento no momento do crime. Em seguida, o motorista desceu do carro e, após alguns segundos, deixou o local.

A vítima ficou caída no chão, no meio da avenida, ao lado da namorada. O homem foi socorrido e levado ao Hospital Municipal do Tatuapé, mas não resistiu aos ferimentos.

Posteriormente, o motorista foi preso em flagrante pela Polícia Militar e encaminhado ao 31º Distrito Policial da Vila Carrão, onde o caso foi registrado como homicídio.

Fonte: G1

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Segurança

PM a caminho do trabalho reage a assalto em ponto de ônibus e mata bandido no litoral de SP

por Redação 24 de abril de 2025

Uma policial militar à paisana baleou e matou um criminoso, na madrugada desta quinta-feira (24), durante uma tentativa de assalto em um ponto de ônibus Praia Grande, no litoral de São Paulo. Segundo apurado pelo g1, a policial militar sem farda e interveio após o homem anunciar o crime. Outro assaltante conseguiu fugir.

De acordo com a Polícia Militar, o caso ocorreu na Avenida Dr. Roberto de Almeida Vinhas, no bairro Vila Mirim, por volta de 4h15. A PM estava sem farda, esperando um coletivo para ir ao trabalho, quando a dupla chegou em duas bicicletas e anunciou o assalto a moradores que estavam no ponto de ônibus.

A policial se identificou e deu voz de prisão, mas os assaltantes não obedeceram. Então, ela atirou contra um deles, que não resistiu aos ferimentos e teve a morte constatada no local. O outro conseguiu fugir.

O g1 apurou que a PM à paisana não ficou ferida. A ocorrência foi registrada na Central de Polícia Judiciária de Praia Grande como morte decorrente de intervenção policial e roubo, para a investigação do homem que fugiu.

Outro caso
Em março, criminosos armados assaltaram um homem e duas mulheres, uma delas com um bebê de cinco meses no colo, em Praia Grande, no litoral de São Paulo.

As vítimas estavam entrando no carro, quando os bandidos se aproximaram em bicicletas para roubar o veículo, que não deu partida. Sem o automóvel, o grupo fugiu com um celular e uma bolsa.

Fonte: G1

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