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Polícia Federal faz operação contra suspeitos de tráfico de migrantes bolivianos para fábricas clandestinas em SP

por Redação 24 de setembro de 2024

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (24) uma operação que investiga um grupo suspeito de tráfico de migrantes bolivianos ao Brasil.

Segundo a PF, esses bolivianos eram levados para trabalhar em fábricas clandestinas de roupas em São Paulo, em condições análogas à escravidão.

Estão sendo cumpridos 36 mandados de busca e apreensão e 16 medidas cautelares de proibição de deixar o Brasil, nas cidades de São Paulo, Guarulhos (SP), Belo Horizonte, Ribeirão das Neves (MG) e Corumbá (MS). A Justiça também determinou a suspensão das atividades em 26 empresas.

A investigação, segundo apurou a TV Globo, aponta que as vítimas eram aliciadas na Bolívia, por meio das redes sociais e rádios on-line, com promessas de emprego no Brasil.

Normalmente, atravessavam a fronteira por Corumbá, no Mato Grosso do Sul. E depois eram levadas pela quadrilha para São Paulo, onde passavam a trabalhar nessas confecções em condições degradantes e durante jornadas exaustivas.

Essa operação conta com o apoio do Ministério Público do Trabalho, da Defensoria Pública da União e do Ministério do Trabalho e Emprego.

Até a última atualização desta reportagem, a PF já tinha encontrado 100 migrantes nessa situação, incluindo menores de idade.

Fonte: G1

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Eleições

Debate do Flow termina com Marçal expulso e marqueteiro de Nunes agredido

por Redação 24 de setembro de 2024

O oitavo debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo, realizado nesta segunda-feira pelo Grupo Flow, foi marcado por uma confusão no final. Pablo Marçal (PRTB) foi expulso nos segundos finais do programa, repreendido pelo apresentador Carlos Tramontina por usar apelidos pejorativos contra Ricardo Nunes (MDB) — o que era proibido pelas regras do programa. Pouco depois, o marqueteiro de Nunes, Duda Lima, foi agredido por um assessor de Marçal com um soco e deixou o estúdio ensanguentado.

Marçal foi eliminado faltando dez segundos para que concluísse suas considerações finais. O ex-coach, que havia mantido o tom moderado durante o debate, chamou repetidas vezes o prefeito Ricardo Nunes de “bananinha” e prometeu “prender” o emedebista caso seja eleito, citando investigações a respeito da máfia das creches.

A saída do candidato do PRTB do programa foi seguida de um corre-corre, com seguranças e assessores invadindo o estúdio. A confusão foi deflagrada por um soco desferido por Nahuel Medina, integrante da equipe de Marçal, no marqueteiro Duda Lima. Segundo um dos presentes, Medina tentava filmar a expulsão de Marçal com um celular, quando o marqueteiro de Nunes teria pedido licença para o rapaz e levado o soco.

— Esse rapaz deu um soco no Duda Lima, do nada. Ele ficou sangrando, com o rosto pingando sangue no chão — afirmou Leandro Narloch, chefe de comunicação de Marina Helena (Novo).

Em publicação em suas redes sociais, Medina disse mais tarde que apenas “se defendeu institivamente”. O homem, um dos responsáveis por produzir os vídeos de Marçal, compartilhou um vídeo em que mostra Duda Lima rindo após o anúncio da expulsão do candidato do PRTB, e aparentemente tentando tomar o celular de suas mãos.

— Ele (Duda Lima) levou um soco do nada, de uma forma covarde. A delegada achou melhor ele ir para o hospital. Não está se sentindo bem, estava com tontura. Estamos indo para o hospital — disse Nunes na saída da delegacia. Segundo o prefeito, o marqueteiro será atendido no Hospital Sírio-Libanês e só depois prestará depoimento.

Tassio Renam, advogado e coordenador de campanha de Pablo Marçal, disse que Medina foi alvo de uma agressão de Duda Lima antes de desferir um soco no marqueteiro e que um boletim de lesão corporal será registrado por parte da defesa da equipe de Marçal.

— O Medina não está detido. Ele está aguardando o momento de dar o depoimento dele. Ele não saiu na viatura, ele veio dentro do meu carro. Foi na verdade um ato de legítima defesa. O Duda Lima dá uma risada, na esperança de tomar o celular dele, acaba desferindo um golpe que rasga a camisa dele, arranha o peito dele — disse Renam.

Ainda na saída do estúdio, Marçal defendeu seu funcionário. Segundo o candidato, o integrante de sua equipe apenas revidou uma provocação de Duda Lima. Para Marçal, o mediador do debate errou ao expulsá-lo do evento.

— Ele (Duda) avançou, agrediu o integrante da minha equipe e ele, na reação, acabou desferindo um soco contra ele. Infelizmente, as pessoas estão sem esse equilíbrio emocional na nossa sociedade, é o que eu falo todos os dias, que a gente precisa ensinar, desde a base no ensino público, a inteligência socioemocional — afirmou o ex-coach. — Quem tratou o Duda Lima foi o enfermeiro da minha equipe. O enfermeiro da minha equipe que tratou ele, só pra vocês saberem. Então é o seguinte, péssimo debate.

Tramontina, o mediador do debate, criticou Marçal por aproveitar o tempo final para “adotar o projeto de sair fazendo tudo aquilo que ele não pode de agressão e desrespeito”.

— Ele claramente usou o tempo final na expetativa de que isso fosse ser o fecho do debate sem nenhuma responsabilização ou consequência — disse o mediador.

A reação dos candidatos
Após o debate, Marina Helena classificou a confusão como “inaceitável”. Em entrevista aos organizadores, a candidata defendeu a prisão do assessor de Marçal e disse que é preciso inteligência emocional porque já precisou “fugir” duas vezes de debates devido a confusões.

— Uma agressão física como essa é inaceitável — disse.

Tabata Amaral (PSB) disse que Marçal “conseguiu mais uma vez” roubar o holofote por não conseguir pautar o debate.

— Tenho certeza que amanhã só vão falar no soco, não vão falar em propostas — disse a candidata, claramente irritada.

Guilherme Boulos (PSOL) também classificou a ação como inaceitável e disse que Marçal é o “boi de piranha” de Nunes, chamando a atenção e evitando que os problemas da gestão do prefeito ganhassem o foco.

Fonte: OGLOBO

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Segurança

Delegado do DEIC é enterrado em cemitério na Zona Sul de SP, com a presença de Moraes e outras autoridades

por Redação 23 de setembro de 2024

O corpo do delegado Mauro Guimarães, do DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais), foi sepultado na manhã deste domingo (22) no Cemitério Gethsêmani, no Morumbi, na Zona Sul de São Paulo.

Várias autoridades estiveram presentes para prestar as últimas homenagens ao delegado, entre elas, Alexandre de Moraes. O atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi Secretário de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP) entre 2015 e 2016 e era amigo da família do delegado Mauro Guimarães.

As cúpulas das polícias militar e civil também estiveram no enterro.

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o atual secretário da pasta de segurança, Guilherme Derrite, não puderam comparecer ao velório ou sepultamento em razão de compromissos fora da capital.

Um homem foi preso após o crime e está internado em um hospital sob escolta policial. O estado de saúde do suspeito não foi divulgado. Ainda segundo o delegado Artur Dian, chefe da Polícia Civil do Estado de São Paulo, outros dois suspeitos tiveram a prisão temporária decretada e estão sendo procurados.

O delegado informou ainda que esses suspeitos aparecem em outras imagens que estão sendo analisadas pela polícia. Essas imagens não foram divulgadas.

“Ele tava ali dando a cobertura. A gente tem outras imagens também de outras ruas. Então, a gente vê os dois trabalhando conjuntamente para a ação criminosa. Então, ele é um dos suspeitos sim”, detalhou Dian.

O crime
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), no momento do ocorrido, o delegado Mauro Guimarães Soares, de 59 anos, estava acompanhado de sua esposa, também policial, quando ambos foram abordados por um criminoso em uma motocicleta, que anunciou o roubo.

Durante a troca de tiros, o delegado foi atingido. Guimarães chegou a ser socorrido ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu as ferimentos.

Um dos criminosos também foi baleado e preso, mas a pasta não informou o nível do ferimento dele. O segundo homem que participou do crime fugiu e a Polícia tenta localizá-lo.

Em nota, a SSP lamentou a morte do delegado e disse prestar solidariedade à família e amigos da vítima.

Fonte: G1

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Eleições

Após cadeirada e gritaria, eleição de SP tem primeiro debate sem tumulto entre candidatos

por Redação 20 de setembro de 2024

O debate entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo, realizado na manhã desta sexta-feira (20) pelo SBT, portal Terra e Rádio Nova Brasil, foi marcado pela apresentação de propostas, com poucos ataques, diferente dos anteriores que registraram gritaria, acusações e cadeirada.

Participaram os candidatos que lideram a disputa na cidade: Guilherme Boulos (PSOL), José Luiz Datena (PSDB), Marina Helena (Novo), Pablo Marçal (PRTB), Ricardo Nunes (MDB) e Tabata Amaral (PSB).

Durante o primeiro bloco, Pablo Marçal (PRTB) foi o último a ser escolhido para responder os questionamentos de outros candidatos. Ele chegou a perdir perdão aos eleitores pelos adversários, não usou apelidos como nos últimos e disse que agora terá postura de governante após mostrar sua pior versão nos outros debates.

“Eu quero pedir perdão pra todo eleitor paulistano, que a minha tentativa até o último debate, a campanha começa pra valer agora, foi expor o caráter de cada um, de alguém que precisa de internação psiquiátrica, de outro que tem um perfil ditatorial, de alguém que tem boletim de ocorrência em relação a violência doméstica, de alguém que demonstra, você viu. Não adianta ouvir propostas de 10 candidatos sendo que eles não são viáveis emocionalmente, espiritualmente, fisicamente”, afirmou.

E ressaltou: “Só pra vocês perceberem que em todos os debates eu nunca fui o palhaço, eu sempre respondi os palhaços. A Tabata, que parece a moça mais comportada de todas, ela acabou de ceder esse espaço. A grande verdade é que alguém escrever sua proposta ou chamar um marqueteiro pra fazer você ficar parecendo Lulinha paz e amor não vai convencer ninguém, as pessoas querem saber a sua pior versão e a sua melhor. A minha pior eu já mostrei nos debates. A partir de agora você vai ver alguém que tem postura de governante, que de fato gerou riqueza, gerou mais empregos”.

O encontro começou às 11h15 . As posições de cada candidato foram definidas em um sorteio feito com integrantes de todas as campanhas no dia 27 de agosto. Diferente do último debate realizado pela RedeTv!, logo após a cadeirada dada por Datena a Marçal, as cadeiras não foram parafusadas.

No estúdio houve a presença de seguranças da emissora e também dos seguranças dos candidatos. Também foi permitido ter plateia, mas apenas para convidados dos candidatos.

No primeiro bloco, pela ordem de sorteio, Guilherme Boulos (PSOL) foi o primeiro candidato a escolher alguém para ser questionado sobre segurança pública. Boulos escolheu Datena (PSDB), e ambos apresentaram propostas para combater a violência doméstica.

Ricardo Nunes foi o segundo sorteado que poderia fazer pergunta. Ele escolheu Guilherme Boulos para debater a questão climática.

Na sequência, Marina Helena (Novo) escolheu Nunes para falar sobre zeladoria. Durante questionamento, ela alfinetou Datena dizendo que “aprendeu a falar proposta”.

“Gente, você que está em casa, está cansado do que você está vendo aqui. A grande verdade é que a política se distanciou muito da sua realidade. E o que a gente tem aqui é um grande circo em que a gente vê o que aconteceu nos últimos debates, todo mundo fica falando um monte de propostas pra você, até o Datena, que gaguejava no primeiro debate, aprendeu a falar propostas. Propostas iguais, feitas baseadas em pesquisas, que querem saber exatamente o que que você quer escutar”, afirmou.

Em seguida, Datena escolheu Tabata para questionar sobre saúde. Tabata, em seguida, questionou Pablo Marçal sobre educação. O candidato falou sobre propostas e ressaltou sobre uma mudança de postura.

No segundo bloco foram feitas perguntas dos jornalistas participantes, que escolheram candidatos para responderem. Simone Queiroz e Fabio Diamante, do SBT, fizeram duas perguntas cada. Luciana Pioto, do Terra, e Roberto Nonato, da Novabrasil, perguntam uma vez.

No terceiro bloco houve uma nova rodada de perguntas. O candidato Pablo Marçal foi o primeiro a questionar os adversários, mas foi um dos últimos a ser escolhido para responder.

O debate também foi marcado por poucos pedidos de direito de resposta, sendo 6 ao total.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Justiça Militar absolve PMs acusados de tortura por amarrar homem negro pelos pés e pelas mãos ao efetuar prisão em SP

por Redação 20 de setembro de 2024

O Tribunal de Justiça Militar absolveu os policiais militares acusados de tortura durante uma abordagem na Zona Sul de São Paulo em junho do ano passado. Os agentes amarraram os pés e as mãos de um homem negro que tinha furtado um mercado na Vila Mariana depois que ele resistiu à prisão.

Um vídeo da ocorrência mostra os PMs carregando o homem amarrado com uma corda.

À época, a Polícia Militar afastou os policiais e abriu inquérito para apurar o caso.

Ao final da investigação, o Ministério Público pediu que três dos seis policiais que aparecem nas imagens fossem condenados por tortura.

O Tribunal de Justiça Militar analisou o caso e decidiu que os PMs deveriam ser absolvidos porque não cometeram nenhum crime.

Sentença
Na sentença, de 196 páginas, o juiz Ronaldo João Roth escreveu que “a maneira com que o suspeito foi imobilizado tinha como objeto impedir que ele pudesse usar qualquer membro com finalidade agressiva – considerando que, inicialmente, os PMs tentaram somente algemá-lo, sem sucesso”.

O juiz afirmou, ainda, que o uso da corda é um procedimento lícito, utilizado pela PM de São Paulo, e que a vítima não reclamou ter sofrido nenhum sofrimento, abuso, humilhação ou agressão por policiais militares.

Ainda de acordo com a sentença, a avaliação médica da vítima não apontou nenhuma lesão.

O advogado João Carlos Campanini, que defendeu dois dos PMs acusados de tortura, disse que a decisão foi a mais adequada possível:

“A gente entende que a tortura tem alguns requisitos. Para o crime de tortura, por exemplo, obter confissão obter uma informação, né. Então, a partir do momento em que eles têm uma situação de contenção de necessidade, não configura, não tem como configurar um crime de tortura”.

Já o advogado da vítima, José Luiz de Oliveira Júnior, questionou a sentença e espera um desfecho diferente na Justiça comum:

“A decisão é totalmente contrária com o que aconteceu. Não é uma questão de interpretação, é uma questão de pura e simplesmente observar o que aconteceu nada mais. Deixa a mensagem de que, infelizmente, as pessoas que efetivamente necessitam de justiça, infelizmente, não se têm no Brasil”.

A Justiça comum também analisa uma ação de indenização por danos morais movida contra o Estado pela conduta dos PMs. O processo está na fase de alegações finais e não há prazo para a sentença.

Fonte: G1

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Educação

Escola Estadual da Zona Norte de SP está no top 3 de prêmio ‘Melhor Escola do Mundo’; conheça

por Redação 19 de setembro de 2024

A Escola Estadual Deputado Pedro Costa, no Tucuruvi, Zona Norte de São Paulo, está entre três escolas finalistas do prêmio “World’s Best School”, “Melhor Escola do Mundo”, em tradução livre.

Os vencedores do prêmio serão anunciados no dia 24 de outubro.

O prêmio é da T4 Education, uma plataforma global que reúne uma comunidade de mais de 200 mil professores de mais de 100 países com o objetivo de transformar a educação no mundo.

A escola está concorrendo ao prêmio pela categoria Colaboração Comunitária por causa dos projetos de xadrez e atletismo, que tiveram o apoio da ONG Parceiros da Educação para implementar. Os professores responsáveis pelos projetos são: Leonardo Alcântara, de Xadrez, e Luiz Fernando Junqueira, de Atletismo.

Em junho, quando as dez finalistas de cada categoria foram anunciadas, o g1 visitou o Pedro Costa para entender as iniciativas e saber mais sobre a história do colégio. (Saiba mais abaixo).

Correu o risco de fechar
Na visita, o g1 descobriu que anos antes de ser finalista do prêmio, a Pedro Costa corria risco de fechar.

Segundo a diretora da escola, Janaína Freire, em 2021, os pais e responsáveis das crianças que moram na região estavam escolhendo escolas municipais por terem mais benefícios, como uniforme, aulas de inglês e tablets. Por isso, poucos alunos mostravam interesse na Pedro Costa e os já matriculados estavam migrando para outras instituições. Com poucos estudantes, a escola não teria como continuar aberta em 2022.

A solução encontrada para atrair mais alunos foi inserir a escola no Programa de Ensino Integral (PEI). Com a carga horária maior, de nove horas no total, a diretora e os professores incluíram aulas diferentes na grade dos estudantes como xadrez, atletismo, horta, culinária, leitura e práticas experimentais.

“A partir do momento em que você oferece oportunidade de o aluno experimentar, ele vai fazer. Se nós não oferecermos ele não vai fazer (…) nós temos que oferecer para o aluno outras oportunidades de aulas para eles experimentarem”, explicou o professor de atletismo, Luiz Fernando Junqueira.

Hoje, a escola tem 300 alunos do 1° ao 5° ano do Ensino Fundamental 1 e funciona integralmente dentro do PEI, das 7h às 16h.

“As crianças não precisam ficar fora da escola por um grande período de tempo em que os pais estão trabalhando”, informou Janaína, sobre o que tornou a escola mais atrativa e permitiu que continuasse com as portas abertas.

Xadrez e atletismo

Após a transformação em PEI, os projetos de atletismo e xadrez se tornaram pilares na transformação da escola e a impulsionaram no ranking de avaliação do prêmio, na categoria Colaboração Comunitária, em que os requisitos são: liderança e prática colaborativa, envolvimento parental ativo, serviços integrados para estudantes e a aprendizagem expandida.

“A gente tenta trazer a comunidade para dentro [da escola] ao cuidar bem das crianças, fazendo com que os projetos de xadrez e atletismo saiam daqui e vão para a casa deles, que os pais possam fazer parte na hora de fazer uma liga fora da escola”, explicou Janaína Freire, diretora da escola, sobre como agregam os pais e comunidade à escola.

“[Quando as crianças estão aprendendo] existe sempre o egocentrismo porque eles querem capturar a peça. Mas qual a ideia do jogo? O Xeque-Mate. É deixar o rei sem saída. Então quando você ensina isso e a criança entende que você tem que criar estratégia com as peças e tomar decisões, ai ela sai do egocentrismo e vai para o jogo”, explicou Leonardo Alcântara, professor de Xadrez.

Novas pedagogias
Além das aulas extracurriculares, o corpo docente aderiu a dois tipos de pedagogia que fizeram toda a diferença para serem considerados para o prêmio de Melhor Escola do Mundo na categoria Colaboração Comunitária: a Pedagogia da Presença e a Pedagogia da Tutoria.

Na Pedagogia da Presença, os estudantes precisam estabelecer na relação com o aluno, o afeto, o respeito e a reciprocidade, ou seja, vínculos de consideração presentes em todas as ações no dia a dia durante o cotidiano da escola.

“Eu me sinto mais acolhido. Os professores falam coisas bonitas para nós, eles sempre nos acolhem, sempre elogiam. Quando a gente perde aula, eles pegam a gente no final da aula e dão aula até o horário da saída”, contou o estudante Lucas Pires, de 10 anos, sobre a mudança da postura da escola.

Já na Pedagogia da Tutoria, os professores e a gestão escolar são também tutores dos alunos e trabalham para orientar e impulsionar eles tanto para formação acadêmica como para a pessoal e profissional.

Segundo a diretora da escola, os pais começaram a comparecer em mais reuniões e criaram um vínculo mais forte com o corpo estudantil ao ponto de trazer de questões pessoais para tratar com os professores, direção e coordenação.

“A gente quer que os pais estejam dentro da escola no momento em que a gente abre o portão para eles virem. A reunião de pais está mais acolhedora, e a gente vê que estão sendo bem mais chamativas e que os pais estão mais presentes”, informou Janaína.

Como os alunos enxergam a Pedro Costa
Crianças animadas e entusiasmadas, uma bagunça típica de alunos dos 6 aos 11 anos, saudável, com liberdade, mas em um ambiente monitorado e de parceria com os professores. Essas foram algumas impressões que o g1 teve ao chegar na Escola Estadual Pedro Costa para falar com os professores e direção, sim, mas também com os alunos.

Enquanto o g1 entrevistava o professor de xadrez, Leonardo Alcântara, no local onde os alunos jogam, uma turma animada saía do recreio. No caminho de volta para sala, ao passarem pelas mesas com tabuleiros, os estudantes começaram uma algazarra pedindo ao professor para jogarem pelo menos uma partida.

Com o aval, os estudantes sentaram e depois alguns minutos, quando os ânimos acalmaram, o local estava em completo silêncio. A turma tinha cerca de 30 alunos e todos se concentraram e começaram suas partidas. Segundo o professor, as peças de xadrez sempre ficam expostas, em posição, em cima dos tabuleiros. Os alunos jogam, deixam o lugar e passam pela sala durante todo o dia, mas as peças continuam lá.

“O que eu mais gosto de fazer na escola é jogar futebol, estudar e jogar xadrez, porque é um desenvolvimento que eu consigo usar em qualquer coisa [área da vida]. O xadrez me ensina na matemática, em tudo que eu estudo com os meus professores e com as minhas professoras”, disse o aluno Leonardo Rocha.

O professor ressaltou a influência do xadrez na vida dos alunos em criar disciplina e estratégia. Mas o jogo não é a única estrela da escola. Os alunos gostam da calma do xadrez, mas também adoram a quantidade de esportes dinâmicos do atletismo.

“Eu acho muito legal porque agora o professor Léo da futebol às vezes, mas também dá atletismo (…) O bom do atletismo é visão, onde você vai percorrer e você aprende a olhar onde você vai estar percorrendo”, contou a aluna Catarina Venâncio.

“Eu estudei a minha vida inteira e particular e nunca vi uma escola tão legal”, revelou Gabriel Nicastro, aluno que revelou ser diagnosticado com TDAH.

Fonte: G1

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São Paulo

90% das remoções de corpos na 1ª fase da Operação Escudo ocorreram sem necessidade e vítimas chegaram sem vida ao hospital, diz estudo

por Redação 19 de setembro de 2024

90% dos casos em que houve remoção do cadáver na primeira fase da Operação Escudo, da Polícia Militar, na Baixada Santista, em julho e setembro de 2023, ocorreram sem necessidade, já que as vítimas chegaram mortas aos hospitais e não receberam atendimento médico, de acordo com estudo produzido pelo Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (GENI/UFF), do Rio de Janeiro.

O grupo analisou 20 mortes e em 10 delas houve remoção do corpo. Em apenas um dos casos de remoção, a vítima recebeu algum tipo de atendimento médico ao chegar ao hospital – e mesmo neste, em razão da gravidade dos ferimentos, foi declarada morte apenas 33 minutos após a sua entrada na Emergência.

A conclusão do estudo vai ao encontro de reportagem exclusiva do g1 que mostrou que funcionários do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e de um hospital de Santos revelaram que pessoas baleadas na segunda fase da Operação Escudo, em fevereiro deste ano, já estavam mortas quando foram levadas às unidades de saúde.

Quando o corpo é retirado do local do crime, o trabalho da perícia fica prejudicado, e é difícil constatar, por exemplo, se houve um homicídio ou uma Morte Decorrente de Intervenção Policial (MDIP) — quando alguém é baleado em confronto com a polícia, segundo especialistas em segurança pública ouvidos pelo g1.

Em reunião na segunda-feira (16), defensores públicos e especialistas apresentaram a nota técnica sobre 20 mortos e 2 feridos na ação da PM paulista. No total, 28 pessoas foram mortas na primeira fase da operação.

Outros pontos do estudo que você verá nesta reportagem:

A subutilização das evidências ou provas materiais;
A sobreutilização das evidências ou provas orais;
A sobrevalorização do testemunho dos agentes de Estado presentes em todos os casos e servindo como articulador do conjunto de evidências;
A subvalorização do testemunho de moradores e familiares de vítimas, dado que estas testemunhas foram consideradas sem credibilidade, ainda que a análise qualitativa indicasse elementos importantes a serem considerados.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que “todas as ocorrências de morte durante a operação são rigorosamente investigadas pelas polícias Civil (Deic de Santos) e Militar, com o acompanhamento das respectivas corregedorias, do Ministério Público e do Poder Judiciário. Todo o conjunto probatório apurado no curso das investigações, incluindo as imagens das câmeras corporais, foi compartilhado com esses órgãos e o trabalho policial segue em segredo de Justiça” (leia abaixo a íntegra do comunicado).

Imagens
O documento obtido pelo g1 mostra que em 67% das ocorrências não havia imagens registradas, sendo que 38% dos policiais que participaram da Operação Escudo não usavam as câmeras corporais que deveriam portar durante a ação.

Além de policiais sem as câmeras, havia agentes que transportavam equipamentos descarregados (29%). Ou seja, na maioria dos casos (67%) há apenas o relato dos PMs sobre o que aconteceu durante a ação. Em 33% dos casos, as imagens foram encaminhadas ao Ministério Público.

A falta de câmeras e imagens abrange cinco diferentes batalhões que participaram da Escudo. “Em vários casos, a ausência de gravações foi justificada pela falta de equipamentos no batalhão responsável ou pela falta de carga nas câmeras especificamente no horário do confronto”, diz a nota técnica.

Perícia
Um dos aspectos mais críticos destacados pelo relatório foi “a precariedade nas investigações”. Em apenas 55% dos casos analisados, a cena do crime foi devidamente preservada para a realização de perícias, e em nenhum dos casos houve a elaboração de um croqui.

Além disso, não houve a “amarração” dos vestígios, isto é, os peritos não apresentavam medições precisas que fornecessem a posição dos elementos encontrados (como estojos de munição, rastros de sangue ou substâncias entorpecentes) no ambiente e em relação aos demais vestígios/corpo encontrados, impossibilitando uma reconstrução precisa dos fatos. Ainda, as fotografias dos locais das ocorrências e dos objetos apreendidos foram limitadas, o que compromete a qualidade das investigações.

O estudo também não encontrou imagens que indicam que as vítimas estivessem com armas.

“Na maioria dos laudos, não era possível encontrar a foto do objeto apreendido no local ou, mesmo nos casos em que havia essa possibilidade, eles não estavam com as medições. Além disso, não houve, em nenhuma das 20 perícias no local realizadas, o registro lícito da posição da arma com a vítima nos laudos. Tais fatos são indicativos de que, sistematicamente, os objetos apreendidos eram retirados das cenas do crime e entregues diretamente ao Batalhão para somente depois serem apreendidos e encaminhados à perícia, rompendo-se aí importante protocolo da cadeia de custódia da prova em investigações.”

Predomínio do depoimento policial
Em 100% dos casos analisados, os policiais que participaram dos confrontos foram ouvidos e, em grande parte, “essas narrativas foram aceitas sem questionamentos significativos e se tornaram a linha de investigação, incluindo o cotejamento com as provas materiais”.

Em contrapartida, 78,9% dos casos incluíram depoimentos de testemunhas civis, como moradores ou familiares das vítimas. Apesar de ser um percentual expressivo em comparação com outros contextos de investigação, “esses depoimentos foram em sua maioria desconsiderados pelas autoridades, sob alegação de parcialidade ou irrelevância, o que manifesta como, apesar de coletadas, essas narrativas não chegaram a alterar o fio condutor das investigações”.

Segundo o GENI, familiares das vítimas relataram coação e ameaças por parte de policiais, o que, segundo o grupo, contribui para “um ambiente de silenciamento e intimidação”. Testemunhas que poderiam fornecer versões alternativas ou contestar as narrativas policiais recusaram-se a depor, citando medo de represálias. Em pelo menos um caso, foi concedida uma medida protetiva a familiares da vítima devido a ameaças explícitas.

Impacto e recomendações
A defensora pública Fernanda Balera, do Núcleo Especializado de Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria Pública, afirmou que incluiu a nota técnica em seis pedidos de desarquivamento de inquéritos da Operação Escudo.

“Para deixar claro que tem um padrão nessas operações que precisa ser considerado, tanto nas falhas periciais quanto nas questões envolvendo as investigações”, diz.

“Entre outros pontos importantes, a nota técnica destaca o uso excessivo da força pelos policiais e chama atenção para os obstáculos impostos pela própria polícia à investigação [narrativas repetidas, valorização da palavra dos policiais em detrimento de provas técnica, não preservação do local dos fatos, não utilização das câmeras corporais portáteis]. Esses dados apontam para a padronização de um comportamento que excede os parâmetros legais sobre o uso da força por agentes de segurança, sobretudo em operações policiais que são historicamente realizadas pelo Estado como ‘solução’ para o problema da segurança pública, que não pode ser naturalizado pelo Sistema de Justiça”, completa.

O que diz a SSP
“Realizada para combater o tráfico de drogas e o crime organizado na região da Baixada Santista, a operação Escudo permitiu a prisão de importantes lideranças de facções criminosas, a captura de 388 foragidos da Justiça e de aproximadamente outros 600 criminosos. Além disso, 119 armas de fogo, incluindo fuzis de uso restrito, foram retiradas das ruas, e cerca de uma tonelada de drogas foi apreendida.

Todas as ocorrências de morte durante a operação são rigorosamente investigadas pelas polícias Civil (Deic de Santos) e Militar, com o acompanhamento das respectivas corregedorias, do Ministério Público e do Poder Judiciário. Todo o conjunto probatório apurado no curso das investigações, incluindo as imagens das câmeras corporais, foi compartilhado com esses órgãos e o trabalho policial segue em segredo de Justiça.

A atual gestão investe continuamente na capacitação do efetivo, na aquisição de equipamentos de menor potencial ofensivo e em políticas públicas voltadas para a redução da letalidade. Além disso, os cursos ao efetivo são constantemente aprimorados e comissões direcionadas à análise dos procedimentos revisam e aperfeiçoam os treinamentos, bem como as estruturas investigativas.”

Fonte: G1

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São Paulo

Seis estrelas, 160 quartos e diária de quase R$ 20 mil: Rosewood de SP é único hotel brasileiro em lista dos 50 melhores do mundo

por Redação 18 de setembro de 2024

O hotel Rosewood São Paulo, da capital paulista, foi eleito o 24º melhor do mundo pelo prêmio internacional The World’s 50 Best Hotels 2024, que escolhe as melhores hospedagens do mundo anualmente.

Rosewood é o único hotel brasileiro que aparece no ranking, divulgado nesta terça-feira (17) em Londres, Inglaterra.

Ele também foi eleito o melhor hotel da América do Sul pelo segundo ano consecutivo.

Quem lidera a lista é o hotel Capella Bangkok, de Bangkok, na Tailândia. Em segundo lugar está o Passalacqua, em Lago de Como, na Itália. E em terceiro, Rosewood Hong Kong, em Hong Kong.

Localizado na antiga área dos Hospitais e Maternidade da Família Matarazzo, na Rua Itapeva, próxima à Avenida Paulista, o hotel foi inaugurado em 2022, em um espaço de 27 mil metros quadrados.

Com 160 quartos e suítes, seis restaurantes, a diária pode variar entre R$ 4 mil e R$ 20 mil – dependendo do quarto.

Neste ano, o hotel lançou uma suíte penthouse que acomoda oito pessoas. O espaço tem 1,2 mil metros quadrados, um jardim inspirado na floresta tropical brasileira, banheira de mármore e piscina com borda infinita.

O hotel ocupa um dos poucos edifícios históricos remanescentes da área e uma nova torre de jardim vertical do arquiteto vencedor do Prêmio Pritzker Jean Nouvel, com interiores do designer Philippe Starck.

O empreendimento tem 450 obras de arte criadas exclusivamente em colaboração com 57 artistas locais. A coleção inclui esculturas, pinturas, desenhos, azulejos e tecidos.

“Os destaques incluem o teto celestial, um tanto alucinante, do bar de jazz do hotel, Rabo di Galo, que levou o artista Rodrigo de Azevado Saad, também conhecido como Cabelo, um total de 68 horas para ser concluído”, diz o site da premiação.

Ainda conforme o “The World’s 50 Best Hotels 2024”, o hotel também preserva o meio ambiente e não faz uso de plásticos descartáveis.

“O empreendimento Cidade Matarazzo, o maior projeto de upcycling do Brasil, é um dos mais ecológicos do país, feito com materiais 100% de origem local, com seu design biofílico apoiando um programa de biodiversidade que visa repovoar a flora e a fauna indígenas da Mata Atlântica. Olhe para cima para contar as 250 árvores de até 14 m de altura que adornam a Torre Mata Atlântica do hotel”, afirmou a premiação.

Confira os 10 melhores hotéis do mundo em 2024:
Capella Bangkok (Bangkok, Tailândia)
Passalacqua (Lago de Como, Itália)
Rosewood Hong Kong (Hong Kong)
Cheval Blanc Paris (Paris, França)
The Upper House (Hong Kong)
Raffles Singapore (Singapura)
Aman Tokyo (Tóquio, Japão)
Soneva Fushi (Maldivas)
Atlantis The Royal (Dubai, Emirados Árabes Unidos)
Nihi Sumba (Sumba Island)

Fonte: G1

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São Paulo

São Paulo tem Bienal do Livro histórica, mas espaço não dá conta do público e feira colapsa

por Redação 18 de setembro de 2024

A 27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo foi a maior da última década, com ingressos esgotados, filas gigantescas, estandes estrombados e recordes de venda.

O mais de 75 mil metros quadrados do Distrito Anhembi não deram conta de receber de forma minimamente confortável os 722 mil visitantes, ao longo dos dez dias de evento. O número supera em quase 10% o da edição anterior, segundo a Câmara Brasileira do Livro, responsável pela organização.

Havia filas para entrar nos espaços das editoras, pagar, comer, ir ao banheiro e até para sentar no chão.

Mas o retorno financeiro de tudo isso veio: o ticket médio do evento foi de R$ 208,14 e houve um aumento de 83% na média diária de faturamento em comparação com 2022. Quem mais compareceu foram os jovens. Cerca de 43% do público foi de pessoas entre 18 e 24 anos, segundo a Secretaria Municipal de Turismo.

As editoras também registraram explosão no faturamento, com destaque da Companhia das Letras, que informou, em nota, ter batido “todos os seus recordes”; da Intrínseca, que teve crescimento de 60%; e do Grupo Editorial Record, que aumentou sua comercialização em 60%. Para Sextante, Arqueiro e Harper Collins, o boom chegou a 100%.

Quadrinistas buscam espaço
Apesar de todo esse alvoroço, quadrinistas reclamaram da falta de um espaço dedicado a eles, a exemplo da Bienal do Rio do ano passado. Tanto que um time de artistas independentes se reuniu para alugar um estande e divulgar seu trabalho.

Trata-se do Artist’s Alley, ou beco dos artistas, criado por Carlos Ruas, Cecília Ramos (Cartumante), Gustavo Borges, Rafael Fritzen, Guilherme Infante, Wesley Mercês, Caetano Cury e Orlandeli.

“Foi uma ideia diferente, mas funcionou maravilhosamente”, fala Carlos Ruas.

“O Ziraldo, que foi homenageado nesta edição, inspirou as gerações a viver de quadrinhos. Quando você vai na CCXP, você tem 400 mesas no Artist’s Alley, cheias de artistas. Isso é revolucionário e o Ziraldo foi fundamental para nos dar essa esperança.”

Gustavo Borges, autor da graphic novel Cebolinha: Recuperação, lançada pela Panini, participou da edição carioca do evento.

“Acredito que o público de uma Bienal também seja o nosso público. Ponho a minha mão no fogo que é um lugar em que a gente precisa estar, pois novos públicos vão nos encontrar. Nunca mais vai faltar quadrinho na Bienal.”

Fonte: r7

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Eleições

Primeiro debate após cadeirada tem novas brigas e gritaria em meio a acusações entre candidatos à Prefeitura de SP

por Redação 17 de setembro de 2024

O debate entre candidatos à Prefeitura de São Paulo , realizado pela RedeTV! e o portal Uol na manhã desta terça-feira (17), foi marcado por novas brigas, trocas de acusações, gritaria e inúmeros pedidos de direito de resposta.

Participaram os candidatos que lideram a disputa na cidade: Guilherme Boulos (PSOL), José Luiz Datena (PSDB), Marina Helena (Novo), Ricardo Nunes (MDB) e Tabata Amaral (PSB).

O encontro começou às 10h20 já em clima de tensão após o apresentador José Luiz Datena ter agredido Pablo Marçal com uma cadeira durante o debate realizado pela TV Cultura no domingo (15).

Datena e Marçal comentaram sobre o episódio e trocaram acusações. O candidato do PRTB disse que Datena teve um comportamento “análogo a orangotango”.

“No último debate, eu tava terminando a minha fala, falando que o Datena não é homem e aqui eu retifico, retifico não, ratifico, ele não é homem, ele é um agressor e as cadeiras aqui foram parafusadas no chão porque ele teve um comportamento análogo a um orangotango, numa tentativa de homicídio contra mim. E eu quero agradecer todos os candidatos aqui que não foram solidários”.

Datena pediu direito de resposta e rebateu afirmando que não se orgulhava do ocorrido, mas que agiu em defesa de sua família e disse que não bateria em “covarde” duas vezes.

“Você pode me provocar da forma que você quiser, que eu não vou partir pra agressão com você porque eu não bato em covarde duas vezes. Covarde apanha uma vez só, eu não vou fazer isso.”

Logo depois, o debate chegou a ser interrompido por conta de um bate-boca e gritaria protagonizados por Ricardo Nunes (MDB) e Pablo Marçal (PRTB).

A moderadora precisou elevar a voz e avisar que ambos seriam suspensos caso não parassem.

Desde o início, Marçal se recusou a falar com a imprensa, depois disse que não iria beber a água oferecida pelo evento, e não aceitava o previsto em regra, que deveria se referir aos adversários pelo nome – e não por apelidos pejorativos.

Em uma das perguntas de livre escolha, ele se referiu a Nunes como “Bananinha” e questionou o atual prefeito sobre o boletim de ocorrência por violência doméstica feito pela esposa de Nunes em 2011. O caso foi revelado pela Folha de S. Paulo em 2020.

Nunes também optou pela estratégia de acusação e usou como argumento a condenação de Marçal por furto qualificado em 2010, em primeira instância, em relação à Operação Pégasus, deflagrada pela Polícia Federal em 2005, e que teve como objetivo desmantelar uma quadrilha especializada em invadir contas bancárias por meio da internet.

“Ele saiu da cadeia, mas a cadeia não saiu de dentro dele. A forma como ele vem colocando e tratando as pessoas assim, é a forma da malandragem de cadeia. Ele cria na provocação, ele manda mensagens das pessoas, como mandou pra mim, se solidarizando, como o Datena colocou e saiu no Uol, na mesma estratégia que fez com aqueles aposentados, pessoas humildes, de mandar e-mail, querendo ganhar a confiança da pessoa, a pessoa acessava, levava ali à abertura das suas contas correntes, pra ele subtrair o recurso, quem tá falando isso é a justiça, é a condenação de 4 anos e 5 meses, onde ele já foi preso. Agora, é o tempo todo atacando as pessoas.”

Muitas acusações, poucas propostas
O segundo bloco foi mais civilizado, mas permaneceu com escassez de propostas.

As acusações seguiram em pauta, e esquentaram o clima quando Marina Helena (Novo) acusou sem provas Tabata Amaral de fazer viagens em jatinho particular para visitar o namorado, João Campos (PSB), atual prefeito de Recife e candidato à reeleição.

Tabata negou e classificou as acusações de Marina como um “deliro grave”.

“Aguarde um processo. Você não pode trazer uma afirmação que simplesmente não corresponde à realidade.”

O terceiro bloco manteve a retórica dos ataques e pedidos de direito de resposta, principalmente por conta das acusações feitas por Marçal a Ricardo Nunes e Datena.

No segundo e quarto blocos, os candidatos também tiveram que responder perguntas feitas por jornalistas do Uol e da RedeTv!.

Dentre os questionamentos, Nunes foi indagado sobre irregularidades em contratos emergenciais da prefeitura.

Já Boulos, a respeito da falta de adesão da periferia em sua campanha. Marina Helena respondeu sobre sua proposta a tarifa variável do ônibus e se considerava o candidato Pablo Marçal um representante da direita.

Pablo Marçal foi questionado sobre suas críticas ao programa de transferência de Renda, Bolsa Família, ao qual ele afirma que desejaria acabar caso chegasse à presidência.

Datena respondeu se tinha se arrependido de ser vice-prefeito de Tabata Amaral e se lançado candidato.

No quinto e último bloco, foram apresentadas as considerações finais de cada candidato.

Cadeiras parafusadas e regras
Para evitar novas agressões do tipo, a RedeTV! parafusou as cadeiras no chão durante o encontro.

O debate ocorreu na sede da emissora em Osasco, na Grande SP. A organização também determinou a expulsão em caso de agressão verbal.

Um vídeo obtido pelo blog da jornalista Andréia Sadi mostra que um segurança foi destacado para cada candidato presente no estúdio.

Agressão em debate

José Luiz Datena (PSDB) agrediu Pablo Marçal (PRTB) com uma cadeirada durante um debate com os candidatos à Prefeitura de São Paulo, neste domingo (15). O encontro, organizado pela TV Cultura, foi temporariamente interrompido após o incidente.

Marçal foi levado para o Hospital Sírio-Libanês, onde ficou internado durante a madrugada e teve alta na segunda-feira (16).

Segundo o boletim médico divulgado pela unidade, Marçal teve traumatismo na região do tórax à direita e em punho direito, sem maiores complicações associadas.

A agressão aconteceu depois que Pablo Marçal fez uma pergunta para Datena. O candidato do PRTB perguntou ao apresentador quando ele pararia com a “palhaçada” e desistiria da candidatura. Antes, ele havia citado uma denúncia de assédio sexual contra Datena.

“A gente quer saber que horas você vai parar. Já abandonou entrevista chorando. Você, que é um cara que só fala quando tem uma televisãozinha escrevendo ali, que horas o Datena vai parar com essa palhaçada que ele tá fazendo aqui?”, disse.

Datena disse que Marçal estava fazendo acusações e calúnias contra ele. O apresentador chamou Marçal de “bandidinho”.

“A acusação que você fez sobre mim eu já, repito, não foi investigada porque não havia provas. Foi arquivada pelo Ministério Público”, disse. “O que você fez comigo hoje foi terrível. Espero que Deus lhe perdoe. Você me pediu perdão anteontem. Eu te perdoei.”

Na réplica, Marçal disse que Datena não sabia o que estava fazendo no debate e o chamou de “arregão”. Ele disse que Datena queria agredi-lo no debate da TV Gazeta, em 8 de setembro.

“Você não respondeu à pergunta. A gente quer saber. Você é um arregão. Você atravessou o debate esses dias para me dar tapa e falou que você queria ter feito. Você não é homem nem para fazer isso. Você não é homem,” afirmou Marçal.

Na sequência, Datena agrediu Pablo Marçal com uma cadeira. O programa foi interrompido.

Um vídeo publicado no Instagram da jornalista Monica Bergamo, da “Folha de S.Paulo”, mostra os momentos seguintes à agressão. As imagens registraram Datena e Marçal sendo separados e trocando ofensas. Marçal, então, voltou ao púlpito.

Polícia investiga
Na segunda, a Polícia Civil abriu inquérito para apurar os crimes de lesão corporal e injúria após Datena agredir Pablo Marçal (PRTB) com uma cadeira durante um debate realizado na TV Cultura na noite de domingo (15).

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou que o caso foi registrado no 78° Distrito Policial (Jardins) após a confusão.

No registro, o advogado de Marçal foi orientado quanto ao prazo para ofertar representação criminal para o prosseguimento da investigação. Com isso, a representação, que poderia ser feita em até seis meses, foi realizada nesta segunda no 15º Distrito Policial.

Denúncia no MP Eleitoral
Nesta terça, o candidato José Luiz Datena (PSDB) representou criminalmente contra Pablo Marçal por calúnia e difamação na Justiça Eleitoral.

O documento é assinado pelo criminalista Roberto Podval e mais seis advogados de Datena.

Nele, a defesa do apresentador afirma que a a conduta Marçal é “ilegal, ardilosa, politiqueira e mesquinha, e deve ser banida pela Justiça Eleitoral, tendo em vista se tratar de atitude que visa confundir o eleitor e manchar a honra e a imagem de adversário”.

Fonte: G1

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